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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

ESTRELA: Nossa eterna musa Luciana Vendramini, linda e provocante como sempre!

Ela pirou a cabeça de muito adolescente nos anos 80 quando ainda era uma ninfeta posou nua para a capa da Playboy vestida de soldadinho. Suas fotos, e essa capa, marcaram uma geração e rendeu uma fama instantânea na época, ao ponto de deixa-la espantada e ainda mais tímida. Para quem não viveu isso, estamos falando da bela Luciana Vendramini. Uma real musa de uma época em que não existia facebook, instagram ou youtube. As musas eram poucas e quando surgiam, faziam história. Rosto angelical, cabelos longos e louros, olhos claro e corpo perfeito. Precisava mais?! Ela arrebatou corações e isso resultou em inúmeras capas de revistas, cadernos, propaganda, novelas... e tudo que nem ela imaginaria conseguir. Em seguida, veio o casamento com o roqueiro Paulo Ricardo, novela na Globo... até que o destino lhe pregou uma peça e ela se viu presa pela síndrome do Transtorno Obsessivo Compulsivo, o TOC. Foi um período difícil que hoje Luciana vê como seu maior desafio superado. Vencedora, hoje Luciana ainda guarda os encantos que a revelou para o mundo. De voz doce e suave, continua no imaginário masculino com uma das grandes musas de uma geração. Ela seguiu sua trajetória, colhendo sucessos e se mantendo firme e forte. Hoje, cheia de planos, com série, livro e outros projetos a serem lançados, ela resgatou um pouco sua veia de modelo e posou para as lentes do renomado fotógrafo Angelo Pastorello. O ensaio, todo em p&b, traz uma inspiração nas divas de Fellini e no estilo Helmut Newton em trazer uma dramaticidade e uma provocação entre luzes e sombras. E lá estava Luciana Vendramini, linda como sempre, provocante como nunca. 

Luciana você marcou uma geração nas capas de revistas no final dos anos 80 e 90. Como hoje você enxerga essa fase? Tudo aconteceu muito rápido, mesmo numa época que não existiam mídias online, internet, nada dessas ferramentas, que hoje tem até demais. Naquela época tinha muita descoberta e novidade, a gente tinha que buscar o que queria, ir atrás mesmo do sonho, literalmente "bater na porta", era tudo mais difícil com certeza. Não havia estratégias de marketing, assessoria, stylist, nada disso, acredito que havia mais originalidade do artista, até o público era especial... (risos), hoje vejo que a maioria gosta e aceita quase tudo que aparece nas mídias sociais. 





Nessa época veio a histórica Playboy e você se tornou símbolo sexual por um bom tempo. Tinha noção de que aquelas fotos iriam repercutir tanto? Jamais imaginei aquela repercussão quando aceitei fazer as fotos, fiz num ato de rebeldia minha, não havia nada que me proibisse de fazer. Eu já estava morando no Rio de Janeiro, amava o estilo das cariocas, mas ainda era muito nova e bem caipira até...(risos), ia à praia com minhas amigas do colégio de maiô, e elas de biquínis. Quando veio o convite da revista, achei que eu era moderna, mulherão... (risos), e quando saiu a revista veio à tona a minha essência realmente daquela menina do interior, virgem, tímida, sem a menor gingado das cariocas. Foi um choque. Eu não podia sair na rua que todo mundo me parava, e a timidez também não ajudou em nada. No fundo, eu nunca pude imaginar aquela repercussão, e confesso que até hoje me surpreende quando alguém vem falar daquele ensaio, que marcou a vida daquelas pessoas, na fase mais importante da vida, que é a adolescência. 

Anos depois, em 2003, você voltou a estampar a capa da Playboy e os fãs mais uma vez foram ao delírio. Era uma Luciana bem mais madura mais igualmente bela. Como foi a experiência em outra época e contexto? Mais uma vez eu me testando, quis fazer aquele ensaio por que realmente já me achava madura o suficiente pra lidar com esse tema, e quando saiu a revista, novamente eu alí, mega tímida de novo, mas claro minha cabeça e experiência de vida, me fez ver com outros olhos, com mais maturidade claro. 

Depois do turbilhão de coisas de se tornar um sex symbol você soube dominar mais isso? Dominar sua sensualidade e sexualidade? O fato de darem sempre esse título quando falavam de mim não interferiu em nada no meu jeito de ser, nem com minha sensualidade e sexualidade acho até que me deixou mais tímida. Eu nunca vou saber o que um homem espera de uma mulher, que foi atribuído esses títulos. Mas sendo direta com sua pergunta, eu nunca pensei em dominar nada, e acho que nenhuma mulher deveria fazer isso. Acho lindo uma mulher feminina, que sabe ser sensual também, isso faz parte da beleza e graciosidade da mulher. 


Acredita que quando a mulher percebe seu poder de sedução ela conquista o homem, conquista seu espaço? No final é a mulher quem domina tudo? Com certeza quando uma mulher conhece seu corpo e fica à vontade com ele, isso nos deixa sem dúvida mais forte e segura, acho que a mulher domina melhor que o homem numa situação a dois. Temos mais jeitinho, somos românticas, não que os homens não o sejam, mas seduzimos melhor...(risos).

Novela Vamp, casamento com Paulo Ricardo e Síndrome do Pânico/toc , O que ficou de cada uma dessas experiências? Ficou que eu vivi pra caramba...(risos)! Meu Deus sinto que vivi mil anos. A novela “Vamp” foi meu debut na TV, eu sonhava em virar vampira, coisa que não aconteceu, e foi uma novela marcante também na época. Acho que foi a primeira novela pra adolescentes com esse tema tão lúdico. O casamento foi importante para o meu amadurecimento. Eu tinha 18 anos quando conheci o Paulo, digo que deu muito certo, foram quase 9 anos juntos, mas acho que fui muito precoce com algumas coisas na vida e não estava tão preparada assim. 

O TOC foi a descida ao inferno, o contato com meu lado obscuro, desconhecido, aquele que nunca sabemos que existia em nós. Estilhaçou minha vida por 5 anos. Tive de aprender a aceitar o tratamento, pois como quase nunca tomava remédio, quando me indicaram fiquei apavorada, pois achava que o remédio fosse me deixar dopada, por isso eu resisti muito ao tratamento, até chegar num estágio que eu não conseguia nem mais comer. Tomei o remédio e fiz terapia junto, os dois foram primordiais no meu tratamento. E a grande experiência desça queda, foi a volta, por que a gente fica com uma fortaleza enorme, com autoconhecimento maior ainda, e com isso, magicamente a vida se tornou mais leve. Hoje posso ajudar muitas pessoas, dou palestras em hospitais, faculdades, e encontros, nela falo da minha experiência e também tudo que aprendi, explico como é importante preparar a família de quem está com esse problema, que em muitos casos, passam a ser os primeiros a serem cuidados, antes mesmo do que o próprio doente. Com o lançamento do meu livro sobre TOC, que será esse ano, falo para as famílias e para os doentes, tudo que vivi e aprendi, estará lá. Meu objetivo com ele é unicamente ajudar, pois quando fiquei doente, não havia nenhum livro que eu pudesse ler pra me ajudar a entender o que estava se passando. 

