A Vespa surgiu na Itália no pós II Guerra Mundial fabricada pela Piaggio e até hoje continua a ser produzida em larga escala. Como muitos países europeus, a Itália pós-guerra enfrentava grave crise econômica, dessa forma a Vespa proporcionava um meio de transporte barato à população, daí sua popularidade. Uma das maiores características e vantagens da Vespa acabava sendo sua robustez, elegância e simplicidade, além da facilidade de conduzi-la e da possibilidade de um “carona”. Muito tempo e modelos depois a Piaggio lança a versão 946, trazendo modernidade e saudosismo.
Desenvolvida pelo Centro de Design de Pontedera, na província de Pisa na Itália, a Vespa 946 une a história da marca, a tecnologia de ponta e a consciência ambiental do presente. O designer é responsabilidade de Miguel Galluzi e se traduz em um acabamento longo, leve e básico com banco inclinado para cima e para fora como uma asa, e a frente inclinada para fora em sua base. A curvatura do guidão, o formato do banco e os ângulos dos retrovisores apresentam o clássico design europeu, assim como as opções de cores – Montebianco (branca), com detalhes em vermelho, e Nero Lucido (preta), com detalhes em cinza.
Bem equipada e mais avançada tecnologicamente dos modelos anteriores a 946 tem design, charme, agilidade e não faz barulho. Inspirada no modelo mp6, de 1946, a 946 é mais leve, traz referências a uma linha italiana clássica, mas não pertence a essa categoria. A velocidade máxima chega a 92 km/h, mas os 11 cavalos de potência e o motor de 150 cc levam bem duas pessoas. Não há de se ter pressa em um clássico europeu, concordam? Se você ficou interessado, corra! Serão fabricados apenas 3,6 mil unidades dessa Vespa edição limitada. E o valor será em torno de US$ 9,9 mil.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
MUSA INTERNACIONAL: A estrela pop Rihanna posa nua e provoca o mundo todo
Toda diva pop que se presa é ousada, provocante e para completar o pacote, abusa da sensualidade. Especialmente quando ela posa nua e chama atenção de todo mundo. Foi o que fez essa semana a cantora Rihanna, que aos 26 anos é atualmente a mulher mais sexy do showbusiness, ao divulgar suas fotos para a clássica revista francesa LUI.
As fotos feitas em Barbados pelo fotógrafo Mario Sorrenti foram divulgadas no Twitter da própria Rihanna provocando um “apagão” no site da LUI diante da procura. Não é por menos, as quentíssimas fotos estão dando o que falar por mostrar uma Rihanna provocante e ousada em poses e atitudes para deixar Madonna com inveja. Confira alguns clicks liberados pela estrela e tire suas próprias conclusões.
As fotos feitas em Barbados pelo fotógrafo Mario Sorrenti foram divulgadas no Twitter da própria Rihanna provocando um “apagão” no site da LUI diante da procura. Não é por menos, as quentíssimas fotos estão dando o que falar por mostrar uma Rihanna provocante e ousada em poses e atitudes para deixar Madonna com inveja. Confira alguns clicks liberados pela estrela e tire suas próprias conclusões.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
ESTILO: O Brasil está na moda e inspira a coleção Nike Football Club
A partir de maio os fanáticos por futebol poderão se sentir parte do “clube” assim como Neymar, Ronaldo e Ronaldinho através da nova coleção da Nike chamada Nike Football Club. A novidade foi divulgada semana passada em Madri, durante o evento esportivo chamado Innovation Summit, em comemoração aos 20 anos da marca dedicados ao futebol.
E a inspiração para essa coleção partiu com clube secreto formato pelos craques citados acima. As peças em sua maioria são em preto e branco, e com os detalhes em dourado. O slogan em português “Sem risco não há vitória” vem em destaque em alguns produtos. A coleção é composta por camisetas, moletons, parkas e tênis. Segundo Martin Lotti, diretor criativo global de futebol da Nike: “Estávamos esperando há muito tempo por esse momento de Copa no Brasil, um país obcecado por futebol”.
Nike também criou uma coleção especial para os jogadores vestirem em vários momentos durante o torneio. Coleção apelidada de "atleta viagem", e supervisionada por Martin Lott. "O objetivo geral foi o de criar peças icônicas e memoráveis para os jogadores usarem todo o seu tempo no Brasil", disse Lotti. "Este é o maior momento de suas carreiras no futebol; queríamos entregar aos jogadores o nosso melhor produto para ajudá-los a realizar o seu melhor no campo e inspirá-los off-campo."
Na mesma ocasião a Nike apresentou a tecnologia de seus produtos focados na Copa do mundo, que são camisas da seleção com secagem 56% rápida e 60% mais leves que a anterior, e o mais interessante, cada camisa levou 18 garrafas PET em sua trama. Ou seja, algo totalmente sustentável. Para ajustar melhor aos jogadores, a empresa escaneou o corpo de cada um para que ficasse perfeitamente ajustada neles. Segundo Martin, “A única coisa que falta nessa camisa é a sexta estrela”.
Outro destaque na apresentação foi a sensação da marca, a chuteira Magista. Que levou quatro anos para sua fabricação. Com seu cano médio que lembra uma meia acoplada, ela funciona como extensão do jogador resultando em melhor caimento e tração. Fruto de uma pesquisa direta com os atletas para saber o que eles esperavam calçar em campo, a Magista tem feito sucesso e tem tudo para chamar atenção nessa Copa.
Confira abaixo o vídeo de divulgação do Nike Football Club:
E a inspiração para essa coleção partiu com clube secreto formato pelos craques citados acima. As peças em sua maioria são em preto e branco, e com os detalhes em dourado. O slogan em português “Sem risco não há vitória” vem em destaque em alguns produtos. A coleção é composta por camisetas, moletons, parkas e tênis. Segundo Martin Lotti, diretor criativo global de futebol da Nike: “Estávamos esperando há muito tempo por esse momento de Copa no Brasil, um país obcecado por futebol”.
Nike também criou uma coleção especial para os jogadores vestirem em vários momentos durante o torneio. Coleção apelidada de "atleta viagem", e supervisionada por Martin Lott. "O objetivo geral foi o de criar peças icônicas e memoráveis para os jogadores usarem todo o seu tempo no Brasil", disse Lotti. "Este é o maior momento de suas carreiras no futebol; queríamos entregar aos jogadores o nosso melhor produto para ajudá-los a realizar o seu melhor no campo e inspirá-los off-campo."
Na mesma ocasião a Nike apresentou a tecnologia de seus produtos focados na Copa do mundo, que são camisas da seleção com secagem 56% rápida e 60% mais leves que a anterior, e o mais interessante, cada camisa levou 18 garrafas PET em sua trama. Ou seja, algo totalmente sustentável. Para ajustar melhor aos jogadores, a empresa escaneou o corpo de cada um para que ficasse perfeitamente ajustada neles. Segundo Martin, “A única coisa que falta nessa camisa é a sexta estrela”.
Outro destaque na apresentação foi a sensação da marca, a chuteira Magista. Que levou quatro anos para sua fabricação. Com seu cano médio que lembra uma meia acoplada, ela funciona como extensão do jogador resultando em melhor caimento e tração. Fruto de uma pesquisa direta com os atletas para saber o que eles esperavam calçar em campo, a Magista tem feito sucesso e tem tudo para chamar atenção nessa Copa.
Confira abaixo o vídeo de divulgação do Nike Football Club:
sexta-feira, 25 de abril de 2014
ENTREVISTA: Sergio Santoian e o projeto Ophelia em três tempos
Sergio Santoian, ou Serginho, como é carinhosamente chamado por todos, é daqueles meninos grandes com alma de criança. Tem doçura na alma, crença na vida e nas pessoas, romântico e apaixonado se entrega com prazer ao que se determina fazer, não à toa quando faz, faz mais que bem feito. Serginho é “prata da casa”, não negamos, mas a razão de estar aqui e ser hoje nossa capa (depois de fotografar tantas delas) é mérito próprio, é pela criatividade de ter criado um projeto que já ganhou ruas e pessoas sendo destaque em algumas mídias de renome nacional. É porque a MENSCH acredita que talento deve ser celebrado e que histórias como a dele devem ser contadas para servirem de inspiração. Conheçam o fotógrafo por trás das câmeras, o ator à frente do Projeto Ophelia.
Primeiro veio a paixão pelo teatro e depois pela fotografia. Como surgiu uma e outra? Minha paixão pelo teatro veio meio que do nada. Na verdade eu acho que a gente já nasce com esse "bichinho" e a vida se encarrega de te dar um estalo em algum momento. No meu caso o estalo veio assistindo a uma cena de "Dona Flor e seus dois maridos". Achei incrível ver o Edson Celulari de Vadinho logo após ter visto um outro trabalho dele em que estava completamente diferente.
