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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

MUSA: Graciela Pischner, a gata que conquistou Dubai com sua dança


Quando Graciela Pischner achava que sua carreira de modelo tinha se encerrado, mesmo em tão pouco tempo, a dança revelou para ela uma nova forma de realização profissional. Aliás, a dança a levou para o outro lado do mundo, mais especificamente para os Emirados Árabes, e Graciela viu sua vida dando um verdadeiro reboot. Morando em Dubai há alguns anos, Graciela se tornou uma queridinha para os árabes que se encantaram com sua beleza e seu jeito de mexer o quadril. Entre idas e vindas para o Brasil, para visitar a família, ela arrumou um tempinho para posar para este ensaio e conversar com a MENSCH.

Antes de tudo nos explica como a dança te levou para Dubai? Como surgiu isso? Eu tinha acabado de voltar de um intercâmbio de um curso de inglês em Cape Town, onde aproveitei e me apresentei em um restaurante árabe. Minha professora de inglês me assistiu e disse que eu precisava viajar o mundo com meu show. Aquilo entrou na minha mente e quando voltei para São Paulo fui direto procurar um empresário libanês de bailarinas de dança do ventre que trabalhava com uma agência de artistas no Líbano. Eu estava muito segura porque eu fazia shows com a mãe de uma bailarina que já viajava com esse empresário há muitos anos. Então fui para o Líbano, fiz uma mês de aulas para aprimorar minha dança e de lá fui para o Yemem por 3 meses para pegar experiência, depois Bahrain Tunísia e finalmente quando entendi bem o Universo Árabe, fui para Dubai.

E morar em Dubai, o que mais curte e o que foi mais difícil de se adaptar? Eu curto muito a segurança, a possibilidade de falar 4 idiomas diariamente. Em Dubai quando você conhece alguém a primeira pergunta é Qual o seu nome e depois de onde você é. Eu encontro pessoas do mundo inteiro diariamente e outra coisa que amo é a possibilidade de expansão, de viajar, de prosperar e aprender. Foi difícil no começo a adaptação cultural, eu era barrada no shopping porque minha roupa era muito curta ou tinha problemas no trabalho porque em país árabe a mulher precisa falar bem manso. A saudade da família acho que foi o mais difícil de tudo mesmo para me adaptar.

Como é a relação homem e mulher? Muita distância? Como se dá uma paquera? Como funciona isso para você, uma brasileira, em uma terra de costumes tão diferentes dos nossos? A relação homem e mulher lá por incrível que pareça é de muito respeito. Os homens pensam antes até mesmo de cumprimentar uma mulher com um beijo. Mas claro que por ser um lugar com pessoas do mundo inteiro cada hora vivemos uma cultura, literalmente. No tradicional dos Emirados existe muita distância entre o homem e a mulher, mas nós estrangeiros não vivemos isso, somente se nos relacionarmos com famílias locais, que normalmente isso acontece pouco. Eu como brasileira me sinto muito preservada, a paquera é mais suave. Morando lá há tanto tempo quando venho para o Brasil me sinto invadida com algumas abordagens.




Entre o homem brasileiro e o de Dubai, o que te atrai mais? Os homens "de Dubai" que chamamos de locais em geral não me atraem. Apesar de serem extremamente cavalheiros, eles usam uma vestimenta branca diariamente e tem uma mentalidade tão diferente da minha que nunca me senti atraída por nenhum.

E como surgiu a paixão pela dança? Eu estava num momento muito triste da minha carreira de modelo, estava com anorexia, me sentindo vazia, então decidi experimentar fazer algo novo, então ouvi uma música árabe e decidi fazer uma aula de dança do ventre. Fiz uma aula com uma professora libanesa que mal falava português. Quando a música tocou e começamos a dançar foi como se eu tivesse entrado em transe, eu senti algo que eu nunca havia sentido antes, foi um estado de êxtase e depois desse dia eu nunca mais parei de dançar. Minha tristeza acabou, a anorexia também e na minha vida houve uma divisão, antes e depois da dança do ventre. 

No início da sua carreira você trabalhou como modelo. Como foi esse começo como modelo? Eu trabalhava como modelo antes da dança do ventre, mas no Brasil minha carreira foi bem difícil porque eu precisava sempre estar muito magra e isso era muito estressante pra mim. Eu não era uma modelo comercial por ter 1,81cm, mas também não era fashion por ter curvas mesmo quando estava magérrima. Quando fui pra fora do Brasil para dançar eu assumi que minha carreira de modelo havia acabado, mas foi um grande engano. Quando cheguei em Dubai as agências amaram meu perfil, eu trabalhei por quase 10 anos praticamente todos os dias a ponto de sair no jornal que eu era a modelo que mais trabalhava nos Emirados Árabes. Eu modelava durante o dia e dançava a noite. Foi divino, porém exaustivo a ponto de eu precisar diminuir meus trabalhos para ter mais qualidade de vida. Foi um sonho em termos de realização pessoal. 


