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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

LITERATURA: "Um Conto de Natal" de Charles Dickens, um dos textos mais divulgados da literatura universal até hoje‏

Publicada originalmente em 1843, Um Conto de Natal de Charles Dickens, em pouco tempo vendeu um recorde de cópias para a época (6 mil cópias em uma semana) e ao longo dos anos um dos textos mais divulgados da literatura universal, com adaptações para o cinema, teatro, e até histórias em quadrinhos, comovendo adultos e crianças de todas as épocas. Tornando-se o mais célebre conto de Natal já escrito. Projetado para ser publicado em capítulos em um jornal da época e com ilustrações do artista John Leech.

UMA POUCO DO CONTO...
 
A história narra a trajetória do Ebenezer Scrooge, um homem avarento que não gosta do Natal. Em meio ao frio e à neve da cidade de Londres, à véspera do Natal, todos se preparam para a comemoração do nascimento do Menino Jesus. Enquanto donas de casa ocupam-se alegremente com seus assados, os homens, ansiosos, não vêem a hora de voltar para casa, e as crianças perdem o sono pensando nos presentes. Enquanto o velho Scroose trabalha num escritório em Londres com Bob Cratchit, seu pobre, mas feliz empregado, pai de quatro filhos, com um carinho especial pelo frágil Pequeno Tim, que tem problemas nas pernas. 

Numa véspera de Natal Scrooge recebe a visita de seu ex-sócio Jacob Marley, morto havia sete anos naquele mesmo dia. Marley diz que seu espírito não pode ter paz, já que não foi bom nem generoso em vida, mas que Scrooge tem uma chance, e por isso três espíritos o visitaria. O primeiro espírito chega, um ser com uma luz que emanava de sua cabeça e um apagador de velas embaixo do braço à guisa de chapéu. Este é o Espírito dos Natais Passados, que leva Scrooge de volta no tempo e mostra sua adolescência e o início da sua vida adulta, quando Scrooge ainda amava o Natal. Triste com as lembranças, Scrooge enfia o chapéu na cabeça do espírito, ocultando a luz. O espírito desaparece deixando Scrooge de volta ao seu quarto.

O segundo espírito, o do Natal do Presente, é um gigante risonho com uma coroa de azevinho e uma tocha na mão. Ele mostra a Scrooge as celebrações do presente, incluindo a humilde comemoração natalina dos Cratchit, onde vê que, apesar de pobre, a família de seu empregado é muito feliz e unida. A tocha na mão do espírito tem a utilidade de dar um sabor especial à ceia daqueles que fossem "contemplados" com sua luz. No fim da viagem, o espírito revela sob seu manto duas crianças de caras terríveis, a Ignorância e a Miséria, e pede que os homens tenham cuidado com elas. Depois disso vai embora.

O terceiro espírito, o dos Natais Futuros, apresenta-se como uma figura alta envolta num traje negro que oculta seu rosto, deixando apenas uma mão aparente. O espírito não diz nada, mas aponta, e mostra a Scrooge sua morte solitária, sem amigos. Após a visita dos três espíritos, Scrooge amanhece como um outro homem. Passa a amar o espírito de Natal, e a ser generoso com os que precisavam, e a ajudar seu empregado Bob Cratchit, tornando-se um segundo pai para Pequeno Tim. Diz-se que ninguém celebrava o Natal com mais entusiasmo que ele. 

Mesmo tendo sido escrito há tanto tempo, o conto é um dos melhores sobre o tema, e atravessa gerações permanecendo-se sempre atual e tocante, e por incrível que pareça, sem dá importância aos presentes nem ao cristianismo. Focando mais no sentimento que a data provoca nas pessoas de um modo geral e de como elas são envolvidas pelo “espírito do Natal” presente nessa época provocando o que cada um tem de melhor. Ou seja, não importa se você crer ou não em Deus ou Jesus, com ou sem presentes, o Natal pode tocar a vida de cada um e despertar os melhores sentimentos.

Essa ligação de Dickens apresentada entre passado, presente e futuro mostra também que sempre se pode mudar, evolui e escolher um caminho melhor pelo resto da vida. Que o egoísmo e avareza só levam à solidão e amargura. Afinal, nunca é tarde para mudar e se tornar uma pessoa melhor. Independente daquilo que se acredita, porque não começar isso na época de Natal? 

