Fizemos uma seleção de eletrônicos que estão chegando ao mercado e vão incrementar ainda mais o seu lazer. Seja em aventuras, curtindo uma música ou apenas jogando, esses gadgets vão fazer seu tempo passar com mais diversão. São caixas de som, games ou um novo modelo de GoPro, o tempo vai voar junto com eles. Então aperta o PLAY!
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
terça-feira, 29 de setembro de 2015
CARRO: Jaguar XFR-S 550, a fera solitária que promete conquistar os amantes da velocidade
Dispensando apresentações, os lendários carros esportivos da Jaguar representam a nata das quatro rodas quando se fala em sofisticação, tecnologia, design e potência. Para não fugir de sua própria história, a marca inglesa caprichou nos atributos do XFR-S 550, seu sedã luxo que promete manter a tradição e inovar para cair no gosto de seu seleto público.
Um carro não é apenas um meio de transporte, mas o reflexo das ambições de seu proprietário. Esse pensamento muitas vezes projeta a imaginação de designers e engenheiros, os desenvolvedores de sonhos de muitos garotos crescidos. O XFR-S 550 resgata esse espírito nas suaves, porém agressivas curvas de sua carroceria, na imponência de suas rodas de alumínio de aro 20, nos bancos revestido de couro, no elegante painel de alumínio e fibra de carbono e tantos outros itens que revelam a beleza agressiva de um felino solitário.
Mas não é apenas na aparência que o XFR-S 550 impressiona. Os engenheiros da Jaguar desenvolveram um carro para ficar preso ao chão quando impulsionado ao limite por seu motor V8 supercharger 5.0 de 550 cv. As marcas estão nas amplas entradas de ar frontais, no aerofólio, no difusor duplo feito em fibra de carbono, acompanhado também de um escapamento duplo. Claro, como modificações no motor e no sistema eletrônico que fizeram o motor do Jaguar XFR-S 550 40 cv mais potentes do que o do seu antecessor, o XFR. O desempenho deste esportivo de luxo se mostra nos números: aceleração de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos e 300 km/h de velocidade final.
Mas o controle dessa fera é totalmente do motorista. Para domá-la, o XFR-S 550 oferece direção elétrica, um câmbio automático sequencial de oito marchas trocadas atrás do volante e dois controles de direção, o esportivo e o normal, além de controles de tração e estabilidade. Com essas configurações, o motorista escolhe o ritmo em que quer dirigir e se decidir acelerar, o fará com toda a segurança e controle. Sem perder, é obvio, o estilo, já que interior do carro faz lembrar sempre da experiência que é dirigir um Jaguar. Para ter o privilégio de estar atrás de um volante do XRF-S 550, é preciso desembolsar R$ 554.400,00, um valor atrativo para a categoria.
Um carro não é apenas um meio de transporte, mas o reflexo das ambições de seu proprietário. Esse pensamento muitas vezes projeta a imaginação de designers e engenheiros, os desenvolvedores de sonhos de muitos garotos crescidos. O XFR-S 550 resgata esse espírito nas suaves, porém agressivas curvas de sua carroceria, na imponência de suas rodas de alumínio de aro 20, nos bancos revestido de couro, no elegante painel de alumínio e fibra de carbono e tantos outros itens que revelam a beleza agressiva de um felino solitário.Mas não é apenas na aparência que o XFR-S 550 impressiona. Os engenheiros da Jaguar desenvolveram um carro para ficar preso ao chão quando impulsionado ao limite por seu motor V8 supercharger 5.0 de 550 cv. As marcas estão nas amplas entradas de ar frontais, no aerofólio, no difusor duplo feito em fibra de carbono, acompanhado também de um escapamento duplo. Claro, como modificações no motor e no sistema eletrônico que fizeram o motor do Jaguar XFR-S 550 40 cv mais potentes do que o do seu antecessor, o XFR. O desempenho deste esportivo de luxo se mostra nos números: aceleração de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos e 300 km/h de velocidade final.
Mas o controle dessa fera é totalmente do motorista. Para domá-la, o XFR-S 550 oferece direção elétrica, um câmbio automático sequencial de oito marchas trocadas atrás do volante e dois controles de direção, o esportivo e o normal, além de controles de tração e estabilidade. Com essas configurações, o motorista escolhe o ritmo em que quer dirigir e se decidir acelerar, o fará com toda a segurança e controle. Sem perder, é obvio, o estilo, já que interior do carro faz lembrar sempre da experiência que é dirigir um Jaguar. Para ter o privilégio de estar atrás de um volante do XRF-S 550, é preciso desembolsar R$ 554.400,00, um valor atrativo para a categoria.
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
ESPORTE: Windsurf e adrenalina nas ondas de Jericoacoara
UMA PRANCHA, UMA VELA E UMA IDEIA
Pra coisa dar certo era necessário conciliar o movimento da vela com a direção da prancha, foi quando perceberam que a ação da vela mais os movimentos do corpo em uma prancha do surf poderiam dar o controle da direção, a partir daí Drake ficou responsável pelo desenvolvimento da vela e Schweitzer pelo shape e tamanho da prancha. Em 1973, foi produzida a primeira prancha em série e em 1984, o windsurf já estava participando dos Jogos Olímpicos.A PRÁTICA
O windsurf é considerado por seus praticantes um esporte completo, já que trabalha todos os músculos do corpo, necessita de coordenação, equilíbrio e concentração para a precisão dos movimentos. Ainda assim é considerado um dos esportes aquáticos mais fáceis e, portanto o mais recomendado para os aprendizes ansiosos por resultados rápidos. Isso é o que dizem, só tentando mesmo pra saber.
A verdade mesmo, é que o windsurf acaba sendo considerado um esporte radical tamanha as acrobacias realizadas por seus adeptos. A depender do vento os windsurfers chegam a atingir velocidades altíssimas, o recorde que se tem registro é de cerca de 90 km por hora. Consegue imaginar? Como é um esporte aquático e que depende do vento, conhecimento sobre marés e correntes é fundamental para um bom aproveitamento da modalidade. Saber nadar é essencial inclusive para a segurança do praticante.
AS MANOBRAS
• Aerial Jibe - você salta sem soltar os pés das alças, gira a prancha em 180º e vira a vela no ar.
• Back Loop - O atleta dá um loop para trás.
• Body Drag - O velejador tira os pés da prancha e arrasta-os na água, retornando à posição inicial.
• Jump Jibe - Quando a troca da direção da prancha é feita no ar.
• Loop - Uma volta completa com a vela no ar.
• Push Loop - Um Back Loop contra o vento.
• Table Top - O velejador dá um salto e deixa a prancha horizontal ao mar.
NOS VENTOS DE JERI
Mari Patriota, fotógrafa super conceituada, esteve em Jericoara, uma das mecas do windsurf, e conversou com dois grandes nomes locais do esporte, o Bené e o Samuel. Moradores de Jeri, de vida simples, mas rica de sonhos e amor pelo vento, os meninos, que são praticantes do esporte há um bom tempo e até já participaram de campeonatos montaram há pouco mais de 4 meses uma escola de Windsurf e foram parceiros no projeto Provador. Além de ensinar as meninas a velejar na prancha de Wind, Bené e Sassá conversaram com Mari sobre o sonho de abrir a escola e o prazer de levar cada vez mais pessoas à prática da paixão deles. Esse foi o jeito ideal de ter o próprio negócio, na cidade onde gostariam e fazendo exatamente o que amam, espalhando esse amor em cada novo aluno. Fantástico, não?O Bené explicou que a maior dificuldade dos iniciantes é entender sobre a direção do vento e essas noções são básicas para a prática do esporte. Para quem tá começando, o ideal é o mar com pouco vento, em média 2/4 nós, assim o aluno vai por partes trabalhando o equilíbrio e se familiarizando com o equipamento. Quanto às habilidades dos alunos, as mulheres tendem a pegar o jeito mais rápido que os homens, porém abandonam antes que eles que praticam por mais tempo. Quanto aos cuidados, o maior deles é evitar que numa queda, que é natural, o equipamento possa cair por cima do praticamente, fora isso, com esforço e afinco de 3h a 5h de aulas seguidas o aluno já consegue velejar sozinho, entrando e saindo do mar numa boa.
Acompanhe a MENSCH nas redes sociais: @RevMensch
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
CAPA: Henri Castelli entre mocinhos e vilões
Henri Castelli sempre que aparece na TV, seja interpretando o mocinho ou o bandido da história, ele consegue prender a atenção do telespectador. Seja por sua atuação bem cuidada, seja simplesmente pelos seus olhos azuis. Mas Henri vai muito além disso tudo, de pai dedicado à bom amigo. Ele trilha uma carreira de sucesso cheia de acertos e ótimos momentos. Fomos conversar com Henri no Sheraton Barra, no Rio de Janeiro, para conhecer um pouco mais desse ator versátil e paizão de mão cheia.
Sua estreia na TV foi em 1998, na série Hilda Furação. De lá para cá, muitos trabalhos na TV. Como você avalia sua trajetória como ator e onde você quer se desafiar mais (fora da TV)? Eu fiz a minha carreira na televisão. E considero a trajetória muito bem estruturada. No começo, fiz testes para fazer grandes personagens e não fui escolhido e acredito que foi bom para mim. Eu fui, aos poucos, construindo minha carreira e isso me deu experiência e tranquilidade. O meu contrato com a Rede Globo vai até 2020, quando completarei 22 anos na emissora. Foi uma trajetória construída com muito trabalho e dedicação e nunca dei um passo maior que a perna. Eu fiz um pouco de teatro e adoro, mas se tiver que escolher entre os dois, será a TV. Tenho o sonho de fazer cinema, mas estou esperando uma boa oportunidade, um papel interessante. Na TV, tenho ainda grandes desafios, as minisséries, siticons e programas de comédia.
Antes de tudo a arte de interpretar é a arte de observar o outro? Como você vê tudo isso? Onde busca inspiração? O ator é ladrão de tudo. Qualquer movimento alheio, a gente rouba. Agora para o Gabo, eu assisti e analisei algumas entrevistas de políticos dissimulados e irônicos, e me inspirei no personagem de Kevin Spacey na série House of Cards, o que foi muito interessante para compor o personagem. Junto com isso, fizemos uma preparação com o Chico Accioly. Criamos um vilão que é mais psicopata, que não se altera, frio, tranquilo, com certa ironia e deboche.