Você chegou a fazer comerciais para várias marcas internacionais e de luxo. É um trabalho que te dar prazer ainda hoje? Sim é um trabalho que me realiza sempre. Mas hoje eu prezo muito meu tempo e minha qualidade de vida, procuro manter o equilíbrio entre minha vida pessoal e profissional, seleciono melhor meus trabalhos. 

Falando em o que dar prazer, quando quer relaxar e curtir o momento o que mais te distrai? Eu amo a natureza! E o Brasil é divino para viver isso. Sempre que posso vou para um lugar mágico na natureza para ler um livro, caminhar, meditar, nadar e namorar. 😊

Você é mais do dia ou noite? Praia ou Campo? Boate ou restaurante? Sem dúvida do dia. Já fui muito de festa, mas hoje acordo cedo e depois da meia-noite viro abóbora. Amo praia, água em geral, cachoeira, rios. Praia, campo e Neve. Amo muito! Me sinto em contato com o Divino! Gosto de restaurantes também, quando estou na cidade ou um café bacana no fim da tarde. Com um livro ou uma companhia top.

Para conquistar Graciela basta... Para me conquistar basta ser verdadeiro, ter autenticidade, espontaneidade e bom humor. Menos é mais pra mim. Depois de tantos anos em Dubai, um lugar onde tudo é tão sofisticado eu passei apreciar a felicidade nas coisas mais simples da vida. 






Fotos Bia Ferrer
Produção e Estilo Ju Hirschmann
Beleza Augusto Rebello
Assistente de foto Marlos Barros
Tratamento de imagem Celinha Fink

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

MUSA: Edvana Carvalho, uma baiana arretada que nos encanta dentro e fora da TV


Tem aquela frase que diz que “baiano não nasce, estreia”. Isso se encaixa perfeitamente para nossa queria musa desse Carnaval, a atriz Edvana Carvalho. Uma baiana alto astral, professora, cria do Bando de Teatro (Olodum) e atriz da TV, que recentemente participou da novela Pega-Pega na Globo. Nesse carnaval ela pode ser a Mulher-Gato ou uma Gueixa, não importa, o que não pode faltar é alegria. Como um trio elétrico permanente, Edvana sempre trilhando por caminhos distintos, educação e arte, que se completam e a tornam essa mulher especial que ela é. Apaixone-se por essa Black Panther pois ela merece todos os títulos, dentro e fora da TV.

Edvana, essa época de Carnaval a baiana que existe em você aflora mais que o comum? Como é sua relação com o Carnaval? E como aflora!!!! (risos) Adoro Carnaval. Minha mãe e meu pai sempre foram carnavalescos, acho que essa admiração que eles tinham pela festa passou para mim. Amo todas as festas populares da Bahia.


Qual sua fantasia e seu ritmo preferidos nesse período momesco? Adoro todos os ritmos, assim como adoro a Baia de Todos os Santos. Adoro a diversidade cultural e antropofágica de Salvador. Minha fantasia sempre é a que estiver mais fácil no momento, como tenho sempre algum adereço de teatro acabo montando algo, vou de Black Panther, de Gueixa, Mulher das Galáxias, loira Hollywoodiana... Já fui de noiva quase virgem, de índia, as vezes só de short e tênis velho, o que a inspiração e material proporcionar na hora, adoro o improviso e nunca aluguei fantasia.

Ter nascido em Salvador já é uma festa. Que boas memórias e referências você leva pra vida de sua cidade? Em Salvador aprendi que vizinhos têm que dividir, é uma xícara de açúcar, um pouquinho de café, um punhado de sal, a troca e a ajuda mútua são referências importantes que levo da comunidade. Aprendi que quando se convida 2 se faz comida pra 5, esperando o inesperado para não deixar ninguém com fome. Com os artistas do centro histórico aprendi a ser artista, aprendi que as coisas não mudam muito ao sair do São Caetano para Pituba, porque o preconceito não vê classe social. Eu cresci vendo o Ilê Ayê subir o Curuzu com toda sua magnitude, que desde sempre me achei rainha!!! (risos)

Salvador / Bahia é um local muito rico culturalmente. Para você que é atriz e professora deve ser um belo universo para inspiração. Como suas raízes culturais influenciaram na profissão? Me enxergar fazendo parte de Salvador culturalmente. Sempre foi muito fácil, tudo vinha de uma herança africana, a nossa comida, a nossa música, as nossas danças o colorido das nossas roupas, sempre me identifiquei muito com a cultura negra da minha cidade, no entanto quando comecei a fazer teatro na década de 80, não tinha outdoors com meninas negras como eu estampado na cidade, também não tinha peça onde eu poderia ser protagonista, junto com outros artistas da cidade, eu e meus amigos, fundamos o Bando de Teatro, que tinha um elenco negro, e falava das nossas questões, dores e alegrias. Todas essas experiências levo comigo tanto pros palcos como às salas de aula. 




