sexta-feira, 31 de agosto de 2012

ENTREVISTA: Daniel Rocha, o "Roni" de Avenida Brasil é um grande talento da nova geração‏

Daniel Rocha nasceu como ator no teatro, mas se tornou conhecido do grande público na novela do horário nobre. Interpretando um personagem dúbio, Daniel tem a chance de mostrar sua versatilidade artística mesmo com pouca idade e em início de carreira. O antes garoto zuado na infância, agora esbanja carisma e simpatia com as fãs. Nos tatames não só conseguiu ser campeão como encontrou o equilíbrio e a disciplina pra toda a vida. Conheça um pouco mais do ator invejado por fazer par com ninguém menos que Isis Valverde.
 
Como foi seu início de carreira? O começo foi ótimo e péssimo. Ótimo por em pouco tempo de estudo consegui entrar no CPT com direção artística do Antunes Filho, que é considerado um dos grandes mestres. E foi difícil porque teatro experimental é um processo pessoal de formação como artista. Será que quero ser ator mesmo? O que é ser ator? E isso eu tentei responder muitas vezes com 18 anos. Então foi uma entrega grande pessoal, mas foi muito bom, faria tudo de novo.

Novela em horário nobre. Dá medo? Sim, é uma grande responsabilidade, por isso dá um pouco de medo. No início, dava mais por conta de ser meu primeiro trabalho na TV e estar com um núcleo experiente, mas com a ajuda de Otavio Augusto, da Isis Valverde e do Thiago Martins, aos poucos fui me soltando.

O que mudou na sua rotina depois do sucesso de Avenida Brasil? Muitas coisas. Tento fazer as mesmas coisas que eu fazia antes, mas a mudança maior foi eu ter que morar sozinho.
 

Na infância você sofreu bullying na escola, foi parar nos tatames e chegou a campeão brasileiro e pan-americano. O que fica de lição do que sofreu na infância e do que aprendeu no tatame? Na minha infância não se chamava bullying era aquela zuação de crianças mais velhas com as menores, comecei no tatame como uma autodefesa e depois vi que a filosofia de vida de um atleta é muito bacana, me ajudou e me ajuda muito ainda. Acredito que eu não seria tão focado e dedicado em algumas coisas se não fosse o esporte.

O UFC virou mania nacional, a que atribui esse sucesso? Na época que eu lutava era uma febre fora do país, mas agora com o crescimento de lutadores brasileiros no UFC, que geralmente são os donos do título de sua categoria, motiva o brasileiro a torcer.

E o violino, como entrou na sua vida? Desde pequeno, com 6 anos meu pai falou para tocar algum instrumento e eu escolhi o violino. Ele costumava levar a família em eventos musicais.

Hoje com a fama que seu trabalho está gerando, como você está lidando com o assédio das fãs e da mídia? Da melhor maneira, sempre respeitando o trabalho de todos, e sendo o mais atencioso possível com as fãs.
 

Qual o limiar entre liberdade de imprensa e invasão de privacidade? O problema não é a invasão de privacidade, porque entendo que na TV ficamos mais expostos e existem profissionais que vivem desse mercado, o problema é quando esse material, escrito ou fotográfico, não são verídicos.

Nessa sua trajetória pelo seu reconhecimento como ator, qual a maior virtude e o maior pecado que um ator pode ter/cometer? Para mim, uma grande virtude do ator é ter um embasamento cultural e artístico para ter suas referências, e o pecado acho que a ansiedade.

O seu personagem em Avenida Brasil é dúbio, ninguém sabe ao certo se ele é ou não homossexual. Acredita que as pessoas estejam torcendo pelo que? O que você está achando disso? Acho legal a incerteza na vida, sempre somos uma coisa ou várias ao mesmo tempo. Mas nessa fase sinto que o público torce para que o Roni fique com a Suelen.

O que você tem de parecido com o Roni? A preocupação social pelo outro.

Algum plano pro futuro ou está deixando a vida te levar? Pretendo voltar ao teatro, que é a minha escola como ator, mas se fizer cinema seria uma experiência incrível também, acho o processo cinematográfico muito rico e interessante.
 
 
 
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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

MUSA: Thábata, uma bela morena que mostra à que veio

Thábata Carvalho é uma bela e simpática, morena carioca que trabalha como modelo e tem arrancado suspiros por onde passa. Com seu jeito de menina-mulher que é pura sedução, Thábata quer muito mais que suspiros e elogios. Segura de si, trilha seus caminhos para realizar sua meta em trabalhar como apresentadora. Enquanto isso conheça um pouco mais dessa gata que mostra a que veio.

E aí Thabata, como foi fazer essas fotos? Curtiu muito? Fazer as fotos para a MENSCH foi divertido e confortante quando estou envolvida em um projeto com grandes profissionais e tenho certeza que será um grande trabalho. Me sinto feliz e satisfeita.

 

Vida de modelo é realmente o que você sempre quis pra você? Qual a parte mais difícil disso? Trabalhar como modelo nunca foi o meu real foco, mas de certa maneira sempre estava ali comigo e sem eu ir atrás sempre aparecia trabalhos, concursos e ai eu ia participando... quando vi já estava nesse ramo a anos... Difícil é sempre. É como toda profissão, mas quando se faz um trabalho com amor e vontade tudo se torna mais fácil e interessante realizar.

Dona de um corpo escultural o que você faz para que os homens prestem atenção a suas outras qualidades? Sempre luto para isso para que prestem atenção na Thábata que realmente sou não para o meu exterior. É difícil, pois as pessoas hoje em dia ainda tem preconceito com a profissão de modelo, bailarina então... muitas das vezes já existe um pré-julgamento e até provar para as pessoas que não sou uma mulher fútil ou que só pensa no corpo. É difícil, mas tiro de letra quando mostro quem sou de verdade.

