quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

CARRO: Novidades das montadoras queridinhas do Brasil para este ano: Santana e Ka 2013/2014‏

Ao contrário do que acontece no mercado internacional, as montadoras com sede no Brasil estão a todo vapor, já que incentivos do governo e a facilidade de pagamento têm aumentado as vendas nas concessionárias. Não é a toa que os fabricantes gringos têm procurado cada vez mais atingir os países latinos, como é o caso clássico da Hyundai. Neste passo, diante da concorrência, o mercado automotivo brasileiro teve que se esforçar e correr atrás do prejuízo, bem como, modernizar-se.
 
Neste ano, alguns fabricantes irão lançar suas versões 2013/2014, e como seu primeiro test drive é por aqui, vamos conferir um pouco do que a Ford e Volkswagen estão preparando. As montadoras estão escondendo o jogo, mas conseguimos algumas primeiras impressões do Novo Ka e Novo Santana (isto mesmo, ele está de volta!).
 
O DESIGN MARCANTE DO NOVO KA
 
Desde 1997, quando foi lançado, o Ford KA tem recebido boas intervenções, principalmente no quesito estético (desta vez houve uma melhora significativa). Podemos dizer que o carro conseguiu seu espaço no mercado por um motivo simples; o preço. Além disso, proporciona uma boa dirigibilidade, estabilidade e seguro barato.
 
O novo Ford KA 2014 mudou bastante e ficou bem interessante, por sinal, dando um banho no seu principal concorrente, o Fiat Uno. No design é marcante na nova linguagem da Ford, com quatro portas, parece que encontramos uma mistura de tudo; os parachoques da Eco Sport, os faróis lembrando o Focus e bastante peças do New Fiesta, vale salientar, que ele é forte candidato a ocupar o lugar do antigo Fiesta Rocam.
 
Pretendendo atingir um enorme público, é claro que o carro chegará com várias versões, dentre elas um Sedan, focando em todos os bolsos e gostos. Já o motor será oferecido nas versões 1.0 e um novo motor 1.5 de quatro cilindros, sendo baseado no 1.6 Sigma (Ecosport).  

Poucas informações foram divulgadas pela Ford sobre o novo modelo, que pelo visto, melhorou e muito a aparência. Isto porque, a concorrência, principalmente as montadoras internacionais, está cada vez mais afiada, produzindo um carro legal por um preço popular, como o HB20. Quem ganha somos nós, consumidores. Vamos aguardar seus preços e as primeiras impressões após dirigir este popular simpático, que chegam as lojas no finalzinho de 2013 ou começo de 2014.
 
ESPAÇO E CONFORTO NO NOVO SANTANA
 
A geração Santana está em festa, afinal o carro família que fez sucesso está de volta. Na verdade, a meta do VW era tentar fazer um carro parecido com o Jetta, porém com a metade do preço, por isso, o Santana chega muito parecido com este, porém com o preço inicial de R$ 40.000,00.
 
O carro chegará com vontade de ser líder no Brasil, na briga com o Nissan Versa e o Chevrolet Cobalt, carros com o formato Sedan, porém sem grandes luxos. Ele possui um bom espaço interno, confortável, porém deixa a desejar no acabamento, mas está superior ao Polo Sedan, carro que irá se aposentar. O modelo tem distância entre-eixos de 263 centímetros e leva até 480 litros no porta-malas, oferecendo bastante espaço interno. Por fora, acredito que o carro ficou sem identidade, talvez pela tentativa em ser um Jetta.
 
Entre os itens de série, o Santana traz freios com sistema antitravamento (ABS), controle de estabilidade e air bags para proteção frontal, lateral e da cabeça dos ocupantes. Ar-condicionado (analógico ou digital) roda de liga leve, teto solar elétrico, bancos revestidos em couro e sensores de estacionamento são oferecidos de acordo com as versões.
 
 
 
 
A potência do motor no Brasil será o 1.6 EA 211, podendo ser acoplado com uma caixa de transmissão manual de cinco velocidades ou automática de seis. Foram realizados testes e se conformaram que o automático é mais potente e possui o consumo médio de combustível de 10 Km/l (dado do computador de bordo). Para os amantes da “Wolks”, sem dúvida, esta será uma boa opção, mas convenhamos que o carro esteja chegando um pouquinho atrasado para concorrer com seus rivais, além disso, vamos combinar que está faltando o bom e velho 2.0 para um carro de porte “família”, concordam?
 
Enfim, um carro feito para ser espaçoso, porém com um preço menos salgado, de forma que se colocar um motor mais forte ou itens high tech, é claro que o preço irá subir e perderia o público alvo. O fabricante já deve ter iniciado a sua produção, mas não informou quando irá chegar às lojas.
 
 
Fonte: Car Place, Car Blog, Autoesporte

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

MUSA: Sara Sarres, a Fiona do musical Shrek é um espetáculo

Leve, humorada e inteligente, Sara Sarres encanta nessa entrevista tanto quando encanta no palco. Enquanto as crianças se agarravam as suas bonecas, Sara fez do pianinho de brinquedo seu fiel companheiro e aí a paixão pela música, pela dança e pela arte dramática foi crescendo e a tornando o que é hoje: uma referência em musicais. Ela já foi a Christine em "O Fantasma da Ópera" e vive atualmente a princesa Fiona do musical "Shrek", tem muitos sonhos e desejos, mas aprendeu que não se deve sofrer se não forem realizados e assim ela leva a vida como quem dança, de forma suave e com maestria.

Com quantos anos descobriu a música e a dança? Eu costumo brincar que já nasci cantando e dançando. Mas minha família descobriu que a coisa era de verdade quando aos 3 anos de idade ganhei um piano de brinquedo e aquele virou meu companheiro inseparável. Amor à primeira tocada.

Enquanto a grande maioria das meninas de 15 anos estava iniciando uma vida de festejos, baladas e namoros, você estava subindo aos palcos para estrear uma ópera! Hoje, olhando pra trás, sente que perdeu algo na sua adolescência ou não? Acredito que não, estar no palco, num ensaio ou até numa aula de música pra mim era mais interessante do que qualquer balada. Era bem nerd. (risos)

Você viajou o mundo para ampliar e fortalecer a sua formação tanto na música quanto na dança. Considera isso um grande diferencial? Com certeza. No Brasil até então não existia uma formação para Teatro Musical ou que oferecesse Interpretação, canto e dança num curso só. Tive que correr atrás.

Sua formação conta com grandes nomes do Brasil e do mundo. O que fica de cada professor que passa por sua vida? E como professora, o que fica de cada aluno? Acho a arte de educar a mais valiosa do mundo, seja do que for. Eu sou imensamente grata a todos os que passaram pela minha vida e que de alguma maneira contribuíram para a profissional e pessoa que sou hoje, cada um deixou um pedacinho. Com certeza, nem consigo enumerar. E hoje como professora, entendo que o que transmitimos vai além de puro conhecimento, técnica ou regras. Doamos um pedacinho de alma. Do que somos e tudo do que vivemos. E o mesmo acontece com os alunos aprendo muito com cada um deles. Seus medos, aflições e sonhos.

