sexta-feira, 28 de novembro de 2014

ESTRELA: Letícia Birkheuer é puro diamante

Tem gente que sabe exatamente o que e quem são. Letícia Birkheuer é uma dessas. Ela sabe que é linda, talentosa e cheia de graça, não se esconde atrás de suas qualidades com falsa modéstia nem se inibe com críticas, aproveita o que vier de bom e desconsidera o que não agrega. No ar, na novela “Império” como uma jornalista de um site de fofocas ela diverte e rende boas cenas. Ex-jogadora de vôlei, top model internacional capas de várias revistas ao redor do mundo, a gente pode usar o chavão e dizer que Letícia é um “puro diamante”.

Ser uma mulher que é uma referência de beleza ajudou mais ou em certos momentos atrapalhou? Já foi muito julgada pela aparência? Durante muitos anos meu trabalho girou em torno da estética e beleza exterior. O mundo da moda é superficial, não há como negar isto. Ser uma referência de beleza nunca me atrapalhou em nada, muito pelo contrário, me abriu portas na televisão, me levou a conhecer inúmeros países, culturas diferentes, me trouxe experiências e graças à beleza me tornei uma das modelos mais bem sucedidas do mundo.

Correr o mundo para fotos, desfiles...O que é mais desgastante nisso e o que é mais encantador e faz qualquer dificuldade valer a pena? Na época em que fui uma grande modelo, percorri inúmeros países, morei 10 anos nos EUA e tinha uma vida bastante corrida e desgastante. Fiquei doente várias vezes e tomei muito antibiótico. Dormia várias noites em avião e me alimentava muito mal. Apesar de tudo, era muito divertido e muito excitante trabalhar em vários países, participar das semanas de moda, fazer fotos incríveis para editoriais das melhores revistas e ter meu rosto estampado nas maiores campanhas de moda e beleza do mundo. Tudo isso somado aos grandes cachês do mundo da moda.

A moda é um mundo em que se entra muito jovem, quase criança, como se amadurece tão cedo para não ser engolido por ele? Acho que a base que prepara pra vida é a família, e o amadurecimento vem com as dificuldades que aparecem na vida. 

O início da carreira de atriz foi agraciada com estreia ao lado de Glória Pires e prêmio revelação da revista Contigo... Quais as maiores dificuldades neste início, houve preconceito por ser “modelo e bonita”? Na época de Belíssima, minha estreia na TV, não houve preconceito, até porque fui justamente escolhida pro papel por ser uma modelo internacional e conhecida. 



No ar em “Império” você faz o papel de uma jornalista de um blog de fofoca, como se preparou para o papel? Como está essa parceria com Paulo Beti? Me preparei pra fazer a jornalista Érika fazendo workshops de interpretação, laboratórios em blogs e revistas de celebridades, e fazendo aulas particulares com minha coach. A parceria com o Paulo Beti está ótima, ele é muito generoso e tenho aprendido muito com ele. 


Falando em fofocas... Como você lida com paparazzi e imprensa de fofoca? Eu me dou bem com a imprensa e paparazzi. Nenhuma reclamação. 

Te incomoda mais as críticas a um trabalho específico ou à vida pessoal. Qual o limite nisso tudo? Não me incomodo com críticas. Se são válidas e construtivas e tem fundamento até podem me ajudar. Se são críticas de pessoas invejosas e sem pé nem cabeça, simplesmente ignoro. 

Em 2010 veio o contrato e as fotos para a PLAYBOY. Qual a motivação para se mostrar “como veio ao mundo” e como se deu a ideia do ensaio? Em 2010 resolvi aceitar o convite da PLAYBOY e tenho que admitir que as fotos ficaram incríveis e foi um dos melhores trabalhos artísticos da minha carreira. Escolhi um fotógrafo da minha confiança e fiquei surpresa com o resultado. E faria a revista de novo. Lógico que a decisão também levou em consideração o valor do contrato.

Você é uma mulher vaidosa até que ponto? E o homem, quando e como deve ser vaidoso? Eu sou vaidosa em cuidar do meu rosto e cabelo. Tenho um pouco de pânico de envelhecer. Acho que o homem tem que se cuidar basicamente usando protetor solar e malhando. O resto é frescura demais. 