Você foi a garota certa na época certa. Hoje em dia com as redes sociais e musas a cada novo dia a coisa perdeu um pouco a inocência e o “charme”. Acredita nisso? Acredito nisso sim. Eu chego a ficar confusa com tanta gente se lançando e não sei o que elas fazem. Faz parte da chegada da tecnologia e da liberdade de cada um escolher o que quiser, sem ser imposto o que devemos ou não assistir e ver. Esse movimento é muito importante para o crescimento e, futuramente, acredito que seremos mais seletivos. Mas também não precisamos aceitar tudo e querer tudo. Meu Deus, parece até que não temos opinião, tudo que aparece o povo tá pegando, eu heim..., precisa filtrar melhor, vejo muito ignorância nas escolhas. Em contrapartida tem muita gente incrível, com conteúdo interessante sem conseguir aparecer direito. 





O tempo passou e você conserva o ar de menina e a beleza que chamou atenção do grande público. Existe segredo para isso? Que cuidados mantém e até onde vai sua vaidade? Isso é o que mais ouço do público, o que eu faço pra me manter assim, juro que não sei responder, acredito ser a genética. Minha família dos dois lados são muito bonitos, e sem fazer nada. Claro que eu me cuido, mas não tenho nenhuma receita mágica, às vezes fico pensando se o fato de eu nunca ter bebido nada alcoólico, drogas, cigarro, mesmo tendo sido casada com um roqueiro (pois ele NUNCA me ofereceu nada de droga ou álcool), se isso tem ajudado nessa questão da beleza. Lá no fundo, eu acho que sim, por que quando vejo pessoas que fumam e bebem muito, no ato a pele do rosto já entrega um envelhecimento ali. Então agradeço mais essa sorte na minha vida. Minha vaidade é a seguinte "não ficar refém da vaidade", o resto procuro me cuidar sempre. Tendo uma atividade física, nosso corpo não foi feito e nem pode ficar parado. Sedentarismo é a morte pra gente. Faço pilates, que amo, fui bailarina por muito tempo, já fiz muita Yoga, fiz esgrima por muitos anos também. Não paro. Cada hora uma coisa me instiga para movimentar o corpo, e vou lá e faço; cuido da minha alimentação, tenho dois excelentes dermatologistas, faço tratamento pra celulite, drenagem, sempre usei e uso protetor solar, não durmo de maquiagem, limpo a pele e uso os creminhos certos que são sempre manipulados. 

Até que ponto o assédio é bom e até que ponto passa a ser abuso? Quem define esse limite é a mulher ou existe um padrão? Quem deveria definir isso seria a educação das pessoas né? Eu nunca sofri abuso, graças a Deus, e também nunca fui assediada de forma abusiva, talvez isso aconteça por eu estar em lugares mais reservados, lugares que já frequento e sei como é. E também a postura, a maneira como nos apresentamos e nos colocamos interfere bastante, isso não quer dizer que estou livre de aparecer um desavisado qualquer e me desrespeitar. Acho complicado o momento em que vivemos, onde todo mundo tem uma opinião de tudo, e o assédio também pode ser tudo, até um "oi" falado de forma diferente pode ser denunciado como assédio. Há muito exagero nisso. Tem de ser tomar muito cuidado. Essa coisa de denunciar um assédio, que aconteceu anos atrás é uma cilada. Falo isso por que lembrei do caso do ator Kevin Spacey, onde um rapaz desconhecido, depois de 15 anos, vem do nada à mídia e fala que foi assediado por ele quando era adolescente. Que que é isso meu Deus, o cara traz essa história pra mídia hoje, coloca o ator que é uma pessoa pública numa situação horrível e ainda prejudica a carreira dele, por um acontecimento de 15 anos atrás..., vai resolver isso na terapia, ou então liga para o próprio ator e xinga ele, sei lá. Conversa, resolve isso com ele, sei o quanto isso é errado e horrível esse tipo de assédio, mas não dá pra usar a mídia pra lavar a roupa suja dele. Isso é bem diferente dos assédios que aconteceu com atrizes e com colegas do meio de trabalho, como diretores produtores, pessoas que temos que conviver no nosso trabalho, encontrar sempre, conversar, estar em contato. Essa situação é humilhante, e de uma falta de respeito absurdo, por que precisamos do trabalho, e aí usam esse poder que eles tem em contratar, e abusam do assédio pra intimidar, acuar, coloca o artista numa situação constrangedora. Temos que tomar muito cuidado com isso, pois é muito sério. 

Você parece ser uma mulher de atitude. Como você se posiciona na hora da paquera? Que sinais dão a entender seu interesse? Sou mega sem jeito pra falar disso...(risos), ai ai, acho que meus sinais são o "olhar", olho de forma diferente quando tenho interesse em alguém, converso mais. São conversas mais longas, pois já tô querendo conhecer ali um pouco mais da pessoa. Sou mais cautelosa, não vou com tanta sede ao pode...(risos), sou mais atenta. 


O que os homens ainda não sabem (ou teimam em não saber) sobre as mulheres? O que eles não sabem é ter paciência. Mulher é um bicho esquisito...(risos), produzimos muito mais hormônios que eles. Mas vejo um movimento de alguns homens em busca de conhecer mais a mulher, e isso é incrível. O que não dá, é ficar fechado sem se dar a oportunidade de saber quem é essa mulher que eles estão se relacionando. O diálogo é uma arma poderosíssima. Vamos dialogar mais. 

A nudez parece nunca ter sido um tabu para você. Verdade? Com o tempo isso mudou? Tabus devem ser ultrapassados? Nunca foi um tabu mesmo. Desde minha infância, adolescência, em casa sempre foi visto com muita naturalidade, sem histerismos. Tabus vem muito do tipo de educação que cada pessoas recebe, ele não aparece do nada. Sim, tabus devem ser ultrapassados, porque um tabu é como uma proibição, é isso não é saudável pra ninguém. Quem sofre muito com tabus, precisa investigar como isso foi sendo colocado na cabeça dessa pessoa, precisa desmistificar, para tornar mais leve. Senão é muito sofrimento. A terapia é um bom lugar para se discutir esse assunto sem ser julgado. 


O que te distrai e te instiga nos momentos de ócio? Ócio é muito importante sabia? Tem um livro incrível que fala muito bem sobre o ócio criativo, é do Domenico Mazzi, vale muito a pena ler. Eu gosto muito de ficar em casa, o fato da gente viajar muito a trabalho, a casa passa a ser o lugar mais confortável, assisto muitos filmes, séries com pipoca no sofá..., vou muito ao teatro, cinema, gosto de estar com minha família, organizar almoços com eles, levar meus sobrinhos para exposições, brincar... coisas simples. A felicidade está no simples. 

Quais são seus projetos profissionais para esse ano? Em março estreia uma série que fiz pra Netflix, será lançada em 180 países simultaneamente..., estou ensaiando minha próxima peça de teatro, volto com meu programa sobre as mulheres no cinema, agora falando dos homens no cinema. Tenho minha produtora onde fazemos conteúdo e séries pra TV e lanço meu livro onde relato minha experiência com Toc. Essas são algumas coisas que farei esse ano. 

