Viver na Flórida é o sonho de muitos brasileiros que residem em estados atingidos pelo frio no território americano e principalmente por compatriotas que vivem no Brasil e fogem da crise econômica que o país vem ultrapassando, procurando os Estados Unidos em busca de segurança e uma melhor educação para seus filhos.
Segundo o Miami Association of Realtors, no ranking das melhores cidades para investimento no mundo, Miami encontra-se segundo lugar em todo os Estados Unidos e os brasileiros ocupam a 3ª posição na procura por investir no sul da Flórida e mesmo com a alta do dólar, o sonho de um imóvel, não é empecilho.
É ainda mais comum hoje em dia pessoas de diferentes classes sociais pedirem informações e indicações dos melhores investimentos na cidade e até esclarecimento dos procedimentos para compra de imóveis na Flórida - especificamente Miami, - e por isso escolhi uma das maiores realtor e broker, Talita Pinheiro CEO da Everything Realty Miami, como o auxílio para esclarecer as principais dúvidas e listar um passo a passo, e claro, indicando as melhores áreas para investimento em Miami!
Inicialmente a dúvida mais comum para quem quer investir em uma propriedade nos USA é a condição para imigrantes. Segundo Talita, não há nenhum impedimento legal para adquirir um imóvel nos EUA “Qualquer pessoa com visto de Turismo (B1/B2) pode comprar um imóvel. Além disso, não é necessário nenhum tipo especial de visto para comprar uma propriedade.” O processo de compra pode ser à vista ou financiado por um banco americano mediante uma entrada que pode variar entre 30% e 50% dependendo do banco e do imóvel. Para o financiamento Talita alerta, “Atualmente, o valor mínimo financiado pela maioria dos bancos para estrangeiro em Miami deve ser de US$ 200.000.00 podendo chegar até US$ 5 milhões dependendo da propriedade e qualificação do cliente. Com a entrada de novos bancos nesse mercado, essa regra pode ser flexibilizada.”
Miami é um dos melhores lugares do mundo atualmente para se fazer um investimento porque continua expandindo com novas e modernas construções que só tendem a se valorizar nos próximos dez anos. Para quem se identifica muito com o lifestyle da cidade, gosta de uma vida social agitada, Miami é o local perfeito para se morar ou comprar um imóvel para férias.
Para solteiros e pessoas que buscam a night life regada à boa gastronomia, festas e cool night clubs, indicamos a região da Brickell e Midtown, que vem crescendo muito e com vários novos imóveis. Essa região fica à 15 minutos de South Beach. Tem muito fervor bacana acontecendo por essa área o que a deixa mais interessante para os solteiros de plantão que buscam diversão e restaurantes de alto nível como Alters (Midtown); Zuma (Brickell); Cipriani (Brickell) entre outros renomados.
BRICKELL CITY CENTRE
ENTREGA: entregue no verão de 2016
O Brickell City Centre é um empreendimento sem concorrência, pois fica localizado estrategicamente entre os distritos de moda, artes e negócios de Miami, tornando a cidade ainda mais atrativa. Considerado a versão ensolarada e tropical da Champs-Élysées em Paris ou Roppongi Hills de Tóquio, o Brickell City Centre é um empreendimento claramente urbano, diferente de qualquer outro. Projetado para ser uma sociedade em miniatura e está localizado em meio a uma rede de transportes que oferece acesso fácil ao Aeroporto Internacional de Miami, Porto de Miami, Distrito de Artes Wynwood, Distrito de Design, teatros, museus e estádios com renome mundial que ficam em Downtown. Esse empreendimento imobiliário de vanguarda segue a tendência de Miami, uma cidade conhecida por quebrar padrões.
PREÇOS: 1 Quarto + 1 banheiros a partir de $670,000, 2 Quartos + 2/5 banheiros a partir de $980,000, 3 Quartos + 3/2 banheiros a partir de $1.300,000
MIDTOWN – HYDE
ENTREGA: Outono de 2017
Hyde Midtown é o autêntico estilo de vida em Midtown O bairro urbano que está na moda em Miami coloca você no centro do entretenimento e da arte, com acesso ao que há de mais novo em música, lounges (salas e bares), galerias e museus. A única regra é a autenticidade. É um lugar para líderes culturais de todos os estilos, onde o único líder que realmente importa é você. A inspiração do Hyde Midtown Suites & Residences vem dos criadores mais ousados da atualidade nos campos da moda e da arte, incorporando design de luxo à vida diária. E com a abordagem tecnológica do Hyde Midtown adaptada à sua experiência individual, você encontrará tudo o que precisa, sem faltar nada.
PREÇOS: 1 Quarto + Den + 1 Banheiro a partir de $465,000, 2 Quartos + Den + 2 Banheiros a partir de $623,000, 2 Quartos + 2 Banheiros – Cobertura – a partir de $735,000
SPARK
ENTREGA: final de 2018
Edgewater é uma área onde grandes investidores estão de olho. Uma área que onde está acontecendo uma grande revitalização com novos parques, centros comerciais, praças de varejo e prefeito construção de pré-projetos residenciais como o Spark.
As áreas comuns do Spark foram inspiradas para proporcionar um estilo de vida de qualidade misturando com a arte, luxo e a natureza e exclusivo de apenas 56 residências com espaços comunitários aconchegantes que cada membro da família do Spark irá desfrutar. Próximo à espaços culturais, lojas de grife e áreas de turismo, localizado em Wynwood, Design District, e Midtown, com acesso próximo à Miami Beach e do aeroporto de Miami. Spark convida você para definir seu próprio estilo, nas maravilhosas áreas da piscina e lounge com vista para Biscayne Bay, bem como uma vista incrível da cidade.
PREÇOS: 1 Quarto / 2 Banheiros (opção de segundo quarto): a partir $ 520.250,00, 2 Quartos / 2 Banheiros + (Escritório): a partir $ 671.000,00, 3 Quartos / 3 banheiros: a partir $ 867.504,00. Obs.: Eles já tem mais de 40% vendidos e a previsão para entrega e final de 2018.
Muitos outros empreendimentos irão fazer desta área uma das procuradas dos próximos anos. Se você está procurando uma área frente à água pacífica para viver, alugar ou investir perto de todas as commodities e apenas algumas quadras de tudo o que Miami tem para oferecer, então distrito de Edgewater em Miami é provavelmente o lugar perfeito para você.
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quarta-feira, 7 de junho de 2017
quinta-feira, 1 de junho de 2017
PALADAR: A aurora da boa gastronomia
Às margens do Rio Capibaribe, centro de Recife, um galpão centenário é reformado para abrigar um inovador espaço para eventos unindo criatividade arquitetônica e gastronômica.
Há 4 anos no mercado de buffet para festas, Mariana Lucena conta ter começado a atuar nesta área por identificar uma lacuna no mercado local em relação a serviços gastronômicos personalizados e em especial para um público de paladar mais exigente e criterioso. A nova sede do Fiordes Buffet tem uma localização estratégica, tanto para eventos sociais, como os corporativos, uma vez que está muito próxima de igrejas tradicionais como é o caso da Madre de Deus, Ordem Terceira de São Francisco, e tantas outras preferidas pela sociedade pernambucana.
Além de estar bem próxima ao Porto Digital, Assembleia Legislativa e várias empresas públicas e privadas sediadas no coração da cidade. O projeto buscou realçar os valores históricos e culturais da Rua da Aurora preservando arquitetura e fachada originais, com pé direito de oito metros, dispõe de telhado com tratamento acústico e estrutura preservada em madeira de dormentes. Houve ainda uso do aço corten, tecnologia usada na chapa de aço dando aparência de ferrugem, para simular desgaste temporal. Este elemento marca a entrada principal da casa.