Recentemente você participou da novela “Pega-Pega” e antes passou por duas temporadas de Malhação. Que referência da sua terra você levou para a capital carioca e o que levou do Rio para a Bahia? Assim como no teatro é também uma delícia trabalhar na TV, cansativo mas gostoso. A troca com os colegas e amigos do elenco, da produção inteira, o aprendizado de diferentes técnicas recheiam a minha atriz. Meu avô paterno escolheu o Rio como moradia e lá ficou até os seus últimos dias, minha relação com o Rio, assim como São Paulo, tem um pouco de familiar.

Ser atriz e educadora te realizam em que pontos? Saberia escolher apenas uma profissão? Digamos que a ribalta é meu vício e que a sala de aula é o que tenho a oferecer como ser humano, para melhoria e evolução da espécie, (risos). Não saberia escolher entre uma e outra, pois as duas me completam.

O quanto o teatro Olodum ajudou na sua formação de atriz e nas metas que você atingiu? O meu primeiro curso de teatro no Colégio Estadual Luiz Pinto de Carvalho, o do Sesc e a formação do Bando de Teatro (Olodum), foram minhas escolas. Tive a Oportunidade de trabalhar com os melhores mestres da cidade, aprendi a cantar, dançar, improvisar, e principalmente a trabalhar em prol do grupo, e não de um protagonismo. Tudo que conquistei e conquisto, devo a minha mãe e aos meus mestres.



Como foi participar de “Pega-Pega”? Que experiências acumulou com esse trabalho? Uma delícia ser escalada pelo Fabio Zambroni, ser dirigida por uma equipe de diretores e diretoras fantásticos, comandados pelo Luiz Henrique Rios e o Marquinho Figueredo. O texto inteligente e bem humorado da Claudia Souto, e a parceria do elenco inteiro foi uma receita feliz! Muitas saudades.

Nesse ensaio feito para a MENSCH você mostrou que está em plena forma física. Como cuida do corpo e da alimentação? É muito vaidosa? Sempre me exercitei e procuro comer saudável, mas aviso, como de tudo, não tem tempo ruim, (risos). Este ano faço meio século de vida, estou comemorando meus 50 anos com muito orgulho e bom humor, as dores aqui e acolá fazem parte, mas ainda assim, acho melhor envelhecer bem do que morrer jovem.

O que um homem precisa ter e ser para chamar sua atenção? Ter caráter e ser gostoso. Não tenho paciência para homens mal resolvidos. O tempo urge (risos).

E o que vem por aí? Soubemos de um seriado para esse ano... Conta um pouco. Por enquanto “Ó Paí Ó 2” e a série dos “Irmãos Freitas”. Os detalhes vocês vão conferir nas telas.

O que essa baiana tem que encanta tantas pessoas? Ah...Borogodó! (risos) E quem quiser saber o que é, que se achegue! Um cheiro!



quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

MUSA: Karmel Bortoleti - Atenção! Cuidado para não derrapar nas curvas a seguir

A pernambucana Karmel Bortoleti durante muito tempo trabalhou como modelo e atualmente vive em Miami, local onde foi feito esse ensaio. Foi lá que ela se encontrou profissionalmente e onde encontrou seu namorado Brett David (pois é, a gata é comprometida). Ativa e sempre alto astral, posou para nós no meio a carros incríveis que são coisa de cinema (muito deles participaram de filmes famosos), e o resultado não poderia ser mais perfeito. Três super carros e uma máquina com sotaque brasileiro.

Conta um pouco como foi sua trajetória de modelo. Comecei como modelo aos 14 anos de idade. Participei de um concurso em São Paulo com a Mega Models, do Marcos Pantera, junto com a marca de maquiagem internacional Maybeline e fui a vencedora. A partir daí minha carreira deu início e comecei a viajar para todo o mundo.