Lembro que instantes depois de ver a cena passei a mão no telefone da casa da minha avó e liguei pra telefonista pedindo o número do teatro mais próximo da minha casa. Ela me passou o telefone do teatro Miguel Falabella. Depois de uns dias fui lá e fiz minha inscrição. Fiz sem ter a mínima noção de nada. Sem saber, de fato, o que faria ali. Fiz minha inscrição e ali comecei uma carreira que hoje tem 15 anos, além de ter feito amigos pra toda vida.
Já a fotografia apareceu de surpresa na minha vida. Nunca pensei em ser fotógrafo. Fiquei desempregado como ator e fui buscar alguma coisa artística que pudesse me dar um dinheiro. Alguma coisa em que as pessoas "dependessem" do meu trabalho e não eu do trabalho delas, como acontece sempre com os atores nos testes. Foi aí que vi na fotografia uma oportunidade. Pois sempre via os fotógrafos fazendo algo mais voltado pra moda com os atores, o que foge do que os produtores de elenco sempre pedem, que é uma coisa mais crua, mais a pessoa mesmo sem firula. Então resolvi arriscar por esse caminho: fotografar atores, colocar um olhar de ator na fotografia. Graças a Deus funcionou. Não foi fácil. Aprendi na marra, indo pra rua fotografar estátua pra ver sombras provocadas pelo sol. Saindo com tempo nublado pra ver o efeito que a ausência do sol causaria nas fotos e por aí vai...A fotografia me pegou de jeito e desde então andamos lado a lado. Quase uma espécie de Dona Flor e seus dois maridos: de um lado o teatro e todo um olhar de ator que desenvolvi durante anos. Do outro, a fotografia que alimenta a minha alma e me possibilita colocar todo meu olhar artístico pra fora e trabalhar com pessoas que nunca pensei que fosse trabalhar um dia.
Onde fotografia e teatro se misturam? Nas composições. É muito diferente, por exemplo, o trabalho de um fotógrafo que faz moda do trabalho do cara que faz fotojornalismo, do trabalho que eu faço. Não tô falando que é melhor ou pior. Uma coisa é apenas diferente da outra. As minhas fotos sempre terão uma carga dramática, sempre lembrarão uma cena. É como se fosse uma assinatura involuntária de toda vivência que está em mim e do gosto artístico que desenvolvi durante os anos.
Você é um jovem fotógrafo autodidata. Pensa em fazer cursos para aprimorar a técnica? Não vou dizer que nunca vá fazer. Vai que um cara que eu super admiro dá um workshop! Mas, só se for assim! Curso regular, com professor falando, não. O melhor curso, pra mim, é sair todo dia com a câmera por ai e enfrentar as mais diversas situações na hora de clicar. Eu gosto do risco de poder não dar certo, gosto que o improviso faça parte do meu trabalho.
O que busca com a fotografia? Tanta coisa! Conhecer cada vez mais pessoas. Colocar pra fora minha visão do mundo e das pessoas que chegam até mim nele. Reinventar-se a cada dia. Me desafiar. Me permitir, seja lá o que for.
E o que encontra naturalmente? Tudo que eu falei anteriormente. Quando a gente faz o que ama, as coisas simplesmente vão acontecendo, sem esforço, sem pressão. É só trabalhar e se dedicar. Assim, todas as suas metas e objetivos acontecem naturalmente.
Como extrai o melhor de cada um que posa pra você? Tento deixar o ambiente das fotos o mais descontraído possível. Ser fotografado pode parecer uma coisa fácil, mas não é. Precisa ser um momento de entrega e confiança total. É uma troca entre a pessoa que está na frente da câmera e eu. Por isso converso muito, brinco muito e tento deixar a pessoa a vontade. Assim, estando relaxada, a pessoa se entrega por completo, sem crítica, sem cobrança consigo mesma...E ai a coisa flui.
"Pai, mãe vou fazer teatro". Como foi a reação dos seus pais quando anunciou sua vontade? "Você é maluco." Foi a única coisa que escutei. Mas ao mesmo tempo em que tinha essa insegurança por parte deles, sempre tive muito apoio também. Meu pai saía do trabalho pra me levar e me buscar em vários cursos. Com certeza, se não fosse por eles e por tudo que investiram em mim eu não estaria dando essa entrevista hoje aqui pra vocês.
Como nasceu o projeto Ophelia? Hamlet sempre foi muito presente na minha vida desde quando comecei a estudar teatro. O auge do "fanatismo" pela história veio quando terminei minha faculdade como ator e fiz a monografia sobre esses personagens tão complexos. Quando me tornei fotógrafo, com o passar do tempo, fui clicando cada vez mais celebridades. Meu trabalho então ficou conhecido um pouco por fotografar essas pessoas com destaque na mídia. Claro que isso é bom e seria hipocrisia dizer que não gosto de fotografar o cara que vejo na novela todo dia. Mas, como a fotografia apareceu na minha vida como uma segunda opção de trabalho artístico e acabou me arrebatando, tomando todo meu tempo pra ela, decidi que não poderia permitir que meu trabalho ficasse reconhecido somente a partir das pessoas que fotografo. Queria um projeto com uma assinatura estética, que unisse ao mesmo tempo o Sérgio ator e o Sérgio fotógrafo e que ficasse conhecido pelo conceito, não por quem fosse participar dele.
Então comecei o projeto fazendo versões para a morte da personagem Ophelia apenas com atores desconhecidos do grande público. Graças a Deus o projeto ganhou força e aconteceu da forma que eu queria: ele cresceu pelo mérito que tem e não por quem estava ou não nele. Graças a essa força que o projeto tomou pude passar para outra fase dele: chamar então pessoas conhecidas pela mídia, artistas que sempre tive vontade de trabalhar como Ney Matogrosso, Miguel Falabella, Mateus Solano, Thiago Fragoso e Alexandre Nero entre tantos outros, pois nesse momento o projeto tinha vida própria e não dependeria da imagem de ninguém para sobreviver, apenas para fortalecer, como vem acontecendo.
Sou muito grato a cada um que se propôs a posar pra mim nesse projeto, tanto os atores não tão conhecidos, quanto aos conhecidos por todo país. Sem eles, sem a entrega deles, nada disso seria possível.
Vale lembrar que o projeto Ophelia se desdobra ainda em 3 partes:
1- exposições + livro; 2 - peça (que estou dirigindo); 3- curta metragem
E por que Ophelia para tema? Por ser um babaca que acredita que o amor é a salvação para humanidade. Por identificar esse amor nessa personagem. Por gostar do trágico. Por achar lindo o amor enlouquecer alguém que só tem como liberdade a morte.
Um monte de gente já se tornou uma Ophelia. Como os convenceu? (risos) Olha, no começo era meio difícil, por conta de muitas fotos terem nudez, serem na lama e tal... Mas graças a Deus fotografo atores, e qual ator que não gosta de se jogar numa nova experiência? Acho que deu certo porque agora recebo um monte de pedido de gente querendo ser Ophelia (risos). Fico feliz demais!
Como vê todo o sucesso que o projeto vem tendo? Sabe quando parece que você está sonhando? Pois é... Tipo isso! Muito, muito feliz mesmo de ver que o esforço vale a pena. De ver que a entrega de cada um que participou do projeto é super reconhecida. Mais feliz ainda de ter a certeza que fazer o novo e arriscar sem medo sempre vale a pena.
Além das exposições vem livro e peça, já tem ideia de quando estreia nos palcos? Sim! Estamos ensaiando. Quem fará a Ophelia nos palcos será o ator Tiago Martelli, que é de São Paulo e está no Rio de Janeiro para fazer o espetáculo. A peça estreia no segundo semestre desse ano.
Depois de Ophelia já sabe o que vem por aí? Sim! Mais uma personagem Shakespeariana: Julieta! "Sonhos de Julieta" Mas só pro ano que vem, antes preciso de férias (risos)
Soube que uma editora de revista vai posar pra você, preparado pra essa responsabilidade? (risos) (risos) Super preparado. E olha que ainda a deixo nua e a jogo na lama pra fazer Ophelia, hein (risos)
Primeiro veio a paixão pelo teatro e depois pela fotografia. Como surgiu uma e outra? Minha paixão pelo teatro veio meio que do nada. Na verdade eu acho que a gente já nasce com esse "bichinho" e a vida se encarrega de te dar um estalo em algum momento. No meu caso o estalo veio assistindo a uma cena de "Dona Flor e seus dois maridos". Achei incrível ver o Edson Celulari de Vadinho logo após ter visto um outro trabalho dele em que estava completamente diferente.
