sexta-feira, 29 de agosto de 2014

ENTREVISTA: Kayky Brito em nova fase de sua carreira se prepara para novo personagem na TV

Kayky Brito começou a carreira ainda muito menino, cresceu entre luzes, câmera e muita ação, dentro e fora da TV. Praticante de esportes diversos movimentar-se é sua praia. Estudar e aprender sempre mais também, isso rende novos desafios e novas oportunidades de mostrar o seu talento seja como ator ou apresentador. Reservado Kayky não é do tipo que expõe a vida pessoal, mas sabe lidar com a imprensa e com quem quer saber um pouco além do artista. 

Sua vida de ator começou com um musical, 'Marcelo Marmelo Martelo', como foi esse início? Tem vontade de se aventurar em outros musicais?Minha primeira experiência na classe artística começou com comerciais e logo depois tive o prazer de fazer o teste para “Marcelo Marmelo Martelo”, da Ruth Rocha. No ano passado, fiz o musical “Uma Luz cor de luar”, do Thiago Gimenez. 

Muito jovem você fez papeis bem inusitados, já foi vampiro (O Beijo do Vampiro) e menino que se vestia de menina (Chocolate com Pimenta), o que te move na carreira de ator? Na minha opinião, a emoção de criar um personagem novo é o que move a carteira do ator. Sinto que esse é o começo da minha carreira e que tenho muito que criar e aprender.

Sua última novela foi em 2010, já são quatro anos longe da teledramaturgia... Esse tempo é bom para novos projetos, experimentar novos formatos? Tive a honra de descansar, criar, estudar e me informar de coisas novas que o mundo tem a nos mostrar.

Já foi confirmada a sua participação na novela das 19h que substituirá a atual “Geração Brasil”. Já sabe de algo que possa nos adiantar? Eu viverei o médico Israel, na novela “Alto Astral”, com estreia prevista para novembro. 

Quais os planos para antes do início das gravações? Já começamos a leitura dos textos e as gravações devem começar em setembro.

Como foi encenar em inglês no filme polonês “Finding Josef”? Qual o maior desafio nesse filme? Falar inglês mesmo que estudando o personagem, foi uma novidade para mim.  Este convite veio do diretor Moisés Menezes, e me preparei como pude. Passando as gravações, fui estudar teatro no exterior.

O público te viu crescer na TV. Como lida com a fama, com as pessoas te abordando na rua, quando se sente “invadido”? Vejo da forma mais normal, isso sim, é o reconhecimento do trabalho. Me sentiria ofendido se o meu trabalho não fosse reconhecido. Sou muito grato a todos, fãs e vocês, jornalistas, pelo bom rumo que a minha carreira tomou.

Irmão de irmã famosa. Além de ter de lidar com a imprensa sobre sua própria vida, como lida com notícias (fofocas) sobre sua irmã? Rola um cuidado, uma proteção? Acho muito interessante este mundo fora da arte onde se lida com a fofoca e com as vidas alheias. É um mundo paralelo que atrai interesses de pessoas em saber da vida dos outros. Acho engraçado, na maioria das vezes, quando não falam somente da minha carreira e dos meus projetos. Jamais desrespeitarei o que falam, mas nunca vou conseguir entender o que querem ver e saber do artista, fora a carreira dele.


Jovem, bonito, famoso, assédio não deve faltar, né? Como lida com a mulherada? Pretensão de relacionamentos sérios ou o tempo agora é de curtir a vida de solteiro? Não costumo falar da minha vida pessoal, mas lido bem com o assédio e agradeço a todos pelo carinho e, com certeza, o tempo agora é de trabalhar muito focando na novela “Alto Astral”.

O que você admira numa mulher? E o que elas deveriam aprender com os homens? Admiro a personalidade de uma mulher e o relacionamento de hoje em dia é uma troca de amor e companheirismo. Não precisa nada, além disso, para as mulheres se sentirem protegidas e atraídas pelos homens.

Você é um cara muito vaidoso? Onde e como você é mais vaidoso? Não me acho vaidoso, sou tranquilo em relação a isso. Faço tudo normal do dia a dia, mas não dispenso fazer uma sauna de vez em quando e gosto muito de praticar esportes.

Falando nisso... Praticante de esportes como surf, escalada e slackline, que papel eles têm em sua vida? Qual o que mais te empolga? Como disse acima, amo fazer esporte e acho que sem praticar alguma atividade, não me sinto completo na minha carreira. Adoro conhecer esportes novos que possam inovar no meu lado profissional e na minha vida pessoal.

Em 2012 você rodou o Brasil com a peça “Fica Frio”, algum projeto em andamento para teatro? Além dessa peça, no ano passado, eu viajei em turnê com o musical “Uma luz cor de luar”, onde pude atuar ao lado de grandes nomes como Totia Meireles e Anderson Muller. Quero muito voltar aos palcos, mas o meu foco agora é a novela.