Dançar, cantar, podem ser armas de sedução feminina? Lógico!!! Podem não, são. Até para as desafinadas. Tempo é tudo. Sabendo dominar o ritmo de uma situação a melodia e a dança acontecem sem o outro se quer sentir que está sendo seduzido. (risos)

Além dos espetáculos você já fez cinema e também filmes publicitários. Algo que você pretende investir ou são oportunidades que você aproveita quando pode? Na verdade nunca pensei em investir em nada. Comigo as coisas simplesmente foram acontecendo. O bom é que o teatro musical acaba te preparando para todas as mídias. Eu aproveito as oportunidades.

Para ganhar seu coração o homem precisa cantar bem? (risos) Não, mas precisa falar bem! Ter conteúdo é fundamental.
 
Qual musical está na lista dos que você não quer passar a vida sem fazer? Por incrível que pareça o que eu mais sonhava em fazer eu já fiz que foi O Fantasma da Ópera como Christine. Depois dele a lista dos que eu gostaria de fazer é grande! Mas já aprendi que não dá pra sofrer se não acontecer. É preciso estar preparado, na idade e perfil do personagem em questão e principalmente no momento certo pra fazer um musical.

Cada novo espetáculo é como se fosse a primeira vez no palco? Ou com o tempo o "frio na barriga" vai passando? O Frio na barriga vai ficando domável (risos), mas está sempre ali. Faz parte.

Você tem participado de todos os grandes musicais produzidos aqui no Brasil. A que se deve isso em sua opinião? Qual seu preferido? Acho que a um conjunto de coisas. A formação, a experiência, a maturidade e a sorte. Les Miserables é meu preferido. 
 
Que personagem te encantou mais, a Fiona de Shrek ou Christine de O Fantasma da Ópera? Nossa, que pergunta difícil. São dois personagens tão distintos. Amo Fazer comédia finalmente e a Fiona é um presente, um personagem muito rico. Mas a Christine foi muito especial pra mim e se tratando de Fantasma da Ópera encantamento é a palavra né?! (risos)

Essa "Fiona" já encontrou o seu "Ogro" esperado? O que ele tem ou precisa ter para te conquistar?  Já! Há 10 anos. Inteligência, bom humor e paciência. Muita paciência.



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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

DESTINO: Marrocos: Um destino místico e exótico de sentidos e sensações‏

O reino das emoções. Assim é conhecido o Marrocos, um país fascinante e cheio de magia, onde os turistas estão constantemente imersos em ondas de sensações e emoções. Isto faz com que Marrocos seja o destino que vai com certeza ficar na memória de quem visita. A cultura marroquina é uma mistura da africana, europeia e árabe. É uma cultura ancestral onde muitas liberdades ainda são omissas. Contudo, pouco a pouco, com a influência do Ocidente, é visível uma mistura e mudança nas tradições, tanto para bem como para mal.

Marrocos povoa o imaginário dos viajantes como um destino exótico e mítico. De fato é um destino fascinante, uma festa para os sentidos, mas também um destino acessível e preparado para receber turistas de todo o mundo. O turismo é uma das principais indústrias de Marrocos e o governo está ciente do potencial do país e tem investido muito na sua infraestrutura.
 
O país é um reinado no norte da África e tem a sua fundação com os povos Berberes (beduínos do deserto). Ao norte é banhado pelo Mar Mediterrâneo, ao leste pelo Oceano Atlântico e isolado pelo Deserto do Sahara. É um país de praias, dunas, desertos e montanhas. Marrocos é repleto de diferentes tipos de paisagens e climas. A cultura árabe e muçulmana é uma das características mais deslumbrantes desse povo, onde a religião e o comércio tem uma relação estreita.
 
O profeta Maomé, fundador do islamismo, foi um próspero mercador em seu tempo, o que reforça vocação desse povo para o comércio. Em todas as cidades é difícil perceber os limites entre fé e negócios. A cultura é totalmente distinta a qualquer outra que possamos encontrar no mundo ocidental. O povo é conhecido por ser amigável e hospitaleiro e se o visitante for uma pessoa respeitável e com uma mente aberta, não terá problemas em fazer amigos e ser convidado para tomar um tradicional chá verde com menta na casa ou na loja de um marroquino.
 
O chá em Marrocos normalmente é carregado com muito açúcar. Se não gosta, ou não pode, diga antes de lhe servirem. A recusa pode parecer uma ofensa a hospitalidade. O consumo de álcool não é bem visto pela religião muçulmana. Por isso é difícil encontrar bebidas alcoólicas. Os marroquinos bebem chá várias vezes no dia. Servem três vezes antes de beber. Dizem que o primeiro copo é tão amargo como a vida, o segundo é tão forte quanto o amor e o terceiro é tão suave como a morte.

Caso seja convidado para a casa de alguém, a primeira coisa a se fazer é descalçar os sapatos e lavar as mãos. Come-se sempre com a mão esquerda. A experiência de não usar talheres é sempre válida e nos leva a lembranças da nossa infância. Presentear as pessoas também é um costume típico em Marrocos.
 
Se a sua vontade é conhecer uma das maravilhosas mesquitas, saiba que a entrada nelas ou em qualquer outro lugar considerado santo é proibida aos não muçulmanos. E dos animais apenas os gatos tem livre circulação. As raras exceções como a magnífica mesquita de Hassan II em Casablanca. As mesquitas chamam os seus fiéis para rezar cinco vezes ao dia e em uma cidade pode haver centenas delas. No entanto, antes de pensar em fotografar alguém ou o lugar é de boa educação (e eles prezam isso), você pedir permissão. Fotografar mulheres pode lhe custar algum problema e incansáveis gritos irreconhecíveis em árabe.  
 
Marrocos tem muito a ver com cheiros e sensações. É possível ver o mundo em cores e movimentos que fazem a vida parecer um conto de fadas, com bailarinos e encantadores de serpentes nos marcados públicos. A cozinha marroquina é considerada uma das mais famosas e inebriantes do mundo.

Falam-se no país três línguas. No norte mais o Árabe e Espanhol e no Sul o Árabe e Francês. Ainda há o dialeto Berbere. No entanto, quando é para vender algo até um “bom dia” e “obrigado” saem, assim como outras línguas. A população em geral se comunica em francês. Decorar algumas frases básicas de sobrevivência em francês, vai fazer muita diferença como a comida que você mais gosta, bom dia, boa noite, por favor, desculpe-me, a conta, números e o famoso não, que utilizará bastante.

Os mercados, que em árabe é Souk, são sem dúvida as melhores experiências aos visitantes, com a sua animação, seus gritos, cheiros, cores e com o labirinto de ruas onde seguramente quem visita se perderá, mais de uma vez. Os marroquinos são comerciantes natos. Adoram vender e negociar. Por isso, a barganha e a pechincha é típica e divertida. Nos mercados encontrará desde artesanato local à tapeçaria, joalheria, lojas de essências, tecidos, couro, especiarias e porcelanas a preços muito acessíveis e da mais alta qualidade. Por isso as malas devem ir vazias para voltarem cheias.