Para conquistar Luciana basta... Conquistar não é só pra namorar, casar, mesmo por que já estou casada, mas a conquista é importante também no trabalho, na vida, com amigos, e pra isso basta ter verdade. Coração aberto, bem querer, e aquela porção mágica que se chama "afinidade"...(risos), é isso. 



sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

ESTRELA: Paloma Duarte articulada,talentosa e cheia de novos projetos

Desde muito cedo estamos acostumados a ver a atriz Paloma Duarte na TV. Filha de atriz consagrada, Paloma nunca ficou na área de conforto e sempre trilhou seu próprio caminho no mundo artístico. Antenada com as novas possibilidades de comunicação e de mostrar sua arte, atualmente a atriz se sente livre para voos mais altos como investir na carreira de produtora e trabalhar novas mídias. Recentemente, participou da série “Eu, Ela e um Milhão de Seguidores” e reafirmou a possibilidade que as redes sociais, quando bem trabalhadas, podem render bons frutos. Fora tudo isso, sua principal vocação é ser mãe e Paloma tira de letra esse “ofício”. Batemos um ótimo papo com a atriz e o resultado você confere, abaixo.

Paloma, depois de participar de “Eu, Ela e um milhão de Seguidores”, série do Multishow, sua visão sobre redes sociais mudou em algo? Como essa experiência te tocou? Sim. Pra começar, tive que aprender a fazer coisas básicas, como stories… (risos) Pelo lado profissional, também comecei a seguir algumas pessoas. É uma loucura esse universo! Tem muita coisa interessante, mas também tem muita bobagem. Mas é uma questão de saber filtrar o que te acrescenta ou não.

É muito surreal para você como atriz imaginar que hoje em dia muitas vezes se avalia um artista pelo número de seguidores. Isso está se tornando (em muitos casos) determinante para um trabalho (seja ele qual for). Como vê isso? Completamente surreal! Me dói muito imaginar que o talento de alguém seja avaliado dessa maneira, até porque tem gente que compra seguidor. É um mercado. Mas fica a pergunta: que tipo de mercado? Mas vida de ator tem dessas coisas. Antes eram os realities que nos invadiam, agora são os seguidores no instagram. Vai aparecer gente nova, claro, com talento ou sem. O tempo sempre faz sua peneira.

Ao mesmo tempo, plataformas como YouTube e Facebook estão sendo um novo canal para atores mostrarem seus trabalhos de forma mais independente. Que pensa disso? Eu acho isso ótimo! Quem gosta e tem conteúdo, seja como humorista, ator, etc..., tem mais é que botar seu trabalho nessa vitrine. Sigo vários no Youtube! Pra mim, o Facebook já tá um pouco ultrapassado, perdeu a graça, apesar de reconhecer a importância da plataforma, inclusive para dramaturgia.

Novos meios como Netflix, TV por assinatura e internet chegaram para dividir mais ainda o público de TV aberta e, cada vez, ela perde espaço. Você acredita no fim da TV com seu formato tradicional? Em que a TV convencional precisa mudar ainda? Ainda não. Estamos vivendo o que a música viveu anos atrás, quando ainda se discutia se o CD deveria ter encarte com letras ou não. Aí veio o mp3 e mudou tudo. Acho que as novelas estão se adaptando. Hoje temos no ar uma trama que praticamente não tem cenário e onde quase tudo é computadorizado. Claro que, quando pensamos em plataformas como Netflix, três coisas ficam evidentes pra mim: que as novelas deveriam ser mais curtas, que a “Era” dos contratos longos está cada vez menor e, claro, que a Globo já deve estar preparando sua própria “Netflix”. Até porque, já existe na plataforma digital dos sites da Globo a opção de assistir o capítulo das novelas na hora que o expectador quiser. Eles não dormem no ponto!


O grande público ficou acostumado a te ver na TV desde muito cedo. Filha de atriz e estrela na Globo. Existiu em algum momento uma cobrança velada? Nunca! Sempre me dediquei muito e busquei meu caminho independente disso. Amo o que faço! Se teve alguma cobrança, nunca percebi.

Muitos artistas sem contrato fixo com uma grande TV se sentem meio perdidos. E você, como encara essa ideia? Te instiga mais a ousar ou bate uma insegurança maior? Passei 30 anos contratada! Tenho 40 e comecei cedo. Demorei a decidir ficar sem contrato, mas eu precisava saber quem eu era artisticamente nos dias de hoje e com todas essas mudanças. Acho estimulante sair de um lugar confortável e me redescobrir. Não estou dizendo que não quero mais fazer novelas, muito pelo contrário. Tenho saudades, mas foi fundamental dar esse tempo para saber do que eu queria falar e de que forma.

A liberdade de não ter “amarras” de contrato te deixa mais à vontade para criar? Isso te influenciou a ser produtora de seus próprios projetos? Sim! Ter tido tempo para produzir o que acredito, me deixou pronta para retornar esse caminho extenuante e lindo que é fazer uma novela! Foi muito importante.

Acha que a cobrança em cima da atriz é maior do que em cima dos atores (homens)? Se sim, quando sente isso? Não. Ator é ator, independente do gênero.

Hoje em dia, com a exposição de casos de assédio na TV e cinema, ficou mais difícil ou mais fácil as relações de trabalho? Acho bonito todo esse redescobrimento do feminismo. Parece que uma geração inteira, literalmente, o redescobre agora. Eu sempre fui fã de Betty Friedan. Mas deve se ter cuidados com radicalismos, porque aí, ao contrário do que se espera, gera-se retrocesso; na minha opinião.

Você parece ser do tipo bem mãezona. Onde você acha que acerta em cheio como mãe e quando acha que passa do limite? Acho que toda mãe, ao parir, sente de cara, amor e culpa (risos). Gosto de ser mãe e isso é, disparado, meu primeiro ofício! Acho que acerto e acertei quando vejo minhas duas filhas adultas, terem se tornado mulheres bem resolvidas, sem tabus e independentes. Claro que erro e continuarei errando como toda mãe. Agora tenho um pequenino de quase dois anos, o Antonio. Educar um menino está sendo uma novidade, mas estou muito apaixonada pelo processo.

E quando a vez é só sua? O que faz para se agradar? Viajo de imediato! É o que mais gosto de fazer para repor energias e aprender.

O que inveja nos homens? E o que eles precisam aprender com as mulheres? Fazer xixi em pé! (risos). Difícil generalizar.

Você é uma mulher vaidosa? Até que ponto? O suficiente para me cuidar da maneira que gosto. Não abro mão da minha saúde e sou viciada em protetor solar. Também sou à favor de qualquer procedimento que faça bem à autoestima das pessoas. Só não curto exageros!

Para agradar Paloma basta… Um bom vinho e um bom papo.


sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

ESTRELA: Carol Macedo, a K2 de Malhação, ainda mais provocante

Para quem não lembra Carol Macedo pode parecer estreante na TV. Atualmente vivendo a vilazinha K2 em “Malhação”, começou muito cedo na telinha, mais especificamente em 2010 na novela “Passione” ao lado de Tony Ramos e Mariana Ximenes. Hoje aos 24 anos vive uma nova fase na sua carreira e traz uma bela bagagem desse tempo atuando, seja na TV, teatro ou cinema. Seja onde for, Carol adora um desafio e está sempre pronta a isso, seja em papéis mais densos ou mais leves.