Lembro que instantes depois de ver a cena passei a mão no telefone da casa da minha avó e liguei pra telefonista pedindo o número do teatro mais próximo da minha casa. Ela me passou o telefone do teatro Miguel Falabella. Depois de uns dias fui lá e fiz minha inscrição. Fiz sem ter a mínima noção de nada. Sem saber, de fato, o que faria ali. Fiz minha inscrição e ali comecei uma carreira que hoje tem 15 anos, além de ter feito amigos pra toda vida.
Já a fotografia apareceu de surpresa na minha vida. Nunca pensei em ser fotógrafo. Fiquei desempregado como ator e fui buscar alguma coisa artística que pudesse me dar um dinheiro. Alguma coisa em que as pessoas "dependessem" do meu trabalho e não eu do trabalho delas, como acontece sempre com os atores nos testes. Foi aí que vi na fotografia uma oportunidade. Pois sempre via os fotógrafos fazendo algo mais voltado pra moda com os atores, o que foge do que os produtores de elenco sempre pedem, que é uma coisa mais crua, mais a pessoa mesmo sem firula. Então resolvi arriscar por esse caminho: fotografar atores, colocar um olhar de ator na fotografia. Graças a Deus funcionou. Não foi fácil. Aprendi na marra, indo pra rua fotografar estátua pra ver sombras provocadas pelo sol. Saindo com tempo nublado pra ver o efeito que a ausência do sol causaria nas fotos e por aí vai...A fotografia me pegou de jeito e desde então andamos lado a lado. Quase uma espécie de Dona Flor e seus dois maridos: de um lado o teatro e todo um olhar de ator que desenvolvi durante anos. Do outro, a fotografia que alimenta a minha alma e me possibilita colocar todo meu olhar artístico pra fora e trabalhar com pessoas que nunca pensei que fosse trabalhar um dia.
Onde fotografia e teatro se misturam? Nas composições. É muito diferente, por exemplo, o trabalho de um fotógrafo que faz moda do trabalho do cara que faz fotojornalismo, do trabalho que eu faço. Não tô falando que é melhor ou pior. Uma coisa é apenas diferente da outra. As minhas fotos sempre terão uma carga dramática, sempre lembrarão uma cena. É como se fosse uma assinatura involuntária de toda vivência que está em mim e do gosto artístico que desenvolvi durante os anos.
Você é um jovem fotógrafo autodidata. Pensa em fazer cursos para aprimorar a técnica? Não vou dizer que nunca vá fazer. Vai que um cara que eu super admiro dá um workshop! Mas, só se for assim! Curso regular, com professor falando, não. O melhor curso, pra mim, é sair todo dia com a câmera por ai e enfrentar as mais diversas situações na hora de clicar. Eu gosto do risco de poder não dar certo, gosto que o improviso faça parte do meu trabalho.
O que busca com a fotografia? Tanta coisa! Conhecer cada vez mais pessoas. Colocar pra fora minha visão do mundo e das pessoas que chegam até mim nele. Reinventar-se a cada dia. Me desafiar. Me permitir, seja lá o que for.
E o que encontra naturalmente? Tudo que eu falei anteriormente. Quando a gente faz o que ama, as coisas simplesmente vão acontecendo, sem esforço, sem pressão. É só trabalhar e se dedicar. Assim, todas as suas metas e objetivos acontecem naturalmente.
Como extrai o melhor de cada um que posa pra você? Tento deixar o ambiente das fotos o mais descontraído possível. Ser fotografado pode parecer uma coisa fácil, mas não é. Precisa ser um momento de entrega e confiança total. É uma troca entre a pessoa que está na frente da câmera e eu. Por isso converso muito, brinco muito e tento deixar a pessoa a vontade. Assim, estando relaxada, a pessoa se entrega por completo, sem crítica, sem cobrança consigo mesma...E ai a coisa flui.
"Pai, mãe vou fazer teatro". Como foi a reação dos seus pais quando anunciou sua vontade? "Você é maluco." Foi a única coisa que escutei. Mas ao mesmo tempo em que tinha essa insegurança por parte deles, sempre tive muito apoio também. Meu pai saía do trabalho pra me levar e me buscar em vários cursos. Com certeza, se não fosse por eles e por tudo que investiram em mim eu não estaria dando essa entrevista hoje aqui pra vocês.
Como nasceu o projeto Ophelia? Hamlet sempre foi muito presente na minha vida desde quando comecei a estudar teatro. O auge do "fanatismo" pela história veio quando terminei minha faculdade como ator e fiz a monografia sobre esses personagens tão complexos. Quando me tornei fotógrafo, com o passar do tempo, fui clicando cada vez mais celebridades. Meu trabalho então ficou conhecido um pouco por fotografar essas pessoas com destaque na mídia. Claro que isso é bom e seria hipocrisia dizer que não gosto de fotografar o cara que vejo na novela todo dia. Mas, como a fotografia apareceu na minha vida como uma segunda opção de trabalho artístico e acabou me arrebatando, tomando todo meu tempo pra ela, decidi que não poderia permitir que meu trabalho ficasse reconhecido somente a partir das pessoas que fotografo. Queria um projeto com uma assinatura estética, que unisse ao mesmo tempo o Sérgio ator e o Sérgio fotógrafo e que ficasse conhecido pelo conceito, não por quem fosse participar dele.
Então comecei o projeto fazendo versões para a morte da personagem Ophelia apenas com atores desconhecidos do grande público. Graças a Deus o projeto ganhou força e aconteceu da forma que eu queria: ele cresceu pelo mérito que tem e não por quem estava ou não nele. Graças a essa força que o projeto tomou pude passar para outra fase dele: chamar então pessoas conhecidas pela mídia, artistas que sempre tive vontade de trabalhar como Ney Matogrosso, Miguel Falabella, Mateus Solano, Thiago Fragoso e Alexandre Nero entre tantos outros, pois nesse momento o projeto tinha vida própria e não dependeria da imagem de ninguém para sobreviver, apenas para fortalecer, como vem acontecendo.
Sou muito grato a cada um que se propôs a posar pra mim nesse projeto, tanto os atores não tão conhecidos, quanto aos conhecidos por todo país. Sem eles, sem a entrega deles, nada disso seria possível.
Vale lembrar que o projeto Ophelia se desdobra ainda em 3 partes:
1- exposições + livro; 2 - peça (que estou dirigindo); 3- curta metragemE por que Ophelia para tema? Por ser um babaca que acredita que o amor é a salvação para humanidade. Por identificar esse amor nessa personagem. Por gostar do trágico. Por achar lindo o amor enlouquecer alguém que só tem como liberdade a morte.
Um monte de gente já se tornou uma Ophelia. Como os convenceu? (risos) Olha, no começo era meio difícil, por conta de muitas fotos terem nudez, serem na lama e tal... Mas graças a Deus fotografo atores, e qual ator que não gosta de se jogar numa nova experiência? Acho que deu certo porque agora recebo um monte de pedido de gente querendo ser Ophelia (risos). Fico feliz demais!
Como vê todo o sucesso que o projeto vem tendo? Sabe quando parece que você está sonhando? Pois é... Tipo isso! Muito, muito feliz mesmo de ver que o esforço vale a pena. De ver que a entrega de cada um que participou do projeto é super reconhecida. Mais feliz ainda de ter a certeza que fazer o novo e arriscar sem medo sempre vale a pena.
Além das exposições vem livro e peça, já tem ideia de quando estreia nos palcos? Sim! Estamos ensaiando. Quem fará a Ophelia nos palcos será o ator Tiago Martelli, que é de São Paulo e está no Rio de Janeiro para fazer o espetáculo. A peça estreia no segundo semestre desse ano.
Depois de Ophelia já sabe o que vem por aí? Sim! Mais uma personagem Shakespeariana: Julieta! "Sonhos de Julieta" Mas só pro ano que vem, antes preciso de férias (risos)
Soube que uma editora de revista vai posar pra você, preparado pra essa responsabilidade? (risos) (risos) Super preparado. E olha que ainda a deixo nua e a jogo na lama pra fazer Ophelia, hein (risos)
quinta-feira, 24 de abril de 2014
AVENTURA: O grande salto do maior prédio do mundo quebra recorde e entre para o Guinness Book
A equipe do Skydive Dubai, que conta com o apoio da Emirates Aero Sports Federation, é uma das principais do mundo. Desde o lançamento da Skydive Dubai em 2010, eles deram uma plataforma para os atletas irem treinando duro até alcançarem seus sonhos, que era quebrar o Recorde Mundial do Guinness como maior salto em uma edificação.
O salto só foi possível com a construção de uma plataforma de 3m X 1m no topo do edifício, que foi levara de helicóptero, e por si só já era uma tarefa das mais emocionantes. A estrutura levou um total de três dias para a instalação devido aos desafios enfrentados por conta do tempo limitado para sua construção. Ao longo desse tempo todas as medidas de segurança cabíveis foram postas em prática para garantir que a plataforma não fosse danificada.