O que te atrai em um homem? Que qualidades são fundamentais e fazem a diferença? O que mais me atrai num homem é o sorriso, ombros largos, e um corpo malhado sem exageros. E a inteligência. Um homem inteligente me deixa fascinada. 

Que qualidade masculina você acha que as mulheres deveriam copiar e qual a qualidade feminina os homens deveriam ter? A qualidade masculina que as mulheres deveriam copiar dos homens e ser prática na vida amorosa. E os homens deveriam aprender a cozinhar. 

Existe algum “cortejo” masculino que você considera infalível na hora da conquista? Alguma dica? Cortejo masculino infalível.... ahhh. Preparar o café da manhã no dia seguinte. 

O que te deixa relaxada nos horários livres? Nas horas vagas procuro me exercitar, cuidar da pele, ir ao salão. Gosto de correr e fazer musculação. 

Voltando ao vôlei... Ele ainda tem espaço na sua vida? Tem praticado? Vôlei não tenho tido horário para fazer.



Quando olha pra trás, algum arrependimento ou algo que teria feito diferente? Eu não me arrependo de nada na minha vida. 

Hoje você se sente realizada em que sentido? E o que pretende realizar? Hoje me sinto completa, realizada no trabalho e realizada como mãe. O João Guilherme, meu filho é a pessoa mais importante da minha vida. 


quinta-feira, 27 de novembro de 2014

ESTILO: Casual tropical traz uma combinação de peças descoladas para a próxima estação

A estação mais quente do ano chegou e com ela a necessidade de usar peças mais leves e despojadas. Peças mais coloridas, texturas e padrões que são tendência para o verão 2015 e um clima mais tropical. Sempre mantendo o charme e a elegância de quem sabe se vestir sem abusar nas combinações. Um verdadeiro clima casual tropical para ficar na moda sem abrir mão do conforto.



















Assista o making of:

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

CONFRARIA: DICAS DE QUEM SABE CURTIR O MELHOR DA VIDA COM ESTILO

Uma coisa que ninguém abre mão sempre que possível é curtir as boas coisas da vida, um bom vinho, uma belo hotel ou um bom restaurante são alguns desses prazeres na vida que o dinheiro pode nos proporcionar e que tanto desejamos. Alguns custam mais que outros, o importante é desfrutar de momentos inesquecíveis e em boas companhias. Convidamos cinco homens que sabem o real sentido disso para nos dar dicas de alguns desses momentos em forma de viagens, passeios, diversão e música. O resultado você confere logo à baixo. Anote essas dicas e assim que possível coloque em prática. Nossa confraria aprova!




terça-feira, 25 de novembro de 2014

FOTOGRAFIA: O livro "Tonys Toys" traz sensualidade e irreverência de Tony Kelly

Vamos brincar de boneca? Esse parece ser o convite do badalado fotógrafo Tony Kelly ao nos deparar com suas mais recentes fotografias sensuais. Aliás, fotografias essas que fazem parte de seu primeiro livro. E como a ousadia e a irreverência sempre foram traços marcantes do trabalho de Kelly, no seu próprio livro isso não seria diferente. Dessa vez os elementos são vários bonecos de plástico articulados que interagem e exploram a sensualidade feminina em seus mínimos detalhes. Bundas, seios e outras partes da anatomia feminina são deliciosamente exploradas de forma que todo marmanjo gostaria de encarar.

Famoso por sua criatividade em expor o nu e o humor de forma graciosa e picante, esse irlandês tem sido cada vez mais desejado para capas e editoriais de revistas ao redor do mundo. Publicações como Playboy, GQ e a Vanity Fair, tem chamado atenção pelo visual colorido e divertido de seus trabalhos. Recentemente Kelly esteve no Brasil e clicou uma série de modelos em clima de Copa do Mundo da forma mais sensual possível, algumas sem a parte de baixo do biquíni em plena praia de Ipanema cheias de caras e bocas.

Segundo ele se resume: “Gosto de chocar. Odeio quando me dizem ‘é uma boa foto’. Isso é o fracasso. Gosto de obter uma reação. E quero que as pessoas riam também. No fundo é pop art, certo? Não dá para levar tão a sério”. E nisso ele está certo, sua fotografia é pop art pura e traz um frescor que agrada aos olhos e ao mesmo tempo atiça a libido com sua sensualidade sofisticada e descarada.