Como está sendo essa experiência de interpretar a vilazinha K2 em Malhação? Eu estou amando fazer essa personagem! Me divirto muito, tento trazer um lado cômico junto com as vilanias pra deixar a personagem mais leve! 

As pessoas ainda lembram da Kelly de “Passione”? Foi difícil desvincular a imagem da personagem devido ao sucesso? Até hoje as pessoas lembram da Kelly, principalmente as senhorinhas. Ela foi uma das coisas mais importantes que aconteceu na minha vida! Foi uma personagem bem forte e muito amada pelo público. Eu era muito nova e a Kelly era uma personagem muito difícil, mas me dediquei 100% naquele papel! Pouco tempo depois fiz a personagem Sol do Recanto na novela “Fina Estampa” (que aliás foi uma história bem forte também), então logo o público já passou a vincular minha imagem com a Solange. 




Você costuma se ver no vídeo? Gosta do que vê? Costumo! Gosto de ver todas as minhas cenas, apesar de ser bem crítica. Sou muito perfeccionista, então não é tudo que eu gosto. 

Como lida com vaidade? Qual o limite? O limite é ela não começar a atrapalhar demais a sua vida. Sou muito vaidosa, mas me seguro para não chegar ao extremo! A busca constante pela vaidade acaba fazendo você se tornar escravo dela! 

Depois de um período de trabalhos na TV você foi para o cinema onde participou de três ótimas produções. Como foi estrear na telona? Sentiu muita diferença da TV? Na verdade, comecei no cinema antes das novelas. Minha estreia foi no filme "Lula o filho do Brasil" quando eu tinha 14 anos. Fazer cinema é bem mágico pra mim, tenho muita vontade de continuar fazendo filmes. Existem sim algumas diferenças da TV. Acho que o principal é a diferença de tempo de gravação das cenas, enquanto na novela gravamos de 20 a 30 cenas por dia com 3 câmeras ao mesmo tempo, no cinema muitas vezes gravamos 1 só com apenas 1 câmera. 

E mudando de foco você passou um bom período viajando pelo Brasil com a peça “Escola de Mulheres”. No teatro o desafio é maior e consome mais do ator? Como foi a experiência? Acho teatro um desafio grande e foi muito produtivo pra mim como atriz! Fiquei mais de um ano com a peça e aprendi muito. Diferente da TV e do cinema, no teatro existe uma proximidade maior dos atores com a equipe técnica, então muitas vezes ajudamos com a montagem do palco, da luz... Fora que cada dia antes de entrar em cena existe aquele friozinho na barriga e isso é o máximo! 




Como atriz que desafios espera encontrar a cada novo trabalho? Espero continuar fazendo personagens com personalidades fortes e histórias complexas, como todas que já fiz até hoje. Isso me tira da minha zona de conforto e me faz aprender e crescer ainda mais como atriz. 

Com a exposição que a TV proporciona o assédio aumenta? Como lidar com isso e se sentir “vigiada” a cada passo pela imprensa? Claro! Aumenta muito, não só a TV, mas também nas redes sociais, já que é muito comum você dividir com o seu público sua rotina de trabalho ou pessoal no dia a dia. Hoje sei lidar melhor com a imprensa e deixo transparecer somente o que acho necessário da minha vida. 

Diferença de idade não parece ser problema para você. Qual seria uma incompatibilidade para um relacionamento? O que te desagrada e atrai? Para se relacionar comigo a pessoa precisa estar por inteira no namoro, se jogar e não ter medo de ser feliz! Aliás, gente feliz me atrai! 

O que os homens não sabem (ou teimam em não saber) sobre as mulheres? É difícil generalizar, pois tenho sorte de ser rodeada por homens que me entendem e me respeitam como mulher. 

Que tipo de programa faz sua cabeça? Amo ouvir música e viajar! São duas coisas que me deixam leve! 

Para te conquistar basta... Ser sincero! 




FOTOS THIAGO DE LUCENA
BELEZA GUTO MORAES
STYLIST MARLON PORTUGAL

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

ESTRELA: Mônica Carvalho cada vez mais linda (e cheia de projetos)

Ela foi musa de todas as estações nos anos 90, nos fez mergulhar nas areias escaldantes, nos seduziu em fotos pra lá de sensuais e nos conquistou com seu talento em novelas, filmes e peças. Mônica Carvalho é daquelas mulheres que passam pelo tempo deixando sua marca. Um rastro de beleza e encanto que desafia o passar dos anos se mantendo no topo das grandes mulheres que nos inspiram. Da abertura da novela “Mulheres de Areia” até sua mais recente participação na TV em “Tempo de Amar”, Mônica traz uma bela trajetória e ainda promete mais esse ano. Pensando nisso a convidamos para mais essa matéria de capa e ficamos pensando: como pode se manter ainda mais bela? A resposta você descobre ao longo dessa entrevista.

Mônica o começo foi como modelo e sua estreia na TV foi na abertura da novela “Mulheres de Areia” (1993). Que recordações guarda dessa época e como foi esse início? Foi um início maravilhoso, a abertura de “Mulheres de Areia” me lançou no mercado... muitas portas se abriram.

Sua estreia como atriz na Globo foi em “História de Amor”, onde contracenou com Regina Duarte que você reencontrou agora ao participar da novela “Tempo de Amar”. Que comparativo faz entre esses dois momentos? Claro que no início de carreira a gente sente uma insegurança, não sabemos como vamos ser tratados, mas é só insegurança de início de carreira. Na verdade sempre fui recebida com muito carinho, profissionalismo e agora mais madura e segura da minha profissão me sinto muito mais à vontade dentro do set e com os colegas de profissão. E a Regina Duarte é uma diva, sempre muito educada e receptiva.  Que honra trabalhar com ela.

E por falar nisso como foi voltar à Globo com essa participação em “Tempo de Amar”? Ficou um gostinho de quero mais? Foi numa participação pequena, porém muito significativa. Com a Regina Duarte tudo fica grandioso e é sempre um aprendizado estar com pessoas que admiramos.

O público de TV é muito diferente do público de teatro e cinema? Como você vê isso? O veículo é diferente, mas para o ator é sempre atuar que importa. Amo estar no palco, ter esse contato com direto com o público, me fascina. E a TV que entra na casa de milhões de pessoas... a arte me fascina muito.

Falando em teatro você passou dois anos em cartaz com “Amor, humor, o resto é bobagem”, no qual você atuou e escreveu. Qual a receita desse sucesso? Acho que no caso da peça: Amor humor o resto é bobagem, foi a identificação do público com o personagem... uma comedia de relacionamentos leve, divertida e atual.

E que em breve irá virar filme. É um desafio muito grande e ao mesmo tempo prazeroso. Como encara esses desafios que vão além de interpretar uma personagem? Amo desafio, como uma amiga minha disse uma vez sobre mim. A Monica é incansável. Eu tanto insisti que consegui. Sempre pensei em fazer desse roteiro um filme, uma comedia da qual fala sobre o amor de diversas formas. Sempre acreditei no meu sonho, e tem um ditado que diz: Só não alcança quem desiste. Procurei as pessoas certas.


