Mais leves, finos e com muito mais funções, essas são as características desses produtos que selecionamos aqui. São gadgets de última geração que chegam trazendo mais interação e forma de extrair o melhor que a tecnologia pode nos proporcionar. Nossa seleção inclui tablete, fone de ouvido, celular e câmera fotográfica de ponta, com recursos que vão proporcionar melhor desempenho e maior rendimento. Confere aí e fique louco para ter o seu!
terça-feira, 30 de junho de 2015
sexta-feira, 26 de junho de 2015
ESTRELA: Paloma Bernardi cheia de atitude e sexy como você nunca viu antes
Nós adoramos Paloma Bernardi e fazer essa matéria com ela era um desejo antigo nosso. Querida por todos, simpática, sorriso fácil e linda, é praticamente certo que você irá se apaixonar por ela, que o diga seu namorado Thiago Martins. Ainda mais depois dessas belas fotos em Paloma está very sexy! Disposta a encarar novos desafios sempre, Paloma deu o que falar na última edição do “Dança dos Famosos”, em março interpretou Maria na Paixão de Cristo de Nova Jerusalém e recentemente foi uma garota bem danadinha na série As Canalhas, no canal GNT. Paloma não para, e à cada novo desafio uma nova paixão (dela e nossa).
Sua primeira novela foi ainda criança com 11 anos e antes fazia comerciais... O desejo pela carreira artística surgiu quando e de que forma? Minha primeira novela chama-se “Colégio Brasil”. Era Antônia e a direção era do Roberto Talma (amado que partiu agora, infelizmente... muito triste). Foi com ele que decidi ser atriz e seguir a minha vida artística. Esse primeiro contato com estúdio, essa rotina que é gravação de uma novela, um roteiro a seguir, capítulos para estudar, criação da personagem, foi ali que então pensei: “nossa é isso que eu quero pra minha vida!”.
Que desafios e realizações você busca como atriz? São tantos... eu acho que a carreira de ator, é quase infinita... Eu desejo poder contar histórias de pessoas admiráveis. Acho que isso resume bem, basta estar vivo para ter histórias pra contar e como atriz eu quero viver várias.
Esse ano você participou da Paixão de Cristo em Fazenda Nova, como foi a experiência e que desafios te trouxe? Esta foi mais uma oportunidade de uma realização de um grande sonho que tinha. Acompanhava esse espetáculo através de entrevistas, matérias, da minha própria família, por parte de mãe, que é de Recife. Fazenda Nova é o maior teatro ao ar livre do mundo, com mais de dez mil espectadores! Católica praticante que sou, pensava: “um dia eu tenho de participar desse espetáculo”, este dia veio agora, em 2015. Foi uma experiência maravilhosa, como se estivesse num retiro espiritual. Naquele lugar, com aquelas pessoas, me realizei não só como atriz, mas principalmente, como pessoa. Em vários momentos, senti como se Deus estivesse abençoando à todos de alguma forma. Quero voltar em 2016!!! (risos)
Quais sentimentos afloraram, pessoal e profissionalmente, ao fazer parte da Paixão de Cristo em Fazenda Nova, especialmente interpretando a Mãe de Jesus? Como sou uma pessoa de muita oração, naquele lugar, pude me resguardar. Em São Paulo e no Rio a gente se perde tanto na correria. Estamos sempre de lá pra cá, que às vezes perdemos essa conexão com Deus ou nos dedicamos pouco tempo a essa relação. Então lá tive esse tempo, a oportunidade de me reabastecer espiritualmente. Soube que viveria Maria no Natal. De lá até a Páscoa fiz as orações pelo Sagrado Coração de Maria e também li o livro chamado “Nove meses com Maria”. Como eu nunca fui mãe, o livro me ajudou na busca do sentimento mais próximo que Maria possa ter sentido na sua gestação para então ter uma leve noção da dor da morte de seu menino. Fui às lágrimas diversas vezes enquanto estudávamos ou ensaiávamos... No meu primeiro ensaio com todo o elenco, fazíamos uma marcação técnica, com o diretor dizendo: “aqui você pra cruz”; “aqui você abraça o personagem João”; “Você fala o seu texto aqui” e “Aqui você coloca Jesus no seu colo”, tá bom? E eu, “tá bom”... Quando colocaram o Igor Rickly, o Jesus, no meu colo, não me aguentei! Bateu um aperto no coração e eu chorei, chorei, sem motivos, sem saber porque! Por 5 segundos, era como se eu estivesse em um lugar fora dali e estava sendo abençoada por estar vivendo aquela história. Foi lindo demais!
Essa experiência em Fazenda Nova foi de certa forma um retorno às raízes, já que sua mãe é pernambucana? Foi uma honra. Eu amo Pernambuco, sou apaixonada por Recife. Está no sangue! Ali eu vejo a arte borbulhar em cada esquina. Vejo o folclore, as danças típicas acontecerem independente da época do ano. Recife valoriza a sua própria cultura isto está impresso nos seus artistas que são incríveis de bons em tudo! O pernambucano realmente tem a arte no sangue e eu por ser filha de pernambucana também tenho esse sangue artístico.
Como lida com fé, religião, pecado e perdão? Como disse, sou católica praticante desde criança, levada pelos meus pais. Na minha fase adolescente, trabalhava mais ativamente usando as artes nas missas festivas. A gente pode cair, encontrar barreiras, pedras no caminho, falhar na fé, mas eu sempre volto ao eixo através da oração. Costumo dizer que as coisas na minha vida acontecem por “Deuscindências” que são coincidências que vão surgindo que eu falo: “Só Você mesmo pode ter feito isso acontecer”. E assim eu sigo na fé, firme e forte no bem.
A fama veio com a personagem Mia na novela da Globo “Viver a Vida”, o que mudou a partir daí? Nossa mudou muita coisa na minha rotina. A minha essência, o que eu sou como pessoa, tudo o que eu aprendi com meus pais, a minha educação, isso não mudou e nunca mudará. Prezo muito o que me deram e fizeram o que sou. Mas ali era a primeira vez que estava experimentando um reconhecimento de público em todo o território nacional (!!!), lógico que assustou um pouco ver as pessoas comentando, comparando com outras atrizes, me parando nas ruas. Mas não sou hipócrita de dizer que não gosto. Claro que gosto! O que eu acho bacana é justamente o reconhecimento do meu trabalho e isso me impulsiona a ser cada vez melhor! Tô muito feliz com meus pés no chão, mas buscando alcançar as estrelas, sempre.
Fama geralmente vem associada à exposição, como lida com isso? A partir do momento que você se torna uma pessoa pública, você é referência para muita gente. Esperam ouvir o que você tem pra dizer também além da cena em si, então tento ser uma boa referência. As pessoas tem curiosidade em torno de quem aparece na televisão e claro, nem tudo é necessário tornar público e isso me incomoda um pouco. O mundo digital é ótimo mas é um território de ninguém, sem controle nenhum e me incomoda as páginas “fakes” que falam por mim... um verdadeiro desrespeito mas tudo bem, pois sei que isso acontece e tenho que passar por cima e não deixar isso prejudicar a minha vida.
Rosângela, da novela “Salve Jorge”, foi sua primeira vilã e causou boa repercussão, atraindo inclusive a “raiva” do público. A experiência de uma vilã é mais rica? Rosângela foi mesmo um divisor de águas na minha carreira porque pude mostrar para o público e para a classe artística que podia ir além da boa moça. Foi maravilhoso o retorno do público. As pessoas sentiram raiva de mim! Quem diria que isso me faria feliz, né? Mas essa é a prova de que atingi o objetivo que a personagem pedia. Quanto a ser vilã ser um trabalho mais rico, acho que isso independe. O trabalho tem de ser reconhecido se for a mocinha ou a vilã.
Dança dos Famosos, qual o saldo pra vida após essa experiência? A Dança dos Famosos foi uma grande conquista. Foi uma experiência única que me levou a exaustão física, mental e espiritual, mas também um aprendizado sem tamanho como atriz. A cada semana vivi uma personagem diferente, dentro de um universo diferente, enfrentando medos, desafios, o desconhecido... O que eu vivi na Dança foi algo único. Não ganhei mas cheguei até a final e me sinto vitoriosa pois saí me sentindo uma mulher mais forte, mais preparada para o imprevisível. Conheceram a Paloma Bernardi chorando, com medo, alegre, divertida, palhaça, talentosa, com dificuldades, então foi ótimo que o público pôde ver a minha essência independente de um personagem que estivesse vivendo. Esse foi o meu maior saldo: sou forte e tudo é possível porque sou capaz. Tô pronta! É só mandar! (risos)
O fato da sua mãe ter sido bailarina do Balé Popular do Recife, fez você se aproximar mais da dança? O que a dança representa para você? Sim, o fato de minha mãe ter tido esse contato na adolescência com o Balé Popular do Recife me influenciou muito. Como disse antes, ela que me levou para esse mundo das artes de um modo geral. Eu adoro dançar e depois da Dança dos Famosos, aí que eu me apaixonei mesmo. É que não tenho tempo ainda, mas eu gostaria de dar continuidade as aulas de dança, porque como atriz o meu corpo fala e já que também tem a questão de manter a forma é um meio de você manter o corpo e a mente equilibrada até sem perceber.
Você namora o Thiago Martins, também ator, como viver uma vida a dois com privacidade sendo os dois famosos? Quando queremos ter nossos momentos à dois, marcamos uma viagem, vamos para um lugar mais distante, ou a gente fica em casa mesmo se curtindo. Encontrando meios, formas de viver nosso relacionamento de forma tranquila.