SOBRE CHARLES DICKENS

 
Nascido no condado de Hempshire, na Inglaterra, em 1812, o escritor Charles Dickens passou uma infância miserável por conta do alcoolismo do pai que chegou a ser preso por conta de dívidas e arruaças. Aos dez anos de idade mudou-se com, a família para um bairro popular chamado Camden Town em Londres, morando em quartos baratos que eram pagos com a venda de objetos da família como talheres de prata e a biblioteca da família, que tinha feito as delícias do jovem Dickens. A situação só foi melhorar algum tempo depois quando seu pai recebeu uma herança. Anos depois, tornou-se jornalista, começando como cronista judicial e depois escrevendo textos com o pseudônimo Boz (Boz era a alcunha do seu irmão mais novo que não era capaz de pronunciar devidamente "Moses" - Moisés, em inglês). Em 1836 o The Pickwick Papers (Os Documentos Póstumos do Clube Pickwick) estabeleceu o seu nome como escritor. Mesma época em que se casou com Catherine Hogarth, com quem teve dez filhos, e anos depois se separaria por conta de seu romance com Ellen Ternan. Por conta do sucesso de Pickwick, em 1838 publicou o clássico da literatura “Oliver Twist” onde, pela primeira vez, apontava para os males sociais da era vitoriana.

Em suas obras seguintes, Dickens continuou com suas críticas sociais, passando por alguns textos autobiográficos como “David Coperfield”, de 1849, outros sombrios, como “A Casa Abandonada” (Black House) de 1853. No início dos anos 50, criou a revista semanal Household Words, aonde viria a publicar, em folhetins, alguns dos seus romances, que chegou a vender 40 mil cópias por semana. Em 1859 a revista foi reformulada, mudando de nome para "All the year round". Diante de todo esse sucesso, Dickens pode realizar um desejo antigo e comprou a Gad’s Hill Place, perto de Chatham, em 1856. Uma antiga casa que fazia parte do imaginário de Dickens e tinha um significado especial porque algumas cenas do Henrique V de Shakespeare localizam-se nesta mesma área. Essa referência literária agradava de sobremodo a Dickens. Por todo o conjunto de sua obra, inseriram seu nome entre os maiores escritores da Grã-Bretanha e do Ocidente em geral. Marcando com seus texto que retratam a era vitoriosa e suas críticas sociais ácidas às instituições britânicas. Dickens faleceu em 1870 ao lado de sua amada Ellen Ternan.

Fonte: Bob Nerd, Recanto das Letras, Wikipedia

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

COMPORTAMENTO: Freud e as mulheres, o pai da psicanálise ajuda os homens a entender um pouco sobre elas‏

Por mais que conheçamos as mulheres, sempre nos surpreendemos com seus desejos e pensamentos. O mais exímio conhecedor da alma feminina nunca saberá que tantos mistérios guardam uma mulher. De Don Juan de Marco à Woody Allen, nenhum deles conseguiu desvendas uma mulher sequer. Por mais que muitos homens afirmem que todas as mulheres são iguais, isso nunca será uma verdade. Até por que nem elas ao certo sabem o que querem, pois suas certezas viram dúvidas num piscar de olhos. Suas palavras podem dizer uma coisa enquanto seu coração diz outra. E por que elas são assim? Tão fortes e tão frágeis, tão decidias e tão incertas, tão independentes e ao mesmo tempo tão carentes. De onde vem essa dualidade que habita a alma feminina que deixa tantos homens desnorteados diante de certas atitudes?  Isso sem dúvida é um assunto de extremo interesse masculino, que sempre reacende as velhas questões que semeiam discussões entre homens e mulheres ao logo dos tempos. 
 


Talvez essas questões respondam por que homens e mulheres são tão diferentes e principalmente, no nosso caso, porque elas pensam tão diferentes de nós? Coisas simples, como uma pergunta sobre o que a mulher quer fazer no sábado à noite, vira um diálogo sem fim, ou o clássico feminino que quando elas querem dizer "sim", dizem "não", e vice e versa. Vai entender. Se nem Sigmund Freud foi capaz de chegar a uma resposta que satisfizesse a pergunta, por ele um dia levantada: "Afinal, o que querem as mulheres?", que dirá nós, pobres homens com QI abaixo de Freud. Mas o que pensava "o pai da psicanálise" sobre elas? A MENSCH mergulhou no universo de Freud em busca de respostas, ou quem sabe apenas para entender as razões que formam a alma feminina que tanto nos encanta. 