Quando você acha que uma mulher inibe o homem? E como ele deve reagir e virar o jogo? Trabalhar no meio artístico e ser bem sucedida sendo tão nova, trabalhar com a imagem é difícil. Tem pessoas bacanas que às vezes nem tentam me conhecer por medo ou por achar que não vou ser simpática ou algo do tipo, mas sinceramente acho que se a pessoa chegar, conversar, for humilde, pode ao menos surgir uma grande amizade.


Você está namorando no momento... Se sim, como ele te conquistou? Bom, não estou namorando e pretendo não namorar tão cedo!! (risos) Estou fechada para balanço. (risos)
 



O que é um homem deve vestir para chamar sua atenção? Bom, um homem bem vestido acho que já é um grande passo né? Não ligo muito para marcas, mas prefiro o homem moderno e básico.

Qual o cenário ideal para viver uma noite romântica? Sou bem romântica, e uma noite ideal mesmo seria em um luau na praia com uma noite linda.

Você parece curtir muito praia, é mais do dia do que da noite? Curto muito o verão, é sim a minha estação preferida, mas também gosto de sair para dançar com as minhas amigas

Se a gente estivesse em um bar, e a bebida fosse por minha conta, o que você pediria? A paquera fica mais facinha depois de umas doses? Na verdade pediria uma água, pois no primeiro encontro e sempre bom estar bem tranquila para conhecer bem paquera.


Quais seus projetos pro futuro? Estou investindo bastante na minha carreira de apresentadora que a área que pretendo seguir, gosto bastante da área de esportes radicais e sei que seria uma boa profissional da área jornalística.
 
Fotos: Drica Donato
Cabelo e maquiagem: Renata Mattos
 
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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

CARRO: SMART 2013, pequeno no tamanho e grandioso na economia‏

O Smart ainda chama atenção por onde passa pelo Brasil, mas é importante destacar que ele é um carro muito popular na Europa, afinal, foi por lá que ele nasceu. Que ele é pequeno na estatura não podemos negar, entretanto, consegue ser grandioso na economia, além disso, vamos combinar; este pequeno carro tem muita personalidade e é muito charmoso.

Na verdade tudo começou com o engenheiro Nicolas Hayek, o criador dos relógios de pulso Swatch. Nicolas tinha um desejo de conceber um carro pequeno que fosse econômico, responsável ambientalmente e fácil de estacionar em espaços pequenos. Vale frisar que no transito caótico cotidiano, quanto menos espaço na pista melhor, além disso, já pensou que engraçado; você e sua esposa talvez possam dividir a mesma vaga da garagem.
O desenvolvimento do projeto teve início em 1994, e o primeiro Smart foi apresentado no Salão do Automóvel de Frankfurt de 1997. Hoje, o novo Smart, que agora pertence ao grupo Mercedez Bens, lançou o seu modelo Fortwo 2013, bem mais tecnológico, esportivo e confortável, com o intuito de conquistar o mercado mundial.

O Fortwo 2013 já chegou ao chegou ao Brasil e continua com as suas dimensões consideradas ideais, inclusive comprovadas por estudos, para os grandes centros urbanos. São menos de 2,70 de cumprimento que acaba surpreendendo internamente, para se ter uma noção, o bagageiro surpreendentemente comporta até 340 litros. As mudanças no design começaram pela parte frontal, o novo logo agora está localizado na grade central, as dianteiras receberam novas entradas de ar e linhas tridimensionais. Os faróis, agora com luzes de LEDs, ganharam um desenho muito bonito, que apesar de pequeno, combinam perfeitamente com o tamanho do carro. 

As rodas estão mais largas, de liga leve e 15 polegadas, agradaram bem mais que a versão antiga, e vem personalizada para cada versão. Houve mudanças significativas também na traseira e no pára-choque, que ficou mais uniforme e harmônico. No interior há novos acabamentos em três cores; preto, vermelho ou bege. Nos itens, há coisas interessantes, como; airbags, sistema de áudio navegação multimídia, computador de bordo com uma tela touch screen de 6,5 polegadas, reprodutor de CD e DVD, entrada para cabo USB e conexão Bluetooth. Um detalhe legal, que o GPS já vem com o mapeamento do território brasileiro e em português.


A segurança é uma preocupação da Mercedez, que pôs no carro um controle de estabilidade e freios especiais para situações de emergência. Quanto ao câmbio é automatizado, de cinco marchas, que na versão turbo, as marchas poderão ser trocadas por borboletas no volante. Aliás, o carro conta com o sistema start/stop, que desliga automaticamente o motor quando ele não for necessário ser utilizado, como na parada dos semáforos, o que lhe garante ainda mais economia (redução de gasto de 4,7 litros de combustível a cada 100 km rodado), seu bolso e o meio ambiente agradecem.

O motor que é instalado sobre o eixo traseiro, não recebeu mudanças. Conta com apenas três cilindros de 1.0 litro e rende 71 cv na versão mhd e 84 cv nas outras versões, já que conta com o turbo. O torque é de 9,3 kgfm a 2.800 rpm e 12,2 kfgm a 3.250 rotações respectivamente. Deste modo, o modelo consegue atingir de zero a 100 km/h em 13,7 segundos (a versão com o turbo chega à 10,9 segundos). Vale salientar, que por questões de segurança, a velocidade máxima é limitada eletronicamente a 145 km/h.

Infelizmente esta ideia econômica e ecologicamente correta custa caro no Brasil, já que a versão mais barata chega a R$ 53.000,00, ou seja, o mesmo que sedãs médios como o Ford Focus ou o Golf, que atendem a toda uma família com uma certa medida de conforto e podem encarar uma estrada.


É certo que a vendas de carros supercompactos como este no Brasil não deve ser coisa das mais fáceis, afinal, teoricamente você teria que tê-lo exclusivamente para transitar pela cidade, que por sinal, tem condições muito mais precárias que na Europa, que também tem um transporte público mais evoluído, que possibilita ao dono do Smart deixá-lo na garagem quando necessário e só usá-lo para pequenas necessidades do dia-dia.