Existem muitas formas de se circular pelo país. Pode-se usar os trens, que são razoavelmente pontuais, práticos e baratos. A pequena malha liga as principais cidades do país. Outras opções são excursões organizadas ou confortáveis ônibus de luxo ou o aluguel de um carro. O trânsito é algo muito caótico e as placas, em algumas regiões, estão somente em árabe. Mas vale a experiência. É ofertado ao turista excursões ao deserto onde se dorme uma noite nas tendas e ouve-se histórias do deserto pelos beduínos Berberes. Essa também é outra coisa que não se deve perder. O Sahara é encantador e misterioso.

O país é razoavelmente seguro para o turista, mas existe uma grande insistência por parte dos mercadores, que tentam empurrar todo tipo de quinquilharia. As mulheres também podem viajar sozinhas sem problemas, desde que tomem algumas precauções, como roupas e respeito a cultura local. Desde as belas mesquitas, grandes paisagens, uma cultura singular e grandes pratos, Marrocos é uma viagem que certamente atende aos sonhos daqueles que buscam o exótico.
 
Cidades cheias de encantos, histórias e aromas…
 
Nessa aventura vamos levá-los a um tour por algumas das principais cidades marroquinas, passando pelas cidades, imperiais e historicamente importantes que fundamentaram a colonização árabe islâmica. São elas: Fez, Marrakech, Rabat e Meknés. E ainda, por algumas cidades que ficaram famosas na atualidade devido a sua participação nos cenários cinematográficos, como o inesquecível filme Casablanca. E ainda, Ait Ben Haddou e Ourzazate, locações de filmes como A Múmia, Gladiador, A última tentação de Cristo, Lawrence das Arábias, entre outros. Cada cidade é uma experiência repleta de surpresas, sensações e aromas, como como as mesquitas, souks e medinas. Cada uma conta uma história deste povo tão simpático, religioso e cheio de passado.
 
Iniciando pelas cidades do império árabe islâmico, a primeira delas Fez é a capital do intelectual do Marrocos. Aqui se respira cultura e diversidade. Já foi a capital política do país por mais de 400 anos. E onde esta localizada a Universidade de Karueein, a mais antiga universidade ainda em funcionamento no mundo. A cidade se divide em dois lados bastante distintos: Fez Bali, a cidade velha (parte antiga), e Fez Jedid, a cidade nova, parte moderna da cidade. Fez Jedid não é tão atrativa turisticamente justamente por ser nova, o ponto forte deste lado da cidade é o suntuoso palácio Dar El Makhzen. É em Fez Bali que se encontra a maior medina (cidade antiga) do mundo árabe. Um enorme labirinto de vielas repletas de vendedores e espécie de lojas que vendem de tudo um pouco. A cidade foi o cenário da telenovela brasileira “O Clone”, em 2001.
 
A segunda cidade imperial é Rabat. Atual capital do país. É uma das metrópoles mais organizadas em Marrocos. É calma, limpa, arborizada e repleta de parques e praças. É a residência oficial do rei Mohammed VI, o centro político do país e a sede das embaixadas.

A região do palácio do rei foi construída em 1864, possui um belíssimo jardim andaluz, com limoeiros e tamareiras, e foi concebido pelos franceses no início do século 20. A cidade possui pontos históricos deslumbrantes, um dos mais importantes e visitados pelos turistas é a Torre de Hassam, que era para ser o ponto mais alto minarete do mundo, mas a construção ficou inacabada e “reduzida” a 44 metros. Ao seu redor existem cerca de 200 colunas em estilo romano e o mausoléu real, construído na década de 70, e onde estão enterrados o rei Mohammed V (1909-1961) e seus dois filhos. Rabat tem um imponente Kasbah (des Oudaïas) que eram as antigas aldeias tribais fortificadas. Vale a pena passar no Musée National de Bijoux, que está instalado em um palácio do século XVII, e abriga uma bela coleção de arte marroquina.

A terceira cidade imperial é a mais frenética e famosa, Marraquexe. Uma cidade mágica e agitada. A segunda maior do país. A atração mais fantástica da cidade é o mercado livre de Djemaa El Fna, montado numa praça circular no centro de Marraquexe. Aqui o visitado vai encontrar desde encantadores de serpente, mágicos, muçulmanos sentados em tapetes lendo o Alcorão, dentistas que exibem milhares de dentes extraídos, tatuadores, comida e dança. O mercado está dentro da medina e pede um passeio descompromissado por suas vielas e ruas que mesclam motoristas de carro, moto, burro, bicicleta, etc. Na cidade é obrigatório visitar o palácio do Sultão e o Parque Agdel. Marraquexe é uma experiência única. O ideal é ser perder pelas vielas e desvendar os inúmeros caminhos. Por ser a cidade mais turística do Marrocos é bom ter cuidado reforçado.
 
A quarta cidade imperial é Meknés. Ela está rodeada por uma enorme muralha. Uma das principais atrações é o Palácio de Dar El Kebira construído pelo sultão Moulay Ismail no século XVII. A cidade é moderna e com uma vibrante e divertida vida noturna. No entanto, Meknés possui também muitos monumentos históricos e paisagens naturais. É também a cidade mais próxima das ruínas romanas de Volubilis (Oualili), além de possuir um Palácio Real imponente. A população de Meknés é tida como uma das mais simpáticas e receptivas do país. Por isso é uma experiência divertida e cheia de surpresas e misturas nas ruas e mercados locais.
 
Na costa atlântica encontra-se a maior cidade do país, e uma das mais caóticas de Marrocos, Casablanca. Longe do bucolismo e romantismo representado no clássico do cinema que tem o mesmo nome. O trânsito é algo comparado a São Paulo. Contudo, a cidade possui uma das mais belas e ornamentadas mesquitas do país, a Mesquita Hassan II, mais conhecida por Mesquita Branca. Ela é uma das poucas onde os turistas (não-muçulmanos) podem entrar. A cidade conta com duas medinas a “velha” e a “nova”. E sim, é indicado uma visitinha as duas.

Uma outra cidade encantadora é Ait Ben Haddou. Com um povo hospitaleiro e comerciantes simpáticos. A cidade possui um impressionante Kasbah, que foi declarada pela UNESCO Patrimônio da Humanidade e fica na “boca” do Sahara. A cidade destaca-se também por ter sido cenário de filmes como o Gladiador. Aqui poderá ouvir histórias dos nativos bérberes e facilmente ser convidado a tomar um chá marroquino na casa dos moradores locais. Com uma pequena vila acolhedora e com cheiro de menta, é daqui que partem diversas excursões para uma noite no Sahara, altamente recomendada. 
 
 
Por fim, Ourzazate é conhecida pelo seu gigantesco Estúdio Atlas, responsável por diversos cenários dos filmes Hollywoodianos, dentre eles: Kundun e o Gladiador. Para chegar a cidade é preciso atravessar a Cordilheira do Atlas, uma gigantesca e belíssima parede montanhosa que corta o país. É uma viagem que passa por cidadezinhas que parecem ter parado no tempo, e por isso mesmo cheias de encanto e charme. Ourzazate tem muito a oferecer no riquíssimo Museu Kasbah de Taourirt. Nele, pode-se apreciar a arquitetura marroquina e a experiência de um Kasbah real por dentro. No Kasbah de Tifoultoute pode-se apreciar a cultura local tomando um chá e degustando a saborosa pastelaria do Marrocos em um ambiente único e cheio de história. Pode ainda optar por uma visita guiada pelo vale. É imperdível conhecer o bairro Taourirt na antiga Medina, onde pode-se visitar uma pequena visita pela aldeia fortificada dentro da própria cidade.

