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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

BEBIDA: Os melhores espumantes para brindar nas festas de fim de ano

Um bom espumante é sempre um bom motivo para muitos brindes. A bebida que é a cara de celebração está sempre no topo da lista das bebidas mais consumidas durante as festas de fim de ano. Porém por mais popular que seja essa bebida, muita gente tem dúvidas na hora da compra e por muitas vezes pode acabar levando algo achando que parece ser muito bom e na verdade não é. Para isso é bom ter uma noção básica sobre espumantes (e Champagne). 

O espumante é um tipo de vinho cujas características e métodos de produção foram importados da França. Dos espumantes naturais faz parte a mais famosa de todas as bebidas, o champanhe, produzido na região francesa de Champagne, que acabou por virar uma denominação popular, porém equivocada, dos vinhos espumantes em geral. O verdadeiro champanhe ou champanha é um vinho branco espumante produzido no Nordeste da França, na região de Champagne, por meio da fermentação da uva através do método champenoise, tendo início com os monges Dom Pérignon e Dom Ruinart. 


A principal característica de um espumante é o seu perlage, ou seja, a formação de borbulhas que, partindo do fundo da taça, desenha correntes de bolinhas que se dirigem para cima e somem ao atingir a superfície do líquido. Uma dica é pedir para se fazer um teste na loja antes de levar pra casa várias garrafas para brindar com os amigos.

O seu processo de fabricação é demorado e caro, sendo praticamente o mesmo de séculos anteriores. A principal alteração no processo de produção foi introduzida por Nicole Ponsardin, a viúva de Felippe Clicquot (Veuve Clicquot), que desenvolveu um método para retirar todo o fermento da garrafa. Aqui no Brasil, todos os vinhos que têm espuma terminaram sendo chamados de espumante, que por conta do seu baixo custo e excelente qualidade, estão competindo no mercado internacional. Entre os melhores estão o Chandon, Aurora e Casa Valduga. O espumante brasileiro possui uma excelente aceitação, então caso não possa escolher pelo Francês, opte pelos brasileiros, pois quanto à qualidade, alguns afirmam que são melhores que os espanhóis e chilenos.

Muitas pessoas ainda têm receio em experimentar o espumante brasileiro e, muitas vezes, valorizam mais aquelas marcas estrangeiras consagradas. Recente pesquisa do Ibravin, Instituto Brasileiro do Vinho, mostrou que isso é um erro e que o Brasil possui espumantes deliciosos. Tanto que hoje em dia está se consumindo muito mais espumantes que em outros anos. Antigamente, 70% das garrafas eram vendidas no último trimestre. Hoje essa proporção caiu para 40%. Ou seja, estamos bebendo espumantes de forma mais contínua, com goles bem distribuídos ao longo do ano e das refeições - as borbulhas não aparecem só na hora do brinde. Conheça aqui 12 marcas selecionadas e tenha um ótimo brinde!




ONDE ENCONTRAR

J.P. Chenet Brut - Importadora: La Pastina. Sac (011) 3383-9303

Schloss Wachenheim - Sac (011) 2133-8600

Annela Andreani, François Montand Brut, Anna de Cordoníu Bru, Taittinger Brut, Barton & Guestier Chardonnay, Prosecco Ruffino, Cava Cordoníu Clássico - Importadora: Interfood, tel. (0xx11) 2602-7255

Moët & Chandon Imperial - Sac (011) 3062-8388

Pizzato Brut - Sac (016) 3334-2215

Obs.: Preços sujeitos a ajustes

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

BEBIDA: Um brinde a 2016, com puro espírito da “art de vivre" francesa com novo champagne que chega ao Brasil

A mais jovem das maisons de champagne, Brimoncourt, elegeu o Brasil para sua expansão internacional, apresentando todo seu universo particular, sinônimo de qualidade, elegância e respeito à história desta bebida. A maison Brimoncourt localiza-se num charmoso vilarejo chamado Aÿ, na capital histórica da região de Champagne, epicentro de terrois de prestígios com 100% de grands crus.

