domingo, 14 de agosto de 2011
Assim Pensam os Homens: "Licença Paternidade", Por Christiano Cochrane
Tenho vivido nos últimos três meses os melhores momentos de minha vida! Dia 13 de maio chegou ao mundo a Valentina e junto com as noites mal dormidas, trouxe muita felicidade e encantamento! Passei os oito meses que antecederam o nascimento dela (demora um mês para descobrirmos a gravidez, né!) lendo e me preparando muito para a tarefa de ser pai e isso ajudou muito, mas muitas coisas a gente só descobre fazendo mesmo. O que mais ouvi de pais e mães – aliás não faltam pitacos durante a gravidez – foi “prepare-se para passar dois meses sem dormir”.
O que ninguém me disse foi “prepare-se para muita dor nas costas”! A falta de sono é gerenciável. Às vezes, na madrugada, a Dani e eu tentamos empurrar para o outro “arrota e troca a fralda você dessa vez, pleeeease”, mas saindo da cama e olhando pro rostinho da nossa filha, o sono passa rapidinho. O que machuca é ficar curvado 90% do tempo, seja para ninar no berço, seja para dar a mamadeira e ficar olhando pro rostinho dela. A gente sabe que as posturas não são boas, mas não se pensa em poupar o pescoço ou a lombar quando aqueles olhões estão nos mirando. Daí o corpinho vem e me avisa que tenho quase 40...
Esse não foi o único ensinamento. Cada dia aprendo uma coisa nova e tenho uma chance de melhorar como pessoa desde que me tornei pai. Quando a Dani estava grávida já troquei de carro por um mais familiar, com mais espaço e menos motor; já comecei a andar mais calmo no trânsito e perceber mais as imprudências dos outros. Mas só depois que peguei minha filha nos braços, comecei de fato a andar no limite de velocidade. Continuo apaixonado por motores e cavalos de força, mas semana passada viajei do Rio a São Paulo no limite de velocidade o caminho todo. 13km/l com o carro completamente carregado e um baú preso ao rack! Olha minha filha me apontando no caminho certo.
Quem sabe essa seria uma boa campanha de conscientização no trânsito: “Vire Pai”!!(risos) Acho que isso é mais um exemplo da sapiência da natureza. Os filhos nos trazem maturidade para que em seguida possamos ser melhores pais. Desaceleramos e nos acalmamos para poder educar e transmitir segurança e calma para nossos filhos. Nesses últimos meses acho que me tornei uma pessoa melhor. Estou mais amoroso com minha mãe e me tornei um marido melhor. Aliás, depois de ver o sacrifício, a força e a dedicação que tem uma mãe, passei a respeitar ainda mais as mulheres. Que trabalho de amor!! Que ralação! Só posso mesmo dar o melhor de mim e tentar facilitar um pouco a vida dessa guerreira que é minha mulher!
Aqui entramos em outro assunto: tempo com o bebê! As mães, merecida e necessariamente, têm agora seis meses de licença maternidade, enquanto os pais passaram a ter quinze dias. Tenho o privilégio de uma agenda folgada e de não estar gravando nada, então tenho sido pai em tempo integral, ou como alguns costumam dizer um “pãe”! Acho uma injustiça com os bebês, os papais e as mamães!! Puerpério é coisa séria e merece cuidado especial. Todo aquele cuidado que temos com nossas mulheres durante a gravidez começam a desaparecer quando nascem os filhos. É como se disséssemos “agora que pariu seu trabalho foi cumprido e o bebê é o que importa”. De fato bebês são frágeis, carentes e necessitam de nossa constante atenção, mas esquecer as mães é SACANAGEM!
Assim que minha filha nasceu acompanhei o pediatra com ela até o outro lado da sala de parto para colocá-la naquele aquecedor e fazer os primeiros testes, cortar o cordão umbilical, etc. Assim que vi minha filha em ordem, comecei a andar em direção à minha mulher – ainda aberta e COMPLETAMENTE abandonada a não ser pelos médicos que costuravam-na de dentro para fora – e ouvi de alguém “não vai ficar com a bebê”?! A voz parecia indignada e recebeu com a mesma indignação minha resposta “vou dar atenção à minha mulher”!!
Na emoção do momento todo mundo deixa a mãe sozinha e esquece que ela acabou de passar por uma experiência intensa. Minha mulher estava super assustada e não conseguia ver nada por sobre aquele pano azul. Fui até ela e disse “nossa filha é linda”! Segurei a mão dela e esperei um pouco até poder trazer Valentina pra ela. Toda aquela resistência durante a gravidez, toda aquela força durante o parto, dão lugar a muita insegurança e fragilidade. Nas semanas – ou meses – que seguem o nascimento, os hormônios fazem uma fuzarca com o corpo e a cabeça das mães. Acho injusto que elas tenham que cuidar sozinhas de um bebê quando mal podem cuidar de si mesmas.
Aleitamento materno é comprovadamente importante e apesar das mães não serem feitas de Lalique, seus corpos agem como tal e qualquer destempero, angústia, cansaço, podem fazer parar a produção de tão importante começo para nossos filhos. Aqui fica meu recado para os pais menos sortudos que eu: aproveitem esses primeiros meses sem sono! Só posso imaginar a dificuldade de trabalhar o dia todo e chegar em casa para dar banho, trocar fraldas e acordar no meio da noite para dar complemento e arrotar. Brincar com seus filhos é legal e vocês terão muito tempo para isso, mas essa relação que ganhamos na lida diária desses primeiros meses é impagável e irrecuperável. Exijam que as mães esperem vocês chegarem para dar o banho.
Peçam para trocar as fraldas de cocô! Quando minha filha deu a primeira risada para mim foi numa dessas trocas de fraldas fedidinhas. Esse cheirinho ruim só me traz boas memórias e troco 95% das fraldas da minha filha. Dani e eu optamos por não ter babá nesses primeiro meses (sei que isso não é possível para todos), porque estamos nos conhecendo – Valentina como novo membro da família e nós dois como pais – e não queremos ninguém no meio desta dança. Se a coisa apertar, tem sempre minha mãe ou minha sogra para dar uma mãozinha.
Que maravilha poder ser pai nessa era de auto-descobrimento, nesse tempo em que percebe-se um movimento para melhorar o planeta e nossos relacionamentos. Vivemos a idade da informação e nunca foi tão abundante a quantidade de recursos e conhecimento para uma melhor criação de nossos filhos. Muita luz, calma e sabedoria na sua trajetória paterna. Feliz Dia dos Pais!!
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sábado, 13 de agosto de 2011
MENSCH ENTREVISTA: Luis Crispino

Luis Crispino é um daqueles caras que se tem como referencial na fotografia de bom gosto, estilo e sofisticação. Seja um retrato de nu, um editorial de moda ou uma campanha publicitária, sempre o resultado é uma sofisticação que vem da simplicidade. Simplicidade em olhar, perceber e sentir a fotografia. O que resulta, claro, em grandes e marcantes imagens. Com a simplicidade de sempre, tive mais uma vez o prazer de conversar com esse grande fotógrafo e pessoa elogiada por todos que trabalham com ele. O resultado desse papo vocês conferem aqui nessa entrevista. Um pouco mais do grande fotógrafo Luis Crispino...
Começando pelo começo... Como foi seu início de carreira? Desde sempre pensou em ser fotógrafo? Comecei da maneira que eu considero a mais adequada, até hoje: como assistente de um fotografo que eu admirava – e admiro até hoje – muito, o Miro. Antes disso, havia freqüentado alguns cursos técnicos, mas a formação mesmo foi trabalhando e aprendendo que a teoria, na prática, é outra...
Começando pelo começo... Como foi seu início de carreira? Desde sempre pensou em ser fotógrafo? Comecei da maneira que eu considero a mais adequada, até hoje: como assistente de um fotografo que eu admirava – e admiro até hoje – muito, o Miro. Antes disso, havia freqüentado alguns cursos técnicos, mas a formação mesmo foi trabalhando e aprendendo que a teoria, na prática, é outra...