 E como foi parar em Miami? Morei em Miami há 11 anos atrás mas por motivos pessoais e voltei a Recife. Depois continuei vindo a trabalhos pelo menos três vezes ao ano. Sempre tive uma paixão inexplicável pela cidade. E há 4 anos atrás juntei a vontade de voltar a morar com a oportunidade de trazer uma franquia relacionada a beleza para Miami, então não pensei duas vezes e decidi vir. Acabou que não segui com a franquia e continuei com meu trabalho de modelo e hostess de eventos como a Florida Cup.

Como é a vida dessa pernambucana nos EUA? Guarda algo da "terrinha”? Digo que e muito boa pra ser verdade. Acordo em um lugar lindo, mágico, onde tudo funciona, onde as pessoas são educadas, onde posso passear com meus filhos, usar minhas joias e não me preocupar com segurança pois sei que nada irá nos acontecer. Acordo por volta das 6h30 da manhã, levo meus pequenos pra escola, vou pra academia, paro no meu lugar preferido de café da manhã, volto pra casa, tomo um banho ouvindo minhas músicas latinas que amo e saio pra trabalhar curtindo minha “drive” nessa cidade linda. Guardo em casa com muito carinho meus ovos Brennand. 



O que te agrada do estilo de vida americano e o que sente falta da vida em Recife? Gosto de como eles são diretos. Americano não tem enrolação, eles vão direto ao ponto, não perdem tempo, ou é, ou não é. Eu sou muito assim também. Gosto de ser sincera e não perder o meu tempo nem o de ninguém. Sinto falta às vezes do calor humano e da nossa simpatia, pois os americanos são mais fechados, mais resguardados. Já os brasileiros, e ainda mais os nordestinos, temos o riso fácil, disso sinto um pouco de falta, de um pouco mais alegre…

Você já gostava de carros ou a influência do namorado ajudou nisso? Sempre gostei de bons carros mas sinceramente não entendia muito sobre o assunto. Meu namorado foi quem 100% me mostrou, me fez entender e apreciar a história automotiva e a essência de cada um deles.

Como vocês se conheceram e o que te atraiu? Nos conhecemos através de amigos em comum e desde a primeira vez que o vi senti algo diferente que nunca havia sentido antes, mas contive meus sentimentos e nos tornamos amigos por muito tempo. Me atrai por sua personalidade, um homem na dele, super maduro e inteligente mesmo tão jovem. Um homem de garra, um homem que trabalha duro todos os dias mas não esquece de falar palavras bonitas e ser gentil comigo desde quando éramos amigos. E claro, um gato! 





O que um homem precisa ser ou fazer para chamar sua atenção? Ser ele mesmo. O homem que pretende ser quem não é para chamar a atenção ou que fala apenas de bens materiais, jamais teria alguma chance comigo.

É muito vaidosa? Do que não abre mão? Sou sim, acho que nós mulheres precisamos nos cuidar todos os dias. Mas não falo apenas da estética, falo dentro do nosso corpo, prestando atenção no que ingerimos. E bebo muita, muita água. Algo que não gosto é de maquiagem, pra mim basta rímel, blush e um batom cor de boca. Não tenho paciência pra ficar 2 horas me maquiando (risos). Não abro mão de ter minhas unhas do pé e da mão sempre bem feitas e a pele do corpo cheirosa e hidratada.

O que deixa um homem mais elegante e atraente? Sua postura de homem alfa e sua eterna gentileza com as mulheres.

Para te conquistar basta… Ser o Brett David (risos)



Assista o making of do ensaio produzido em Miami:

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

MUSA: Deborah Albuquerque - Nossa musa fitness vai fazer você suar

Deborah Albuquerque é daquelas mulheres hiper ativas que nos deixam admirados de como consegue dar conta de tantas atividades. Jornalista, apresentadora, atriz e ainda uma bela mulher. Como você já deve ter visto nessas fotos, ela tem um corpo perfeito. Sarado na medida certa. E saudável na medida do seu desejo. Cheia de personalidade, Deborah sabe muito bem onde quer chegar e 2018 promete. Para começar bem o ano nós só poderíamos trazer uma verdadeira musa assim, com beleza, força e sensualidade na medida certa.

Deborah, você sempre foi ligada em fitness e saúde? Como despertou para essa área? Eu sou neta de um atleta e dono de academia, sempre tive a alimentação balanceada, talvez por meu avô ter diabetes e alimentos com açúcar por exemplo, não faziam parte a dieta da casa. Conheci o mundo diet e o mundo dos atletas desde muito nova.

O fato de ser jornalista te trouxe mais informação e por consequência mais vontade de explorar essa área? Sim, claro. Saúde e Educação Física não são minha área acadêmica, mas a repetição leva à perfeição e a vontade de explorar o assunto vivido ocorre de forma natural com o ser humano.