A proposta do Fiordes é oferecer cardápios contemporâneos com flexibilidade para atender aos desejos e paladar de cada cliente mantendo sua identidade e diferencial. E isso se estende a sua própria infraestrutura projetada para ser em um agradável ambiente clean e clássico capaz de se adequar a criatividade e inventividade dos decoradores. A infraestrutura conta ainda conta com passagens internas estratégicas, para que os garçons consigam atender todos os convidados com facilidade. Além de um espaço aconchegante para noivas e escada central para surpreender os convidados através de uma entrada cênica. Um projeto exclusivo da Todeschini. Dentro e fora o Fiordes tem muito a encantar.
ENTREVISTA Mariana Lucena
Quais os grandes diferenciais do Fiordes? Estamos sempre em busca de inspirações nacionais e internacionais para criação contínua de novos pratos. Não passamos mais de seis meses sem trazer receitas inéditas para o cardápio. A gestão do negócio é outro ponto importante, aplicando qualidade em todo o processo e principalmente na equipe. Gente qualificada e engajada é receita certa para o sucesso.
Onde busca inspiração para se atualizar e trazer algo diferente no serviço de vocês? Através de estudos, pesquisas, viagens. Estamos sempre atentos as tendências gastronômicas, buscando trazer novidades que encantem paladares diversos, pois as possibilidades
e combinações são infinitas e atender a expectativa do cliente é o nosso maior compromisso.
Quem assina o cardápio do Fiordes? O chef Douglas Van Der Ley. Além da competência já bastante reconhecida, ter perfil criativo em sintonia com o Fiordes.
O que podemos esperar do Fiordes? Charme, conforto, serviços exclusivos, ótima localização e claro, ótima gastronomia.
Há 4 anos no mercado de buffet para festas, Mariana Lucena conta ter começado a atuar nesta área por identificar uma lacuna no mercado local em relação a serviços gastronômicos personalizados e em especial para um público de paladar mais exigente e criterioso. A nova sede do Fiordes Buffet tem uma localização estratégica, tanto para eventos sociais, como os corporativos, uma vez que está muito próxima de igrejas tradicionais como é o caso da Madre de Deus, Ordem Terceira de São Francisco, e tantas outras preferidas pela sociedade pernambucana.
Além de estar bem próxima ao Porto Digital, Assembleia Legislativa e várias empresas públicas e privadas sediadas no coração da cidade. O projeto buscou realçar os valores históricos e culturais da Rua da Aurora preservando arquitetura e fachada originais, com pé direito de oito metros, dispõe de telhado com tratamento acústico e estrutura preservada em madeira de dormentes. Houve ainda uso do aço corten, tecnologia usada na chapa de aço dando aparência de ferrugem, para simular desgaste temporal. Este elemento marca a entrada principal da casa.
A proposta do Fiordes é oferecer cardápios contemporâneos com flexibilidade para atender aos desejos e paladar de cada cliente mantendo sua identidade e diferencial. E isso se estende a sua própria infraestrutura projetada para ser em um agradável ambiente clean e clássico capaz de se adequar a criatividade e inventividade dos decoradores. A infraestrutura conta ainda conta com passagens internas estratégicas, para que os garçons consigam atender todos os convidados com facilidade. Além de um espaço aconchegante para noivas e escada central para surpreender os convidados através de uma entrada cênica. Um projeto exclusivo da Todeschini. Dentro e fora o Fiordes tem muito a encantar. ENTREVISTA Mariana Lucena
Quais os grandes diferenciais do Fiordes? Estamos sempre em busca de inspirações nacionais e internacionais para criação contínua de novos pratos. Não passamos mais de seis meses sem trazer receitas inéditas para o cardápio. A gestão do negócio é outro ponto importante, aplicando qualidade em todo o processo e principalmente na equipe. Gente qualificada e engajada é receita certa para o sucesso.
Onde busca inspiração para se atualizar e trazer algo diferente no serviço de vocês? Através de estudos, pesquisas, viagens. Estamos sempre atentos as tendências gastronômicas, buscando trazer novidades que encantem paladares diversos, pois as possibilidades
e combinações são infinitas e atender a expectativa do cliente é o nosso maior compromisso.
Quem assina o cardápio do Fiordes? O chef Douglas Van Der Ley. Além da competência já bastante reconhecida, ter perfil criativo em sintonia com o Fiordes.
O que podemos esperar do Fiordes? Charme, conforto, serviços exclusivos, ótima localização e claro, ótima gastronomia.
SERVIÇO:
FIORDES BUFFET
Rua da Aurora, 1583 - Santo Amaro, Recife / PE
Fone: 81-3031.1775 - www.fiordesbuffet.com.br / @fiordesbuffet
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
PERFIL: Felipe Hackel, empreendedorismo de berço
Enquanto a maioria das crianças ia à feira da Madalena ganhar passarinhos de seus pais e avós, Felipe Hackel era incentivado pelo avô a negociar pelas aves que queria comprar. As aulas de culinária nas férias rederam sanduíches que ele vendia às costureiras da confecção da mãe.
Não à toa, aos 16 anos, Felipe e mais três sócios, entre eles Murilo Gun (hoje comediante e renomado professor de criatividade), fundavam a BIT, uma das primeiras start up do Brasil que mais tarde teve 50% do seu capital vendido a investidores por 1 milhão de reais. E eles eram só adolescentes. O sucesso da empresa, que chegou a criar uma espécie de rede social e pedido de comida pela internet (alguém lembrou do Orkut, Facebook e iFood? Pois é, pioneirismo), fez Felipe largar o colégio, partir para um supletivo e fazer o que mais sabia e gostava: empreender.
Veio a crise das ponto.com em 2001 e o primeiro sonho dourado cibernético de muita gente deixou de existir. A queda foi proporcional ao sucesso, mas Felipe tem o que é essencial a todo empreendedor, seja qual for o tamanho do sonho e do negócio: paciência e persistência. Felipe Haeckel conhece bem o ditado “pra comer a carne tem de roer o osso” e ele não larga o osso enquanto não chegar na carne.
A saga BIT, no contexto da bolha da Internet, está sendo contada através de um documentário produzido pelo premiadíssimo cineasta pernambucano Léo Falcão, com previsão de estreia no primeiro trimestre de 2017.
O fechamento da BIT fez Felipe se questionar sobre sucesso e fracasso e as respostas se tornaram seu primeiro livro solo (já havia escrito um sobre comércio eletrônico com Murilo Gun): “Sucesso: o que eles Pensam”, uma coletânea de entrevistas com 119 empreendedores de Pernambuco, referências nos mais variados setores, contando suas histórias de sucesso e fracasso.
O livro deu destaque a Felipe e o fez criar uma rede de relacionamento de suma importância para os seus próximos passos além de receber na Assembleia Legislativa do Estado, através de proposta do Deputado Raimundo Pimentel, o Título de Cidadão Pernambucano, tendo sido o mais novo da história a receber essa homenagem.
Enquanto empreendia Felipe sentiu necessidade e vontade de preencher uma lacuna lá de trás, nos tempos do colégio e retornou aos estudos com força total sendo hoje formado em administração de empresas com dois MBA's: um em Gestão de Negócios e outro em Marketing e Vendas, ambos pelo CEDEPE Business School. É mestre Administração pela UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) e especialista, pela mais renomada instituição de ensino do mundo, a Harvard University (Boston/EUA), em Liderança e Negociação.