Gastronomia Marroquina, uma fusão de cores, especiarias e diversão.
 
A gastronomia de Marrocos é rica e saborosa, deve-se experimentar sem preconceitos e rótulos. Bem temperada, um pouco picante e diversificada. É assim que definiria a explosão de sabores ao comer um dos mais famosos pratos dessa culinária, o Tajine. Composta por diversos vegetais cozidos, acompanhados normalmente de alguma carne, como cordeiro, frango, etc, pão batbout ou couscous. O recipiente que serve o Tajine é bem tradicional, parece com as panelas de barro, só que num formato mais típico. Tajine de Kefta é imperdível. Trata-se de almôndegas guisadas com um molho cremoso de tomate, cebola e cominhos. O couscous marroquino, bem diferente do que conhecemos no nordeste do Brasil, é servido com o cozido da Tajine também. Outra especialidade do país é o famoso Kebab. Vale a pena experimentar as diversas sobremesas feitas com frutos secos, mel e folhados, além do famoso couscous com mel, amêndoas e morangos com mel e pinhões. Os doces de rua são fantásticos. Os mais famosos são os kaab ghazhl (pastéis recheados de amêndoa), os stery (doces fritos), as chebakyas (massa frita com mel e cobertas de sementes de sésamo e canela) ou os briouats (folhado de amêndoa). Bom apetite!


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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

NEGÓCIOS: As Redes Sociais e o Mercado Corporativo: fique por dentro‏

Twitter, Facebook, Orkut, Messenger, YouTube, Blogs... Termos de grafia estrangeira, mas, de operacionalidade rapidamente ‘abrasileirada’ nos últimos anos pelos milhões de internautas que permeiam a grande rede cotidianamente, seja por necessidades profissionais ou por motivos pessoais. Estas ferramentas fazem parte das chamadas “Redes Sociais”, um conjunto de softwares online de interação pessoal, que propõem a interligação de usuários em todo o mundo através de contas particulares, também conhecidas como perfis, e que estão presentes no cotidiano de milhares de pessoas. No Brasil, por exemplo, entre os dez sites mais acessados do país, três são redes sociais: Facebook, Orkut e Youtube!
 
Diante desta constatação, nada mais oportuno para o mercado corporativo que se inserir nesse viés midiático virtual que estende sua utilização não apenas aos PCs, como também aos aparelhos de mídias portáteis, como telefones celulares e tablets; dessa forma podendo promover e manter sua marca em evidência por muito mais tempo, além do período que compreende o horário comercial. Aliás, nos momentos de ‘folga’, a interação rápida entre os usuários, estará favorecida pela utilização das principais e mais importantes redes sociais, atualmente no Brasil, onde o ciclo de dados que será postado poderá ser compartilhado no Facebook, como também poderá ser ‘retuítado’ no Twitter.
 
Outro canal de importância relevante que as empresas detêm para estabelecer vínculos junto às redes sociais são os Blogs corporativos. Através da postagem de artigos que exponham a transparência, a solidez e a confiabilidade do seu empreendimento, demonstrando no material postado um conteúdo mais amplo e relevante em relação à síntese cíclica difundida no Facebook e no Twitter.
 
O uso do Blog pode proporcionar, também, a interação do público alvo através dos comentários às postagens. Esse feedback mostra-se de suma importância para o empresário, já que é o ponto de vista do leitor/cliente em relação ao assunto abordado, quanto à confiabilidade naquilo que está sendo demonstrado sem a utilização das ferramentas de marketing comuns nas outras redes sociais.

No momento atual, onde “interatividade” é a palavra-chave nas redes sociais, manter uma boa comunicação com seus clientes, rendendo um relacionamento diferenciado, pode ser considerado uma atitude comercial muito mais atrativa e valiosa que uma propaganda vinculada em horários nobres da programação televisiva. Migrar, gradativamente, os tradicionais SACs via telefone para atendimentos personalizados via redes sociais gerará o fator mais procurado pelo cliente junto à uma empresa: obter um relacionamento pessoal ao invés de um contato telefônico chato, impessoal e enfadonho com uma secretária eletrônica que lhe enche de perguntas e respostas padrões, com as insuportáveis opções de ‘teclagem’ de zero à nove.
 
Para os analistas do mercado corporativo, até a página em que a empresa figura no Google reflete a influência que ela representa em relação à determinado produto ou serviço buscado na rede. Estar na primeira página do maior mecanismo de busca acessado, é o objetivo primordial de qualquer site. Daí a necessidade de se buscar, constantemente, a visibilidade da empresa na rotatividade promovida nas redes sociais, transformando-se num meio que permita atingir uma meta além do que poderia ser alcançada através de publicidade em meios tradicionais como impressos, rádio e TV, mídias que não permitem interação com o público.
 
Atualmente é comum haver nas páginas de internet, desde os grandes portais até os blogs corporativos ou pessoais, a constante insistência na utilização dos botões “Curtir”, “Twitter” e “g+1”, já que o índice de influência de algumas empresas pode ser mensurado pela quantidade de acessos obtidos pelo seu site ou blog, pelo número de seguidores no Twitter ou pela quantidade de pessoas que curtiram a página corporativa no Facebook.
 
O alcance dessas metas de influência, que renderão maiores chances de rotatividade publicitária nas redes, devem seguir algumas orientações básicas para que o método surta o efeito desejado. O mix de marketing a ser empregado, seja ele produzido especialmente para este fim, ou não, deve obedecer às seguintes diretrizes:


Os itens acima se auto-explicam, porém, as empresas devem valer-se de profissionais da área de Administração para que, através de consultoria especializada, possa estabelecer a melhor proposta para a inserção da sua marca nas redes sociais. Uma vez que obter retorno positivo de um investimento de mídia social requer o relacionamento estratégico no uso das redes aos objetivos do mercado, ou seja, uma campanha de mídia social não se resume apenas em conseguir grande quantidade de seguidores no Twitter ou no Facebook. Ter um profissional que auxilie na escolha de pacote de ferramentas a serem utilizadas nas divulgações, impedirá que o perfil se torne um canal monótono, de conteúdo estático e desatualizado.
 
Usar as mídias sociais simplesmente porque todos estão usando é uma opção, porém não é uma estratégia. É necessário estabelecer um plano de ação claro, para que durante sua execução possa se mensurar os seus efeitos, em constantes verificações de sucesso ou insucesso, ou ainda para que se promovam alterações em sua operacionalidade, quando necessário.

Independente do porte da empresa é a execução dessa estratégia escolhida que se gerará um grande diferencial no mercado. Centenas e milhares de usuários serão atingidos pela massificação empreendida nas redes sociais, que se tornaram espaços privilegiados para fortalecimento de uma marca, bem ou produto, intensificando o mix de marketing com o auxílio de ferramentas que proporcionam uma maior interatividade com seu público consumidor, à um custo baixíssimo (ou quase zero) de operação.
 
