O que faz um carro atiçar sua imaginação? O que nos inspira a sentir algo diante de um belo carro? Para qualquer entusiasta, o Bugatti Type 57SC Coupé Atlantic responde essas questões com suas curvas e detalhes art deco. Seja por seu patrimônio, beleza ou novidade, este carro conseguiu tudo ao longo do tempo, e é por isso que modelo azul 57SC ganhou o lugar dos ilustres clássicos no “The Peninsula Classics Best of the Best Award”, o melhor dos melhores prêmios de carros já fabricados. Para aqueles que não sabem, esta competição apresenta os carros mais valorizados do mundo e são julgados por alguns dos maiores nomes da comunidade clássica do carro, incluindo Jay Leno e Ralph Lauren.
Em seu terceiro ano, The Peninsula Classics Best of the Best Award reuniu oito dos melhores carros clássicos - o melhor dos vencedores do concurso internacional - para competir pelo título do automóvel mais excepcional do mundo. E não por acaso o grande vencedor desse ano foi o Bugatti Type 57SC. O modelo é co-propriedade do Mullin Automotive Museum e Rob & Melani Walton, localizado na Califórnia, EUA, e foi nomeado "Best of Show Concours d'Etat" no Chantilly Arts & Elegance de 2017, no hotel The Peninsula Paris. O carro foi selecionado depois de ser revisado por 24 especialistas automotivos, designers e celebridades notáveis no mundo automobilístico.
Sua raridade é apenas uma das muitas razões por trás do preço estimado de 40 milhões de dólares desse carro. Com um motor superalimentado e considerado por muitos como o primeiro supercarro já fabricado, o Bugatti vencedor é um dos quatro modelos do Tipo 57 Atlantic já produzidos, existem apenas três no resto do mundo. O veículo foi projetado no auge do movimento art deco por Jean Bugatti, filho de Ettore Bugatti. Jean baseou o carro em seu outro design, o Concept-car Aérolithe de 1935, que era famoso por sua traseira externamente arrebitada, por medo de que as partes do corpo de liga de magnésio pegassem fogo. Jean manteve essa assinatura com rebordo arrebitado no corpo todo em alumínio do Atlântic.
"O Bugatti Type 57SC Atlantic é a joia da coroa do circuito automotivo", afirmou o chefe da tradição de Bugatti, Julius Kruta. "Este carro era a obra-prima de Jean Bugatti com suas linhas lindas e de tirar o fôlego, além de seu desempenho inigualável para o tempo. Hoje, continua a ser a melhor expressão do legado Bugatti: poder incomparável e belo design".
Este modelo, número de chassi 57374, foi o primeiro tipo 57 Atlântic produzido e é o único sobrevivente "Aéro Coupé", uma designação dada aos dois primeiros carros que eram mecanicamente muito parecidos com o Aérolithe. O carro foi entregue em 1936 para o britânico Nathaniel Mayer Victor Rothschild, terceiro Barão Rothschild, e passou por alguns proprietários em seus 82 anos de história. O carro foi exibido internacionalmente, e mais recentemente, foi exibido no Petersen Automotive Museum, em Los Angeles, para a exposição "Art of Bugatti".
"De suas curvas de assinatura aos seus rebites inspirados pela aviação, ao corpo lustroso de alumínio projetado Jean Bugatti, o carro é verdadeiramente uma peça de arte notável. Tenho muita honra em compartilhá-lo com o mundo entre outros "concorrentes melhores do Best of the Best", disse Peter Mullin, fundador e CEO do Mullin Automotive Museum.
Os fundadores do prêmio “The Peninsula Classics Best of the Best Award” são conhecidos como alguns dos principais especialistas em automobilismo do mundo, e foram reunidos por sua paixão compartilhada por veículos motorizados finos, restaurações impecáveis, bem como a preservação da tradição e do patrimônio.
Anteriormente apresentado durante a Semana do Automóvel de Monterey, o prêmio mudou-se para Paris este ano para ser apresentado durante o mundialmente famoso evento de Rétromobile. O Bugatti foi apresentado em uma festa reveladora exclusiva na garagem subterrânea da Península de Paris, seguindo um jantar privado.
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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
CARRO: Você pode voar mais alto com a McLaren 720s
O Salão do Automóvel de Genebra é um daqueles lugares icônicos ondem aparecem as inovações que um dia virarão realidade — quando às vezes já não o são. Mas não é todo ano que um lançamento agita tanto uma categoria. Sim, estamos falando da McLaren 720s. Claro que quando nos referimos à McLaren é difícil não remeter à memória Ayrton Senna e seus três títulos mundiais de Fórmula 1. Ou até Emerson Fittipaldi, que garantiu seu bicampeonato acelerando um bólido da tradicional equipe inglesa. Mas nem Bruce McLaren, fundador da equipe e morto em um acidente nas pistas, tinha em mente que, nas ruas, os carros que levam seu nome fariam tanto sucesso ao acelerar.