Em “Tonys Toys” os bonecos, uma coletânea de Falcons, Kens e Bobs, “brincam” o tempo todo com belas modelos desnudas e indefesas diante desses “machinhos tarados”, saltando de decotes, explorando o meio das pernas das garotas ou simplesmente admirando seus corpos cheio de curvas. Um verdadeiro banquete para os olhos que reverencia a beleza feminina e põe os homens como verdadeiros bonecos manipulados. Talvez uma mensagem subliminar sobre a situação atual dos homens diante das mulheres hoje em dia. Bem, não sabemos se a intenção era essa. Mas se você ficou interessado no livro, saiba que são apenas 1000 unidades em edição limitadíssima e custa 60 euros (+ frete). Venda direta no site aqui.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

VAIDADE: Capriche no visual com cera ou pomada

Os homens estão cada vez mais vaidosos, mas não é de hoje que a maioria tem uma preocupação maior quando se trata dos cabelos. A verdade é que eles vivem passando gel, pomada, cera, secam e tingem os fios, modelam, cortam de vez em quando e, às vezes, até arriscam passar um creminho. Portanto quando você ler nas matérias sobre cabelos o termo “finalização”, saiba que se trata do “algo mais” que se usa para dar um diferencial na hora de ir pra balada. Nessa modalidade temos os grupos das pomadas, ceras, gel, mousse e cremes modeladores, dentre outros. 

As pomadas e ceras vão ajudar a definir mechas, penteados e a domar os cabelos mais rebeldes. As ceras tem um brilho suave, enquanto as pomadas já são mais opacas. Se você tem pouco cabelo, use um mouse, vai deixar um aspecto mais arrumado e disfarçar o couro cabeludo. Porém é importante saber que tipo de finalização e produto é mais adequado para você para evitar ficar com seu cabelo com uma aparência bem diferente daquela que buscava. Entenda quais são esses produtos e para que serve cada um.
E para finalizar, mais algumas dicas:

1 - Para que os fios não fiquem ressecados e parecendo sujos, procure não usar gel a base de álcool, utilize na forma de cremes.

2 - Se forem usados em excesso e de maneira errada, levam à quebra do fio ou opacidade.

3 - Modere o uso de gel para modelar. O produto sobrecarrega quimicamente o cabelo, abafa o couro cabeludo e exige uma limpeza muito agressiva. Como alternativa a esse tipo de produto, use uma mousse hidratante para arrumar os fios mais rebeldes.

4 - Na hora de aplicar a pomada, espalhe uma pequena quantidade na mão e esfregue as palmas unindo-as. Ao separar as mãos, a pomada irá forma uma “teia”, daí solte os produto sobre os fios. Repita o processo de unir as mãos com produto e separá-las até o ponto que a pomada irá cair sobre o cabelo.




Lembrando que é importante procurar um especialista para indicar a melhor alternativa para seu cabelo e bolso. Até por que agora você já sabe que os cuidados com seu cabelo vai muito além de uma simples lavagem com água e shampoo.


Fontes: UOL, GQ Brasil, Valcinir Bedin, dermatologista; Marcos Andreasa e Paulo dos Santos, cabeleireiros, Dra. Carla Bortoloto é dermatologista clínica e cirúrgica do IPTCP (Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele) e professora da pós-graduação do curso de Dermatologia da Fundação Pele Saudável de SP.


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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

CAPA: Os novos desafios de Marcello Novaes dentro e fora da TV

Ele já foi Raí e Max, dois personagens inesquecíveis da teledramaturgia brasileira. É pai de dois adolescentes a quem se refere com muito amor, admiração e respeito. E não para por aí! Marcello Novaes mostra seu talento a cada novo trabalho e como um vinho está cada vez melhor, fruto de uma vida com prática de esportes, boa alimentação e, sobretudo boa relação com as pessoas, sejam amigos, ex-mulheres e colegas de trabalho. Conheça um pouco mais dessa cara alto astral e cheio de coisas pra contar.

