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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

NEGÓCIOS: As Redes Sociais e o Mercado Corporativo: fique por dentro‏

Twitter, Facebook, Orkut, Messenger, YouTube, Blogs... Termos de grafia estrangeira, mas, de operacionalidade rapidamente ‘abrasileirada’ nos últimos anos pelos milhões de internautas que permeiam a grande rede cotidianamente, seja por necessidades profissionais ou por motivos pessoais. Estas ferramentas fazem parte das chamadas “Redes Sociais”, um conjunto de softwares online de interação pessoal, que propõem a interligação de usuários em todo o mundo através de contas particulares, também conhecidas como perfis, e que estão presentes no cotidiano de milhares de pessoas. No Brasil, por exemplo, entre os dez sites mais acessados do país, três são redes sociais: Facebook, Orkut e Youtube!
 
Diante desta constatação, nada mais oportuno para o mercado corporativo que se inserir nesse viés midiático virtual que estende sua utilização não apenas aos PCs, como também aos aparelhos de mídias portáteis, como telefones celulares e tablets; dessa forma podendo promover e manter sua marca em evidência por muito mais tempo, além do período que compreende o horário comercial. Aliás, nos momentos de ‘folga’, a interação rápida entre os usuários, estará favorecida pela utilização das principais e mais importantes redes sociais, atualmente no Brasil, onde o ciclo de dados que será postado poderá ser compartilhado no Facebook, como também poderá ser ‘retuítado’ no Twitter.
 
Outro canal de importância relevante que as empresas detêm para estabelecer vínculos junto às redes sociais são os Blogs corporativos. Através da postagem de artigos que exponham a transparência, a solidez e a confiabilidade do seu empreendimento, demonstrando no material postado um conteúdo mais amplo e relevante em relação à síntese cíclica difundida no Facebook e no Twitter.
 
O uso do Blog pode proporcionar, também, a interação do público alvo através dos comentários às postagens. Esse feedback mostra-se de suma importância para o empresário, já que é o ponto de vista do leitor/cliente em relação ao assunto abordado, quanto à confiabilidade naquilo que está sendo demonstrado sem a utilização das ferramentas de marketing comuns nas outras redes sociais.

No momento atual, onde “interatividade” é a palavra-chave nas redes sociais, manter uma boa comunicação com seus clientes, rendendo um relacionamento diferenciado, pode ser considerado uma atitude comercial muito mais atrativa e valiosa que uma propaganda vinculada em horários nobres da programação televisiva. Migrar, gradativamente, os tradicionais SACs via telefone para atendimentos personalizados via redes sociais gerará o fator mais procurado pelo cliente junto à uma empresa: obter um relacionamento pessoal ao invés de um contato telefônico chato, impessoal e enfadonho com uma secretária eletrônica que lhe enche de perguntas e respostas padrões, com as insuportáveis opções de ‘teclagem’ de zero à nove.
 
Para os analistas do mercado corporativo, até a página em que a empresa figura no Google reflete a influência que ela representa em relação à determinado produto ou serviço buscado na rede. Estar na primeira página do maior mecanismo de busca acessado, é o objetivo primordial de qualquer site. Daí a necessidade de se buscar, constantemente, a visibilidade da empresa na rotatividade promovida nas redes sociais, transformando-se num meio que permita atingir uma meta além do que poderia ser alcançada através de publicidade em meios tradicionais como impressos, rádio e TV, mídias que não permitem interação com o público.
 
Atualmente é comum haver nas páginas de internet, desde os grandes portais até os blogs corporativos ou pessoais, a constante insistência na utilização dos botões “Curtir”, “Twitter” e “g+1”, já que o índice de influência de algumas empresas pode ser mensurado pela quantidade de acessos obtidos pelo seu site ou blog, pelo número de seguidores no Twitter ou pela quantidade de pessoas que curtiram a página corporativa no Facebook.
 
O alcance dessas metas de influência, que renderão maiores chances de rotatividade publicitária nas redes, devem seguir algumas orientações básicas para que o método surta o efeito desejado. O mix de marketing a ser empregado, seja ele produzido especialmente para este fim, ou não, deve obedecer às seguintes diretrizes:


Os itens acima se auto-explicam, porém, as empresas devem valer-se de profissionais da área de Administração para que, através de consultoria especializada, possa estabelecer a melhor proposta para a inserção da sua marca nas redes sociais. Uma vez que obter retorno positivo de um investimento de mídia social requer o relacionamento estratégico no uso das redes aos objetivos do mercado, ou seja, uma campanha de mídia social não se resume apenas em conseguir grande quantidade de seguidores no Twitter ou no Facebook. Ter um profissional que auxilie na escolha de pacote de ferramentas a serem utilizadas nas divulgações, impedirá que o perfil se torne um canal monótono, de conteúdo estático e desatualizado.
 