Capa da revista masculina americana Esquire de 1965 que
discutia o novo papel da mulher numa sociedade
onde elas tomavam espaços que antes pertenciam
só aos homens.
Partindo do princípio... Freud era um judeu nascido em 1856 na cidade de Freiberg, que na época pertencia ao Império Austríaco. Era um médico neurologista e fundou a psicanálise numa época em que distúrbios psicológicos eram diagnosticados apenas como loucura ou coisa do demônio. Através da hipnose Freud foi tratando vários casos de doenças da mente e distúrbios. Freud acreditava que a sexualidade e a libido eram a energia motivacional primária da vida humana, assim como suas técnicas terapêuticas. Suas teorias e seus tratamentos foram controversos na Viena do século XIX e continuam a ser muito debatidos até hoje. Suas idéias são frequentemente discutidas e analisadas como obras de literatura e cultura geral em adição ao contínuo debate ao redor delas no uso como tratamento científico e médico.


Entre outras preocupações, Freud retomou a discussão da natureza do sexo feminino, abrindo para a então nova ciência do inconsciente, possibilidades ainda inexploradas. Tentou então desvendar a feminilidade, estudar a sua constituição a partir da estrutura edipiana, que constitui um dos pilares da psicanálise. Através da estrutura edipiana, Freud distribuiu as posições do pai, da mãe, do filho e da filha e detalha o papel que cada um aprende a assumir e a sua realidade sexuada ou, a resignar-se a ela, quando se trata da menina. Para ele a lei do pai, ao proibir a posse da mãe, primeiro objeto de desejo, que deverá transferir-se para outra mulher e, no caso da filha, para outro sexo, inaugura o acesso à maturidade e à capacidade do simbólico, através da prova da castração. Assim a posição de cada sexo está ligada à sua configuração morfológica. A menina é diferente do rapaz, sendo inferior a este, privada como está desse pênis que lhe falta, de que tem "inveja" e de que não encontra senão um pálido sucedâneo no clitóris.
 


O sexo feminino é definido negativamente em relação ao sexo masculino. Tornar-se mulher é aceitar não ser homem, através de um laborioso itinerário. Mas o acesso aos benefícios fálicos, à sublimação, custará caro à menina, sempre mais ou menos levada a escolher entre o prazer e o trabalho, enquanto o rapaz pode harmonizá-los. Ao mesmo tempo em que a psicanálise foi capaz de dar conta do desejo das mulheres, ela permaneceu, até então, impotente perante o seu querer, que não coincide com o seu desejo. Ainda hoje os modelos criados pela psicanálise estão enrraizados na cultura ocidental, como a "mãe má" (que não é mais, pessoalmente responsável, no sentido moral da palavra, e sim uma mãe "inadequada"), que ainda é percebida como uma mulher ao mesmo tempo malvada e doente. E conseqüentemente foram aumentados os sentimentos de angústia e culpa maternas no séc. 20. Uma de suas preocupações deslocava-se para o entendimento da psiquê da "mulher normal" ou "feminina" que é definida por Deutsch como uma tríade básica que comporia o psiquismo feminino: a passividade, o masoquismo e o narcisismo.
 
Desta naturalização das funções do corpo feminino, sobraram poucas alternativas às mulheres. Se o corpo fora feito para gerar filhos, não seria então natural que uma mulher não os tivesse, não os amamentasse, não fosse inteiramente devotada a eles. Logo, foram criados apenas dois modelos rígidos como opção para as mulheres, a que seguia a sua "natureza", que era naturalmente submissa, devotada, bondosa, comedida, discreta, boa mãe, boa filha, boa esposa, obediente, entre outros e a que não seguia a "natureza" e não era vista com bons olhos pela sociedade. Sendo assim, por tudo isso, mesmo nos dias de hoje em que as mulheres mudaram sua forma de ser e agir, lá no fundo todas as teorias psíquicas sobre a formação da mente feminina ainda refletem em seus atos. Por mais modernas que sejam, eternas questões geradas ao longo dos anos, como por exemplo, expor seus desejos e vontades, geram conflitos internos. Inseguranças e julgamentos virão de outras mulheres e delas próprias, por mais que a sociedade tenha evoluído diante da figura feminina. Assim se explica, ou não, questões simples, que na mente feminina muitas vezes geram conflitos e dualidades, como uma simples resposta para o que se deve vestir hoje à noite.
 