Atualmente na novela "I Love Paraisópolis", fala pra gente sobre seu personagem Gabo. Dá para defendê-lo de alguma forma?! (risos) O Gabo é um sociopata, uma pessoa que não tem culpa e não sente arrependido. Ele passa por cima do que for, e se tiver que tirar do caminho ele faz de qualquer forma, sem dó nem piedade. Ele pode fazer a pessoa se apaixonar por ele e no outro dia ele falar que foi mentira e dar risada na cara da pessoa e ir dormir tranquilamente. O Gabo é um cara que não sofre com punição, pelo contrário. Ele foi expulso de casa e não está nem aí. Não dá para defender um sociopata. O melhor remédio para ficar perto do gabo, é o afastamento.
Depois de viver um mocinho em "Flor do Caribe", agora o Gabo em "I Love Paraisópolis"... O que cada tipo te proporciona? Realmente, o vilão é mais divertido? Em "Flor do Caribe" era um mocinho, mas ele também era um cara que batalhou e usou de algumas artimanhas e teve que lidar com alguns bandidos. A novela tinha aventura, era divertido fazer, mas o Gabo é maravilhoso. Ele tira onda com tudo e eu me divirto com ele. Ele fala os piores absurdos na maior tranquilidade do mundo, tem um humor sarcástico, não tem paciência com gente ignorante e o jeito que ele trata as pessoas é divertido de fazer porque é totalmente diferente de mim. Eu não consigo não olhar para uma pessoa que está me servindo um café, por exemplo, e ele não olha na cara. Os dois são muito divertidos.
Dois casamentos, dois filhos, como lida com suas ex e filhos? A ligação é eterna então a melhor maneira de lidar é sempre em benefício do filho. Se der para ser amigo, ótimo, se não der... O filho é sempre em primeiro lugar.
Que tipo de pessoas deseja que seus filhos sejam? O que mais me preocupo são com os valores, hoje em dia é tudo muito fácil. Às vezes, com a falta de tempo, a família recompensa com muitas coisas materiais. Eu tento passar os valores que tive na minha infância. Era difícil eu ganhar as coisas que queria, eu tinha que ter boas notas, estudar, me comportar bem, ter respeito ao próximo. O valor do trabalho da boa escola.
Como lida com o fato de não morar com seus filhos, em que isso pesa em sua vida como pai? Como é a relação entre vocês? É ótima. O ser humano tem a maior capacidade de se adaptar em qualquer lugar. Me viro em 10 mil “Henris” para poder ficar com meus filhos, mas também cuido de mim. Eu aprendi que a família não necessariamente tem que ter o pai e a mãe em casa, às vezes esse modelo não funciona. Eu aprendi que hoje a família que eu sei ter é assim. Eu vejo meus filhos quando não estou trabalhando, quando eu pego no final de semana, durante a semana, quando acontece de eu ficar ou uma eventual viagem da mãe ou vise versa. Essa é a família que eu sei ter e sou muito feliz. Eles têm um pai muito presente. Eu sei tudo o que eles fazem, acompanho as lições de casa e sei o que estão fazendo e o que precisam.
Você é do tipo de pai moderno que deixa filho no colégio, faz a tarefa e coloca para dormir. Como vê esse novo pai que participa mais? O que trouxe essa mudança para os homens, em sua opinião? Foi feito uma pesquisa, não sei se foi na Inglaterra, mas constataram que a presença paterna é essencial para a formação da criança e do adolescente, a criança cresce com vários benefícios. A criança é mais alegre, feliz e tem uma boa alta estima. Eu acho normal levar para escola, participar, trocar fralda, o pai está ganhando muito com a presença do filho, vendo o desenvolvimento dele, o exercício da escola, esporte. Isso é normal, tem gente que faz isso mecanicamente, mas tem que fazer com prazer. Eu sempre fiz isso, adorava acordar de madrugada para trocar fralda. Amanhã vou buscar meu filho na escola e vou acompanhá-lo na terapia. Ele está esperando me ver na escola. Quando é o primeiro dia de aula, eu faço de tudo para ir com ele conhecer a nova professora, a classe, os amigos. Acho que isso é nosso papel.
Como vê o casamento, depois de ter passado pela experiência? Casei e me separei, as pessoas comentam que eu peguei trauma, mas pelo contrário, eu não tenho problema algum de me casar novamente. Só tenho a opinião que as coisas tem que ser feitas com mais calma. Hoje em dia, pelo ritmo da vida que é tão acelerado, as pessoas querem acelerar os sentimentos. A relação tem que ter respeito, cumplicidade, a relação a dois, de certa forma, é uma renúncia de algumas coisas. Você precisa pensar muito, pois vai mexer com o sentimento de outras pessoas e eu não quero magoar e ser magoado. Tem que achar um parceiro que tem a ver com você e que pense igual a você. E tem que ter o amor. Esse amor quando vem não tem explicação, somando isso é bom ter um pouco de razão junto com a emoção.
Como lida com a fama, as críticas e com o público? Com respeito. Eu considero as críticas positivas ou negativas do público, do meu diretor e autor. Elas são sempre construtivas e me fazem evoluir. O ator está em eterno crescimento e aprendizado, você tem que se reinventar o tempo inteiro. Fora isso, eu não vejo mais nada, eu percebo que levam muito para o pessoal e não o profissional.
O que considera uma relação saudável e respeitosa entre fãs e artistas? Ninguém pode invadir o espaço do outro. Com as redes sociais a relação ficou mais próxima, que é muito legal. Antes era só no teatro que tínhamos essa relação. Se eu quiser seguir um ator estrangeiro, saber da vida dele e ainda ter contato com ele, eu posso. É bacana, desde que não invadam o seu espaço, te agridam com palavras esse tipo de coisa, que não passe da loucura. Se for uma relação saudável é muito bacana. Tudo que a gente faz é para o público.
Consegue equilibrar sua exposição pelas redes sociais? Como você conduz isso? Eu não tenho problema, quando tenho vontade eu posto. Só evito assuntos polêmicos.
Falando nisso... No episódio da menina Kailane Campos, agredida ao sair de um culto de Candomblé, você postou sobre o assunto no seu Instagram. Como pessoa pública, considera importante se envolver em questões sociais? Para mim esse caso foi um crime, não é uma questão social. Foi uma tentativa de assassinato. Eu publiquei questionando o porquê dessa atitude. Foi em nome de Deus? Não é. Deus não ensina isso em nenhuma religião. Deus está dentro da gente. Foi uma tentativa de assassinato. Uma pedra na cabeça de uma pessoa pode matar. Existem leis hoje que protegem racismo, intolerância religiosa e assim vai.
Qual a sua relação com religião? Segue alguma específica? Eu sou Umbandista.
O que um homem procura em uma mulher? Tudo que eu poderia falar vai cair em clichê, procure alguém que tem amizade, que respeita, que pensa igual a você. Tudo isso vai por água abaixo quando tem uma paixão avassaladora, o amor, quando bate não sei o que. Às vezes, você se apaixona por uma pessoa e tudo que não procurava é essa pessoa.
O que planeja para um futuro próximo? Você é de fazer planos a longo prazo? Eu vivo muito no presente, mas procuro fazer alguns planos de 10 em 10 anos. Hoje estou focado na minha saúde, mudei meus hábitos alimentares, não como mais açúcar, sal, parei de tomar refrigerante, tomo quatro litros de água por dia. Tem muita gente que depende de mim, minha mãe, filhos e trabalho. Meu objetivo agora é cuidar de mim, corpo e mente. É ser feliz.
MAKING OF
Fotos Sérgio Baia / Produção Executiva Márcia Dornelles / Stylist Ale Duprat para Aba Mgt / Produção de Moda Marcella Klimovicz / Beleza Edilson Ferreira
Agradecimentos Sheraton Hotel Sheraton Barra Rio de Janeiro Hotel - Avenida Lúcio Costa, 3.150 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro, Reservas - (21) 3139-8033 / www.sheraton-barra.com.br
HENRI CASTELLI VESTE: Look 1 - trench Coat Osklen, terno Ricardo Almeida para Acessoria Canal A, cinto Emporio Armani, sapato Jorge Bischoff; Look 2 - casaco Levi's, t-shirt Emporio Armani, jeans John-John; Look 3 - look total Ricardo Almeida para Acessoria Canal A.
BELEZA Cabelo Usei L'Oréal / PROFESSIONNEL PARIS. SPRAY (INFINIUM LUMIERE) / MAKE. NARS E OCEAN FEMME
Sua estreia na TV foi em 1998, na série Hilda Furação. De lá para cá, muitos trabalhos na TV. Como você avalia sua trajetória como ator e onde você quer se desafiar mais (fora da TV)? Eu fiz a minha carreira na televisão. E considero a trajetória muito bem estruturada. No começo, fiz testes para fazer grandes personagens e não fui escolhido e acredito que foi bom para mim. Eu fui, aos poucos, construindo minha carreira e isso me deu experiência e tranquilidade. O meu contrato com a Rede Globo vai até 2020, quando completarei 22 anos na emissora. Foi uma trajetória construída com muito trabalho e dedicação e nunca dei um passo maior que a perna. Eu fiz um pouco de teatro e adoro, mas se tiver que escolher entre os dois, será a TV. Tenho o sonho de fazer cinema, mas estou esperando uma boa oportunidade, um papel interessante. Na TV, tenho ainda grandes desafios, as minisséries, siticons e programas de comédia.
Antes de tudo a arte de interpretar é a arte de observar o outro? Como você vê tudo isso? Onde busca inspiração? O ator é ladrão de tudo. Qualquer movimento alheio, a gente rouba. Agora para o Gabo, eu assisti e analisei algumas entrevistas de políticos dissimulados e irônicos, e me inspirei no personagem de Kevin Spacey na série House of Cards, o que foi muito interessante para compor o personagem. Junto com isso, fizemos uma preparação com o Chico Accioly. Criamos um vilão que é mais psicopata, que não se altera, frio, tranquilo, com certa ironia e deboche.