O que torna um fotógrafo bom de verdade? Parece óbvio, mas não é: gostar de fotografia. E boas doses dedicação, persistência e mais um tanto de teimosia.
A moda é a porta de entrada para a grande maioria dos fotógrafos?Não necessariamente. Basta lembrar de nomes como Mário Cravo Neto, Cristiano Mascaro, Claudio Edinger, Andreas Heininger, Tucá Reines, aqui no Brasil, ou, pelo mundo, Annie Leibovitz, Philiph Lorca diCorsia, Cindy Sherman (que não gosta de ser rotulada como “fotógrafa”...), Sally Mann, Jock Sturges, Miroslav Tichý... A lista é enorme.
Qual a importância que o Miro teve na sua carreira profissional? É realmente difícil medir a influencia de um fotografo excepcional com o Miro na carreira de alguém. Para mim, foi “o” mestre e segue sendo minha maior referencia no que toca qualidade e entrega profissional. Ele é simplesmente "hors concours".
Você acha que concursos, como o "Menina Fantástica", do qual você foi jurado, são um bom caminho para descobrir novos talentos pra moda?Eventualmente. De tempos em tempos eles revelam alguns grandes talentos. Gisele Bündchen, a sensacional Gisele, a über model, por exemplo, foi revelada no "The Look of The Year" da Elite Models, embora não tenha sido a primeira colocada…
A moda é a porta de entrada para a grande maioria dos fotógrafos?Não necessariamente. Basta lembrar de nomes como Mário Cravo Neto, Cristiano Mascaro, Claudio Edinger, Andreas Heininger, Tucá Reines, aqui no Brasil, ou, pelo mundo, Annie Leibovitz, Philiph Lorca diCorsia, Cindy Sherman (que não gosta de ser rotulada como “fotógrafa”...), Sally Mann, Jock Sturges, Miroslav Tichý... A lista é enorme.
Qual a importância que o Miro teve na sua carreira profissional? É realmente difícil medir a influencia de um fotografo excepcional com o Miro na carreira de alguém. Para mim, foi “o” mestre e segue sendo minha maior referencia no que toca qualidade e entrega profissional. Ele é simplesmente "hors concours".
Você acha que concursos, como o "Menina Fantástica", do qual você foi jurado, são um bom caminho para descobrir novos talentos pra moda?Eventualmente. De tempos em tempos eles revelam alguns grandes talentos. Gisele Bündchen, a sensacional Gisele, a über model, por exemplo, foi revelada no "The Look of The Year" da Elite Models, embora não tenha sido a primeira colocada…
A fotografia é também um hobby para você? Não é um hobby, é muito mais uma maneira de falar, escrever. Faço por gosto, não existe distinção entre o que é “trabalho” e o que é “prazer”. Admito, é um privilégio que poucas pessoas podem usufruir...
Quem rende mais prazer e quem rende mais dinheiro entre a fotografia de moda e a publicidade? Dinheiro, em termos absolutos, vem quase sempre da publicidade. Agora, dizer que o prazer está sempre do outro “lado”, na fotografia de moda, é um raciocínio um tanto quanto simplista, maniqueísta.
O que um jovem aspirante à fotógrafo não deve fazer? Pensar em lucro imediato. Acredite, a recompensa é sempre proporcional à qualidade.
No seu dia-a-dia você é ligado em moda, de tanto que lida com isso de forma profissional? Escolhe a própria roupa? Não. Gosto do básico, do prático e duradouro. Escolho assim. Sou meio maníaco e não gosto de muitas cores e detesto logos e etiquetas visíveis.
Você faz algum tipo de interferência na produção de uma foto? Na maioria das vezes. Mas sempre partindo do principio de que estou bem assessorado por profissionais da maior competência. No caso de editoriais, principalmente, acredito que as editoras sabem o que querem e o que precisam. O que não impede que eu eventualmente venha a opinar sobre determinado acessório ou detalhe da maquiagem, do cabelo...
Você faz algum tipo de interferência na produção de uma foto? Na maioria das vezes. Mas sempre partindo do principio de que estou bem assessorado por profissionais da maior competência. No caso de editoriais, principalmente, acredito que as editoras sabem o que querem e o que precisam. O que não impede que eu eventualmente venha a opinar sobre determinado acessório ou detalhe da maquiagem, do cabelo...
Fora moda, que estilo mais te desperta interesse na fotografia? Adoro retratos. Adoro fotografar gente. Nua. Vestida. De corpo inteiro. Close. Velha. Nova. Gente, tanto faz.
Mesmo trabalhando, fotógrafo e modelo continuam sendo homem e mulher. Já rolou algum clima "estranho" durante um ensaio ao longo desses anos de carreira? Sinceramente, esta é a ultima preocupação que me ocorre durante um trabalho. A idéia não é seduzir ninguém, no sentido literal, durante as fotos. Fazer uma boa foto demanda muita concentração. Não sobra espaço para isso. É claro que existe um movimento de “conquistar” quem está sendo fotografada, mas que é muito mais complexo do que a simples sedução, é mais uma “troca” que começa e termina ali, durante as fotos.
Mesmo trabalhando, fotógrafo e modelo continuam sendo homem e mulher. Já rolou algum clima "estranho" durante um ensaio ao longo desses anos de carreira? Sinceramente, esta é a ultima preocupação que me ocorre durante um trabalho. A idéia não é seduzir ninguém, no sentido literal, durante as fotos. Fazer uma boa foto demanda muita concentração. Não sobra espaço para isso. É claro que existe um movimento de “conquistar” quem está sendo fotografada, mas que é muito mais complexo do que a simples sedução, é mais uma “troca” que começa e termina ali, durante as fotos.
Qual sua forma para deixar uma mulher à vontade para posar nua?Continuando, tem que acontecer uma certa forma de conquista... a minha abordagem é sempre a de garantir a cumplicidade com a modelo. É fundamental que ela tenha a certeza absoluta de que eu estou fazendo tudo para que ela fique o mais deslumbrante possível, alem até das suas próprias expectativas.
Ao longo desses anos de carreira, o nu pra você ficou banal? O que mudou ao seu modo de ver ao longo desses anos de profissão? O nu nunca será “banal”. Erotizações a parte, pode ser visto como a forma mais visceral de retrato.
Na fotografia o que pode acabar com uma foto: uma luz mal estudada, um ângulo mal escolhido ou uma idéia mal concebida?Tudo junto... e separado.
Vivendo também como fotógrafo de celebridades e belas mulheres, a fidelidade é algo difícil de se manter? Como você se protege da infidelidade? Não encontro nenhuma dificuldade em ser casado e ser fotógrafo... uma condição excepcional contribui para isso: Tenho uma mulher sensacional em todos os sentidos, que compreende perfeitamente a minha dinâmica profissional e que consegue ser uma das principais influências e grande incentivadora do meu trabalho.
Na fotografia o que pode acabar com uma foto: uma luz mal estudada, um ângulo mal escolhido ou uma idéia mal concebida?Tudo junto... e separado.
Vivendo também como fotógrafo de celebridades e belas mulheres, a fidelidade é algo difícil de se manter? Como você se protege da infidelidade? Não encontro nenhuma dificuldade em ser casado e ser fotógrafo... uma condição excepcional contribui para isso: Tenho uma mulher sensacional em todos os sentidos, que compreende perfeitamente a minha dinâmica profissional e que consegue ser uma das principais influências e grande incentivadora do meu trabalho.
Sobre seus desejos na fotografia... Que mulher você gostaria de fotografar nua? Que celebridade e que lugar você ainda não fotografou?Não seria muito gentil nomear alguém, certo? São tantas as mulheres que eu adoraria ter a oportunidade de fotografar... São tantos os retratos que eu gostaria de fazer... e o mundo tem tantos lugares fascinantes para se conhecer. Aqui cabe bem aquele famoso lugar comum: “a minha melhor foto será a próxima”
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
VAIDADE: Creminho é coisa de macho sim! Veja nossas sugestões.