Fotógrafo Alessandro Cecconi
Assistente Vitor Jorge
Diretora de arte Jacqueline Sperandio
Produção executiva Marcia Dornelles
Make Guto Moraes
Styling Xico Gonçalves
Locação C'est La Vie Joá Guest House

Kayky Brito veste: Look 1 - Camisa Acostamento, Calça Jonny Size, Mocassim Spazzolato para Lojas Paquetá, Look 2 - Camisa Individual, Calça Base, Sapato Jonny Size

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

ESPORTE: “House Of Vans” chega a Londres atrelando esporte, arte e balada num programa imperdível

Se você é do tipo de curte dar um rolê de skate e uma balada logo em seguida, ou mesmo um cineminha, imagine fazer tudo isso à noite e debaixo de uma da maiores estações de metrô do mundo!? Para isso tudo acontecer você só precisa estar em Londres! Bem, se não dar para hoje pelo menos programe para sua próxima viagem internacional uma passagem pela capital inglesa. Isso tudo se deve á recém inaugurada “House of Vans”, que depois de abrir suas portas em Nova York (no Brooklyn), resolveu invadir Londres em grande estilo e lançou sua melhor casa de entretenimento até agora.



A marca Vans surgiu em 1966 com roupas, mochilas, tênis e um estilo bem esportista e descolado. Ao longo desses anos ganhou uma aceitação tamanha que passou de mais uma marca esportiva para um estilo de vida. Hoje, sempre atrelada a arte e cultura, a Vans criou o selo “House Of Vans” onde atrela tudo isso num só lugar. Esporte, moda, balada e cultura em espaços alternativos mas não menos atraentes para atrair os mais diversos públicos.




A unidade londrina fica embaixo da estação Waterloo, a maior estação de metrô em Londres, onde foi construído uma grande pista para que andar de skate ou bicicleta em sessões que duram em média duas horas, para isso basta você se cadastrar antes no site para marcar dia e horário. A casa ainda oferece aulas de skate para crianças acima de cinco anos. Tudo isso à um custo zero. Além das pistas o espaço se divide em três ambientes que são conectados através de túneis cheios de obras de arte e grafitagem, com loja, bar e cinema. 

A “House Of Vans” abriu as portas dia 9 de agosto passado com uma baita festa com shows de rock e mostrou ser muito mais do que apenas uma pista de skate. Com uma sala de cinema com capacidade para 100 pessoas, com entrada franca, onde basta fazer a reserva dos assentos através do aplicativo Queue. E caso você queria levar seu curta ou longa metragem para ser exibido na sala, basta mandar seu pedido por e-mail e aguardar retorno. 

Bem, ficou doido para conhecer o “House Of Vans”? Assista o vídeo abaixo e veja um pouco do que rolou na abertura da casa e já marque sua próxima viagem para Londres, ou melhor, para o divertido subterrâneo londrino de “House Of Vans”. 

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

HOMEM NA COZINHA: O ator Roberto Birindelli mostra a combinação perfeita entre carne & queijo em duas receitas deliciosas

Roberto Birindelli é um homem de muitas artes. Atualmente em destaque na novela "Império" no papel de Josué, Roberto é arquiteto de formação, ator e pesquisador em linguagem e presença cênica, já rodou um bom pedaço do mundo fazendo tetro e cinema e já entrou em muitas casas através de novelas e séries. Uruguaio de nascença, brasileiro de coração e carioca por benção o homem do tablado e das câmeras é também o homem da cozinha, não à toa em sua oitava série interpretou com maestria o chef Ferran Adrià e em breve, adivinhem só, será mais uma vez um chef numa série. O interessante é que apesar de se sentir muito bem no comando culinário, Birindelli nunca chegou a fazer um curso na área, é puro dom. Amante de uma boa carne como pretexto para reunir os amigos, ele recebeu a MENSCH com duas receitas de deixar qualquer um babando. E como Birindelli costuma compartilhar o que é bom, seguem as delícias pra você fazer em casa e aprender mais uma arte com esse grande ator. Nós da redação devoramos em poucos minutos!



terça-feira, 26 de agosto de 2014

CARRO: BMW i3, o 1o carro elétrico produzido no Brasil em breve no mercado nacional

Os carros com motor elétrico, que não poluem o ambiente, e conectados por smartphones em breve serão realidade aqui no Brasil com o anúncio da pré-venda do BMW i3, o primeiro carro 100% elétrico vendido no território nacional. A campanha começou esse mês e até o final do ano já será possível ver alguns modelos tomando conta das ruas e abrindo espaço para essa nova realidade. Até lá, como ação estratégica, já é possível ver o i3 circulando pelas ruas de São Paulo enquanto ele não toma as ruas em diversos estados do país. Serão disponíveis apenas 130 unidades para pré-venda.