Atualmente na novela "I Love Paraisópolis", fala pra gente sobre seu personagem Gabo. Dá para defendê-lo de alguma forma?! (risos) O Gabo é um sociopata, uma pessoa que não tem culpa e não sente arrependido. Ele passa por cima do que for, e se tiver que tirar do caminho ele faz de qualquer forma, sem dó nem piedade. Ele pode fazer a pessoa se apaixonar por ele e no outro dia ele falar que foi mentira e dar risada na cara da pessoa e ir dormir tranquilamente. O Gabo é um cara que não sofre com punição, pelo contrário. Ele foi expulso de casa e não está nem aí. Não dá para defender um sociopata. O melhor remédio para ficar perto do gabo, é o afastamento.
Depois de viver um mocinho em "Flor do Caribe", agora o Gabo em "I Love Paraisópolis"... O que cada tipo te proporciona? Realmente, o vilão é mais divertido? Em "Flor do Caribe" era um mocinho, mas ele também era um cara que batalhou e usou de algumas artimanhas e teve que lidar com alguns bandidos. A novela tinha aventura, era divertido fazer, mas o Gabo é maravilhoso. Ele tira onda com tudo e eu me divirto com ele. Ele fala os piores absurdos na maior tranquilidade do mundo, tem um humor sarcástico, não tem paciência com gente ignorante e o jeito que ele trata as pessoas é divertido de fazer porque é totalmente diferente de mim. Eu não consigo não olhar para uma pessoa que está me servindo um café, por exemplo, e ele não olha na cara. Os dois são muito divertidos.
Dois casamentos, dois filhos, como lida com suas ex e filhos? A ligação é eterna então a melhor maneira de lidar é sempre em benefício do filho. Se der para ser amigo, ótimo, se não der... O filho é sempre em primeiro lugar.
Que tipo de pessoas deseja que seus filhos sejam? O que mais me preocupo são com os valores, hoje em dia é tudo muito fácil. Às vezes, com a falta de tempo, a família recompensa com muitas coisas materiais. Eu tento passar os valores que tive na minha infância. Era difícil eu ganhar as coisas que queria, eu tinha que ter boas notas, estudar, me comportar bem, ter respeito ao próximo. O valor do trabalho da boa escola.
Como lida com o fato de não morar com seus filhos, em que isso pesa em sua vida como pai? Como é a relação entre vocês? É ótima. O ser humano tem a maior capacidade de se adaptar em qualquer lugar. Me viro em 10 mil “Henris” para poder ficar com meus filhos, mas também cuido de mim. Eu aprendi que a família não necessariamente tem que ter o pai e a mãe em casa, às vezes esse modelo não funciona. Eu aprendi que hoje a família que eu sei ter é assim. Eu vejo meus filhos quando não estou trabalhando, quando eu pego no final de semana, durante a semana, quando acontece de eu ficar ou uma eventual viagem da mãe ou vise versa. Essa é a família que eu sei ter e sou muito feliz. Eles têm um pai muito presente. Eu sei tudo o que eles fazem, acompanho as lições de casa e sei o que estão fazendo e o que precisam.
Você é do tipo de pai moderno que deixa filho no colégio, faz a tarefa e coloca para dormir. Como vê esse novo pai que participa mais? O que trouxe essa mudança para os homens, em sua opinião? Foi feito uma pesquisa, não sei se foi na Inglaterra, mas constataram que a presença paterna é essencial para a formação da criança e do adolescente, a criança cresce com vários benefícios. A criança é mais alegre, feliz e tem uma boa alta estima. Eu acho normal levar para escola, participar, trocar fralda, o pai está ganhando muito com a presença do filho, vendo o desenvolvimento dele, o exercício da escola, esporte. Isso é normal, tem gente que faz isso mecanicamente, mas tem que fazer com prazer. Eu sempre fiz isso, adorava acordar de madrugada para trocar fralda. Amanhã vou buscar meu filho na escola e vou acompanhá-lo na terapia. Ele está esperando me ver na escola. Quando é o primeiro dia de aula, eu faço de tudo para ir com ele conhecer a nova professora, a classe, os amigos. Acho que isso é nosso papel.
Como vê o casamento, depois de ter passado pela experiência? Casei e me separei, as pessoas comentam que eu peguei trauma, mas pelo contrário, eu não tenho problema algum de me casar novamente. Só tenho a opinião que as coisas tem que ser feitas com mais calma. Hoje em dia, pelo ritmo da vida que é tão acelerado, as pessoas querem acelerar os sentimentos. A relação tem que ter respeito, cumplicidade, a relação a dois, de certa forma, é uma renúncia de algumas coisas. Você precisa pensar muito, pois vai mexer com o sentimento de outras pessoas e eu não quero magoar e ser magoado. Tem que achar um parceiro que tem a ver com você e que pense igual a você. E tem que ter o amor. Esse amor quando vem não tem explicação, somando isso é bom ter um pouco de razão junto com a emoção.
Como lida com a fama, as críticas e com o público? Com respeito. Eu considero as críticas positivas ou negativas do público, do meu diretor e autor. Elas são sempre construtivas e me fazem evoluir. O ator está em eterno crescimento e aprendizado, você tem que se reinventar o tempo inteiro. Fora isso, eu não vejo mais nada, eu percebo que levam muito para o pessoal e não o profissional.
O que considera uma relação saudável e respeitosa entre fãs e artistas? Ninguém pode invadir o espaço do outro. Com as redes sociais a relação ficou mais próxima, que é muito legal. Antes era só no teatro que tínhamos essa relação. Se eu quiser seguir um ator estrangeiro, saber da vida dele e ainda ter contato com ele, eu posso. É bacana, desde que não invadam o seu espaço, te agridam com palavras esse tipo de coisa, que não passe da loucura. Se for uma relação saudável é muito bacana. Tudo que a gente faz é para o público.
Consegue equilibrar sua exposição pelas redes sociais? Como você conduz isso? Eu não tenho problema, quando tenho vontade eu posto. Só evito assuntos polêmicos.
Falando nisso... No episódio da menina Kailane Campos, agredida ao sair de um culto de Candomblé, você postou sobre o assunto no seu Instagram. Como pessoa pública, considera importante se envolver em questões sociais? Para mim esse caso foi um crime, não é uma questão social. Foi uma tentativa de assassinato. Eu publiquei questionando o porquê dessa atitude. Foi em nome de Deus? Não é. Deus não ensina isso em nenhuma religião. Deus está dentro da gente. Foi uma tentativa de assassinato. Uma pedra na cabeça de uma pessoa pode matar. Existem leis hoje que protegem racismo, intolerância religiosa e assim vai.
Qual a sua relação com religião? Segue alguma específica? Eu sou Umbandista.
O que um homem procura em uma mulher? Tudo que eu poderia falar vai cair em clichê, procure alguém que tem amizade, que respeita, que pensa igual a você. Tudo isso vai por água abaixo quando tem uma paixão avassaladora, o amor, quando bate não sei o que. Às vezes, você se apaixona por uma pessoa e tudo que não procurava é essa pessoa.
O que planeja para um futuro próximo? Você é de fazer planos a longo prazo? Eu vivo muito no presente, mas procuro fazer alguns planos de 10 em 10 anos. Hoje estou focado na minha saúde, mudei meus hábitos alimentares, não como mais açúcar, sal, parei de tomar refrigerante, tomo quatro litros de água por dia. Tem muita gente que depende de mim, minha mãe, filhos e trabalho. Meu objetivo agora é cuidar de mim, corpo e mente. É ser feliz.
MAKING OF
Fotos Sérgio Baia / Produção Executiva Márcia Dornelles / Stylist Ale Duprat para Aba Mgt / Produção de Moda Marcella Klimovicz / Beleza Edilson Ferreira
Agradecimentos Sheraton Hotel Sheraton Barra Rio de Janeiro Hotel - Avenida Lúcio Costa, 3.150 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro, Reservas - (21) 3139-8033 / www.sheraton-barra.com.br
HENRI CASTELLI VESTE: Look 1 - trench Coat Osklen, terno Ricardo Almeida para Acessoria Canal A, cinto Emporio Armani, sapato Jorge Bischoff; Look 2 - casaco Levi's, t-shirt Emporio Armani, jeans John-John; Look 3 - look total Ricardo Almeida para Acessoria Canal A.
BELEZA Cabelo Usei L'Oréal / PROFESSIONNEL PARIS. SPRAY (INFINIUM LUMIERE) / MAKE. NARS E OCEAN FEMME
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
MUSA: Giullia Buscacio, a ninfeta que é a revelação em "I Love Paraisópolis"
Sapeca e ao mesmo tempo muito centrada no que quer para ela, a jovem atriz Giullia Buscacio, é uma revelação na novela global “I Love Paraisópolis” e promete dar muito o que falar. Se depender da dedicação e profissionalismo de Giullia, isso já é certo. Talvez pelo fato de ter morado em vários cantos do mundo por conta da rotina do pai jogador de futebol (Giullia é filha do atacante Julinho, que jogou no Botafogo e em times da Coreia do Sul e Hungria), tenha feito Giullia ter um certo desapego para algumas coisas e se jogar de cabeça no novo, nos desafios que encontra. Conheça um pouco dessa garota alto astral e talentosa.
Vamos lá pro início... onde você nasceu? E como veio o desejo de ser atriz? Nasci em Portugal, Ilha da Madeira! Mas foi na Coreia do Sul assistindo as tramas de lá que me veio a vontade de ser atriz!
Por ser filha de um ex-jogador de futebol você viajou muito. Que lembranças você tem desse período? Lembro de mudanças radicais, comida, tempo, a neve, diferenças gritantes de cultura.
Falando nisso... você curte futebol? Qual a sua relação com o esporte que consagrou seu pai? Curto mas não sou fanática. Acho que pelo meu pai ser jogador e mudar muito de time, nunca tive um time especifico! Mas hoje torço pelo Fluminense em homenagem ao meu avô Ruy por parte de mãe, que era o único da família a ter um time!