Usar as mídias sociais simplesmente porque todos estão usando é uma opção, porém não é uma estratégia. É necessário estabelecer um plano de ação claro, para que durante sua execução possa se mensurar os seus efeitos, em constantes verificações de sucesso ou insucesso, ou ainda para que se promovam alterações em sua operacionalidade, quando necessário.

Independente do porte da empresa é a execução dessa estratégia escolhida que se gerará um grande diferencial no mercado. Centenas e milhares de usuários serão atingidos pela massificação empreendida nas redes sociais, que se tornaram espaços privilegiados para fortalecimento de uma marca, bem ou produto, intensificando o mix de marketing com o auxílio de ferramentas que proporcionam uma maior interatividade com seu público consumidor, à um custo baixíssimo (ou quase zero) de operação.
 
Porém, obviamente, as práticas de campanhas através das redes sociais devem ser utilizadas para complementar e, não, substituir os procedimentos de negócio já existentes.

Para o mercado corporativo, como também para quem exerce mídia pessoal, após a consolidação da mobilidade através do crescente uso dos aparelhos portáteis com acesso à internet, as redes sociais se tornaram o mais importante veículo de comunicação em massa da atualidade. Portanto, se depois de esgotadas todas as leituras de artigos sobre as vantagens de estar inserido nesse viés, a sua empresa optar por ficar de fora desse canal, estará deixando de lado a oportunidade de receber informações importantes dos seus próprios clientes e usuários que podem colaborar para o crescimento e aprimoramento da sua marca, ou seja, da sua própria empresa.



EMMANUEL DO NASCIMENTO SOUSA
Bel. Administração – UEPB; Bel. Ciências Contábeis – UEPB: Contador CRC 10.070/PB; Especialista em Contabilidade Pública e LRF – UNINTER/FURNe; Professor Universidade Paulista – UNIP (Pólo Campina Grande-PB); Co-Criador e Co-Editor do Blog Retalhos Históricos de Campina Grande.


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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

PERSONALIDADE MENSCH: Mark Zuckerberg, o homem do ano ou o bilionário da década?


Como será o Natal na era digital? Quer dizer, a resposta para isso nós já estamos vivenciando isso nesse final de década. Década que passaou mais rápido que a anterior. Década onde as fronteiras de culturas e povos se estreitaram ainda mais graças aos avanços tecnológicos. A coisa passaou tão rápida, avançou tão depressa que se pegarmos revistas de dois anos atrás e observarmos as novidades eletrônnicas da época, já vão nos parecer obsoletas. O que marcou esse final de década, especificamente esse final de ano, sem dúvida foi o surgimento de duas novas ferramentas que reforçaram ainda mais o fim das fronteiras: o surgimento do iPad (uma das grandes invenções tecnológicas do ano, aguarde matéria próxima semana), que virou o objeto de desejo do mundo; e o Facebook.
2010 sem dúvida foi o ano do Facebook, pelo menos aqui no Brasil. O novo site de relacionamento e comunicação chegou no início como alto até meio "elitista", em inglês, como uma alternativa para quem queria ser um pouco diferente no universo digital. Pós-Orkut, o Facebook foi aos poucos dominando a web e se popularizou ao ponto de ser mania mundial. Milhões de pessoas estão conectadas, e bilhões de dólares sendo movimentado em torno de uma criação que partiu de um desejo de um indivíduo em ter uma ferramenta de comunicação sem fronteiras. É essa ferramenta que hoje está fazendo milhões de pessoas e vérios países montarem árvores de Natal virtuais, cartões de Natal digitais e proporcionando uma troca maior de interação com fotos, vídeos e menssagens.

O Natal da era digital é instatâneo, prático, direto, assim como pede os novos tempos. Estamos chegando a 2011, ano que imaginávamos estarmos voando em carros futurísticos de filmes de ficção. Isso ainda não existe, mas a tecnologia avança a passos de mega bites de velociade e a cada mês nos apresenta formas mais modernas de vivermos esse futuro de ficção científica sonhado. Se lá trás, no início dos anos 2000, o grande criador atendida pelo nome de Bill Gates, hoje o pai todo poderoso criador do céu de pixels e da terra do bytes se chama Steve Jobs que vem ao lado do seu "espírito", nada "santo", chamado Mark Zuckerberg. O "grande criador", Steve Jobs, semeou pelo mundo a nova religião chamada Apple, onde milhares de seguidores seguem o futuro determinado por ele na nova era. A nossa realidade é o que ele cria.