Desde pequeno você já se apresentava pra família, ser ator sempre foi sua vontade ou até chegar a seu primeiro papel outras profissões despertaram seu interesse? Comecei a fazer teatro bem jovem porque era muito tímido e muito introspectivo. Do teatro as coisas foram acontecendo e hoje já são 27 anos de profissão. Se eu não fosse ator com certeza seria engenheiro civil ou marceneiro. Tenho uma oficina em casa, desenho móveis como hobby, adoro trabalhos manuais, toco obras na minha casa e no meu sitio com muito prazer. Aliás, sou louco por uma ferramenta (risos).

Sua estreia na TV foi em 88 com a novela “Vale Tudo”, uma novela que marcou a história da televisão. Como você chegou até ela e como repercutiu para você? Como disse eu já fazia teatro. Dos palcos fiz testes para a TV e passei para minha primeira novela que foi Vale Tudo.

Ainda sobre “Vale Tudo”, que segundo o próprio autor, o Gilberto Braga, discutia se valia a pena ou não ser honesto no Brasil. Vale? Sempre vale a pena ser honesto. Acredito na lei do universo, o que se planta se colhe. É assim que educo meus filhos e foi assim que sempre levei minha vida. A honestidade é primordial.

Em 94 Raí e Babalu, personagens de “Quatro por Quatro”, conquistam os telespectadores e marca não só a sua carreira e a de Letícia Spiller, como leva o amor de vocês para fora da tela. Até onde fazer par romântico gera o “risco” de se apaixonar de verdade? Isso só aconteceu uma vez na minha vida em 27 anos de carreira. Na verdade, quando estamos em um trabalho, principalmente uma novela, trabalhamos de 9h às 21h, de segunda a sábado com as mesmas pessoas em uma rotina intensa. A gente acaba ficando mais tempo com a equipe do que em casa com a família. Acaba se tornando natural, se você está solteiro, que relações acabem acontecendo, não necessariamente entre pares românticos, mas entre pessoas da equipe. É muito tempo junto, dividindo as mesmas questões, se vendo o tempo inteiro. 

Em 2000 você estreou em “O Clone” como o segurança Xande, cuja namorada era uma dependente química. Viver de perto, mesmo que na ficção, a realidade dura da dependência química te trouxe algum tipo de reflexão, aprendizado? Com filhos adolescentes como lida com esse assunto? Lá em casa esse papo é, e sempre foi aberto. Tenho 2 filhos homens, falamos de drogas como falamos de qualquer outra questão. Não os crio com tabus, falo das minhas experiências, do que aprendi com a vida e com tudo que já vivenciei mesmo que através amigos. Busco mostrar a mais pura realidade e o preço que se paga por certas escolhas.


2012 Max surge como um grande vilão das telenovelas e carimba com maestria sua qualidade e versatilidade artística. Como foi a construção desse personagem e vivê-lo durante a novela? Vivi intensamente o Max durante 10 meses da minha vida, gravava o dia todo, tinha 20 cenas por dia, chegava em casa e a minha coach já estava me esperando para passar os textos do dia seguinte. Foi um processo intenso, mas valeu muito a pena profissionalmente. Trabalhei o Max psicologicamente para entendê-lo e depois procurei referências para não fazê-lo de forma clichê, eu não queria um malandro sem alma, eu quis fazê-lo humano acima de tudo. O figurino, o texto e a direção ajudavam muito a me transportar facilmente para o mundo dele.

Qual a sensação de ter sido “odiado” e ao mesmo tempo admirado pelo público por conta de Max, em Avenida Brasil? Esse realmente é um dos marcos da sua carreira? De fato sim, é um marco como foi o Raí. Costumo dizer que um ator recebe um personagem desses de presente de 10 em 10 anos no máximo. Fui sortudo. Eu quase não saia na época de Avenida Brasil. Quando chegava o domingo, meu único dia de folga, eu queria dormir, descansar, desconectar mesmo, então eu senti pouco essa resposta das ruas. Mas lembro-me de receber mais carinho e afago do que raiva nas ruas. Ele e a Carminha eram amados apesar das maldades.

Ainda sobre a carreira, você está estreando um novo trabalho na TV com a série de Glória Perez. O que podemos esperar desse novo trabalho? É a primeira série em 4k da rede globo, é quase como fazer cinema, o processo de produção e edição é demorado e minucioso. A série está ficando incrível, o enredo é muito bom, são poucos atores e uma história densa. Acho que o público vai curtir. Meu personagem é um investigador de polícia, que junto com a personagem da Luana Piovani desvenda os passos de um serial killer, vivido pelo Bruninho Gagliasso.