Se a primeira impressão é a que fica, a McLaren 720s caprichou. As curvas suaves do modelo logo chamam a atenção, delineadas com seus faróis pequenos. Contudo, o design preza primeiramente pela funcionalidade, que se conecta a aspectos estéticos com maestria. A ausência de entradas de ar laterais, por exemplo, é apenas aparente. O modelo possui uma “camuflagem”, que só permitem a visão completa dos dutos de ar de um determinado ângulo. As portas do veículo são diedrais (abrem para o lado e para cima) e fazem parte também deste sofisticado pacote.
Para o motorista (ou piloto?) acelerar, precisará entrar na cabine monocage II, uma célula de fibra de carbono, leve e resistente, que se alonga até o teto do carro. Lá dentro, para visualizar todo o potencial do 720s, um painel de instrumentos digital e retrátil se adapta a diversas situações de uso, seja mostrando conta-giros, velocímetro e instrumentos de velocidade, ou apoiado numa tela de LCD, que carrega as outras funcionalidades presentes no modelo. Sem dúvida, uma tecnologia embarcada de última geração.
Mas para que tudo isso? Acelerar, é claro. A McLaren 720S é impulsionada por um motor biturbo V8 de 4 litros, capaz de gerar 720 cavalos. Essa unidade de potência pode acelerar o carro de 1283 kg de 0 a 100 km/h em notáveis 2,9 segundos e indo de 0 a 200 km/h em apenas 7,9 segundos. A velocidade final, com o câmbio puxando a sétima e última marcha, chega a incríveis 341 km/h. Mas, se precisar frear repentinamente, o pacote aerodinâmico também trabalha, com a asa traseira levantando para desacelerar o carro com a força da pressão do ar.
Para demonstrar o que representa este lançamento, a memória de Senna é invocada na promoção do modelo 720S, com sua célere fala: “Você acha que tem um limite. Assim que você chega a esse limite, algo acontece e, de repente, você pode ir um pouco mais longe. Com o poder da sua mente, sua determinação, seu instinto e também com experiência, você pode voar mais alto”. Bruno Senna concordou e cremos que você também.
Veja o vídeo promocional com voz de Ayrton Senna e participação de Bruno Senna.
Se a primeira impressão é a que fica, a McLaren 720s caprichou. As curvas suaves do modelo logo chamam a atenção, delineadas com seus faróis pequenos. Contudo, o design preza primeiramente pela funcionalidade, que se conecta a aspectos estéticos com maestria. A ausência de entradas de ar laterais, por exemplo, é apenas aparente. O modelo possui uma “camuflagem”, que só permitem a visão completa dos dutos de ar de um determinado ângulo. As portas do veículo são diedrais (abrem para o lado e para cima) e fazem parte também deste sofisticado pacote.
Para o motorista (ou piloto?) acelerar, precisará entrar na cabine monocage II, uma célula de fibra de carbono, leve e resistente, que se alonga até o teto do carro. Lá dentro, para visualizar todo o potencial do 720s, um painel de instrumentos digital e retrátil se adapta a diversas situações de uso, seja mostrando conta-giros, velocímetro e instrumentos de velocidade, ou apoiado numa tela de LCD, que carrega as outras funcionalidades presentes no modelo. Sem dúvida, uma tecnologia embarcada de última geração.
Mas para que tudo isso? Acelerar, é claro. A McLaren 720S é impulsionada por um motor biturbo V8 de 4 litros, capaz de gerar 720 cavalos. Essa unidade de potência pode acelerar o carro de 1283 kg de 0 a 100 km/h em notáveis 2,9 segundos e indo de 0 a 200 km/h em apenas 7,9 segundos. A velocidade final, com o câmbio puxando a sétima e última marcha, chega a incríveis 341 km/h. Mas, se precisar frear repentinamente, o pacote aerodinâmico também trabalha, com a asa traseira levantando para desacelerar o carro com a força da pressão do ar.
Para demonstrar o que representa este lançamento, a memória de Senna é invocada na promoção do modelo 720S, com sua célere fala: “Você acha que tem um limite. Assim que você chega a esse limite, algo acontece e, de repente, você pode ir um pouco mais longe. Com o poder da sua mente, sua determinação, seu instinto e também com experiência, você pode voar mais alto”. Bruno Senna concordou e cremos que você também.
Veja o vídeo promocional com voz de Ayrton Senna e participação de Bruno Senna.
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
CARRO: Porsche 911 Turbo S em edição limitada com 607 CV de potência
Você não tem ideia da potência desde amarelinho ai da foto... O Porsche 911 Turbo S chega com edição “Exclusive Series Coupe”, limitada a apenas 500 unidades. E com uma versão ainda mais “forte” já feita. Para se ter ideia, enquanto o 911 Turbo S “normal tem 580 cavalos, o Exclusive traz pequenas mudanças no motor 3.8 biturbo de seis cilindros opostos para chegar a 607 cv. A performance, segundo a Porsche, permanece a mesma: de 0 a 100 km/h em 2,9 segundos e de 0 a 200 km/h em 9,6 segundos, e uma velocidade máxima de 330 km/h.