"Como sempre, a Skydive Dubai se orgulha do registro de segurança de 100% e o Salto Burj Khalifa não é exceção", disse Alan Gayton, Gerente Geral da Skydive Dubai, The Drop Zone Palm. "Este sucesso deve-se ao método de treinamento que nós sempre seguimos e da dedicação de 100% de todos os que trabalham neste projeto".
Skydive Dubai e The Burj Khalifa são símbolos de excepcional crescimento de Dubai, nos últimos 30 anos, bem como um exemplo de International Corporation e do excepcional talento humano. Em breve toda a aventura irá virar um documentário criado pela Dubai Film Production em associação com a Skydive Dubai.
Agora o melhor é assistir ao incrível salto:
quarta-feira, 23 de abril de 2014
GASTRONOMIA: ODE AO MAR - Restaurantes que trazem especiarias do mar viram reduto dos apreciadores da boa gastronomia
Seja pelo prazer de cozinhar – e de comer – o homem, ao longo da história da gastronomia, tem aliado novas técnicas à tecnologia para elevar as matérias-primas a um ponto em que a qualidade destes ingredientes sejam apreciadas em sua melhor performance. Para tanto, cozinheiros, chefs ou mesmo empresários têm contribuído efetivamente com inovações que enaltecem as virtudes e os sabores naturais dos alimentos, sejam cozidos ou crus.
Situado no hot point dos esportes náuticos no Recife, o restaurante Azu, no Cabanga Iate Clube, também é reduto dos que apreciam a boa gastronomia. Frequentado por velejadores e amantes dos esportes náuticos, o Cabanga Iate Club tornou-se também reduto dos amantes da boa mesa. Em um dos locais mais privilegiados do centro do Recife, às margens da Bacia do Pina, está situado o restaurante AZÚ. A casa não poderia ter sido batizada de forma mais poética: de sua agradável varanda mira-se não só o céu, que se estende além-mar como um painel exuberante, mas vê-se o movimento dos barcos que saem a passeio oceano adentro.
Além do envolvente clima náutico, o restaurante que está há pouco mais de um ano sob o comando de renomados chefs de cozinha - Biba Fernandes (do restaurante peruano Chiwake) e Jeff Colas (do franco-pernambucano Maison Bonfim) – ganhou caráter gastronômico. Lá se pratica um misto entre uma culinária praieira, alguns pratos regionais com toque contemporâneo e tradicional “cozinha de clube”. “Tínhamos que valorizar a paisagem com pratos à altura, sem deixar de atender a todos os gostos”, argumenta Biba que divide a criação dos pratos com o parceiro Jeff.
A carta do mar oferece de entradinhas típicas como ostras frescas e agulhas fritas. As moquecas - servidas em panelas de barro, compradas e escolhidas a dedo pelo chef em Vitória (Espírito Santo) - estão entre os carros chefs da casa e podem ser encontradas nas versões peixe, lagosta e mista. O prato vem guarnecido de arroz, farofa e pirão. Já a Lagosta grelhada com arroz de lula faz a alegria de quem aprecia comer frutos do mar em seu correto ponto de cocção – ainda molhado e macio.
Outra boa pedida é o Plateau de frutos do mar, composto de peixe, lula, polvo, camarão e lagosta frescos, servidos em chapa de pedra-sabão. Já dentro do universo regional estão enfileirados no menu escondidinho, arrumadinho, sarapatel, entre outros clássicos reeditados com toque dos chefs. Durante a semana são oferecidos seis opções de pratos executivos – para quem deseja almoço rápido sem perder o conforto. A carta de vinhos é enxuta, mas agrada os que não abrem mão de acompanhar as refeições sempre com um bom rótulo.
O MAR ESTÁ PARA PEIXE
Tratado como iguaria em terras japonesas, o sashimi de lagosta viva é prova de que é possível trazer à mesa experiência gustativa ímpar com produtos extremamente frescos. O prato que tem gerado muito buchicho é o “porta-estandarte” da Casa do Mar – uma mistura de restaurante e butique de pescados e frutos do mar na localidade de Brasília Teimosa, bairro do Pina (Recife) – comandada pelos empresários Guilherme Menezes e Hugo Bahamondes.
São eles os responsáveis por importar para Pernambuco a tecnologia capaz de simular um ambiente marítimo ideal para o confinamento de frutos do mar.“Resolvemos investir em tanques utilizados em países da Ásia e Europa para manter nossas oferecer lagostas, camarões, mexilhões, ostras, etc. Este é nosso diferencial”, ressalta Guilherme sobre a estrutura montada, capaz de manter cerca de uma tonelada moluscos e crustáceos vivos. “Como a pesca de lagosta sofre restrições na época do defeso – de dezembro a maio – somos proibidos de comprar lagostas. Por isso, procuramos fazer estoque para que passemos desta fase sem deixar de ter na casa”, comenta a sócia e engenheira de alimentos Priscilla Flores sobre a sazonalidade. “Já nossos peixes são conservados no gelo que mantém sua característica e frescor por 3 dias”, explica. Além de camurim, dourado, cavala, cioba, entre os mais típicos, também é oferecido a preço competitivo a pescada austral, um raro exemplar saborosíssimo, trazido das águas geladas do Pacífico.
Diante da oferta de ingredientes de primeira, a Casa do Mar tornou-se não só o paraíso dos cozinheiros de plantão e dos chefs de cozinha criteriosos, mas o local favorito de curiosos comensais. Aliada à butique foi criada uma pequena cozinha, comandada pelo o chef Paolo Salvadori. No salão, com capacidade para 15 pessoas, as poucas mesas dividem o espaço com os freezers e tanques sortidos. O menu é enxuto, porém traduz na prática o conceito de cozinhar privilegiando o frescor e o sabor.
Figuram no cardápio entradinhas como ceviche de camarão, tilápia e lagosta. Pratos da cozinha mediterrânea como salada de polvo, camarões flambados, espagueti com lambreta ou frutos do mar. A pescada austral é servida com gergelim e legumes salteados. Os peixes também podem ser acompanhados por risoto de polvo e tinta de lula. Os mexilhões podem ser preparados ao vinho branco ou gratinados, como o freguês desejar. O cliente ainda tem a chance de escolher nos tanques o que vem ao prato, como as desejadas ostras e o já falado sashimi de lagosta fresca, que na boca apresenta textura firme e gelatinosa, com sabor e aroma marinho sutil. Este é o ponto de partida!
Situado no hot point dos esportes náuticos no Recife, o restaurante Azu, no Cabanga Iate Clube, também é reduto dos que apreciam a boa gastronomia. Frequentado por velejadores e amantes dos esportes náuticos, o Cabanga Iate Club tornou-se também reduto dos amantes da boa mesa. Em um dos locais mais privilegiados do centro do Recife, às margens da Bacia do Pina, está situado o restaurante AZÚ. A casa não poderia ter sido batizada de forma mais poética: de sua agradável varanda mira-se não só o céu, que se estende além-mar como um painel exuberante, mas vê-se o movimento dos barcos que saem a passeio oceano adentro.
Além do envolvente clima náutico, o restaurante que está há pouco mais de um ano sob o comando de renomados chefs de cozinha - Biba Fernandes (do restaurante peruano Chiwake) e Jeff Colas (do franco-pernambucano Maison Bonfim) – ganhou caráter gastronômico. Lá se pratica um misto entre uma culinária praieira, alguns pratos regionais com toque contemporâneo e tradicional “cozinha de clube”. “Tínhamos que valorizar a paisagem com pratos à altura, sem deixar de atender a todos os gostos”, argumenta Biba que divide a criação dos pratos com o parceiro Jeff.
A carta do mar oferece de entradinhas típicas como ostras frescas e agulhas fritas. As moquecas - servidas em panelas de barro, compradas e escolhidas a dedo pelo chef em Vitória (Espírito Santo) - estão entre os carros chefs da casa e podem ser encontradas nas versões peixe, lagosta e mista. O prato vem guarnecido de arroz, farofa e pirão. Já a Lagosta grelhada com arroz de lula faz a alegria de quem aprecia comer frutos do mar em seu correto ponto de cocção – ainda molhado e macio.
Outra boa pedida é o Plateau de frutos do mar, composto de peixe, lula, polvo, camarão e lagosta frescos, servidos em chapa de pedra-sabão. Já dentro do universo regional estão enfileirados no menu escondidinho, arrumadinho, sarapatel, entre outros clássicos reeditados com toque dos chefs. Durante a semana são oferecidos seis opções de pratos executivos – para quem deseja almoço rápido sem perder o conforto. A carta de vinhos é enxuta, mas agrada os que não abrem mão de acompanhar as refeições sempre com um bom rótulo.