Como jornalista quais suas maiores conquistas e desejos? Minha maior conquista foi falar sobre a maternidade saudável na minha coluna na Gazeta. A minha vontade é poder ter um programa semanal para me comunicar diariamente com pessoas. Sou uma comunicadora, só preciso do microfone.

Você acha que hoje em dia que a comunicação ficou mais democrática as pessoas não sabem como lidar com ela? Mais informação e o povo em geral mais restrito ao que ler nas redes. A democracia está maquiada. Sempre existirá censura e manipulação disfarçadas, afinal quem paga manda. De certa forma há uma “verdade nos tabloides virtuais”? Algo sem elementos plausíveis vira notícia, “meme” ou viraliza na internet sem precisar de análise ou confirmação, afinal o mundo digital é muito rápido... como epidemia.

Falando em redes sociais... como você lida com isso? Críticas e elogios te tocam como? Procuro ver sempre o melhor lado da situação em tudo na vida. Escolhi uma vida pública, logo tenho que aceitar com o ônus da minha escolha.

 



O desejo de opinar sobre tudo das pessoas termina criando uma certa “intimidade” e ultrapassa os limites da boa convivência. Como você jornalista e pessoa pública ver isso? Sim, pois todos são valentes e escrevem o que bem entendem no anonimato. Não há como ser pego, teoricamente, então os limites sempre partirão do bom senso do indivíduo. 

Qual sua rotina para manter a boa forma? Alguma dica ou receita? Não há. A receita é viver isso de forma natural. Me alimento bem para ter uma vida longa e saudável. Sei que o açúcar, gordura, álcool e sedentarismo irão prejudicar meu organismo de forma intensa, logo o cuidado com a saúde reflete na imagem do corpo e rosto.

Até onde vai sua vaidade? Qual o seu limite e do que não abre mão? Minha vaidade vai até o limite do saudável. Amo ser bonita, ser um corpo atípico, mas eu o respeito e o amo a ponto de não agredi-lo pela beleza física de forma alguma. Não abro mão de treinar, só se realmente o corpo precisar de um tempo.

O que um cara precisa ter ou ser para chamar sua atenção? Ser honesto. É raro!

Nas horas vagas o que te distrai? Praia, surf, minha filha e Netflix.

Você é mais do dia ou da noite? Totalmente do dia e eventualmente sei aproveitar uma boa noite.

Soubemos que em 2018 vem projeto novo dessa vez como atriz. O que pode nos adiantar? Sou atriz há anos formada e com DRT. Mas a oportunidade que tive de trabalhar primeiro, foi como jornalista em um programa de entretenimento na Record ... como atriz digo que estaremos no ar em 2018! Plin Plin!

terça-feira, 21 de novembro de 2017

FETICHE: Victoria’s Secret Fashion Show 2017, onde sensualidade, luxo e música se misturam em forma de espetáculo

Nessa segunda (20) aconteceu em Shangai, na China, a gravação do Victoria’s Secret Fashion Show 2017, que reúne todas as suas angels mais belas, como Laís Ribeiro que usou um sutiã avaliado em R$ 6,5 milhões. O show-desfile irá passar na TV americana dia 28/11. O tradicional Fashion Show, termina sendo um belo show onde sensualidade, luxo e música se misturam em forma de espetáculo. Na passarela looks deslumbrantes feitos com cristais da Swarovski. Destaque para o Look Swarovski, desfilado pela angel Elsa Holsk, com mais de 275 mil cristais da Swarovski. Outro destaque é a parceria entre a marca de lingerie com a Balmain, que traz peças inspiradas no movimento punk, como podemos ver na jaqueta da coleção, também bordada com cristais da Swarovski. A top model brasileira, Alessandra Ambrósio, anunciou que esse foi o último desfile dela como angel da Victoria´s Secret, e durante a apresentação, usou um look com inspirações tribais e com cristais da Swarovski. 






quarta-feira, 6 de setembro de 2017

MUSA: Livia Dabarian - A musa dos musicais vai de Queen a VAMP

Com 20 anos de carreira, Livia Dabarian é um dos grandes destaques do teatro musical brasileiro da atualidade e está com a agenda repleta de compromissos. No dia 9 de setembro, a carioca subirá ao palco do Teatro Municipal do Rio com o show “Freddie Mercury Revisited”, ao lado do marido e também cantor e ator Alírio Netto. O espetáculo, aliás, já foi apresentado com sucesso em Nova York e São Paulo - onde terá nova sessão em outubro. E, a partir do dia 15 de setembro (até fim de outubro), ela poderá ser vista em São Paulo com sua divertida megera Mary Matoso no musical "Vamp", baseado na novela homônima de Antônio Calmon (A atriz já deu vida à personagem na temporada carioca da peça). E, no dia 20 de setembro também, Livia Dabarian e outras três estrelas de musicais nacionais se juntam para apresentar “Just 4 show” na capital paulistana. 