Por trás do nome Brimoncourt, encontramos um gentleman dos tempos modernos, Alexandre Cornot, que em 2008 adquiriu a marca. Graduado em direito, negociador de arte e empresário arrojado, Alexandre Cornot tem características bem excêntricas, uma mistura de um personagem dos anos 20 com um lorde escocês, dotado de um estilo bem inglês e com um bigode desafiador. Este gentleman visionário decidiu abandonar sua promissora carreira de advogado em Paris e retornou às suas origens para resgatar e realizar seu antigo sonho, construir com a renovação da marca Brimoncourt, uma nova maison de champagne.

A marca renasce homenageando os eternos valores da história do champagne: a elegância, a partilha, a independência e a leveza. Esta longa história de três séculos, fez do champagne o brilhante amigo das requintadas mesas e do mais puro espírito da art de vivre francesa. A sede da marca é um museu por si próprio, dentro de uma antiga gráfica fundada em 1870, que por acaso ou por mero destino, imprimiu, por mais de um século, etiquetas de champagne para produtores da região. Em  seu interior, existe uma coleção de oito mil pedras litográficas, que permanecem conservadas entre diversas obras de arte, as quais refletem a paixão artística de Alexandre Cornot. A decoração também é composta por uma cópia monumental em bronze de O Pensador de Rodin, por belas estátuas esculpidas por Degas e por um imponente quadro do Regente do século XVIII ao lado de uma impressionante foto de Clint Eastwood.


Esse é o ambiente proporcionado por Alexandre Cornot a quem visita sua maison. Além de degustar um sofisticado champagne, o visitante mergulha numa experiência única, entre jardins e móveis bicentenários, compreendendo este universo ambicioso e vivaz. A marca Brimoncourt tornou-se em pouco tempo uma produtora de bebidas excepcional e reconhecida por sua alta qualidade. Suas garrafas são distribuídas pela Rotschild Distribuition, subsidiária do Grupo Baron Philippe de Rotschild, podendo ser encontradas em restaurantes com estrelas do Guia Michelin e em festas oficiais do Palácio do Eliseu em Paris.

As quatro cuvées do champagne Brimoncourt, Brut, Rosé, Blanc de Blancs e a grande novidade, o Extra Brut, traduzem em borbulhas a leveza e o frescor do espírito da elegante maison. O guia de vinhos Bettane et Desseauve, um dos mais renomados na França e no mundo, foi um dos primeiros a posicionar a Maison Brimoncourt no topo do ranking dos Brut sem safra, ao lado das marcas famosas Taittanger, Pol Roger, Ruinart e Bollinger, com nota 15,5/ 20.

A chegada de Brimoncourt ao Brasil está prevista para dezembro deste ano e o responsável contratado para coordenar toda a operação é o brasileiro Diogo Veiga, formado pelo Cordon Bleu de Paris em Sommelier e Wine Management. Diogo Veiga organiza também degustações privées para uma seleta clientela em Paris, formada principalmente por turistas brasileiros, ingleses e americanos.

O brasileiro está cada vez mais preparado e em busca de degustações de qualidade, sendo assim as comemorações das festas de fim de ano serão em grande estilo. Um brinde, bem-vindo 2016! Benvindo Brimoncourt!


Site oficial: www.brimoncourt.com

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

BEBIDA: Um brinde de qualidade e sabor nesse Réveillon com um bom espumante‏

Chega dezembro e as comemorações de Natal e Réveillon pedem brindes especiais e para isso o que mais se busca é um bom espumante. Para você acertar na hora de escolher o melhor espumante para o seu brinde, fomos atrás de quem entende do assunto, conversamos com Phillippe Mével, diretor de enologia da Chandon com mais de 21 anos de experiência no setor.
 
AFINAL, O QUE É UM BOM ESPUMANTE?
 
Muita gente tem dúvidas na hora da compra e por muitas vezes pode acabar levando gato por lebre. Segundo Mével, a principal característica de um espumante é o seu perlage, ou seja, a formação de borbulhas que, partindo do fundo da taça, desenha correntes de bolinhas que se dirigem para cima e somem ao atingir a superfície do líquido. Uma dica é pedir para se fazer um teste na loja antes de levar pra casa várias garrafas para brindar com os amigos.