Já se foi a época em que homem pra mostrar que era homem tinha que ser mal cuidado. Hoje em dia o homem contemporâneo encara a vaidade e o cuidado com si próprio como algo natural, algo que não vai afetar a sua masculinidade. A vida do homem de hoje é uma jornada, cheia de oportunidades e possibilidades de conquistar espaços. E para isso os homens descobriram que para seguir esse caminho, não é necessário abrir mão dos seus valores e procura o equilíbrio, num movimento contínuo de evolução e busca. Sabendo a importância em não descuidar da aparência e do bem-estar.
Mas acreditem, tem muito homem que ainda pensa que creminho é coisa só de mulher – o que não é verdade! Até por que quando se fala em creminho, se pensa logo naquele armário cheio de potinhos. Hoje em dia as marcas de beleza estão se especializando cada vez mais no assunto e lançando linhas exclusivas para o tratamento da pele masculina, com texturas, embalagens e aromas feitos sob medida para eles, de olho num público cada vez mais vaidoso. Esses novos cosméticos oferecem desde hidratação ao efeito anti-irritação após o barbear. Alguns agem como anti-brilho, anti-stress, anti-fadiga, combatem rugas e deixam a pele mais firme. Afinal, todo mundo quer parecer bem e envelhecer com qualidade. E a MENSCH selecionou alguns produtos que estão chamando atenção no mercado.
Acabe de uma vez com aquela cara de quem vive, a Biotherm Homme vai lançou em julho um produto que será seu aliado nesse combate: o High Recharge Energy Shot. Ele é uma espécie de hidratante que revigora a pele quase que instantaneamente. Composto pelas vitaminas B5 e E, Cobre, magnésio, zinco, extratos vegetais e plancton thermal, que estimulam as defesas das células e ativam a microcirculação.
Prático e eficiente, o hidratante facial Fuel Eye De-Puffer da Kiehl´s é composto com cafeína, mel e extrato de hibisco, que ajuda a diminuir o inchaço e as olheiras dando uma sensação de refrescância à sua pele. O produto é prático de aplicar, pois tem textura leve e embalagem prática e compacta em formato de um bastão de 5 cm.
Já a marca Sisley apresenta o Sisleÿ um para homens que procuram praticidade em apenas um produto. Ele faz hidratação, tratamento antiidade e reparação da pele. Para uso diurno e noturno, vem com 18 ativos extraídos de plantas, algas e até pedras. Também pode ser usado depois de barbear para combater a irritação também. Como o produto é importado, o preço é bem salgado.
A L’Occitane lançou recentemente dois novos produtos de uma linha para homens: Hidratante facial Verdon, que resiste à água de piscina e é indicado para os esportistas. E o gel para olhos Verdon é roll-on e revitaliza a área dos olhos e elimina os sinais de fadiga (R$ 68).
O Natura Homem Hidraturbo é um hidratante que tem como função disfarçar imediatamente o aspecto de cansaço da pele e também funciona como um “lift” que promove uma “pequena levantada”. Ideal para os dias mais agitados, este produto disfarça imediatamente o aspecto de cansaço, efeito tensor é imediato. E não oleoso.
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011
ACONTECEU: Os melhores momentos da festa de 36 anos da PLAYBOY Brasil.
Chega a ser curioso como "festa de PLAYBOY" fascina a todos, seja homem ou mulher, a possibilidade de fazer parte, nem que seja por uma vez, de uma festa dessa já gera uma grande expectativa e uma euforia que não se sabe explicar. Para alguns pode ser cafona, exibicionismo barato, fetiche ou apenas uma boca livre com direito a um belo desfile de mulheres. Mas na verdade uma grande festa de aniversário de PLAYBOY é uma grande salada. Toda a fauna e flora bateram ponto, nem que seja para criticar aquela ex-capa ou para babar em ver de perto mulheres que já passaram pela revista e deixou muita gente babando ou se corroendo de inveja.
E esse ano, como não poderia deixar de ter, a PLAYBOY comemorou mais um aninho com uma grande festa. Mas esse ano foi grande meeeeesmo! O local escolhido dessa vez foi um clube às margens da Lagoa no Rio de Janeiro (como de costume). Mas uma data especial e uma grande festa como essa só tem graça com uma grande estrela. E foi isso que todos os convidados, famoso ou não, puderam conferir quando a bela e simpática Adriane Galisteu entrou na festa.
Todas as câmeras se voltaram à ela e todos os flashes disparam fazendo aquela noite parecer dia de tanto clarão. Adriane é luminosa e seu sorriso é um convite ao deleite. Loira platinada, Adriane desfilou seu pelo par de pernas (e todo o resto) pelo salão. Da coletiva com os fotógrafos à área VIP onde recebeu amigos e convidados. Sem qualquer constrangimento e com uma desenvoltura que lhe é peculiar, Adriane autografou diversas revistas, posou para fotos e conquistou mais súditos.
Mesmo não muito cheia de famosos e ex-capas, a noite ainda reservava algumas boas surpresas como a bela negra Adriana Bombom, a simpática (e não menos bela) Lucilene Caetano Nossa MUSA MENSCH de março, leia entrevista aqui ), Renata Santos, Nicole Balhs, Mirella Santos e algumas ex-BBB´s como Priscila e Adriana (capa de setembro de PLAYBOY). A ala masculina foi bem representada pelo apresentador Rafael Cortez, e os atores Leandro Hanssum e Rodrigo Andrade (capa da MENSCH, leia aqui a entrevista). Na pista de dança, o DJ Zé Pedro, amigo íntimo de Galisteu, colocou todo mundo pra dançar ao som de hits nacionais e internacionais. Sempre muito animado. A turma da badalação não largou a festa nem tão cedo. Até as coelhinhas Thaíz Schmitt, Ana Lúcia e Márcia Spézia não resistiram e curtiram até altas horas a grande festa. Parabéns equipe PLAYBOY, parabéns Galisteu! A noite foi encantadora!
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011
MUSA (ESPECIAL 80): CIDA COSTA, a beleza e o charme da eterna garota dos anos 80.
Falar de mulher bonita é uma especialidade aqui pra equipe da MENSCH, mas quando se trata de uma mulher bonita e musa de uma geração a coisa já muda de figura. Agrega uma responsabilidade que vai além da beleza dela. É o caso da bela Cida Costa, outra eterna musa dos anos 80 que até hoje mantém todos os atributos que a elegeu. Cida fez sua primeira grande aparição num comercial de hidratante, nua, ao lado de uma criança que como a “mãe” imitava seus gestos. O comercial ganhou prêmio em Cannes e Cida Costa o título (e a capa) de Garota Playboy em 1988. De lá pra cá Cida não parou mais. Trabalhando sempre como modelo, ela soube driblar o tempo e manter-se ainda um ícone de beleza, elegância e sensualidade, como vocês poderão conferir aqui nesse ensaio exclusivo clicado pelo nosso amigo Wagner Carvalho. De quebra, uma bela entrevista com a musa.
05 - Uma forma da relação entre homens e mulheres ser mais harmoniosa seria o homem ser mais sensível e a mulher mais racional? Talvez, e uma boa idéia... risos...acho que não existem regras, o que importa e o amor, a fidelidade e o companheirismo.
06 - Quais os maiores erros que um homem não pode cometer ao tentar conquistar uma mulher? Mentir, não ter educação.
07 - E falando em anos 80... Você está mais para a turma descolada e colorida da praia do "Armação Ilimitada" ou da comédia rasgada do "TV Pirata"? Comedia da TV Pirata, me divirto muito.
08 - A sua trilha sonora dos anos 80 seria "Like a Virgin" de Madonna, "Gatinha Manhosa" de Leo Jaime ou "Menina Veneno" de Ritche?
Like a Virgen com certeza, essa música e linda e up to date, marcou uma época. É um estado de espírito.
01 - Prêmio de publicidade em Cannes, capa de PLAYBOY... os anos 80 foram pura sedução? O que mais encantava naquela época que se perdeu hoje em dia? Os anos 80 foi uma época em que estávamos experimentando a liberdade de expressão, movimentos musicais, comportamentais e etc, falava muito sem pensar nas consequencias, hoje tenho consciência que sou formadora de opinião, tenho mais responsabilidade naquilo que falo. Não acho que nada se perde, tudo se transforma.