“(...) o asfalto ruim das ruas e avenidas de São Paulo maltrata bastante o carrinho – e seus ocupantes. Mesmo pequenas ondulações já são capazes de sacolejar bastante o interior e buracos maiores são repassados sem cerimônia às colunas do motorista e do passageiro. Pelo menos, a boa qualidade construtiva não transparece fragilidade. Já em pisos melhores, como o das rodovias Anchieta e Imigrantes, a firmeza se traduz em razoável segurança e estabilidade para acompanhar ritmos de estrada – ainda que não pareça conveniente passar muito dos 120 km/h”. motordream.uol.com.br (em recente teste drive realizado).

A ideia do Smart é sensacional, mas infelizmente desenvolvida para um contexto socioeconômico longe dos padrões brasileiros, talvez, para quem pode se dar ao luxo de ter um carro de “brinquedo” e outro mais funcional. E para quem está podendo, sem duvida, esta é uma bela aquisição.

 
FICHA TÉCNICA: SMART FORTWO

Motor: versão mhd – A gasolina, traseiro, transversal, 999 cm³, três cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro. Injeção eletrônica multiponto e acelerador eletrônico. Versão turbo – A gasolina, traseiro, transversal, 999 cm³, três cilindros em linha, turbo, quatro válvulas por cilindro. Injeção eletrônica multiponto e acelerador eletrônico.

Transmissão: Câmbio automatizado de cinco velocidades à frente e uma a ré.

Tração traseira: Oferece controle eletrônico de tração.
Potência máxima: versão mhd – 71 cv a 5.800 rpm. Versão Turbo – 84 cv a 5.250 rpm

Aceleração: 0-100 km/h: mhd – 13,7 s. Turbo – 10,9 segundos

Velocidade máxima: 145 km/h

Torque máximo: mhd: 9,3 kgfm a 2.800 rpm. Turbo: 12,2 kgfm a 3.250 rpm

Diâmetro e curso: 72,0 mm x 81,8 mm. Taxa de compressão: 11,4:1

Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira por barra de torção, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Oferece controle eletrônico de estabilidade de série.

Pneus: 175/55 R15 na frente e 195/50 R15 atrás.

Freios: Discos ventilados na frente e tambores atrás. Oferece ABS com EBD.

Carroceria: Monovolume em monobloco, com duas portas e dois lugares. Com 2,69 metros de comprimento, 1,55 m de largura, 1,54 m de altura e 1,87 m de entre-eixos. Oferece airbags frontais e laterais de série.

Peso: Mhd – 750 kg. Turbo – 800 kg

Capacidade do porta-malas: 220 litros

Tanque de combustível: 33 litros

Produção: Hambach, França.

Lançamento mundial: 2012
Itens de série: Versão Mhd – Ar-condicionado, vidros e travas elétricos, rádio/CD/MP3/USB/Bluetooth, direção elétrica, freios ABS, controle de estabilidade, Hill Holder, airbags frontais e laterais, controle de estabilidade ESP, desembaçador traseiro, alarme com comando à distância. Versão Turbo e Turbo Cabrio adicionam rádio CD/MP3/USB/Bluetooth com tela sensível ao toque de 6,5 polegadas, leds de iluminação diurna, espelhos elétricos, revestimento interno em tecido claro, conta-giros e relógio no painel. Versão Cabrio Tritop adiciona teto retrátil em tecido preto, azul ou vermelho.

 
Preço:
Mhd – R$ 52.500;
Turbo Coupé – R$ 68.500;
Turbo Cabrio – R$ 72.500;
Turbo Cabrio Tritop – R$ 72.900.
 


Site oficial
 
 
 
 
Fontes: UOL, Mercedez, Whatcar
 
 
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terça-feira, 28 de agosto de 2012

VAIDADE: O charme do cinza, como manter bem tratados os cabelos brancos‏

Nas mulheres os primeiros fios brancos costumam ser encarados com muito drama, afinal é sinal de velhice. Já nos homens a coisa muda de figura e os fios brancos são considerados sinal de charme e maturidade. O look platinado faz as mulheres suspirarem, e isso é fato. É como se a coloração cinza fosse um atestado de tudo o que a mulher costuma procurar no homem: maturidade, virilidade, segurança, inteligência e charme.
 


Hugh Lauren e George Clooney, dois clássicos
exemplos de grisalhos com charme.
Mas não basta só deixar os fios brancos aparecerem e pronto, é preciso cuidar dos grisalhos que tendem, inclusive, a serem mais frágeis que os fios com cor. A fragilidade dos fios brancos vem justamente da ausência de melanina que dá pigmentação ao fio. Sem ela o fio fica ressecado e quebradiço, por isso a necessidade de hidratação é constante, de preferência a cada 15 dias. A melanina é uma proteína, substância responsável pela formação e manutenção de todos os tecidos, os fios ficam naturalmente mais secos, fracos e suscetíveis a agressões externas.

No mercado há vários produtos voltados especificamente para esse tipo de cabelo. Vale a pena uma pesquisa e escolher o que melhor se adaptar a você. Para ajudar nessa escolha os dermatologistas explicam que os fios grisalhos costumam ser mais áspero e grosso e que é preciso levar em consideração o tipo geral do cabelo: seco, normal ou oleoso. Para evitar que o cabelo adquira alguma coloração amarelada é importante evitar produtos com pigmento e álcool que podem manchar os fios brancos.
 

Quanto à lavagem, o tipo de xampu e condicionador vai influenciar bastante, assim como a frequência. Caso seu cabelo seja seco, o ideal é lavar pouco porque cada lavar pouco, mas caprichar no condicionador; caso seja oleoso a quantidade de lavagem ajuda a diminuir a oleosidade, mas como o fio grisalho costuma ser naturalmente ressecado é preciso equilibrar xampu e condicionador.
 