Hoje, aos 33 anos, Felipe Haeckel é sócio da Construtora Pasárgada que mesmo em tempos de crise, entregou entre o fim de 2015 e esse ano, duas novas obras de alto padrão e da Pedra do Reino Investimentos empresa que investe em hotelaria, sócia do Íbis Budget Piedade, primeiro hotel super econômico de Pernambuco, e o único dessa categoria de bandeira internacional à beira mar da América Latina. Ainda para o ano que vem iniciará a construção de mais três novos hotéis. Um fato curioso nessa empreitada imobiliária é o fato de seus dois sócios terem sido entrevistados por ele no tempo do livro de 2004.
Dormindo somente 4 horas por dia Felipe finalizou seu quarto livro, “Sucesso: o que os Líderes Pensam”, que reúne 100 (cem) dos maiores e mais influentes empreendedores de Pernambuco vários segmentos. Por acreditar que empreender transforma Felipe disponibilizou gratuitamente 100% dos dois livros, o publicado em 2004 e o desse ano, em www.sucesso.pe para que o conteúdo tivesse acesso amplo e irrestrito.
Não à toa, aos 16 anos, Felipe e mais três sócios, entre eles Murilo Gun (hoje comediante e renomado professor de criatividade), fundavam a BIT, uma das primeiras start up do Brasil que mais tarde teve 50% do seu capital vendido a investidores por 1 milhão de reais. E eles eram só adolescentes. O sucesso da empresa, que chegou a criar uma espécie de rede social e pedido de comida pela internet (alguém lembrou do Orkut, Facebook e iFood? Pois é, pioneirismo), fez Felipe largar o colégio, partir para um supletivo e fazer o que mais sabia e gostava: empreender.
Veio a crise das ponto.com em 2001 e o primeiro sonho dourado cibernético de muita gente deixou de existir. A queda foi proporcional ao sucesso, mas Felipe tem o que é essencial a todo empreendedor, seja qual for o tamanho do sonho e do negócio: paciência e persistência. Felipe Haeckel conhece bem o ditado “pra comer a carne tem de roer o osso” e ele não larga o osso enquanto não chegar na carne.
A saga BIT, no contexto da bolha da Internet, está sendo contada através de um documentário produzido pelo premiadíssimo cineasta pernambucano Léo Falcão, com previsão de estreia no primeiro trimestre de 2017.
O fechamento da BIT fez Felipe se questionar sobre sucesso e fracasso e as respostas se tornaram seu primeiro livro solo (já havia escrito um sobre comércio eletrônico com Murilo Gun): “Sucesso: o que eles Pensam”, uma coletânea de entrevistas com 119 empreendedores de Pernambuco, referências nos mais variados setores, contando suas histórias de sucesso e fracasso.
O livro deu destaque a Felipe e o fez criar uma rede de relacionamento de suma importância para os seus próximos passos além de receber na Assembleia Legislativa do Estado, através de proposta do Deputado Raimundo Pimentel, o Título de Cidadão Pernambucano, tendo sido o mais novo da história a receber essa homenagem.
Enquanto empreendia Felipe sentiu necessidade e vontade de preencher uma lacuna lá de trás, nos tempos do colégio e retornou aos estudos com força total sendo hoje formado em administração de empresas com dois MBA's: um em Gestão de Negócios e outro em Marketing e Vendas, ambos pelo CEDEPE Business School. É mestre Administração pela UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) e especialista, pela mais renomada instituição de ensino do mundo, a Harvard University (Boston/EUA), em Liderança e Negociação.
Hoje, aos 33 anos, Felipe Haeckel é sócio da Construtora Pasárgada que mesmo em tempos de crise, entregou entre o fim de 2015 e esse ano, duas novas obras de alto padrão e da Pedra do Reino Investimentos empresa que investe em hotelaria, sócia do Íbis Budget Piedade, primeiro hotel super econômico de Pernambuco, e o único dessa categoria de bandeira internacional à beira mar da América Latina. Ainda para o ano que vem iniciará a construção de mais três novos hotéis. Um fato curioso nessa empreitada imobiliária é o fato de seus dois sócios terem sido entrevistados por ele no tempo do livro de 2004.
Dormindo somente 4 horas por dia Felipe finalizou seu quarto livro, “Sucesso: o que os Líderes Pensam”, que reúne 100 (cem) dos maiores e mais influentes empreendedores de Pernambuco vários segmentos. Por acreditar que empreender transforma Felipe disponibilizou gratuitamente 100% dos dois livros, o publicado em 2004 e o desse ano, em www.sucesso.pe para que o conteúdo tivesse acesso amplo e irrestrito.
terça-feira, 23 de agosto de 2016
NEGÓCIOS: Sapato como peça principal de bons negócios
Em princípio, tudo apontava para o sistema de e-commerce. Mas o mercado direcionou o empreendimento rumo à outra possibilidade. “A venda pela internet existe sim. Usamos o Instagram como nosso principal canal. Lá, damos, inclusive, dicas de estilo. Mas, comercialmente, nadamos contra a maré. No início, não tínhamos como desafio uma loja física, sequer em shopping. A nossa preocupação sempre foi o custo, deixar o nosso calçado com um preço acessível. Todavia, o público abraçou nosso produto e nos mostrou como resposta a necessidade de lojas físicas para atender nossa demanda”, explica João Paulo.
Atualmente a marca, que trabalha com dois fornecedores, sendo um em São Paulo e outro no Rio Grande do Sul, possui uma loja em Boa Viagem, zona sul de Recife, e organiza-se para a abertura (na primeira quinzena de agosto) de mais uma unidade no shopping RioMar, “Para a nova loja chegaremos com novidades no nosso portfólio como cinto, bolsa de viagem e para computador”, explica Marcelo Wanderley que também completa, “Pretendemos expandir a nossa marca para outras cidades e estados. Algumas capitais já estão sendo cotadas e o sistema de franquia também é algo que está em estudo. Recebemos propostas para entrar, com nosso produto, em loja multimarcas, mas, nossa margem de lucro é bem pequena e adentrar nesses centros poderia vir a quebrar essa característica que é tão nossa.”
Outro destaque da marca está na variedade, hoje com mais de 70 modelos. “O número de modelos é muito mais elevado quando comparado aos concorrentes. A nossa quantidade é um diferencial importantíssimo, uma vez que outras marcas optam por menos variedades - isso implica em maior benefício financeiro, menos sobra -, e a gente não considera isso. O nosso cliente reconhece isso, o que é gratificante”, comemora Gustavo.
SERVIÇO: Noha Shoes - Shopping Riomar Recife - @nohashoes
quarta-feira, 16 de julho de 2014
NEGÓCIO: Os principais passos para realizar o sonho do próprio negócio
De acordo com recente pesquisa divulgada pelo Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa, o SEBRAE, o sonho de 44% dos brasileiros é abrir o próprio negócio. Pela primeira vez o número de pessoas que desejam ser donas do próprio negócio supera o número de brasileiros que desejam ser funcionários empregados (25%). Para esclarecer dúvidas e ajudar a realização dos sonhos desses brasileiros como você, caro leitor, a MENSCH convidou o consultor do SEBRAE Leonardo Salazar para uma série de artigos sobre o tema.
Esses dados refletem as mudanças ocorridas no cenário econômico brasileiro na última década (2003 – 2013) e a melhoria do ambiente para fazer negócios no Brasil. Do lado da demanda, o surgimento da Nova Classe Média fortaleceu o mercado interno, aumentando o poder de consumo de bens e serviços (são 95 milhões de brasileiros – 50,5% da população). Do lado da oferta, a legislação empresarial trouxe benefícios através de um tratamento simplificado e favorecido para os pequenos empresários, as microempresas e as empresas de pequeno porte, universo que representa 99% das empresas ativas no Brasil.