Na era das selfies e redes sociais, como se preservar sem se excluir de tudo isso? Qual o limite para a exposição? Até onde vai a necessidade como atriz e a vontade como pessoa comum? Eu tenho nas redes sociais meus maiores parceiros. Uso Instagram, Twitter e Fanpage. Estes são os lugares onde mantenho a minha conexão com os meus fãs, com os meus seguidores, com as pessoas que gostam do meu trabalho. Eu não exponho nada que soe algo vulgar, pois meus princípios são maiores que minha ambição. Tenho muito respeito ao meu público e as pessoas em geral. As selfies até gosto de eu mesma tirar com quem me pede com respeito. O que não gosto é de gente sem autorização, sem pedir, faz uma foto quando estou comendo ou com a boca aberta... ninguém gosta, né?
Você é bonita e desejada, como lida com sua sensualidade e com o assédio masculino? Nossa, obrigada pelo elogio. Assédio masculino eu nunca tive problema, nunca mesmo. Nunca ninguém me desrespeitou. A abordagem que recebo é masculina e feminina e sempre de reconhecimento, de gratidão, de parabéns pelo trabalho que estou fazendo. Quanto a sensualidade acho que é ser natural. Quando você quer forçar alguma coisa, aí não rola. Toda mulher sabe ser sensual quando quer, sabe o que ativar nos gestos para ser sensual. Às vezes é um olhar, uma jogada de cabelo, uma roupa, um sorriso... A naturalidade encontra essa sensualidade com mais valor do que aquela forçada, vulgar.
O que os homens ainda não aprenderam com as mulheres? E o que você inveja neles? O nosso poder de visão ampla, de ouvir a intuição... Em pleno século XXI, são poucos os “Erasmos” que reconhecem o quanto temos que ser multifacetadas, que lidamos melhor com o “acúmulo de funções”. Admiro a forma que o homem tem de levar a vida, com mais objetividade. Eles selecionam o que querem e o que não querem, desligam-se, simples assim. Por favor, leitores, lembrem-se que estamos aqui falando de forma bem geral, ok? (risos)
Você estreou nas telonas com o filme “Lascados”, como foi participar desse filme? Foi uma ótima experiência, meu primeiro longa, uma comédia infanto-juvenil, um público que fazia tempo que não trabalhava, adolescentes. Gravamos no interior do Espírito Santo, em praias lindas... e muito bom poder me ver na telona. Fiz uma caipira, que parecia ser santa, mas no fundo não era nada, era uma mentirosa e bem safadinha.
E quais os próximos projetos? Estou filmando dois longa metragens: “É Carnaval”, com direção do Paulo Fontenele e o outro, “Vale Tudo” do Afonso Poyart. Artisticamente estou bem satisfeita porque tudo que queria fazer depois de Rosângela em Salve Jorge, estou realizando. Fiz a série “As Canalhas”, do GNT; a Paixão de Cristo no teatro e os filmes... e quero mais, muito mais!!!
Paloma Bernardi se conquista com... Com simplicidade, espontaneidade e charme (risos).
Fotos Sergio Baia
Produção Executiva Marcia Dornelles
Styling Alê Duprat para Aba Mgt
Produção de Moda Marcellla Klimovicz
Beleza Apoema Schiel para Aba Mgt
PALOMA VESTE: Look 1: body preto Eva; Look 2: body vermelho Thelure para Unidas; Look 3: body azul para Thelure. Sapatos: Jorge Bishoff
Sua primeira novela foi ainda criança com 11 anos e antes fazia comerciais... O desejo pela carreira artística surgiu quando e de que forma? Minha primeira novela chama-se “Colégio Brasil”. Era Antônia e a direção era do Roberto Talma (amado que partiu agora, infelizmente... muito triste). Foi com ele que decidi ser atriz e seguir a minha vida artística. Esse primeiro contato com estúdio, essa rotina que é gravação de uma novela, um roteiro a seguir, capítulos para estudar, criação da personagem, foi ali que então pensei: “nossa é isso que eu quero pra minha vida!”.
Que desafios e realizações você busca como atriz? São tantos... eu acho que a carreira de ator, é quase infinita... Eu desejo poder contar histórias de pessoas admiráveis. Acho que isso resume bem, basta estar vivo para ter histórias pra contar e como atriz eu quero viver várias.
Esse ano você participou da Paixão de Cristo em Fazenda Nova, como foi a experiência e que desafios te trouxe? Esta foi mais uma oportunidade de uma realização de um grande sonho que tinha. Acompanhava esse espetáculo através de entrevistas, matérias, da minha própria família, por parte de mãe, que é de Recife. Fazenda Nova é o maior teatro ao ar livre do mundo, com mais de dez mil espectadores! Católica praticante que sou, pensava: “um dia eu tenho de participar desse espetáculo”, este dia veio agora, em 2015. Foi uma experiência maravilhosa, como se estivesse num retiro espiritual. Naquele lugar, com aquelas pessoas, me realizei não só como atriz, mas principalmente, como pessoa. Em vários momentos, senti como se Deus estivesse abençoando à todos de alguma forma. Quero voltar em 2016!!! (risos)
Quais sentimentos afloraram, pessoal e profissionalmente, ao fazer parte da Paixão de Cristo em Fazenda Nova, especialmente interpretando a Mãe de Jesus? Como sou uma pessoa de muita oração, naquele lugar, pude me resguardar. Em São Paulo e no Rio a gente se perde tanto na correria. Estamos sempre de lá pra cá, que às vezes perdemos essa conexão com Deus ou nos dedicamos pouco tempo a essa relação. Então lá tive esse tempo, a oportunidade de me reabastecer espiritualmente. Soube que viveria Maria no Natal. De lá até a Páscoa fiz as orações pelo Sagrado Coração de Maria e também li o livro chamado “Nove meses com Maria”. Como eu nunca fui mãe, o livro me ajudou na busca do sentimento mais próximo que Maria possa ter sentido na sua gestação para então ter uma leve noção da dor da morte de seu menino. Fui às lágrimas diversas vezes enquanto estudávamos ou ensaiávamos... No meu primeiro ensaio com todo o elenco, fazíamos uma marcação técnica, com o diretor dizendo: “aqui você pra cruz”; “aqui você abraça o personagem João”; “Você fala o seu texto aqui” e “Aqui você coloca Jesus no seu colo”, tá bom? E eu, “tá bom”... Quando colocaram o Igor Rickly, o Jesus, no meu colo, não me aguentei! Bateu um aperto no coração e eu chorei, chorei, sem motivos, sem saber porque! Por 5 segundos, era como se eu estivesse em um lugar fora dali e estava sendo abençoada por estar vivendo aquela história. Foi lindo demais!
Essa experiência em Fazenda Nova foi de certa forma um retorno às raízes, já que sua mãe é pernambucana? Foi uma honra. Eu amo Pernambuco, sou apaixonada por Recife. Está no sangue! Ali eu vejo a arte borbulhar em cada esquina. Vejo o folclore, as danças típicas acontecerem independente da época do ano. Recife valoriza a sua própria cultura isto está impresso nos seus artistas que são incríveis de bons em tudo! O pernambucano realmente tem a arte no sangue e eu por ser filha de pernambucana também tenho esse sangue artístico.
Como lida com fé, religião, pecado e perdão? Como disse, sou católica praticante desde criança, levada pelos meus pais. Na minha fase adolescente, trabalhava mais ativamente usando as artes nas missas festivas. A gente pode cair, encontrar barreiras, pedras no caminho, falhar na fé, mas eu sempre volto ao eixo através da oração. Costumo dizer que as coisas na minha vida acontecem por “Deuscindências” que são coincidências que vão surgindo que eu falo: “Só Você mesmo pode ter feito isso acontecer”. E assim eu sigo na fé, firme e forte no bem.
A fama veio com a personagem Mia na novela da Globo “Viver a Vida”, o que mudou a partir daí? Nossa mudou muita coisa na minha rotina. A minha essência, o que eu sou como pessoa, tudo o que eu aprendi com meus pais, a minha educação, isso não mudou e nunca mudará. Prezo muito o que me deram e fizeram o que sou. Mas ali era a primeira vez que estava experimentando um reconhecimento de público em todo o território nacional (!!!), lógico que assustou um pouco ver as pessoas comentando, comparando com outras atrizes, me parando nas ruas. Mas não sou hipócrita de dizer que não gosto. Claro que gosto! O que eu acho bacana é justamente o reconhecimento do meu trabalho e isso me impulsiona a ser cada vez melhor! Tô muito feliz com meus pés no chão, mas buscando alcançar as estrelas, sempre.
Fama geralmente vem associada à exposição, como lida com isso? A partir do momento que você se torna uma pessoa pública, você é referência para muita gente. Esperam ouvir o que você tem pra dizer também além da cena em si, então tento ser uma boa referência. As pessoas tem curiosidade em torno de quem aparece na televisão e claro, nem tudo é necessário tornar público e isso me incomoda um pouco. O mundo digital é ótimo mas é um território de ninguém, sem controle nenhum e me incomoda as páginas “fakes” que falam por mim... um verdadeiro desrespeito mas tudo bem, pois sei que isso acontece e tenho que passar por cima e não deixar isso prejudicar a minha vida. Rosângela, da novela “Salve Jorge”, foi sua primeira vilã e causou boa repercussão, atraindo inclusive a “raiva” do público. A experiência de uma vilã é mais rica? Rosângela foi mesmo um divisor de águas na minha carreira porque pude mostrar para o público e para a classe artística que podia ir além da boa moça. Foi maravilhoso o retorno do público. As pessoas sentiram raiva de mim! Quem diria que isso me faria feliz, né? Mas essa é a prova de que atingi o objetivo que a personagem pedia. Quanto a ser vilã ser um trabalho mais rico, acho que isso independe. O trabalho tem de ser reconhecido se for a mocinha ou a vilã.