Para aqueles que, apesar do apelo feminino, quiserem se livrar do grisalho, as opções podem ser a tintura total ou parcial, através de reflexos para diminuir os fios brancos deixando um aspecto natural.
Algumas dicas para quem quer pintar o cabelo

• Os produtos devem ser específicos para homens.


• Esqueça as loções e tintas para aplicar em casa. Elas duram menos de 15 dias e o tom tende a ficar avermelhado.

• As melhores tinturas para homem são de uso profissional.

• Procure um profissional para pintar o cabelo, ele distribuirá a tinta corretamente e evitará manchas na sua pele, que são muito difíceis de remover.

• O tom da tinta deve ser o mais próximo do original.

• O tingimento dura, aproxi¬mada¬mente, um mês, quando então precisa ser retocado.

• Existe a possibilidade de fazer reflexos invertidos. Ao invés de mechas claras, são puxados através da toca de borracha os fios brancos e pintados de cor escura.
 
Dicas para um grisalho bem cuidado

• Hidratar muito bem o cabelo.


• Usar xampu desamarelador.

• Não cortar o cabelo muito rente, deixar um pouco de volume para que os fios não fiquem espetados.

• Usar produtos exclusivamente formulados para uso masculino. Seguem nossas sugestões:




Fonte: Site Gazeta do Povo/Viver Bem, UOL, ALFA, GQ

 

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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Diário de Bordo: Oman, uma experiência oriental‏

Comer sem talher, usando apenas a mão direita, sentado no chão, em um tradicional almoço familiar, aprender a prece muçulmana com um novo amigo local e experimentar vestir-se como um árabe omani, foram algumas das fortes e ricas vivências que tive nesse incrível país ainda pouco visitado pelo mundo, mas que certamente em pouco tempo será um disputado destino turístico. Oman é um país muçulmano, vizinho aos Emirados Árabes com uma população de 3,1 milhões. A capital, Muscat é uma das cidades mais antigas do Oriente Médio fundada no século II d.C.
 
O LUGAR, A GENTE, OS CONTRASTES
 
Fiquei surpreso com tantas construções por toda parte da cidade e funcionando 24h por dia. O ritmo de crescimento parece frenético. Apesar do clima seco e da cidade ser circundada por montanhas rochosas e desérticas, existem muitas, mas muitas flores e jardins. O mar azul turquesa numa baía cheia de casas e construções brancas salteadas por mesquitas, e seus minaretes (torres das mesquitas), faz de Muscat uma cidade de surpreendentes e lindos contrastes. Os Omanis, moradores locais, são um capítulo à parte. Seguramente posso falar que, de todos os países que já visitei, nunca fui recebido por um povo tão hospitaleiro e simpático. Foi marcante um dia em que estava fazendo uma filmagem com o meu grupo numa rodovia a uma hora de Muscat, no meio do deserto e queríamos filmar o asfalto e o céu estrelado. Tinha de ser numa pista de pouco movimento, então descemos o carro num barranco fora da pista para apontar o farol e iluminar. De repente passou um carro, parou a 100 metros, fez o retorno e entrou na estrada de barro saindo da pista pelo barranco até estacionar próximo a nosso carro. Eram nove da noite e nós, cinco estranhos numa rua desértica. 
 
O árabe veio até a gente vestido com sua dishdasha, a roupa típica de Oman, e após perguntar se havia algum problema, o que estava acontecendo e se precisávamos de ajuda, falou que estávamos muito longe da cidade e se não tivéssemos onde dormir poderíamos ir para sua casa. Não acreditei que aquele homem, num carrão importado, parou para ajudar cinco estranhos numa pista de alta velocidade, na calada da noite, sem nenhuma iluminação e ainda oferecia sua casa como hospedagem. Explicamos que tínhamos hotel e ele se despediu. Logo após, sem exageros, a cada cinco minutos passava um carro e o ritual se repetia. Dava meia volta, alguém descia, oferecia ajuda e hospedagem. Aconteceu seis vezes mais.

Uma das paradas foi hilária: o motorista não falava inglês e queria muito ajudar e entender o que acontecia com a gente, então ligou pra esposa, que falava inglês, pra que traduzisse tudo pra ele. Depois, quando foi embora, percebemos que a esposa estava dentro do carro, falando de lá (risos).
 
 
 
Muscat tem vários pontos turísticos interessantes: o impecável e colorido palácio do Sultão Qaabos, a orla da cidade com um lindo visual do mar arábico e das montanhas no horizonte, a Grande Mesquita (uma das maiores e mais luxuosas do mundo), assim como varias outras menores, o Mutraq Souq, o mercado típico árabe cheio de especiarias, tecidos, ouros, jóias e couros a preços ótimos. Há ainda passeios fora de Muscate, como uma ida ao deserto, andar de camelo, visitar oásis e cavernas. Para a prática de esportes há paragliding, trilhas, caiaques etc.

COMER, REZAR E AMAR ESSE LUGAR
 
À parte desses maravilhosos programas, vou me concentrar a escrever sobre o dia em que tive uma incrível experiência antropológica. Conheci o Hamed Al-Aufi, um Omani de uma família tradicional, que terminou sendo o melhor anfitrião que eu poderia ter tido na viagem. Extremamente simpático e solícito, Hamed me levou ao mercado para ajudar a comprar uma dishdasha, a típica roupa que todos os Omanis usam diariamente. Curioso que por baixo da dishdasha, a cueca usada é um pano de algodão enrolado na cintura que fica parecendo uma saia por dentro. É tanto pano, longo até o pé, que os homens não fazem xixi em pé e sim agachados.
 