Você é basicamente um ator de TV. Isso te incomoda em algum momento? Foi escolha sua ou as oportunidades que foram surgindo que te levaram a isso? De forma alguma. Minha carreira foi toda baseada nas oportunidades que fui recebendo e nas minhas escolhas pessoais. Acabei de ganhar um prêmio no festival de Paulínia, por um longa que fiz ano passado, “Casa Grande”. Realizei 3 projetos no cinema, esse foi o maior deles e esse prêmio me deu a certeza que meu caminho está certo. Tenho buscado construir um escopo para meus trabalhos como ator. Um me ajuda no outro. É assim que eu sigo. Minha base, minha escola foi o teatro, devo meu método a ele, mas a minha experiência vem da TV e sou muito grato a ela.


E nos intervalos entre um trabalho e outro o que gosta de fazer como forma de lazer? Quando tenho um tempo livre corro para descansar no meu sitio em Teresópolis. Lá é meu refúgio, meu paraíso. Telefone e internet não pegam. Tenho horta, pomar, galinheiro, meus cachorros, uma cachoeira e uma cozinheira maravilhosa. Não preciso de mais nada além daquilo.

Aos 52 anos, você tem um físico de fazer inveja a muito adolescente por aí. Que estilo de vida leva para causar suspiros nas moças? (risos) Eu sempre gostei muito de praticar esportes. Sou faixa marrom de jiu-jitsu, jogo vôlei de praia, tênis, corro na areia e de vez em quando ainda me arrisco nas ondas. Tenho uma alimentação saudável, treino pelo menos 2 vezes na semana e não tenho tendência a engordar. Eu diria que minha forma física é um resultado de tudo isso junto.

A idade em algum momento incomodou? Sua relação com o espelho é tranquila? Nunca me incomodou, estou de bem com o espelho. Está tudo certo, graças a Deus.

Você sempre foi ligado a esportes como vôlei de praia e surf. O que o esporte te proporciona? Criei meus filhos no esporte e fui criado nele também. O esporte traz disciplina, foco, tranquilidade, competitividade. Além de fazer muito bem a saúde, é uma válvula de escape, e um lugar de igualdades, onde não tem cor nem classe social que o faz melhor e sim o talento para aquele esporte que o faz se destacar. Isso é incrível!

Com o surf, qual sua relação com o mar? Onde ele te leva? O surf já foi uma febre na minha vida quando adolescente, meu primeiro salário na vida veio de um trabalho de shaper de pranchas quando eu tinha 15 anos. Hoje ele é a febre dos meus filhos. O mar me acalma, me limpa, me deixa renovado. Dar um mergulho no mar cura qualquer angustia.

Diogo e Pedro. Como é sua relação com eles e o que eles representam na sua vida? São os verdadeiros amores da minha vida, eles moram comigo e são meus grandes amigos. A gente se respeita, se admira e se ama muito. Tenho uma imensa gratidão pelos filhos que tenho. Eles são uns caras muito especiais e muito do bem.

Dois casamentos, alguns namoros... Ainda deseja construir uma relação sólida até o fim da vida ou é do time que acha utópico “até que a morte os separe”? Eu acredito que tudo dura um tempo, esse tempo pode ser 60 dias, 6 meses ou 60 anos, não importa, tudo tem seu tempo para durar.  Eu acredito no amor e nas relações. Sempre fui de namorar muitos anos, me casei duas vezes, fiquei 8 anos com a mãe do Diogo e 4 anos com a Letícia, mãe do Pedro. Depois tive um relacionamento de 5 anos e agora estou namorando há 9 meses, depois de ficar quase 6 anos solteiro, sem engrenar nenhum relacionamento por mais de 3 meses. Acho que eu precisei desse tempo para mim, para me conhecer e me entender com um ser humano só. Foi bem importante.