Afinal o que querem as mulheres? Eu responderia que querem ser entendidas, mas acima de tudo, se entenderem com elas próprias. Talvez por isso, não consigamos viver sem elas. Não dá pra ser prático e objetivo o tempo todo. Ter só botão de "on" e "off". E assim, quebrando paradigmas, os dois sexos se completam e se entendem numa eterna batalha interna em busca da evolução dos sexos.


"Descobrir o que as mulheres querem é uma tarefa árdua demais. O que uma mulher quer em determinado momento já seria demasiado digno e delicioso",
Michel Melamed, ator, interpretou o personagem André na série “Afinal o Que Querem as Mulheres?”


Bibliografia:- As Mulheres de Freud, Editora Record
- Dossie Freud, Editora Universo dos Livros
- Diário Catarinense, por Vanessa Gandra

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

LEITURA: O que tem de mais legal nas bancas em janeiro‏

Em alguns meses do ano é curioso observar a linha que muitas revistas seguem em suas pautas e matérias. Isso por que é natural que os leitores tenham interesse em determinados assuntos. Por exemplo, se em dezembro é quase regra falar de espumantes, lista de presentes de última geração e roupas de festa, em janeiro quem dita as regras é o verão. Roupas mais coloridas e leves, dicas de praias e esportes da estação, são quase que regra. E esse mês as revistas mais legais seguem essa regra básica de "edição de verão". Se camisa de linho e jeans tá na moda, o churrasco bate o ponto em revistas como GQ, Mens Health e Sexy. Além disso, praias de Floripa são destaque na Sexy, bermudas coloridas vem na VIP, carros compactos aparecem na Quatro Rodas e retrospectivas batem ponto na PLAYBOY, Placar e na Rolling Stone. Atores internacionais ganham destaque na GQ e na ALFA, enquanto a promessa musical do que vai rolar em 2012 aparece na Status e na VIP. Sol, sombra e água fresca, e claro uma boa rede para ler sua revista predileta, é o que desejamos à você caro leitor nesse início de ano. Um ótimo 2012, com boa leitura!



Confira vídeo com o making of do ensaio:





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domingo, 4 de dezembro de 2011

LEITURA: As revistas masculinas mais legais do mês de dezembro

Final de ano e as revistas dão uma caprichada no conteúdo, produzem belas capas, trazem belas mulheres como atrativos... enfim, as edições se tornam pra lá de especiais. Por exemplo, a revista GQ trouxe sua eleição de homens (e mulher) do ano em uma super edição que foi lançada com o refinamento que a eleição exigia (assista ao vídeo abaixo). A PLAYBOY por sua vez reservou uma bela estrela de Natal (assista o making of), assim como a VIP e a SEXY que procuraram agradar seus leitores à altura de seus desejos. De quebra, comemoração dupla: Aniversário da revista TRIP, com a bela e ilustre convidada, Luana Piovane (nua!); e a revista ALFA que termina o ano eleita a melhor revista masculina de 2011. Sim, e  praticamente em todas, dicas de presentes, do que vestir e do que fazer para entrar em 2012 muito bem. Corra para a banca, escolha a sua preferida e boa leitura!













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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

LEITURA: As revistas masculinas mais legais do mês de outubro

Outubro nas bancas vem cheio de novidades, à começar pela revista ALFA que pela primeira vez traz uma mulher na capa. A Men´s Health por sua vez traz um leitor como o cara da capa pela primeira vez também. Ainda temos revelada a modera do Zorra Total na PLAYBOY, a Garota Fitness na SEXY e o novo Volkswagen na Quatro Rodas. Ana Luiza Castro se revela na capa da STATUS, enquanto Fernanda Lima fala de amor e sexo na GQ. Bem, pelo jeito o verão está chegando e esquentando também as bancas de revistas esse mês. Boa leitura!