 
Depois, o Hamed me convidou para passar dois dias no vilarejo onde moram seus pais, em Wadi Bani Awf, a duas horas de carro de Muscat, pois eles queriam me receber. Chegamos próximo à hora do almoço. A alegria e calor com que fui recebido foi a mesma de um reencontro de velhos amigos. Foi lindo. Acho que vieram umas vinte pessoas entre irmãos, tios, tias, primos, primas e amigos. Os homens comem separados das mulheres quando a família recebe visitas. O Mr. Yacob, tio do Hamed, com quem ele trabalha em Muscate, apareceu de surpresa. Fiz a maior festa quando ele chegou, pois já o conhecia do escritório do Hamed. Ele disse que fez um esforço em aparecer para participar da minha interação com as pessoas no almoço.

Entramos na sala de jantar, sapatos do lado de fora e todo mundo sentado no chão com uma forma de sentar apropriada. Estávamos todos usando a dishdasha e que alegria a deles ao me verem vestido. Repetiam que eu não fazia ideia do orgulho em verem um ocidental usando uma dishdasha e interessado na cultura Omani. Chegaram os pratos. A refeição, o ato de comer, é um momento muito importante e respeitado. Por isso há uma forma de se sentar que significa postura de respeito e reverência à comida. Na mesa tinha: uma salada de espinafre, uma tigela enorme de um arroz bem temperado, batatas cortadas e avermelhadas por um tempero e cordeiro em pedaços. Havia ainda um molho verde cremoso apimentado e outro menos, com pedaços de coco, tudo preparado pela mãe.
 
 
Eis que surge um desafio: comer com a mão direita. A esquerda é considerada impura e não deve tocar na comida. Foi difícil cortar os pedaços do cordeiro só com a mão direita e às vezes vinha um impulso de usar a esquerda. O jeito foi colocar a esquerda embaixo do joelho, pra prendê-la! (risos). O Hamed me explicou que os quatro dedos em forma de concha são para pegar a comida e o polegar para levar a comida da mão à boca. A sensação de comer sem talheres foi bem inusitada. Passei um pouco de aperto porque não paravam de colocar mais cordeiro no meu prato. Depois do almoço sentei ao lado do Mr. Mohammed, o pai do Hamed e conversamos muito. É um muçulmano bem típico, muito sábio, culto, viajado e fala cinco línguas, inclusive polonês, pois morou cinco anos na Polônia.

No inicio da noite pedi para o Hamed me ensinar a rezar com ele. Sempre tive curiosidade de entender um pouco do ritual da reza islã. Os muçulmanos rezam cinco vezes ao dia, sendo a primeira às cinco da manhã e a ultima após o pôr do sol. Fizemos antes os passos de limpeza: lava-se três vezes, só com água, a boca, dentro do nariz, o rosto, a cabeça, os ouvidos, o pescoço, as mãos, os braços e por ultimo os pés. Deve-se entrar na Mesquita assim, sem se enxugar. Na porta de toda Mesquita tem torneiras especiais pra esse ritual. Existe um respeito muito grande dos muçulmanos com a adoração a Allah. Não se pode rezar sem estar limpo. Depois de prontos, o Hamed me explicou os passos da oração e traduziu os trechos em que ele mais repetia, como “Allah you are great”, “Allah you are great, Allah you are great in my heart”. Eu não falei nada, já que era tudo em árabe, mas mentalizei e fiz os movimentos físicos junto, o de curvar-se, sempre voltado em direção à Meca e abaixar-se até tocar a testa no chão. Achei tudo muito forte.
 
Fiquei emocionado. São maneiras diferentes de venerar, mas o Deus é o mesmo. Estava do outro lado do mundo, com um cara de uma cultura totalmente diferente da minha, falando outra língua impossível de entender, mas senti a presença de Deus ali, forte, do mesmo jeito. Me chamou à atenção o fato de  rezarem não só com a mente e o coração, mas com o corpo também. É como se o corpo, com os movimentos, se conectasse com o espírito e tudo ficasse uma coisa só, presente, durante a reza. Foi também o momento de agradecer a Deus por ter colocado uma pessoa tão bacana no meu caminho e me proporcionar conhecer gente, que mesmo de um país distante (o mais distante de todos que já fui até agora), com referências culturais tão diferentes possuir afinidades a ponto de fazer surgir uma grande amizade. Para mim isso é uma das coisas mais bacanas numa viagem: criar laços e trocas pelo mundo.
 
Quem estiver a fim de ter uma experiência de viagem cheia de bagagem cultural e muita hospitalidade, Oman é um destino perfeito!
 
 
 
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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

ENTREVISTA: Erik Marmo trilha sua carreira com muita determinação e talento

Erik Marmo poderia ser o tipo do cara que “se acha”, mas ao contrário do que se pode pensar não é apegado a vaidades, nem se deixar levar por críticas excessivas ou elogios rasgados. Fez sua estréia na TV em "Malhação" em 2000, em "Mulheres Apaixonadas" em 2003 se destacou no meio de um grande elenco de Manoel Carlos e de lá pra cá não parou mais somando um trabalho após o outro. Aos 36 anos, pai de um filho, Erik curte a família acima de tudo, é um amante e entusiasta da arte e tem mostrado que talento não lhe falta, como em seu mais recente trabalho em "Gabriela" como o médico Osmundo. E o que ele quer pro futuro? Leia e conheça um pouco mais desse talento do teatro e TV.

Em "Gabriela" você contracenou com ninguém mais ninguém menos que Maitê Proença, um nome de destaque no mundo artístico e uma mulher de beleza inebriante. Algum nervosismo ou ansiedade em gravar com ela? De forma alguma. Ela é uma pessoa super tranquila e me recebeu muito bem. Me senti muito feliz e prestigiado por confiarem a mim este papel tão importante e ter tido a oportunidade de contracenar com a Maitê Proença e o José Wilker.