Dança dos Famosos, qual o saldo pra vida após essa experiência? A Dança dos Famosos foi uma grande conquista. Foi uma experiência única que me levou a exaustão física, mental e espiritual, mas também um aprendizado sem tamanho como atriz. A cada semana vivi uma personagem diferente, dentro de um universo diferente, enfrentando medos, desafios, o desconhecido... O que eu vivi na Dança foi algo único. Não ganhei mas cheguei até a final e me sinto vitoriosa pois saí me sentindo uma mulher mais forte, mais preparada para o imprevisível. Conheceram a Paloma Bernardi chorando, com medo, alegre, divertida, palhaça, talentosa, com dificuldades, então foi ótimo que o público pôde ver a minha essência independente de um personagem que estivesse vivendo. Esse foi o meu maior saldo: sou forte e tudo é possível porque sou capaz. Tô pronta! É só mandar! (risos)
O fato da sua mãe ter sido bailarina do Balé Popular do Recife, fez você se aproximar mais da dança? O que a dança representa para você? Sim, o fato de minha mãe ter tido esse contato na adolescência com o Balé Popular do Recife me influenciou muito. Como disse antes, ela que me levou para esse mundo das artes de um modo geral. Eu adoro dançar e depois da Dança dos Famosos, aí que eu me apaixonei mesmo. É que não tenho tempo ainda, mas eu gostaria de dar continuidade as aulas de dança, porque como atriz o meu corpo fala e já que também tem a questão de manter a forma é um meio de você manter o corpo e a mente equilibrada até sem perceber.
Você namora o Thiago Martins, também ator, como viver uma vida a dois com privacidade sendo os dois famosos? Quando queremos ter nossos momentos à dois, marcamos uma viagem, vamos para um lugar mais distante, ou a gente fica em casa mesmo se curtindo. Encontrando meios, formas de viver nosso relacionamento de forma tranquila.
Na era das selfies e redes sociais, como se preservar sem se excluir de tudo isso? Qual o limite para a exposição? Até onde vai a necessidade como atriz e a vontade como pessoa comum? Eu tenho nas redes sociais meus maiores parceiros. Uso Instagram, Twitter e Fanpage. Estes são os lugares onde mantenho a minha conexão com os meus fãs, com os meus seguidores, com as pessoas que gostam do meu trabalho. Eu não exponho nada que soe algo vulgar, pois meus princípios são maiores que minha ambição. Tenho muito respeito ao meu público e as pessoas em geral. As selfies até gosto de eu mesma tirar com quem me pede com respeito. O que não gosto é de gente sem autorização, sem pedir, faz uma foto quando estou comendo ou com a boca aberta... ninguém gosta, né?
Você é bonita e desejada, como lida com sua sensualidade e com o assédio masculino? Nossa, obrigada pelo elogio. Assédio masculino eu nunca tive problema, nunca mesmo. Nunca ninguém me desrespeitou. A abordagem que recebo é masculina e feminina e sempre de reconhecimento, de gratidão, de parabéns pelo trabalho que estou fazendo. Quanto a sensualidade acho que é ser natural. Quando você quer forçar alguma coisa, aí não rola. Toda mulher sabe ser sensual quando quer, sabe o que ativar nos gestos para ser sensual. Às vezes é um olhar, uma jogada de cabelo, uma roupa, um sorriso... A naturalidade encontra essa sensualidade com mais valor do que aquela forçada, vulgar.
O que os homens ainda não aprenderam com as mulheres? E o que você inveja neles? O nosso poder de visão ampla, de ouvir a intuição... Em pleno século XXI, são poucos os “Erasmos” que reconhecem o quanto temos que ser multifacetadas, que lidamos melhor com o “acúmulo de funções”. Admiro a forma que o homem tem de levar a vida, com mais objetividade. Eles selecionam o que querem e o que não querem, desligam-se, simples assim. Por favor, leitores, lembrem-se que estamos aqui falando de forma bem geral, ok? (risos)
Você estreou nas telonas com o filme “Lascados”, como foi participar desse filme? Foi uma ótima experiência, meu primeiro longa, uma comédia infanto-juvenil, um público que fazia tempo que não trabalhava, adolescentes. Gravamos no interior do Espírito Santo, em praias lindas... e muito bom poder me ver na telona. Fiz uma caipira, que parecia ser santa, mas no fundo não era nada, era uma mentirosa e bem safadinha.
E quais os próximos projetos? Estou filmando dois longa metragens: “É Carnaval”, com direção do Paulo Fontenele e o outro, “Vale Tudo” do Afonso Poyart. Artisticamente estou bem satisfeita porque tudo que queria fazer depois de Rosângela em Salve Jorge, estou realizando. Fiz a série “As Canalhas”, do GNT; a Paixão de Cristo no teatro e os filmes... e quero mais, muito mais!!!
Paloma Bernardi se conquista com... Com simplicidade, espontaneidade e charme (risos).
Fotos Sergio Baia
Produção Executiva Marcia Dornelles
Styling Alê Duprat para Aba Mgt
Produção de Moda Marcellla Klimovicz
Beleza Apoema Schiel para Aba Mgt
PALOMA VESTE: Look 1: body preto Eva; Look 2: body vermelho Thelure para Unidas; Look 3: body azul para Thelure. Sapatos: Jorge Bishoff
quinta-feira, 25 de junho de 2015
VAIDADE: Cinco perfumes amadeirados que dão o aroma desse inverno para homens mais clássicos
Cada estação, cada ocasião tem seu aroma e fragrância ideal. No caso o aroma ideal para os homens mais clássicos e para os dias mais frios, são as notas amadeiradas. Consideradas as mais masculinas e que permanecem na pele por mais tempo e mais intensidade. Separamos cinco lançamentos de perfumes amadeirados que vão fazer a cabeça dos homens nesse inverno.
quarta-feira, 24 de junho de 2015
CARRO: Mini Cooper 5 portas, o pequeno gigante urbano
Design é um dos atributos de projetos que marcam época e fazem um produto ficar no imaginário por muito tempo. Esse é o caso do MINI, o pequeno carro inglês que influenciou uma geração de desenvolvedores de automóveis, encheu as ruas de cidades do muito inteiro com seu charme e é reconhecido por onde quer que passe.
Repaginado, o MINI lançou no mercado sua versão com cinco portas, um projeto audacioso que marca a nova geração do modelo. Com maior espaço interno, acomoda agora três passageiros no banco traseiro e teve seu porta-malas aumentado, ao mesmo tempo mantendo-se compacto, a característica mais marcante dos MINI, que estão nas ruas desde 1959. O interior do veículo impressiona tanto pela funcionalidade quanto pela estética, com seu painel de instrumentos iluminado trazendo informações úteis, entretenimento e conectividade para motoristas e passageiros.
A distância entre eixos aumentou 7,2 mm (para 2.567 mm) no novo modelo, criando-se espaço para três assentos na parte traseira. Além disso, tem 72 mm a mais de espaço para os pés e para as pernas, 15 mm a mais espaço para a cabeça e 61 mm de largura a mais na parte interior, na altura do cotovelo. O encosto traseiro tem divisão 60/40. O espaço do compartimento de bagagem foi aumentado para 278 litros, 67 litros a mais do que no modelo de três portas – excelentes números para o segmento de compactos premium.
Por fora, o MINI dispensa apresentações, sendo um carro conhecido por suas curvas, tamanho e estilo. O Hatch de cinco portas exala o estilo esportivo, com seus tradicionais faróis ovais (halogênicos ou FULL-Led), entradas de ar dianteiras em formato de colmeia e seu teto terminado em um discreto e funcional aerofólio. Por dentro, o MINI Cooper 5 portas, na versão TwinPower Turbo, é impulsionado por um motor a gasolina de 3 cilindros e 136 cv de potência; e a motorização Cooper S possui um motor de 4 cilindros, a gasolina, que gera 192 cv de potência.
Se espaço é algo cada vez mais disputados nas grandes cidades, o MINI parece ter sido desenvolvido para espaços urbanos compactos. Em grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro ou Recife e seus desafios de trânsito trazem vantagens para o modelo, que além de compacto também impressiona pelo estilo e modernidade. Presente em metrópoles do mundo inteiro, o MINI Hatch cinco portas é uma boa aposta para vencer distâncias urbanas com estilo e sofisticação.
Repaginado, o MINI lançou no mercado sua versão com cinco portas, um projeto audacioso que marca a nova geração do modelo. Com maior espaço interno, acomoda agora três passageiros no banco traseiro e teve seu porta-malas aumentado, ao mesmo tempo mantendo-se compacto, a característica mais marcante dos MINI, que estão nas ruas desde 1959. O interior do veículo impressiona tanto pela funcionalidade quanto pela estética, com seu painel de instrumentos iluminado trazendo informações úteis, entretenimento e conectividade para motoristas e passageiros.
A distância entre eixos aumentou 7,2 mm (para 2.567 mm) no novo modelo, criando-se espaço para três assentos na parte traseira. Além disso, tem 72 mm a mais de espaço para os pés e para as pernas, 15 mm a mais espaço para a cabeça e 61 mm de largura a mais na parte interior, na altura do cotovelo. O encosto traseiro tem divisão 60/40. O espaço do compartimento de bagagem foi aumentado para 278 litros, 67 litros a mais do que no modelo de três portas – excelentes números para o segmento de compactos premium.