Em “I Love Paraisópolis” sua personagem é bem danadinha e provocante. Como tem sido fazê-la? A Bruna está se descobrindo e com isso vem junto a sensualidade. Interpretar a Bruna tem sido maravilhoso, ela é meu oposto! A única coisa em comum é que amo o estilo dela se vestir.
Seu pai tem ciúmes? Faz o tipo pai protetor? Interfere em algo? Ele adora dar os seus palpites, é noveleiro! Digamos que ele é o protetor amigo, aquele que sei que posso contar para tudo a hora que precisar. Tenho a sorte de ter uma base familiar muito boa, coisa que a Bruna não tem. Ele faz não a linha ciumento não!
Com apenas 18 anos, seu passaporte já tem passagem por vários países, como Portugal, Coreia e Hungria. Isso te fez ver o mundo diferente? Ainda curte muito viajar? Acredito que as viagens me fizeram ver sim as coisas de um jeito diferente e me fizeram a atriz que sou, aprendi a observar as diferenças e me adaptar a lugares e culturas diferentes. Por conta disso, hoje eu não tenho apego as coisas materiais, me acostumei em me mudar para lugares diferentes e ir deixando as coisas para trás.
Você passa um jeito de moleca, de bem com a vida... É isso mesmo? O que te diverte e faz sua cabeça na hora de relaxar? Sim sou bem moleca! Mas nas horas certas eu encaro qualquer coisa com toda seriedade do mundo, me cobro muito o tempo todo. Gosto de ouvir música e ver filmes.
Agora com a exposição da TV a paquera aumentou? Como separar quem realmente está interessado em você e quem está interessando na garota da novela global? Não sou muito ligada em ficar reparando em paquera, até por que para chamar minha atenção eu preciso estar interessada, caso contrário confesso que passa até despercebido. Sei separar tudo muito bem. Digamos que ressurgem pessoas que não falavam comigo, e do nada aparecem perguntando se está tudo bem e chamando para fazer alguma coisa, mas eu acho até engraçado.
Falando em paquera, que papo faz sua cabeça na hora de uma aproximação com segundas intenções? Como eu disse é preciso que eu esteja afim, para prestar atenção. (risos)
Você está namorando? O que te atrai na hora da paquera? Prefiro dizer que estou feliz. O que me atrai é a inteligência, caráter e senso de humor, na minha opinião são coisas que contam muito.
Você é mais do dia ou da noite? Curte mais uma praia com os amigos ou uma balada à noite? Onde é mais fácil te encontrar? Não vivo sem praia! Amo o dia! Mas me divirto bastante em uma balada ou show.
Como cuida do corpo? Pratica esporte? Controla a alimentação? Tenho a sorte de ter a genética a meu favor! Ultimamente não tenho tido tempo de fazer esporte nenhum e tento manter uma alimentação saudável, mas confesso que nesse frio que tem feito, tenho comido bastante besteira, sorte que não engordo!
O que podemos esperar de Giullia pela frente? Pretendo continuar focada na minha profissão. Este ano me formo no teatro e ano que vem pretendo cursar cinema.
Vamos lá pro início... onde você nasceu? E como veio o desejo de ser atriz? Nasci em Portugal, Ilha da Madeira! Mas foi na Coreia do Sul assistindo as tramas de lá que me veio a vontade de ser atriz!
Por ser filha de um ex-jogador de futebol você viajou muito. Que lembranças você tem desse período? Lembro de mudanças radicais, comida, tempo, a neve, diferenças gritantes de cultura.
Falando nisso... você curte futebol? Qual a sua relação com o esporte que consagrou seu pai? Curto mas não sou fanática. Acho que pelo meu pai ser jogador e mudar muito de time, nunca tive um time especifico! Mas hoje torço pelo Fluminense em homenagem ao meu avô Ruy por parte de mãe, que era o único da família a ter um time! Em “I Love Paraisópolis” sua personagem é bem danadinha e provocante. Como tem sido fazê-la? A Bruna está se descobrindo e com isso vem junto a sensualidade. Interpretar a Bruna tem sido maravilhoso, ela é meu oposto! A única coisa em comum é que amo o estilo dela se vestir.
Seu pai tem ciúmes? Faz o tipo pai protetor? Interfere em algo? Ele adora dar os seus palpites, é noveleiro! Digamos que ele é o protetor amigo, aquele que sei que posso contar para tudo a hora que precisar. Tenho a sorte de ter uma base familiar muito boa, coisa que a Bruna não tem. Ele faz não a linha ciumento não!
Com apenas 18 anos, seu passaporte já tem passagem por vários países, como Portugal, Coreia e Hungria. Isso te fez ver o mundo diferente? Ainda curte muito viajar? Acredito que as viagens me fizeram ver sim as coisas de um jeito diferente e me fizeram a atriz que sou, aprendi a observar as diferenças e me adaptar a lugares e culturas diferentes. Por conta disso, hoje eu não tenho apego as coisas materiais, me acostumei em me mudar para lugares diferentes e ir deixando as coisas para trás.
Você passa um jeito de moleca, de bem com a vida... É isso mesmo? O que te diverte e faz sua cabeça na hora de relaxar? Sim sou bem moleca! Mas nas horas certas eu encaro qualquer coisa com toda seriedade do mundo, me cobro muito o tempo todo. Gosto de ouvir música e ver filmes.
Agora com a exposição da TV a paquera aumentou? Como separar quem realmente está interessado em você e quem está interessando na garota da novela global? Não sou muito ligada em ficar reparando em paquera, até por que para chamar minha atenção eu preciso estar interessada, caso contrário confesso que passa até despercebido. Sei separar tudo muito bem. Digamos que ressurgem pessoas que não falavam comigo, e do nada aparecem perguntando se está tudo bem e chamando para fazer alguma coisa, mas eu acho até engraçado.
Falando em paquera, que papo faz sua cabeça na hora de uma aproximação com segundas intenções? Como eu disse é preciso que eu esteja afim, para prestar atenção. (risos)
Você está namorando? O que te atrai na hora da paquera? Prefiro dizer que estou feliz. O que me atrai é a inteligência, caráter e senso de humor, na minha opinião são coisas que contam muito.
Você é mais do dia ou da noite? Curte mais uma praia com os amigos ou uma balada à noite? Onde é mais fácil te encontrar? Não vivo sem praia! Amo o dia! Mas me divirto bastante em uma balada ou show.
Como cuida do corpo? Pratica esporte? Controla a alimentação? Tenho a sorte de ter a genética a meu favor! Ultimamente não tenho tido tempo de fazer esporte nenhum e tento manter uma alimentação saudável, mas confesso que nesse frio que tem feito, tenho comido bastante besteira, sorte que não engordo!
O que podemos esperar de Giullia pela frente? Pretendo continuar focada na minha profissão. Este ano me formo no teatro e ano que vem pretendo cursar cinema.
terça-feira, 22 de setembro de 2015
DIÁRIO DE BORDO: Coréia do Sul - Queimando a língua em Seul
Se em Tóquio ficamos impressionados com os templos, Seul nos impressionou com seus palácios. Muitos deles estão na lista de patrimônio da humanidade da UNESCO. O principal deles, o palácio nacional de Gyeongbokgung, é também responsável pela geografia única da cidade, cujo bairro central está nos arredores do complexo do palácio ao pé da montanha. Comprar o ingresso para visitar o palácio de Gyeongbokgung é como deixar a cidade e ir para o campo com uma paisagem totalmente bucólica, muito verde e belas montanhas. Os jardins do palácio são enormes e toda a região atrás do complexo é um parque nacional de acesso controlado. No auge da guerra fria, espiões norte coreanos tentaram assassinar o primeiro ministro da Coréia do Sul atravessando as montanhas do parque. O local tem belas trilhas que atualmente só podem ser acessadas por turistas que apresentarem seus passaportes e fizerem um cadastro com a equipe de segurança do palácio.
Por conta da geografia da cidade a localização do hotel precisa ser estratégica. Seul é uma cidade grande com mais de 12 milhões de habitantes. Como o centro político e comercial fica aos pés da montanha, a cidade cresce apenas em uma direção e apesar do sistema de metrô excelente, ficar longe do centro pode render longas viagens diárias pelos subterrâneos. Nós alugamos um apartamento na ilha de Yeouido, que apesar de ser um bairro moderno, atraente e ficar próximo a Assembleia Nacional, estava há quarenta minutos em metrô das principais atrações da cidade. O segredo é tentar se hospedar próximo à estação Angkur. Aqui fica o bairro de Bukchon, um dos mais antigos da cidade e com casarões históricos que sobreviveram a destruição da guerra das Coreias. A vista do alto da colina é maravilhosa, principalmente com o contraste dos antigos palácios e os novos edifícios de arquitetura moderna do centro. Passear pelas ruas estreitas do bairro de Bukchon é também uma ótima oportunidade para experimentar a comida de rua Coreana em porções mais reduzidas e com explicação em inglês. Muitos dos casarões históricos viraram hoje bons restaurantes e foi em um deles que fomos jantar com meu amigo Cheemin e sua família.
Na noite anterior, desbravando as ruas do nosso bairro Yeouido, tínhamos tido nossa primeira experiência com a gastronomia Coreana. Encontramos um restaurante cheio e animado, com o público dos escritórios do bairro bebendo e falando alto, pareciam bastante empolgados com os pratos da mesa. Fomos bem recebidos pela simpática senhora que servia as mesas, e logo nos sentou e entregou o cardápio com apenas cinco pratos ilustrados por fotos. Felizmente, apesar da grande maioria dos restaurantes não ter cardápio em inglês, quase todos têm menus com fotos dos pratos, o que ajuda com pistas visuais do que está por vir. Dentre as cinco opções, me encantei com uma gororoba que parecia um espaguete com um molho escuro com carne e legumes. Não avistei na foto nenhum pé de galinha ou pedaço duvidoso da fauna local que pudesse comprometer a refeição e por isso decidimos arriscar. Confesso que me assustei um pouco quando a senhora trouxe à mesa dois pratos, dois pares de palitos e uma tesoura enorme daquelas de cortar peru de natal. Ana me olhou com cara de desespero, e eu já me preparava para desossar um leitão ou algo parecido. Quando o prato chegou, seguimos sem entender a função da tesoura e começamos a batalha com enormes fios de macarrão grosso banhado ao molho bem apimentado. Vendo a nossa luta, a simpática senhora demonstrou como deveríamos usar a tesoura para cortar o espaguete, antes de tentar enfiá-lo na boca ou enrola-lo no palito. Nos deliciamos com o prato apesar de sentir os lábios queimando e inchando. A culinária coreana é forte em pratos apimentados e se algum garçom disser que o prato é spicy, deve ser levado muito a sério. No dia seguinte, nossa experiência gastronômica seria ainda melhor com meu amigo Cheemin.