Aos 46 anos você é um belo exemplo de que é possível passar pelo tempo e ter uma rotina de trabalho puxada sem abrir mão da estética. Como planeja seu tempo para fazer tudo e manter a forma? Acho que manter uma rotina ajuda, tenho meus horários que dedico a mim mesma. Faço aula de personal com meu professor Fred Roma na parte da manhã, faço pilates e massagem. Tento cuidar da pele, tenho dois dermatologista maravilhosos a Dra. Juliana Carvalho e o Dr. Newton Moraes. Tento Fazer minha parte sem neutras, nos finais de semana me dou ao direito de comer o que eu tenho vontade e de beber meu vinho. E quando estou com minhas filhas estou por inteira. Acho que quando amamos o que a gente faz sempre arrumamos tempo para tudo. 

Durante muitos anos você foi um sex symbol e chegou a estampar 3 capas da Playboy. Em algum momento esse rótulo te incomodou? Mudaria algo se pudesse voltar no tempo? Nunca me incomodou em nada. A beleza abre portas sim, pode ser um cartão de visita, mas o que te sustenta em qualquer profissão é a sua capacidade, a sua persistência e sua ambição no bom sentido. Até porque sempre vai ter uma mais bonita, uma mais inteligente chegando. 



Hoje você é mãe de duas filhas (uma de 13 anos e outra de 1 ano) e se mantem em plena forma. Qual o segredo? O que te dá prazer nesse quesito? Acho que já respondi essa pergunta, tenho uma rotina de exercícios, cuido da pele e tento ser feliz. E o meu maior prazer é estar com minha família sempre. Meu marido me apoia muito.

Até onde vai sua vaidade? O homem vaidoso também te atrai? A minha vaidade está sempre ligada a saúde. Faço exercícios por que fazem bem a saúde, cuido da alimentação, tento ser equilibrada. E se cuidar é sinal de auto estima. Meu marido também é um homem vaidoso nesse sentido. Adoro gente que se ama, que se cuida.

O que os homens ainda não sabem que as mulheres querem? Acho que hoje em dia a mulher quer mais atenção, mais carinho, se sentir valorizada pelo que ela é.

Você é carioca e hoje em dia mora há um tempo em São Paulo. Foi difícil se adaptar? O que prefere de cada cidade? No começo foi difícil, não tinha amigas, família e trabalho nada aqui. Hoje tenho tudo isso, adoro São Paulo, uma cidade vibrante, cheia de oportunidades, lugares bons, bons restaurantes. E quando tenho saudades vou ao Rio, nada que 40 minutos num avião não resolva.

O que te distrai nas horas vagas? Brincar com minha filha Valentina de 2 anos, ela tem muita energia.

Pelo jeito você está mais ativa que nunca. O que podemos esperar mais para 2018? Um projeto maravilhoso, que é meu sonho. Meu texto no cinema.



Fotos Marcio Romano
Direção Criativa e Stylist Marcia Dornelles
Beleza Caty Pires

MONICA VESTE – Look 1: Maiô preto e branco: Bum Bum Ipanema, joias: Silvia Blumberg, maiô branco de crochet: Butique Crochet e Jóias Silvia Blumberg; Look 2: Hot pant marfim, brinco Diviníssima, anéis: VF; Look 3: Vestido branco: Laffort joias: Silvia Blumberg e Rosa Pinheiro, Max colete: Innocenti, anéis: VF, brincos: Diviníssima

sábado, 23 de dezembro de 2017

ESTRELA: Vanessa Giácomo - Para o ano começar em alto astral


De hábitos simples e personalidade forte, jeito doce e meigo, está ariana de atitude, determinada e aguerrida, Vanessa Mendes da Silva Lima Nascimento, afirma que “ser feliz é AMAR”. Vanessa Giácomo, conta que o nome artístico nasceu em homenagem ao seu avô materno. Quando criança sonhava em ter uma família linda e conquistar na vida tudo que desejasse com seu trabalho de atriz. E assim o fez, ainda muito jovem se formou em artes cênicas e foi em busca da realização dos seus sonhos. Menina carioca de Volta Redonda, de família unida e grande, aos 34 anos, continua sonhando e alçando voos cada vez mais altos. 

Mesmo não gostando de rótulos, ela é uma estrela de pura grandeza, artista inquieta em constante crescente, está sempre buscando se aprimorar, cada dia mais atraída pelo lado oposto das câmeras, afirma “Sempre sonho em fazer bons personagens e amo escrever também. Quero muito aprimorar isso na minha vida!”. 

No ar em Pega-Pega, novela das 19h da globo, onde interpreta a policial linha dura Antônia, teve preparação especial no Projac, com alguns policiais, trabalhando diversas técnicas como aula de tiro, entre outras. Já escalada para viver um dos principais papéis de “Verão 90 Graus”, novela escrita por Izabel de Oliveira e Paula Amaral, aproveitou um tempo entre gravações, a tripla jornada de mãe, a rotina corrida de cuidar de todos que ama, para participar de um ensaio especial de fim de ano para a MENSCH. 




Você escolheu a arte ou a arte lhe escolheu? Tentei ingressar na faculdade de cinema, que foi interrompida com minha primeira novela (Cabocla), que foi um divisor de águas pra mim. Desde então não parei mais. 

Tanto a doce Zuca, sua personagem de estreia na TV, no remake de “Cabocla”, quanto a vingativa Aline de “Amor à Vida”, lhe renderam premiações nacionais importantes. Fale um pouco sobre essa mistura de sentimentos de estrear na Globo e de forma aguerrida conquistou território, como lidou com essa transição? Ser reconhecida por um trabalho é sensacional, mas cada trabalho é um novo desafio. O frio na barriga volta com tudo e o coração acelera sempre. Isso nunca vai mudar! 

Ser atriz no Brasil é...? Eu sempre pensei em ser atriz! Ser atriz no Brasil é um luxo! Sou privilegiada de trabalhar com o que amo. 

Você está trilhando novos caminhos no cinema, lançando-se como roteirista, com curta-metragem o "Rodízio". O que fez você se interessar por esta linguagem para se expressar? Conta um pouco sobre seu processo criativo, como nasceu a ideia do roteiro e como ele se transformou em realidade? Eu sempre escrevia roteiros e deixava em uma gaveta. Um dia resolvi arriscar, porque é uma paixão que eu tenho. Preciso me expressar dessa maneira também, criando personagens, histórias.


Como é sua relação com o cinema? É uma paixão nova ou um amor antigo que está sendo conquistado e amadurecido com os anos? Eu sou apaixonada pelo cinema também. Nunca fiz filmes, só por se tratar de cinema. Faço personagens que me apaixono! 

Para você que está se aproximando do backstage do cinema, como está percebendo a produção de cinema no Brasil atualmente? Nunca me aventurei como produtora. O “Rodízio” eu tive ajuda dos meus colegas, que compraram a ideia e embarcaram comigo.