Com uma proposta de ser um carro compacto urbano e com uma boa autonomia, a montadora alemã criou um carro que consegue rodar entre 130 e 160 km utilizando o motor elétrico que conta com os modos de condução ECO, PRO e ECO PRO, o que pode chegar a até 200 km em algumas versões. O BMW i3 possui 170 HP de potência e torque imediato de 250Nm, o que gera uma aceleração de 0 a 100 km/h em 7,2s. A aceleração do i3 é rápida e, como em todo carro elétrico, mesmo tirando o máximo do seu motor não se escuta nenhum ruído dentro do veículo.

Em uma das versões o BMW i3 oferece também um motor à combustão de dois cilindros e com 650 cc, o qual gera 34 cavalos de potência. Esse motor é responsável por produzir energia para a bateria. Que segundo a montadora sua bateria tem autonomia de 144 km, o que o torna um veículo próprio para rodar na cidade. A recarga pode ser feita de forma bem prática através de uma tomada de 220 volts.





Por dentro o i3 é um show de tecnologia à parte. Algumas versões mais caras virão com tecnologia para estacionarem sozinhos, além de se conectar a smartphones por meio de bluetooth, permitindo assim configurar o GPS do carro e atender ligações. O painel do i3 possui funções que são facilmente acionadas através de botões que ficam no console central. Outro diferencial é a área onde ficaria a alavanca do câmbio, que não existe, eliminando assim a divisão do espaço de motorista e carona, sendo assim as trocas de marcha são feitas no volante. Como o modelo é compacto, a sensação de mais espaço se deve ao console e teto solar. Assim como outros modelos da marca, o i3 segue com tração traseira e o padrão de acabamento característico da BMW.

Por enquanto a BMW ainda não divulgou data para o lançamento e nem deu uma estimativa de valor, porém está confirmado que concessionárias nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Pernambuco, Minas Gerais, Paraná, Bahia e no Distrito Federal vão receber o modelo. 

Para saber +
http://www.novobmwi.com.br/




segunda-feira, 25 de agosto de 2014

MUSA INTERNACIONAL: Cameron Diaz melhor do que nunca

A atriz Cameron Diaz mal entrou em cartaz com seu novo filme, SEX TAPE, e já deu o que falar. Capa da revista americana Esquire desse mês, a atriz mostra que está ainda melhor e com um corpão capaz de preencher muito bem um maiô bem cavado na foto da capa. Aos 42 anos de idade e 20 de carreira, Cameron já rendeu às bilheterias algo como 3 bilhões de dólares. Discreta e bem diferente de seu mais recente personagem, Cameron segue a linha low profile, mantendo seu humor que lhe é peculiar com boas horas de surf.


Esse corpão, que pode ser admirado nessas belas fotos que estampam as páginas da revista, e o sorriso largo que cativou milhares de fãs ao redor do mundo podem ser conferidos na deliciosa comédia em cartaz. Em entrevista à revista Esquire, diz que vai aparecer pela primeira vez completamente nua na comédia SEX TAPE, "Faz parte do personagem, então eu fiz. Quero dizer que vocês vão ver tudo".

SOBRE O FILME
Dirigida por Jake Kasdan, o mesmo diretor de outra comédia sexy recente com a atriz, "Professora Sem Classe", a nova comédia acompanha um casal (Cameron Diaz e o comediante Jason Segel) cuja vida sexual esfriou e, numa noite livre dos filhos, resolve apimentar a relação fazendo um vídeo de sexo. No dia seguinte, o casal entra em desespero ao perceber que a gravação desaparece e pode estar disponível na internet. Jack Black participa do filme como o presidente de uma grande produtora de filmes pornô. (por Fernando Vasconcellos)


sexta-feira, 22 de agosto de 2014

ENTREVISTA: Rafael Furtado, vocalista da "Papaninfas" e ex-The Voice, e sua rotina musical

Vivendo música desde a infância era natural que Rafael Furtado fizesse dela a sua profissão e não à toa faz bem feito. Em trabalho solo e junto à banda Papaninfas faz shows em diversas casas noturnas de Recife e também de outras cidades e recentemente participou do reality show The Voice, tendo a oportunidade de mostrar o seu talento para todo o país. A experiência rendeu bons contatos e aprendizados. 

A Papaninfas, montada desde 1999, é grande conhecida do público nordestino com um som poprock de alta qualidade, A banda já teve formações diferentes ao longo da sua existência e ganhou vários prêmios, entre eles Melhor banda de pop cover de Pernambuco da rádio Jovem Pan em 2010. Rafael entrou como vocalista da Papaninfas em 2007 e desde então vem fazendo sucesso nos palcos juntamente com Walman Filho, Marcelo Pompi e Renan Alves.