A primeira pergunta que Cheemin me fez quando combinamos de jantar era se eu me importava em sentar no chão para comer. Eu logo disse que não, e pedi para que nos levasse em seu restaurante favorito. Nos encontramos as 17:30 na boa e velha estação Angkur, e caminhamos por vielas do bairro antigo até chegar em um beco sem saída com um casarão de madeira. Lá dentro já estavam sua esposa e filha guardando em uma sala particular com tatame que ele tinha reservado para o nosso jantar. Logo sentamos e fomos recebidos com uma série de mais de 30 pequenos pratos em uma degustação completa da culinária coreana. Me lembro de provar mais de dez legumes exóticos, um delicioso porco agridoce, belos camarões grelhados e um fantástico espaguete com legumes, servido gelado. Já havíamos provado pratos de massa gelada no Japão, mas essa estava realmente especial e perfeita para um dia quente de verão.
Como é de se esperar em esse tipo de banquete, logo viriam algumas iguarias de sabor mais exótico para provarmos. A mais estranha entrou na minha lista das cinco coisas mais bizarras que eu comi em todas as minhas viagens. Meu amigo descreveu o prato como peixe fermentado, consta que é tradição em algumas ilhas na Coréia deixar o peixe apodrecer por alguns dias antes consumi-lo. O método, segundo o Cheemin, era algo semelhante ao do queijo Suíço, e na Coréia eram poucas as pessoas que apreciavam a iguaria como ele. Avestruz que sou, mandei um pedaço para dentro sem medo de ser feliz. Um sabor fortíssimo de amônia tomou conta da minha boca desentupindo o meu nariz como um pote de vick vaporube. Felizmente o resto do banquete estava delicioso e os pratos tinham sabor bem mais delicado que a tal iguaria. Após o jantar, Cheemin ainda nos levou em sua casa de chás favorita. A bela casa com decoração antiga e mesas em tatame servia as típicas sobremesas coreanas que foram os melhores doces que comemos na viagem. Provamos uma sopa gelada de framboesa com gelo moído e outra de feijão doce com calda de gengibre. Para acompanhar, bolinhos de chá verde à base de arroz com cobertura de mel. Tudo servido com chás deliciosos. A simpática dona do lugar ainda nos convidou para um festival de música tradicional coreana que aconteceria em um parque no dia seguinte. Fomos ao festival no início da noite de domingo esperando milhares de pessoas, e para a nossa surpresa era um pequeno evento quase sem turistas. Haviam dois pequenos palcos embaixo de árvores com atrações que se revezavam. Pessoas de todas as idades se acomodavam no gramado. Foi interessante conhecer um pouco da música tradicional coreana e observar o orgulho que eles têm de sua história e tradições.
Nos nossos últimos dias em Seul exploramos os cantos mais modernos da capital, como o famoso bairro de Gangnam, que ficou conhecido internacionalmente pela música de um gordinho fashionista que rebolava de forma esquisita cercado de belas mulheres coreanas. Lembro que a música tocava em todos os cantos do mundo no ano que foi lançada, mas pouca gente sabe de onde vem o tal do Gangnam que serve de refrão. Logo que saímos da estação de metrô, demos de cara com um palco montado na principal avenida do bairro com o nome da música. O turista que quiser pagar um mico na avenida principal onde passam milhares de pessoas por minuto, pode subir no palco e apertar um botão que a música começa a tocar e você pode arriscar suas habilidades reproduzindo a famosa dancinha.
Completando nosso momento globalização da música, enquanto observávamos um grupo de turistas espanhóis dançando ao som de Gangnam Style, um telão gigante na avenida mostrava nosso querido Neymar cantando Ai se eu te Pego com o Michel Teló. Ainda bem que esse telão não vinha com o botão de som. Muito além da música brega, Gangnam é um bairro moderno e fascinante com muitos bares e restaurantes lotados de gente jovem e feliz. Estranho imaginar que há 100 quilômetros dali fica a vizinha Coréia do Norte, onde o gordinho esquisito mais famoso não é o cara que canta e rebola, mas o ditador que governa o país.
Quem quiser conhecer a fronteira das Coreias pode contratar um tour oficial da DDR, zona desmilitarizada que divide os dois países. Eu pretendo ir mais a fundo e desbravar a capital Pyongyang por alguns dias. Não é possível atravessar a fronteira entre as Coreias, mas é possível visitar a Coréia do Norte a partir de Beijing, comprando pacotes de viagem com agencias chinesas que incluem a experiência de voar com a companhia aérea norte-coreana, eleita muitas vezes a pior CIA aérea do mundo pela Sky Trex. Um dia espero compartilhar as minhas aventuras na Coréia do Norte aqui nesse blog, mas essa fica para uma próxima viagem. Por enquanto deixo aqui meus agradecimentos a hospitalidade calorosa que recebemos em Seul nos belos dias que passamos por lá. Diferente do vizinho o acesso ao sul é fácil e sem a necessidade de visto. Uma visita a Seul pode ser facilmente combinada com Japão ou China.
Por conta da geografia da cidade a localização do hotel precisa ser estratégica. Seul é uma cidade grande com mais de 12 milhões de habitantes. Como o centro político e comercial fica aos pés da montanha, a cidade cresce apenas em uma direção e apesar do sistema de metrô excelente, ficar longe do centro pode render longas viagens diárias pelos subterrâneos. Nós alugamos um apartamento na ilha de Yeouido, que apesar de ser um bairro moderno, atraente e ficar próximo a Assembleia Nacional, estava há quarenta minutos em metrô das principais atrações da cidade. O segredo é tentar se hospedar próximo à estação Angkur. Aqui fica o bairro de Bukchon, um dos mais antigos da cidade e com casarões históricos que sobreviveram a destruição da guerra das Coreias. A vista do alto da colina é maravilhosa, principalmente com o contraste dos antigos palácios e os novos edifícios de arquitetura moderna do centro. Passear pelas ruas estreitas do bairro de Bukchon é também uma ótima oportunidade para experimentar a comida de rua Coreana em porções mais reduzidas e com explicação em inglês. Muitos dos casarões históricos viraram hoje bons restaurantes e foi em um deles que fomos jantar com meu amigo Cheemin e sua família.
Na noite anterior, desbravando as ruas do nosso bairro Yeouido, tínhamos tido nossa primeira experiência com a gastronomia Coreana. Encontramos um restaurante cheio e animado, com o público dos escritórios do bairro bebendo e falando alto, pareciam bastante empolgados com os pratos da mesa. Fomos bem recebidos pela simpática senhora que servia as mesas, e logo nos sentou e entregou o cardápio com apenas cinco pratos ilustrados por fotos. Felizmente, apesar da grande maioria dos restaurantes não ter cardápio em inglês, quase todos têm menus com fotos dos pratos, o que ajuda com pistas visuais do que está por vir. Dentre as cinco opções, me encantei com uma gororoba que parecia um espaguete com um molho escuro com carne e legumes. Não avistei na foto nenhum pé de galinha ou pedaço duvidoso da fauna local que pudesse comprometer a refeição e por isso decidimos arriscar. Confesso que me assustei um pouco quando a senhora trouxe à mesa dois pratos, dois pares de palitos e uma tesoura enorme daquelas de cortar peru de natal. Ana me olhou com cara de desespero, e eu já me preparava para desossar um leitão ou algo parecido. Quando o prato chegou, seguimos sem entender a função da tesoura e começamos a batalha com enormes fios de macarrão grosso banhado ao molho bem apimentado. Vendo a nossa luta, a simpática senhora demonstrou como deveríamos usar a tesoura para cortar o espaguete, antes de tentar enfiá-lo na boca ou enrola-lo no palito. Nos deliciamos com o prato apesar de sentir os lábios queimando e inchando. A culinária coreana é forte em pratos apimentados e se algum garçom disser que o prato é spicy, deve ser levado muito a sério. No dia seguinte, nossa experiência gastronômica seria ainda melhor com meu amigo Cheemin.
Como é de se esperar em esse tipo de banquete, logo viriam algumas iguarias de sabor mais exótico para provarmos. A mais estranha entrou na minha lista das cinco coisas mais bizarras que eu comi em todas as minhas viagens. Meu amigo descreveu o prato como peixe fermentado, consta que é tradição em algumas ilhas na Coréia deixar o peixe apodrecer por alguns dias antes consumi-lo. O método, segundo o Cheemin, era algo semelhante ao do queijo Suíço, e na Coréia eram poucas as pessoas que apreciavam a iguaria como ele. Avestruz que sou, mandei um pedaço para dentro sem medo de ser feliz. Um sabor fortíssimo de amônia tomou conta da minha boca desentupindo o meu nariz como um pote de vick vaporube. Felizmente o resto do banquete estava delicioso e os pratos tinham sabor bem mais delicado que a tal iguaria. Após o jantar, Cheemin ainda nos levou em sua casa de chás favorita. A bela casa com decoração antiga e mesas em tatame servia as típicas sobremesas coreanas que foram os melhores doces que comemos na viagem. Provamos uma sopa gelada de framboesa com gelo moído e outra de feijão doce com calda de gengibre. Para acompanhar, bolinhos de chá verde à base de arroz com cobertura de mel. Tudo servido com chás deliciosos. A simpática dona do lugar ainda nos convidou para um festival de música tradicional coreana que aconteceria em um parque no dia seguinte. Fomos ao festival no início da noite de domingo esperando milhares de pessoas, e para a nossa surpresa era um pequeno evento quase sem turistas. Haviam dois pequenos palcos embaixo de árvores com atrações que se revezavam. Pessoas de todas as idades se acomodavam no gramado. Foi interessante conhecer um pouco da música tradicional coreana e observar o orgulho que eles têm de sua história e tradições. Nos nossos últimos dias em Seul exploramos os cantos mais modernos da capital, como o famoso bairro de Gangnam, que ficou conhecido internacionalmente pela música de um gordinho fashionista que rebolava de forma esquisita cercado de belas mulheres coreanas. Lembro que a música tocava em todos os cantos do mundo no ano que foi lançada, mas pouca gente sabe de onde vem o tal do Gangnam que serve de refrão. Logo que saímos da estação de metrô, demos de cara com um palco montado na principal avenida do bairro com o nome da música. O turista que quiser pagar um mico na avenida principal onde passam milhares de pessoas por minuto, pode subir no palco e apertar um botão que a música começa a tocar e você pode arriscar suas habilidades reproduzindo a famosa dancinha.