02 - Qual a diferença do homem nos anos 80 e hoje em dia? Existe? Quem mudou mais, o homem ou a mulher? Não sei identificar, e um assunto complexo, mas acredito que naquela época as pessoas em geral tinham uma sede muito grande de viver toda a liberdade conquistada, hoje estamos sabendo dosar, buscando equilíbrio, revendo os conceitos, o que se chama... back to basics.
02 - Qual a diferença do homem nos anos 80 e hoje em dia? Existe? Quem mudou mais, o homem ou a mulher? Não sei identificar, e um assunto complexo, mas acredito que naquela época as pessoas em geral tinham uma sede muito grande de viver toda a liberdade conquistada, hoje estamos sabendo dosar, buscando equilíbrio, revendo os conceitos, o que se chama... back to basics.
03 - O mundo mudou mesmo ou no fundo as mulheres continuam buscando o príncipe encantado pelo qual largariam carreira e sucesso? Eu acho que todos, tanto homens como mulheres estão sempre em busca de um companheiro, mesmo inconsciente. Quanto a carreira e sucesso cabe a cada um avaliar o que e melhor pra si.
04 - Como se sair bem com aquele tipo de mulher que adora jogar o charme, mas que não sai do pedestal? As vezes a mulher tem uma postura que acaba sendo rotulada como intocável, mas, somos todos seres humanos independente da posição que ocupamos ou profissão, com as mesmas vontades e anseios, portanto suscetíveis a todas as coisas, o melhor sempre e, nunca fazer tipo, ser verdadeiro e o melhor caminho.
04 - Como se sair bem com aquele tipo de mulher que adora jogar o charme, mas que não sai do pedestal? As vezes a mulher tem uma postura que acaba sendo rotulada como intocável, mas, somos todos seres humanos independente da posição que ocupamos ou profissão, com as mesmas vontades e anseios, portanto suscetíveis a todas as coisas, o melhor sempre e, nunca fazer tipo, ser verdadeiro e o melhor caminho.
05 - Uma forma da relação entre homens e mulheres ser mais harmoniosa seria o homem ser mais sensível e a mulher mais racional? Talvez, e uma boa idéia... risos...acho que não existem regras, o que importa e o amor, a fidelidade e o companheirismo.06 - Quais os maiores erros que um homem não pode cometer ao tentar conquistar uma mulher? Mentir, não ter educação.
07 - E falando em anos 80... Você está mais para a turma descolada e colorida da praia do "Armação Ilimitada" ou da comédia rasgada do "TV Pirata"? Comedia da TV Pirata, me divirto muito.
08 - A sua trilha sonora dos anos 80 seria "Like a Virgin" de Madonna, "Gatinha Manhosa" de Leo Jaime ou "Menina Veneno" de Ritche?
Like a Virgen com certeza, essa música e linda e up to date, marcou uma época. É um estado de espírito.
Texto: André Porto
Assessoria Produção: MD Produções e Casting by Márcia Dornelles www.mdproducoes.com
Fotos: Wagner Carvalho www.wagnercarvalhophothographer.com.br
Make Up: Luciano Sossa
Assessoria Produção: MD Produções e Casting by Márcia Dornelles www.mdproducoes.com
Fotos: Wagner Carvalho www.wagnercarvalhophothographer.com.br
Make Up: Luciano Sossa
AGRADECIMENTOS
Rede Marriott Hoteis - Locação
Armani Exchange
Rede Marriott Hoteis - Locação
Armani Exchange
Agradecimento especial à nossa querida Cida Costa.
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Crônicas e Indagações Femininas: "Entre a pílula azul e a pílula vermelha"
Sabe aquela cena de Matrix quando é oferecida a Neo a pílula vermelha ou a azul? A primeira dá acesso à realidade nua e crua de Zion onde todos lutam pela sobrevivência e comem uma ração de proteínas que nos faz enjoar só de ver; a outra possibilita o mundo na Matrix tal qual pensamos que conhecemos, mas é apenas uma ilusão, uma projeção de uma realidade há muito perdida. Bem, quem assistiu ao filme clássico sabe do que estou falando e sabe também que Neo escolheu deixar a Matrix.
Pessoalmente eu prefiro a Matrix com todos os seus apelos sensoriais, a degustação de um bom vinho ou um super junk food que libera todas as minhas seretoninas juntas (ou eu penso que...). Deixem eu viver na “ilusão” do quanto é bom sentir as águas quentes do Tahiti ou a neve de Nova Iorque caindo no ano novo. Enfim, não tenho vocação para ser o que sai da caverna e vai gritar para todos que há um mundo lá fora e blá bla bla bla. Platão já contou essa história e a gente já sabe como termina!
É assim que eu penso, mas ultimamente uma ideia tem me ocorrido. Definitivamente, nos relacionamentos, essa coisa de viver na ilusão realmente não faz sentido. O tempo inteiro (especialmente as mulheres, sorry!) construímos relacionamentos baseados em fantasias, aquilo que nos gostaríamos que fosse. Vimos o que não existe no outro, projetamos nossos próprios sonhos, deixamos de perceber os defeitos e atenuamos muitas ações indesejadas apenas para não destruir uma ideia. Ai já viu, vivemos uma ilusão, mas uma hora a realidade emerge e não saberemos como lidar com ela. Cobramos o que não devemos, sofremos com o óbvio que não quisemos ver, choramos com os sonhos perdidos.
Por isso que o melhor, pelo menos nos relacionamentos, é enxergar as coisas como elas são e entender de uma vez por todas que nem tudo é perfeito mesmo. E isso vale para homens e mulheres! Há sempre coisas boas e ruins, qualidades e defeitos convivendo lado a lado. Só precisamos saber o que nos faz bem e eleger algumas prioridades. Lidar com o real desde o começo faz a gente perceber que a vida não é um conto de fadas (pena!), mas constrói qualquer relacionamento com uma base bem mais sólida e duradoura. Nesses casos, eu escolho a pílula vermelha.
Pessoalmente eu prefiro a Matrix com todos os seus apelos sensoriais, a degustação de um bom vinho ou um super junk food que libera todas as minhas seretoninas juntas (ou eu penso que...). Deixem eu viver na “ilusão” do quanto é bom sentir as águas quentes do Tahiti ou a neve de Nova Iorque caindo no ano novo. Enfim, não tenho vocação para ser o que sai da caverna e vai gritar para todos que há um mundo lá fora e blá bla bla bla. Platão já contou essa história e a gente já sabe como termina!
É assim que eu penso, mas ultimamente uma ideia tem me ocorrido. Definitivamente, nos relacionamentos, essa coisa de viver na ilusão realmente não faz sentido. O tempo inteiro (especialmente as mulheres, sorry!) construímos relacionamentos baseados em fantasias, aquilo que nos gostaríamos que fosse. Vimos o que não existe no outro, projetamos nossos próprios sonhos, deixamos de perceber os defeitos e atenuamos muitas ações indesejadas apenas para não destruir uma ideia. Ai já viu, vivemos uma ilusão, mas uma hora a realidade emerge e não saberemos como lidar com ela. Cobramos o que não devemos, sofremos com o óbvio que não quisemos ver, choramos com os sonhos perdidos.
Por isso que o melhor, pelo menos nos relacionamentos, é enxergar as coisas como elas são e entender de uma vez por todas que nem tudo é perfeito mesmo. E isso vale para homens e mulheres! Há sempre coisas boas e ruins, qualidades e defeitos convivendo lado a lado. Só precisamos saber o que nos faz bem e eleger algumas prioridades. Lidar com o real desde o começo faz a gente perceber que a vida não é um conto de fadas (pena!), mas constrói qualquer relacionamento com uma base bem mais sólida e duradoura. Nesses casos, eu escolho a pílula vermelha.
domingo, 7 de agosto de 2011
As revistas mais legais do mês de agosto.