Rafael, desde quando a música faz parte da sua vida e quando sentiu que estava pronto pra se lançar profissionalmente na carreira de músico? A música faz parte da minha vida desde cedo, quando criança sempre tinha muita música em casa, meu pai tocava violão e sempre escutava música, tanto de artistas nacionais como internacionais. Bastou apenas crescer um pouco que já quis aprender a tocar, cantar etc. Foi muito natural para mim. Acho que na verdade você nunca se sente "pronto", mas se tem o gás você vai e faz, da maneira que a gente se sente melhor.

O que sente quando pisa no palco e como sente a vibração do público? Como é essa troca? Me sinto bem confortável no palco, o público sempre contagia você, então eu sempre me esforço ao máximo. É como uma terapia, você coloca para fora as energias e o seu sentimento, é uma espécie de meditação, sempre me sinto renovado após um show.

Você e a banda Papaninfas fazem cover de grandes nomes do rock e pop rock nacional e internacional... Algo autoral em vista? Sim, lancei um single ainda no mês de julho. Se chama "Logo Agora" e está disponível para download no meu Soundcloud. Tenho outras na manga que também irei lançar em breve, ultimamente estou produzindo e compondo bastante paralelamente às apresentações da Papaninfas.


Participar de um reality, ser visto por milhares de pessoas, enfrentar júri técnico e popular...Conta pra gente sobre essa experiência, ganhos e perdas. Participar do programa foi ótimo, uma experiência única. Estar rodeado de produtores e músicos já estabelecidos no cenário musical/artístico lhe faz observar o que você pode alcançar, e lhe dá a vontade de buscar muito mais através da nossa música e dos nossos trabalhos. Apenas poder conviver com aquelas pessoas já valeu bastante.

Como cuida da voz e o que faz pra manter o pique muitas vezes fazendo dois, três shows por dia? Na verdade não faço muita coisa. Sempre tento aquecer a voz antes dos shows e utilizá-la da maneira correta, porque na adrenalina de um show muitas vezes cantamos com um pouco mais de vontade e acabamos por exigir demais da voz. Com o tempo você adquire experiência e começa a dosar onde se deve, realmente, dar o "gás".

Como é a relação entre vocês dentro e fora do placo? (sobre a banda Papaninfa) É bastante tranquila. Todos temos gostos musicais parecidos e nos entendemos muito bem no palco, com o passar do tempo o entrosamento também faz muita diferença. Fora dos palcos sempre que possível nos encontramos, trocamos experiências tanto de música quanto de vida em geral, nos divertimos no palco e fora dele. É uma relação muito boa.

Numa banda o vocalista acaba sendo o destaque para o público em geral, como vocês lidam com isso? É tranquilo, consideram natural? É natural que o público observe mais o vocalista do que os outros músicos, mas isso é muito natural e não existe nenhum problema quanto a isso. Sabemos que cada integrante da banda tem a sua importância, e isso que nos faz ser uma banda unida.

Depois da participação do The Voice o assédio aumentou? Como lidar com isso? Faz alguma diferença? O assédio aumentou bastante, mas é legal, é um reconhecimento do seu trabalho e é gostoso receber esse tipo de carinho. Às vezes é até estranho, mas todos querem me parabenizar e desejar sucesso, é gratificante.



Já participaram ou já pensaram em participar de algum desses concursos de banda? Como aconteceu ainda agora com o Superstar. Acham bacanas? Pode ser sim, já temos uma bagagem boa, quem sabe pode acontecer.

Você é um cara vaidoso? Como cuida da aparência? Até onde vai sua vaidade? Cuido um pouco sim. Mas não sou obcecado por isso, acho importante se vestir bem, o que transmite uma boa imagem, credibilidade, mas o importante mesmo é a sua personalidade, em que você acredita.

Como banda, quais os projetos de vocês? E qual os projetos pessoais? O que busca como músico? Atualmente estou me dedicando em compor e trazer algo novo, ainda quero me estabelecer no cenário musical. É isso que estou em busca.

O que você gosta de ouvir quando não está tocando? Um pouco de tudo. Geralmente escuto músicas mais tranquilas para relaxar, mas sempre tem um bom rock´n roll para agitar um pouco. Sou eclético, mas venho do rock, então sempre tem algum tipo de rock tocando no som.

Fotos Newman Homrich
Agradecimentos: Migué Bar - Fone: (81) 3441.4543
Rafael veste: Hugo Boss (Shopping RioMar) - Fone: (81) 30391001
www.hugoboss.com

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

MÚSICA: George Mendez, o DJ que rodou o mundo com as melhores baladas e suas trilhas musicais incríveis

“De Pernambuco para o mundo”. Essa frase cabe para George Mendez. Apaixonado e fascinado por música desde os 5 anos esse pernambucano ganhou o Brasil e o mundo tocando nas maiores e melhores baladas...Além de DJ, e dos bons, George tem uma escola de formação de DJ´s e compõe trilhas sob medida para o mundo da moda e dos eventos só para citar alguns exemplos mostrando que a música faz parte da vida e não só das festas.