Completando nosso momento globalização da música, enquanto observávamos um grupo de turistas espanhóis dançando ao som de Gangnam Style, um telão gigante na avenida mostrava nosso querido Neymar cantando Ai se eu te Pego com o Michel Teló. Ainda bem que esse telão não vinha com o botão de som. Muito além da música brega, Gangnam é um bairro moderno e fascinante com muitos bares e restaurantes lotados de gente jovem e feliz. Estranho imaginar que há 100 quilômetros dali fica a vizinha Coréia do Norte, onde o gordinho esquisito mais famoso não é o cara que canta e rebola, mas o ditador que governa o país.
Quem quiser conhecer a fronteira das Coreias pode contratar um tour oficial da DDR, zona desmilitarizada que divide os dois países. Eu pretendo ir mais a fundo e desbravar a capital Pyongyang por alguns dias. Não é possível atravessar a fronteira entre as Coreias, mas é possível visitar a Coréia do Norte a partir de Beijing, comprando pacotes de viagem com agencias chinesas que incluem a experiência de voar com a companhia aérea norte-coreana, eleita muitas vezes a pior CIA aérea do mundo pela Sky Trex. Um dia espero compartilhar as minhas aventuras na Coréia do Norte aqui nesse blog, mas essa fica para uma próxima viagem. Por enquanto deixo aqui meus agradecimentos a hospitalidade calorosa que recebemos em Seul nos belos dias que passamos por lá. Diferente do vizinho o acesso ao sul é fácil e sem a necessidade de visto. Uma visita a Seul pode ser facilmente combinada com Japão ou China.
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
ESPORTE: Health & Fight - Entre em forma lutando
Desde que o Muay Thai virou febre na mídia, a prática e o interesse por esse esporte tem se tornado cada vez mais evidente. A MENSCH adentrou nesse universo e apresenta o que de fato essa “febre” tem. Fomos além da visita à academia e entrevistas com os profissionais que fazem dessa modalidade um espetáculo, para lançarmos o projeto Health and Fight com a participação de três leitores convidados, sem nenhuma familiaridade com as artes marciais, para treinar por quatro meses.
O arquiteto Diogo Viana, o produtor de eventos Joaquim Cavalcanti e a fotógrafa Paloma Amorim aceitaram o desafio, monitorados pelo nutricionista especializado em Nutrição Esportiva, Fernando Oliveira. Sim, desafio, porque a proposta foi ir de encontro ao clima profissional deles, favorável aos eventos sociais noturnos e ao sedentarismo. O trio se empenhou em acordar cedo e encarar as aulas com uma das maiores referências do Muay Thai no Nordeste, o lutador Aldir Pé. De segunda a sexta-feira, as aulas com uma hora de duração causaram muito suor e muitos quilos eliminados. Só para se ter ideia, Diogo, 11 kg, Joaquim, 15 kg e Paloma Amorim, 17 kg.
Mas, a questão não está simplesmente resumida à perda de peso. Aderir ao esporte, mudou a maneira deles pensarem em relação à qualidade de vida. Os três participantes relataram nova motivação para a atividade física, inclusive, em relação à alimentação. O produtor de eventos disse que se apaixonou pelo esporte e que se alimenta melhor, sem passar por transtorno: “a mudança na minha vida foi muito rápida, inclusive, a minha dieta, supri minhas necessidades sem nenhum sofrimento. Não pretendo desistir nunca”, enfatizou.
Segundo o responsável pelo treino, o envolvimento entre os alunos acaba se tornando elemento imprescindível. “Num primeiro momento, eles têm o sentimento de experiência nova, mas com as atividades em grupo e a aproximação entre os participantes, percebe que é membro de uma família. Não temos aulas monótonas, nem aulão sem o calor humano, onde propiciamos o ambiente para a união, limpar a alma e tirar o estresse”, comentou Aldir.
O mesmo conceito é compartilhado pelo nutricionista, em sua análise, afirma que a tão desejada beleza estética está atrelada ao bem estar emocional e à saúde. Fernando passou por problemas relacionados à obesidade na infância e adolescência e, há dois anos, sofreu um acidente num treino de jiu-jítsu que o deixou tetraplégico, inicialmente e, agora, paraplégico.
“Passei por um longo período de fisioterapia para recuperar o movimento de meus braços, assim como tratamento com uma fonoaudióloga, pois também perdi a voz e o tônus muscular da face. Apoiado por amigos, modifiquei o meu padrão e voltei à rotina de antes do acidente, retomando dieta, trabalho, treino e suplementação individual, ou seja, reavendo meus conceitos e voltando a me disciplinar. Isto é uma filosofia de vida!”, destacou. Palavras semelhantes foram usadas pela desafiada, Paloma afirmou ter incorporado a ideia logo no primeiro mês: “antes do projeto, a minha última tentativa aconteceu há um ano, não conseguia dar continuidade. Agora, é o meu estilo de vida”, expôs.
Já o terceiro participante, Diogo, que completava três anos de sedentarismo, disse que com a vida social bem ativa, foi complicado inserir novos modos. Contudo, relatou estar disposto a dar continuidade à nova rotina: “eu não sei como, mas vou conseguir, pois quero perder ainda mais gordura”, concluiu.
Os três convidados passaram por vários exames para a análise clínica e de composição corporal. Segundo a ficha técnica, Diogo era um “falso magro”, não tinha o corpo obeso, mas apresentava sinais de gordura visceral e localizada em determinados locais do corpo. A Paloma apresentava muita gordura acumulada onde a maioria das mulheres reclama: quadris, tríceps, peitoral e costas; além de ter sobrepeso evidente. E o Joaquim, com histórico de corpo definido, mas por deslize, acabou acumulando gordura ao ponto de ser classificado, pelo nutricionista, como obeso.
A avaliação deles foi global, mas com respeito às particularidades de cada um, tanto em relação aos hábitos, quanto à capacidade de treino. Assim, meios foram estudados para potencializar os resultados, em metas traçadas a curto e longo prazo. Inicialmente, devido ao fato de os participantes terem vida corrida e estarem aos poucos retornando às atividades, tiveram a baixa carga de exercícios, de acordo com o limite individual. Também não foi utilizado suplementação alimentar, apenas alimentos saudáveis em horários chave para progredirem com o treino. Pois, pelo fato de estarem em monitoramento, as dietas passariam por revisões conforme o desenvolvimento.
Após um mês, com a reavaliação e a adaptação biológica aos horários, houve o aumento de dias para se exercitarem. Assim, foram inseridos suplementos, como pós proteicos e aminoácidos para auxiliar na rápida recuperação muscular e condição de aumento progressivo de treino. E, finalmente, com a intensidade física a todo vapor, atingir ao considerável rendimento dos participantes, com dieta reajustada, suplementação proteica e o apoio de termogênico (ou fatburners), em baixa dosagem para auxiliar na energia para os treinos.
Importante informar que, para produção desta matéria, acompanhamos o projeto Health and Fight MENSCH de perto e visitando os treinos, conhecendo pessoalmente cada um dos envolvidos. Acompanhamos algumas aulas e instruções, participando até de uma aula de boxe. É notável o diferencial que o Muay Thai tem com a integração coletiva, mas também com a própria postura dos integrantes da MXA Fight Club, que propiciam o notável clima amistoso e cativante, fazendo da academia um espaço para a prática do esporte. Inclusive, houve momentos em que, até o diretor da academia, Avelar Sampaio, treinou espontaneamente com os participantes do projeto como forma de incentivo.
SERVIÇO:
PERSONAL FIGHT - ADIR PÉ é atleta paulista, residente no Recife há 10 anos. Ele é lutador e personal fight de muay thai e MMA da academia MXA, hoje considerado um dos melhores na região. Além de também ser capoeirista e lutador de jiu-jitsu.
NUTRICIONISTA - Bacharel em Nutrição, FERNANDO OLIVEIRA é especialista em Bases Nutricionais da Atividade Física, Nutrigenômica e Alimentos Funcionais, Personal Diet e em Nutrição Avançada pela Federação Internacional de Fisiculturismo e Fitness (IFBB Madri). Instagram: @nandooliveiranutricionista
MXA FIGHT CLUB - Uma das principais academias voltadas para a prática de artes marciais (Muay Thai, Jiu-Jitsu, MMA, Kickboxing, Boxe e Krav Maga) de alto nível, na região. O local é referência para campeonatos e eventos esportivos, como seminários com técnicos e lutadores famosos, além da realização de aulões. Única em Pernambuco, com ringue e octógono oficiais e ambientes totalmente climatizados, possui 345m² divididos em três pavimentos. E está prestes a lançar mais uma sala com planejamento arquitetônico sofisticado, para aulas vips. Seus professores são profissionais de renome, respeitados na área. www.mxafightclub.com.br
FIT FHARMA VITAMINAS E SUPLEMENTOS - A loja MXA Fight Shop presenteou nossos convidados com acessórios de treino. E a FIT FHARMA com suplementos, com o apoio da INTEGRALMEDICA. A Fit Fharma Vitaminas e Suplementos possui vendedores profissionais (campeões fisiculturistas: Rafael Luiz e Giovanni Guedes) para o esclarecimento de informações relativas aos produtos que representam. Através de parcerias com médicos e nutricionistas, o atendimento é capacitado com a segura indicação. Dentre as suas marcas sugeridas estão: BNRG, Alemax, Dymatize, MET- RX, Optimum Nutrition e Integralmedica. www.fitpharma.com.br
O arquiteto Diogo Viana, o produtor de eventos Joaquim Cavalcanti e a fotógrafa Paloma Amorim aceitaram o desafio, monitorados pelo nutricionista especializado em Nutrição Esportiva, Fernando Oliveira. Sim, desafio, porque a proposta foi ir de encontro ao clima profissional deles, favorável aos eventos sociais noturnos e ao sedentarismo. O trio se empenhou em acordar cedo e encarar as aulas com uma das maiores referências do Muay Thai no Nordeste, o lutador Aldir Pé. De segunda a sexta-feira, as aulas com uma hora de duração causaram muito suor e muitos quilos eliminados. Só para se ter ideia, Diogo, 11 kg, Joaquim, 15 kg e Paloma Amorim, 17 kg.
