A velha premissa que rende tantos filmes, livros e histórias, onde o planeta Terra é invadido por alienígenas mais uma vez volta ao topo com a chegada (hoje nos EUA) da nova série do canal TNT, Falling Skies. O que temos de novo aqui é um super orçamento de milhões de dólares, fala-se que é o seriado mais caro já produzido até hoje, e o selo de qualidade da produção da DreamWorks Television. Como se isso não bastasse, vem com a luxuosa assinatura do conceituado direto que entende muito do universo alien: Steven Spielberg como criador da série, juntamente com Robert Rodat.
Com um episódio de estréia com "apenas" duas horas de duração, Falling Skies não fala da chegada dos alienígenas na Terra como em outros filmes, mas sim da guerra para resistir a essa invasão e de como os humanos irão vencer essa batalha. Algo que o seriado "V" tem tentado fazer desde o ano passado sem conseguir tanto alarde, porém, diga-se de passagem, com um orçamento bem mais enxuto e efeitos especiais questionáveis pela qualidade. Dessa vez Spielberg, um fiel apaixonado pelo tema, e o poderoso estúdio DreamWorks, estão por trás desse épico da TV por assinatura.
A luta pela sobrevivência dessa vez é liderada pelo professor de História da Universidade de Boston, recém viúvo e com três filhos para criar, Tom Mason (vivido pelo ator Noah Wyle, ver box). O grupo, conhecido como a “Missa”, de sobreviventes que têm de se unir para lutar contra os extraterrestres invasores e Mason resgatar seu filho abduzido pelos ET´s. Ao longo da história, Mason terá que seu extenso conhecimento de história militar em prática como um dos líderes da movimento de resistência.
Com forte campanha publicitária e ações de marketing, a série estréia em mais de 75 países, aqui no Brasil a data de estréia será dia 24/06 (sexta) às 22hs. A primeira temporada será de 10 episódios. Porém para atrair atenção à algumas semanas antes da estréia, o site oficial mostra apresenta um web comic online com uma história em quadrinhos atualizada a cada duas semanas que segue os personagens da série apenas algumas semanas após a invasão e, quando se conclui, vai levar diretamente para o episódio piloto da série numa forma de atrair mais público pela curiosidade pelo o que vai acontecer com eles. Essa história em quadrinhos terá 104 páginas e será lançado dia 13 de julho pela Dark Horse Comics para deleite dos fãs.
Além de Tom Mason, os personagens centrais são Anne Glass (Moon Bloodggo), Hal Mason (Drew Hoy), Matt (Maxim Knight), Lourdes (Seychelle Gabriel) e Capitão Weaver (Will Patton), como um dos líderes da resistência. Vídeos dos personagens também estão disponíveis online. Os vídeos fazem uma apresentação dos personagens principais da série Falling Skies:
Trailer com legenda:
Texto: André Porto
Fotos: Divulgação
Fonte: Wikipedia, TNT
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E quem disse que lugar de homem não é em casa? Através da TV vários homens, pra lá de disputados, têm ficado um bom tempo em casa, na sua casa e roubando a atenção da sua mulher. São protagonistas das séries de TV americanas que andam dando o que falar, conquistam altos índices de audiência e os suspiros femininos através de muito talento e charme. E nessa história meu rapaz você vai ficando pra trás. Ricos, famosos, e aceite caro leitor, charmosos e sexys, eles são tudo o que as mulheres de hoje querem, portanto, ao invés de lutar contra a maré, caia no sofá para assistir seus inimigos e aprender com eles a conquistar as gatas fora das séries com quem você cruza por aí e nem dão bola pra você.
A lista dos queridinhos é encabeçada por Hugh Laurie, o charmoso ator inglês interpreta o nada simpático Dr. Gregory House, chefe do Depto. de Medicina Diagnóstica do Hospital de Princeton-Plainsboro. Apesar da grande competência em acertar os diagnósticos, o infectologista e nefrologista Dr. House é mais conhecido pelo seu mau humor, cepticismo e distanciamento dos pacientes, além de um
comportamento anti-social peculiar. A série tem altos índices de audiência e muitas personagens e telespectadoras suspiram pelo Dr. House, ou seria pelo Hugh Laurie?As armas para conquistar as mulheres: Seu charme abusado de quem não precisa de companhia.
Outro que faz parte da lista é Michael C. Hall, protagonista da série Dexter. Micheal interpreta com maestria Dexter Morgan, um analista forense especialista em dispersão de sangue no departamento de polícia do
Condado de Miami-Dade que nas horas vagas é um assassino em série. Dexter é uma espécie de justiceiro que se aproveita da sua condição de analista forense para matar criminosos não condenado de forma meticulosa e sem deixar nenhum tipo de pista. Além disso, tem uma irmã gata que não dispensa uma boa investigação e sua namoradinha Rita. As armas para conquistar as mulheres: Um certo mistério que deixa elas loucas.