A criação assinada pela “Porsche Exclusive Manufaktur”, divisão responsável pelos veículos personalizados e pelas séries especiais, possui rodas pretas aro 20 com detalhes dourados – a cor também aparece nas pinças dos freios de cerâmica. De série, há ainda suspensão variável, pacote “Sport Chrono”, controle ativo do chassi e eixo traseiro esterçante. Os tons dourados transitam também para o interior, nas costuras do tablier, volante, portas e nos bancos desportivos em pele Alcantara.
Encerrando, a asa traseira provém do Turbo Aerokit, conta com diversas aplicações em fibra de carbono e o sistema de escape conta com quatro saídas em aço inoxidável em tons de preto. No pacote de equipamento encontramos ainda os sistemas Porsche Active Suspension Management e o Porsche Dynamic Chassis Control. Além do carro, os clientes poderão ainda levar para casa um relógio e um conjunto de malas de viagem (com o tamanho ideal para transportar neste 911 Turbo S) com assinatura Porsche Exclusive Series.
Veja ele em ação:
A criação assinada pela “Porsche Exclusive Manufaktur”, divisão responsável pelos veículos personalizados e pelas séries especiais, possui rodas pretas aro 20 com detalhes dourados – a cor também aparece nas pinças dos freios de cerâmica. De série, há ainda suspensão variável, pacote “Sport Chrono”, controle ativo do chassi e eixo traseiro esterçante. Os tons dourados transitam também para o interior, nas costuras do tablier, volante, portas e nos bancos desportivos em pele Alcantara.Encerrando, a asa traseira provém do Turbo Aerokit, conta com diversas aplicações em fibra de carbono e o sistema de escape conta com quatro saídas em aço inoxidável em tons de preto. No pacote de equipamento encontramos ainda os sistemas Porsche Active Suspension Management e o Porsche Dynamic Chassis Control. Além do carro, os clientes poderão ainda levar para casa um relógio e um conjunto de malas de viagem (com o tamanho ideal para transportar neste 911 Turbo S) com assinatura Porsche Exclusive Series.
Veja ele em ação:
quarta-feira, 31 de maio de 2017
CARRO: Rolls-Royce Sweptail, um carro único no mundo feito por encomenda
Quando você pensa que já viu de tudo em matéria de luxo automotivo, com carros de edição limitada custando milhões de dólares ou modelos que são verdadeiros itens de colecionador. Se depara com algo como esse novo (e único) Rolls-Royce Sweptail. Que na verdade foi uma encomenda que custou £ 10 milhões, nada menos que o equivalente a R$ 41 milhões, afinal é um Rolls-Royce feito por encomenda.
Para se ter uma ideia um Rolls-Royce Phantom Coupé, que saiu de linha ano passado, custava cerca de £ 350 mil (algo em torno de R$ 1,4 milhão). A grande diferença é que no caso do Swaptail ele é um carro único no mundo. A encomenda foi feita por um verdadeiro conhecedor dos Rolls, que em 2013 procurou a fabricante para chegar ao seu ideal de carro, de como seria um cupê de dois lugares que fosse inspirado nos Rolls-Royce das décadas de 20 e 30. Uma mistura de influências e estilos, especialmente dos modelos aerodinâmicos, como o Rolls-Royce Phantom “Round Door” construído pela carrozzeria Jonckheere e do Rolls-Royce Phantom II Two Door Light Saloon, feito pela Gurney Nutting. O que resultou em um carro completamente feito sob medida, que foi apresentado no Concorso d’Eleganza Villa d’Este, que aconteceu entre os dias 26 e 28 de maio.
Visualmente ele tem a silhueta do Phantom Coupé e, na verdade, o formato das janelas traseiras e dos painéis laterais da carroceria fazem referência às formas originais do carro, como em uma indicação sutil de sua plataforma original. De resto, o Swaptail é radicalmente diferente de tudo que já se viu antes. Começando pela dianteira, que traz a maior grade já colocada em um Rolls-Royce moderno, usinada a partir de uma única peça de alumínio e toda polida à mão. Os faróis são duplos, duas unidades retangulares escondidas em reentrâncias na dianteira, e dois faróis circulares sob elas, em uma face de cor mais escura que o restante da carroceria.
Nas laterais, a inspiração do dono do Sweptail, um entusiasta de iates, avançam em direção ao assoalho, remetendo ao casco de um barco. O perfil de fastback leva à traseira, com linhas que avançam em direção ao eixo longitudinal do carro, que conserva as lanternas do Phantom, ligadas por uma superfície em forma de “U”, também mais escura que o restante da carroceria. A “placa” traseira do carro fica no lugar tradicional, também reduzida a dois números de metal. Já as rodas, curiosamente, não foram feitas sob medida e são iguais às do Phantom Coupe.
Com design ousado, destaque para o vigia traseiro do carro nada mais é que a parte final do enorme teto de vidro que, de acordo com a Rolls-Royce, é o maior e mais complexo já instalado em um carro. O vidro revela um deque traseiro cuidadosamente esculpido em madeira e metal, assim como todo o restante do interior.
Por dentro do carro o visual é minimalista e clean, mas sem abrir mão do luxo e sofisticação. Com detalhes em madeiras, painel em couro, bancos e portas, Mocassin e Dark Spice. Atrás dos bancos há uma enorme área revestida de madeira, com detalhes em vidro e metal escovado, para acomodar bagagem. Uma passarela percorre todo o perímetro do carro, partindo do centro do deque traseiro e indo até as extremidades do para-brisa. A madeira folheada de ébano macassar toma conta da área. O painel de instrumentos traz mostradores analógicos com ponteiros e números de titânio.