Por fora, o MINI dispensa apresentações, sendo um carro conhecido por suas curvas, tamanho e estilo. O Hatch de cinco portas exala o estilo esportivo, com seus tradicionais faróis ovais (halogênicos ou FULL-Led), entradas de ar dianteiras em formato de colmeia e seu teto terminado em um discreto e funcional aerofólio. Por dentro, o MINI Cooper 5 portas, na versão TwinPower Turbo, é impulsionado por um motor a gasolina de 3 cilindros e 136 cv de potência; e a motorização Cooper S possui um motor de 4 cilindros, a gasolina, que gera 192 cv de potência.
Se espaço é algo cada vez mais disputados nas grandes cidades, o MINI parece ter sido desenvolvido para espaços urbanos compactos. Em grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro ou Recife e seus desafios de trânsito trazem vantagens para o modelo, que além de compacto também impressiona pelo estilo e modernidade. Presente em metrópoles do mundo inteiro, o MINI Hatch cinco portas é uma boa aposta para vencer distâncias urbanas com estilo e sofisticação.
terça-feira, 23 de junho de 2015
BEBIDA: Loura cigana - Cervejarias ciganas chegam para conquistar o paladar brasileiro
Evil Twin, Mikkeller e Stillwater são alguns exemplos de cervejeiros ciganos que chegaram no Brasil e consolidaram a ideia cigana de se produzir cervejas. Um cervejeiro cigano terceiriza sua produção, ou seja, ele viaja por cidades e países produzindo suas receitas em diferentes cervejarias. Em 2012, Mikkel Borg chegou com sua marca Mikkeller (Dinamarca) no Brasil. Foi um dos pioneiros desse conceito e logo depois abriu as portas para Evil Twin (Dinamarca) e Stillwater (Estados Unidos) no país.
No Brasil a ideia cigana nasceu, cresceu e virou algo tentador entre cervejeiros caseiros, que conseguiram alcançar seus sonhos produzindo suas cervejas em diferentes locais. Conheça agora 5 novas cervejarias brasileiras que são ciganas e já conseguiram destaque no cenário nacional com suas receitas:
No Brasil a ideia cigana nasceu, cresceu e virou algo tentador entre cervejeiros caseiros, que conseguiram alcançar seus sonhos produzindo suas cervejas em diferentes locais. Conheça agora 5 novas cervejarias brasileiras que são ciganas e já conseguiram destaque no cenário nacional com suas receitas:
sexta-feira, 12 de junho de 2015
CAPA: Marcos Veras entra pela porta da frente e estreia em horário nobre
Focado, organizado, planeja a carreira com esmero e se entrega com amor, ousadia e muito profissionalismo a cada novo projeto e desafio. E sim, Marcos Veras também é o cara engraçado que o público se acostumou a ver em programas humorísticos. Mais que isso, é um cara que sabe levar a vida com seriedade, equilibrando tudo com leveza e bom humor, talvez aí esteja a razão do sucesso bater à porta (da frente) e levá-lo às telas da TV em uma novela das 21h. Verás, caro leitor, que o encontro desse artista com uma carreira de sucesso é bem merecido.
Do mundo digital para o papel. Essa é sua segunda capa MENSCH, só que desta vez na edição impressa. Como vê o jornalismo e o entretenimento em cada um desses formatos? Acredita que o papel vai “morrer” em breve? Bom, se depender do meu gosto, o papel nunca irá morrer. Ainda prefiro ler o jornal impresso, pegar na revista. É um ritual bacana. Claro que uso bastante a Internet pra me informar e me entreter, mas acredito que os dois veículos se complementam. Não tem como, por exemplo, o impresso concorrer com o imediatismo da Internet, onde acontece algo na cidade e logo já está na rede. Por outro lado, no impresso sinto talvez um cuidado maior com as matérias, talvez pelo mínimo de tempo que eles têm a mais em relação à internet. O papel está tendo que se reinventar, e isso é ótimo para todos.
O próprio “Porta dos Fundos”, no qual você participou por dois anos, surgiu e criou respeito por ser um programa na web. Hoje, vários veículos e canais estão partindo para essa nova realidade que é a web. O que acha disso? Como é também fazer parte disso (por conta do Porta)? O “Porta dos Fundos” profissionalizou o humor na Internet e revolucionou a publicidade na rede. Claro que ainda há espaço pra qualquer um gravar um vídeo de celular e postar, o legal da Internet é essa rapidez. Porém, hoje, muita gente antes de postar algo de humor ou qualquer tipo de dramaturgia, segue a linha do Porta. As empresas, por exemplo, querem mudar a forma de vender suas marcas, e muitas podem ter o receio de fazer algo diferente na TV e experimentam na Internet, se jogam, ousam. Acho que o Porta seguiu um caminho muito legal que já tinha sido aberto por vídeos que viralizaram como alguns stand-ups e clipes. O Porta produziu seu próprio conteúdo, seu próprio viral, usando a Internet como sua principal janela de exibição. Muitos grupos surgiram depois do Porta porque viram que era possível fazer um trabalho sem depender da TV, por exemplo. Hoje a web é pensada como o cinema, a TV, o teatro, enfim, mais um meio de comunicação oficial.
Falando sobre isso... Você vem de uma mídia mais antiga que é o rádio. Como vê hoje em dia o espaço do rádio? Ainda tem espaço para programas de rádio hoje em dia? Faço rádio há 12 anos e amo fazer. É uma escola. Aprendi muito nesse período. Muitos atores vieram do rádio. Não é o meu caso porque já fazia teatro, mas posso dizer que foi meu primeiro emprego como artista, meu primeiro contato com programa ao vivo, numa grande rádio. E desde que comecei ouvia que o rádio ia acabar, que estava ultrapassado - nunca acreditei nisso. No meu carro escuto rádio todos os dias, de informação a música, de programas de humor a futebol. O rádio também se reinventou, correu atrás usando a tecnologia a favor, usando o whatsapp onde os ouvintes podem mandar flagrantes, fazendo show de música, usando o humor cada vez mais. É um veículo íntimo do público. Quantas pessoas que trabalham de madrugada, por exemplo e que não podem ver TV, levam seus rádios de pilha pro trabalho como companheiro. A única coisa que ainda não consigo entender é a obrigatoriedade da “Voz do Brasil”. No Rio de Janeiro, por exemplo, é de segunda a sexta as 7 da noite em pleno horário de caos, onde você está no carro precisando saber por onde ir, onde está com obras... Isso sim é um retrocesso que o rádio ainda sofre.
Vivemos uma época de revolução da comunicação de modo geral? Onde cada um pode montar uma rádio, um site/blog e até uma TV na web sem necessariamente ter estudado ou ter técnica para isso. Isso te assusta ou instiga? Sou sempre a favor do estudo, da formação, porque senão vira um celeiro de aventureiros essa nossa profissão. Porém, há as exceções - pessoas que são extremamente talentosas e que se jogam num empreendimento e dão certo, fazem sucesso. O que faz a diferença é se essa pessoa depois que fizer esse sucesso imediato não correr atrás do estudo, do aperfeiçoamento - ela vai morrer na praia. Hoje o sucesso e o fracasso podem chegar com a mesma velocidade. Mas quem está melhor preparado, vai saber lidar com os dois momentos de uma maneira bem mais madura.
E essas “férias” do “Porta dos Fundos” tá deixando saudades? Sim, adoro o grupo e sou amigo de todos. Nos frequentamos sempre, saímos pra jantar, mas cada um tem sua carreira paralela ao grupo e nesse momento estou dedicado ao Encontro e ao novo desafio que é a novela. Costumo dizer que estou de licença porque eles fecharam com a FOX e eu tenho contrato com a TV Globo, mesmo assim, a Globo liberou vídeos meus de 2 anos atrás pra serem reprisados na FOX. Foi muito gentil por parte da emissora essa liberação. Fazer parte desse movimento só me dá orgulho. O Porta trouxe de volta o frescor que o humor brasileiro vinha perdendo, mas em breve mato as saudade porque vou fazer o filme do grupo.
Para alegria dos fãs você não vai sair do Encontro com Fátima Bernardes, qual a razão de ao invés de trocar, você acumular mais trabalho? A Fátima é irresistível? (risos) Sim, ela é. (risos). A Fátima é uma pessoa especial. A admiro, a respeito. E não sair do Encontro nem cogitamos essa possibilidade porque são produtos diferentes. De manhã estou como pessoa física, como Marcos comunicador, comediante. E à noite, como ator dando vida a um personagem, contando uma história. E além disso, sou louco por meu trabalho, adoro a adrenalina do ao vivo, dos desafios, gosto da correria.