Lívia como o teatro e os musicais surgiram em sua vida? Quando eu era adolescente comecei a trabalhar em peças infantis da Disney nas quais eu, sem perceber, cantava, atuava e dançava ao mesmo tempo. Quando comecei a estudar mais sobre isso percebi que o mercado dos musicais era algo enorme fora do Brasil e que eu precisava me aprofundar no assunto se quisesse trabalhar com isso. 

Dança e música parece que sempre fizeram parte da sua vida. É isso? Que importância tem e até onde te leva? Sim! Minha mãe me colocou em aulas de dança e teatro porque eu tinha muita energia quando criança! (risos)... eu logo percebi que eu amava fazer aquilo o dia inteiro e pedia pra cada vez fazer mais aulas. Isso acabou me preparando pro mercado desde muito nova, o que me ajudou no meu primeiro trabalho profissional que foi ser vocalista do grupo "Oxgênios", amadrinhado pela Xuxa, e nos trabalhos que vieram a seguir como o programa "Gente Inocente" e o navio de cruzeiros pela Europa "Island Star" no qual eu cantei por um ano. 

A onda de teatro musical no Brasil continua promissor? O que aconteceu para o brasileiro despertar para isso? O mercado de musicais está crescendo muito no Brasil. Agora, além das grandes produções de franquias que vem pro Brasil com sucessos da Broadway e West End como o "We Will Rock You", temos produções brasileiras que contam sobre a nossa cultura também como o "Vamp". O público brasileiro tinha uma resistência contra atores atuando e cantando ao mesmo tempo e com músicas dissertativas contando o dia a dia dos personagens. Acho que isso começou a mudar a partir do momento que brasileiros começaram a se relacionar com as peças, como em “Tim Maia” e “Elis” e se interessaram por outros gêneros também. 

Lembra de qual musical assistiu e te tocou pela primeira vez? Como explicar isso? Lembro como se fosse hoje! Eu estava ensaiando para cantar no navio de cruzeiros em Londres e fui assistir “O Fantasma da Ópera” no "Majestic Thetre", mesmo teatro que a peça está em cartaz por 20 anos. Fiquei completamente embasbacada!! Lembro que comprei um assento bem barato e que tinha visão parcial então ficava levantando pra ver tudo, chorei igual a uma criança! Tive que voltar no dia seguinte pra ver de um lugar melhor. Tive certeza naquele dia que era isso que eu queria fazer. 


Essa semana você estreia no Teatro Municipal do RJ com o show "Freddie Mercury Revisited" ao lado do marido? Muita expectativa? O que esperar dessa apresentação? Nós dizemos que o "Freddie Mercury Revisited" é o nosso bebê! Nós criamos o show após sermos o casal protagonista do musical "We Will Rock You", com músicas do Queen e queríamos continuar cantando esse repertório que toca tantas gerações. Estreamos o show no Triad Theatre em Nova Iorque em dezembro de 2016 e depois em SP, no Teatro Bradesco. Os dois shows foram muito bem recebidos. Agora temos a honra de cantar no Teatro Municipal do Rio dia 9 de setembro e estamos preparando um show muito especial. Dessa vez, fazemos arranjos pra piano, violão e carrón dos maiores clássicos do Queen e Freddie e traremos esses clássicos pra um formato intimista. A plateia pode esperar muita emoção e Rock! E, pra quem não conseguiu ver a primeira vez em SP, teremos mais uma apresentação dia 14 de outubro novamente no Teatro Bradesco. 

Fora isso em breve você estreia em São Paulo com o musical "Vamp" encenando a louca Mary Matoso ao lado de Claudia Ohana e Ney Latorraca. Como tem sido a turnê de "Vamp" e trazer para os musicais uma história clássica da TV? “Vamp” é um musical divertidíssimo! A Mary Matoso foi um presente ENORME! Eu não fazia ideia de quantas pessoas amavam e se identificavam com ela. Ser a vilã perua é deliciosamente divertido. Trabalhar com Ney Latorraca todos os dias é um aprendizado diário, tanto de atuação quanto de humildade e profissionalismo! 