Porém, obviamente, as práticas de campanhas através das redes sociais devem ser utilizadas para complementar e, não, substituir os procedimentos de negócio já existentes.

Para o mercado corporativo, como também para quem exerce mídia pessoal, após a consolidação da mobilidade através do crescente uso dos aparelhos portáteis com acesso à internet, as redes sociais se tornaram o mais importante veículo de comunicação em massa da atualidade. Portanto, se depois de esgotadas todas as leituras de artigos sobre as vantagens de estar inserido nesse viés, a sua empresa optar por ficar de fora desse canal, estará deixando de lado a oportunidade de receber informações importantes dos seus próprios clientes e usuários que podem colaborar para o crescimento e aprimoramento da sua marca, ou seja, da sua própria empresa.



EMMANUEL DO NASCIMENTO SOUSA
Bel. Administração – UEPB; Bel. Ciências Contábeis – UEPB: Contador CRC 10.070/PB; Especialista em Contabilidade Pública e LRF – UNINTER/FURNe; Professor Universidade Paulista – UNIP (Pólo Campina Grande-PB); Co-Criador e Co-Editor do Blog Retalhos Históricos de Campina Grande.


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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

PERFIL: Jenson Button, o piloto das corridas difícies

Campeão Mundial em 2009, Jenson Button se destaca pela sua forma diferenciada de guiar carros de Fórmula 1. Com um toque mais sutil, o britânico costuma levar vantagem quando o assunto é desgaste dos pneus, o que tem feito a diferença em algumas etapas da categoria. Neste ano, por exemplo, Button abriu e fechou a temporada com vitórias. Por sinal, os triunfos em Melbourne, na Bélgica e no Brasil foram os únicos de Jenson nesta temporada. Mesmo assim, o inglês não perdeu o prestígio na principal categoria do automobilismo mundial e, na próxima temporada, será o grande líder da McLaren, que não terá Lewis Hamilton em um dos seus cockpits.

Nascido em 1980, na cidade de Frome, na Inglaterra, Jenson começou cedo no automobilismo. Com apenas oito anos de idade, o garoto britânico já participava das primeiras competições de Kart. O primeiro título veio três anos depois, em 1991. Naquela época com onze anos, Button saiu com o troféu de campeão no British Cadet Kart Championship, uma espécie de torneio juvenil de Kart.
Empolgado com o seu primeiro título, ele conseguiu repetir o feito na temporada seguinte. Desta vez em uma categoria superior, a Junior TKM Champion. O bom desempenho do piloto nas pistas de Kart fizeram com que ele ganhasse uma chance de guiar carros maiores. Entretanto, nos anos seguintes, Button não conseguiu conquistar muitos títulos importantes.
 
Jenson voltaria a ser destaque de uma competição na temporada de 1998, quando sagrou-se campeão da Fórmula Ford Britânica. O título lhe rendeu uma vaga na Fórmula 3 Britânica, uma das principais categorias da base do automobilismo mundial. Nela, Button voltou a se destacar com duas vitórias e a terceira colocação no Campeonato. O bom trabalho realizado na Fórmula 3 Britânica rendeu ao jovem piloto, que na época tinha 19 anos, um prêmio simbólico como o piloto revelação da competição. O prêmio foi concedido pela McLaren e pela revista britânica ‘Autosport’.

E foi com base nos bons resultados nas categorias inferiores que Frank Williams resolveu abrir as portas do time britânico para Button. Na época, o inglês substituiu o recém aposentado Alessandro Zanardi. Com 12 pontos conquistados, Button terminou a temporada na oitava colocação - um grande resultado para um estreante na categoria. Mesmo se dando bem na Williams, Jenson acabou acertando a sua transferência para a Benetton na temporada seguinte. A expectativa era de se manter entre os dez primeiros do campeonato de 2001, mas a equipe italiana não obteve muito êxito naquele ano. O resultado foi que o britânico só terminou na zona de pontuação em uma oportunidade, no GP da Alemanha, e concluiu o ano com a modesta décima sétima colocação no campeonato.

Beneficiado pela venda da Benetton para a Renault, Button conseguiu ter um ano mais positivo em 2002. Naquele mundial, o time de Flávio Briatore conseguiu encontrar o melhor acerto para o carro e Jenson terminou o ano na sétima colocação entre os pilotos. Os seus melhores resultados foram os quarto lugares nos GPs da Malásia e do Brasil, despertando o interesse da BAR. A equipe britânica, por sinal, foi a casa de Button entre os anos de 2003 e 2005. Nestas três temporadas, o jovem piloto inglês se destacou principalmente em 2004. Com dez pódios em 18 corridas disputadas, Button terminou o ano na terceira colocação do Mundial de Pilotos, atrás apenas de Michael Schumacher -campeão- e Rubens Barrichello -vice-campeão.
 
Com dificuldades financeiras, a BAR acabou sendo vendida para a Honda, que na época era a fornecedora de motores da equipe, em 2006. A venda acabou não interferindo muito no desempenho da equipe, que se manteve com um carro competitivo durante as temporadas de 2006 e 2008. Button, que já era piloto da BAR, acabou permanecendo na Honda e continuou a sua trajetória na Fórmula 1. Por sinal, foi com a equipe japonesa que o jovem britânico conquistou a sua primeira vitória na principal categoria do automobilismo mundial. O triunfo veio no GP da Hungria, disputado no circuito de Hungaroring, em 2006. Depois de largar na décima quarta colocação, Jenson teve uma prova espetacular e cruzou a linha de chegada em primeiro.

Mesmo com a vitória, Button terminou a temporada apenas na sexta colocação. Apesar de não estar entre os primeiros colocados, o piloto comemorou bastante, já que voltava a ter um ano competitivo na Fórmula 1. Mas a felicidade não durou muito. Nas duas temporadas seguintes, a Honda não desenvolveu um bom carro e Button ficou longe dos pontos na grande maioria das corridas.
Sem condições de manter a equipe funcionando, a Honda declarou que iria desfazer o time. Quando parecia que Button iria ficar sem vaga na Fórmula 1, eis que Ross Brawn, ex-chefe da Ferrari, resolveu adquirir a equipe. Famoso por comandar o time vermelho nos anos de glórias da escuderia, Brawn deu o seu toque competitivo e construiu um carro excelente para disputar o campeonato de 2009.

 
O projeto da Brawn GP foi um sucesso. Aproveitando-se de uma brecha no regulamento, Ross desenvolveu o chamado “difusor duplo”, que fez a diferença no BGP 001. O artifício dava muito mais estabilidade ao bólido, que dominou a primeira metade da temporada. Button foi quem obteve os melhores resultados, assumindo a liderança do mundial e abrindo uma grande vantagem.
Na segunda metade do campeonato, o BGP 001 não teve mais a mesma superioridade e o RB6, da Red Bull, começou a se destacar, mas já era tarde. No fim do ano, Jenson conquistou o seu primeiro título na principal categoria do automobilismo mundial, consagrando a carreira vitoriosa do britânico.
Com o troféu, Button recebeu a proposta para guiar um dos carros da McLaren. Sem pensar duas vezes, o inglês resolveu se transferir para o lendário time de Woking. Apesar de não ter conseguido o mesmo sucesso de 2009, Button terminou a temporada de 2010 com uma colocação razoável (5º), atrás do seu companheiro de equipe, Lewis Hamilton.