Como surgiu a ideia de criação de trilhas para moda, eventos, websites...? Onde conheceu esse mercado? Da própria necessidade de clientes em busca de um trabalho exclusivamente feito para eles, acentuando através do áudio a sua marca, o seu estilo ou a sua proposta. Conheci esse mercado quando visitei a loja francesa "Colette" em Paris e vi que tudo dentro dela era harmoniosamente estudado: da decoração a arquitetura, passando pela música. 

Ao ser convidado para criar uma trilha sonora o que precisa saber sobre o cliente para desenvolver a trilha certa? Seu ambiente, sua arquitetura, sua marca, sua proposta, suas aspirações e, sobretudo, que produto oferece e para que classe(s). Baseado nisso e visitando o local durante o seu funcionamento e observando a atmosfera é que uma trilha pode ser desenvolvida.

Compor uma música tem a ver muito com inspiração, né? Já compor uma trilha pra um objeto/produto tem mais técnica que inspiração ou não? Como é o processo? Tem mais a ver com um amplo conhecimento musical mesmo... Lembrar de coisas antigas, referências atuais, tendências ou até mesmo estilos que ainda não são tão comuns ou explorados. Eu prezo muito pela exclusividade e tento fugir dos rótulos fáceis (a não ser que seja isso que o cliente busque, quase nunca é!). Sempre procuro a versão menos tocada ou menos previsível de uma música ou artista, claro que respeitando a identidade proposta pelo ambiente previamente estudado. O processo é lento, porque preciso, além de ouvir, pesquisar em sites e revistas especializados para então iniciar o processo de seleção propriamente dito. Em média, de cada 100 músicas que escuto, seleciono cinco ou 10 no máximo para um cliente x, aproveito e separo o que pode ser uma opção para um outro cliente e já deixo guardada em uma pasta. 

Além da produção de trilhas sua empresa também oferece cursos para DJ para faixas etárias diversas... Compartilhar conhecimento é importante pra você? Na minha empresa-escola, a OKMUZIK, os cursos de DJ são individuais para que o aluno possa ter o máximo de aproveitamento, seja ele no Kids (curso para crianças até 12 anos) ou no Senior – para senhores acima dos 60 que buscam no curso uma terapia e uma diversão.  E é nessa troca de informação, seja com crianças, jovens ou senhores, que todos nós (talvez eu mais que todos) aprendemos algo novo sobre outro ponto de vista. 


Hoje a gente vê muita gente se autointitulando DJ, mas o que faz um bom DJ no sentido profissional? O que diferencia o amador do profissional? A facilidade que a tecnologia trouxe para o campo da música fez com que qualquer um possa ser "um DJ" hoje em dia. Seja ele um DJ amador (que exerce por hobby) ou um DJ profissional (que faz disso sua principal fonte de renda). O que o faz bom, como em todas as profissões, é o aperfeiçoamento e o contínuo estudo para se reciclar, e se aliado a isso você traz consigo o dom da música, BINGO! É meio caminho andado pra você ser um ótimo DJ. Um bom DJ é aquele que agrada ao público para o qual ele foi contratado para entreter. Se o público tem um gosto próximo ao gosto pessoal do DJ é outro fator que certamente levará ao sucesso do seu trabalho.

Como surgiu a vontade de ser DJ em você? Quando percebeu que tinha talento e podia fazer disso uma profissão? Nunca brinquei de bola, peão, pipa ou futebol. Com 5 anos eu já comprava discos de novelas internacionais e ouvia no "3 em 1" da minha mãe.  Me fascinava ver o disco girando e que dele saíssem todas aquelas músicas. Aos 12 anos, fui a uma festinha de aniversário de um amigo do colégio em uma "danceteria" e quando vi aquele mundo de luzes, botões e sobretudo “discos" na cabine do disc-jockey foi quando meus olhos brilharam e minha mente descobriu o que eu queria fazer na minha vida: TRABALHAR COM MÚSICA!

Tocar no Brasil e no mundo... A galera curtindo o som que você coloca...Como é seus prazer e satisfação nisso tudo? Qual a maior realização de um DJ? Minha maior realização é ter criado minha identidade como DJ (já que praticamente tudo que eu toco eu mesmo criei através de remixes e produções próprias), isso sem dúvida é o meu maior diferencial e o meu maior orgulho. Gosto de surpreender meu público seja com alguma música esquecida à qual eu fiz uma versão nova, (não existe isso de música velha, existe música boa esquecida), seja com batidas e fusões inesperadas. Nisto reside minha maior satisfação: ver a vibração das pessoas em sintonia com a minha através da música.