O que é mais divertido e desafiador no musical? Com certeza o mais desafiador é criar a minha própria Mary Matoso sem deixar de homenagear a personagem que as pessoas já conhecem e amam. E o mais divertido é contracenar com esse elenco de atores INCRÍVEIS! Osvaldo Mil que é o meu parceiro e faz o Prefeito Matoso é maravilhoso e só Deus sabe das nossas piadas internas em cena! (risos) 

Com tanta tempo de teatro e musicais você acha a TV um "mal" necessário para o ator ainda? Eu acho que todo veículo de comunicação é válido! TV, teatro, cinema, rádio... todos se completam de alguma forma e exercem o seu papel. O Papel da TV, ao meu ver, de levar a arte pra dentro da casa das pessoas, acaba sendo o mais popular mas não o vejo como "um mal". O importante é saber que pra cada veículo é preciso, sim, de uma preparação específica. E muita preparação! Eu tenho vontade fazer TV e voltar a fazer cinema exatamente por isso: aprender com os diferentes processos de criação. 
  
O que você curte ver, ler e ouvir nas horas vagas? Amo ver séries e filmes de assuntos variados! Tento não ser 100% do tempo a "atriz em pesquisa" e assistir coisas pra relaxar também. Amo "Orphan Black" e recentemente me rendi ao "Game of Thrones". Mas o meu hobby predileto é mergulhar. No fundo do mar é tudo muito calmo e silencioso. Gosto de fugir pra lá de vez em quando.

Qual a importância de Freddie Mercury e a banda Queen na sua vida? Eu ouvi Queen e Freddie toda a minha adolescência. Mas com certeza o mais importante foi ter tido eles como trilha sonora do romance entre eu e o meu marido. Nos conhecemos nos ensaios do “We Will Rock You” e ficamos muito amigos. Fomos nos apaixonando à medida que os nossos personagens se apaixonavam na trama... e cantando músicas do Queen. Até o nosso primeiro beijo foi com a música "Who wants to live forever" de fundo, no ensaio. Ele é o amor da minha vida e meu melhor amigo. Vamos fazer a nossa festa de casamento em outubro! Não preciso nem dizer que Queen estará no set list, né? (risos) 

Como se conquista Livia Dabarian? Nossa!! Acho que meu marido pode responder melhor do que eu! Com ele foi PA PUM! (risos) Meus pontos fracos são senso de humor e personalidade forte! Além disso gosto de estar sempre perto de gente com energia BOA! Acredito muito nisso. 

Você está bem sexy e provocativa nessas fotos... É isso mesmo na vida real? (risos) Sim!!! Eu acordo assim todos os dias!!! (risos) Nada! A maioria das vezes estou com roupa de ensaio e correndo de um lado pro outro com um coque bagunçado pra cima. Mas nesse ensaio quis liberar a mulher fatal que todas nós temos dentro de nós! 

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

MUSA: Glauce Moretti - Das piruetas do circo para as telas

Nossa musa de agosto, Glauce Moretti, chegou toda intrépida. Começando pela ousadia de topar participar desta deliciosa aventura, posando para nosso ensaio no meio da rua, entre calçadas e areias do bucólico bairro da Urca, no Rio de Janeiro. Local onde existiu o lendário Cassino da Urca e hoje funciona o IED (Instituto Europeu de Design) - uma escola internacional que une educação, pesquisa e mercado -, enfocando diversas áreas do design e em gestão de disciplinas criativas. Não poderia haver cenário e backstage mais inspirador para preparação de nossa musa. A produção chamou atenção de quem passava pela rua, que paravam curiosos em meio a tecidos voando, cordas e trapézio, para saber o que estava acontecendo naquele vai e vem de gente carregando coisas para lá e pra cá e causando alvoroço.

Mas nada disto seria possível se não contássemos com o apoio do ator convidado, André Lyma, que participou do ensaio dando total suporte à atriz nas pegadas mais importantes e acrobacias em dupla. André vem de uma formação teatral clássica, como Commedia Dell'arte, com o espanhol Dario Gallo, dentre outros cursos nas artes cênicas. Aprendeu Street Dance, Hip Hop, Jazz e Circo Fit, fez cursos importantes para TV e cinema, Publicidade, Improvisação, Expressão Corporal. 

Já nossa musa Glauce, também uma apaixonada pelas artes cênicas, dança e também pela acrobacia circense, prática que ela considera muito agregadora ao ofício do ator. Aqui ela nos conta um pouco da sua vida, carreira e sua estreia no cinema no filme “Amélio, o homem de Verdade”, onde interpreta Zefinha, uma mulher simples e divertida.




Glauce quando foi que você se descobriu atriz? Qual foi sua formação nas artes cênicas? Desde a minha infância, sempre gostei de tudo que era ligado à arte. Assistia aos filmes, musicais pela televisão e já me imaginava fazendo parte desse mundo. Comecei fazendo aulas de dança (de todas as modalidades) e, em seguida, fiz o curso Tablado concomitante com o curso de Letras (primeira faculdade). 