O destaque maior de Button na McLaren aconteceu durante a temporada de 2011. O seu toque diferenciado ao guiar os carros do time britânico fez com que ele conservasse bastante os pneus, o que fez a diferença no fim do ano. Ao término do campeonato, o inglês estava na vice-liderança, atrás apenas de Sebastian Vettel, que dominou o campeonato e se tornou bicampeão mundial.
Neste ano, Button não obteve o mesmo sucesso, mais uma vez. Mesmo assim, o britânico conseguiu vencer a primeira e a última corrida do ano, em Melbourne e no Brasil, além do GP de Spa-Francorchamps. No Mundial de Pilotos, ele terminou na modesta quinta colocação. Com a confirmação da saída de Lewis Hamilton, Jenson será o principal nome da McLaren em 2013. Por sinal, ele entra como um dos favoritos ao título da próxima temporada.

* Matéria desenvolvida e gentilmente cedida pela equipe da revista RaceF1 em parceria com a MENSCH. Acesse www.racef1.com.br e conheça mais do trabalho da RaceF1.


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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

ESTILO: Como montar um guarda-roupa básico (muito além de camiseta e jeans)‏

Caro leitor, cada ocasião da vida pede um dresscode próprio, isso implica em ter um guarda-roupa preparado para ir desde o churrascão da família da noiva até o jantar dançante de aniversário da tia-avó, ou seja, é necessário ter de tudo um pouco no armário, sem claro, desrespeitar o seu estilo de ser e vestir.

A primeira coisa a se fazer é uma faxina. Selecionar o que fica e o que segue para doação. Nada de guardar peças de roupas que você nem sequer lembra que tem ou que já não te servem. Doar, além de fazer bem a quem recebe, deixa espaço para novas e necessárias aquisições.

Para organizar as roupas que já se tem e adquirir novas peças, a dica é pensar nos usos que vai dar a cada peça. Como? Planejando por ocasião. Pense nas roupas para trabalhar, ir para academia, para o fim de semana na praia, no campo, para saídas noturnas e por aí vai. Faça um retrospecto da sua rotina e pense para onde você costuma ir sempre, isso ajuda na hora de comprar mais peças para uma ocasião ou outra. É importante não deixar de lado as festividades menos freqüentes, mas que se te pegam de surpresa fazem você gastar mais que o devido ou enlouquecer sem encontrar o que quer e precisa. Tenha sempre à mão um bom terno para um casamento, por exemplo, ou alguma outra solenidade mais formal. Clássicas, modernosas, básicas, cabe de tudo em um guarda-roupa preparado pro que der e vier. 

Abaixo algumas peças essenciais no guarda-roupa de todo homem que bem combinadas garantem conforto e muitos elogios.
PEÇAS BÁSICAS, DO TIPO, TEM QUE TER

CUECAS - Começando pela intimidade vamos falar de cuecas (já foi tema de matéria, veja aqui ) afinal, de nada adianta um look formidável por fora e de dar nos nervos por dentro, certo? Pra não errar de jeito nenhum, tenha sempre muitas (mesmo!) cuecas cinzas chumbo, preta e branca, que são básicas e combinam com tudo. Há muitas outras variedades no mercado, mas aí vai mais do seu perfil e de sua ousadia.

MEIAS - Saindo da intimidade vamos para os pés, falemos das meias! Como pensar e comprar meias? As meias podem ser divididas em esportivas, casuais e sociais.

Esportivas: usar exclusivamente na academia ou na prática de esportes. Uns 4 pares na cor branca resolvem. Caso você seja Professor de Educação Física ou esportista, aí esse número aumenta e muito. Você encontrará modelos cano alto, baixo ou tipo sapatilha.
Casuais: meias para se usar no dia-a-dia com tênis, botas, geralmente de cano médio a alto em cores básicas ou com listras, estampa ou xadrez. Tenha pelo menos 2 pares;
Sociais: Geralmente são de algodão e devem ser usadas com calçados clássicos, nada de tênis ou sapatênis. As cores são sóbrias, azul marinho, marrom em vários tons e preto. Tenha pelo menos um par de cada cor e lembre-se as meias combinam primeiramente com a cor do sapato, em seguida se isso não for possível, combine com a cor da calça;

CAMISETAS – Tenha sempre à mão pelo menos 2 brancas e 2 pretas, além de serem usadas sozinhas podem ser combinadas com camisas por cima;

BERMUDAS – as que nunca saem de moda e vão de verão a inverno são a do tipo cargo, por isso é aconselhável ter umas duas, uma mais clara, cáqui, por exemplo, e outra mais escura, podendo ser marrom ou verde oliva;
JEANS – Claro que o clássico do que há de mais básico não poderia jamais ficar de fora do guarda-roupa de um ser humano. Brincadeiras à parte, tenha pelo menos 2 calças jeans básicas. Calças jeans são como coringas e caem bem em várias ocasiões dependendo das combinações;
CINTOS – Muito além da função de “segurar as calças”, o cinto é usado para separar o look entre a parte de cima e a parte de baixo e criar um contraste entre ambas. O bacana é você ter um cinto social, para usar somente com calça social e um de lona ou couro para um look mais despojado com sarja ou jeans, por exemplo.
PEÇAS CLÁSSICAS, SEMPRE BOM TER ALGUMAS

BLAZER – Além de clássico é básico e, além disso, é mais que um curinga, então caro leitor, já pra loja compra ao menos um blazer! O blazer combina praticamente com tudo, tenha dois no seu closet, uma para o verão de tecido mais leve como uma gabardine e outro pro inverno. Quanto às cores, azul marinho costuma ser o curinga dos curingas.
CAMISA XADREZ - estão com tudo e não é só no inverno ou São João, hein?! Você pode sobrepô-las com camisetas, de preferência lisa;

JAQUETA DE COURO – mesmo que você não seja adepto da moda sertaneja, não custa ter uma jaqueta de couro marrom ou preta no armário, no inverno ela vão ser charme total, acredite;
CALÇA CHINO - a calça de algodão, inspirada na rebelião dos boxers na China em 1900, é uma ótima opção para variar do jeans quando se quer um look menos formal e mais confortável. A dica é ter pelo menos uma na cor cáqui ou verde oliva, que combinam com tudo.


PEÇAS UP, DEIXAM MELHOR O QUE JÁ ESTÁ BOM
CAMISA POLO – caem super bem para ocasiões não-formais, mas que pedem algo além da camiseta básica. Entre lisas e com estampas, se você terá um ou duas peças, prefira as lisas;
CARDIGÃ – de volta, esta peça caiu no gosto de muito artista e vai cair bem no seu armário também. Por ser leve pode ser usado também no verão e ajuda a compor visuais informais e formais dependendo da combinação. Vale a aposta.