Osmundo se envolveu com Sinhazinha, uma senhora casada. Consegue condená-los pela traição ou o amor vale tudo e fala mais alto que qualquer convenção? Eles tiveram um romance arrebatador. Acho que o condenável é o fato da mulher não ter a opção de escolher o que é melhor para ela própria e ser forçada a se casar por interesses financeiros, não tendo nem o direito de se separar e tentar recomeçar a vida.
 

O personagem Claudio de "Mulheres Apaixonadas" foi o grande propulsor de sua carreira? Foi o primeiro trabalho de grande repercussão.
  
Ser considerado um cara bonito te ajudou ou causou algum tipo de preconceito em relação a qualidade da sua atuação? Quando me convidam para um trabalho, não tenho como saber se é porque me acham talentoso ou bonito. Ou os dois, quem sabe!? O importante é nunca acreditar demasiadamente nem nas críticas nem nos elogios. Assim é mais tranquilo administrar uma carreira de ator, com seus altos e baixos.

Dá para saber quando um homem constata que está na hora de formar uma família? Sempre amei crianças e foi uma tendência natural formar minha própria família. 

O que faz pra descansar e curtir a família? Quando não estou gravando no Rio ou "fazendo" teatro em São Paulo gosto de viajar com minha família.
 

Falando sobre teatro... conta um pouco do seu personagem na peça "Cruel". A peça trata de sadismo, manipulações psicológicas, relações humanas, esse tipo de enredo faz o ator refletir sobre o mundo, sobre as pessoas e sobre si mesmo? Em "Cruel", fazia o Adolfo, uma pessoa em um momento muito difícil na vida. A busca por esta energia certamente me fez refletir sobre o ser humano e seus defeitos. Foi o início de um período de aprendizado e amadurecimento muito grande e importante para mim, como pessoa e como ator. A vida é deslumbrante e merece ser festejada, mas saber que vivemos em um mundo onde ocorrem tantas atrocidades me deixa agoniado.

Que mania as mulheres tem que deveriam ser copiadas pelos homens em como fazer ou lidar? A capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo. Como trabalhar, cuidar dos filhos, da casa, de si mesma e do próprio marido.

Você é vaidoso? Como lida com a vaidade?  Lido com a vaidade de forma a me ajudar na minha profissão. Tento fazer a leitura se o trabalho pede que eu esteja bem fisicamente e o que pode me ajudar ou atrapalhar na hora de viver um personagem. Tento sempre me adequar aos papéis e não apenas trazê-los até mim.

Quais seus cuidados pessoais? Vai além de barba, cabelo e bigode? Quando não estou trabalhando, nem barba, cabelo e bigode eu faço. Quando estou com a pele muito ressecada uso um hidratante e protetor solar sempre que vou à praia, mas nada além disso. 

Pra você o que um ator precisa ter para ser considerado um grande ator? Quem são seus referenciais? Versatilidade. Tenho muitos referenciais, entre eles: Elias Andreato, Norival Rizzo, Tony Ramos, José Wilker, Wagner Moura, entre outros. Isso sem falar nos estrangeiros.

O assédio dos fãs incomoda ou atesta seu carisma e talento? Os dois. Depende do tipo de assédio. Em qualquer circunstância uma abordagem de forma educada e respeitosa é bem-vinda.

O que curte para ler, ver (filmes/TV) e ouvir? Prefiro ler obras da dramaturgia e coisas afins. Artes em geral, psicologia... Na música prefiro rock, mas também ouço MPB, música clássica... Vejo mais filmes do que assisto TV e só não curto muito aqueles filmes de terror onde um grupo de jovens vai passar um feriado no lago e aí...

Quais seus desejos? Desejo que a arte possa estar cada vez mais presente na vida das pessoas.

Agora seu foco será... Meu foco será a evolução, como sempre!
 



Coordenação de Produção: Márcia Dornelles - www.mdproducoes.com
Concepção: Marco Antonio Ferraz
Fotos: Kadu Niemeyer
Styling: Paulo zelenka
Beauty: Everson Rocha


Erick Marmo veste:
look 1) Camisa Adict, gravata borboleta Só a Rigor
look 2) Camisa de smoking Só a Rigor e calça Osklen
look 3) Smoking Só a Rigor, t-shirt Redley e bermuda Emporio Armani
look 4) close da capa T-shirt Zinco


Colchas: Casas Moises

Agradecimentos: Denise Marconi

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

BALADA: Os bares mais incríveis do mundo VI - Os sushi-bar eleitos em Miami, Salvador e Lisboa‏

Viajar, segundo o poeta Mario Quintana, é trocar a roupa da alma. E nada melhor do que viajar e aproveitar o dia, mas também, bastante a noite. Aí que  entra a proposta de conhecer os bares mais legais pelo mundo. Desta vez, focamos nos locais onde podemos desfrutar do melhor da culinária oriental, passando por Lisboa, Salvador e Miami.

CAFÉ SUSHI - LISBOA

Uma boa pedida em Lisboa para quem curte um espaço legal, bem frequentado e comida japonesa, é o Café Sushi, que fica situado perto da Avenida da Liberdade. Esta mistura de bar e restaurante foca na gastronomia tradicional do Japão criada por profissionais com experiência além-fronteiras em reputados restaurantes japoneses. O arquiteto Miguel Saraiva teve como objetivo neste projeto ressaltar as diferentes facetas da cultura e da culinária japonesa. O local puramente cosmopolita é elegante e  muito contemporâneo, dividido em ambientes distintos, tais como; o bar, sushi bar, zona japonesa, zona ondular e mais recentemente a esplanada.
 
O cardápio inclui ainda diversas especialidades de gastronomia japonesa originais em Portugal, como o Black Cod (Bacalhau negro acompanhado de migas de frade, grelos, nimono (legumes cozidos em caldo agridoce) e areia de sésamo negro ou o Wagyo Carpaccio (Carpaccio de wagyu, neve de foie gras e chocolate).
 