Pequenos luxos trazem no console central um cooler feito sob medida para o champanhe favorito do cliente, acompanhado de duas taças de cristal. O mecanismo do cooler faz com que, ao abrir a tampa a garrafa de champanhe se incline no ângulo perfeito para ser retirada. Outro detalhe importante, o motor vem com um V12 de 6,75 litros e 460 cv capaz de fazer 100 km/h em menos de seis segundos. Como podemos ver se trata de um carro histórico, único não apenas por ser o único fabricado, mas por ser um carro que traz diferenciais que o fazem um ícone automobilístico.
Fonte: www.flatout.com.br
Para se ter uma ideia um Rolls-Royce Phantom Coupé, que saiu de linha ano passado, custava cerca de £ 350 mil (algo em torno de R$ 1,4 milhão). A grande diferença é que no caso do Swaptail ele é um carro único no mundo. A encomenda foi feita por um verdadeiro conhecedor dos Rolls, que em 2013 procurou a fabricante para chegar ao seu ideal de carro, de como seria um cupê de dois lugares que fosse inspirado nos Rolls-Royce das décadas de 20 e 30. Uma mistura de influências e estilos, especialmente dos modelos aerodinâmicos, como o Rolls-Royce Phantom “Round Door” construído pela carrozzeria Jonckheere e do Rolls-Royce Phantom II Two Door Light Saloon, feito pela Gurney Nutting. O que resultou em um carro completamente feito sob medida, que foi apresentado no Concorso d’Eleganza Villa d’Este, que aconteceu entre os dias 26 e 28 de maio.
Visualmente ele tem a silhueta do Phantom Coupé e, na verdade, o formato das janelas traseiras e dos painéis laterais da carroceria fazem referência às formas originais do carro, como em uma indicação sutil de sua plataforma original. De resto, o Swaptail é radicalmente diferente de tudo que já se viu antes. Começando pela dianteira, que traz a maior grade já colocada em um Rolls-Royce moderno, usinada a partir de uma única peça de alumínio e toda polida à mão. Os faróis são duplos, duas unidades retangulares escondidas em reentrâncias na dianteira, e dois faróis circulares sob elas, em uma face de cor mais escura que o restante da carroceria.Nas laterais, a inspiração do dono do Sweptail, um entusiasta de iates, avançam em direção ao assoalho, remetendo ao casco de um barco. O perfil de fastback leva à traseira, com linhas que avançam em direção ao eixo longitudinal do carro, que conserva as lanternas do Phantom, ligadas por uma superfície em forma de “U”, também mais escura que o restante da carroceria. A “placa” traseira do carro fica no lugar tradicional, também reduzida a dois números de metal. Já as rodas, curiosamente, não foram feitas sob medida e são iguais às do Phantom Coupe.
Com design ousado, destaque para o vigia traseiro do carro nada mais é que a parte final do enorme teto de vidro que, de acordo com a Rolls-Royce, é o maior e mais complexo já instalado em um carro. O vidro revela um deque traseiro cuidadosamente esculpido em madeira e metal, assim como todo o restante do interior.
Por dentro do carro o visual é minimalista e clean, mas sem abrir mão do luxo e sofisticação. Com detalhes em madeiras, painel em couro, bancos e portas, Mocassin e Dark Spice. Atrás dos bancos há uma enorme área revestida de madeira, com detalhes em vidro e metal escovado, para acomodar bagagem. Uma passarela percorre todo o perímetro do carro, partindo do centro do deque traseiro e indo até as extremidades do para-brisa. A madeira folheada de ébano macassar toma conta da área. O painel de instrumentos traz mostradores analógicos com ponteiros e números de titânio.
Pequenos luxos trazem no console central um cooler feito sob medida para o champanhe favorito do cliente, acompanhado de duas taças de cristal. O mecanismo do cooler faz com que, ao abrir a tampa a garrafa de champanhe se incline no ângulo perfeito para ser retirada. Outro detalhe importante, o motor vem com um V12 de 6,75 litros e 460 cv capaz de fazer 100 km/h em menos de seis segundos. Como podemos ver se trata de um carro histórico, único não apenas por ser o único fabricado, mas por ser um carro que traz diferenciais que o fazem um ícone automobilístico.
Fonte: www.flatout.com.br
quarta-feira, 26 de abril de 2017
CARRO: Tesla T1, um novo conceito de carro elétrico que está aí para as curvas… do Le Mans
Como seriam os carros do futuro nas corridas de Le Mans? Já imaginou? Um grupo de estudantes da IED (Barcelona) imaginaram e criaram um carro conceito como parte de um projeto sobre como poderia ser o futuro do Le Mans. O Testa T1 é baseado no conceito da turbina de vento Gorlov, onde os criadores incorporaram turbinas individuais em cada uma das quatro rodas, que direcionam o ar para uma quinta e última turbina na parte de trás do carro.