Costuma pensar em um tipo ideal de companheira? Ou como diria Vinícius “a vida é a arte do encontro” e isso basta? Eu sei exatamente o que não quero em um relacionamento, o que não me atrai em uma mulher, mas um tipo ideal seria negligente da minha parte apontar. As mulheres de um modo geral são interessantíssimas, cada uma a sua forma, eu admiro o humor nas mulheres inteligentes e também acredito no amor quando não o estamos procurando. 

O que inveja nas mulheres e onde elas deveriam aprender com os homens? Invejo a capacidade de pensar e fazer várias coisas ao mesmo tempo que elas têm. Isso é insano de ver. Também invejo a ideia de gerar uma vida dentro de si. Deve ser algo realmente magico.

Felicidade é um conceito vago e muito pessoal, mas existem padrões de felicidade que muita gente acaba buscando sem pensar no que está fazendo e no final vive uma eterna frustração. Vivemos uma ditadura do “ser feliz a qualquer custo”, do “vencer na vida”? Vivemos buscando preencher as tais “caixinhas” da vida e deixá-las sempre alimentadas. A caixinha da família, a do amor, a do trabalho, a da saúde. Quando uma delas está vazia ou remexida, a gente automaticamente se desordena. Busco o tempo todo deixar de pensar dessa forma e aceitar o meu dia, como ele se apresenta para mim e vive-lo da forma mais bacana possível, senão eu piro.

As mídias sociais e a exposição de si mesmo, muitas vezes cria mundo de mentira e gente de mentira. O que pensa sobre isso, ainda mais como ator que muitas vezes vive uma exposição involuntária? Não tenho redes sociais, não uso nenhuma, isso não me pegou. 

Ao educar seus filhos, que valores você preza e que ensinamentos considera fundamentais? Busco mostrar para eles o poder da humildade, do foco, da generosidade, da paciência e da autoestima na vida da gente. Tenho uma relação maravilhosa de amizade com as mães deles, ensino que ainda as amo, mas de outra maneira e isso os deixa seguros. Eles presenciam respeito em casa, entre os pais. Isso é essencial.

Passadas as eleições, como você vê no nosso país? Não costumo me colocar ou tomar partido politicamente porque acho que sendo uma pessoa pública posso influenciar as pessoas e esse não é o meu papel. Meu papel é estimular todos a pensar no que seria bom para o nosso país. Eu penso que deveríamos começar investindo drasticamente na base de tudo que é a educação e a saúde públicas do Brasil. Deprimente nos deparar com os impostos caríssimos que pagamos e não termos esses serviços essenciais funcionando de forma digna.


FOTOS Drica Donato / MAKE-UP Hugo Regi / STYLIST Fábio Van Bogea

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

CARRO: Quant e-Sportlimousine o primeiro carro movido a água salgada a trafegar pelas vias públicas

Homologado pelas autoridades de trânsito alemãs, o Quant e-Sportlimousine é o primeiro carro movido à água salgada a trafegar pelas vias públicas. Um automóvel “muito à frente do seu tempo, na verdade hoje”. Desde que o homem começou a se locomover em automóveis, o motor a combustão interna vem reinando nos carros que conhecemos. Seja à gasolina, a diesel ou etanol, a pequena explosão move os pistões, que transferem o movimento para as rodas e fazem a alegria de quem gosta de velocidade. Mas esse paradigma vem sendo quebrado por outras tecnologias que oferecem novas formas de combustível para nossos carros. Combustível? Só se for para gerar uma explosão. Não é o caso do Quant e-Sportlimousine, o primeiro carro movido à água salgada.

No último Salão do Automóvel em Genebra, Suíça, o mundo ficou conhecendo essa novidade. O sistema de propulsão do Quant e-Sportlimousine é baseado em uma tecnologia desenvolvida pela Nasa a partir de 1976, com o uso de nanocélulas presentes em duas soluções eletrolíticas (a água salgada”) que fazem os motores do carro funcionarem. Sim, motores, cada roda tem o seu próprio propulsor. O sistema foi batizado de NanoFLOWCELL e é bem diferente do das baterias comuns, muito mais avançado. O carro não funciona com água do mar, como poderia ser sugerido, mas por reações químicas nas soluções que produzem a eletricidade que gera a potência para as rodas. 