O MAR ESTÁ PARA PEIXE
Tratado como iguaria em terras japonesas, o sashimi de lagosta viva é prova de que é possível trazer à mesa experiência gustativa ímpar com produtos extremamente frescos. O prato que tem gerado muito buchicho é o “porta-estandarte” da Casa do Mar – uma mistura de restaurante e butique de pescados e frutos do mar na localidade de Brasília Teimosa, bairro do Pina (Recife) – comandada pelos empresários Guilherme Menezes e Hugo Bahamondes.
São eles os responsáveis por importar para Pernambuco a tecnologia capaz de simular um ambiente marítimo ideal para o confinamento de frutos do mar.“Resolvemos investir em tanques utilizados em países da Ásia e Europa para manter nossas oferecer lagostas, camarões, mexilhões, ostras, etc. Este é nosso diferencial”, ressalta Guilherme sobre a estrutura montada, capaz de manter cerca de uma tonelada moluscos e crustáceos vivos. “Como a pesca de lagosta sofre restrições na época do defeso – de dezembro a maio – somos proibidos de comprar lagostas. Por isso, procuramos fazer estoque para que passemos desta fase sem deixar de ter na casa”, comenta a sócia e engenheira de alimentos Priscilla Flores sobre a sazonalidade. “Já nossos peixes são conservados no gelo que mantém sua característica e frescor por 3 dias”, explica. Além de camurim, dourado, cavala, cioba, entre os mais típicos, também é oferecido a preço competitivo a pescada austral, um raro exemplar saborosíssimo, trazido das águas geladas do Pacífico.
Diante da oferta de ingredientes de primeira, a Casa do Mar tornou-se não só o paraíso dos cozinheiros de plantão e dos chefs de cozinha criteriosos, mas o local favorito de curiosos comensais. Aliada à butique foi criada uma pequena cozinha, comandada pelo o chef Paolo Salvadori. No salão, com capacidade para 15 pessoas, as poucas mesas dividem o espaço com os freezers e tanques sortidos. O menu é enxuto, porém traduz na prática o conceito de cozinhar privilegiando o frescor e o sabor.
Figuram no cardápio entradinhas como ceviche de camarão, tilápia e lagosta. Pratos da cozinha mediterrânea como salada de polvo, camarões flambados, espagueti com lambreta ou frutos do mar. A pescada austral é servida com gergelim e legumes salteados. Os peixes também podem ser acompanhados por risoto de polvo e tinta de lula. Os mexilhões podem ser preparados ao vinho branco ou gratinados, como o freguês desejar. O cliente ainda tem a chance de escolher nos tanques o que vem ao prato, como as desejadas ostras e o já falado sashimi de lagosta fresca, que na boca apresenta textura firme e gelatinosa, com sabor e aroma marinho sutil. Este é o ponto de partida!
terça-feira, 22 de abril de 2014
CINEMA: A pele nua de Scarlett Johansson no filme "Sob a Pele"
Umas das estrelas mais estonteantes do cinema atual, considerada a mulher mais sexy do mundo atualmente pela revista Esquire (no ano passado), e um diretor de cinema ousado resultou num dos filmes cults mais aguardados desse semestre. “Sob a Pele” (Under The Skin), baseado no livro do escritor Michael Faber, é uma ficção científica que traz a atriz Scarlett Johansson no papel de uma alienígena que assume a forma humana para seduzir e matar homens nas ruas da Escócia. Porém, durante sua caçada, ela acaba descobrindo uma porção de humanidade em si e começa a questionar seus atos.
Até aí nada demais, apenas mais um filme de ficção com extraterrestres. Engano seu meu caro, o que repercutiu na mídia internacional foi o fato da bela Scarlett aparecer totalmente nua em cena. Segundo relato da própria atriz em entrevista à emissora britânica BBC, ela ficou surpresa com a cena e brincou dizendo não ser “nudista” e já avisou que nem tão cedo repetirá a façanha. “A nudez faz parte do script. Eu acho, e eu espero que a audiência concorde comigo, que é... Não é exatamente indulgente a palavra. É quase, eu não sei, biológico de um jeito estranho. Há muita intenção por trás. Eu não sou uma nudista por natureza”, contou a estrela.
Aos 29 anos e com uma carreira de sucesso e recordes de bilheteria, seu mais novo tem sido o filme Capitão América 2, onde encarna a bela heroína Viúva Negra. E com certeza o esperado “Sob a Pele” será mais um deles. Segundo a própria Scarlett declarou que sua nudez não é gratuita e possui um significado dentro da história. Quem ficou curioso para ver a bela Scarlett causando em cena, talvez pela última vez, é bom agendar para a estreia do filme dia 15 de maio no Brasil.
Enquanto isso assista um trailer do filme:
Até aí nada demais, apenas mais um filme de ficção com extraterrestres. Engano seu meu caro, o que repercutiu na mídia internacional foi o fato da bela Scarlett aparecer totalmente nua em cena. Segundo relato da própria atriz em entrevista à emissora britânica BBC, ela ficou surpresa com a cena e brincou dizendo não ser “nudista” e já avisou que nem tão cedo repetirá a façanha. “A nudez faz parte do script. Eu acho, e eu espero que a audiência concorde comigo, que é... Não é exatamente indulgente a palavra. É quase, eu não sei, biológico de um jeito estranho. Há muita intenção por trás. Eu não sou uma nudista por natureza”, contou a estrela.
Aos 29 anos e com uma carreira de sucesso e recordes de bilheteria, seu mais novo tem sido o filme Capitão América 2, onde encarna a bela heroína Viúva Negra. E com certeza o esperado “Sob a Pele” será mais um deles. Segundo a própria Scarlett declarou que sua nudez não é gratuita e possui um significado dentro da história. Quem ficou curioso para ver a bela Scarlett causando em cena, talvez pela última vez, é bom agendar para a estreia do filme dia 15 de maio no Brasil.
Enquanto isso assista um trailer do filme:
segunda-feira, 21 de abril de 2014
GADGETS: Cada vez mais smart os novos modelos de celulares que chegam às lojas
Sempre em busca de inovação, o mercado de smartphones não tem limites e a cada mês um fabricante apresente ao mercado seu mais novo modelo e suas mais novas ferramentas para esse competitivo mercado. Cada vez mais “espertos”, os novos modelos procuram conquistar os consumidores apresentando o que existe de mais avançado em tecnologia e design. Fizemos uma breve seleção de seis modelos que estão chegando ao mercado e as novidades que cada um traz, seja mais fino, mais resistente ou simplesmente curvado.
G FLEX LG - A LG apresenta o primeiro celular curvado do mercado com o seu G Flex, que traz uma tela curvada de 6 polegadas com 1280 x 720 pixels de resolução, ele roda sistema Android 4.2.2 (Jelly Bean). Em suas configurações estão um processador Snapdragon da Qualcomm quad-core de 2.26 GHz, memória RAM de 2 GB com armazenamento interno de 32 GB (sem opção para cartões micros). O G Glex vem com duas opções de câmeras, uma com lente traseira que fotografa com 13 megapixels e uma outra frontal de 2,1 megapixels. Sua bateria é de 3.500 mAh suas medidas são 160.5 x 81.6 x 8.7 mm, pesando 177 gramas. Ele possui ainda o Android 4.2.2 (Jelly Bean). R$ 2.699 – www.lge.com.br
NOKIA ASHA 503 - A Nokia pensando numa forma de tornar os smartphones mais acessíveis ao grande público, lança dois modelos: o Asha 500 (R$ 299) e o Asha 503 (R$ 319), que será lançado em breve nas lojas online do fabricante. Os dois modelos têm entrada para dois chips, câmera e funciona com a tecnologia chamada de Fastlane, que funciona com um atalho para os aplicativos, conteúdos recentemente acessados e exibição de atividades futuras. Os aparelhos já vêm com cartão de memória microSD de 4GB e são compatíveis com até 32 GB de memória externa. Tela de 2,8 polegadas é sensível ao toque e a principal forma de navegar no aparelho é o deslizar do dedo. É o primeiro aparelho da plataforma Asha com câmera de 5MP e flash LED.
ASUS FONEPAD - Para quem não sabe qual a melhor opção entre ter um tablete e um smartphone, a solução veio criada pela ASUS, que possui uma longa experiência em tablets, que lançou o modelo chamado Fonepad 7, que funciona como um tablet e que pode realizar chamadas como um celular convencional. O Fonepad já sai da fábrica com o Android 4.1 e seu motor é um processador Intel Atom Z2420 de um núcleo de 1,2 GHz. A GPU PowerVR SGX540 dá uma força nas tarefas. Valor sugerido R$ 999 – www.asus.com.br
SONY XPERIA E1 - Outro que apresenta um valor mais baixo é o Sony Xperia E1 que chega ao mercado por 549 reais. Focado no público que procura mais potência em áudio e vídeo, o Xpedia E1 tem TV digital e um som “potente” com a tecnologia Walkman. Sem o sinal de televisão, o E1 custa 449 reais. Com tela de 4 polegadas e tecnologia chamada “Crystal Clear”, que é uma reunião de recursos dos displays digitais da Sony, e uma resolução de apenas 800 por 480p. Seu processador é um Qualcomm MSM8210 dual core de 1.2 GHz, 512MB de RAM, 4GB de armazenamento. Para quem procura um smartphone com mais desempenho há o Xperia C, vendido R$ 999 e o Xperia Z1, que custa R$ 2.300. O Xperia E1 já está à venda nas redes de varejo e operadoras.