O Tesla T1 se tornou um novo concorrente elétrico pensado para a corrida Le Mans de 2030. O modelo, apenas um conceito ainda, explora as tecnologias do futuro com um design preparado para tirar o maior partido do vento para ganhar velocidade e energia.
Além de permitirem que a máquina funcione através de energia renovável, as turbinas incrementam a energia e a aceleração do veículo. Cada uma das turbinas é impressa em 3D a partir de aerogel e descansa entre pneus de alta qualidade em magnésio e grafeno.
O modelo-conceito do T1 incorpora baterias para ligar o carro enquanto a energia eólica não entra em ação e o automóvel inclui também um módulo de motor para permitir tração. Um “sistema de eixos dinâmico” permite que este T1 rode a partir do centro de ambos os eixos, facilitando as curvas em velocidades acima das dos concorrentes.
Veja vídeo:
O Tesla T1 se tornou um novo concorrente elétrico pensado para a corrida Le Mans de 2030. O modelo, apenas um conceito ainda, explora as tecnologias do futuro com um design preparado para tirar o maior partido do vento para ganhar velocidade e energia.
Além de permitirem que a máquina funcione através de energia renovável, as turbinas incrementam a energia e a aceleração do veículo. Cada uma das turbinas é impressa em 3D a partir de aerogel e descansa entre pneus de alta qualidade em magnésio e grafeno.
O modelo-conceito do T1 incorpora baterias para ligar o carro enquanto a energia eólica não entra em ação e o automóvel inclui também um módulo de motor para permitir tração. Um “sistema de eixos dinâmico” permite que este T1 rode a partir do centro de ambos os eixos, facilitando as curvas em velocidades acima das dos concorrentes.
Veja vídeo:
terça-feira, 28 de março de 2017
CARRO: Techrules Ren o projeto mais arrojado em matéria de supercarro hibrido de luxo
A montadora Techrules apresentou no Salão de Genebra 2017 seu projeto mais arrojado em matéria de supercarro hibrido. O Ren é o primeiro veículo de produção da empresa chinesa de pesquisa e desenvolvimento automotivo, e possui a tecnologia de veículo elétrico de recarga de turbina (TREV). Com design inspirado em uma aeronave espacial, o Ren é otimizado para a eficiência aerodinâmica, com um layout de três cockpit modular que impressiona elaborado pelos designers automotivos, Fabrizio e Giorgetto Giugiaro. Com uma entrada totalmente inusitada onde o motorista passa por uma cúpula estilo jet-jet que se eleva para permitir o acesso das pessoas, para completar o visual futurista, faróis dianteiros de laser, e 'star-burst' em LEDs.
O Techrules Ren traz um chassi leve que foi projetado e construído por especialistas em automobilismo, l.m. Gianetti de turim. O layout modular focado no desempenho permite que o carro seja configurado com um, dois ou três toldos de policarbonato: um para o uso da trilha apenas pelo motorista, dois para a configuração "le mans" com um único passageiro ou três para acomodar o motorista e dois passageiros. 'Ren' é o primeiro supercarro de produção elétrica do mundo para caracterizar o sistema TREV (turbina recarregando veículo elétrico) entregando níveis excepcionais de eficiência e desempenho, com um baixo impacto ambiental.
Uma variedade de configurações estará disponível. O modelo principal - com uma capacidade de bateria de 25 kWh, e com dois motores na parte dianteira + quatro na parte traseira - oferece potência máxima de 960kW (1287 cavalo-vapor) com uma gama de 1170 km de apenas 80 litros de combustível diesel. A conveniência do supercarro é reforçada ainda mais por um interior requintado que oferece exclusividade com materiais de luxo de alta qualidade. Os espaços envolventes da cabine do piloto e do passageiro são em couro italiano mais fino, com as almofadas de assento com acabamento em denim produzido pela grife PT Pantaloni Torino.
O 'Ren' vem equipado com tecnologias inovadoras, incluindo avançados sistemas de assistência ao motorista (ADAS), além de uma variedade de modos de condução. Dentro do cockpit do condutor, o centro do volante abriga uma tela auto-niveladora que exibe instrumentos focados no desempenho, enquanto uma câmera retrovisora alimenta três telas de monitoramento. O luxuoso supercarro da Techrules irá fornecer uma mistura única de desempenho, poder brutal e inigualável eficiência. Além do conceito inovador de powertrain e plataforma da Technrules para dar suporte a carros urbanos com potencial para muitas outras variações de modelos.
Veja vídeo com a apresentação do Techrules Ren Salão de Genebra 2017:
O Techrules Ren traz um chassi leve que foi projetado e construído por especialistas em automobilismo, l.m. Gianetti de turim. O layout modular focado no desempenho permite que o carro seja configurado com um, dois ou três toldos de policarbonato: um para o uso da trilha apenas pelo motorista, dois para a configuração "le mans" com um único passageiro ou três para acomodar o motorista e dois passageiros. 'Ren' é o primeiro supercarro de produção elétrica do mundo para caracterizar o sistema TREV (turbina recarregando veículo elétrico) entregando níveis excepcionais de eficiência e desempenho, com um baixo impacto ambiental.