Agora você deve estar se perguntando como se forma o perlage então saiba que ele resulta da liberação do gás carbônico dissolvido no vinho que passa do estado solúvel para gasoso. Nos espumantes de qualidade, uma segunda fermentação alcoólica dá origem ao gás carbônico e daí se falar em espumantes naturais. Esta fermentação se realiza em recipiente fechados, que podem ser tanques resistentes à pressão ou na própria garrafa, mas também é possível obter espumantes pela adição de gás carbônico artificial e neste caso, temos vinhos gaseificados que, de acordo com o teor de gás, são classificados em frisantes ou em espumantes. Os frisantes possuem menor quantidade de gás carbônico que os espumantes, Enquanto os frisantes tem pressão de 1 a 2 atmosferas (ou seja, a pressão dentro da garrafa é uma ou duas vezes maior do que fora), os espumantes tem pressão de 4 a 6 atmosferas.
 
Uma vez que a bebida escolhida para o seu Réveillon foi o espumante, a escolha seguinte é em relação às marcas existentes e a qualidade que representam. Para observar a qualidade de um espumante deve-se ficar atento a cor, brilho, borbulhas, aromas e paladar. Neste sentido, a cor deve ser de média intensidade, o brilho deve ter uma perfeita limpidez, as borbulhas devem ser finas e numerosas; a formação de espuma deve ser abundante e persistente, os aromas de intensidade média, francos, delicados e elegantes remetendo a frutas, flores e especiarias, o paladar deve ser refrescante pela boa acidez e pelo gás carbônico que confere uma agradável sensação tátil de agulha; macio e cremoso, equilibrado com um final nítido, franco e medianamente persistente, de acordo com Phillipe Mével.
 
É bom lembrar que esses aspectos todos que dão qualidade a um espumante se originam a partir das uvas, que são a matéria prima da bebida. Elas devem possuir naturalmente uma boa acidez, um teor moderado de açúcar e serem cultivadas especialmente para a fabricação de espumantes.
 
A PRODUÇÃO DO ESPUMANTE
 
Quando falamos em produção de espumante, precisamos falar da matéria prima, que é a uva e consequentemente da região produtora desta uva, onde tudo começa. Apesar do clima e do solo fazerem parte dos fatores naturais que podem favorecer o perfil ideal de uva, o clima é o fator dominante. A obtenção de aromas finos depende de uma maturação lenta das uvas, não pode haver calor e insolação excessivos durante o dia e as noites obrigatoriamente apresentam temperaturas abaixo dos 20°C. Essas mesmas condições climáticas favorecem teores de acidez elevada e de açúcar moderada.
 
Da mesma forma que certas condições naturais favorecem um bom teor de acidez e a fineza aromática nas uvas, algumas variedades têm naturalmente esta tendência. No Brasil, podemos destacar 3 delas:
 
- Riesling Itálico: apresenta um aroma fino característico a frutas cítricas frescas e um paladar de boa acidez que se percebe bem no ataque inicial; o meio de paladar fica um pouco vazio. Esta fraqueza pode ser muito bem compensada com outras variedades que conferem mais estrutura.
 
- Chardonnay: confere complexidade aromática com toques de maçã verde, abacaxi e cítricos maduros. No paladar, complementa bem a acidez do Riesling Itálico e enche sutilmente o meio de boca acrescentando também mais persistência final.
 
- Pinot Noir: trabalhado para ser vinificado em branco como base para espumante, tem mostrado boa acidez com bons elementos de estrutura no paladar e final persistente; aromas delicados de frutas vermelhas e brancas, especiarias e frutas secas como a amêndoa.
 
A luz destas informações fica fácil de entender que, de acordo com a proporção de cada variedade no "assemblage", o espumante terá um estilo mais leve e frutado quando domina o Riesling Itálico ou então mais encorpado e estruturado quando domina o Pinot Noir.
 
Falando em nossa realidade no Brasil, segundo Mével, os nossos espumantes não ficam atrás dos espumantes de outros países. Para ele os espumantes brasileiros de boa qualidade têm condições para competir no mercado internacional, tanto no quesito da qualidade como no do custo. Deixando o champagne no topo da pirâmide, com certeza os espumantes brasileiros, a luz de degustações realizadas por associações e confrarias de enófilos bem como pela leitura dos resultados obtidos em concursos internacionais, vem se colocando na corte daqueles que disputam o segundo lugar.