GALAXY S5 - Já a Samsung apresentou seu novo top de linha, o Galaxy S5 com Android 4.4.2 (KitKat), com tela Super AMOLED de 5,1 polegadas Full HD (1080p) e uma câmera traseira de 16 megapixels com tecnologia ISOCELL e função HDR para fotos e vídeos. O Galaxy S5 possui um processador quad-core Snapdragon 801 de 2,5 GHz, 2 GB de RAM e a partir de 16 GB de armazenamento interno, com suporte a microSD de até 128 GB. Ele também vem equipado com um leitor de impressões digitais para desbloquear o aparelho e fazer pagamentos online, sensor de batimentos cardíacos e apps voltados para a saúde. Com tantos recursos assim, é necessário uma bateria de longa duração. No caso a sua tem 2.800 mAh e pode ter sua duração estendida pela função Ultra Power Saving Mode. O preço de lançamento do Galaxy S5 é de R$ 2.599 e desse mês.
PANASONIC TOUGHPAD FZ-E1 e FX-Z1 - A Panasonic vem com dois “tanques de guerra” com seus novos smartphones, o Toughpad FZ-E1 e Toughpad FZ-X1. Robustos. Eles são hermeticamente selados para aguentar até 3 metros de queda e suportar variações de temperatura de 60 a negativos 20 graus célsius (padrões IP65/IP 68). Ambos com armazenamento de 32 GB, memória RAM de 2 GB e câmeras de 8 (traseira) e 1,3 (frontal) megapixels. Enquanto o Toughpad FZ-E1 trabalha com o sistema operacional Windows 8 Embedded, o Toughpad FX-Z1 utiliza o Sistema operacional Android 4.2.2. Sua resistência a vibração é compatível com o padrão MIL-STD-810G. Por exemplo, ele pode suportar o impacto de uma bola metálica de 400 gramas na tela de uma altura de 80 cm sem que nenhuma peça seja quebrada. Eles medem 8,7 x 16,5 x 3,1 cm (LxAxP) e pesa 430 gramas com a bateria dem 6.200 mAh, cuja autonomia é estimada em 14 horas de uso contínuo ou 1.000 horas em stand-by. Seu tempo de recarga completo (100%) é de três horas. O seu preço ainda está em aberto e a previsão é que o FZ-E1 chegue ao mercado em meados de julho e o FZ-X1 no fim de agosto.
G FLEX LG - A LG apresenta o primeiro celular curvado do mercado com o seu G Flex, que traz uma tela curvada de 6 polegadas com 1280 x 720 pixels de resolução, ele roda sistema Android 4.2.2 (Jelly Bean). Em suas configurações estão um processador Snapdragon da Qualcomm quad-core de 2.26 GHz, memória RAM de 2 GB com armazenamento interno de 32 GB (sem opção para cartões micros). O G Glex vem com duas opções de câmeras, uma com lente traseira que fotografa com 13 megapixels e uma outra frontal de 2,1 megapixels. Sua bateria é de 3.500 mAh suas medidas são 160.5 x 81.6 x 8.7 mm, pesando 177 gramas. Ele possui ainda o Android 4.2.2 (Jelly Bean). R$ 2.699 – www.lge.com.br
NOKIA ASHA 503 - A Nokia pensando numa forma de tornar os smartphones mais acessíveis ao grande público, lança dois modelos: o Asha 500 (R$ 299) e o Asha 503 (R$ 319), que será lançado em breve nas lojas online do fabricante. Os dois modelos têm entrada para dois chips, câmera e funciona com a tecnologia chamada de Fastlane, que funciona com um atalho para os aplicativos, conteúdos recentemente acessados e exibição de atividades futuras. Os aparelhos já vêm com cartão de memória microSD de 4GB e são compatíveis com até 32 GB de memória externa. Tela de 2,8 polegadas é sensível ao toque e a principal forma de navegar no aparelho é o deslizar do dedo. É o primeiro aparelho da plataforma Asha com câmera de 5MP e flash LED.
ASUS FONEPAD - Para quem não sabe qual a melhor opção entre ter um tablete e um smartphone, a solução veio criada pela ASUS, que possui uma longa experiência em tablets, que lançou o modelo chamado Fonepad 7, que funciona como um tablet e que pode realizar chamadas como um celular convencional. O Fonepad já sai da fábrica com o Android 4.1 e seu motor é um processador Intel Atom Z2420 de um núcleo de 1,2 GHz. A GPU PowerVR SGX540 dá uma força nas tarefas. Valor sugerido R$ 999 – www.asus.com.br
SONY XPERIA E1 - Outro que apresenta um valor mais baixo é o Sony Xperia E1 que chega ao mercado por 549 reais. Focado no público que procura mais potência em áudio e vídeo, o Xpedia E1 tem TV digital e um som “potente” com a tecnologia Walkman. Sem o sinal de televisão, o E1 custa 449 reais. Com tela de 4 polegadas e tecnologia chamada “Crystal Clear”, que é uma reunião de recursos dos displays digitais da Sony, e uma resolução de apenas 800 por 480p. Seu processador é um Qualcomm MSM8210 dual core de 1.2 GHz, 512MB de RAM, 4GB de armazenamento. Para quem procura um smartphone com mais desempenho há o Xperia C, vendido R$ 999 e o Xperia Z1, que custa R$ 2.300. O Xperia E1 já está à venda nas redes de varejo e operadoras.
GALAXY S5 - Já a Samsung apresentou seu novo top de linha, o Galaxy S5 com Android 4.4.2 (KitKat), com tela Super AMOLED de 5,1 polegadas Full HD (1080p) e uma câmera traseira de 16 megapixels com tecnologia ISOCELL e função HDR para fotos e vídeos. O Galaxy S5 possui um processador quad-core Snapdragon 801 de 2,5 GHz, 2 GB de RAM e a partir de 16 GB de armazenamento interno, com suporte a microSD de até 128 GB. Ele também vem equipado com um leitor de impressões digitais para desbloquear o aparelho e fazer pagamentos online, sensor de batimentos cardíacos e apps voltados para a saúde. Com tantos recursos assim, é necessário uma bateria de longa duração. No caso a sua tem 2.800 mAh e pode ter sua duração estendida pela função Ultra Power Saving Mode. O preço de lançamento do Galaxy S5 é de R$ 2.599 e desse mês.
PANASONIC TOUGHPAD FZ-E1 e FX-Z1 - A Panasonic vem com dois “tanques de guerra” com seus novos smartphones, o Toughpad FZ-E1 e Toughpad FZ-X1. Robustos. Eles são hermeticamente selados para aguentar até 3 metros de queda e suportar variações de temperatura de 60 a negativos 20 graus célsius (padrões IP65/IP 68). Ambos com armazenamento de 32 GB, memória RAM de 2 GB e câmeras de 8 (traseira) e 1,3 (frontal) megapixels. Enquanto o Toughpad FZ-E1 trabalha com o sistema operacional Windows 8 Embedded, o Toughpad FX-Z1 utiliza o Sistema operacional Android 4.2.2. Sua resistência a vibração é compatível com o padrão MIL-STD-810G. Por exemplo, ele pode suportar o impacto de uma bola metálica de 400 gramas na tela de uma altura de 80 cm sem que nenhuma peça seja quebrada. Eles medem 8,7 x 16,5 x 3,1 cm (LxAxP) e pesa 430 gramas com a bateria dem 6.200 mAh, cuja autonomia é estimada em 14 horas de uso contínuo ou 1.000 horas em stand-by. Seu tempo de recarga completo (100%) é de três horas. O seu preço ainda está em aberto e a previsão é que o FZ-E1 chegue ao mercado em meados de julho e o FZ-X1 no fim de agosto.quinta-feira, 17 de abril de 2014
ENTREVISTA: Rômulo Estrela revela seu talento "além do horizonte" (e nessa entrevista)
Rômulo Estrela é antes de tudo disciplinado e para ele isso faz toda a diferença na vida pessoal e na carreira artística. Natural de São Luís já é praticamente um carioca da gema e sempre que tem tempo vai ao cinema e ao teatro, aliás, duas coisas que estão entre seus planos. No ar em Além do Horizonte, Rômulo nos falou sobre sua trajetória e sobre o caráter do seu personagem, um advogado alpinista social.