Falando em acúmulo, você rodou 2 longas que estreiam agora em 2015, “Entre Abelhas” (provavelmente “Entre Abelhas” já tenha estreado até a publicação desta entrevista) e “O Troco”, e isso implica na maratona de divulgação, como conciliar tantos projetos que exigem tanto e ainda manter o bom humor? Sou um cara disciplinado. Tenho tudo organizado em relação à agenda, anoto datas, horários... Planejo a semana. E é claro que conto com pessoas que me ajudam nessa loucura, como as produções dos programas que faço, minha empresária, minha assessoria de imprensa, minha assistente... O Entre Abelhas rodei ano passado e está nos cinemas e adorei fazer porque é um filme diferente e com amigos. O Troco filmei em 2013 e será lançado em setembro. Lá eu faço um vilão, um papel diferente de tudo que já fiz e que as pessoas estão acostumadas a ver. Tem um super elenco - Debora Secco, Júlio Andrade, Lúcio Mauro Filho e a direção do André Moraes. Acho que isso é o suficiente pra manter o bom humor né?! (risos)
Em “Entre Abelhas” o seu personagem, o Davi é o macho alfa, pegador, trai a mulher e isso é muito “normal”. Como descreveria o homem atual e quais são suas maiores dificuldades nas relações? O Davi é um cara imaturo que acha que ainda tem seus 18 anos. É um babaca. A questão é que alguns homens não têm mais idade pra isso como é o caso do Davi que tem 35 anos, casado, trabalha, mas não liga pra nada disso. Acho que homem como Davi está mais raro, não porque o homem tenha mudado tanto assim, mas principalmente porque a mulher mudou. Hoje, qualquer mulher daria um pé na bunda de um homem como o Davi. Ela hoje não precisa mais desse cara. E por isso acho que o homem que é inteligente sacou isso e mudou um pouco a postura. Sempre fui namorador porque eu tive namoros longos. Meu menor namoro durou 9 meses, os demais, 2 anos, 4 anos e agora já estou há 10 anos com a Júlia, casados há 4. Nos damos muito bem, nos divertimos juntos, fazemos planos juntos, mas ao mesmo tempo, respeitamos nossas individualidades que, talvez, tenha sido a minha maior dificuldade no início - separar o espaço de cada um de nós. Fui com muita sede ao pote com a Julia e queria logo ficar junto, noivar, casar, era um pouco ciumento e com o tempo fomos nos entendendo e estamos aí, felizes.
“O Troco” é sobre um ator fracassado que consegue uma grana pra rodar um filme e convoca uma turma de amigos na mesma situação...Por que produzir ainda é tão difícil no Brasil? Cada vez mais difícil né?! Os teatros cada vez mais raros. No Rio, todo ano se fecha um teatro, e os que existem, alguns estão caindo aos pedaços. Uma pena. São poucas as salas novas, bem equipadas e essas são caríssimas pra uma produção que, mesmo com patrocínio, precisa de público pra ter um mínimo de retorno. O público cada vez mais longe do teatro porque a cultura não é prioridade. Até porque tem que comer, pagar a luz, aluguel e isso, cada vez mais caro, ou seja, é uma bola de neve. Tem produtor que prefere arriscar e bancar do bolso uma produção porque às vezes não tem habilidade ou paciência pra esperar a aprovação na lei que é confusa, e aí, depois, captar esse dinheiro numa empresa. Com patrocínio, ou não, sou a favor do artista empreendedor. Aquele que pensa, que produz, que escreve, que corre atrás e que é dono de seu negócio. Isso não anula você ser contratado pra uma grande produção, até porque isso também é bom, mas quando se sabe fazer sem depender de ninguém, o gostinho é diferente
E agora a novela “Babilônia”, horário nobre de uma grande emissora...Tá rindo à toa? Hahaha. Ri da pergunta tá?! (risos). Tô adorando fazer. Não vou esconder que estou muito feliz em estrear numa novela e logo cheia de vantagens. Elenco, autores, personagem e no horário nobre. É uma responsabilidade porque é uma exposição muito grande, parece seleção brasileira, onde todo cidadão tem o direito de ser técnico, dar pitaco na trama, nos personagens, isso é legal. É legítimo. É o público que consome isso há anos, é a hora que grande parte da família pára em frente à TV pra assistir à alguma coisa, então ela quer falar e quer ser ouvida.
Quais suas expectativas e como tem sido a construção do personagem? É muito diferente fazer novela? Pro ator é desafiador porque você vai descobrindo seu personagem no caminho. É uma espécie de ensaio de uma peça de teatro só que com ela já em cartaz. A cada capítulo que chega, você descobre algo interessante pro seu personagem. O Norberto é um cara tímido e que tem mania de organização. Me preparei pra fazer porque tive aulas de culinária com o chef Ricardo Lapayere na Casa Julieta de Serpa no Rio, tive aulas de clown com o Márcio Libar junto com o Igor pra gente investir na dupla cômica e também com o Igor. A gente vem fazendo um trabalho paralelo de estudo dos capítulos que chegam com a diretora teatral Miwa Yanagizawa. Estou adorando meus parceiros Gabriel Braga Nunes, Igor Angelkorte, Juliana Alves, Rosi Campos, Maria Clara Gueiros. A gente se diverte dentro e fora de cena.
E já que seu personagem é um chef de cozinha, qual sua especialidade nas panelas? No momento em casa venho fazendo muita tapioca e churrasco nos fins de semana. Tá bom né? Pra quem não era tão habilidoso.
O momento político do Brasil mais parece clássico no Maracanã, mesmo com ânimos tão acirrados o humor ainda cabe nesses assuntos? A política sempre foi matéria prima pro humor e agora não é diferente, só que a chapa tá quente e respingando cada vez mais na gente, cidadão. E a comédia tem a função não só de fazer rir, mas de também chamar atenção para o que está acontecendo.
O Brasil é mesmo o país da piada pronta? Infelizmente sim. Mas se você for perguntar pra comediantes de outros países, eles talvez respondam o mesmo. A política vai ser sempre alvo dos comediantes.
O que você não faria por fama ou dinheiro algum? Passar por cima de alguém, prejudicar alguém pra ter isso.
E o que o dinheiro compra que te dar um prazer danado? Comida e viagem. Meus dois programas preferidos. Amo conhecer restaurantes e gostaria de ter mais tempo pra viajar pelo Brasil e pelo mundo.
Você é casado com a atriz Júlia Rabello, que também tem uma veia cômica, o bom humor é o tempero que atrai as pessoas? Dá para manter o bom humor em casa mesmo com os probleminhas do dia-a-dia? O humor é sensual. Mais vale uma boa piada do que uma barriga tanquinho. Se tiver os dois, aí ninguém te segura. Mulher gosta de homem bem humorado, mas não gaiato que faz piada com tudo, sem noção e que não leva nada a sério. A Júlia é super bem humorada e os problemas do dia-a-dia, a gente, no final, acaba rindo de tudo e um dos dois já solta uma ironia, um deboche.
Que pai deseja ser e que filhos quer criar? Se eu puder ser parecido com o meu pai que criou três filhos trabalhando honestamente, sabia aproveitar a vida, tinha prazer em ver eu e meus irmãos felizes. Trabalhou a vida toda e quando parou de trabalhar não queria mais viver. Por isso quero trabalhar até os 100. E quero que meus filhos sejam como eu e Júlia, apaixonados pela vida, honestos e claro, bem humorados. Ah, e que sejam médicos pra cuidarem da gente.
FOTOS JEFF SEGENREICH
PRODUÇÃO EXECUTIVA MÁRCIA DORNELLES
STYLING SU TONANI
ASSISTENTE BRUNA MAGALHÃES
BELEZA MAX BITENCOURT
MARCOS VERAS VESTE - Look 1: Calça Handred, Colete de linho Handred, Camisa de linho Richards, Sandália Mr Cat, Pulseira Miriam Kimelblat; Look 2: Bermuda Foxton, Camisa de linho Richards, Sapato Reserva, Pulseira Miriam Kimelblat; Look 3: Malha Forever21, Calça Handred, Sandália Mr Cat, Chapéu de Palha Maria Antonieta, Pulseira Miriam Kimelblat; Look 4: Tênis Reserva, Camisa AD, Bermuda Reserva.
AGRADECIMENTOS ESPECIAIS
RELAIS & CHATEAUX HOTEL SANTA TERESA, Tel: 21-3380.0200 (locação) - www.santateresahotel.com
Do mundo digital para o papel. Essa é sua segunda capa MENSCH, só que desta vez na edição impressa. Como vê o jornalismo e o entretenimento em cada um desses formatos? Acredita que o papel vai “morrer” em breve? Bom, se depender do meu gosto, o papel nunca irá morrer. Ainda prefiro ler o jornal impresso, pegar na revista. É um ritual bacana. Claro que uso bastante a Internet pra me informar e me entreter, mas acredito que os dois veículos se complementam. Não tem como, por exemplo, o impresso concorrer com o imediatismo da Internet, onde acontece algo na cidade e logo já está na rede. Por outro lado, no impresso sinto talvez um cuidado maior com as matérias, talvez pelo mínimo de tempo que eles têm a mais em relação à internet. O papel está tendo que se reinventar, e isso é ótimo para todos.
O próprio “Porta dos Fundos”, no qual você participou por dois anos, surgiu e criou respeito por ser um programa na web. Hoje, vários veículos e canais estão partindo para essa nova realidade que é a web. O que acha disso? Como é também fazer parte disso (por conta do Porta)? O “Porta dos Fundos” profissionalizou o humor na Internet e revolucionou a publicidade na rede. Claro que ainda há espaço pra qualquer um gravar um vídeo de celular e postar, o legal da Internet é essa rapidez. Porém, hoje, muita gente antes de postar algo de humor ou qualquer tipo de dramaturgia, segue a linha do Porta. As empresas, por exemplo, querem mudar a forma de vender suas marcas, e muitas podem ter o receio de fazer algo diferente na TV e experimentam na Internet, se jogam, ousam. Acho que o Porta seguiu um caminho muito legal que já tinha sido aberto por vídeos que viralizaram como alguns stand-ups e clipes. O Porta produziu seu próprio conteúdo, seu próprio viral, usando a Internet como sua principal janela de exibição. Muitos grupos surgiram depois do Porta porque viram que era possível fazer um trabalho sem depender da TV, por exemplo. Hoje a web é pensada como o cinema, a TV, o teatro, enfim, mais um meio de comunicação oficial.Falando sobre isso... Você vem de uma mídia mais antiga que é o rádio. Como vê hoje em dia o espaço do rádio? Ainda tem espaço para programas de rádio hoje em dia? Faço rádio há 12 anos e amo fazer. É uma escola. Aprendi muito nesse período. Muitos atores vieram do rádio. Não é o meu caso porque já fazia teatro, mas posso dizer que foi meu primeiro emprego como artista, meu primeiro contato com programa ao vivo, numa grande rádio. E desde que comecei ouvia que o rádio ia acabar, que estava ultrapassado - nunca acreditei nisso. No meu carro escuto rádio todos os dias, de informação a música, de programas de humor a futebol. O rádio também se reinventou, correu atrás usando a tecnologia a favor, usando o whatsapp onde os ouvintes podem mandar flagrantes, fazendo show de música, usando o humor cada vez mais. É um veículo íntimo do público. Quantas pessoas que trabalham de madrugada, por exemplo e que não podem ver TV, levam seus rádios de pilha pro trabalho como companheiro. A única coisa que ainda não consigo entender é a obrigatoriedade da “Voz do Brasil”. No Rio de Janeiro, por exemplo, é de segunda a sexta as 7 da noite em pleno horário de caos, onde você está no carro precisando saber por onde ir, onde está com obras... Isso sim é um retrocesso que o rádio ainda sofre.