Veja o belo making of do ensaio de Fernanda Lima na GQ:










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domingo, 24 de julho de 2011

LER, VER E OUVIR - Julho

O universo masculino é composto de grandes heróis, isso todo homem sabe. Precisamos de ícones, exemplos de hombridade, heroísmo e caráter. Homens que se destacam, viram referência e por isso tudo viram heróis e ícones de uma era. Foi partindo desse princípio que fizemos uma seleção de livros, filmes e cds que representassem bem esse universo. Grandes figuras, heróis de guerra, escritores, fotógrafos, cantores. Homens como o fundador da liberdade do erotismo como Hugh Hefner, como o grande cantor Jimi Hendrix ou ícone da TV como Hugh Laurie. Atrelado a tudo isso, um toque de erotismo em belas fotos de mulheres no ápice do prazer. Entretenimento para ver, ler e ouvir durante todo o mês e começar bem a semana. Espero que curtam! Té a próxima!
( 1 ) GUERRA - Para quem gosta de um bom relato de guerra, o livro Guerra é uma ótima opção. Durante quinze meses, Sebastian Junger e Tim Hetherington conviveram com um pelotão de infantaria do exército dos Estados Unidos, baseado no vale Korengal, uma remota área do leste do Afeganistão. Das cinco viagens à região, feitas entre junho de 2007 e junho de 2008 resultaram o documentário Restrepo (codirigido por Hetherington), vencedor do Grand Jury Prize do festival de Sundance e indicado ao Oscar de melhor documentário de 2010, e o livro Guerra de Junger, publicado pela Intrínseca em junho. Esse porém, será o último relato pessoal do jornalista Sebastian Junger, autor de Guerra e codiretor de Restrepo, pois ele não cobrirá mais a linha de frente de conflitos. De acordo com entrevista publicada pelo jornal Los Angeles Times, Junger tomou essa decisão após a morte de Tim Hetherington, seu amigo e fotojornalista que o acompanhou ao Afeganistão para as filmagens de Restrepo, ocorrida em abril, na Líbia, durante a cobertura dos combates entre as tropas de Muammar Kadafi e oposicionistas.

( 2 ) BEN HARPER - Give Till It’s Gone é o décimo álbum de estúdio e o primeiro disco solo desde 2006 do ganhador de dois prêmios GRAMMY e um dos maiores artistas da atualidade, Ben Harper. Inspirado pelo rock n’ roll, o álbum traz duas faixas co-escritas com o lendário baterista dos Beatles, Ringo Starr, nas quais ele também toca bateria: a exuberante Spilling Faith, com toques psicodélicos, e Get There From Here, um instrumental de improvisação. Ringo convidou Ben para participar de seu álbum de 2010, Y Not. Com Give Till It’s Gone, Ben examina a disparidade entre o homem que ele é hoje e o homem que se esforça para ser. Buscando lá no fundo de si mesmo, ele descobre que não há respostas fáceis, mas nos implora para percorrer a seu lado a distância desta jornada que se expressa na comovente faixa de abertura do álbum, Don't Give Up On Me Now. Embora suas músicas sejam muito pessoais, Give Till It’s Gone ilumina a luta universal para encontrarmos significado e nos envolvermos totalmente com a vida e uns com os outros.

( 3 ) MAD MEN 3º Temp. - Uma das séries de maior sucesso no mundo atualmente, provocando os telespectadores e a crítica com muito charme e estilo ao retratar o mundo conflituoso de Don Draper (Jon Hamm), o mais bem cotado publicitário do mercado (e também entre as mulheres), e de seus colegas de agência de publicidade Sterling Cooper. Enquanto executa uma excelente performance na sala de reunião e na cama, Don se esforça para manter-se na vanguarda das rápidas mudanças de seu tempo e à frente dos jovens executivos que competem com ele. A série mostra de forma autêntica os papéis de homens e mulheres nessa época, ao mesmo tempo em que explora a verdadeira natureza humana, acobertada pelos valores familiares tradicionais dos anos 60. Ambientada na Nova York da década de 60, Mad Men, uma série dramática, sexy e provocante, mostra as difíceis e competitivas vidas de homens e mulheres da indústria da publicidade da Avenida Madison.