Antes de abrir sua empresa, entretanto, o candidato a empresário deve refletir sobre as reais motivações que o fazem desejar ser dono do próprio negócio. Alerto para duas falsas motivações que devem ser evitadas pelo candidato a empresário. Em primeiro lugar, ele acha que vai ter a liberdade de fazer o seu próprio horário. Enganou-se, nem imagina que vai trabalhar da hora que acordar até a hora que for dormir, sem direito a hora extra, descanso semanal remunerado, décimo terceiro ou férias. Em segundo lugar, ele pensa que nunca mais vai ter patrão para lhe dar ordens. Errado, pois não terá um patrão apenas, mas vários patrões, que serão todos os seus clientes, cada um se achando a pessoa mais especial na hora de exigir e se achando o mais coitado na hora de pagar.
Superado o momento da autoavaliação, hora de seguir adiante. Preparação e informação são as duas principais ferramentas disponíveis para abrir uma empresa com segurança. Nesse sentido, o SEBRAE presta serviços essenciais de capacitação e de orientação para ajudar o candidato a empresário a planejar a abertura da sua empresa. Na página de educação à distância do SEBRAE na internet (www.ead.sebrae.com.br) estão disponíveis mais de 30 cursos gratuitos com tutoria, além de outras soluções educacionais como oficinas por celular, jogos e vídeos.
Ainda surfando na internet, resultado de uma das ações da REDESIM – Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios – o Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br) disponibiliza informações detalhadas sobre os tipos de empresas do Brasil, requisitos, benefícios e impedimentos. Permite ainda a execução online dos atos necessários à formalização do Microempreendedor Individual (MEI), agilizando os procedimentos, visto que evita a necessidade de se deslocar à Junta Comercial e a outros órgãos governamentais afins.
Segundo o art. 967 do Código Civil, é obrigatória a inscrição do empresário (individual ou sociedade empresária) no registro público de empresas mercantis da respectiva sede (Junta Comercial do Estado ou Cartório de Registro das Pessoas Jurídicas, no caso das sociedades simples), antes do início de sua atividade, sob pena de exercer a atividade irregularmente (informalmente). Ser informal é como viver na clandestinidade: sem documentos e sem direitos. Mas ao formalizar sua atividade econômica, o empreendedor tem todos os registros de sua empresa e passa a gozar de uma série de benefícios tributários, trabalhistas, previdenciários, creditícios e de acesso a mercados.
Acredite, um CNPJ ativo e regular pode aumentar as chances de sucesso. É o CNPJ que vai viabilizar a emissão de notas fiscais para a venda de bens ou de serviços. É ele que vai viabilizar a contratação direta com o órgão público ou com uma grande empresa. É ele que vai viabilizar o acesso aos recursos financeiros bancários, seja para capital de giro, investimento ou exportação.
Acredite em você, busque as oportunidades e tenha uma visão global do mercado em que atua ou pretende atuar. Um plano de negócio pode aumentar em até 60% suas chances de sucesso. Finalizo este breve artigo com uma mensagem simples: não existe negócio fabuloso que seja lucrativo por conta própria; existe o comportamento do empreendedor que faz determinada atividade dar dinheiro, ou não.
Esses dados refletem as mudanças ocorridas no cenário econômico brasileiro na última década (2003 – 2013) e a melhoria do ambiente para fazer negócios no Brasil. Do lado da demanda, o surgimento da Nova Classe Média fortaleceu o mercado interno, aumentando o poder de consumo de bens e serviços (são 95 milhões de brasileiros – 50,5% da população). Do lado da oferta, a legislação empresarial trouxe benefícios através de um tratamento simplificado e favorecido para os pequenos empresários, as microempresas e as empresas de pequeno porte, universo que representa 99% das empresas ativas no Brasil.
Antes de abrir sua empresa, entretanto, o candidato a empresário deve refletir sobre as reais motivações que o fazem desejar ser dono do próprio negócio. Alerto para duas falsas motivações que devem ser evitadas pelo candidato a empresário. Em primeiro lugar, ele acha que vai ter a liberdade de fazer o seu próprio horário. Enganou-se, nem imagina que vai trabalhar da hora que acordar até a hora que for dormir, sem direito a hora extra, descanso semanal remunerado, décimo terceiro ou férias. Em segundo lugar, ele pensa que nunca mais vai ter patrão para lhe dar ordens. Errado, pois não terá um patrão apenas, mas vários patrões, que serão todos os seus clientes, cada um se achando a pessoa mais especial na hora de exigir e se achando o mais coitado na hora de pagar.
Superado o momento da autoavaliação, hora de seguir adiante. Preparação e informação são as duas principais ferramentas disponíveis para abrir uma empresa com segurança. Nesse sentido, o SEBRAE presta serviços essenciais de capacitação e de orientação para ajudar o candidato a empresário a planejar a abertura da sua empresa. Na página de educação à distância do SEBRAE na internet (www.ead.sebrae.com.br) estão disponíveis mais de 30 cursos gratuitos com tutoria, além de outras soluções educacionais como oficinas por celular, jogos e vídeos.
Ainda surfando na internet, resultado de uma das ações da REDESIM – Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios – o Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br) disponibiliza informações detalhadas sobre os tipos de empresas do Brasil, requisitos, benefícios e impedimentos. Permite ainda a execução online dos atos necessários à formalização do Microempreendedor Individual (MEI), agilizando os procedimentos, visto que evita a necessidade de se deslocar à Junta Comercial e a outros órgãos governamentais afins.
Segundo o art. 967 do Código Civil, é obrigatória a inscrição do empresário (individual ou sociedade empresária) no registro público de empresas mercantis da respectiva sede (Junta Comercial do Estado ou Cartório de Registro das Pessoas Jurídicas, no caso das sociedades simples), antes do início de sua atividade, sob pena de exercer a atividade irregularmente (informalmente). Ser informal é como viver na clandestinidade: sem documentos e sem direitos. Mas ao formalizar sua atividade econômica, o empreendedor tem todos os registros de sua empresa e passa a gozar de uma série de benefícios tributários, trabalhistas, previdenciários, creditícios e de acesso a mercados.
Acredite, um CNPJ ativo e regular pode aumentar as chances de sucesso. É o CNPJ que vai viabilizar a emissão de notas fiscais para a venda de bens ou de serviços. É ele que vai viabilizar a contratação direta com o órgão público ou com uma grande empresa. É ele que vai viabilizar o acesso aos recursos financeiros bancários, seja para capital de giro, investimento ou exportação.
Acredite em você, busque as oportunidades e tenha uma visão global do mercado em que atua ou pretende atuar. Um plano de negócio pode aumentar em até 60% suas chances de sucesso. Finalizo este breve artigo com uma mensagem simples: não existe negócio fabuloso que seja lucrativo por conta própria; existe o comportamento do empreendedor que faz determinada atividade dar dinheiro, ou não.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
INVESTIMENTO: O milionário mercado de cavalos de raça
Ultimamente, houve um crescimento admirável de empresários de outros setores que partiram para o agronegócio de eqüinos. Muitos afirmam que é necessário conciliar as habilidades de gestão com o conhecimento sobre os animais, e aguardar o retorno do capital investido, que deverá ser em longo prazo. Mesmo com a inconstância da economia, o país mostrou-se vitorioso, houve um aumento da procura interna e externa pelos cavalos brasileiros. Empresários do porte de Luís Ermírio de Moraes, José Victor Oliva e Odebrecht, foram atraídos pelo aumento da rentabilidade no setor.
Segundo o presidente da Associação Brasileira de Cavalos Crioulos (ABCCC), Roberto Davis, o mundo dos cavalos não é como investir na bolsa de valores, pois todos inicialmente entram pela paixão, e acaba se tornando um negócio. Não é a toa que conquistou alguns famosos, como Ana Paula Arósio, Jayme Monjardim e Galvão Bueno, que são criadores da raça Mangalarga Machador e Crioulos.