Você é uma jovem profissional múltipla, de sucesso reconhecido, mãe de três filhos com faixas etárias muito próximas ainda pequenos (9, 7, e 2), como concilia a rotina de mãe com as atividades profissionais? Eu consigo aproveitar cada segundo da minha vida. Não perco tempo com besteiras, sou bem prática. O tempo com a minha família é sagrado! 

Como é sua relação com recursos eletrônicos e redes sociais? No ambiente digital você é considerada celebridade, sente-se confortável neste personagem, ou prefere a de formadora de opinião? Não gosto de rótulos! Celebridade, formadora de opiniões... se tiver que me rotular, prefiro ser chamada de artista. Porque eu tenho muito amor ao ofício! Não tenho absolutamente nada contra aos que preferem ser considerado celebridade, ou formadores de opinião. Só acho que podemos ser múltiplos e rótulos nos limitam. 

Como se posiciona na educação dos filhos em relação ao tema? Meus filhos sabem tudo o que precisam saber com a idade deles. Não pulo etapas, acho que precisamos preparar os filhos para o mundo, mas pra tudo tem uma idade certa de discernir as coisas.

Como definir estilo? Qual é o seu? Eu acho que estilo, é você vestir aquilo que gosta e se sente bem. Meu estilo é mais clássico, mas não me privo de usar aquilo que me apaixono, seja a tendência do momento ou não. 



sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

ESTRELA: Bia Arantes - Ela vai dar o que falar em janeiro com a estreia de "Deus Salve o Rei"

Ela tem um olhar enigmático e uma personalidade cheia de nuances que encantam. Apesar de ter apenas 24 anos, Bia Arantes já guarda uma bela trajetória de ótimos trabalhos, como “O Filme da Minha Vida”, sucesso nos cinemas esse ano, e agora em janeiro estreia sua nova personagem na novela global “Deus Salve o Rei”. Bia literalmente não é mais um rostinho bonito na TV, Bia traz talento e determinação das grandes atrizes. Sempre pronta ao um novo desafio e a aprender mais com outras pessoa, antes de tudo ela é uma observadora da alma humana. Antes do glamour dos flashes da sua profissão de atriz, Bia quer estudar e conhecer a vida que a cerca com pessoas interessantes. Isso faz dela uma mulher instigante e uma atriz desafiadora. Naturalmente sedutora, mesmo sem perceber, ela nos encanta.

Da sua estreia na TV em 2009 até hoje como avalia sua trajetória? A vida artística não é linear, atuando não é diferente. Há momentos de dedicação integral no trabalho, momentos de calmaria e estudos. Passei por muita coisa nesses anos, mas sempre é um deleite poder me dedicar a atuação profissionalmente. Cresci muito, aprendi bastante e avalio a minha trajetória como uma sucessão de surpresas e nenhuma monotonia (risos)!

Depois de um tempo no SBT você volta para a Globo na próxima novela das 19h, “Deus Salve o Rei”. Ansiosa por essa estreia? Claro! É sempre uma delícia poder dedicar-se a novos personagens e fico louca para vê-los no ar! Com a Brice a ansiedade não é diferente. 





Como resumiria sua personagem Brice? O que podemos esperar dela? Ela é uma mulher sedutora que manipula os homens seduzindo-os. Não posso falar muito mais (risos).

A cada novo trabalho um novo desafio. O que mais te instiga nessa profissão? É sempre uma delícia poder conhecer o universo novo que a personagem traz consigo, uma realidade psicológica. É muito enriquecedor o processo de conhecer e manipular a personagem recém chegado e é uma das coisas que mais me atraem na minha profissão

Voltando no tempo, você começou como modelo e até fez clipe musical. Quando despertou para ser atriz e como foi esse início? Eu era modelo fotográfica, mas nunca tinha pensado em levar isso a sério. Com o teatro a mesma coisa, um amigo que era maquiador e produtor na minha cidade em Minas ficou sabendo do job do clipe, me indicou e deu certo. Mesmo com tudo isso, a ideia de ser atriz só veio depois, quando por acaso fiz meu primeiro teste na Globo e passei para minha primeira novela. 

Curioso que parece que você possui mais trabalhos no cinema do que na TV. É verdade? Foi algo planejado ou foi acontecendo? Na verdade não, tá empatado, (risos). Eu sempre adorei cinema, e quando me tornei atriz queria muito estar envolvida em algum projeto incrível deste segmento. Com o tempo e dedicação, acabou acontecendo.  



Onde o cinema te seduz? Em tudo. Acho que o caráter intimista que o filme pode ter, você pode reorganizar cronologia, exposição dos fatos, a fotografia, trilha. Além disso, por ser uma obra com início, meio e fim já discriminados, têm-se um tempo de maturação e planejamento muito ricos.

Falando em cinema não podemos deixar de citar o sucesso de “O Filme da Minha Vida”. Foi o filme da sua vida (até agora)? Como foi participar? Com certeza! Foi uma experiência única, rica, emocionante, é uma obra que se tornou um dos filmes nacionais mais bonitos e sensíveis. Foi uma honra fazer parte dele. 

Pelo jeito seu estilo são filmes mais densos... É isso? O que te agrada mais no cinema? Alguma referência ou inspiração? Eu gosto da arte que incita, que incomoda, sensibiliza, que apresenta um novo prisma. Claro que tenho meus momentos de buscar apenas o entretenimento. Me inspiro muito em produções que têm essa função artística, estou sempre atenta e adoro aprender e conhecer novos diretores/atores/roteiristas. Procuro ir me abastecendo de coisas novas a todo momento. 
  
Você parece ser uma mulher cheia de personalidade... Verdade? O que te atrai ou repele para conhecer alguém? Como a maioria das mulheres hoje em dia, acho difícil não ser. Não costumo mensurar essa seletividade, estamos todos em constante mudança e até pelo meu trabalho, o ser humano sempre me interessa, seja para absorver coisas ou até como referência contrária. Mas, tenho preferência por gente bem-humorada e sensível por perto.
O que um homem precisa ter ou ser para chamar sua atenção? O que não tolera? Não tolero gente rasa. Os seres humanos têm de ser interessantes. E meu namorado, por exemplo, tem bastante personalidade. 




Você é uma pessoa vaidosa? Com o que? Já fui mais, no âmbito de estar sempre muito arrumada. Hoje em dia me preocupo com o conforto e com minha saúde. Tenho muito cuidado com a minha pele, por exemplo. 

Qual sua maior qualidade e seu pior defeito (se é que tem! Risos)? Não sou perfeita, acho que ninguém, né? (risos). E é claro que tenho defeitos! Acho que sou muito reativa, densa demais em questões que poderiam ser simples. Quanto à qualidade, isso é difícil, acho que sou uma boa ouvinte, prezo pelo companheirismo. 

Esse ensaio teve uma pitada meio dark, meio sexy... Você guarda um pouco disso em você? Guardo. Conheço em mim uma profundidade melancólica, bem escondida. Quanto ao sexy, eu não sei. Personagens têm exigido sensualidade em mim, o que significa que a tenho em algum lugar, mas não a reconheço tanto no meu dia-a-dia.

O que te distrai nas horas livres? Cinema, drinks, livros.