Onde estão as grandes baladas no Brasil e no mundo? O que fazem delas grandes baladas? Ibiza, na Espanha ainda é a meca das baladas do mundo. Seja pelo tamanho dos clubes, pelos DJ’s mais badalados da atualidade que tocam todo o verão lá, pela qualidade técnica do som sempre impecável e pelos detalhes de luzes e decoração. No Brasil, temos em São Paulo meus dois clubes favoritos: o D-edge e a The Week (estilos totalmente diferentes, porém qualidade indiscutível, sem deixar a desejar a nenhum clube do mundo).

O que você costuma ouvir quando não está colocando música para os outros ouvirem? No meu iPod tem Ella Fitzgerald, Cocteau Twins, The Smiths, Nina Simone, The XX, e os nacionais tenho ouvido muito Silva, Adriana Calcanhotto e Tiê.

Quer ouvir um pouco do som de George Mendez? Acesse: http://www.okmuzik.com.br/#/home

terça-feira, 19 de agosto de 2014

FOTOGRAFIA: Henri Carter-Bresson, o homem invisível e toda a visibilidade de sua obra

Para celebrar o dia da fotografia, só um grande mestre para ilustrar e representar tantos outros artistas na arte de registrar o mundo sob uma ótica tão particular. E Henri Cartier Bresson tinha o dom de passar quase que invisível pelos fatos para assim puder registrar da melhor forma. Nascido na Paris de 1908, Henri viveu uma época onde os pais ditavam o futuro dos filhos mas tendo ele já nascido um artista livre seguiu seu próprio rumo. Em uma viagem à África Henri deixou a pintura e se enveredou de vez pela fotografia se tornando o grande mestre da arte fotográfica dos anos 20 inspirado pela fotografia de do húngaro Martin Munkacsi, publicada na revista Photographies (1931), mostrando três rapazes negros a correr em direção ao mar, no Congo.

Viajou o mundo com sua Laica em punho e fez o mundo viajar com suas fotografias focadas em temas do fotojornalismo. Como não poderia deixar de ser, fez grandes registros históricos, foi prisioneiro dos Alemães por três anos durante a Segunda Grande Guerra e por pouco não fazem uma exposição póstuma de suas obras por acharem que estava morto. Foi também o primeiro fotógrafo da Europa Ocidental a registrar a vida na União Soviética de maneira livre.


Junto com o amigo Robert Capa, David ''Chim'' Seymour e George Rodger, fundou a Agência Magnum em 1947 e já em 1948 partiu para o mundo novamente, circulando por Índia, Burma, Paquistão, China e Indonésia até 1950. Suas lentes registraram o fim do domínio britânico na Índia, o assassinato de Mohandas Gandhi e os primeiros meses de Mao Tse Tung tudo devidamente registrado no livro IMAGES À LA SAUVETTE lhe rendendo uma reputação sem precedentes.
"No meu modo de ver, a fotografia nada mudou desde a sua origem, exceto nos seus aspectos técnicos, os quais não são minha preocupação principal. A fotografia é uma operação instantânea que exprime o mundo em têrmos visuais, tanto sensoriais como intelectuais, sendo também uma procura e uma interrogação constantes. E' ao mesmo tempo o reconhecimento de um fato numa fração de segundo, e o arranjo rigoroso de formas percebidas visualmente, que conferem a esse fato expressão e significado".


Perfeccionista, tentou por duas vezes destruir suas próprias fotos, o que felizmente, não conseguiu. Deixou a Magnum em 1966 e passou a não mais fotografar de forma profissional. Avesso a fama e badalações não se deixava fotografar por não querer que fizessem com ele o que ele fez com os outros a vida inteira. Para muitos Cartier-Bresson é puro lirismo e poesia, suas imagens desconhecem limites e sua genialidade se dá justamente por ele estar sempre invisível e deixar suas fotos sob os holofotes.

Henri Cartie-Bresson, faleceu em 02 de agosto de 2004, mas a sua obra é eterna e continua influenciando muitos artistas, fotógrafos e admiradores. Como poucos sabem fazer parar no tempo situações que duraram frações de segundos. Para preservar o seu legado e manter vivo o seu espírito livre, Henri Cartier-Bresson, Martine Franck e sua filha Mélanie decidiram montar uma fundação que teve início na primavera de 2003, um ano antes de o mestre partir.

A fundação é reconhecida pelo governo Francês como de obra de grande interesse público e está sediada em uma belíssima casa em Montparnasse. Fica a dica para os amantes do trabalho de Henri Cartier-Bresson, para quem a câmera é um instrumento de intuição e espontaneidade. 