Uma boa explicação para o crescimento do mercado no Brasil seriam os baixos custos para a criação no país, em relação aos altos preços praticados no mundo dos esportes equestres. Porém, é preciso paciência, pois para a atividade se tornar um negócio lucrativo, é preciso um período de maturação entre cinco e sete anos. Além disso, há os custos para manutenção de cada animal, que é bem salgado.
Grande parte dos números desse mercado são conquistados nos leilões, que costumam até ser transmitidos ao vivo, para os interessados que não estejam presentes. São leiloados, garanhões, matrizes, potros, embriões e até o sémem, para que as características genéticas e habilidades do animal sejam propagadas.
Os “filhos” dos grandes garanhões, como o cavalo americano Royal Academy, um dos mais requisitados reprodutores de Puro Sangue Inglês do mundo, tem grandes chances no mercado internacional. Este, que citamos, teve sua última vinda ao Brasil patrocinada por um consórcio formado pelos haras Old Friends, Mondesir e Stud TNT, pela bagatela de 2 milhões de reais. Tudo que ele teve a fazer é saciar seu apetite sexual com as éguas brasileiras.
PRINCIPAIS RAÇAS
ÁRABE (O filho do vento) - É a raça mais antiga do mundo, seus registros foram encontrados com o Faraó Phihiri, que viveu no século XX A.C. Por conta da sua resistência tornou-se a montaria de generais famosos como Alexandre O Grande, Napoleão Bonaparte, além de outros reis e príncipes. Possui uma conformação elegante e nobre linhagem, o cavalo Árabe é bastante usado no melhoramento de outras raças e até de cavalos comuns. Atualmente, a raça é uma das que atingem os maiores valores em leilões e coberturas, um bom animal custa em média oito mil dólares, porém o preço dos campeões é incalculável. O Brasil passou a produzir mais e acabou fazendo uma boa troca: a da quantidade pela qualidade. Desta forma, os equinos brasileiros tiveram êxito entre as criações do mundo inteiro e hoje a nossa produção de Árabe é reconhecida internacionalmente, na posição de terceiro maior criador do mundo, atrás dos Estados Unidos e Canadá.
INGLÊS (PURO SANGUE) - Como já diz o próprio nome, surgiu na Inglaterra, do cruzamento de outras raças para se obter animais para corridas de longa distância. Além de velocista, é usado como saltador de obstáculos e um bom cavalo de sela para passeio, também uma das raças mais famosas e valiosas do mundo. A sua excepcional mecânica de salto permite um excelente resultado no hipismo. O cruzamento de garanhões ingleses com éguas das antigas linhagens de sela ou trotadoras Anglo-normandas, resulta na raça Sela francesa, do famoso cavalo tricampeão brasileiro Baloubet du Rouet, montado por Rodrigo Pessoa. Vale dizer também, que há estudos avançados para clonagem do Baloubet du Rouet e outros cavalos campeões, o que custará
MANGALARGA MACHADOR -Esta raça é Brasileira, surgiu
QUARTO DE MILHA é fruto de garanhões da Arábia com éguas da Inglaterra. É conhecido por ser capaz de correr distâncias curtas mais rapidamente que qualquer outra raça. A raça é bastante conhecida em provas de vaquejada, tambores e corridas. Voltando aos leilões, é inquestionável que eles estão cada vez mais organizados, pois são as principais fontes de renda dos haras. Porém, antes de sair dando lances é importante analisar valores como genética, nutrição, manejo e criação. Além de checar a notoriedade da empresa leiloeira e verificar com cautela o catálogo de lotes. O leilão é de fato o termômetro mais confiável, demonstrando os altos e baixos das condições atuais do mercado.Após adquirir seus novos animais, é hora de fazê-los render e criar a sua fábrica de cavalos. Produzir cavalos, como os puro-sangue, por exemplo, é uma atividade cara, demorada e de risco. Criar um potro, da concepção até o momento do leilão, aos dois anos de idade, custa entre dez e quinze mil reais, nos haras mais qualificados.
UM HOBBY LUCRATIVO
Os grandes garanhões como o cavalo Gadheer, do Haras Mondesir, do grupo carioca Peixoto de Castro, chegou a valer até quatro milhões de reais e foi o maior reprodutor brasileiro. A baia de Gadheer tem paredes revestidas de madeira, iluminada por lampiões e é climatizada para garantir uma temperatura amena no verão, além do detalhe da fechadura da porta, que é de bronze. Importante citar este cavalo como exemplo, pois ele rendeu mais de dez milhões de reais a seus donos, só como reprodutor.
No Haras Mairiflor, propriedade de Luiz Augusto Sacchi, criador de Mangalarga Marchador, a política é visar o lucro dos negócios de sua fazenda, mas sua experiência de 12 anos como diretor de banco torna-se relevante na hora de saber a diferença entre custo e despesa. "Custo é o que se gasta para obter resultados. Despesa é a taxa de desperdício sobre a produção. Dessa forma, temos de fazer o nível de despesa ficar o mais próximo dos índices desejáveis do custo, uma vez que isso determinará maior ou menor sucesso na venda."
Eleito melhor criador-expositor do país em 2010, o mineiro Adolfo Geo Filho também diz que o mercado nunca esteve tão bom e credita essa expansão ao aquecimento da economia rural como um todo, mas destaca que o Mangalarga Marchador leva vantagem sobre outras espécies por ter o “melhor custo-benefício”. “O agronegócio tem crescido muito. Com o aumento da base da pirâmide da economia, mais trabalhadores rurais entram no mercado e todo sitiante quer ter um cavalo. E o mangalarga tem uma marcha excepcional e agrada muito ao usuário final, seja ele o peão, a mulher ou a criança”, diz o proprietário do Haras Santa Esmeralda, em Belo Horizonte , com a experiência de quem está no ramo há 30 anos.
Os cavalos destinados aos esportes recebem um tratamento diferenciado, são inúmeros tratamentos veterinários, alimentação balanceada e equilibrada, treinamentos esportivos específicos para raça, estábulos climatizados, sessões de natação e até supervisão de acumputuristas.
Hipismo - Além disso, muitos são os esportes que aquecem o mercado. O hipismo, por exemplo, é a arte de transpor obstáculos sobre os cavalos, sendo o único esporte em que competem homens e mulheres em uma mesma prova. Suas regras variam de acordo com a modalidade. O salto é a categoria mais conhecida e, dependendo da competição, ganha aquele que percorrer a prova no menor tempo possível. O esporte surgiu do costume de nobres europeus, tem como linha básica para um bom resultado a integração entre o conjunto cavaleiro e cavalo.
Os campeonatos movimentam e muito o mercado atual. Recentemente, a etapa final do campeonato mundial de hipismo foi no Rio de Janeiro, no evento Athina Onassis International Horse Show. O porte do evento é muito grande, contou com um investimento superior a quinze milhões de reais, com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro e patrocínio de empresas como Bradesco Private, CN e CN Worldwide, Copacabana Palace, Daslu, Gerdau, Rolex e Pamcary.
Pólo - Pouco conhecido no Brasil, porém não menos importante, o pólo, é um dos esportes mais empolgantes. É considerado um esporte para poucos, pois exige animais de alta qualidade, muito treino e estrutura. Geralmente usa-se a raça Petizo de Pólo, que poderá ser cruzado com o Puro Sangue Inglês para obter uma raça mais forte. É jogado a galope e é um dos esportes mais rápidos do mundo. Cada time possui quatro jogadores montados em cavalos, golpeando uma bola com um taco de
Corrida - Um dos esportes mais populares, sem dúvida, é a corrida. É pouco rentável no Brasil, mas isto é bem diferente no exterior, como nos Estados Unidos, por exemplo. A corrida de cavalo mais lucrativa do mundo fica em Dubai, a Dubai World Cup. Lá as premiações chegam a US$ 21.5 milhões. Atualmente os Emirados, são conhecidos como o novo centro internacional de cavalos, sem falar, que é uma experiência única assistir a exibição dos cavalos da família real e dos melhores do planeta no local onde foram criados.