SAIBA MAIS: Aproveite e leia nossas matérias sobre:  - SAPATOS (aqui) - TERNOS (aqui)


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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

FETICHE: Quem resiste aos encantos das sereias de Sirena‏

Muitos pescadores indefesos foram parar no fundo do mar seduzidos pelo canto das sereias. Já você caro leitor, não precisa se arriscar tanto, basta dar uma passadinha no litoral paulista, mais precisamente na praia de Maresias para dar de cara com mulheres lindas e de tirar o fôlego. Outra opção é obter seu exemplar de um dos calendários mais esperados do ano: Calendário Sirena. Caso você não tenho obtido, vamos mostrar aqui algumas sereias que rechearam o calendário da badalada casa noturna do litoral norte de São Paulo: a Sirena.

 

Nada melhor do que acompanhar os meses do ano com um calendário diferente e bem produzido. A edição 2013 do já reconhecido calendário Sirena, projeto que há quatro anos é sucesso e representa o bom gosto da casa noturna, foi produzido na praia de Maresias sob o comando de Denise Martin e as lentes de Angelo Pastorello. A seleção das gatas, ops, sereias, se dá através de concorrido concurso entre frequentadoras anônimas ou modelos profissionais que desfilam pelas areias do local. Além de belas, as candidatas precisam conhecer a casa, as festas e já terem participado de algumas.

Conhecido por revelar belas mulheres para o cenário artístico nacional como foi o caso da modelo Caroline Belli que faz parte do elenco do Pânico na Band, traz entre as doze beldades desta edição as bailarinas do programa Domingão do Faustão Lilian Lopes e Emily Nascimento, a ex-BBB Lia Khey, a modelo Marcela Maluf, a repórter do TV Fama Renata Freitas, além de outras modelos e freqüentadoras da casa como Fran Almeida, Rafaela Machado, Tanara Ruphenttal, Marina Neves, Juliete Di Pieri e Gabriela Machado.




São doze sereias, doze belas gatas que chegam para fazer a fama dos calendários da Sirena. O calendário Sirena 2013 pode ser utilizado da maneira convencional e também para acompanhar a programação do clube, além de deixar o ambiente muito mais bonito com a gata de cada mês. Assim fica mais fácil curtir cada mês do ano com essas doze belas sereias.
 
Para entrar no clima das belas sereias de Sirena, assista o making of:


Idealizador do Projeto: Fabio Fanganiello
Diretor: Mauricio Neves
Diretora Executiva: Denise Martin
Diretora Financeira: Lucia Costa
Fotografia: Angelo Pastorello
Designer: Alexandre Pisa
Styling: Juliana Hirschmann
Beleza: Drika Lopes e Felipe Alves
Casting: Denise Martin
Making Of: Samuel Alves
Assessoria de Imprensa: Papiro Comunicação
Agradecimentos: Biquínis Mineral Brasil, Juicy Store, Prefeitura de São Sebastião, Morocco, Casa Pizza e Sirena


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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

CARRO: Fusca, de material bélico à paixão mundial‏

Nem só de carrões importados de grandes montadoras se viva a MENSCH. Falar de carros clássicos que fizeram história no mundo automobilístico também faz parte da nossa história. Pensando nisso fomos atrás de um dos carros mais populares (e democráticos) do Brasil, o bom e velho Fusca. E para falar desse curioso carro, precisamos voltar um pouco no tempo e contar um pouco de história...

Em 1950 o Brasil recebeu aquele que seria por décadas a paixão nacional no que se refere ao automobilismo. Até 1959 era um carro importado, vindo da Alemanha, a partir daí passou a ser produzido em território nacional e lhe caiu também a naturalização que há quem pense até hoje que ele já nasceu tupiniquim. Em 1986 a fabricação do fusca foi cancelada e somente em 1993 foi retomada, fazendo a felicidade dos nostálgicos. Felicidade essa que durou até 1996 quando o fusca deixou de ser fabricado de vez.


Esse carro que mais parece uma joaninha parou de ser fabricado, mas nunca deixou de ser amado e por conta dessa paixão vários clubes do Fusca foram fundados em todo o Brasil e os encontros são constantes. O Dia Nacional do Fusca é celebrado no dia 20 de janeiro, data de início de sua fabricação em terras brasileiras. E antes de se tornar uma paixão o Fusca foi usado como ferramenta bélica. Não sabia? Então vamos conhecer um pouco da história desse carro.

O CARRO

Em abril de 1930, o gênio judeu Josef Ganz fechou contrato com uma fabricante automotiva chamada Ardie, que se interessou pelo conceito de um carro leve, econômico, barato e que pudesse transportar duas ou três pessoas. Nascia a ideia do carro do povo, originando a marca VOLKSWAGEM, onde “volks” em alemão significa povo e “wagen” carro.

Nesta época, Hitler em meio àquela que foi a maior crise econômica no seu país, viu na idéia do judeu a possibilidade de modernizar a Alemanha e usou o “carro do povo” como forma de propaganda e autopromoção. Em meados de 1938, Adolf Hitler lançou a pedra fundamental da maior fábrica de automóveis da Europa, na cidade de Wolfsburg, conhecida na época como Fallersleben. Devido sua refrigeração a ar, o FUSCA foi uma excelente ferramenta bélica na Segunda Guerra Mundial, pois, como dizia o comandante nazista Erwin Rommel, “No deserto o fusca passa onde camelo mal consegue andar”.

 

A PAIXÃO

Acumulando fãs por todo o mundo e de geração em geração, domingo passado, dia 20 de janeiro de 2013, ocorreu o Dia Nacional do Fusca. Todos os estados brasileiros comemoraram o dia em epígrafe e Pernambuco não podia deixar de prestigiar o dia do carro mais conhecido do planeta. O encontro no estacionamento do Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, onde participaram vários clubes de antigomobilismo da região, como o Clube do Fusca de Pernambuco, Clube Amigos do Sábado, Clube Cangaceiros, Clube do Fusca de Igarassu, dentre outros.
Uma multidão de apaixonados participou daquela que foi uma tarde de confraternização e encontro de gerações para celebrar uma paixão comum: O ANTIGOMOBILISMO, que tem como personagem principal e conhecido mundialmente o FUSCA. Ao todo foram mais de 100 carros expostos e uma movimentação de mais de 1000 pessoas por todo o dia

OS CLUBES

No estado Pernambucano, mais precisamente na capital Recife, semanalmente ocorrem 4 encontros de antigomobilismo. Nas terças ocorre um encontro promovido pelo Clube do Fusca de Pernambuco, em frente ao 3° Jardim em Boa viagem. Nas quartas ocorre um encontro promovido pelo CAAPE (Clube de Automóveis Antigos de Pernambuco), em sua própria sede que fica no bairro do Cordeiro. Nas quintas ocorre um encontro mais informal, onde não há a promoção direta por nenhum clube, todavia vão várias tribos e amantes do antigomobilismo à Praça de Casa Forte. E aos sábados ocorre um encontro no estacionamento do Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, com o grupo chamado Amigos do Sábado.

Após alguns encontros descompromissados de amantes do fusca, em meados de 1999 nasceu o Clube do Fusca de Pernambuco, o qual continua com a tradição dos encontros semanais em Boa Viagem. É bonito de ver o quão integrador é este hobby, no qual várias gerações participam e nunca falta assunto... Interesse e paixão.