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

FITNESS: AUMENTE OS RESULTADOS DO SEU TREINO!

Vários praticantes criam resistência em treinar com cargas mais elevadas, o que prejudica e prolonga o tempo para obtenção de resultados, principalmente estéticos. Este comportamento é fruto da falta de informação e de alguns mitos que acompanham os treinos intensos. É preciso deixar claro que para aderir a treinos mais intensos é necessário passar por um período de adaptação, estabelecido pelo professor/treinador.

A musculação bem orientada gera importantes benefícios à saúde, mas para estética é necessário treinar próximo ao seu limite em todos os treinos, aplicando mais qualidade ao sua sessão. Abaixo seguem as dicas para que sua sessão de treino tenha mais qualidade e intensidade:


1 - Amplitude do movimento e velocidade de execução: durante a execução do exercício, salvo situações especificas, o movimento deverá ser executado em sua total amplitude, de forma lenta, controlada e sem pausas de descanso nos pontos de “conforto”. Estes ocorrem quando a musculatura se encontra totalmente estendida ou flexionada. Provável prejuízo: caso essa dica não seja observada a intensidade do exercício será menor e a flexibilidade poderá ser prejudicada em longo prazo.

2 - Número de repetições: o número proposto de repetições de cada série deve receber uma atenção especial. Ele é o objetivo a ser alcançado durante uma série. Vamos ao exemplo: caso sua série seja de 10 repetições e durante a execução perceba-se que é possível realizar mais 2 repetições, não pare, continue até a 12º repetição, caso este seja o seu limite. Se ainda restar outra série, ajuste a carga e tente se aproximar do número de repetições proposto (neste caso 10). Lembre-se que seu músculo não sabe contar, você sabe contar! Para realizar essas repetições máximas é preciso aumentar seu nível de tolerância à dor, já que ir até a “falha muscular” gera certo desconforto. Provável prejuízo: a musculatura se desenvolve a partir dos estímulos promovidos, caso estes sejam insuficientes (repetições fáceis) os resultados não serão os esperados.


3 - Intervalo de recuperação: o intervalo entre os exercícios e entre séries é uma das variáveis mais importantes, pois o “descanso” entre um estímulo e outro é determinante para o resultado. Portanto, respeite o intervalo determinado, pois ele contribui para que as alterações promovidas pelos estímulos não sejam insuficientes, devido às longas recuperações entre as séries. Provável prejuízo: o objetivo do treino não é alcançado por conta da excessiva recuperação muscular e diminuição da intensidade do treino.

Claro que existem outros fatores e orientações que colaboram para melhorar a intensidade, qualidade de sua sessão de treino, mas iniciando com as citadas já será um grande avanço aos seus resultados. 

*Anderson Santos é educador físico e personal do Mais Atividade Física. (www.maisatividadefisica.com)

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domingo, 17 de agosto de 2014

PROMO MENSCH: Diogo Viana fala sobre seus dez anos de carreira ao "Fazendo Sala"

O arquiteto Diogo Viana é um colecionador nato: de objetos, histórias e memórias. E é sobre esse universo particular que o blog Fazendo Sala (www.fazendosala.com.br) conversa com o profissional, para a série de vídeos "Na sala com..." que vai trazer, quinzenalmente, sempre o perfil de um novo entrevistado. Para a estreia, Diogo recebeu a equipe do blog no seu recém-decorado flat de 36 metros quadrados, onde pretende morar por três anos, enquanto seu endereço definitivo fica pronto. Na conversa, ele fala sobre seus dez anos de carreira, completados este ano, sobre estilo, tendências, modas e modismos. O post traz ainda várias imagens que traduzem um pouco do estilo e dos gostos pessoais de Diogo, que precisou projetar a forma como queria pendurar os quadros em sua parede para aproveitar da melhor forma o espaço.


sexta-feira, 15 de agosto de 2014

BALADA: Bar do Cachorro, uma Noronha em versão bacante

Na Roma Antiga, em periodicidade cíclica, eram promovidos rituais religiosos em homenagem ao deus do vinho, Baco (também conhecido como Dionísio), invadindo as ruas do império com danças, gritos e festejos. A ideia era promover espaço ao delírio dos romanos bacantes, cujo mais alto nível de perfeição báquica significava não considerar absolutamente nada como algo vedado pelo moralismo. O resultado disso se deu por meio de desaparecimentos, orgias, envenenamentos e confusões das mais graves e mais diversas, levando à proibição dos bacanais pelo senado romano. 