O local foi considerado o melhor sushi da cidade, no almoço, jantar ou mesmo num after work drink. Foi considerado pela revista Time Out como o "restaurante mais cool de Lisboa" e classificado com 5 estrelas. Não há dúvidas que é uma presença obrigatória quando for conhecer nossos antigos colonizadores. 

 
Site: www.sushicafe.pt

SOHO - SALVADOR

Se for à Salvador, além de comer um acarajé na famosa Dinha, não deixe de marcar presença também no Restaurante Soho, que fica no píer D, da Bahia Marina, com uma varanda surreal que se debruça sobre o mar da Bahia de Todos os Santos. Por lá, encontramos executivos, políticos, turistas e celebridades que ocupam o balcão do bar ou as mesas no salão principal. No local predomina a cor azul marinho, talvez para combinar com a coisa mais impressionante que este restaurante possui, a vista, um orgulho para qualquer brasileiro.  

E é claro, que a famosa varanda é o ponto mais disputado, por isso, não exite em fazer  a sua reserva para tomar um bom drink olhando o vai e vem das lanchas. Um detalhe que chama muito atenção também é o piso, em vidro, possibilitando visualizar a água cristalina do mar e o movimento dos peixes logo abaixo dos seus pés. 

O chefe que comanda a cozinha é o sushiman curitibano Max Kamakura, que elaborou pratos variados, tais como; o Soho especial (custa em média R$ 80,00) com vinte peças, entre sushis e sashimis, e o atum tropical, que traz fatias do pescado em crosta de gergelim com caju, kiwi, tomate-cereja, molho agridoce de ervas e pitadas de flor de sal.

O legal é que o ambiente conseguiu harmonizar a referência tropical brasileira com a oriental, e isto reflete também na comida e bebidas. Um local para aproveitar seja durante o dia ou a noite, antes de ir pra uma balada na terra do axé. 





ZUMA RESTAURANT - MIAMI

Destino preferido da maioria dos brasileiros, Miami, se tornou o paraíso das compras, principalmente com a sua grande quantidade de outlets, onde podemos comprar aquela beca grifada com um preço de Zara. Porém nem só de consumismo vive  Miami Beach, além das praias, há uma boa vida noturna.

Para quem curte uma comida japonesa, o Zuma é uma excelente opção e tem recebido um aval positivo de toda crítica mundial. O Zuma fica dentro do “épico” Epic Hotel e possui um acesso exclusivo, na chegada, você poderá entregar seu possante para o manobrista ou atracar sua lancha no píer próprio do restaurante. O projeto da casa foi assinado pelo Noriyoshi Muramatsu e recebeu a identidade dos outros restaurantes do grupo. O espaço foi dividido em cinco ambientes separados por bambu ou papel de arroz japonês. Além das mesas, pode-se comer sentado no chão com uma mesa baixa ou solicitar uma sala privativa que acomoda 24 pessoas. 



A cozinha é comandada pelo Rainer Becker, um dos mais respeitados chefs do mundo, que trabalhou em Tóquio por seis anos com o intuito de se familiarizar com o estilo Izakaya (tradicional Japonês). Também passou pelas cozinhas do Zuma em Londres, Hong Kong, Istambul e Dubai. Ele elaborou um cardápio bem moderno com influencias da culinária local. Os pratos são autênticos e um agrado aos olhos.
 
Do Balcão, local preferido dos solteirões, e o nosso também, além pedir suas doses de shochu (típico destilado), você poderá acompanhar o movimento da cozinha. É possível ver os frutos do mar quase vivos de tão frescos, sendo colocados em pratos com muito gelo. Nada mal pedir umas ostras, concorda? Ainda no bar encontra-se uma excelente carta de vinhos e a opção de 80 saquês premium.

O Zuma é a certeza de uma noite bem aproveitada, até porque é um ponto de encontro de muita gente bonita. Uma ótima opção para uma noite incrível com vista para o mar e os arranha-céus de Miami.
 
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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

SAÚDE: Envelhecer bem é uma questão de escolha‏

Chegar à velhice hoje é uma realidade, mesmo nos países mais pobres. Ainda que a melhora substancial dos parâmetros de saúde das populações observada no século XX esteja longe de se distribuir de forma equitativa nos diferentes países e contextos socioeconômicos, envelhecer não é mais privilégio de poucos. O crescimento da população idosa é um fenômeno mundial e se constitui como um grande desafio. Atualmente, 01 em cada 10 habitantes do planeta já tem mais de 60 anos e segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), este grupo já corresponde a mais de 12% da população mundial.
 

No Brasil, estima-se que enquanto a população geral crescerá cinco vezes entre 1950 e 2025, a população idosa aumentará quinze vezes no mesmo período, de acordo com o IBGE. Podemos falar que o Brasil hoje é um “jovem país de cabelos brancos”. Encontramo-nos ante um fenômeno novo e surpreendente, em que pela primeira vez na história da humanidade a faixa etária superior aos 60 anos é a que mais cresce.

Contrariando a idéia presente no imaginário popular de que na velhice os indivíduos estariam excluídos da vida pública ativa, nas últimas décadas, o idoso brasileiro se tornou um protagonista social cada vez mais visível, ocupando espaço na mídia e ganhando a atenção do mercado de consumo, do lazer e do turismo, exigindo cada vez mais produtos e serviços que satisfaçam suas necessidades e anseios. Passam a existir com mais freqüência os grupos de terceira idade, faculdades abertas, centros de convivência, clubes, associações, nos quais os idosos participam ativamente. Mas, apesar de toda essa atividade e participação, e dos importantes avanços científicos e tecnológicos dos últimos anos, o aumento da longevidade evidencia a fragilidade dos idosos que atingem idades mais avançadas, uma vez que esta vida mais longa também acarreta uma maior incidência de doenças crônicas e degenerativas.
 