Mas, a questão não está simplesmente resumida à perda de peso. Aderir ao esporte, mudou a maneira deles pensarem em relação à qualidade de vida. Os três participantes relataram nova motivação para a atividade física, inclusive, em relação à alimentação. O produtor de eventos disse que se apaixonou pelo esporte e que se alimenta melhor, sem passar por transtorno: “a mudança na minha vida foi muito rápida, inclusive, a minha dieta, supri minhas necessidades sem nenhum sofrimento. Não pretendo desistir nunca”, enfatizou.
Segundo o responsável pelo treino, o envolvimento entre os alunos acaba se tornando elemento imprescindível. “Num primeiro momento, eles têm o sentimento de experiência nova, mas com as atividades em grupo e a aproximação entre os participantes, percebe que é membro de uma família. Não temos aulas monótonas, nem aulão sem o calor humano, onde propiciamos o ambiente para a união, limpar a alma e tirar o estresse”, comentou Aldir.
O mesmo conceito é compartilhado pelo nutricionista, em sua análise, afirma que a tão desejada beleza estética está atrelada ao bem estar emocional e à saúde. Fernando passou por problemas relacionados à obesidade na infância e adolescência e, há dois anos, sofreu um acidente num treino de jiu-jítsu que o deixou tetraplégico, inicialmente e, agora, paraplégico.
“Passei por um longo período de fisioterapia para recuperar o movimento de meus braços, assim como tratamento com uma fonoaudióloga, pois também perdi a voz e o tônus muscular da face. Apoiado por amigos, modifiquei o meu padrão e voltei à rotina de antes do acidente, retomando dieta, trabalho, treino e suplementação individual, ou seja, reavendo meus conceitos e voltando a me disciplinar. Isto é uma filosofia de vida!”, destacou. Palavras semelhantes foram usadas pela desafiada, Paloma afirmou ter incorporado a ideia logo no primeiro mês: “antes do projeto, a minha última tentativa aconteceu há um ano, não conseguia dar continuidade. Agora, é o meu estilo de vida”, expôs.
Já o terceiro participante, Diogo, que completava três anos de sedentarismo, disse que com a vida social bem ativa, foi complicado inserir novos modos. Contudo, relatou estar disposto a dar continuidade à nova rotina: “eu não sei como, mas vou conseguir, pois quero perder ainda mais gordura”, concluiu.
Os três convidados passaram por vários exames para a análise clínica e de composição corporal. Segundo a ficha técnica, Diogo era um “falso magro”, não tinha o corpo obeso, mas apresentava sinais de gordura visceral e localizada em determinados locais do corpo. A Paloma apresentava muita gordura acumulada onde a maioria das mulheres reclama: quadris, tríceps, peitoral e costas; além de ter sobrepeso evidente. E o Joaquim, com histórico de corpo definido, mas por deslize, acabou acumulando gordura ao ponto de ser classificado, pelo nutricionista, como obeso.
A avaliação deles foi global, mas com respeito às particularidades de cada um, tanto em relação aos hábitos, quanto à capacidade de treino. Assim, meios foram estudados para potencializar os resultados, em metas traçadas a curto e longo prazo. Inicialmente, devido ao fato de os participantes terem vida corrida e estarem aos poucos retornando às atividades, tiveram a baixa carga de exercícios, de acordo com o limite individual. Também não foi utilizado suplementação alimentar, apenas alimentos saudáveis em horários chave para progredirem com o treino. Pois, pelo fato de estarem em monitoramento, as dietas passariam por revisões conforme o desenvolvimento.
Após um mês, com a reavaliação e a adaptação biológica aos horários, houve o aumento de dias para se exercitarem. Assim, foram inseridos suplementos, como pós proteicos e aminoácidos para auxiliar na rápida recuperação muscular e condição de aumento progressivo de treino. E, finalmente, com a intensidade física a todo vapor, atingir ao considerável rendimento dos participantes, com dieta reajustada, suplementação proteica e o apoio de termogênico (ou fatburners), em baixa dosagem para auxiliar na energia para os treinos.
Importante informar que, para produção desta matéria, acompanhamos o projeto Health and Fight MENSCH de perto e visitando os treinos, conhecendo pessoalmente cada um dos envolvidos. Acompanhamos algumas aulas e instruções, participando até de uma aula de boxe. É notável o diferencial que o Muay Thai tem com a integração coletiva, mas também com a própria postura dos integrantes da MXA Fight Club, que propiciam o notável clima amistoso e cativante, fazendo da academia um espaço para a prática do esporte. Inclusive, houve momentos em que, até o diretor da academia, Avelar Sampaio, treinou espontaneamente com os participantes do projeto como forma de incentivo.
SERVIÇO:
PERSONAL FIGHT - ADIR PÉ é atleta paulista, residente no Recife há 10 anos. Ele é lutador e personal fight de muay thai e MMA da academia MXA, hoje considerado um dos melhores na região. Além de também ser capoeirista e lutador de jiu-jitsu.
NUTRICIONISTA - Bacharel em Nutrição, FERNANDO OLIVEIRA é especialista em Bases Nutricionais da Atividade Física, Nutrigenômica e Alimentos Funcionais, Personal Diet e em Nutrição Avançada pela Federação Internacional de Fisiculturismo e Fitness (IFBB Madri). Instagram: @nandooliveiranutricionista
MXA FIGHT CLUB - Uma das principais academias voltadas para a prática de artes marciais (Muay Thai, Jiu-Jitsu, MMA, Kickboxing, Boxe e Krav Maga) de alto nível, na região. O local é referência para campeonatos e eventos esportivos, como seminários com técnicos e lutadores famosos, além da realização de aulões. Única em Pernambuco, com ringue e octógono oficiais e ambientes totalmente climatizados, possui 345m² divididos em três pavimentos. E está prestes a lançar mais uma sala com planejamento arquitetônico sofisticado, para aulas vips. Seus professores são profissionais de renome, respeitados na área. www.mxafightclub.com.br
FIT FHARMA VITAMINAS E SUPLEMENTOS - A loja MXA Fight Shop presenteou nossos convidados com acessórios de treino. E a FIT FHARMA com suplementos, com o apoio da INTEGRALMEDICA. A Fit Fharma Vitaminas e Suplementos possui vendedores profissionais (campeões fisiculturistas: Rafael Luiz e Giovanni Guedes) para o esclarecimento de informações relativas aos produtos que representam. Através de parcerias com médicos e nutricionistas, o atendimento é capacitado com a segura indicação. Dentre as suas marcas sugeridas estão: BNRG, Alemax, Dymatize, MET- RX, Optimum Nutrition e Integralmedica. www.fitpharma.com.br
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
ESTRELA: Agatha Moreira tira seu fôlego e surpreende o público em "Verdades Secretas"
A vida da atriz Agatha Moreira virou de ponta-cabeça quando estava em Nova York trabalhando como modelo e recebeu a notícia que tinha sido aprovada para estrear na TV como protagonista em Malhação. Isso em 2012. De lá para cá Agatha tem trilhado um caminho de sucesso e mostrado o quanto é capaz de surpreender como atriz. Depois de um segundo papel na TV, na novela “Em Família” (2014), Agatha voltou em um papel polêmico e arrebatador como a patricinha Giovanna em “Verdades Secretas”. Foi o que faltava para nós sermos pegos de jeito e cairmos aos seus pés. A gata, que dizer, Agatha tem sido um dos grandes destaques dessa novela das 11 horas e promete muito mais na nova edição do quadro “Dança dos Famosos”, no Faustão. Conheça um pouco da gata, ops, de Agatha Moreira nessa entrevista e apaixone-se ainda mais pelas fotos arrebatadoras feitas em uma bela suíte do hotel Sheraton no Rio de Janeiro.
Agatha, ao aceitar o papel em Verdades Secretas você esperava essa repercussão toda? Ficou surpresa? Acredito que todo artista tenha o desejo de trazer a história do personagem com a maior verdade possível e com o objetivo de que o público se identifique e goste dessa história, porque independentemente de antagonistas ou protagonistas, os personagens são humanos. Então, eu tinha o desejo de que a Giovanna alcançasse o público, mas eu não imaginava que ia ser dessa maneira! Fiquei surpresa e estou muito feliz!
Essa é sua 2ª novela no horário nobre e pelo jeito muitas virão por conta do sucesso do papel de Giovanna. Digamos que você começou com o pé direito? Como analisa sua trajetória até aqui? Sou muito grata por tudo que aconteceu nos últimos anos e por todas as oportunidades que eu tive, elas me permitiram crescer como pessoa e como profissional. Não sei se posso atribuir isso a uma coisa especifica, lutei e me dediquei muito, mas também tive oportunidades maravilhosas e profissionais incríveis, cruzando meu caminho.
Como encarar as cenas de nudez com naturalidade sem ter tido outras experiências? O que é mais difícil de encarar? Eu confesso que não sabia como ia me sentir no começo, mas agora estou realmente tranquila. Todos me ajudaram muito e foram muito gentis e generosos comigo. Não me senti desconfortável em momento algum. Acaba não sendo difícil porque quem está ali no set é a Giovanna, e não a Agatha.