Sendo assim, o que os bacanais têm em comum com o paraíso de Fernando de Noronha? Além da influência sobre as mais diversas festividades do ocidente moderno, também presentes na ilha, o fato é que os bacanais servem até hoje como referência do poder das celebrações. São, antes de tudo, uma prova de que qualquer povo, em qualquer época e sob os domínios de quaisquer impérios, tem necessidade de extravasar. Essa necessidade é tamanha e tão poderosa, que nem mesmo as águas translúcidas e o espetáculo diurno da natureza são capazes de conter. É uma força inerente à condição humana, e esconde um dos desejos mais secretos da existência civilizada: se no mais perfeito dos paraísos não houvesse sequer uma festa, então habitá-lo se tornaria uma condenação.

Fernando de Noronha, evidentemente, não foge à regra dos cenários paradisíacos que, apesar de estonteantemente lindos, necessitam de uma dose de delírio bacante. E para quem procura por diversão noturna na ilha, a resposta automática é semelhante a uma bússola já quase viciada: aponta sempre para o Bar do Cachorro.

Aberto de segunda a sábado, o local é a alternativa de turistas e moradores que, em meio à calmaria típica do arquipélago, vão em busca de algumas horas de badalação. Por lá, é possível dançar forró até às 3h da madrugada, com direito a cerveja gelada e paisagem de cartão postal. Às segundas-feiras, inclusive, há maracatu se apresentando no espaço, para fascínio dos turistas e ufanismo dos locais. Uma programação aparentemente comum na capital pernambucana - como curtir o som de uma sanfona ou incorporar o ritmo do batuque - foge ao clima bucólico perene em Noronha e, por isso mesmo, acaba por se tornar tão especial. Qualquer roteiro de viagem planejado sob os moldes do Turismo de Lazer deve incluir obrigatoriamente o point. Quem já conhece o endereço, vai além: obrigatório mesmo é chegar antes do horário da badalação propriamente dita e, assim, apreciar o sol se pondo na Praia do Cachorro. Praia, aliás, que justifica o nome do bar.

ONTEM E HOJE

Fundado há mais de vinte anos pelo empresário Sidney Costa, o espaço antes abrigava um lava-jato. Quem o frequenta atualmente, porém, sequer consegue imaginar a diferença de contexto. É que o lugar foi tão remodelado, tão aperfeiçoado em prol de sua clientela, que hoje conta até com lojinha de souvenires. Fez uso da receita ecologicamente correta do sucesso: combinou modernidade ao uso consciente de seus privilégios ambientais. 

No menu, o Bar do Cachorro serve pratos calculados para deixar satisfeitas uma ou duas pessoas: dos petiscos às lagostas grelhadas, além de bobó e até mesmo picanha, para variar o clima e cardápio praieiros. Com a chefa francesa Ana Jabue no comando da cozinha, o bar vem aprimorando sua gastronomia, investindo na área a fim de fidelizar a clientela que já o frequenta – não bastassem a vista e a cerveja famosíssima pela temperatura estupidamente baixa.

De tanto ser exceção aos atrativos diurnos da ilha, o lugar virou regra na vida de quem conhece Noronha. Os turistas estreantes não são devidamente batizados se não desbravarem o point, e os que já frequentam o arquipélago não resistem à tentação de retornar. De Santa Catarina, a turista Anayra Apelini (30), Oficial de Justiça, garante: “Tudo no Cachorro é maravilhoso, a noite é muito animada e a paisagem é linda.” Aline Menegaro (27), colega de profissão e amiga de Anayra, reforça: “Esse é um bar muito alto astral, gostamos muito da música e o visual, claro, é maravilhoso!” 

Bruna Caroline Georgi (30), também catarinense, sintetiza a impressão compartilhada pelos fãs da badalação: “O forró no Cachorro é uma delícia! Estou de frente para o mar, na Praia do Cachorro, escutando forró com a galera, então está tudo certo.” Além do intenso fluxo de turistas brasileiros e mesmo estrangeiros, famosos que costumam desfrutar dos prazeres de Noronha também são frequentadores assíduos do “Cachorro”, como chamam os íntimos. E suas presenças, evidentemente, conferem um charme a mais ao ponto. Bruno Gagliasso, Giovanna Ewbank, além do sanfoneiro Cezinha e de ex-BBs como Maria Melilo e Daniel Rolim, já foram registrados no endereço e são retorno certo tão logo voltem à ilha. 


A explicação para tamanhos níveis de satisfação e fidelidade da clientela? Uma resposta óbvia: “Aqui é o paraíso com lua cheia e vista para o mar”, arrematou o turista André Georgi (32), vindo de Blumenau (SC). É que o lugar oferece uma versão de Noronha que não se restringe às paisagens tão propagadas mundo afora em cliques diurnos que ostentam um verdadeiro presente geográfico da natureza. O Bar do Cachorro guarda uma Noronha noturna, envolvente, sedutora. Em resumo, promove horas de delírios e prazeres – dos musicais aos gastronômicos - para deus Baco nenhum colocar defeito.