Mais um herói das séries é o ator Kiefer Sutherland, que interpreta ninguém mais ninguém menos que o cara que não brinca em serviço, Jack Bauer, o agente charmoso da série “24”, no Brasil, 24 Horas. Jack Bauer é um agente do Depto. de Defesa dos EUA que faz de tudo para defender seu governo e seu país, mesmo tendo somente 24 horas para realizar suas tarefas. Uma das polêmicas causadas pela série foram as torturas praticadas por Bauer para obter informações dos inimigos em alguns episódios, mas nada que tirasse o brilho da série e a falta de fôlego que causa nos telespectadores ansiosos por desfechos vitoriosos para o agente. As armas para conquistar as mulheres: Muita adrenalina e uma vida nada monótona.
E para terminar essa série de homens em séries o ator Jon Hamm, intérprete do publicitário Don Draper da série Mad Men. Don Draper é o diretor de criação de uma agência de
publicidade, a Sterling Cooper, ganhador de prêmios, atrai grandes clientes e por isso recebe ofertas de agências maiores, mas apesar de sua aparente boa vida, raramente está feliz, sujeitando-se às bebidas, ao cigarro e ao adultério para controlar suas crises pessoais. Afinal, Drapper vive rodeado de belas mulheres, que inclui uma ex-mulher e várias amantes. A série que se passa na década de 60, traduz muito da cultura da época na sociedade americana e até mesmo o papel da publicidade na época. As armas para conquistar as mulheres: Um homem de comando e sucesso, além de muita lábia, sempre encanta as mulheres.
ELAS DOMINAM ELES Por outro lado, um dos grandes atrativos das séries de TV são as belas mulheres que surgem para provocar os heróis da trama e seus espectadores. Em elgumas séries, como Dexter, elas até aparecem nuazinhas em cenas pra lá de provocantes. Selecionamos quatro dessas belas mulheres dessas quatro séries de sucesso. Conheça um pouco mais sobre cada uma delas.
Para os marmanjos fanáticos por histórias de capa e espada, acaba de estrear pela HBO a superprodução "Game of Thrones". Uma história que mergulha no universo fantasioso nos best-seller "As Crônicas de gelo e Fogo" (A Song of Fire and Ice), do autor americano George R.R. Martin. "Game of Thrones" estreou nos EUA em 17 de abril, e logo no primeiro episódio atraiu 4.2 milhões de espectadores, um fato respeitável para uma tv a cabo. No Brasil a série teve sua estréia domingo passado diante de toda a mídia nacional publicando fartos elogios à série que consegue superar suas expectativas.
Com um orçamento em torno de 60 milhões de dólares, "Game of Thrones" estreou, quase dois anos e meio desde que HBO encomendou pela primeira vez o piloto. A saga de Game of Thrones começou quando George R.R. Martin conheceu o Muro de Adriano, erguido na Inglaterra a mando de um imperador romano para proteger o mundo civilizado dos bárbaros que viviam ao norte, onde hoje é a Escócia. Foi daí que nasceu a idéia que renderia um dos maiores sucessos de vendas no exterior, os quatro volumes de "As Crônicas de Gelo e Fogo", o primeiro lançando em 1996, já venderam juntos mais de 15 milhões de exemplares no mundo. Há apenas sete meses no Brasil, a saga trilha o mesmo caminho e vem abocanhando um número cada vez maior de fanáticos – 70.000 exemplares vendidos.
Já o terceiro livro da série "Crônicas de Gelo e Fogo", "Tormenta de Espadas", será lançado no Brasil pela editora Leya em setembro de 2011. De acordo com a assessoria de imprensa da editora, o trabalho está sendo acelerado para que tudo ocorra antes de outubro. Todo esse sucesso da saga de Martin se dá por duas características bem importantes, a forma humanista de como os personagens são retratados, com suas falhas de caráter e interesses. Na série nenhum personagem é 100% bom ou mal, todos pairam por um tênue fio que separa os dois lados. E o segundo fator é a falta de opções desse tipo no mercado editorial. Afinal literatura fantástica agrada tanto ao público jovem como o adulto, formado por adultos com idades entre 20 e 50 anos. Porém é difícil encontrar títulos de qualidade relevante.
A primeira temporada de "Game of Thrones" contará com dez episódios, referentes ao livro "As Crônicas de Gelo e Fogo", e deve custar algo em torno de 100 milhões de dólares. As locações são outro fator importante e chamam atenção por serem muito distantes uma das outras, para recriar o continente fictício onde ficam os sete reinos de Westeros, foram para as terras frias da Irlanda no Norte. A parte tórrida de Westeros, foram feitas no Marrocos e algumas cenas na ilha de Malta.
Mesmo sendo comparada as histórias J.R.R. Tolkien de "O Senhor dos Anéis", o universo de Martin é bem diferente da Terra Média de Tolkien. Num universo mais cruel onde cenas de violência, com direito a cabeças rolando, sangue espirrando e vísceras expostas, e como de costume nas séries da HBO, cenas de sexo e nudez, dão o tom mais adulto e menos fantasioso da história. O elemento sobrenatural e fantástico serve como complemento de uma história com personagens de moral duvidosa.