Você se surpreendeu com seu desempenho nesse papel? Como você se avalia? É muito crítica consigo mesma? Tivemos três meses de preparação que foram muito importantes pra todos. Me surpreendi com meu desempenho e com o de cada um ali, porque acompanhamos de perto o processo de cada um. Todos já estavam no caminho certo na preparação, víamos que tudo estava se direcionando pra um caminho lindo, em unidade. Quando vimos no ar, tivemos certeza! Sim, eu sou muito crítica comigo mesma. Muito!
Que dificuldades superou no início de carreira? Chegou onde queria como modelo? Comecei a modelar com 14 anos. Claro que recebi nãos antes de conseguir o que queria. Depois, tive a oportunidade de viajar bastante e consegui muitos trabalhos legais, sou muito grata por isso. Cheguei aonde queria sim. Quando recebi o convite para fazer o teste de “Malhação” estava fora trabalhando como modelo, mas já tinha decidido que queria focar em ser atriz e mais nada. Estava determinada a voltar para o Brasil para isso, por mais que não imaginasse que seria em “Malhação”! Foi uma surpresa muito positiva.
Com o sucesso da novela, vem a popularidade e o assédio. Isso já te incomodou em algum momento? E as cantadas aumentaram? Não me incomoda em nada e não acho que as cantadas tenham aumentado. (Risos). Todo mundo pensava que isso ia acontecer com as meninas da trama, mas o público separa bem as coisas - Pelo menos na minha experiência pessoal!
A Giovanna seduz com rapidez, e a Agatha, quando quer seduzir alguém que “armas” usa? Sou péssima! Nunca soube fazer isso! (Risos).
Você se acha sexy assim como nós a achamos? O que é ser sexy para você? Não! Acho que ser sexy é um dom, é algo que vem naturalmente. As pessoas mais sensuais são sensuais sem se esforçar
O que um homem deve fazer se quiser chamar sua atenção. E o que é um pecado num primeiro encontro? Pra chamar a minha atenção tem que ser muito inteligente e sensível. Um pecado no primeiro encontro...Olha, a pessoa falar errado é complicado! (Risos).
A Giovanna despertou um lado mais sensual em você que talvez você não tivesse consciência, ou é algo seu que fica guardado para usar na hora certa? Eu acho que não só eu, como todas as modelos ou ex-modelos que estão na novela aprendem a ser um mulherão sensual desde os 14 anos de idade, quando estão de frente pra uma câmera. Então, é um personagem que já temos em nós de fácil acesso.
Como modelo você já fez alguns trabalhos mais sensuais. Qual a diferença e dificuldade de trabalhos mais sexy em foto e em vídeo? Na foto, quando a câmera clica, você pode desmontar e trocar de pose, de cara, de atitude. No vídeo, você tem que se manter no personagem, dar texto, ser sexy, tudo ao mesmo tempo!
Que programa faz mais sua cabeça? Onde é mais fácil te encontrar quando está mais livre? Atualmente, dormindo nos dias que tenho de folga (risos). Mas claro que amo estar com meus amigos em qualquer situação.
Trabalhar como modelo te deixou mais ligada em moda e vaidade? Como você encara isso? Com certeza. Pequenas coisas viram habito, como se maquiar e se vestir. A vivência como modelo fez com que eu aprendesse isso e acaba se tornando uma coisa natural.
Para conquistar Agatha Moreira basta... Ser leal.
Alguma verdade secreta sobre as mulheres e sobre você que pudesse nos contar? Mulheres são muito complicadas, não tenho como generalizar. Mas eu sou a pessoa mais ansiosa do planeta, por mais que procure não demonstrar e trabalhe isso em mim diariamente.
Fotos Rodrigo Lopes
Produção executiva Marcia Dornelles
Stylist Leticia Cazarré
Beauty Cleide Araujo
Agradecimento especial: Sheraton Hotel Sheraton Barra Rio de Janeiro Hotel - Avenida Lúcio Costa, 3150 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro
Reservas pelo telefone: (21) 3139-8033. - www.sheraton-barra.com.br
AGATHA VESTE - LOOK 1: Vestido – BOBÔ, Cinto - acervo da produção, Botas - LUIZA BARCELOS, Joias - H.STERN; LOOK 2: Blusa e Vestido – BOBÔ, Sapatos - LUIZA BARCELOS, Acessórios - YANA PURGER, Cinto - acervo da produção; LOOK 3: Vestido - RAQUEL MATTAR, Joias H.STERN
Agatha, ao aceitar o papel em Verdades Secretas você esperava essa repercussão toda? Ficou surpresa? Acredito que todo artista tenha o desejo de trazer a história do personagem com a maior verdade possível e com o objetivo de que o público se identifique e goste dessa história, porque independentemente de antagonistas ou protagonistas, os personagens são humanos. Então, eu tinha o desejo de que a Giovanna alcançasse o público, mas eu não imaginava que ia ser dessa maneira! Fiquei surpresa e estou muito feliz!
Essa é sua 2ª novela no horário nobre e pelo jeito muitas virão por conta do sucesso do papel de Giovanna. Digamos que você começou com o pé direito? Como analisa sua trajetória até aqui? Sou muito grata por tudo que aconteceu nos últimos anos e por todas as oportunidades que eu tive, elas me permitiram crescer como pessoa e como profissional. Não sei se posso atribuir isso a uma coisa especifica, lutei e me dediquei muito, mas também tive oportunidades maravilhosas e profissionais incríveis, cruzando meu caminho.
Como encarar as cenas de nudez com naturalidade sem ter tido outras experiências? O que é mais difícil de encarar? Eu confesso que não sabia como ia me sentir no começo, mas agora estou realmente tranquila. Todos me ajudaram muito e foram muito gentis e generosos comigo. Não me senti desconfortável em momento algum. Acaba não sendo difícil porque quem está ali no set é a Giovanna, e não a Agatha.
Você se surpreendeu com seu desempenho nesse papel? Como você se avalia? É muito crítica consigo mesma? Tivemos três meses de preparação que foram muito importantes pra todos. Me surpreendi com meu desempenho e com o de cada um ali, porque acompanhamos de perto o processo de cada um. Todos já estavam no caminho certo na preparação, víamos que tudo estava se direcionando pra um caminho lindo, em unidade. Quando vimos no ar, tivemos certeza! Sim, eu sou muito crítica comigo mesma. Muito!
Que dificuldades superou no início de carreira? Chegou onde queria como modelo? Comecei a modelar com 14 anos. Claro que recebi nãos antes de conseguir o que queria. Depois, tive a oportunidade de viajar bastante e consegui muitos trabalhos legais, sou muito grata por isso. Cheguei aonde queria sim. Quando recebi o convite para fazer o teste de “Malhação” estava fora trabalhando como modelo, mas já tinha decidido que queria focar em ser atriz e mais nada. Estava determinada a voltar para o Brasil para isso, por mais que não imaginasse que seria em “Malhação”! Foi uma surpresa muito positiva.
Com o sucesso da novela, vem a popularidade e o assédio. Isso já te incomodou em algum momento? E as cantadas aumentaram? Não me incomoda em nada e não acho que as cantadas tenham aumentado. (Risos). Todo mundo pensava que isso ia acontecer com as meninas da trama, mas o público separa bem as coisas - Pelo menos na minha experiência pessoal!
A Giovanna seduz com rapidez, e a Agatha, quando quer seduzir alguém que “armas” usa? Sou péssima! Nunca soube fazer isso! (Risos).
Você se acha sexy assim como nós a achamos? O que é ser sexy para você? Não! Acho que ser sexy é um dom, é algo que vem naturalmente. As pessoas mais sensuais são sensuais sem se esforçar
O que um homem deve fazer se quiser chamar sua atenção. E o que é um pecado num primeiro encontro? Pra chamar a minha atenção tem que ser muito inteligente e sensível. Um pecado no primeiro encontro...Olha, a pessoa falar errado é complicado! (Risos).
A Giovanna despertou um lado mais sensual em você que talvez você não tivesse consciência, ou é algo seu que fica guardado para usar na hora certa? Eu acho que não só eu, como todas as modelos ou ex-modelos que estão na novela aprendem a ser um mulherão sensual desde os 14 anos de idade, quando estão de frente pra uma câmera. Então, é um personagem que já temos em nós de fácil acesso.
Como modelo você já fez alguns trabalhos mais sensuais. Qual a diferença e dificuldade de trabalhos mais sexy em foto e em vídeo? Na foto, quando a câmera clica, você pode desmontar e trocar de pose, de cara, de atitude. No vídeo, você tem que se manter no personagem, dar texto, ser sexy, tudo ao mesmo tempo!
Que programa faz mais sua cabeça? Onde é mais fácil te encontrar quando está mais livre? Atualmente, dormindo nos dias que tenho de folga (risos). Mas claro que amo estar com meus amigos em qualquer situação.
Trabalhar como modelo te deixou mais ligada em moda e vaidade? Como você encara isso? Com certeza. Pequenas coisas viram habito, como se maquiar e se vestir. A vivência como modelo fez com que eu aprendesse isso e acaba se tornando uma coisa natural.
Para conquistar Agatha Moreira basta... Ser leal.
Alguma verdade secreta sobre as mulheres e sobre você que pudesse nos contar? Mulheres são muito complicadas, não tenho como generalizar. Mas eu sou a pessoa mais ansiosa do planeta, por mais que procure não demonstrar e trabalhe isso em mim diariamente.
Fotos Rodrigo Lopes
Produção executiva Marcia Dornelles
Stylist Leticia Cazarré
Beauty Cleide Araujo
Agradecimento especial: Sheraton Hotel Sheraton Barra Rio de Janeiro Hotel - Avenida Lúcio Costa, 3150 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro
Reservas pelo telefone: (21) 3139-8033. - www.sheraton-barra.com.br
AGATHA VESTE - LOOK 1: Vestido – BOBÔ, Cinto - acervo da produção, Botas - LUIZA BARCELOS, Joias - H.STERN; LOOK 2: Blusa e Vestido – BOBÔ, Sapatos - LUIZA BARCELOS, Acessórios - YANA PURGER, Cinto - acervo da produção; LOOK 3: Vestido - RAQUEL MATTAR, Joias H.STERN
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