Uma variedade de configurações estará disponível. O modelo principal - com uma capacidade de bateria de 25 kWh, e com dois motores na parte dianteira + quatro na parte traseira - oferece potência máxima de 960kW (1287 cavalo-vapor) com uma gama de 1170 km de apenas 80 litros de combustível diesel. A conveniência do supercarro é reforçada ainda mais por um interior requintado que oferece exclusividade com materiais de luxo de alta qualidade. Os espaços envolventes da cabine do piloto e do passageiro são em couro italiano mais fino, com as almofadas de assento com acabamento em denim produzido pela grife PT Pantaloni Torino.
O 'Ren' vem equipado com tecnologias inovadoras, incluindo avançados sistemas de assistência ao motorista (ADAS), além de uma variedade de modos de condução. Dentro do cockpit do condutor, o centro do volante abriga uma tela auto-niveladora que exibe instrumentos focados no desempenho, enquanto uma câmera retrovisora alimenta três telas de monitoramento. O luxuoso supercarro da Techrules irá fornecer uma mistura única de desempenho, poder brutal e inigualável eficiência. Além do conceito inovador de powertrain e plataforma da Technrules para dar suporte a carros urbanos com potencial para muitas outras variações de modelos.
Veja vídeo com a apresentação do Techrules Ren Salão de Genebra 2017:
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
CARRO: Lamborghini Centenario Roadster a super máquina feita para comemorar o aniversário de 100 anos de Ferruccio Lamborghini, fundador da marca
Essa maravilha foi apresentada ao mundo com apenas 20 unidades produzidas e custando uma bagatela de 2,3 milhões de euros (cerca de 7 milhões de reais). E pasmem, não sobrou um modelo se quer da incrível Lamborghini Centenário Roadster para contar história! O modelo foi feito para comemorar o aniversário de Ferruccio Lamborghini, fundador da marca, que em abril completaria 100 anos de idade.
Com incríveis 770 cv, motor V12 de 6,4 litros, ele vai de 0 a 100 km em 2,9 segundos, e 0 a 200 em 8,6 segundos. E uma velocidade máxima de 350 km/h. Ou seja, uma supermáquina de alta performance. Seu design permaneceu intocado em boa parte, com exceção de alterações no teto. Sua dianteira permanece agressiva e angulada, enquanto sua traseira segue com as lanternas em “Y” e com as quatro saídas de escape centralizadas. Sua carroceria vem no padrão de cor com um prata fosco especial, batizado de Argento Centenario, porém, os felizardos compradores poderão escolher outra cor, inclusive podendo deixar o carro na sua forma mais “nua e crua”, com a fibra de carbono exposta.
Veja a máquina na pista:
Com incríveis 770 cv, motor V12 de 6,4 litros, ele vai de 0 a 100 km em 2,9 segundos, e 0 a 200 em 8,6 segundos. E uma velocidade máxima de 350 km/h. Ou seja, uma supermáquina de alta performance. Seu design permaneceu intocado em boa parte, com exceção de alterações no teto. Sua dianteira permanece agressiva e angulada, enquanto sua traseira segue com as lanternas em “Y” e com as quatro saídas de escape centralizadas. Sua carroceria vem no padrão de cor com um prata fosco especial, batizado de Argento Centenario, porém, os felizardos compradores poderão escolher outra cor, inclusive podendo deixar o carro na sua forma mais “nua e crua”, com a fibra de carbono exposta.
Veja a máquina na pista:
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
CARRO: Ferrari 250 GT LWB California - Um clássico automobilístico que conta um pouco da história de sucesso da legendária Ferrari
Você sabe o que Eric Clapton e Steve McQueen têm em comum? Isso mesmo, uma Ferrari 250 GT California. Há quem diga, a Ferrari mais “sexy” de todas. Não é exagero, pode acreditar. Ela é a preferida entre muitas celebridades e diretores de Hollywood. Você já a deve ter visto em “Curtindo a Vida Adoidado” com Ferris Bueller à bordo de um modelo 1961, que conferia ao carismático personagem um charme único, de um verdadeiro “bon vivant”. O carro que carrega o nome do estado de ouro da América sugere sofisticação, poder, velocidade e todo o status que só o cavallino rampante pode proporcionar a alguém. O modelo 250 GT LWB California marcou época e até hoje mexe com o imaginário de colecionadores e admiradores.
A série 250 da marca italiana de carros esportivos produziu modelos que se tornaram clássicos entre os anos de 1953 e 1964. O tempo passou, mas esses carros ainda estão rodando e sendo cobiçados por colecionadores. No ano de 2015, a casa de leilões Sotheby’s vendeu um modelo de 1959 pela bagatela de 8,5 milhões de libras, uma pequena fortuna para um proprietário afortunado. Afinal, apenas cinquenta unidades do carro foram fabricadas e possuir um exemplar sem dúvida tem o poder de massagear o ego do seu dono.