Como foi que surgiu sua primeira experiência na carreira artística? A primeira e fascinante experiência foi na minissérie “A, E, I, O, Urca”, como bailarina do Cassino da Urca, da TV Globo, me lembro quando fui chamada para o teste ao lado de várias atrizes, e fui selecionada pelo diretor Maurício Sherman. Depois disto fiz participações em vários outros produtos da casa.

Além das artes, você é dentista e professora, como é conciliar todas estas atividades? O Brasil, infelizmente não dá o valor necessário aos artistas, em geral. Tive que optar, em um momento na minha vida, pela segurança profissional e, escolhi algo, que pudesse ser conciliável com a carreira de atriz; quando também concluí a faculdade de Odontologia (segunda graduação).
De todas as funções que você exerce na vida, em qual destas atividades você se sente mais realizada? Sem sombra de dúvida com a carreira de atriz. É minha melhor terapia, está na minha essência.





Qual sua vivência em acrobacia aérea, e artes circenses? Na verdade o meu maior foco nessa área sempre foi a dança. O circo surgiu na minha vida por acaso, em uma aula experimental com os maravilhosos Elde Oliveira e Georgius, que me fizeram despertar para mais essa paixão, que é um verdadeiro espetáculo.

O Circo exerce um certo fascínio ao espectador, e para o artista é uma paixão, um exercício que ajuda no ofício do ator? Como funciona? O circo é um desafio fascinante, que, com certeza, ajuda na concentração, consciência corporal, disciplina e a estar sempre interagindo com o público. 

Como é sua relação com a família, eles apoiam sua carreira artística? Desde criança, minha família sempre apoiou a minha escolha e sempre esteve presente nos mais variados eventos. Inclusive, quando participei da série do “Cassino da Urca”, eu era menor e precisei da autorização deles; onde fui prontamente apoiada.




A carreira artística é muito competitiva, é preciso ter muita perseverança e foco, o que te inspira a seguir em frente? É algo que faz parte da minha essência; é algo que me move, me alimenta; é uma verdadeira terapia em minha vida. Temos que fazer aquilo que nos faz bem; portanto, enquanto eu viver, estarei regando esse sonho. 

Qual o ingrediente fundamental na personalidade de um homem para te conquistar? Ser sincero, verdadeiro, e principalmente respeitar as minhas escolhas, mesmo que não aprecie. Essa pessoa já me encontrou: meu marido.
O que é que te deixa mais feliz? Estar ao lado de pessoas que amamos: família, amigos; e ver meu filho se tornar uma pessoa do bem.

Você andou um tempo afastada das artes, e agora está de volta, e no cinema em um dos papéis de destaque no filme “Amélio, o homem de Verdade”, conta como aconteceu o convite? Participei de um workshop em São Paulo do diretor e roteirista Luís Antônio Pereira, autor de diversos filmes incríveis, incluindo "Jogo de Xadrez", com Priscila Fantin. O mesmo apreciou a minha atuação e me convidou posteriormente para fazer parte do elenco com a personagem divertidíssima "Zefinha", com direção e roteiro impecáveis de Luís Antônio Pereira.

Ainda sobre o filme “Amélio”, o projeto vai se desdobrar em uma série para a TV fechada BOX Brasil é isso? Para quando está prevista a estreia? Sim, a série será rodada em 2018. A previsão de estreia, para o mesmo ano.

Conte aos leitores da MENSCH como foi receber o convite para ser a nossa musa de agosto? Recebi o convite com muito entusiasmo! A revista é super bem elaborada, com matérias interessantes e com detalhes minuciosamente bem pensados, para agradar o leitor. Aproveito para agradecer o convite! Adorei participar!




Fotos Marcio Romano e Uine Monteiro
Direção criativa e styling Marcia Dornelles
Beleza Zé Reinaldo

AGRADECIMENTOS
- Ied Rio - Av. João Luis Alves, 13, Urca – Tel: 21 3683 3786
- Suporte Elde Oliveira e Georgius
- Participação Especial André Lyma
- Casa Pinto Tecidos 

Glauce Veste - Look Lira: maiô Bum Bum, brinco Aullore; Look Trapézio: body Nidas, brinco Pk Folheados e Semijóias; Look Escada: maiô Bana Bana, brincos Estela Geromini; Look Dupla 1: ela - hot Paints Bum Bum, ele – Oliv; Look Dupla 2: ela - maiô Amábilis, ele – Oliv