 

Saindo do âmbito local para o regional, todos os anos ocorre um encontro com todos os clubes de antigomobilismo da região Nordeste, cada estado recebendo um encontro por vez. De 15 à 17 de novembro deste ano, em Gravatá, será a vez de Pernambuco receber a nona edição deste tipo de evento. Alí ocorrerá a IX ENEVA (Encontro Nordeste de Veículos Antigos) e aproveitará para sediar também o X ENCONTRO PERNAMBUCANO DE VEÍCULOS ANTIGOS. Segundo Paulo Marcelo Bompastor, empresário de 56 anos e ex-diretor social do Clube do Fusca de Pernambuco, fusca e antigomobilismo resumem-se em uma única palavra: PAIXÃO.


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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

CUIDADOS PESSOAIS: Queda de cabelo? Conheça as causas, prevenções e tratamentos‏

Desde que o mundo é mundo o temor da calvície assombra o universo masculinos. É como se a lenda do nobre Sansão que perdeu sua força depois de perder seus cabelos durasse até os dias de hoje. Vaidade, virilidade, seja qual for a razão, homem nenhum quer ser careca. Há até os que aceitam, tentam tirar proveito da situação, mas gostar mesmo, hum, difícil de encontrar. Mas quais as causas da calvície, quais as medidas preventivas e as reversíveis? Para responder a essas perguntas MENSCH conversou com a Drª Leila Bloch, dermatologista e cirurgiã capilar, além de pesquisadora com publicações em congressos internacionais e Drº Fernando Bastos médico especialista e uma referência em transplante capilar.
 
AS CAUSAS
 
Para quem acredita que o grande vilão é o estresse, calma, não se estresse, mas não é. Não há nenhuma comprovação científica que ligue os fatores emocionais a calvície em si. O que temos comprovado é que em média, de 3 a 6 meses após um evento de estresse, como uma perda familiar, cirurgia ou estado febril, pode haver queda de cabelo mais intensiva. Porém, trata-se de um evento temporário, pois novos fios crescem de volta.
 
Agora, totalmente inocente o estresse também não é. Ele tem sim uma participação na aceleração da calvície em que já tem essa predisposição genética.  O estresse pode aumentar a oleosidade do couro cabeludo, que induz à inflamação e, consequentemente, pode precipitar a perda capilar.

Falando em predisposição genética, aí sim temos a grande causa da calvície. Então, se seu pai é calvo, seu avô ou qualquer outro membro da sua família, você provavelmente terá o gene da calvície, pois a calvície é hereditária sim, e de herança dominante. Se tanto o pai como a mãe tem tendência genética, há uma chance de desenvolvimento de calvície de mais de 50% ao longo da vida. Ou seja, mais um motivo para procurar orientação médica aos primeiros sinais do processo.


OS MITOS
As crendices populares estão por toda parte e não poderia ser diferente quando o assunto é calvície. Cortar o cabelo em lua cheia ou crescente, não vai fazer diferença, a lua interfere nas marés, não nos fios de cabelo, portanto não se deve apegar a isso como prevenção ou tratamento para a calvície. Reduzir a frequência com que se lavam os cabelos também não faz diferença. Durante a lavagem de cabelos é natural que alguns fios caiam. Diminuir a frequência em que se lava os cabelos é que pode piorar a situação já que aumenta a oleosidade capilar que leva a uma inflamação e consequentemente à queda.

E AGORA DOUTOR?

Independente de existir na família um histórico de calvície é importante procurar um dermatologista ao notar uma diminuição de volume capilar, ao passar mais de 3 meses com uma queda de grande volume e quando perceber que as entradas estão aumentando ou o couro cabeludo começa a aparecer. Esses são sinais de alerta que demonstram a necessidade de orientação médica. Uma vez detectada a calvície, é feita uma avaliação para escolha do melhor tratamento. A avaliação se dá já na primeira consulta através de exame clínico, realização de fotografias com o uso de microcâmara de contato e fotos macro em estúdio.

Para avaliação cirúrgica é feita uma análise da área doadora, sua densidade e elasticidade. Após, é desenhado esboço da área em que o cabelo será restaurado no próprio paciente. Também é mostrado um filme explicando a técnica cirúrgica. A primeira consulta é tem a duração de uma hora, para adequado avaliação e orientação do paciente. São solicitados exames e avaliação pré-operatórios, além de uma prescrição médica inicial.


O TRANSPLANTE CAPILAR: fazer ou não fazer?
 
Aos que já estão com a calvície do tipo 3*, considerado avançado, a proposta é transplante capilar. A cirurgia tem indicação quando se deseja restaurar os cabelos perdidos, ou seja, quando não se está satisfeito com a quantidade de cabelos que se têm, uma vez que com o tratamento clínico se consegue manter , mas não se consegue recuperar o que se perdeu.
 Usada por políticos como José Dirceu e José Múcio, a técnica tem sido cada vez mais procurada por famosos ou anônimos. O transplante capilar consiste em retirar um tufo de couro cabeludo da nuca e enquanto um médico vai fechando refinadamente essa área, através da sutura tricofítica, as técnicas em microscopia (seis especialistas) vão dissecando as unidades foliculares que serão devolvidas uma a uma para as mãos do cirurgião para serem implantadas com auxilio de micro agulhas ou micro laminas na área calva sem deixar marcas.

 

A cirurgia é conduzida através de microscópios ultramodernos, tridimensionais, que permitem uma dissecção e confecção dessas unidades preservando as raízes pilosas, as glândulas sebáceas e o músculo pilo-eretor. De acordo com o Doutor Fernando Bastos, a qualidade da equipe cirúrgica é fundamental, e conta em média com 10 profissionais para que se consiga a colocação de 8 a 10 mil fios de cabelos em apenas uma sessão. Esta quantidade pode variar de acordo com a qualidade da área doadora de cada paciente, que geralmente é região occipital, conhecida como nuca.

Esses cabelos começam a nascer por volta do quarto mês de operado e vão aparecendo até o décimo mês, quando o resultado final se completa. Durante o pós-operatório o paciente não sente nenhum tipo de desconforto e pode voltar às suas atividades normais com dois dias de operado. O transplante capilar realizado pela técnica das unidades foliculares representa hoje o que há de mais moderno e eficiente no tratamento da calvície.
 
Caso você não tenha paciência para fazer o tratamento ou coragem (e dinheiro) para fazer o transplante, a saída é assumir sua careca ou sua calvície assim como vários famosos (e anônimos) já fazem. Afinal a música “é dos carecas que elas gostam mais” deve ter algum fundamento. O importante é estar bem com você mesmo.


*A calvície masculina é classificada em 7 tipos e a feminina em 6, sendo esta última publicada pelo Dr. Fernando Bastos em 2005 e aceita por grandes centros de calvície do mundo e é conhecida como Classificação de Basto.


Consultoria:
Clínica Fernando Basto - Rua Alberto Paiva, 349 - Graças
Recife / PE - 52050-260 - (0xx) 81 3427-9000

Clínica Bloch - Rua Joaquim Floriano, 72, cj 37 - Itaim Bibi
São Paulo / SP - 52050-260 - (0xx) 11 3071.4114


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