Para te conquistar basta... Fazer isso todos os dias. Ninguém é um jogo ganho.


Fotos Rodrigo Lopes
Produção e estilo Ju Hirschmann
Make up Marcela Queiroz
Agradecimento Skull Bar (locação) 11 3073-0464

Bia usa: Meia arrastão Capezio 11 3079- 9801, Body lurex Valisere 11 3052-6800, Botas Shoestock 11 5093-5586, Meia calça Puket 11 2197 -7800, Jaqueta Santantista Jeanswear 11 23838926, Body preto Hope 11 3062-8757, Acessórios Minha Avó Tinha 11 99934- 9312

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

ESTRELA: Camila dos Anjos, no cinema, no teatro, TV e na "Vida Secreta dos Casais"

Elegante, talentosa e dedicada ao seu ofício. Basicamente é a impressão que temos da atriz, no real sentido da palavra, Camila dos Anjos. Se você deseja conhecer seu trabalho melhor, um lugar muito frequentado por ela é o teatro, seu habitat natural. Dona de sua própria companhia, Camila produz, atua e desenvolve seus projetos e ainda ganha prêmio. Mas se você deseja vê-la na TV, liga na HBO e assiste “A Vida Secreta dos Casais” onde ela interpreta a personagem Giordana. E para 2018 a novidade é o filme “SP: Crônicas de uma cidade real”. Camila é assim, seja em Nova York se reciclando pelos teatros, seja no Rio de Janeiro com uma nova peça ou mesmo em São Paulo, onde recarrega as baterias no seio da família. Camila dos Anjos não para e tem muito a dizer através de seus personagens.

O que você descobriu sobre “A Vida Secreta dos Casais”, série da HBO na qual você interpreta Giordana? Aprendeu algo? Acho que bons trabalhos sempre proporcionam transformações e aprendizados. Foi um grande desafio e um prazer enorme interpretar a Giordana. Ela é uma personagem complexa, com uma carga dramática densa e cheia de mistérios. Aprendi muito com ela e precisei fazer uma pesquisa intensa para compreender a natureza de seus conflitos.

Na sua opinião, o que é mais difícil na vida de um casal (seja casado ou namorados)? Acredito que o grande desafio de qualquer casal é conquistar um relacionamento onde ambos continuem conectados, de uma certa forma, com a sua individualidade. 

A combinação entre homens e mulheres em geral é bem harmônica. Mas o que diferencia mais entre os dois sexos? Acredito na individualidade do ser humano, mas não acho que isso está relacionado ao gênero, está relacionado a personalidade de cada um.

O que os homens não sabem sobre as mulheres? Ainda vivemos em uma sociedade machista e, infelizmente, muitos homens ainda não sabem lidar com a busca das mulheres pela igualdade. Muitos não conseguem compreender a importância do feminismo.

E como você tem aprendido sobre o ser humano, as pessoas, com sua profissão de atriz? Uma das coisas mais legais que aprendi como atriz é que nunca podemos julgar uma personagem, independente das escolhas que elas façam. Se você julgar uma personagem, você não vai conseguir compreendê-la e representá-la com potência. O ator sempre precisa se colocar no lugar da personagem para entender seu comportamento, suas ações. Levar esse pensamento para vida real é um grande aprendizado para compreender e respeitar as diferenças. 

Qual seria o maior desafio de uma atriz? E o da Camila dos Anjos? Acho que a profissão do ator é uma busca constante e o maior desafio é estar sempre à procura de personagens complexas e projetos interessantes. Tenho algumas personagens que sou apaixonada e que gostaria muito de interpretar no teatro. Meu maior desafio é conseguir colocar esses projetos em prática e realizar o desejo de dar vida a essas personagens. 


Indo para o início, como foi que você despertou para a profissão de atriz? Alguma influência ou referência? Quando eu era criança meus pais costumavam me levar para assistir peças infantis. Aos sete anos disse para minha mãe que queria fazer teatro e ela me matriculou em uma escola de teatro para crianças. Junto com essa escola existia uma agência especializada no público infantil, então comecei a fazer diversos testes em São Paulo e nunca mais parei. Quando tive idade para entender, já tinha me apaixonado pela profissão e ela já tinha tomado conta da minha vida. 

Você já recebeu prêmio revelação no teatro. Como isso te tocou? Que escola o teatro foi e é para você? Receber o Prêmio foi muito especial, principalmente porque foi através de um projeto que eu idealizei, com uma das personagens mais interessantes que já fiz. Apesar de ter começado a trabalhar ainda criança, o teatro entrou na minha vida de uma forma muito forte depois da faculdade de artes cênicas. Nos últimos seis anos, fiz doze peças e me sinto uma atriz muito mais madura depois disso. O mais bacana do teatro é que podemos nos aprofundar nos temas escolhidos e nas camadas das personagens. É um lugar onde estamos totalmente expostos, fisicamente e emocionalmente. É um lugar de coragem, de entrega absoluta, de descobertas e, acima de tudo, tanto para o ator quanto para o público, um lugar de transformação. 

O teatro também me mostrou que posso ter mais autonomia. Além dos trabalhos que sou convidada, tenho minha companhia onde posso desenvolver trabalhos próprios. Tenho autonomia para produzir, escolher personagens que quero interpretar, convidar diretores e desenvolver projetos de autores que me interessam.   


Em 2018 você estreia nas telonas com o longa “SP: Crônicas de uma cidade real”. Como foi participar e como o cinema te toca? O longa “SP: Crônicas de uma cidade real” é composto por seis histórias com um tema em comum: Cárcere. Foi bem especial participar deste filme. Além de trabalhar novamente com o diretor Elder Fraga, que é um parceiro antigo, pude contracenar pela primeira vez com Luciano Chirolli, um ator que admiro e que acompanho o trabalho no teatro há muito tempo. 

E quando está com tempo livre, o que curte fazer? Quando estou em São Paulo procuro usar meu tempo livre para ficar com a minha família e com meus amigos. Também amo viajar e conhecer outras culturas.

O que curte ler, ver e ouvir ultimamente? Muitas vezes o que estou lendo tem a ver com o trabalho que estou desenvolvendo. No momento estou relendo a autobiografia “Memórias”, do dramaturgo Tennessee Williams, para um trabalho no teatro. Estou em Nova York há duas semanas e estou aproveitando para assistir muitas peças de teatro e conhecer novos dramaturgos. Ultimamente tenho escutado bastante Nina Simone, Janis Joplin e Elza Soares.

Você é muito vaidosa? Do que não abre mão? Não sou muito vaidosa, mas como trabalho desde criança, tomo bastante cuidado com a minha pele. Uso maquiagens e produtos de boa qualidade para limpar a pele. Nunca abro mão de sair de casa sem protetor solar.