- Sendo tão valiosos e para melhor exposição aos compradores, os cavalos também têm direito a tratamento completo de beleza. Os cavalos, antes de participarem de exposições, apresentações e corridas, são aprimorados por profissionais especializados, os chamados groomers.
“Há vinte anos, quando a quantidade de leilões de cavalos no Brasil era imensa, o embelezamento dos animais era bem mais comum. Entretanto, ainda hoje, os tratamentos valorizam os eqüinos, sendo capazes de harmonizar defeitos e realçar qualidades”, diz o groomer e esteticista de animais, Sérgio Villasanti, que é de Campinas (SP), mas realiza trabalhos em todo o país.
- O “spa” envolve banho, tosquia, embelezamento de pêlos, adornos de crina (como pentear, realizar tranças, sprays para dar brilho ao dorso e vernizes para casco), além de pintura de rosto, que geralmente destaca marcações no animal que com o tempo vão se apagando. Cada raça tem suas necessidades, como corte de crina diferente e pelagens específicas, é importante respeitar as especificidades de cada uma.
- Como se vê, o comércio dos cavalos de raça é bem agitado. Para quem tem uma visão leiga sobre o assunto, não imagina os saltos do negócio, principalmente no país. É um trabalho que mistura paixão e lazer, o que torna a corrida pelo lucro bem acirrada. Então se você se interessou pelo assunto, esqueça a fazendinha do facebook e comece a pesquisar onde será o próximo leilão.
- Vídeo: Galvão Bueno com Rodrigo Pessoa (3 vezes campeão do mundo, campeão olímpico)
FONTE:
- IstoÉ Dinheiro
- Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
- Associação Brasileira de Cavalos Crioulos (ABCCC)
- Revista Rural
- http://www.dubaiworldcup.com/
- IstoÉ Dinheiro
- Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
- Associação Brasileira de Cavalos Crioulos (ABCCC)
- Revista Rural
- http://www.dubaiworldcup.com/
segunda-feira, 18 de março de 2013
NEGÓCIOS: Quando a criatividade é um grande negócio e tá na moda
Crescer em um ambiente inventivo com certeza faz a diferença na forma de pensar o mundo, a carreira e os negócios. Das experiências em grandes empresas e da vontade de empreender fica uma grande lição: o produto acaba, a criatividade não.
MODA ESTÁ EM TUDO E TUDO ESTÁ NA MODA
De tantas e tantas atividades que a criatividade pode fazer surgir, a moda é sem dúvida um grande espaço aglutinador, pois não há moda sem arte, sem cultura, sem música, sem gastronomia. A moda está em tudo. Estar na moda é estar em voga, acontecendo, movimentando a cultura, negócios, pessoas. É estar integrado, fazendo parte. Mas quem quer viver da moda precisa entender que o negócio vai além do processo criativo, da ideia e do produto. Muita gente sai dos cursos de graduação ou pós, com muito gás na criação e foco no produto, pensando em criar uma marca e fazer muito dinheiro, mas sem nenhum conhecimento em gestão, empreendedorismo, ou modelo de negócio em si. E aí está gerado o problema e a causa de tantas boas ideias morrerem pelo caminho.
AGREGAR PARA FORTALECER
Empreender, inserir uma nova marca no mercado não é algo fácil. Necessita estudos, recursos, tempo e investimento. E fazer isso sozinho acaba por tornar tudo ainda mais difícil. Várias iniciativas têm sido tomadas nesse sentido de unir forças, expertises e fazer todos crescerem juntos mantendo suas identidades próprias. Um bom exemplo disso tem sido o Espaço Garimpo, que nasceu dessa necessidade de unir conhecimentos que estavam separados e que precisam estar juntos para que vários negócios ligados à moda pudessem ganhar força e espaço. O projeto começou com lojas pop up em datas especiais. No começo eram 10 marcas depois a coisa foi crescendo e tomando maiores proporções até que o projeto precisou ser repensado em termo de modelo de negócios. A transformação levou a um projeto ousado de criar uma rede de moda, design e criatividade, que foca não somente a venda e promoção das marcas, mas principalmente a qualificação e geração de negócios consolidados e sustentáveis para empresas entrantes no mercado. As pop ups aparecem agora onde o público estiver. Como no Abril Pro Rock, evento de música em Recife, foram 15 marcas que tinham esse conceito rock, para um público de mais de 10 mil pessoas, por exemplo. O projeto vem crescendo e as parcerias são fundamentais para ativar, crescer e fortalecer essa rede, que conta com eventos educativos, rodadas de negócios, rotas criativas, além das pop ups. Tudo integrando a moda com outras áreas de economia criativa, como música, gastronomia, arte, e criando experiências diversas para o público e para as empresas participantes da rede.
A ECONOMIA CRIATIVA ESTÁ NA MODA E VEIO PARA FICAR
Ainda sem um conceito muito bem definido, a Economia Criativa pode ser entendida como negócios que vão além de um padrão já estabelecido, voltados para novas ideias, novos formatos, novas formas de serem consumidos, onde a criatividade é o fator principal e a mola propulsora para gerar negócios sustentáveis. E Economia Criativa traz um significado para aquelas ideias de negócios que o valor simbólico e intangível é o diferencial. O preço dos serviços e produtos não é formado somente pelos seus custos e investimentos, mas pelo conceito que gera a força da marca, de quem faz e pelos seus diferenciais.
Atento a essas atividades, o poder público também tem estado mais presente, investindo nessa área através de incubadoras, editais e eventos com caráter educativo e incentivador. Em Pernambuco, só para citar algumas dessas iniciativas, que estão em destaque nacionalmente e até internacionalmente, temos: o Porto Mídia, a incubadora de Economia Criativa ligada ao Porto Digital, e o Marco da Moda Pernambucana, incubadora para o mercado de moda local, o Instituto Delta Zero para desenvolvimento da Economia Criativa, que conta com mais de 60 empresas criativas associadas para gerar negócios integrados, o British Council, que promove o Prêmio Jovem Empreendedor Criativo nas áreas de moda, mídia e design, e teve este ano 2 vencedores pernambucanos, um de moda, com o case Garimpo, e um de mídia, com a empresa, Scriptoscope. E lança o projeto Recife: The Playable City, que visa promover intercâmbio com empreendedores criativos do Reino Unido. Entre outras iniciativas que não param de surgir.
Empreender de forma criativa nunca esteve tão em moda. Crie, empreenda e divirta-se.
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Germana Uchoa é consultora, professora, empreendedora criativa e especialista em Cultura de Moda. É proprietária da Triz Negócios Criativos, que foca a geração de ideias criativas para empresas. É credenciada no SEBRAE como instrutora e consultora, e criadora do Garimpo, uma plataforma de desenvolvimento do mercado de moda, design e criatividade. www.espacogarimpo.com / germana@espacogarimpo.com
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
NEGÓCIOS: As Redes Sociais e o Mercado Corporativo: fique por dentro
Twitter, Facebook, Orkut, Messenger, YouTube, Blogs... Termos de grafia estrangeira, mas, de operacionalidade rapidamente ‘abrasileirada’ nos últimos anos pelos milhões de internautas que permeiam a grande rede cotidianamente, seja por necessidades profissionais ou por motivos pessoais. Estas ferramentas fazem parte das chamadas “Redes Sociais”, um conjunto de softwares online de interação pessoal, que propõem a interligação de usuários em todo o mundo através de contas particulares, também conhecidas como perfis, e que estão presentes no cotidiano de milhares de pessoas. No Brasil, por exemplo, entre os dez sites mais acessados do país, três são redes sociais: Facebook, Orkut e Youtube!