Você é natural de São Luís do Maranhão. Como é a vida artística por lá e quando resolveu seguir carreira de ator e se mudar para o Rio? Em 2001 fiz uma oficina de interpretação em São Luís e descobri que queria seguir a profissão de ator e no ano seguinte mudei para Rio de Janeiro. São Luís tem um enorme potencial artístico em diversas áreas, mas falta fomento para que o horizonte cultural se amplie lá. Acredito também que o fato de São Luís preservar tanto seu regionalismo, acabe por inibir a entrada regular e rotineira de outras formas de expressão artística.
Talento, competência, senso de oportunidade, sorte e persistência são bons ingredientes para quem quer alcançar um objetivo na vida, seja profissional ou pessoal. Em que medida tem cada um deles na sua vida? Concordo e acredito que cada um desses elementos citados na pergunta seja importante. Gostaria de acrescentar a disciplina como elemento primordial também. Costumo dizer que toda vez que a sorte bateu na minha porta, ela me encontrou trabalhando…(risos). A vida contemporânea tem se apresentado de forma muito caótica, excessiva...Foi daí que entendi o valor da ordem e da disciplina, do contrário a gente corre o risco de se perder.
Além da família do que sente falta da época que morava em São Luís e gostaria de ter no Rio? Tenho um carinho muito especial pela minha cidade, pelas tradições e pela atmosfera que envolve a ilha de São Luís. Tenho amigos incríveis aqui no Rio, mas sinto falta dos amigos de São Luís...Seria perfeito juntar essas pessoas em um único lugar.
O que fez para se preparar para a carreira de ator? E o que continua fazendo para estar sempre aprendendo e se aprimorando? Estudo, leio, observo, assisto a filmes, faço aulas de interpretação…A vida é um grande laboratório para o ator e o artista de um modo geral. Tomei consciência de que sem essa busca pelo conhecimento seria impossível fazer arte. Procuro otimizar meu tempo em todos os sentidos. É algo como o título do monólogo que a Fernanda Montenegro fez sobre a vida da Simone De Beauvoir: “Viver sem Tempos Mortos”.
O personagem Minotauro na novela “Da Cor do Pecado”, na Rede Globo foi o seu primeiro personagem, confere? Como recebeu o convite e de que forma encarou essa oportunidade para a sua carreira? Sim confere. Fiquei feliz com a possibilidade de fazer o meu primeiro personagem na TV ainda que como elenco de apoio. Foi muito desafiador, eu já tinha feito algumas participações antes da novela, mas esse personagem foi o primeiro trabalho que fiz do início ao fim de uma obra, o que exigiu bastante dedicação e atenção. Compartilho a ideia de que todas as oportunidades são únicas e precisam ser aproveitadas ao máximo.
Até chegar à “Além do Horizonte”, recentemente sendo exibida no horário das 19h na Globo, você fez alguns papéis na Record e outros também na Globo, quase que intercalando entre uma e outra. O que acha mais bacana para o ator, ser contratado por projeto ou ter contrato fixo, sendo exclusivo de uma emissora só? Essa é uma pergunta onde a resposta pode variar de acordo com o momento do ator. Claro que dentro de um mercado tão competitivo e difícil como é o mercado artístico, a tentação por um contrato fixo com uma emissora é enorme, traz segurança. Mas sem dúvida um contrato longo também apresenta suas limitações, sobretudo com relação ao cinema, ao teatro e mesmo a projetos independentes. De certa forma a televisão limita o campo de atuação do ator e ter liberdade no terreno da criação é fundamental.
Tanto na Record quanto na Globo, você tem participado de algumas histórias que beiram o realismo fantástico, como na novela “Os Mutantes” e agora em “Além do Horizonte”. Em que você acredita e no que não acredita de jeito nenhum? Como ator preciso estar sempre a serviço. A arte é o espaço da fantasia, do fantástico, do lúdico...Para mim não importa o gênero, mas sim o fato de poder contar boas histórias sejam elas realistas naturalistas ou fantásticas.
O que você almeja com a carreira de ator? E o que almeja para sua vida pessoal? Me considero uma pessoa agraciada, tenho uma família linda e meu desejo é aproveitar o que a vida tem de melhor ao lado deles. Em relação a minha profissão, sou um ator jovem e que ainda tem uma estrada longa pela frente. Quero trabalhar com pessoas que admiro e consequentemente aprender com elas.
Pinta de galã, corpo atlético, talentoso...Como é o assédio feminino, como lida com ele e com a vaidade? Todo profissional fica feliz com o reconhecimento do seu trabalho. A vaidade faz parte da nossa natureza humana, só temos que ter cuidado para não confundir com presunção e exibição. Passa a ser importante quando a usamos para nos cuidar e viver a vida de maneira mais saudável.
Como cuida da saúde do corpo e da mente? Procuro me alimentar de maneira saudável, pratico esporte, frequento academia de ginastica e leio.
O que as mulheres têm que te conquista? É lindo ver a força e ao mesmo tempo toda delicadeza e sensibilidade de uma mulher...Um sorriso, um olhar, uma cruzada de pernas... A mulher tem um charme todo especial e somos nós que temos que aprender com elas.
O seu personagem em Além do Horizonte, o advogado Álvaro é um alpinista social e busca manipular as pessoas para conseguir o que quer. Como você o enxerga? A nossa sociedade de consumo é responsável por criar nas pessoas essa busca insana do TER além do SER ou isso é fonte de uma educação doméstica equivocada? Acredito que os dois. A sociedade mudou bastante nos últimos dez, quinze anos devido à velocidade em que tudo acontece. Sem dúvida existem veículos de comunicação de massa que propagam a necessidade de se consumir produtos, mas esses mesmos veículos também propagam outras coisas, portanto a resposta não é tão simplista assim. No final das contas, acredito que a educação de qualidade é a grande saída, não somente a doméstica, mas, sobretudo a educação escolar onde fundamentalmente formamos nossos pensamentos e escolhas sobre a vida.
Durante a novela, o ritmo de gravação costuma ser intenso, mas quando sobre um tempinho o que costuma fazer para se divertir e relaxar? Sou bem caseiro, mas não dispenso um cinema, teatro, ou shows de bandas que curto acompanhado da minha mulher e dos amigos.
Teatro e cinema estão no seu plano? Muito. Adoro estar no teatro e me sinto feliz quando estou em cartaz. O cinema é um namoro antigo, faço faculdade de cinema e gosto de todas as etapas de uma produção. Pretendo estrear em breve no cinema, é um desejo.
Você é natural de São Luís do Maranhão. Como é a vida artística por lá e quando resolveu seguir carreira de ator e se mudar para o Rio? Em 2001 fiz uma oficina de interpretação em São Luís e descobri que queria seguir a profissão de ator e no ano seguinte mudei para Rio de Janeiro. São Luís tem um enorme potencial artístico em diversas áreas, mas falta fomento para que o horizonte cultural se amplie lá. Acredito também que o fato de São Luís preservar tanto seu regionalismo, acabe por inibir a entrada regular e rotineira de outras formas de expressão artística.
Talento, competência, senso de oportunidade, sorte e persistência são bons ingredientes para quem quer alcançar um objetivo na vida, seja profissional ou pessoal. Em que medida tem cada um deles na sua vida? Concordo e acredito que cada um desses elementos citados na pergunta seja importante. Gostaria de acrescentar a disciplina como elemento primordial também. Costumo dizer que toda vez que a sorte bateu na minha porta, ela me encontrou trabalhando…(risos). A vida contemporânea tem se apresentado de forma muito caótica, excessiva...Foi daí que entendi o valor da ordem e da disciplina, do contrário a gente corre o risco de se perder.
Além da família do que sente falta da época que morava em São Luís e gostaria de ter no Rio? Tenho um carinho muito especial pela minha cidade, pelas tradições e pela atmosfera que envolve a ilha de São Luís. Tenho amigos incríveis aqui no Rio, mas sinto falta dos amigos de São Luís...Seria perfeito juntar essas pessoas em um único lugar.
O que fez para se preparar para a carreira de ator? E o que continua fazendo para estar sempre aprendendo e se aprimorando? Estudo, leio, observo, assisto a filmes, faço aulas de interpretação…A vida é um grande laboratório para o ator e o artista de um modo geral. Tomei consciência de que sem essa busca pelo conhecimento seria impossível fazer arte. Procuro otimizar meu tempo em todos os sentidos. É algo como o título do monólogo que a Fernanda Montenegro fez sobre a vida da Simone De Beauvoir: “Viver sem Tempos Mortos”.