Não é de hoje que surgem novas tecnologias capazes de superar o motor de combustão, extremamente poluente. O nanoFLOWCELL sai na frente por ter sido autorizado a andar em vias públicas na Alemanha e ainda responde a uma demanda muito valorizada hoje em dia - o meio ambiente. Com emissão zero de poluentes, sua aplicação pode ser muito versátil, e o Quant e-Sportlimousine pode se tornar um pioneiro de uma mudança de cultura dentro do automobilismo. “Ficamos felizes de sermos os pioneiros em conseguir apresentar um automóvel impulsionado por tecnologia de bateria de fluxo em estradas públicas, que consegue ter não apenas valores de desempenho fantásticos, mas também emissão zero”, afirma Nunzio La Vecchia, diretor técnico do projeto.

A ambição não para por aí. Depois da homologação para andar nas vias públicas, a empresa trabalha agora para autorizar a produção do Quant e-Sportlimousine em série e entrar de vez no seleto mundo da indústria automobilística, a partir de uma provável abertura de capital. Paralelo a isso, também trabalham para levar a tecnologia de nanoFLOWCELL, que passou 14 anos sendo desenvolvida, para outras áreas. "Temos grandes planos, e não apenas dentro da indústria automobilística. O potencial da nanoFLOWCELL é muito maior, especialmente em termos de fornecimento de energia doméstica assim como na tecnologia marítima, ferroviária e de aviação. Essa tecnologia oferece uma ampla variedade de aplicações como fonte de energia sustentável, de baixo custo e amigável com o meio-ambiente", explica o professor Jens Ellermann, que faz parte do projeto.

Para que tanta inovação tecnológica?

Para mover esse superesportivo. O Quant e-Sportlimousine não chama atenção apenas pela inovação no propulsor. Os designers também não economizaram e projetaram as curvas desse carro de grande porte, que mede 5,25 m de comprimento e 2,20 de largura, pesando 2300 kg. E não poderia ser diferente, já que não estamos falando apenas de água salgada para fazer um automóvel andar, mas de motores individuais que geram combinados 912hp de potência. As curvas do chassi são detalhes essenciais tanto para manter o Quant e-Sportlimousine no controle do motorista quanto para sua elegância. 

Quando for testado na rua, a expectativa é que alcance a velocidade final de 350 km/h, fazendo de 0 a 100 em apenas 2,8 segundos. Mas o que chama atenção é a autonomia, um velho problema dos carros elétricos. O Quant e-Sportlimousine pode rodar 600 km até precisar abastecer novamente; autonomia até maior do que a dos nossos carros de mil cilindradas. Quem viver verá o Quant e-Sportlimousine nas ruas, com suas portas de abertura para cima e um fino acabamento em madeira, cobre e couro. E para ser o dono de um belíssimo exemplar, terá que desembolsar algo em torno de R$ 1 milhão. 

Veja o vídeo: 

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

BEBIDA: O whisky William Lawson’s invade o mercado fortalecendo a imagem do “homem vigoroso” com ousadia

Com uma linguagem ousada, bem humorada e reconhecida mundialmente, No Rules, Great Scotch (sem regras, bom whisky), a inconfundível assinatura da marca resume bem o que o whisky WILLIAM LAWSON’S oferece ao seu consumidor: um grande whisky, sem regras. Fabricado nas Highlands da Escócia, a marca adotou a imagem do highlander, personagem cultural daquela região. Trata-se de um homem vigoroso, que segue a filosofia “no rules”, um verdadeiro “Cabra macho” que não se limita a padrões e enfrenta qualquer situação com atitude, coragem e principalmente força mental. Essa é a imagem que William Lawson’s tem de seus consumidores, um highlander da modernidade.

No mês de julho foi realizada uma ação com promotores highlanders, montados à cavalo invadiram as ruas e bares de Recife, devidamente caracterizados com kilts e coturnos, acompanhados por um estandarte com luzes de LED e junto a uma inusitada mistura musical de gaita de fole com tambores de maracatu tocada ao vivo no local em um verdadeiro desfile escocês. A ideia desse casamento musical surgiu para simbolizar a união da cultura Escocesa com a cultura Pernambucana. O sucesso foi total, o público, que não parou de filmar e tirar fotos da ação, recebeu doses do whisky, servidos pelos promotores dentro dos bares. Veja abaixo o vídeo e o making of:


Em novembro, a marca lança a segunda etapa de sua campanha, também na capital pernambucana e em Caruaru, região que detém o maior número de fãs da bebida. O desafio era desenvolver uma 2ª etapa tão impactante quanto a 1ª. A aposta foi criar uma surpreendente ‘linha de visibilidade William Lawson’s’ em vias de grande fluxo com uma campanha de outdoors, de novembro a dezembro. 