Diante desta constatação, nada mais oportuno para o mercado corporativo que se inserir nesse viés midiático virtual que estende sua utilização não apenas aos PCs, como também aos aparelhos de mídias portáteis, como telefones celulares e tablets; dessa forma podendo promover e manter sua marca em evidência por muito mais tempo, além do período que compreende o horário comercial. Aliás, nos momentos de ‘folga’, a interação rápida entre os usuários, estará favorecida pela utilização das principais e mais importantes redes sociais, atualmente no Brasil, onde o ciclo de dados que será postado poderá ser compartilhado no Facebook, como também poderá ser ‘retuítado’ no Twitter.
Outro canal de importância relevante que as empresas detêm para estabelecer vínculos junto às redes sociais são os Blogs corporativos. Através da postagem de artigos que exponham a transparência, a solidez e a confiabilidade do seu empreendimento, demonstrando no material postado um conteúdo mais amplo e relevante em relação à síntese cíclica difundida no Facebook e no Twitter.
O uso do Blog pode proporcionar, também, a interação do público alvo através dos comentários às postagens. Esse feedback mostra-se de suma importância para o empresário, já que é o ponto de vista do leitor/cliente em relação ao assunto abordado, quanto à confiabilidade naquilo que está sendo demonstrado sem a utilização das ferramentas de marketing comuns nas outras redes sociais.
No momento atual, onde “interatividade” é a palavra-chave nas redes sociais, manter uma boa comunicação com seus clientes, rendendo um relacionamento diferenciado, pode ser considerado uma atitude comercial muito mais atrativa e valiosa que uma propaganda vinculada em horários nobres da programação televisiva. Migrar, gradativamente, os tradicionais SACs via telefone para atendimentos personalizados via redes sociais gerará o fator mais procurado pelo cliente junto à uma empresa: obter um relacionamento pessoal ao invés de um contato telefônico chato, impessoal e enfadonho com uma secretária eletrônica que lhe enche de perguntas e respostas padrões, com as insuportáveis opções de ‘teclagem’ de zero à nove.
Para os analistas do mercado corporativo, até a página em que a empresa figura no Google reflete a influência que ela representa em relação à determinado produto ou serviço buscado na rede. Estar na primeira página do maior mecanismo de busca acessado, é o objetivo primordial de qualquer site. Daí a necessidade de se buscar, constantemente, a visibilidade da empresa na rotatividade promovida nas redes sociais, transformando-se num meio que permita atingir uma meta além do que poderia ser alcançada através de publicidade em meios tradicionais como impressos, rádio e TV, mídias que não permitem interação com o público.
Atualmente é comum haver nas páginas de internet, desde os grandes portais até os blogs corporativos ou pessoais, a constante insistência na utilização dos botões “Curtir”, “Twitter” e “g+1”, já que o índice de influência de algumas empresas pode ser mensurado pela quantidade de acessos obtidos pelo seu site ou blog, pelo número de seguidores no Twitter ou pela quantidade de pessoas que curtiram a página corporativa no Facebook.
O alcance dessas metas de influência, que renderão maiores chances de rotatividade publicitária nas redes, devem seguir algumas orientações básicas para que o método surta o efeito desejado. O mix de marketing a ser empregado, seja ele produzido especialmente para este fim, ou não, deve obedecer às seguintes diretrizes:
Os itens acima se auto-explicam, porém, as empresas devem valer-se de profissionais da área de Administração para que, através de consultoria especializada, possa estabelecer a melhor proposta para a inserção da sua marca nas redes sociais. Uma vez que obter retorno positivo de um investimento de mídia social requer o relacionamento estratégico no uso das redes aos objetivos do mercado, ou seja, uma campanha de mídia social não se resume apenas em conseguir grande quantidade de seguidores no Twitter ou no Facebook. Ter um profissional que auxilie na escolha de pacote de ferramentas a serem utilizadas nas divulgações, impedirá que o perfil se torne um canal monótono, de conteúdo estático e desatualizado.
Usar as mídias sociais simplesmente porque todos estão usando é uma opção, porém não é uma estratégia. É necessário estabelecer um plano de ação claro, para que durante sua execução possa se mensurar os seus efeitos, em constantes verificações de sucesso ou insucesso, ou ainda para que se promovam alterações em sua operacionalidade, quando necessário.
Independente do porte da empresa é a execução dessa estratégia escolhida que se gerará um grande diferencial no mercado. Centenas e milhares de usuários serão atingidos pela massificação empreendida nas redes sociais, que se tornaram espaços privilegiados para fortalecimento de uma marca, bem ou produto, intensificando o mix de marketing com o auxílio de ferramentas que proporcionam uma maior interatividade com seu público consumidor, à um custo baixíssimo (ou quase zero) de operação.
Porém, obviamente, as práticas de campanhas através das redes sociais devem ser utilizadas para complementar e, não, substituir os procedimentos de negócio já existentes.
Para o mercado corporativo, como também para quem exerce mídia pessoal, após a consolidação da mobilidade através do crescente uso dos aparelhos portáteis com acesso à internet, as redes sociais se tornaram o mais importante veículo de comunicação em massa da atualidade. Portanto, se depois de esgotadas todas as leituras de artigos sobre as vantagens de estar inserido nesse viés, a sua empresa optar por ficar de fora desse canal, estará deixando de lado a oportunidade de receber informações importantes dos seus próprios clientes e usuários que podem colaborar para o crescimento e aprimoramento da sua marca, ou seja, da sua própria empresa.
EMMANUEL DO NASCIMENTO SOUSA
Bel. Administração – UEPB; Bel. Ciências Contábeis – UEPB: Contador CRC 10.070/PB; Especialista em Contabilidade Pública e LRF – UNINTER/FURNe; Professor Universidade Paulista – UNIP (Pólo Campina Grande-PB); Co-Criador e Co-Editor do Blog Retalhos Históricos de Campina Grande.
EMMANUEL DO NASCIMENTO SOUSA
Bel. Administração – UEPB; Bel. Ciências Contábeis – UEPB: Contador CRC 10.070/PB; Especialista em Contabilidade Pública e LRF – UNINTER/FURNe; Professor Universidade Paulista – UNIP (Pólo Campina Grande-PB); Co-Criador e Co-Editor do Blog Retalhos Históricos de Campina Grande.
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
NEGÓCIOS: O poder do mercado digital: quais as variáveis a favor para se investir
Se você ainda é daqueles que reluta contra as ferramentas digitais, ainda não entende o tamanho e quais variáveis envolvidas para obtenção de sucesso no mercado digital ou já faz parte dele e esta a fim de ficar atualizado sobre o cenário brasileiro, este artigo é para você. A comunicação digital é talvez a variável mais influente sobre as relações de consumo e comportamento do consumidor detectada até então, podendo ser considerada uma das maiores responsáveis pela mudança da lógica de percepção e compreensão das mensagens.
Não é novidade que a internet inserida no contexto atual interfere nas relações humanas, a revolução digital exige cada vez mais o estabelecimento de relações comerciais e conexões ciberculturais consistentes. Entender a magnitude desta plataforma de comunicação ajuda as organizações a utilizarem de forma mais consciente e sistematizada todas ferramentas existentes e a devir, visando potencializar as ações. A internet é a primeira mídia em massa que permiti interações entre todos os stakeholders das organizações de forma igualitária, democrática e a velocidade da luz, fatores diferenciais e sedutores de fidelização.