O personagem Minotauro na novela “Da Cor do Pecado”, na Rede Globo foi o seu primeiro personagem, confere? Como recebeu o convite e de que forma encarou essa oportunidade para a sua carreira? Sim confere. Fiquei feliz com a possibilidade de fazer o meu primeiro personagem na TV ainda que como elenco de apoio. Foi muito desafiador, eu já tinha feito algumas participações antes da novela, mas esse personagem foi o primeiro trabalho que fiz do início ao fim de uma obra, o que exigiu bastante dedicação e atenção. Compartilho a ideia de que todas as oportunidades são únicas e precisam ser aproveitadas ao máximo.
Até chegar à “Além do Horizonte”, recentemente sendo exibida no horário das 19h na Globo, você fez alguns papéis na Record e outros também na Globo, quase que intercalando entre uma e outra. O que acha mais bacana para o ator, ser contratado por projeto ou ter contrato fixo, sendo exclusivo de uma emissora só? Essa é uma pergunta onde a resposta pode variar de acordo com o momento do ator. Claro que dentro de um mercado tão competitivo e difícil como é o mercado artístico, a tentação por um contrato fixo com uma emissora é enorme, traz segurança. Mas sem dúvida um contrato longo também apresenta suas limitações, sobretudo com relação ao cinema, ao teatro e mesmo a projetos independentes. De certa forma a televisão limita o campo de atuação do ator e ter liberdade no terreno da criação é fundamental.
Tanto na Record quanto na Globo, você tem participado de algumas histórias que beiram o realismo fantástico, como na novela “Os Mutantes” e agora em “Além do Horizonte”. Em que você acredita e no que não acredita de jeito nenhum? Como ator preciso estar sempre a serviço. A arte é o espaço da fantasia, do fantástico, do lúdico...Para mim não importa o gênero, mas sim o fato de poder contar boas histórias sejam elas realistas naturalistas ou fantásticas.
O que você almeja com a carreira de ator? E o que almeja para sua vida pessoal? Me considero uma pessoa agraciada, tenho uma família linda e meu desejo é aproveitar o que a vida tem de melhor ao lado deles. Em relação a minha profissão, sou um ator jovem e que ainda tem uma estrada longa pela frente. Quero trabalhar com pessoas que admiro e consequentemente aprender com elas.
Pinta de galã, corpo atlético, talentoso...Como é o assédio feminino, como lida com ele e com a vaidade? Todo profissional fica feliz com o reconhecimento do seu trabalho. A vaidade faz parte da nossa natureza humana, só temos que ter cuidado para não confundir com presunção e exibição. Passa a ser importante quando a usamos para nos cuidar e viver a vida de maneira mais saudável.
Como cuida da saúde do corpo e da mente? Procuro me alimentar de maneira saudável, pratico esporte, frequento academia de ginastica e leio.
O que as mulheres têm que te conquista? É lindo ver a força e ao mesmo tempo toda delicadeza e sensibilidade de uma mulher...Um sorriso, um olhar, uma cruzada de pernas... A mulher tem um charme todo especial e somos nós que temos que aprender com elas.
O seu personagem em Além do Horizonte, o advogado Álvaro é um alpinista social e busca manipular as pessoas para conseguir o que quer. Como você o enxerga? A nossa sociedade de consumo é responsável por criar nas pessoas essa busca insana do TER além do SER ou isso é fonte de uma educação doméstica equivocada? Acredito que os dois. A sociedade mudou bastante nos últimos dez, quinze anos devido à velocidade em que tudo acontece. Sem dúvida existem veículos de comunicação de massa que propagam a necessidade de se consumir produtos, mas esses mesmos veículos também propagam outras coisas, portanto a resposta não é tão simplista assim. No final das contas, acredito que a educação de qualidade é a grande saída, não somente a doméstica, mas, sobretudo a educação escolar onde fundamentalmente formamos nossos pensamentos e escolhas sobre a vida.Durante a novela, o ritmo de gravação costuma ser intenso, mas quando sobre um tempinho o que costuma fazer para se divertir e relaxar? Sou bem caseiro, mas não dispenso um cinema, teatro, ou shows de bandas que curto acompanhado da minha mulher e dos amigos.
Teatro e cinema estão no seu plano? Muito. Adoro estar no teatro e me sinto feliz quando estou em cartaz. O cinema é um namoro antigo, faço faculdade de cinema e gosto de todas as etapas de uma produção. Pretendo estrear em breve no cinema, é um desejo.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
BEBIDA: Páscoa com cerveja, também combina! Veja os rótulos ideais para acompanhar bacalhau e chocolates
A Páscoa está se aproximando e com a data chegam as guloseimas típicas da época. Bacalhau, colomba pascal e ovos de chocolate sempre fazem parte do banquete que reúne a família no domingo de celebração. Pensando em deixar a mesa ainda mais atraente, o The Beer Planet, e-commerce especializado na venda de cervejas especiais, elaborou uma seleção de rótulos que harmonizam perfeitamente com a data e com os pratos de Páscoa. Além disso, as cervejas também são uma ótima opção de presente para substituir os previsíveis ovos.
DICAS DO SOMMELIER
O especialista em cervejas do TBP, José Raimundo Padilha, separou cuidadosamente quatro rótulos que harmonizam com as principais comidas típicas de Páscoa. Confira:
Para saber mais acesse www.thebeerplanet.com.br
DICAS DO SOMMELIER
O especialista em cervejas do TBP, José Raimundo Padilha, separou cuidadosamente quatro rótulos que harmonizam com as principais comidas típicas de Páscoa. Confira:
Para saber mais acesse www.thebeerplanet.com.br
quarta-feira, 9 de abril de 2014
BAR: A história do drink Saci Noronha
A história do drink Saci Noronha fica bem mais interessante quando ficamos conhecendo um pouco mais do seu criador, o bartender Waldir Calado. Um simpático morador de Fernando de Noronha que se tornou um exemplo de superação ao saber dar a volta por cima quando um acidente durante uma pescaria resultou na amputação de uma de suas pernas. Mas por obra do destino algum tempo depois, e com uma prótese de primeiro mundo acoplada ao seu corpo, Waldir leva uma vida normal, e entre mergulho no mar de Noronha e inovações no balcão do bar da Pousada de Zé Maria.
Foi da época do quartel que Waldir já começou a mergulhar nessa vida de alquimista de sabores. Depois de pedir baixa do quartel Waldir resolveu se especializar fazendo cursos de coquetelaria, faculdade de gastronomia, curso para barista, sommelier e até como combinar harmonicamente frutas para decoração. Ao longo já vão mais de 20 anos nessa profissão, vários concursos e alguns prêmios de destaque, como a participação no 3º Campeonato Grey Goose Vive La Revolution onde ficou em 5º lugar e em seguida como grande Campeão do Campeonato de Bar em Bar com o Cocktail "Por do Sol de Noronha".
Mas foi depois do campeonato pernambucano da Abrasel 2011, que Waldir criou em homenagem ao seu retorno depois do acidente, que amputou sua perna (em maio de 2010), o drink Saci Noronha. Puxando para componentes encontrados na ilha, Waldir criou um drink refrescante e ao mesmo tempo quente, assim como devem ser as noites de Fernando de Noronha.
INGREDIENTES
2 Anis estrela
Metade de um limão
1 colher de açúcar
1 colher de chá de pimenta rosa
1 colher de chá de alecrim
1/2 dose de Contreau (para flambar)
10 folhas de manjericão
5 folhas de salsa
1 dose de Absolut
1 dose de licor de melão
MODO DE FAZER - Junte todos os ingredientes e bate na coqueteleira, coloque numa taça de Martini e decore com um anis estrelado.
Foi da época do quartel que Waldir já começou a mergulhar nessa vida de alquimista de sabores. Depois de pedir baixa do quartel Waldir resolveu se especializar fazendo cursos de coquetelaria, faculdade de gastronomia, curso para barista, sommelier e até como combinar harmonicamente frutas para decoração. Ao longo já vão mais de 20 anos nessa profissão, vários concursos e alguns prêmios de destaque, como a participação no 3º Campeonato Grey Goose Vive La Revolution onde ficou em 5º lugar e em seguida como grande Campeão do Campeonato de Bar em Bar com o Cocktail "Por do Sol de Noronha". Mas foi depois do campeonato pernambucano da Abrasel 2011, que Waldir criou em homenagem ao seu retorno depois do acidente, que amputou sua perna (em maio de 2010), o drink Saci Noronha. Puxando para componentes encontrados na ilha, Waldir criou um drink refrescante e ao mesmo tempo quente, assim como devem ser as noites de Fernando de Noronha.
INGREDIENTES
2 Anis estrela
Metade de um limão
1 colher de açúcar
1 colher de chá de pimenta rosa
1 colher de chá de alecrim
1/2 dose de Contreau (para flambar)
10 folhas de manjericão
5 folhas de salsa
1 dose de Absolut
1 dose de licor de melão
MODO DE FAZER - Junte todos os ingredientes e bate na coqueteleira, coloque numa taça de Martini e decore com um anis estrelado.
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