O mês de agosto chegou trazendo edições bem especiais para atrair os leitores, cada uma usando o apelo mais adequado. Início de semestre começando traz novidades nas bancas e nas chamadas de capa. A MEN’S HEALTH por exemplo vem com um plano simples e eficiente para ganhar volume e força com um programa para detonar no inverno. A GQ varia um pouco a atração de capa e esse mês vem com a bela Aline Moraes (sempre sensual), além de uma entrevista com Tarcísio Meira feira por J.R.Duran, matéria especial sobre clube de luta e os campeões do UFC do RJ (incluindo matéria com o campeão Anderson Silva).
Falando em campeões, a revista PLACAR estampa na capa desse mês Felipe e a volta do Vasco a caminhos dos títulos, além de Felipe, uma matéria sobre o “Instituto Luxemburgo” . E em matéria de mulher a revista STATUS nos presenteia com duas belas mulheres, a mdelo top Michele Alves, num ensaio de Bob Wolfenson, e a atriz Hermila Guedes em fotos bem provocantes. Sem falar da matéria sobre os “piratas do petróleo” que influenciam no preço do petróleo na Nigéria, maior fonecedor para o Brasil.
Em matéria de combustível a revista SEXY desse mês vem pegando fogo com o ensaio da modelo Dany Sperle e de quebra uma entrevista com Roger do Ultrage à Rigor. Outra máquina, aliás, outras máquinas são o chamariz da revista QUATRO RODAS. O grande destaque fica por conta do Fiat Freemont um esportivo de primeira linha perfeito para viagens. A QR esse mês rodou o mundo em busca de novidades e apresenta suas descobertas, tem BMW, Chevrolet, Audi... Pra todos os gostos.
Variada também vem a VIP, com a bela morena Dani Albuquerque, estrela do Dr. Hollywood, na capa e no recheio tem música sertaneja, lutadores do UFC e vários tipos de tênis. Porém o mês de agosto será mais que especial é para a revista PLAYBOY, que completa 36 anos de existência. E para comemorar a data vem com uma capa pra lá de especial com a estrelíssima Adriane Galisteu em belas fotos clicadas por J.R.Duran num dos lugares mais lindo dos mundo. Para falar um pouco mais da edição convidamos o diretor da PLAYBOY para falar com propriedade da esperada edição.
01 - Além da já histórica declaração de Sandy na entrevista e dos dois grandes ilustradores na mesma edição, o que mais o leitor de PLAYBOY pode esperar dessa edição de aniversário? É uma edição feita com muito capricho. Temos o conto de Marçal Aquino, “Retrato de Família Retocado com Pólvora”, ilustrado pelo Benício e pelo Ralph Steadman, dois grandes artistas. Marçal é o maior escritor policial que temos no Brasil hoje e eu insistia com ele desde 2006 para fazer alguma coisa pra PLAYBOY. Também temos um longa coleção de artigos, “O livro que mudou minha vida”, com textos exclusivos de João Ubaldo Ribeiro, Enrique Vila-Matas, Will Self e mais um monte de gente. E temos a entrevista da Sandy – a melhor que já fizeram com ela. A edição está muito boa.
02 - Como foi o precesso de escolha das capas? Soube que Thomas Souto Correa participou da escolha também assim como em 1995.
Pois é, a gente teve uma ajudinha... (rs). Nós tínhamos uma outra opção, de fundo azul, com o logotipo no centro da capa. Eu não gosto de deslocar o logotipo, pois me parece sempre um recurso meio amadorístico. Mas era Dri num barco, o azul do céu ao fundo, e achamos que a ocasião nos permitia sair um pouco do convencional (a foto está no ensaio). Mas eu não estava muito convencido, justamente por causa do deslocamento do logo. Aí o Thomaz sacou uma foto do interior do ensaio, horizontal, que, cortada do jeito correto, funcionava muito bem como capa. É uma pose sexy, chique e dialoga com a da capa anterior (que, aliás, também foi montada com uma foto que o mesmo Thomaz pegou do “descarte”, das imagens recusadas). E a capa de varejo é um close da Dri. As duas têm logotipo dourado em hot stamp.
03 - O que é mais difícil numa edição comemorativa? Agradar leitores, anunciantes ou a direção? Sempre é o leitor, que é, afinal, o principal motivo de uma revista existir. Agradando o leitor, por tabela se agrada o anunciante, pois a revista vende mais e o produto anunciado impacta mais pessoas. Agradar a cheia é básico em qualquer emprego, não? Mas as decisões são compartilhadas. É claro que o diretor de redação é sempre responsável por tudo, pelos erros e pelos acertos da revista, mas uma contratação de capa de aniversário não é uma decisão solitária.
04 - Esse segundo ensaio/capa tem de certa forma alguma ligação, ou até mesmo continuidade, em relação ao anterior? Tem e não tem. É um novo ensaio, uma nova mulher e um cenário completamente diferente. Por outro lado, todos nós sabemos o “peso” que o primeiro ensaio representa – especialmente a Adriane e o Duran. O primeiro ensaio é histórico e está entre os melhores já feitos pela revista. Mas o que eu posso dizer é que todo mundo de dedicou muito e que este ensaio é tão bom quando o anterior.
05 - Quem acompanha sua trajetória na revista sabe o quanto você tentou trazer Galisteu de volta à PLAYBOY. Essa edição tem um gostinho especial? Uma vitória particular? Eu queria muito fotografar a Dri de novo, afinal, ela é responsável pela terceira revista mais vendida da história da PLAYBOY. E, durante anos, liderou esse ranking com larga vantagem. Finalmente conseguimos fazer um “bis”. E o melhor é que também fizemos um mix de artigos, reportagens e entrevistas que deixou a revista inteira muito boa. É a edição de aniversário que o leitor merece. Mas agora já foi e setembro está aí e depois vem outubro, novembro e dezembro, que eu também espero que seja uma edição estrelada. Quer dizer, é uma vitória, mas não vai ter tempo de comemorar, porque o mês que vem já está batendo na porta. Vida de editor, né?
Bem Aran, é isso... Parabéns e sucesso!! Vamos lá brindar mais essa bela conquista!!
Por André Porto
Fotos Divulgação / Reprodução
Falando em campeões, a revista PLACAR estampa na capa desse mês Felipe e a volta do Vasco a caminhos dos títulos, além de Felipe, uma matéria sobre o “Instituto Luxemburgo” . E em matéria de mulher a revista STATUS nos presenteia com duas belas mulheres, a mdelo top Michele Alves, num ensaio de Bob Wolfenson, e a atriz Hermila Guedes em fotos bem provocantes. Sem falar da matéria sobre os “piratas do petróleo” que influenciam no preço do petróleo na Nigéria, maior fonecedor para o Brasil.
Em matéria de combustível a revista SEXY desse mês vem pegando fogo com o ensaio da modelo Dany Sperle e de quebra uma entrevista com Roger do Ultrage à Rigor. Outra máquina, aliás, outras máquinas são o chamariz da revista QUATRO RODAS. O grande destaque fica por conta do Fiat Freemont um esportivo de primeira linha perfeito para viagens. A QR esse mês rodou o mundo em busca de novidades e apresenta suas descobertas, tem BMW, Chevrolet, Audi... Pra todos os gostos.
Variada também vem a VIP, com a bela morena Dani Albuquerque, estrela do Dr. Hollywood, na capa e no recheio tem música sertaneja, lutadores do UFC e vários tipos de tênis. Porém o mês de agosto será mais que especial é para a revista PLAYBOY, que completa 36 anos de existência. E para comemorar a data vem com uma capa pra lá de especial com a estrelíssima Adriane Galisteu em belas fotos clicadas por J.R.Duran num dos lugares mais lindo dos mundo. Para falar um pouco mais da edição convidamos o diretor da PLAYBOY para falar com propriedade da esperada edição.