Vivemos uma época de revolução da comunicação de modo geral? Onde cada um pode montar uma rádio, um site/blog e até uma TV na web sem necessariamente ter estudado ou ter técnica para isso. Isso te assusta ou instiga? Sou sempre a favor do estudo, da formação, porque senão vira um celeiro de aventureiros essa nossa profissão. Porém, há as exceções - pessoas que são extremamente talentosas e que se jogam num empreendimento e dão certo, fazem sucesso. O que faz a diferença é se essa pessoa depois que fizer esse sucesso imediato não correr atrás do estudo, do aperfeiçoamento - ela vai morrer na praia. Hoje o sucesso e o fracasso podem chegar com a mesma velocidade. Mas quem está melhor preparado, vai saber lidar com os dois momentos de uma maneira bem mais madura.
E essas “férias” do “Porta dos Fundos” tá deixando saudades? Sim, adoro o grupo e sou amigo de todos. Nos frequentamos sempre, saímos pra jantar, mas cada um tem sua carreira paralela ao grupo e nesse momento estou dedicado ao Encontro e ao novo desafio que é a novela. Costumo dizer que estou de licença porque eles fecharam com a FOX e eu tenho contrato com a TV Globo, mesmo assim, a Globo liberou vídeos meus de 2 anos atrás pra serem reprisados na FOX. Foi muito gentil por parte da emissora essa liberação. Fazer parte desse movimento só me dá orgulho. O Porta trouxe de volta o frescor que o humor brasileiro vinha perdendo, mas em breve mato as saudade porque vou fazer o filme do grupo.
Para alegria dos fãs você não vai sair do Encontro com Fátima Bernardes, qual a razão de ao invés de trocar, você acumular mais trabalho? A Fátima é irresistível? (risos) Sim, ela é. (risos). A Fátima é uma pessoa especial. A admiro, a respeito. E não sair do Encontro nem cogitamos essa possibilidade porque são produtos diferentes. De manhã estou como pessoa física, como Marcos comunicador, comediante. E à noite, como ator dando vida a um personagem, contando uma história. E além disso, sou louco por meu trabalho, adoro a adrenalina do ao vivo, dos desafios, gosto da correria.
Falando em acúmulo, você rodou 2 longas que estreiam agora em 2015, “Entre Abelhas” (provavelmente “Entre Abelhas” já tenha estreado até a publicação desta entrevista) e “O Troco”, e isso implica na maratona de divulgação, como conciliar tantos projetos que exigem tanto e ainda manter o bom humor? Sou um cara disciplinado. Tenho tudo organizado em relação à agenda, anoto datas, horários... Planejo a semana. E é claro que conto com pessoas que me ajudam nessa loucura, como as produções dos programas que faço, minha empresária, minha assessoria de imprensa, minha assistente... O Entre Abelhas rodei ano passado e está nos cinemas e adorei fazer porque é um filme diferente e com amigos. O Troco filmei em 2013 e será lançado em setembro. Lá eu faço um vilão, um papel diferente de tudo que já fiz e que as pessoas estão acostumadas a ver. Tem um super elenco - Debora Secco, Júlio Andrade, Lúcio Mauro Filho e a direção do André Moraes. Acho que isso é o suficiente pra manter o bom humor né?! (risos)
Em “Entre Abelhas” o seu personagem, o Davi é o macho alfa, pegador, trai a mulher e isso é muito “normal”. Como descreveria o homem atual e quais são suas maiores dificuldades nas relações? O Davi é um cara imaturo que acha que ainda tem seus 18 anos. É um babaca. A questão é que alguns homens não têm mais idade pra isso como é o caso do Davi que tem 35 anos, casado, trabalha, mas não liga pra nada disso. Acho que homem como Davi está mais raro, não porque o homem tenha mudado tanto assim, mas principalmente porque a mulher mudou. Hoje, qualquer mulher daria um pé na bunda de um homem como o Davi. Ela hoje não precisa mais desse cara. E por isso acho que o homem que é inteligente sacou isso e mudou um pouco a postura. Sempre fui namorador porque eu tive namoros longos. Meu menor namoro durou 9 meses, os demais, 2 anos, 4 anos e agora já estou há 10 anos com a Júlia, casados há 4. Nos damos muito bem, nos divertimos juntos, fazemos planos juntos, mas ao mesmo tempo, respeitamos nossas individualidades que, talvez, tenha sido a minha maior dificuldade no início - separar o espaço de cada um de nós. Fui com muita sede ao pote com a Julia e queria logo ficar junto, noivar, casar, era um pouco ciumento e com o tempo fomos nos entendendo e estamos aí, felizes.
“O Troco” é sobre um ator fracassado que consegue uma grana pra rodar um filme e convoca uma turma de amigos na mesma situação...Por que produzir ainda é tão difícil no Brasil? Cada vez mais difícil né?! Os teatros cada vez mais raros. No Rio, todo ano se fecha um teatro, e os que existem, alguns estão caindo aos pedaços. Uma pena. São poucas as salas novas, bem equipadas e essas são caríssimas pra uma produção que, mesmo com patrocínio, precisa de público pra ter um mínimo de retorno. O público cada vez mais longe do teatro porque a cultura não é prioridade. Até porque tem que comer, pagar a luz, aluguel e isso, cada vez mais caro, ou seja, é uma bola de neve. Tem produtor que prefere arriscar e bancar do bolso uma produção porque às vezes não tem habilidade ou paciência pra esperar a aprovação na lei que é confusa, e aí, depois, captar esse dinheiro numa empresa. Com patrocínio, ou não, sou a favor do artista empreendedor. Aquele que pensa, que produz, que escreve, que corre atrás e que é dono de seu negócio. Isso não anula você ser contratado pra uma grande produção, até porque isso também é bom, mas quando se sabe fazer sem depender de ninguém, o gostinho é diferente
E agora a novela “Babilônia”, horário nobre de uma grande emissora...Tá rindo à toa? Hahaha. Ri da pergunta tá?! (risos). Tô adorando fazer. Não vou esconder que estou muito feliz em estrear numa novela e logo cheia de vantagens. Elenco, autores, personagem e no horário nobre. É uma responsabilidade porque é uma exposição muito grande, parece seleção brasileira, onde todo cidadão tem o direito de ser técnico, dar pitaco na trama, nos personagens, isso é legal. É legítimo. É o público que consome isso há anos, é a hora que grande parte da família pára em frente à TV pra assistir à alguma coisa, então ela quer falar e quer ser ouvida.
Quais suas expectativas e como tem sido a construção do personagem? É muito diferente fazer novela? Pro ator é desafiador porque você vai descobrindo seu personagem no caminho. É uma espécie de ensaio de uma peça de teatro só que com ela já em cartaz. A cada capítulo que chega, você descobre algo interessante pro seu personagem. O Norberto é um cara tímido e que tem mania de organização. Me preparei pra fazer porque tive aulas de culinária com o chef Ricardo Lapayere na Casa Julieta de Serpa no Rio, tive aulas de clown com o Márcio Libar junto com o Igor pra gente investir na dupla cômica e também com o Igor. A gente vem fazendo um trabalho paralelo de estudo dos capítulos que chegam com a diretora teatral Miwa Yanagizawa. Estou adorando meus parceiros Gabriel Braga Nunes, Igor Angelkorte, Juliana Alves, Rosi Campos, Maria Clara Gueiros. A gente se diverte dentro e fora de cena.
E já que seu personagem é um chef de cozinha, qual sua especialidade nas panelas? No momento em casa venho fazendo muita tapioca e churrasco nos fins de semana. Tá bom né? Pra quem não era tão habilidoso.
O momento político do Brasil mais parece clássico no Maracanã, mesmo com ânimos tão acirrados o humor ainda cabe nesses assuntos? A política sempre foi matéria prima pro humor e agora não é diferente, só que a chapa tá quente e respingando cada vez mais na gente, cidadão. E a comédia tem a função não só de fazer rir, mas de também chamar atenção para o que está acontecendo.
O Brasil é mesmo o país da piada pronta? Infelizmente sim. Mas se você for perguntar pra comediantes de outros países, eles talvez respondam o mesmo. A política vai ser sempre alvo dos comediantes.
O que você não faria por fama ou dinheiro algum? Passar por cima de alguém, prejudicar alguém pra ter isso.