O icônico modelo, contudo, não impressiona apenas por sua beleza. A fama da Ferrari 250 GT California se fez também por seu potente motor V12 que impulsiona o carro a 250 km/h, levando as rotações a impressionantes 7 mil giros. É um carro projetado para as competições, possuindo todos os atributos para fazer sucesso nas pistas. O LWB refere-se a Long Wheel Base, uma distância entre eixos maior, que marcou a série 250 da Ferrari na sua década de produção. Um carro de fato para ter, para curtir sua vida adoidado, como o fez Ferris Bueller na ficção e tantos outros famosos endinheirados que tiveram o privilégio de sentar atrás do volante deste clássico do automobilismo.
A série 250 da marca italiana de carros esportivos produziu modelos que se tornaram clássicos entre os anos de 1953 e 1964. O tempo passou, mas esses carros ainda estão rodando e sendo cobiçados por colecionadores. No ano de 2015, a casa de leilões Sotheby’s vendeu um modelo de 1959 pela bagatela de 8,5 milhões de libras, uma pequena fortuna para um proprietário afortunado. Afinal, apenas cinquenta unidades do carro foram fabricadas e possuir um exemplar sem dúvida tem o poder de massagear o ego do seu dono.O icônico modelo, contudo, não impressiona apenas por sua beleza. A fama da Ferrari 250 GT California se fez também por seu potente motor V12 que impulsiona o carro a 250 km/h, levando as rotações a impressionantes 7 mil giros. É um carro projetado para as competições, possuindo todos os atributos para fazer sucesso nas pistas. O LWB refere-se a Long Wheel Base, uma distância entre eixos maior, que marcou a série 250 da Ferrari na sua década de produção. Um carro de fato para ter, para curtir sua vida adoidado, como o fez Ferris Bueller na ficção e tantos outros famosos endinheirados que tiveram o privilégio de sentar atrás do volante deste clássico do automobilismo.
terça-feira, 25 de outubro de 2016
CARRO: X-Class Concept- a primeira pick-up da Mercedes-Benz
A picape da Mercedes-Benz recebeu engenharia e desenho alemães, segundo a fabricante. A produção, em parceria com a Renault-Nissan, começa no final de 2017 na Espanha, para abastecer o mercado europeu, australiano e sul-africano. O modelo para o Brasil será feito na fábrica da Renault em Córdoba, na Argentina, com previsão de chegada ao mercado só em 2018.
Foram apresentadas duas versões da X-Class. A "stylish performer" na cor branca tem o visual mais requintado e clássico, com rodas de 22 polegadas e toques de madeira no interior. E o modelo "powerful adventurer", em amarelo, vem com 1,90 metro de altura, grande distância do solo e pneus para todos os terrenos. Ideal para quem quer abusar da capacidade fora de estrada.
Segundo a Mercedes-Benz, a versão top de linha da futura picape terá motor V6 a diesel com tração permanente nas 4 rodas. Essa combinação terá capacidade de carregar 1,1 tonelada na caçamba ou de puxar até 3,5 toneladas.
terça-feira, 4 de outubro de 2016
MOTOR: Renault Trezor Concept mostra no Salão de Paris que o futuro chegou
Desde o início do mês (e vai até o dia 16) foi dada a largada para mais uma edição do Mondial de l’Automobile, um salão que reúne há mais de um século as principais marcas e novidades do mundo automóvel. A primeira edição do salão data de 1898, e de lá para os dias de hoje já passou por muitos altos e baixos, guerras e crises econômicas. Hoje o Salão Automóvel de Paris tenta atualmente recuperar a relevância internacional de outros tempos e aquece o mercado virando uma vitrine do que o mundo possui de mais moderno em matéria de carros.
Os carros conceitos dão o tom do que é futuro em quatro rodas. Cada montadora apresenta seu modelo e alguns destaque chamam atenção e mostram que o futuro é presente em matéria de super carros. Como é o caso do Renault Trezor Concept, que é até então a maior surpresa dessa edição do Salão de Paris.
No Salão de Paris de 2010, a Renault levou o concept DeZir, o primeiro de uma série de 6 protótipos lançados por Laurens van den Acker, o responsável pelo departamento de design da Renault. Seis anos depois, o designer holandês renova o ciclo com a apresentação do Renault Trezor. Um belo exemplo daquilo que irá ser o futuro da marca francesa.
O Renault Trezor Concept é um carro de dois lugares que chama atenção por suas formas curvilíneas e toda a carroçaria feita em fibra de carbono (que contrasta com os tons vermelhos do interior e vidro dianteiro), além de chamar atenção pela ausência de portas. O acesso ao interior do carro é feita através do teto do que se eleva na vertical e para a dianteira. O aspeto vanguardista não para aí, a Renault optou por uma assinatura luminosa horizontal e jantes dianteiras e traseiras de 21 e 22 polegadas, respetivamente.
Luxo e tecnologia também no interior com um ecrã tátil OLED no painel de instrumentos, que concentra em si todas as funcionalidades e contribui para uma interface simples e futurista. Outro diferencial é o modo de condução autónoma, que a Renaullt pretende introduzir nos modelos de produção já daqui a quatro anos, no Trezor Concept o volante (composto por duas estruturas em alumínio) aumenta de largura, tornando possível ver-se através dele.