O prolongamento da vida é uma aspiração em qualquer sociedade, no entanto, só pode ser considerado como uma real conquista na medida em que se agregue qualidade aos anos adicionais de vida. Contudo, envelhecer com qualidade é uma questão de escolha pessoal. O envelhecimento natural acontece com todos nós e não nos impedirá de realizar nossas atividades diárias e de lazer. Porém, o envelhecimento inadequado pode trazer terríveis limitações. Se olharmos para um idoso debilitado que não consegue cuidar de si próprio, é muito provável que houve algo errado com seu envelhecimento. Ele não envelheceu bem.


A resposta é: desde sempre! O processo de envelhecimento se inicia desde o nascimento, mas é por volta dos 30 anos de idade que normalmente atingimos o nosso auge físico em termos de capacidades mentais e dos processos biológicos de que dependemos. A partir de então teremos uma lenta queda, que faz parte do processo normal do envelhecimento. O que nos faz idosos é, portanto, um processo contínuo e não uma mudança súbita a partir de certa idade. É a prevenção continuada e os hábitos saudáveis ao longo da vida que contribuem para o envelhecimento saudável. É um processo ativo. Envelhece com saúde quem se previne das doenças através de exames médicos periódicos e do controle de fatores de risco. Vale ressaltar a importância da manutenção regular da prática de exercícios físicos e de uma alimentação saudável como fortes aliados para o bom envelhecimento.

Enfim, o envelhecimento saudável é uma aplicação científica do velho ditado: prevenir é o melhor remédio. Bem falavam as nossas avós! Abaixo seguem algumas dicas para o envelhecimento saudável:
 

- Mantenha hábitos saudáveis: não fume, não beba em excesso, evite ambientes com ruídos intensos e exposição solar prolongada sem proteção;

- Tenha uma alimentação balanceada rica em fibras (frutas e verduras) e pobre em gordura saturada;


- Pratique exercício físico, além de melhorar sua condição física também ajuda a prevenir doenças crônicas não transmissíveis, diminui o estresse, a depressão e o isolamento;

- Mantenha um sono adequado: dormir bem ajuda a manter o corpo em bom funcionamento;

- Pratique atividades de lazer, como fazer viagens, ir ao cinema, ao teatro, sair para dançar, ou seja, tenha como atividades de lazer aquilo que lhe dá prazer;

- Tenha metas e objetivos, planeje seu futuro e participe de decisões pessoais, familiares e sociais;

- Não deixe de ter atividades intelectuais, leia muito, faça cursos e esteja por dentro das coisas que acontecem no mundo. Isso ajuda a preservar sua memória;

Lembre-se, até o momento a ciência não descobriu nenhum antídoto para combater o envelhecimento, por isso, um estilo de vida saudável com medidas simples como as apontadas acima podem fazer a diferença e proporcionar maior saúde e bem estar.
 
* Raphael Fragoso é formado em educação física e atua como personal trainer.

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terça-feira, 21 de agosto de 2012

FOTOGRAFIA: A nudez top da modelo (e esposa do ator Orlando Bloom) Miranda Kerr‏

A top model australiana Miranda Kerr possui um contrato milionário como uma das angels da Victoria’s Secret e é mãe de Flynn, fruto do seu casamento com o ator Orlando Bloom, e posou completamente nua para as lentes do badalado fotógrafo francês de moda e beleza Laurent Darmon. A modelo esbanjou naturalidade e mostrou que está com o corpo em forma ao aparecer nua no ensaio feito todo em preto e branco. As fotos foram publicadas no site do fotógrafo e começaram a circular pela internet no começo desse mês, ganhando as manchetes por conta da ousadia e da beleza de Miranda. Top model famosa, já desfilou para as mais importantes grifes da alta costura hoje se posicionou como uma das modelos mais bem sucedidas da atualidade – status de celebridade, perseguida por paparazzi e contrato um milionário com a Victoria’s Secret devidamente garantido.
 
 
 
Miranda Kerr nasceu em uma pequena vila rural do interior da Austrália e começou sua carreira após ganhar o concurso “Dolly/Impulse Modeling Competition” atraindo atenção da mídia que aos poucos foi lhe projetando cada vez mais. Apontada como a nova McPherson (famosa modelo australiana da década de 80) em 2006 mudou-se para Nova York e cada vez mais foi assinando contratos importantes até que em 2008 alcançou fama internacional. Pouco antes disso conheceu o ator hollywoodiano Orlando Bloom com quem casou em 2010 e ano passado tiveram seu primeiro filho. Quatro meses depois de dar à luz, Miranda Kerr já desfilava o corpo em forma pelas ruas, com direito a barriguinha, seca, de fora. Apesar de não parecer, a modelo garante que sua figura mudou depois da gravidez. “Estou um pouco mais curvilínea agora, o que eu adoro. Acho ótimo aceitar as curvas e aproveitá-las”, disse a top à uma das várias revistas australiana, que traz a modelo na capa.
 
 
Laurent Darmon nasceu em Paris, filho de mãe francesa e pai americano, o que pode explicar a sua paixão por explorar o mundo. Após a conclusão de seus estudos de fotografia, ele lançou uma carreira que lhe permitiria viajar pelo mundo antes de se fixar em Paris, em 1997, onde seu talento o levou para o mundo da moda e beleza. Laurent é um fotógrafo perfeitamente capaz de captar o momento e a beleza da expressão, que se tornou sua marca registrada e a essência de seu trabalho. Sua fotografia enérgica, sensual e glamourosa aparece em muitas campanhas publicitárias incríveis, bem como em algumas das mais prestigiadas publicações do mundo. Laurent divide seu tempo entre Nova York, Londres e Paris, onde mora com sua esposa e filhas.
 
 
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