E o que o dinheiro compra que te dar um prazer danado? Comida e viagem. Meus dois programas preferidos. Amo conhecer restaurantes e gostaria de ter mais tempo pra viajar pelo Brasil e pelo mundo.
Você é casado com a atriz Júlia Rabello, que também tem uma veia cômica, o bom humor é o tempero que atrai as pessoas? Dá para manter o bom humor em casa mesmo com os probleminhas do dia-a-dia? O humor é sensual. Mais vale uma boa piada do que uma barriga tanquinho. Se tiver os dois, aí ninguém te segura. Mulher gosta de homem bem humorado, mas não gaiato que faz piada com tudo, sem noção e que não leva nada a sério. A Júlia é super bem humorada e os problemas do dia-a-dia, a gente, no final, acaba rindo de tudo e um dos dois já solta uma ironia, um deboche.
Que pai deseja ser e que filhos quer criar? Se eu puder ser parecido com o meu pai que criou três filhos trabalhando honestamente, sabia aproveitar a vida, tinha prazer em ver eu e meus irmãos felizes. Trabalhou a vida toda e quando parou de trabalhar não queria mais viver. Por isso quero trabalhar até os 100. E quero que meus filhos sejam como eu e Júlia, apaixonados pela vida, honestos e claro, bem humorados. Ah, e que sejam médicos pra cuidarem da gente.
FOTOS JEFF SEGENREICH
PRODUÇÃO EXECUTIVA MÁRCIA DORNELLES
STYLING SU TONANI
ASSISTENTE BRUNA MAGALHÃES
BELEZA MAX BITENCOURT
MARCOS VERAS VESTE - Look 1: Calça Handred, Colete de linho Handred, Camisa de linho Richards, Sandália Mr Cat, Pulseira Miriam Kimelblat; Look 2: Bermuda Foxton, Camisa de linho Richards, Sapato Reserva, Pulseira Miriam Kimelblat; Look 3: Malha Forever21, Calça Handred, Sandália Mr Cat, Chapéu de Palha Maria Antonieta, Pulseira Miriam Kimelblat; Look 4: Tênis Reserva, Camisa AD, Bermuda Reserva.
AGRADECIMENTOS ESPECIAIS
RELAIS & CHATEAUX HOTEL SANTA TERESA, Tel: 21-3380.0200 (locação) - www.santateresahotel.com
quinta-feira, 11 de junho de 2015
HOTÉIS & RESORTS: O rústico e o moderno em três incríveis hotéis no campo
Vai tirar férias ou quer passar uns dias num clima romântico e não sabe pra onde ir? Se sua intenção é fugir dos grandes centros e seguir para uma casa de hotel em busca de paz e relaxamento físico e mental, selecionamos três incríveis hotéis-resorts que vão lhe proporcionar muito, além disso tudo. Eles ficam localizados em regiões distantes da capital e cada um vem com uma proposta bem diferenciada e particular. Tudo isso sem abrir mão do conforto e do luxo. Vamos viajar até o Chile, Uruguai e Portugal para conhecer as peculiaridades desses hotéis incríveis e o que cada um proporciona aos seus hóspedes.
FASANO LAS PIEDRAS - URUGUAI
O Hotel Fasano Las Piedras, é o primeiro hotel da rede Fasano inaugurado fora do Brasil, e vem com uma proposta bem diferenciada que une o rústico e o sofisticado em um belíssimo projeto arquitetônico que traz a assinatura do arquiteto Isay Weinfeld, também autor do Hotel Fasano, Boate Disco e Bar Número. Localizado em La Barra, zona rural de Punta del Este – Uruguai, em uma área de quase 500 hectares próxima ao rio Maldonado, o hotel tem paisagem privilegiada. E agrada em cheio tanto quem gosta da tranqüilidade do campo quanto os agitos do litoral, pois fica localizado nas imediações das badaladas praias de La Barra, La Península e José Ignácio, e também nas imediações do Arroyo Maldonado, onde fica uma estância extremamente tranquila, no topo de uma paisagem rural com vista para o mar.
No projeto do hotel procuro-se preservar muitos detalhes da arquitetura rústica do local, como a casa onde funcionava a sede da fazenda, hoje, a recepção do hotel. O hotel segue uma linha similar a das casas da região, que utilizam vidros grandes, sem telhado aparente, e linhas mais retas. No interior do hotel a combinação de livros, móveis de madeira, tapetes coloridos e confortáveis sofás criou espaços super aconchegantes, que dão a sensação de estar em casa. Com espaços acolhedores por conta dos revestimentos em madeira, mobiliário de couro, tapetes e outros ambientes com toque moderno por conta do lounge, uma estrutura de vidro em formato retangular com cara de obra de arte.
Difícil ficar entediado ou querer sair do hotel. São vinte bangalôs e doze suítes que formam um oásis perfeito para um grupo seleto de hóspedes, que ainda podem desfrutar de um Spa, Boat House, centro eqüestre, campos de pólo, jet ski, caiaque, quadras de tênis, campo de golfe, e ainda uma praia privativa. Todos os bangalôs têm vista para o campo e pequenos luxos como lençóis egípcios, travesseiros de pluma de ganso, i-pod dock, TV’s de 42” e DVD, além de dois restaurantes – o Fasano e o Las Piedras. Mas o grande destaque é a piscina natural de água corrente que brota das pedras.
Talvez a única desvantagem do hotel seja a distância do centro de Punta del Este. Com tantas opções de atividades disponíveis, e tanto conforto num só local, tem seu preço, que fica à altura de tantas mordomias. Para quem for durante a baixa temporada é possível encontrar diárias no valor de USD 390 para o quarto mais simples. Já na alta temporada, as diárias sobem significativamente, chegando ao dobro e variando de USD 850 para mais.
Site oficial: www.laspiedrasfasano.com
Site oficial: www.laspiedrasfasano.com
L’AND VINEYARDS - PORTUGAL
Para quem é um apreciador de bons vinhos, se hospedar num hotel cercado por uma plantação de uvas é uma experiência sem igual. Partindo do princípio que a cultura do vinho faz parte da identidade portuguesa, o hotel L’and Vineyards preocupou-se em proporcionar aos hóspedes a oportunidade de vivenciar essa experiência por completo. Situado em Montemor-o-Novo, em pleno Alentejo, este “wine resort” de cinco estrelas conta com apenas 22 suites, com uma arquitetura e uma decoração integradas na natureza para proporcionar um ambiente intimista, caloroso e relaxante. Sem abrir mão do conforto e com um toque especial de luxo, o resort trabalha o conceito de relaxamento, aproveitando a beleza natural que o rodeia.
Para quem é um apreciador de bons vinhos, se hospedar num hotel cercado por uma plantação de uvas é uma experiência sem igual. Partindo do princípio que a cultura do vinho faz parte da identidade portuguesa, o hotel L’and Vineyards preocupou-se em proporcionar aos hóspedes a oportunidade de vivenciar essa experiência por completo. Situado em Montemor-o-Novo, em pleno Alentejo, este “wine resort” de cinco estrelas conta com apenas 22 suites, com uma arquitetura e uma decoração integradas na natureza para proporcionar um ambiente intimista, caloroso e relaxante. Sem abrir mão do conforto e com um toque especial de luxo, o resort trabalha o conceito de relaxamento, aproveitando a beleza natural que o rodeia.
Projetado pelo arquiteto Marcio Kogan o resort situa-se em torno de um jardim de vinhas e da piscina valorizando uma vista sublime para o lago e para o castelo da vila medieval de Montemor. Some-se a isso a arte de produção do vinho e a oportunidade de se aprofundar na cultura do vinho através de provas e cursos realizados por um enólogo residente. E ainda desfrutar de um SPA da marca francesa Caudalie, reconhecida mundialmente pelos tratamentos de vinoterapia, isto é, tratamentos à base de uva. Que oferece um conjunto de terapias e produtos, sem qualquer tipo de conservante químico, que rejuvenesce, relaxa e desintoxica a pele. Uma combinação perfeita de calma, luxo e relaxamento num privilegiado espaço alentejano.
Cada suíte com 120 m2 e mimos aos hóspedes não param por aí. Com dois tipos de suítes, as suítes Sky View que permitem a abertura integral do teto do quarto, são integradas a um pátio exclusivo o uma "plunge pool” aquecida. E as Land view suítes que têm um quarto extra com uma jacuzzi no jardim privado. O hóspede ainda pode desfrutar de terraço privado, lareira, vista para o lago e acesso direto para a piscina. Já o restaurante está a cargo do chef Miguel Laffan, com a elogiada cozinha portuguesa, valorizando os ingredientes da estação e os produtos regionais, juntamente com influências da cultura oriental (países como a Índia, a China e o Japão). O restaurante ainda oferece orientação gourmet para harmonização dos pratos e bebidas
Para os mais empolgados, além de alugar uma suite é também possível comprar uma das casas, que tem a sua própria vinha, o que permite aventurarem-se na produção do seu próprio vinho. Para tal, terão acesso a uma adega onde podem produzir os seus vinhos com o apoio de um enólogo especializado.
Site oficial: www.l-andvineyards.com/pt/
ALTO ATACAMA - CHILEJá imaginou ficar hospedado ao pé da Cordilheira do Sal e ao lado das ruínas pré-colombianas de Quitor? O hotel Alto Atacama oferece uma das mais surpreendentes paisagens do mundo para seus hóspedes. O luxuoso Alto Atacama conta com uma localização privilegiada, e somente a 3 quilômetros do vilarejo, onde oferece beleza natural e tranquilidade incomparáveis. Com uma arquitetura, que respeita e se integra totalmente ao ambiente em sua volta, se mimetiza com as sombras que se formam das ruínas do Pukará de Quitor, no Chile. As suas instalações são cercadas pelos sulcos do Rio San Pedro, em meio a uma paisagem rochosa com elementos perfeitos para se explorar o deserto.