Desde a sua estreia a série foi premiada com um Emmy de melhor série dramática, dois Globos de Ouro de melhor série dramática para televisão, o prêmio Peabody, o prêmio Producers Guild, dois prêmios Writers Guild, e o prêmio da AFI por estar entre as 10 melhores séries da televisão em 2007 e 2008. Nessa sua terceira temporada, o mundo de Mad Men aponta agora para uma nova direção: como o mundo dos negócios e a vida pessoal de Don Draper tornam-se ainda mais complicados, repleto de escândalos e revelações bombásticas. Mad Men - um retrato chocante de um tempo que não era nada inocente. Nada é tão sexy. Nada é tão provocante. Nada é como parece.


( 4 ) POWER OF SOUL, A TRIBUTE OF JIMI HENDRIX - Ao contrário da maioria dos CDs de tributo a Jimi Hendrix, Power Of Soul deixa de lado o aspecto roqueiro do guitarrista, focando mais no seu lado Rhythm&Blues. A gama de artistas envolvidos nessa homenagem conta com Goodie Mob rapper Cee-Lo, Prince, Chaka Khan e Kid Rock, Kenny Olson, o supergrupo formado por Carlos Santana, Corey Glover, Stanley Clarke e Tony Williams trazendo um groove sólido à "Spanish Castle Magic.", fechando com uma apresentação ao vivo inédita de Stevie Ray Vaughan tocando “Little Wing”.

( 5 ) ONDE OS HOMENS CONQUISTAM A GLÓRIA: A Odisséia de um Soldado - Mais um instigante livro com temática de guerra. Dessa vez envolvendo um astro do futebol americano. Jon Krakauer reconstitui a trajetória de Pat Tillman - morto no Afeganistão e um dos principais ícones do patriotismo pós -11 de setembro - e expõe a farsa arquitetada para encobrir aquele que se tornaria um dos mais emblemáticos escândalos militares da era Bush. Pat Tillman era um astro do futebol americano na época dos ataques terroristas ao World Trade Center. O evento despertou nele a obrigação moral de se juntar às forças armadas do então presidente George W. Bush em sua cruzada contra o terror. Às vésperas da temporada 2002 da Liga Nacional, Tillman renunciou a um contrato de quase 4 milhões de dólares para passar os três anos seguintes como soldado de infantaria.

Enviado ao Iraque e ao Afeganistão, Tillman foi morto acidentalmente por um colega após uma sequência de manobras equivocadas de sua unidade de combate. A reação oficial foi um cínico encobrimento da verdade aprovado pelos mais altos escalões do governo e uma série de investigações que resultariam ineptas não fosse a determinação de Dannie Tillman em descobrir o que acontecera com seu filho. Em uma pesquisa de fôlego, Krakauer reconstrói a trajetória de Pat Tillman e revolve a campanha de desinformação do governo americano para que a verdadeira causa de sua morte jamais viesse à tona.

( 6 ) HUGH HEFNER: PLAYBOY, ATIVISTA E REBELDE - Documentário com um olhar revelador sobre o excêntrico fundador do império Playboy. Com humor e perspicácia, o filme mostra as batalhas ferozes de Hugh Hefner contra o governo, a direita religiosa e militantes feministas. Imagens e entrevistas raras com Hefner e um notável acervo de depoimentos de várias personalidades da cultura pop do século 20, como George Lucas, Jesse Jackson, James Caan, Tony Bennett e Gene Simmons fornecem um retrato brilhante e divertido da vida de um homem extraordinário e as controvérsias que o rodeavam.

( 7 ) BRAVURA INDÔMITA - Vencedor do Oscar em 2010, Bravura Indômita relata a história onde ninguém põe fé que uma menina de 14 anos possa sair de casa e viajar em pleno inverno para vingar a morte do pai. A jovem protagonista tem de enfrentar homens violentos e a própria inconstância de seus aliados. Sua obstinação, no entanto, tem a capacidade de enfraquecer toda e qualquer resistência ao seu redor.

( 8 ) LA PETITE MORT - O escritor francês George Bataille dizia que “o erotismo é uma afirmação da vida que se estende até a morte” e, citando Marquês de Sade, emendava dizendo que “não há melhor maneira de se familiarizar com a morte do que associá-la a uma idéia libertina”. Foi um dos principais pensadores a trabalhar a expressão popular la petite mort (a pequena morte), que designa o momento transcendente que acontece a partir do orgasmo. Com um título significa "a morte do pequeno", um eufemismo para o orgasmo, 37 mulheres se masturbaram exuberantemente para o fotógrafo canadense Will Santillo que partiu para revelar a diversidade e a criatividade com que as mulheres se aproximam do orgasmo através da masturbação. E assim pode retratar a beleza e o erotismo de mulheres comuns no auge da beleza do orgasmo - muito mais rica do que a masculina. Santillo diz que pretende descobrir a face oculta de seus súditos, e de fato, o melhor é a cara que mostram a intensidade da resposta nestas fotos artisticamente explícitas e exuberantes em tons de sépia. Intimidade e provocação ao extremo.