Só é preciso continuar consolidando a imagem do Brasil no Exterior como país produtor de vinhos e de espumantes de alta qualidade em particular. O consumidor brasileiro também tem seu dever de casa: o mercado local de espumantes finos estimado em 24 milhões de garrafas de 750 ml ainda é pequeno e 35% deste volume são importados.
Um brinde!

 

 
Tudo começa nos vinhedos, que sejam próprios ou de viticultores parceiros. A Chandon aclimatou e aprimorou as três variedades que entram na elaboração de seus espumantes. Trouxe da França — para ter certeza de contar com mudas sãs e isentas de viroses — o Chardonnay e o Pinot Noir, sendo que este segundo tipo, apesar de tinto, foi introduzido para ser vinificado em branco. Apostou no Riesling Itálico, já adaptado a Serra Gaúcha e desenvolveu muitos trabalhos para melhorar esta variedade embaixadora desta região. Além do melhoramento varietal, os especialistas da Chandon metodizaram a poda dos vinhedos próprios bem como a dos viticultores parceiros, adotando o sistema conhecido com “Guyot”. Nesse sentido, estabeleceram como rotina o método de condução vertical das videiras, em “espaldeira”, já empregado com êxito na França, sendo o mais apropriado para a obtenção de uvas de qualidade superior.
 
Todos esses cuidados, seguidos ao longo de cada safra, culminam na colheita das uvas, que é manual e seletiva. Os grãos e cachos impróprios são logo eliminados. As caixas destinadas ao transporte são preenchidas de forma moderada, para impedir o esmagamento dos frutos, e rapidamente enviadas à unidade de elaboração, evitando-se que as uvas percam algo de sua fineza de aromas. Aí, as uvas, classificadas segundo sua variedade, origem, teor de açúcares e estado sanitário, entram na fase decisiva de elaboração.
 
 
A Chandon desenvolveu técnicas de elaboração específicas e focada nos espumantes como a prensagem direta das uvas com prensas pneumáticas computadorizadas; o “assemblage”; a segunda fermentação e o envelhecimento sobre leveduras em tanques de pressão. Todas estas técnicas visam a enaltecer as qualidades intrínsecas das uvas e a desenvolver um estilo bem brasileiro nos espumantes assim elaborados que pode ser caracterizado como leve, frutado e refrescante.
 
Um dos segredos da qualidade da Chandon está no “assemblage”. Este processo, que não encontra em português uma palavra que o traduza de forma equivalente, significa a harmonização de vinhos de uma mesma região, porém de diferentes safras e variedades, reunindo o melhor de cada identidade para obter-se um conjunto de qualidade superior. Não deve ser confundido com uma simples mistura de vinhos de diferentes qualidades e de varias procedências visando corrigir defeitos de um com o outro. O “assemblage” não é simplesmente uma técnica, mas uma combinação de ciência e arte. E exige tanta sensibilidade e conhecimento quanto, por exemplo, a seleção de solistas para a montagem de uma orquestra. O virtuosismo de cada músico é fundamental, mas o objetivo final é a harmonia do grupo. Para que esse processo alcance êxito, os vinhos elaborados pela Chandon são avaliados desde seu nascimento até a maturidade, quando suas qualidades atingem o auge. É nesse ponto que se determina se um vinho tem condições de fazer parte de um “assemblage”, sempre pensando na etapa da segunda fermentação, quando este vinho se tornará um verdadeiro espumante.
 
Selecionados os vinhos de talentos diversos, por sua excelência, a partir de uma série de degustações, em que variam os integrantes do conjunto e a sua proporção no todo, busca-se a melhor opção de “assemblage”, que resultará num novo vinho mais harmônico e complexo do que cada um de seus componentes.
 
Esta técnica permite assegurar uma qualidade excelente e constante, com um estilo bem definido para cada tipo de espumante, garrafa após garrafa, ano após ano, independentemente das variações que sofrem as uvas a cada safra.