A Rua Ernesto de Paula Santos, no bairro de Boa Viagem, receberá o outdoor vivo.  Promotores caracterizados como highlander irão fazer performances na passarela que faz parte da estrutura do outdoor. Eles vão interagir brindando, cortando lenha, preparando e assando carne ao redor de uma fogueira de verdade. Os promotores estarão devidamente protegidos por equipamentos de segurança e estarão encenando, não haverá consumo no local. A presença deles será de 3h por dia, sempre próximo das 18h, durante os dias 20, 21e 22 de novembro. No restante do período a visibilidade ficará por conta do outdoor sem os promotores. 


A campanha, desenvolvida pela agência pernambucana Hagua, também terá desdobramento em importantes PDV’s da cidade. No dia 20/11, mais de 35 lojas vão promover degustações com o William Lawson’s. A ação será realizada até o final de dezembro.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

PALADAR: Brasil Burger Fest chega à Recife

Junto com a 5ª edição na capital paulista, o festival especializado em hambúrgueres acontece em mais sete cidades, incluindo a capital pernambucana. São quase 200 endereços que oferecem hambúrgueres criativos em todo o País. 

Depois de se tornar um dos principais festivais gastronômicos de São Paulo, o Burger Fest atendeu ao pedido dos apaixonados por hambúrgueres de todo o Brasil e acontecerá em outras cidades do País. O Brasil Burger Fest estará em oito cidades diferentes: além da 5ª edição da capital paulista (que acontece entre 07 e 23 de novembro), o evento estará pela segunda vez no Rio de Janeiro (13 a 23/11), e pela primeira vez no Recife, em Campinas, São Caetano, Santo André, Brasília e Belo Horizonte (14 a 23/11). São cerca de 200 endereços em todo o País e mais de 200 versões inéditas e criativas dos sanduíches. Na última versão paulistana, foram vendidos mais de 100 mil hambúrgueres, movimentando uma receita de aproximadamente 10 milhões de reais. 


Entre as atividades do evento, a principal é o roteiro com dezenas de restaurantes, que criam receitas exclusivas para o festival. Restaurantes e chefs renomados já garantiram a participação nas várias capitais, como Capim Santo (da chef Morena Leite, SP), Mimo (SP), Pipo (do chef Felipe Bronze - RJ), Obá (SP), Irajá Gastrô (do chef Pedro de Artagão - RJ), Bos BBQ (do chef André de Luca - SP), AK Vila (da chef Andréa Kaufmann - SP). Entre as hamburguerias premiadas está o nova-iorquino P.J. Clarke’s, Z Deli Sandwich Shop (do chef Julio Raw - SP) e Meats (do chef Paulo Yoller - SP). 

Duas casas que participarão do circuito completo do Brasil Burger Fest, o restaurante Pobre Juan, reconhecido por seus cortes premium, e o The Fifties, famosa rede de hamburguerias. Na capital pernambucana, 14 casas participam do Festival, entre restaurantes e hamburguerias: Fifties, Pobre Juan (chef Priscila Deus), Oficina do Sabor (chef César Santos), Barbarico Bongiovanni (chef Juan Carlos Perez), Sumô Sushi Bar (chef André Saburó),  a Kangaroo Australian Burguer (chef Taciana Teti),  Kwai Burguer Artesanal, Prouvot Cozinha Bar (chefs Hugo e Julio Prouvot), H3 Hambúrguer Gourmet Recife (chef Vitor Lourenço), My Burger, Azu Comedoria (chefs Biba Fernandes e Jeff Colas), Mooo Hamburgueria Gourmet & Saladeira (de Iuri Araujo), Empório Central (chef Douglas Van Der Ley) e Mingus (Nicola Sultanum). Nesta edição 16 receitas exclusivas estarão à disposição do público, com preços que variam de R$ 21,95 a R$ 79,00.