Planos para 2018? Quais pode contar? Além do lançamento do longa "SP: Crônicas de uma cidade real", começarei o ano realizando um projeto que idealizei no teatro, "A catástrofe". É o segundo trabalho da minha Cia, onde colocaremos em cena os textos curtos "Mister Paradise" e "Fala comigo como a chuva e me deixe escutar", ambos escritos por Tennessee Williams, aprofundando a pesquisa que realizamos sobre o autor no primeiro espetáculo da Cia. Espero que 2018 seja um ano repleto de desafios e personagens interessantes.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

ESTRELA: É tempo de amar Barbara França

Nós somos suspeitos para falar da atriz Barbara França, afinal é a 3a vez que ela posa para a MENSCH. Mas dessa vez, com o novo visual, com o cabelo curtinho que a personagem Celina na novela das 18h “Tempo de Amar”, na Globo, ela ficou mais linda. “Assim que eu soube que iria interpretar Celina na novela Tempo de Amar, comprei um caderno e estudei tudo sobre a época em que se passava a novela. Por exemplo, como era a mulher, a forma como as mulheres se portavam nas danças, porque minha personagem dança muito, (risos) e por isso requer um cuidado e estudo da postura da época muito grande”, comentou Bárbara. Realçou seus belos olhos azuis e esse sorrisão que nos encanta. A gata está em um papel de época nesse novo trabalho e mostra o quanto é versátil. Assim como seu poder de sedução seja lá em que época for, ela é bárbara!

Como está o desafio de interpretar uma personagem de época? Percebe que requer um cuidado à mais? Fazer uma personagem de época está sendo uma experiência maravilhosa e muito enriquecedora. Assim que eu soube que iria interpretar Celina na novela “Tempo de Amar”, comprei um caderno e estudei tudo sobre a época em que se passava a novela. Por exemplo, como era a mulher, a forma como as mulheres se portavam nas danças... porque minha personagem dança muito, (risos) e por isso requer um cuidado e estudo da postura da época muito grande. Na questão da fala, tem que ser tudo com muito cuidado, trabalhador orientado, por isso sempre tive esse suporte da equipe que trabalha na novela.



Sua personagem Celina em “Tempo de Amar” é romântica, dócil e sonhadora. Alguma coisa em comum com você? Minha personagem em Malhação, a Bárbara Carvalho, em comum só tínhamos o nome (Barbara), porque de resto não tinha nada. Atualmente a Celina tem algo sim em comum com a "Barbara" e seria a essência de menina. Trago isso em minha personalidade, mas ao mesmo tempo ela tem uma outra parte que contrapõe um lado mulher, e eu me identifico também. Além disso Celina é sonhadora, romântica e dócil que também fazem parte da minha personalidade. 

A mudança radical de visual foi difícil de encarar? Já se acostumou? Eu amei a mudança de visual, tive algumas reuniões com a equipe de produção da novela quando eu soube que ia cortar o cabelo. Sou muito interessada em cada detalhe das personagens em que interpreto, faz parte da composição e estar alinhada com a equipe da trama é fundamental para mim como profissional, principalmente por ser a primeira vez em que cortei o meu cabelo para um trabalho, o resultado ficou excelente. 


Falando em vaidade como cuida do corpo? Do que não abre mão na hora de cuidar da aparência? Eu sou uma mulher vaidosa, porém na medida, nunca fui escrava do padrão de beleza ideal que muitas vezes a sociedade impõe. Organicamente sou ativa, estou sempre em movimento, seja na academia quando tenho vontade de ir, ou fazer exercícios ao ar livre. Pratiquei muitos esportes como capoeira, ginástica olímpica, vôlei de praia e hoje em dia só consigo conciliar a academia dentro da rotina de gravação. Quando não tenho tempo de malhar, subo até o 9o andar de escada para estar sempre mantendo o corpo ativo. 

Sua personagem na novela vai viver um triângulo amoroso. Na vida real já passou por algo parecido? A Celina ela fica ali no meio do Arthur e do Vicente porque ela sempre foi muito apaixonada pelo Vicente e ele por ter sempre convivido muito com ela a vê como irmã e não como mulher. Porém quem gosta dela é o Arthur, e Celina também não dava muita bola para ele, mas isso começou a mudar (risos). Eu nunca vivi um triângulo amoroso, deve ser uma loucura, melhor viver só na ficção mesmo, na vida real eu não gostaria não (risos). 

O que um homem precisa ter para chamar sua atenção? Que qualidades te encanta? Eu sou uma exigente pra homens. Como sou uma mulher mais caseira, do dia, bem família, atualmente meu namorado me completa. Eu e Maurício (Pitanga) temos uma parceria muito bacana em relação à isto. Acredito ser importante também ter uma pessoa ao seu lado que entenda o seu trabalho, tenha um bom humor, leveza com tudo da vida, e que tenha os ideais parecidos com os meus. Sou uma mulher que preserva os valores familiares! Sempre que posso viajo com minha família, meus pais mesmo separados são muito amigos e sempre estamos juntos. 



E no relacionamento, ciúme na medida certa tempera a relação? Até que ponto? Ciúme é algo que devemos dosar na medida, mesmo sendo difícil algumas vezes, mas não impossível. Eu por ser atriz, jamais ia poder me relacionar com um cara extremamente ciumento, que não iria suportar me ver beijando outro ator na TV, cinema ou teatro. Eu escolhi ser atriz e é o que me dedico 100% todos os dias e todas as cenas seja de beijo ou de sexo serão sempre realizadas com muito profissionalismo. 

Você é mais do dia ou da noite? O que faz sua cabeça na hora de relaxar? Eu sou super do dia, adoro aproveitar o dia. Em dias de folga acordo cedo, vou para academia, a praia, cinema, adotei uma cachorrinha e levo ela pra passear. Gosto de cozinhar com meu namorado, também adoro uma festa, porém por ser mais caseira, seleciono bem quando saio. 

Estamos na época mais quente do ano. O que é perfeito para o verão? O que curte nessa época? Como sou uma pessoa do dia, eu amo o verão!! Amo o horário de verão, praia, cachoeira, chinelo, roupas leves e sempre que posso, jogo meu vôlei de praia! Realmente o verão faz super parte da minha vida! 



Verão, calor...e na hora de dormir, pouca roupa? Verão, calor, a gente que gosta de dormir fresquinho, roupas leves, shortinho, roupas fresquinhas.

Na praia maiô ou biquíni? Para os homens sunga ou bermudão? Eu uso biquíni, dificilmente na praia você vai me ver de maiô. Prefiro usar para um passeio ou tomar uma água de coco no calçadão. Meu recado para os homens, por favor, usem sunga, porque eu na minha humilde opinião acho feio aquela marca de short gigante (risos)! 

Quais os desejos para 2018? Meus desejos para 2018 é primeiro de tudo ter saúde. Normalmente sou mais de agradecer do que pedir, mas estou batalhando muito, plantando para colher e espero que venham muito mais trabalhos. Só tenho que agradecer a equipe que trabalha comigo, Barbara Breves minha assessora que mora em Miami, e cuida de mim incrivelmente de lá e minha Empresaria Ju Pedrosa. A novela acaba em 2018 e estou sempre me dedicando a cada personagem e assim poder continuar levando para cada telespectador uma emoção diferente. Tenho só que agradecer à todos da novela pela oportunidade mais uma vez, desde a produção, passando pela caracterização, direção e autores da novela. Estou foçada na minha carreira na emissora e dando o meu melhor a cada dia.



Fotos Sergio Bochert
Styling Erick Maia
Beleza Walter Lobato
Assist. Junior Moraes