 

 
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

BEBIDA: Espumantes nacionais, as 10 melhores marcas e preços‏

Como bem sabemos, Champanhe e outros espumantes são os convidados indispensáveis das festas de fim de ano, em especial no Réveillon. O espumante é um tipo de vinho cujas características e métodos de produção foram importados da França. Dos espumantes naturais faz parte a mais famosa de todas as bebidas, o champanhe, produzido na região francesa de Champagne, que acabou por virar uma denominação popular, porém equivocada, dos vinhos espumantes em geral. O verdadeiro champanhe ou champanha é um vinho branco espumante produzido no nordeste da França, na região de Champagne, por meio da fermentação da uva através do método champenoise, tendo início com os monges Dom Pérignon e Dom Ruinart.

O seu processo de fabricação é demorado e caro, sendo praticamente o mesmo de séculos anteriores. A principal alteração no processo de produção foi introduzida por Nicole Ponsardin, a viúva de Felippe Clicquot (Veuve Clicquot), que desenvolveu um método para retirar todo o fermento da garrafa. Aqui no Brasil, todos os vinhos que têm espuma terminaram sendo chamados de espumante, que por conta do seu baixo custo e excelente qualidade, estão competindo no mercado internacional. Entre os melhores estão o Chandon, Aurora e Casa Valduga. O espumante brasileiro possui uma excelente aceitação, então caso não possa escolher pelo Francês, opte pelos brasileiros, pois quanto à qualidade, alguns afirmam que são melhores que os espanhóis e chilenos.

Muitas pessoas ainda têm receio em experimentar o espumante brasileiro e, muitas vezes, valorizam mais aquelas marcas estrangeiras consagradas. Recente pesquisa do Ibravin, Instituto Brasileiro do Vinho, mostrou que isso é um erro e que o Brasil possui espumantes deliciosos. Tanto que hoje em dia está se consumindo muito mais espumantes que em outros anos. Antigamente, 70% das garrafas eram vendidas no último trimestre. Hoje essa proporção caiu para 40%. Ou seja, estamos bebendo espumantes de forma mais contínua, com goles bem distribuídos ao longo do ano e das refeições - as borbulhas não aparecem só na hora do brinde.
E em recentes pesquisas feitas pela Folha provou que espumante bom não está relacionado com preços caros. Os jurados fizeram uma degustação dos espumantes vendados, sem saber qual era o espumante que estava sendo ingerido. Com isso, a avaliação centrou-se realmente no sabor. A banca dos jurados foi composta por enófilos, sommeliers, jornalistas, críticos de vinhos, especialistas da gastronomia. Foi coordenado pelo presidente da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS) – Gustavo Andrade de Paulo. Uma equipe de peso que sabe muito sobre o universo dos vinhos e das bebidas.

A excelente qualidade, aliada ao incomparável custo-benefício, tem colocado os espumantes brasileiros (a maioria produzida na Serra) em alta, com rótulos comparáveis aos famosos champagnes franceses. Para se ter uma idéia, nessa pesquisa da Folha o primeiro lugar ficou com o espumante Dom Candido que custa em média R$ 30,00. Já o Chandon, que ficou em segundo lugar, custa aproximadamente R$ 75,00 e o espumante Aurora, terceiro lugar na lista, custa em média R$ 27,00.

 
Por isso, na hora de escolher a bebida da Virada, vale levar em consideração a combinação de cada bebida com a ocasião, o teor alcoólico, além do custo-benefício de cada uma das opções. Basta escolher a que melhor combina com a sua festa, colocar para gelar - não esqueça que a temperatura correta para preservar todas as qualidades do espumante é de 5ºC a 20ºC, e abrir à meia-noite. Bom para degustar e para o bolso! Dê uma olhada na lista dos melhores espumantes brasileiros.
Fonte: Folha, EspumantesWeb, GrandCru, UOL

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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

BEBIDA MENSCH: Espumantes - Faça a melhor escolha e cheers!


Temos muito que agradecer aos romanos, pois foram eles que criaram a comemoração do “Ano Novo”, quando o governador Julio Cesar, assim determinou, no dia 1° de janeiro de 46 A.C.