01 - Além da já histórica declaração de Sandy na entrevista e dos dois grandes ilustradores na mesma edição, o que mais o leitor de PLAYBOY pode esperar dessa edição de aniversário? É uma edição feita com muito capricho. Temos o conto de Marçal Aquino, “Retrato de Família Retocado com Pólvora”, ilustrado pelo Benício e pelo Ralph Steadman, dois grandes artistas. Marçal é o maior escritor policial que temos no Brasil hoje e eu insistia com ele desde 2006 para fazer alguma coisa pra PLAYBOY. Também temos um longa coleção de artigos, “O livro que mudou minha vida”, com textos exclusivos de João Ubaldo Ribeiro, Enrique Vila-Matas, Will Self e mais um monte de gente. E temos a entrevista da Sandy – a melhor que já fizeram com ela. A edição está muito boa.
02 - Como foi o precesso de escolha das capas? Soube que Thomas Souto Correa participou da escolha também assim como em 1995.
Pois é, a gente teve uma ajudinha... (rs). Nós tínhamos uma outra opção, de fundo azul, com o logotipo no centro da capa. Eu não gosto de deslocar o logotipo, pois me parece sempre um recurso meio amadorístico. Mas era Dri num barco, o azul do céu ao fundo, e achamos que a ocasião nos permitia sair um pouco do convencional (a foto está no ensaio). Mas eu não estava muito convencido, justamente por causa do deslocamento do logo. Aí o Thomaz sacou uma foto do interior do ensaio, horizontal, que, cortada do jeito correto, funcionava muito bem como capa. É uma pose sexy, chique e dialoga com a da capa anterior (que, aliás, também foi montada com uma foto que o mesmo Thomaz pegou do “descarte”, das imagens recusadas). E a capa de varejo é um close da Dri. As duas têm logotipo dourado em hot stamp.
03 - O que é mais difícil numa edição comemorativa? Agradar leitores, anunciantes ou a direção? Sempre é o leitor, que é, afinal, o principal motivo de uma revista existir. Agradando o leitor, por tabela se agrada o anunciante, pois a revista vende mais e o produto anunciado impacta mais pessoas. Agradar a cheia é básico em qualquer emprego, não? Mas as decisões são compartilhadas. É claro que o diretor de redação é sempre responsável por tudo, pelos erros e pelos acertos da revista, mas uma contratação de capa de aniversário não é uma decisão solitária.
04 - Esse segundo ensaio/capa tem de certa forma alguma ligação, ou até mesmo continuidade, em relação ao anterior? Tem e não tem. É um novo ensaio, uma nova mulher e um cenário completamente diferente. Por outro lado, todos nós sabemos o “peso” que o primeiro ensaio representa – especialmente a Adriane e o Duran. O primeiro ensaio é histórico e está entre os melhores já feitos pela revista. Mas o que eu posso dizer é que todo mundo de dedicou muito e que este ensaio é tão bom quando o anterior.
05 - Quem acompanha sua trajetória na revista sabe o quanto você tentou trazer Galisteu de volta à PLAYBOY. Essa edição tem um gostinho especial? Uma vitória particular? Eu queria muito fotografar a Dri de novo, afinal, ela é responsável pela terceira revista mais vendida da história da PLAYBOY. E, durante anos, liderou esse ranking com larga vantagem. Finalmente conseguimos fazer um “bis”. E o melhor é que também fizemos um mix de artigos, reportagens e entrevistas que deixou a revista inteira muito boa. É a edição de aniversário que o leitor merece. Mas agora já foi e setembro está aí e depois vem outubro, novembro e dezembro, que eu também espero que seja uma edição estrelada. Quer dizer, é uma vitória, mas não vai ter tempo de comemorar, porque o mês que vem já está batendo na porta. Vida de editor, né?
Bem Aran, é isso... Parabéns e sucesso!! Vamos lá brindar mais essa bela conquista!!
Por André Porto
Fotos Divulgação / Reprodução
sábado, 6 de agosto de 2011
ESTILO: Tudo que você queria saber sobre ternos.
O terno está para o homem assim como o vestido de gala está para a mulher. Uma gravata faz um homem se sentir tão poderoso quanto uma mulher em salto 15. Não importa se é gordo, magro, alto ou baixo, um terno imprime elegância, status, masculinidade e atrai os olhares femininos. Mas para fazer bonito mesmo dentro de um terno há várias considerações a serem feitas para que a peça caia como uma luva para o homem que usar. Por mais que se fale sobre o assunto sempre existiem dúvidas, e pensando nisso a MENSCH resolveu fazer esse guia completo sobre ternos. Para isso fomos atrás de solucionar as dúvidas mais comuns dos homens. Para nos auxiliar nessa matéria contamos com a participação especial de dois profissionáis da área, Heraldo Mazza, dono da marca masculina Mr. Kitsch, e Charles Vilaça gerente de moda masculina da loja Santo Homem. Heraldo e Charles responderam algumas questões sobre o assunto.
Os maiores erros na hora de usar um terno
Começando pelos erros... O maior e mais notável erro é no tecido e no tamanho. A dica é a lã, desde que a trama do frio seja adequada ao clima do lugar. Quanto as medida, o caimento tem de ser perfeito, por isso tem de estar atento na altura do punho, bainha, encaixe de colarinho e de ombros. A meia é outro item que não deve ser esquecido. É preciso lembrar que ela deve ser uma extensão da calça ou da camisa e não deve contrastar com a cor da calça. "Seguindo estas regras você estará sempre bem vestido independente da label que esta usando." Diz Heraldo Mazza.
Na hora da compra
São três itens que devem pesar na hora da compra: o corte, sempre pensando no caimento; a composição do tecido, e aí vale a dica de que quanto mais sintético for o tecido, menor qualidade, conforto, durabilidade e impacto visual e claro, o acabamento. A diferença de acabamento fica por conta do forro na parte interna frontal das pernas, esse detalhe proporciona conforto e proteção. "Quanto ao acabamento é fundamental observarmos detalhes visíveis que fazem a diferença no decorrer do uso. Forro na parte interna, frontal das pernas, proporciona conforto ao caminhar e protege a pele da fricção direta com o tecido." Diz Charles Vilaça
Combinações que dão certo
- Eventos sóbrios pedem cores discretas, eventos informais, cores mais alegres;
- Modelo de corte slin sem gravata se torna chic e despojado.
- Terno com uma malha básica de manga curta ou até mesmo longa e um mocassim.
Combinações que são um desastre
- Cores fortes em todas as peças
- Diferenças nos fios
- Evento formal com proposta de look casual
- Modelo apertado que marca a barriga ou comprometa o caimento e o movimento dos braços;
- Modelo para um tamanho diferente de quem tá vestindo
A gravata
Na hora de escolher a gravata fique atento à harmonia do conjunto e a sua própria personalidade, não use gravatas divertidas se esse não for seu estilo. A gravata pode combinar com a camisa, se o look for mais clássico e com o terno se a idéia for se sentir mais seguro e não chamar atenção. Os mais descolados podem fazer sobreposições e contrastes de cores. Segundo Heraldo "No verão e quanto mais informal for a ocasião. A melhor a pedida sem gravata é um modelo de corte slin, se torna chic e despojado." Já segundo Charles "Em ocasiões onde a mesma não é exigida, viagens, passeios, festas... Podemos usar um terno com uma malha básica de manga curta ou até mesmo longa e um mocassim. Em casos de trabalho o mesmo define a necessidade."
Os botões
Se você tem dúvidas quanto ao número "certo" de botões de um terno a dica é simples, quem dita a quantidade é a moda da época. Atualmente a pedida é o terno de dois botões.
Um botão fica mais moderno, porém tem prazo de validade e pode não cair bem para os mais gordinhos; três botões são para um visual mais clássico e quatro em modelo transpassado, fica muito bem porém extremamente clássico, neste caso tem a opção de um corte slin propondo um visual clássico renovado.
O modelo que se deve ter no armário
A tendência atual nos apresenta ternos de dois botões com o paletó mais curto que os habituais e lapelas mais finas. As calças estão sem pregas, mais justas e a bainha mais curta. O resultado é uma silhueta mais slim, tornando o homem mais alto e magro consequentemente mais elegante. Para os mais práticos e objetivos, um cinza médio ou grafite de lã em 2 botões já é uma boa garantia de sucesso.