RAPIDEZ E ESTABILIDADE
Alimentado por duas unidades elétricas com 350 cv e 380 Nm, o Trezor Concept é auxiliado por duas baterias colocadas nas extremidades do veículo, cada uma com um sistema de refrigeração próprio. Tudo isto permite acelerações dos 0 aos 100 km/ em 4 segundos, de acordo com a marca. Como dimensões generosas de 4.70 m de comprimento, 2.18 m de largura e 1.08 m de altura, o Renault Trezor Concept pesa “apenas” 1600 kg e tem um coeficiente aerodinâmico de 0.22.
Melhor do que ler tudo isso é conferir o desempenho do Renault Trezor Concept na estrada. Veja o vídeo abaixo:
Fonte: Razão Automovel / Designboom
Os carros conceitos dão o tom do que é futuro em quatro rodas. Cada montadora apresenta seu modelo e alguns destaque chamam atenção e mostram que o futuro é presente em matéria de super carros. Como é o caso do Renault Trezor Concept, que é até então a maior surpresa dessa edição do Salão de Paris.
No Salão de Paris de 2010, a Renault levou o concept DeZir, o primeiro de uma série de 6 protótipos lançados por Laurens van den Acker, o responsável pelo departamento de design da Renault. Seis anos depois, o designer holandês renova o ciclo com a apresentação do Renault Trezor. Um belo exemplo daquilo que irá ser o futuro da marca francesa.O Renault Trezor Concept é um carro de dois lugares que chama atenção por suas formas curvilíneas e toda a carroçaria feita em fibra de carbono (que contrasta com os tons vermelhos do interior e vidro dianteiro), além de chamar atenção pela ausência de portas. O acesso ao interior do carro é feita através do teto do que se eleva na vertical e para a dianteira. O aspeto vanguardista não para aí, a Renault optou por uma assinatura luminosa horizontal e jantes dianteiras e traseiras de 21 e 22 polegadas, respetivamente.
Luxo e tecnologia também no interior com um ecrã tátil OLED no painel de instrumentos, que concentra em si todas as funcionalidades e contribui para uma interface simples e futurista. Outro diferencial é o modo de condução autónoma, que a Renaullt pretende introduzir nos modelos de produção já daqui a quatro anos, no Trezor Concept o volante (composto por duas estruturas em alumínio) aumenta de largura, tornando possível ver-se através dele.
RAPIDEZ E ESTABILIDADE
Alimentado por duas unidades elétricas com 350 cv e 380 Nm, o Trezor Concept é auxiliado por duas baterias colocadas nas extremidades do veículo, cada uma com um sistema de refrigeração próprio. Tudo isto permite acelerações dos 0 aos 100 km/ em 4 segundos, de acordo com a marca. Como dimensões generosas de 4.70 m de comprimento, 2.18 m de largura e 1.08 m de altura, o Renault Trezor Concept pesa “apenas” 1600 kg e tem um coeficiente aerodinâmico de 0.22.
Melhor do que ler tudo isso é conferir o desempenho do Renault Trezor Concept na estrada. Veja o vídeo abaixo:
Fonte: Razão Automovel / Designboom
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
CARRO: Jaguar F-Pace - O primeiro modelo suv produzido pela icônica fabricante britânica de carros de luxo
O alto desempenho do F-Pace começa a ser percebido já na sua arquitetura, com o alumínio predominando em 80% das partes. As linhas puras garantem a elegância e sugerem alta performance com o carro em movimento. Aliás, movimento é o que não faltará, pois vem equipado com o mesmo motor do F-Type, o 3.0 Supercharged, movido a gasolina (a depender das versões). São 380 cv de potência para impulsionar o SUV a 100 km/h em incríveis 5,5 segundos, ajudados por um câmbio automático sequencial de oito marchas.
Algo que chama realmente a atenção é o sistema Adaptive Dynamics, também emprestado do modelo esportivo F-Type. Ele monitora, com alta velocidade de processamento, o movimento do veículo em até cem vezes por segundo e, o das rodas, em até quinhentas vezes por segundo. Imagine-se, agora, no comando do F-Pace, com toda a dirigibilidade que esse sistema pode oferecer. Uma experiência e tanto.
Por dentro, as coisas não são diferentes. O luxo e o acabamento de primeira são perceptíveis em todas as versões do veículo, assim como o espaço interno gera um conforto para todos os ocupantes. O porta-malas tem capacidade para 508 litros, o que o torna também bastante funcional. A tecnologia embarcada é outro destaque, pois é puro entretenimento através dos sistemas InControl Touch e InControl Touch Pro, com tela de 12,3” e resolução similar a de smartphones e tablets e um processador quadricore, proporcionando uma excelente experiência audiovisual e também de navegação.
No Brasil, chegam as versões Prestige, R-Sport e S, que custam respectivamente R$ 309.300, R$ 360.500 e R$ 405.900. A cereja do bolo, contudo, é o First Edition, a série numerada que terá apenas dezenove unidades comercializadas no país. O modelo será oferecido ao mercado apenas no primeiro ano de fabricação e contém todos os elementos top de linha de acabamento, motorização, tecnologia embarcada e pinturas exclusivas. De fato, algo marcante para a experiência do seus felizes proprietários.
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