O Alto Atacama está localizado no fértil vale Catarpe, em uma área total é de 3,5 hectares, sendo que 2 hectares pertencem ao parque. O projeto arquitetônico do hotel Alto Atacama foi construído no estilo tradicional dos assentamentos de adobe, tendo lhamas e plantios nativos como seu complemento. Nele podemos constatar elementos cuidadosamente escolhidos para se integrarem aos modelos indígenas de construção. Uma decoração seguindo o estilo mais rústico e nativo típico da região, dão um tom todo especial a esse hotel proporcionando ao hóspede uma experiência única e completa.
As dependências do hotel seguem o conceito do Alto Atacama, que se traduz em luxo com simplicidade, tranqüilidade e conforto. Os 32 quartos são espaçosos e decorados com artesanato local, todos com um terraço privado e uma magnífica vista. Por falar em conforto, o Alto Atacama possui um completo Spa, área para Yoga, e apesar de estar no mais seco dos desertos, a água das neves glaciais faz que São Pedro de Atacama seja um oásis com nascentes de água quente, onde possui decks de madeira com 6 piscinas. Além de bar internacional e uma acolhedora sala com uma grande lareira. Para quem curte aventuras, o hotel disponibiliza de uma programação de atividades que incluem uma trilha explorando o deserto e por fim uma experiência altamente revitalizante nas águas do SPA que incluem Sauna Finlandesa, banhos turcos, duchas escocesas e banheiras para banhos quentes tanto na área interna como na área externa. Um convite para recarregar as baterias do seu corpo e da mente em um local onde os elementos naturais da terra trazem sua própria magia.
Site: www.altoatacama.com
Acompanhe a MENSCH
nas redes socieis: @RevMensch
quarta-feira, 10 de junho de 2015
SEXO: Etiqueta Sexual - Nunca é demais saber um pouco mais
Se você pensa que etiqueta só se aplica a mesa, enganou-se, se aplica também na cama. E algumas regrinhas de conduta podem auxiliar e muito neste momento de intimidade e levar você e sua parceira ao ápice do prazer. Além de garantir uma próxima vez ainda melhor e com mais moral. Selecionamos algumas dicas para antes, durante e depois do encontro.
Sedução - Olhares, gestos, atitudes... deixe claro o seu desejo e assim desperte o desejo na mulher que você quer levar pra cama.
Verdade - Deixe claro que o que você quer é sexo, mas não seja ríspido, grosseiro e sem um mínimo de sentimento pra ela não se achar uma boneca inflável;
Vamos para outro lugar? - Frase feita é corta tesão, se não tem nada pra dizer, não diga nada, simplesmente pegue a mulher pela mão e a conduza, ela vai adorar sua proatividade. Mas atenção, é pela mão, e não pelos cabelos como se fazia na idade da pedra, viu?
A conta - Antes de levar a gata para uma noitada de prazer verifique se seu cartão de crédito tem saldo porque, sob hipótese alguma, você deve rachar a conta... se fizer isso é arriscado ela querer rachar seu "amiguinho", melhor se prevenir;
Água e sabão - Se você acha que precisa de um banho antes de ir pra cama, faça um convite ao pé do ouvido da gata como quem fala de uma fantasia sexual, você resolve a sua higiene e ainda excita mais a garota;
Sem forçar - Muitas mulheres são liberais mas não totalmente desinibidas, ou seja, topam fazer sexo casual mas não se sentem à vontade para fazer "de um tudo" na cama, portanto, não force nada meu camarada, pelo contrário, respeitar o timing dela pode ajudá-la a ficar mais leve e solta e você só terá a ganhar com isso;
Sexo e não terapia - Rolou uma atração forte e vocês dois foram parar na cama. Ótimo, aproveite bem, curta, relaxe mas não vá falar dos seus problemas pra moça, suas desventuras sexuais ou do seu receio de ficar careca, ela não está lá pra isso. Ao contrário, fale do desejo que sente por ela e faça elogios ao corpo e a performance dela.
Camisinha sim - Nada de querer convencer a gata a transar sem cuidados, você é um louco se fizer a proposta e ela ainda mais se aceitar. Sexo bom é sexo seguro, e sexo seguro é garantia de sexo pra sempre. Pense nisso antes de querer deixar seu pintinho descoberto. Ah, vale ressaltar que a obrigação de ter os preservativos é dos dois, heín?!
Ops - Sexo implica em junção de corpos e os corpos muitas vezes exalam odores ou soltam gases contra a vontade de seus donos, o que naturalmente constrange a todas as partes envolvidas certo? A sugestão, faça de conta que não viu, ouviu ou sentiu e se concentre no serviço, será bem gentil da sua parte, acredite!
Off - Telefone ou qualquer outra mídia devem estar desligados e desligado não é no vibracall ou silencioso. Nada de interferências externas atrapalhando, fica feio estar num clima sexual com a gata e parar para atender uma ligação ou tuitar! É feio e corta tesão, viu?
Fingir é proibido - Sexo bom é sexo de verdade, então nada de fingir orgasmos e essa regra vale pras duas partes. Caso você perceba ou sinta que a gata não tá curtindo, fale com jeitinho, peça pra ela te guiar pelo corpo dela e faça o mesmo com ela. E ainda vale lembrar que orgasmo não obrigatoriedade de prazer, no sexo tântrico, por exemplo, o homem passa horas e horas prazerosas sem ejacular. Fica a dica!
Não subiu - Nada de entrar em pânico porque você não teve uma ereção, isso não é o fim do mundo e deve ser encarado com naturalidade. Claro que se a menina faz carinha de peninha isso pode piorar ainda mais a situação, o ideal é ser criativo e não dar tanto valor ao pênis, afinal, há ainda a língua, os dedos, vibradores e muitas outras formas de se ter prazer, certo? E olha que se você relaxar, seu amiguinho pode dar aquela subida inesperada e fazer você rir disso tudo depois.
O caminho das índias - Se a gata mudar de posição ou sutilmente conduzir suas mãos é sinal de que o que você está fazendo não seja exatamente o que ela mais gosta, aceite as sugestões numa boa e leva ela ao prazer intenso. O mesmo serve pra você, de forma sutil você vai dizendo a ela o que deve fazer pra enlouquecer você na cama.
Sem engolir - Não encane ou faça cara feia se sua parceira não engolir seu sêmen depois de um sexo oral (aliás, já comemore por ela ter feito oral em você na primeira vez!). Como já dissemos antes, em uma primeira vez, e num sexo casual, nem todo mundo se sente à vontade pra tudo.
É pra beijar sim - Depois do sexo oral, a regra é clara (como costumam dizer no futebol) é pra beijar na boca sim. A recusa pode dar no outro a impressão de nojo, e aí não faz o menor sentido, concorda?
Na minha posição ou na sua? - Na dos dois, não tem isso de homem ter privilégios na posição preferida ou a mulher, fica um pouquinho em cada uma e todo mundo fica satisfeito;
Por trás - Meu camarada, para chegar na preferência nacional tem de ter jeitinho. Vá com calma e carinho, use os dedos, sinta a reação da parceira, mas não insista ainda mais em um primeiro encontro. Vamos repetir: nem sempre se fica à vontade para fazer de um tudo no primeiro encontro, ainda mais de um sexo sem compromisso.
Deu sono? - Então amigo, controle. Virar pro lado e dormir é a mesma coisa que dizer que era só aquilo mesmo e que ela já pode ir embora. Coisa mais indelicada, né? Abrace, converse, dê beijinhos, mas jamais vire e durma, ok? E sim, isso serve para o sexo casual.
Na casa dela - Só fique pra dormir se for convidado, não é toda mulher que quer acordar com um "estranho" por mais estranho que isso possa parecer. Tendo dormido, não saia à francesa, acorde a gatinha e diga que precisa ir embora de forma carinhosa, na pior das hipóteses, deixe um bilhete, igualmente carinhoso.
Na sua casa - Se quer que ela durma na sua casa, faça o convite, se não quer, seja gentil e encontre uma forma de dizer isso sem parecer uma expulsão (exercite sua criatividade bonitão!). Em um caso ou outro nunca, nunca mesmo, deixe de levá-la em casa, seja a hora que for. E nem ouse chamar um taxi ou oferecer um vale-transporte! (o mesmo serve para o caso de terem ido a um motel)
Não crie expectativas - O cuidado com o outro (neste caso, outra) é sempre indispensável, não deixe parecer o que não é ou não quer, seja claro, sincero e até mesmo direto, o que não implica ser grosseiro ou insensível;
Não julgue - O caráter da garota não estar no fato dela ter atendido a um desejo e ter feito sexo sem compromisso ou com um cara que acabou de conhecer, isso não é falta de vergonha é tesão, e cá pra nós você bem que gostou, certo? Então, mantenha o respeito.
Cuidado com a língua - Evite as expressões do manual do canastrão: "te ligo","a gente se vê", "vamo marcar de novo"...saia dessa com uma despedida bacana e um elogio a noite que tiveram.
Foi bom pra você? - Jamais faça essa pergunta, você pode não gostar do que vai ouvir. Se você prestar atenção na sua parceira e estiver disposto a lhe oferecer prazer, vai saber sem sombra de dúvidas se foi bom pra ela.
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Acompanhe a MENSCH nas redes sociais: @RevMensch
Assinar:
Postagens (Atom)







