Terno de trabalho
A dica básica para quem precisa usar terno no trabalho é: escolha sempre algo que combine com sua personalidade, com o posto ocupado na empresa e como são as regras da empresa que você trabalha. Segundo Charles, “Respeitar o que exige o traje da profissão é essencial e vai garantir o emprego. Algo que é fundamental em qualquer caso é saber as medidas corretas. Sem isso, não há combinação de cores certa que sustente um look adequado.” Além disso é estar adequado ao tipo de profissão e ao que ela exige, arriscar em cores, cortes ou tendências ultra modernas, por exemplo, cabe apenas aos profissionais da moda ou do "red carpet". “A informação esta aí para todos, temos muitas opções, muitas revistas com editoriais que ensinam as combinações melhores para cada um e cada ocasião. Mas basicamente a coordenação de cores e padrões, além da medida adequada para o seu biotipo, pois são detalhes que conferem bom gosto, sofisticação, informação e elegância. Fica a dica: Escolha sempre algo que combine com sua personalidade, com o posto ocupado na empresa e como são as regras da empresa que você trabalha.” Comenta Heraldo Mazza.
A dica básica para quem precisa usar terno no trabalho é: escolha sempre algo que combine com sua personalidade, com o posto ocupado na empresa e como são as regras da empresa que você trabalha. Segundo Charles, “Respeitar o que exige o traje da profissão é essencial e vai garantir o emprego. Algo que é fundamental em qualquer caso é saber as medidas corretas. Sem isso, não há combinação de cores certa que sustente um look adequado.” Além disso é estar adequado ao tipo de profissão e ao que ela exige, arriscar em cores, cortes ou tendências ultra modernas, por exemplo, cabe apenas aos profissionais da moda ou do "red carpet". “A informação esta aí para todos, temos muitas opções, muitas revistas com editoriais que ensinam as combinações melhores para cada um e cada ocasião. Mas basicamente a coordenação de cores e padrões, além da medida adequada para o seu biotipo, pois são detalhes que conferem bom gosto, sofisticação, informação e elegância. Fica a dica: Escolha sempre algo que combine com sua personalidade, com o posto ocupado na empresa e como são as regras da empresa que você trabalha.” Comenta Heraldo Mazza.
O pretinho básico masculino
O terno preto, mesmo parecendo básico, também tem suas peculiaridades. Por ser básico pode ser usado em qualquer estação, contudo deve-se levar em consideração o tipo de tecido. No Brasil, por exemplo, não faz sentido ternos com a tradicional lã européia, que apesar do caimento perfeito, não se adequa ao clima dos trópicos.
Para os latinos o idéia é a lã fresca, e a gabardine,chiques e funcionais. Falando em lapelas No terno preto, são detalhes que ajudam a mudar o estilo facilmente. As lapelas pontudas sugerem ao mesmo tempo nobreza e modernidade já as médias são aceitas em todo lugar e as estreitas melhor evitar pois farão parecer que você está usando um smoking antiquado. Quanto a camisa, o par perfeito ainda é a de cor branca, mas você pode variar com outras cores desde que sejam suaves.
Bem, basicamente o que podemos dizer é que para não ter erro, a dica é adequar o seu estilo e biotipo ao que a moda do clássico pede. Com essas dicas e sugestões não tem erro. E caso tenha, é só nos escrever: revistamensch@gmail.com.br
Fonte: Chic – Glória Kalil, Revista PLAYBOY, VIP
Agradecimentos: Heraldo Mazza – Mr. Kitsch
Charles Vilaça – Santo Homem
Ricardo Cisneiros – Glória Kalil
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011
MENSCH ENTREVISTA: JOSÉ ALVARENGA JR.
Razão e sensibilidade poderia ser claramente o subtítulo para definir bem a carreira do diretor José Alvarenga Jr. O apuro técnico e a realidade das cenas que compõe uma gravação e a sensibilidade que toca e emociona são características claras quando se observa a gama de trabalhos executados, com maestria, de Alvarenga. Seja num filme dos Trapalhões ou num seriado denso como Mulher, ou numa comédia dramática do filme/seriado Divã. Em cada um dos seus trabalhos um cuidado em se obter o melhor. Seja do drama à comédia. Seu mais recente sucesso vem das telas com Cilada.Com. Mas Alvarenga vai além de tudo isso, da sua paixão pelo Botafogo à realização com seus filhos. Razão e sensibilidade andam de mãos dadas na vida e na carreira desse grande diretor.
01 - No Brasil é muito comum diretores de cinema iniciarem suas carreiras na publicidade. Por que? O mercado de publicidade é mais amplo que o de cinema. O Brasil produz poucos filmes e filmar no Brasil é muito caro. Já o mercado publicitário é mais dinâmico e precisa de novidades o tempo todo.
02 – No que difere o trabalho do diretor ao dirigir para cinema, TV e publicidade? Na publicidade o diretor trabalha para um cliente que tem um produto, e este produto é o protagonista. Na televisão o diretor trabalha com personagens, mas conta suas estórias com urgência, já que esse programa vai ao ar poucos dias depois. No cinema o diretor depura mais a sua narrativa, pois tem mais tempo para realizá-la. Pra mim que transito nas três áreas cada uma é apaixonante e me proporciona desafios.
03 – Até onde o diretor interfere na obra, seja num filme publicitário, numa série, novela ou filme cinematográfico, há um limite ou como diretor ele pode tudo? A interferência é total, pois essa é a personalidade artística do diretor. Ao invés de usar a palavra interferência eu prefiro usar a palavra parceria. Na minha opinião a inteligência de compreender todas as parcerias envolvidas numa obra é o que faz essa obra ser especial. Pra mim é claro que muitas cabeças pensam melhor que uma.
04 – Como foi isso de prever que seu time do coração, o Botafogo, ia ser campeão carioca de 2010 através de um adesivo no filme “A Princesa Xuxa e os Trapalhões”? Algum dia gostaria de “dirigir” o Botafogo? (risos)
Foi uma feliz coincidência. Quando eu fiz aquele filme em 1988, o Botafogo, uma de minhas grandes paixões,estava há vinte anos sem ganhar um titulo.Como eu era muito zoado por isso e já não agüentava mais tanta gozação,imaginei que no futuro ,que era a época em que se passava o filme,eu estaria livre de tanta zoação.Em 2010,vinte e dois anos depois daquela brincadeira, por incrível que pareça o botafogo foi campeão.Para muitos botafoguenses virei profeta!!!
Foi uma feliz coincidência. Quando eu fiz aquele filme em 1988, o Botafogo, uma de minhas grandes paixões,estava há vinte anos sem ganhar um titulo.Como eu era muito zoado por isso e já não agüentava mais tanta gozação,imaginei que no futuro ,que era a época em que se passava o filme,eu estaria livre de tanta zoação.Em 2010,vinte e dois anos depois daquela brincadeira, por incrível que pareça o botafogo foi campeão.Para muitos botafoguenses virei profeta!!!
05- Você é responsável por diversos filmes dos Trapalhões, é divertido dirigir essa galera, há muitos momentos de descontração pela temática e principalmente, pelas palhaçadas do Renato Aragão? Era sempre divertido sim. Os caras eram tudo de bom. Eu fiz cinco filmes dos trapalhões. Na época eu não tinha filhos, mas imaginava que estava fazendo os filmes pros meus filhos assistirem no “FUTURO”. Há 1 ano atrás mostrei os filmes em DVD pros meus três filhos. Eles riram muito e me emocionei com as risadas deles por saber que há 26 atrás eu tinha tomado as decisões certas.
06 – O filme "Cilada.com" está batendo recordes e chegando a 2 milhões de espectadores nas salas de cinema. Você esperava por tudo isso? O que tem significado pra você? A gente já esperava chegar aos dois milhões sim. Durante 2 anos trabalhamos duro nesse roteiro lapidando cada piada para essas piadas pudessem levar o publico as gargalhadas. Fazer um público gargalhar não é fácil. Na maioria das comedias você ri, mas não gargalha. No CILADA.COM todas as situações cômicas são originais e não piadas requentadas. Criar uma piada cinematográfica é difícil e nos exige muito, pois o publico quer experimentar coisas novas sempre.07 - Bruno Mazzeo com certeza é um bom motivo para assistir ao "Cilada.com". Além dele o que você aponta como sendo a grande razão para esse sucesso? O “Cilada.com” é uma comedia maiúscula. É um super show de rock do riso.