Portanto nesse final de ano, depois de ter escutado inúmeras vezes o CD de Simone e para dar um adeus ao ano que passou nada melhor que estourar um champanhe ou espumante, ou melhor, não estourar; pois os sommeliers afirmam que como a pressão de dentro da garrafa é maior que a de fora, a bebida perde a qualidade, o sabor e as bolhas.

O verdadeiro champanhe ou champanha é um vinho branco espumante produzido no nordeste da França, na região de Champagne, por meio da fermentação da uva através do método champenoise, tendo início com os monges Dom Pérignon e Dom Ruinart. O seu processo de fabricação é demorado e caro, sendo praticamente o mesmo de séculos anteriores. A principal alteração no processo de produção foi introduzida por Nicole Ponsardin, a viúva de Felippe Clicquot (Veuve Clicquot), que desenvolveu um método para retirar todo o fermento da garrafa.

Mais nobre dos espumantes, o Champanhe recebe este nome por conta do seu processo rigoroso de fabricação e por ser fabricado com obrigatoriedade na região de Champagne. Assim, todos os vinhos que têm espuma são chamados de espumante, inclusive os produzidos aqui no Brasil, que por conta do seu baixo custo e excelente qualidade, estão competindo no mercado internacional. Entre os melhores estão o Chandon, Aurora e Casa Valduga.

O espumante brasileiro possui uma excelente aceitação, então caso não escolha o Francês, opte pelos brasileiros, pois quanto à qualidade, alguns afirmam que são melhores que os espanhóis e chilenos.

Um bom espumante apresenta bolhas finas e persistentes; seus aromas limpos lembram pão, fermento e um pouco de frutas; na boca, mostra boa acidez e cremosidade, além de um sabor suave. É considerado um vinho leve ideal para o clima quente e para praia, já que não possui um alto teor de álcool.

Nas comemorações de fim de ano o espumante se torna ideal, pois tem a vantagem de combinar com quase todo tipo de comida. Pode-se iniciar com o branco, rose, e por último o doce.Quanto à temperatura, o espumante deve estar entre 6ºC a 8ºC, um bom champanhe a 10ºC e um top 12ºC. O tempo de quinze minutos no gelo é o suficiente, além disso, não se deve levá-lo ao freezer. Abrir a garrafa da maneira correta, é simples; observe que a tendência da rolha é sair, então empurre a rolha contra o gargalo e gire a garrafa. Quando você verificar que vai sair, deite a garrafa um pouco para o lado no sentido oposto. Após aberto deverá ser consumido no mesmo dia, pois o contato do liquido com o oxigênio, ocasiona a oxidação.


Em 2008 a MOET & CHANDON lançou no mercado a Be Fabulous, uma edição limitada do champanhe MOET & CHANDON Brut Impérial com a garrafa cravejada e decorada em dourado com o Golden Swarovski Crystallised Elements (ouro cristalizado Swarovski). O único champanhe apresentado num estojo com uma garrafa de Moet & Chandon, incrustada com cristais Swarovski. Com uma intensidade moderada, é rico e tem um toque doce de citros e mel. O lançamento teve uma forte campanha publicitária em torno do produto, que incluia festas badaladas no circuito europeu. A média de preço ficou em torno de US$ 105,00
Quando for escolher sem a orientação de um especialista, para não errar, o melhor é ser fiel as marcas conhecidas. A Veuve Clicquot é sem dúvida, uma das mais procuradas. (R$ 180,00)

A marca é velha conhecida das campanhas publicitárias, até lançou recentemente a Veuve Clicquot Champagne Travel Set, que é uma maleta com espaço para uma garrafa e duas taças. (custa em média 87 euros).
Também lançou a Clicquot Ice Jacket, uma cobertura térmica desenhada para suas garrafas, é de couro com uma cobertura especial que mantém a temperatura ideal do champagne por até duas horas. Preço médio: R$ 225,00.



SERVIÇO:
ENOTECA FASANO/SP
Sommelier - Manoel Beato
http://www.enotecafasano.com.br/natale2010/index.html
EXPAND STORE – SHOPPING IGUATEMI/SP
Sommelier – Ana Rita Zainer

Texto: André Lima
Layout: André Porto