Mas o mundo digital criado pelo grande, e jovem, criador Mark Zuckerberg começou mesmo a seis anos atrás quando Mark juntamente com seus colegas Dustin Moskovitz, Chris Hughes e o brasileiro Eduardo Saverin, enquanto eles eram estudantes na Universidade de Harvard e fundaram uma pequena empresa privada sobre novas tecnologias. Zuckerberg nasceu em White Plains, Nova York, em maio de 1984, filho de uma psiquiatra, e um dentista e criado nos moldes judáicos. O jovem Zuckerberg estudava na Ardsley High School quando já se destacava nos estudos e chegou a ganhar prêmios em ciência (a astronomia matemática e física) e os estudos clássicos, em sua aplicação da faculdade, Zuckerberg foi listado com línguas não-Inglês, ele sabia ler e escrever: francês, latim e grego antigo e era o capitão hebraico de uma equipe de estudos. Na faculdade, ele era conhecido por recitar versos de poemas épicos como a Ilíada.


Zuckerberg gostava de programas de computador de desenvolvimento, ferramentas de comunicação especial e jogos. Em um desses programas, uma vez que a prática odontológica de seu pai foi a partir de sua casa, ele construiu um programa de software que chamou de "ZuckNet", que permitiu que todos os computadores em sua casa e o consultório odontológico se comunicar usando o ping para o outro. É considerado uma "versão" primitiva da AOL que é o Instant Messenger, que saiu no ano seguinte. Durante o ano do High School, Zuckerberg, sob o nome da empresa Intelligent Media Group, construiu um leitor de música chamado Synapse Media Player que usou a inteligência artificial para aprender a ouvir os hábitos do usuários, o que foi publicado para Slashdot que na época recebeu a classificação de 3 a de 5 na revista PC Magazine. A Microsoft e a AOL tentaram adquirir o Synapse e recrutaram Zuckerberg, mas ele preferiu se inscrever na Faculdade de Harvard em Setembro de 2002.
 
Onde estudou psicologia e ciência da computação, e pertencia a Alpha Epsilon Pi, uma fraternidade judaica. Em seu segundo ano, ele escreveu um programa que chamou de "CourseMatch", que permitia que os usuários tomassem decisões com base na seleção de classe e escolhas dos outros alunos e também ajudá-los a formar grupos de estudo. Pouco tempo depois, ele criou um programa diferente, que ele inicialmente chamou de "Facemash" que permitia aos alunos escolherem a pessoa com melhor aspecto de uma escolha de fotos. Diante do sucesso, os alunos solicitaram que a universidade desenvolvesse um web site que incluísse fotos semelhantes e detalhes de contato para fazer parte da rede da faculdade de informática. Mark ouviu esses argumentos e decidiu então que ele iria fazer esse site, que seria ainda melhor do que a universidade havia planejado.
E foi assim que de dentro de um dormitório de Harvard, que Mark, juntamente com seu amigo brasileiro, estrearam o Facebook no início de 2004 entre os alunos da Faculdade. O sucesso foi imediato, em quatro dias já tinha 900 usuários e em duas semanas 5 mil alunos já possuíam um perfil no Facebook. Não foi muito difícil para a novidade se espalhar e tomar outras faculdades. Diante disso tudo, Mark largou os estudos alguns meses depois e mudou-se para o Vale do Silício, na Califórnia, que concentra a grande maioria das empresas de tecnologia do mundo. Hoje em dia, após algumas mudanças de espaço, a empresa de Mark está num prédio de dois andares, e em 21 de julho deste ano, Zuckerberg informou que a empresa atingiu a marca de 500 milhões de usuários.

Agora nessa final de ano foi lançado o filme Rede Social é baseado no livro "The Billionaires Acidental" do publicitário Ben Mezrich. Na ocasião de lançamento, questionado pelo que Zuckerberg tinha achado do filme ele comentou: "Eu só não queria que ninguém fizesse um filme sobre mim enquanto eu ainda estivesse vivo." Além disso, depois do filme o roteiro foi vazou na internet e era evidente que o filme sobre Zuckerberg não o retratava de forma positiva, ele declarou que queria estabelecer-se como um "bom rapaz". A revista Vanity Fair Zuckerberg o número 1 na lista de 2010 do Top 100 "pessoas mais influentes da Era da Informação". Zuckerberg foi classificado como o número 23 na lista da Vanity Fair 100 em 2009. Em 2010, Zuckerberg foi escolhido como o número 16 no ranking anual da New Statesman das 50 personalidades mais influentes, é o bilionário mais jovem do mundo, com uma fortuna estimada pela revista Forbes em US$ 6,5 bilhões. De nerd tímido a ícone mundial de uma nova era da comunicação.