( 9 ) LET THAM TALK – Hugh Laurie - O intérprete do médico House, na série de mesmo nome, é um homem que atua em várias áreas. Além de protagonizar a série, Hugh também é escritor e músico. Seu personagem na série, inclusive, já apareceu várias vezes com uma guitarra na mão, tocando o instrumento. Agora é a vez do ator deixar seu lado cantor vir realmente à tona. Hugh Laurie acaba de lançar um álbum de blues chamado Let Them Talk, que pode ser adquirido pela internet, inclusive sendo disponibilizado para download no site oficial do ator/cantor. A faixa Guess I’m Fool, que você pode conferir abaixo, faz parte do setlist do novo álbum, confira:



Consulta: Americanas.com, Livraria da Travessa, Livraria Cultura, Livraria Saraiva, MicroLar

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quarta-feira, 13 de julho de 2011

LEITURA: A Arte da Masculinidade numa seleção de dez livros.

Pois é, ser masculino agora é uma arte, uma arte que foi perdida por um tempo e agora se propõe a voltar com força total e para ajudar na disseminação da idéia tem até site sobre o assunto: "The Art of Manliness" (http://artofmanliness.com/). O site se propõe a reviver a arte de ser masculino, a ensinar os homens a serem melhores maridos, melhores pais e melhores homens. Eu gostei da idéia e aposto que tem muita mulher por aí que também vai achar bacana. Seguindo a onda do site encontramos uma lista de 33 livros sobre a arte da masculinidade e selecionamos para você os 10 que achamos mais legais caro leitor. Tem tudo quanto é livro sobre tudo quanto é assunto, desde o mais banais até os realmente sérios. Um deles com certeza vai chamar sua atenção e fazer diferença na sua arte de ser masculino.  Vamos à lista...




KING, WARRIOR, MAGICIAN, LOVER: REDISCOVERING THE ARCHETYPES OF THE MATURE MASCULINE 
Escrito pelos psicólogos jungianos, Robert Moore e Douglas Gillette, King, Warrior, Magician, Lover olha para o desenvolvimento masculino através da lente de arquétipos junguianos. De acordo com Moore, a masculinidade é composta de quatro energias arquetípicas masculinas que servem a propósitos diferentes. Para ajudar os machos tornam-se mais carinho e amadurecer, Moore e Gillette identificar quatro arquétipos de energias masculinas do mito e da literatura: o amante, cheio de vitalidade e sensibilidade, o Mago, guias dos processos de transformação interior e exterior; o Rei altruísta e sábio identificados com Adão ou homem primordial; e o Guerreiro, cujas energias, muitas vezes dão errado na atividade destrutiva. Análise de sonhos, meditação, Jung "imaginação ativa" e os processos de ritual estão entre as ferramentas estabelecidas em um mapa claro e conciso para territórios de individualidade masculina. Os autores argumentam que para se tornar um homem completo, um homem deve trabalhar para desenvolver todas as quatro energias.
US$ 10,8


BEING THE STRONG MAN A WOMAN WANTS: TIMELESS WISDOM ON BEING A MAN
Leitura rápida embalada com algumas boas idéias boas para ser um homem forte para a mulher da sua vida. O livro é na verdade uma história sobre um jovem que recentemente se casou e está tendo problemas conjugais. Ele visita o avô para uma caminhada e ao longo do caminho recebe alguns conselhos sábios sobre como ser um líder em uma família. Sendo o homem forte que uma mulher quer é a sabedoria intemporal segredo de ser um homem. É o melhor livro já sobre o que um homem pode fazer para melhorar as coisas com a mulher em sua vida. Desafiando muitas das mensagens confusas dos últimos 30 anos, ela explica por que os relacionamentos hoje muitos do que trabalho e o que um homem pode fazer para tornar as coisas melhores.
US$ 10,36

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