Como afirma Kotler (2000), a possibilidade de ajustes rápidos as condições de mercado, a custos baixos, construção de relacionamento e a precisão dos números gerados pelos visitantes, fazem esta plataforma ter benefícios singulares. Ainda segundo o autor, o que os consumidores buscam nos portais é: conveniência, informação e comodidade. Ele indica cinco caminhos possíveis que ajudam a fortalecer a fidelidade dos públicos: trabalhar a marca dentro dos conceitos de branding, estimular o protagonismo dos consumidores, trabalhar dentro dos valores locais, dar atenção as formas de relacionamentos por meio das redes sociais e oferecer feedbacks rápidos. A gameficação é item que deve ser considerado com bastante atenção.
Os conteúdos produzidos para a internet são feitos para serem consumidos por gente e são produzidos por gente, ou seja, o grande tesouro deste mercado não são as máquinas e sim os indivíduos, que através de estruturas de redes vem construindo um novo modelo de gestão da comunicação. Segundo pesquisa realizada pelo IBOPE Nielsen Online, o número de brasileiros com acesso a internet nos mais diversos ambientes no final do 4º trimestre 2011 chegou a 79,9 milhões de usuários. No 1º trimestre de 2012, segundo dados da IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), já são 82,6 milhões de usuários. Ocupando assim, a 5º posição em número de usuários, ficando atrás apenas do Japão, Índia, Estados Unidos e China.
Ainda de acordo com a IAB Brasil, a internet ultrapassou a mídia jornal e agora ocupa a 2ª colocação entre as mídias no Brasil, ficando atrás apenas da TV aberta, registrando 12% do total. Os dados referem-se aos três primeiros meses de 2012. E demonstram, que o setor publicitário também anda bem de números, chegando a faturar mais de R$ 840 milhões, sendo R$ 512 milhões em search (sites de busca) e R$ 330 milhões em display (banners em site).
A verdade é que hoje com o aperfeiçoamento da segurança na internet e com os perigos da rua, principalmente nas metrópoles, as pessoas estão cada dia mais dispostas a entender e se relacionar com as possibilidades digitais. E, buscam nesse movimento de mudança referencias de pessoas de sua network física para validar seja uma compra ou para balizar suas experiências digitais, usando as redes tanto para consumo, quanto para produção de conteúdos. Sendo assim, as pessoas e organizações devem se comportar de maneira a se tornarem mentores dos públicos de relacionamento. O que irá mover o comportamento futuro consumidor são fatores como: o estar mais online, ser mais verde em seus processos, mais inteligentes em suas estratégias e acima de tudo ter bom gosto. Quanto mais útil, atrativo, divertido for a experiência do internauta, maior a probabilidade de seu retorno. Para tanto, as peças publicitárias devem buscar ser simples, criativas, objetivas, relevantes e bem humoradas.
O perfil dos consumidores e dos empreendedores no mercado digital tem números interessantes que uma vez mapeados dão o suporte necessário para a montagem de planejamentos estratégicos mais eficazes. O consumidor digital é singular, mais informado, mais exigente, pesquisador por natureza, busca vantagens em preços reduzidos, todavia preza pela qualidade, deseja ser surpreendido no tempo de transação, quando decide expor insatisfação sabe usar todo o poder desta ferramenta, tem conhecimento mais aprofundado sobre seus direitos, busca segurança e tem a capacidade de conectatar-se a vários ambientes simultaneamente. Ao lado temos um infográfico que ilustra a pesquisa realizada pelo Grupo RBS e Instituto M, de novembro de 2011 sobre o perfil dos empreendedores digitais brasileiros.
A IBM, também promoveu uma pesquisa denominada de “Winning over the empowered consumers”, que contou com 28 mil compradores de 15 países para mapear o comportamento do consumidor online, dentre os levantamentos temos que 50% dos consumidores do Brasil consomem os serviços disponibilizados pelas diversas plataformas existentes, em geral apontam o preço como diferencial de decisão, mas a velocidade nas respostas também é item importante.
O e-commerce como é chamado o mercado digital, fechou 2011, ainda segundo dados da pesquisa, registrando no Brasil 31,7 milhões de usuários, ficando na terceira colocação dentre os países que mais efetuam negócios online. Ainda segundo a pesquisa da IBM, 36% destes usuários pertencem a faixa etária entre 35 a 49 anos, 32% entre 25 a 34, 16% correspondem aos consumidores maduros entre 50 a 64 anos recém descobertos pelo mercado, já os jovens entre 18 a 24 anos correspondem a 11% do share. A escolaridade é elevada, consequentemente o nível de exigência também, 32% dos consumidores online tem o nível superior e 20% tem pós graduações. Possuem boa média de renda registrando 38% entre R$ 1.000 a R$ 3.000, 22% ganham de R$ 3.001 a R$ 5.000 e 11% recebem mais de R$ 8.000. 84% das mulheres já compram por este canal. A classe emergente C, registra grandes volumes de negócios ocupando 61% do share deste mercado. Dentre as mercadorias mais procuradas por ambos os sexos estão eletrodomésticos, produtos de informática (hadware e sothware), eletrônicos e ganhando cada dia mais espaço produtos relacionados à moda.
As redes sociais são para as organizações excelentes caminhos para diversificação e estreitamento do relacionamento com seus consumidores, independente do seu tempo de existência e principalmente do porte. A plataforma tem a capacidade de produzir fenômenos comunicacionais tanto positivos e quanto negativos, por esta razão deve-se ter cautela no planejamento, produção de conteúdos e monitoramento destes ambientes. O f-commerce, termo que significa a integração da plataforma comercial do e-commerce com a rede social facebook, esta sendo incorporado ao vocabulário do mercado e aos planejamentos de comunicação das marcas. O portal do facebook em agosto de 2011, segundo o IBOPE, registrava 30,9 milhões de usuários ativos.
As empresas de todos os portes, mas em especial as de pequeno, médio e os empreendedores individuais devem estar atentos a simplicidade e custos envolvidos neste sistema de produção de informação, pois muitos destes são plataformas gratuitas e eficazes de transmissão de conteúdos.
A resistência cultural de gestão da comunicação é sem dúvidas uma das maiores barreiras para disseminação e massificação do marketing digital. Muito desta potencia ainda esta adormecida aguardando ser de fato ativada, seja por falta de hábito de uso, desconhecimento ou pela falta de mão de obra qualificada, hoje cerca de 115 mil vagas estão disponíveis. Segundo a associação das empresas de TI e comunicação do Brasil, até 2020 serão gerados cerca de 750 mil novos empregos no país, a meta é transformar o Brasil no 4º maior centro de TI do mundo. Um bom case de sucesso é o pólo Pernambucano, tanto como forte ponto de fomento de mercado quanto fonte de capacitação de alta performance, como a exemplo do Porto Digital que hoje ocupa a 5ª colocação na America Latina e várias premiações internacionais.
Papo sério... Se as transformações no comportamento de consumo do mercado digital interferem e influenciam na economia dos países de forma significativa, se a velocidade de crescimento desta plataforma é meteórica e os negócios gerados por ela continuam em ascensão, todos devem repensar conceitos e adequar os modelos de gestão. A internet, não vem para substituir as ferramentas tradicionais, e sim, integrar, somar esforços amplificando o nível de relacionamento e interatividade das marcas. Resta aos empreendedores, independente da área de atuação e do porte de seus empreendimentos, conectarem-se a estas oportunidades e assumirem seu papel de disseminadores da cultura digital, para que a inclusão de fato torne-se algo acessível a todos, compartilhando experiências do poder do mercado digital a favor de geração de bons negócios. E, Se liguem neste semestre estarão acontecendo vários eventos ligados ao tema, a MENSCH cobrirá tudo para compartilhar o que de melhor esta rolando... Até a próxima!
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