08 – Você dirigiu muitas séries de comédia, rir é mesmo o melhor remédio?Rir é sinal de saúde mental. O riso aproxima as pessoas, é agregador. Acredito também que usando o riso como veiculo para as idéias, você atravessa preconceitos e coloca as pessoas em outros lugares que elas normalmente não estariam ou até evitariam.
09 - Uma das maiores séries de sucesso da Globo, dentro da comédia, sem dúvida é "Os Normais". A que se deve esse sucesso além do perfeito casamento entre texto, atores e direção? Até porque já tivemos a mesma composição de sucesso e o resultado não foi tão significativo? Os Normais eram tudo o que as pessoas precisavam viver no inicio dos anos 2000. As pessoas já esperavam de algum jeito por aquilo. Falar de transgressão, de sexualidades, de doideras com tanto bom gosto e inteligência era raro na dramaturgia Brasileira. Lá fora já rolava FRIENDS, SEIFELD, MAD ABOUT YOU e aqui só tínhamos o bom SAI DE BAIXO que era um formato já testado na FAMILIA TRAPO. Os Normais junto com a Grande família instauram de vez os SITCONS na TELEVISÃO BRASILEIRA.
10 - Existe um padrão ou algo em comum (além de todos serem de Fernanda Young e Alexandre Machado) entre "Os Aspones", "Minha Nada Mole Vida", "Separação?!" e mais recentemente "Macho Men"? Padrão não há. Eu, o Alexandre Machado e a Fernanda Young temos uma necessidade visceral de renovação e de sair do lugar comum. O que nos une é o desejo de realizar seriados inteligentes, engraçados e que sejam desafiadores para nós mesmos.
11 - "Força Tarefa" vai para sua 3a temporada e é sua primeira série de ação, com um tom mais pesado. Era um desejo seu sai um pouco da comédia e pegar um trabalho mais denso? Como está encarando essa volta da série? Eu sou apaixonado por cinema e series de todos os gêneros. Fiz comedias de sucesso, mas também dirigi dramas de qualidade como o seriado MULHER. Fazer séries policiais também mexe com as minhas curiosidades artísticas. Eu faço o que eu gosto de ver. O “Força Tarefa” é um trabalho de alto nível e que pouco a pouco vai formando um publico que já tem orgulho de acompanhar um seriado policial Brasileiro. Pro ano que vem pretendo levar meu olhar para outras paisagens e vou me envolver num projeto de suspense e terror.
11 - "Força Tarefa" vai para sua 3a temporada e é sua primeira série de ação, com um tom mais pesado. Era um desejo seu sai um pouco da comédia e pegar um trabalho mais denso? Como está encarando essa volta da série? Eu sou apaixonado por cinema e series de todos os gêneros. Fiz comedias de sucesso, mas também dirigi dramas de qualidade como o seriado MULHER. Fazer séries policiais também mexe com as minhas curiosidades artísticas. Eu faço o que eu gosto de ver. O “Força Tarefa” é um trabalho de alto nível e que pouco a pouco vai formando um publico que já tem orgulho de acompanhar um seriado policial Brasileiro. Pro ano que vem pretendo levar meu olhar para outras paisagens e vou me envolver num projeto de suspense e terror.
12 - Você acredita que na mesma proporção que o Brasil exporta e influencia no mercado internacional de novelas, os EUA estão influenciando a maneira de fazer seriado? Sempre foi assim. Os seriados Americanos conquistaram o mundo há mais de 70 anos. Quando eu era menino eu consumia vorazmente JENIE É UM GENIO, A FEITICEIRA, KOJAK, BONANZA, RIM TIMTIM, KUNG FU, ETC... . O nosso desafio é entender as nossas identidades culturais e misturá-las com a qualidade técnica tão presente nos seriados americanos.
13 - Curte algum seriado americano? Qual? O que tem de especial pra te agradar? Curto muito SOUTH PARK pela irresponsabilidade artística e na vida que muitas vezes nos faz falta. Curto também Mad Men porque me faz refletir sobre um passado não tão distante onde varias idéias foram plantadas e que hoje colhendo os frutos dessas idéias, percebemos que os frutos são amargos.
13 - Curte algum seriado americano? Qual? O que tem de especial pra te agradar? Curto muito SOUTH PARK pela irresponsabilidade artística e na vida que muitas vezes nos faz falta. Curto também Mad Men porque me faz refletir sobre um passado não tão distante onde varias idéias foram plantadas e que hoje colhendo os frutos dessas idéias, percebemos que os frutos são amargos.
14 – De todos os personagens que você já dirigiu e ajudou a criar tem algum que você se identifica ou gostaria de interpretar por uma vez que fosse? Eu me identifiquei muito com o personagem que o SELTOM Melo fez nos Aspones. Um cara que como todos nós cria um mini reino pra se sentir Rei de si mesmo.
15 – "Macho Men" seria mais uma crítica ao mundo do homem machão ou uma crítica ao mundo "afetado" do gay? Macho Man é o espaço vivo e debochado entre esses dois mundos.
16 - Dirigir o seriado "Divã" ajudou a entender melhor as mulheres? O que nem divã salva no universo feminino? Divã foi um mergulho meu pelo universo feminino. Mais do que entender as mulheres, o que é impossível, eu quis ficar o mais próximo possível desse universo para curti-lo. Divã foi a realização de uma paixão pela personagem Mercedes tão brilhantemente interpretado pela LILIA CABRAL.
17 - Costuma-se dizer que o cinema brasileiro é uma promessa...será que ela já não passou dessa fase e hoje podemos dizer que ele é uma realidade? Todo o ano o cinema Brasileiro apresenta Blockbosters. Essa cinematografia brasileira é cada vez mais plural e está consolidando pouco a pouco um publico que vai se sentindo atraído pelo nosso cinema. É muito entusiasmante perceber que não seremos soterrados pelo hegemônico e atraente cinema americano.
18 - O que você ainda não fez na TV e no cinema que gostaria de realizar? O que seria uma satisfação pessoal? Todos os meus trabalhos me geraram uma satisfação pessoal enorme, aliás, é por isso que os realizo. Certamente há uma quantidade infinita de mundos que ainda quero explorar artisticamente tanto no cinema quanto na TV. É essa curiosidade que é a minha maior motivação.
15 – "Macho Men" seria mais uma crítica ao mundo do homem machão ou uma crítica ao mundo "afetado" do gay? Macho Man é o espaço vivo e debochado entre esses dois mundos.
16 - Dirigir o seriado "Divã" ajudou a entender melhor as mulheres? O que nem divã salva no universo feminino? Divã foi um mergulho meu pelo universo feminino. Mais do que entender as mulheres, o que é impossível, eu quis ficar o mais próximo possível desse universo para curti-lo. Divã foi a realização de uma paixão pela personagem Mercedes tão brilhantemente interpretado pela LILIA CABRAL.
17 - Costuma-se dizer que o cinema brasileiro é uma promessa...será que ela já não passou dessa fase e hoje podemos dizer que ele é uma realidade? Todo o ano o cinema Brasileiro apresenta Blockbosters. Essa cinematografia brasileira é cada vez mais plural e está consolidando pouco a pouco um publico que vai se sentindo atraído pelo nosso cinema. É muito entusiasmante perceber que não seremos soterrados pelo hegemônico e atraente cinema americano.
18 - O que você ainda não fez na TV e no cinema que gostaria de realizar? O que seria uma satisfação pessoal? Todos os meus trabalhos me geraram uma satisfação pessoal enorme, aliás, é por isso que os realizo. Certamente há uma quantidade infinita de mundos que ainda quero explorar artisticamente tanto no cinema quanto na TV. É essa curiosidade que é a minha maior motivação.
Por Ande Porto e Nadezhda Bezerra
Fotos Arquivo pessoal / Divulgação / Reprodução
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