OS SETE REINOS
A história conta a saga de sete famílias nobres que lutam pelo controle da terra mítica de Westeros. As famílias principais são as famílias Stark, Lannister e Baratheon.Robert Baratheon, o rei de Westeros, pede ao seu velho amigo Eddard Stark para servir como seu principal conselheiro.Eddard, suspeitando que o seu antecessor tinha sido assassinado, aceita para que ele possa investigar mais a fundo o motivo de sua morte.A família da rainha, o Lannisters, pode ter tramado uma conspiração para tomar o controle.Do outro lado do mar, os últimos membros sobreviventes da família governante deposto anteriormente, o Targaryen, também estão planejando um retorno ao poder.O conflito entre estas famílias e outras, incluindo os Greyjoys, os Tullys, os Arryns e os Tyrells, conduz à guerra.Enquanto isso, no norte, um antigo mal desperta.Entre a guerra e a confusão política, uma irmandade de desajustados, Night Watch A, é tudo o que estará entre os reinos dos homens e os horrores do além.
A SÉRIE
A HBO disponibilizou um Guia do Espectador, No guia, você vai encontrar muitas informações sobre os principais locais de Westeros (e Essos!), com um mapa supercompleto, descrevendo as áreas de domínio de cada família. Você também vai ver uma descrição dos personagens dessa primeira temporada. O guia vai ajudar quem tá conhecendo a série agora a se ambientar. Você pode acessá-lo clicando através do link: http://viewers-guide.hbo.com/game-of-thrones/
Chegou ao final uma série bem peculiar, que retrata bem o que esse universo de dúvidas e questões que permeiam as mentes femininas e criam conflitos e desentendimentos nas mentes masculinas. A série "Afinal, o que querem as mulheres?" levantou a questão que não tem resposta única e real. Questionou os desejos e sonhos femininos para que nós homens pudéssemos entendê-las melhor e quem sabe amá-las melhor. Mas como entender quem muitas vezes não se entende?! Eis a questão.
E foi diante disso que o personagem André, caiu em campo atrás de respostas e só encontrou dúvidas. Mirou nos homens e também questionou "afinal, o que querem os homens?", ouviu respostas como assistir o jogo em paz, poder broxar sem medo, tem uma mulher que lhe faça esquecer a última... Mas nenhuma resposta plena. Ao fim, concluiu que todos nós, homens ou mulheres, queremos antes de tudo nos entendermos com nós mesmos, saber o que nós queremos. Já que somos frutos de tudo que vivemos e de quem conhecemos, e que muitas vezes nos perdemos entre ações e desejos que não esperávamos de nós. Afinal nós queremos nos entender, para só depois querer algo do outro.
E foi com essas conclusões que o magistral (sem exagero da palavra) Luis Fernando Carvalho encerrou esse belo trabalho. Confira aqui depoimentos dele em relação à temas sobre a série e questões sobre a relação homem e mulher, retirados do site da série no portal da Globo.
Clichês [?]
Há uma infinidade de repetições em todos nós, homens e mulheres, que nos curvamos muitas vezes em prol de um bem comum, um mundo melhor, princípios e moral elevada, enfim, tudo isso que me parece um material rico para dramaturgia. Por outro lado, a repetição destes comportamentos é cada vez mais tragicômica e ridícula. Se tivesse que resumir este seriado em uma frase, diria: a tragédia de um homem ridículo! ‘Afinal, o que querem as mulheres?’ conta a travessia patética de um homem em relação aos seus objetos de desejo, ao amor, aos afetos e a uma espécie de visão do feminino que parece o devorar sempre.
Patético [?] Não sei ser engraçado, muito menos pretendo. Não peço isso aos atores, também não escrevemos o texto pensando em fazer graça, o resultado seria uma catástrofe. Já a melancolia me orienta, talvez tenha nos orientado no texto também e certamente já me salvou muitas vezes. Acho graça nos filmes de Chaplin, que ao mesmo tempo me levam às lágrimas, daí você tira o quanto estou dando os primeiros passos. É que ainda encontro certa dificuldade para crer que os acontecimentos e a narrativa de ‘Afinal’ devam se concentrar em um único gênero. Fico me perguntando se um bom texto, moderno ou clássico, já não traz em si várias camadas.
Comédia [?] Não chamaria de comédia, mas este deslocamento está vinculado à minha curiosidade por novos temas e linguagens, uma certa versatilidade narrativa. Sinto que cada conteúdo requer uma linguagem. E como não sou capaz de escrever um sitcom, aí vai minha pequena tentativa. Procuramos nos aproximar da linguagem das redes sociais, das mídias modernas, do diálogo curto, do diálogo fazendo o papel dos comentários da rede, com mais acidez, mais risco, uma linguagem mais direta, sem tantas reiterações da dramaturgia televisiva. E apesar da aparente leveza, há um conjunto de linguagens por trás desse trabalho que me interessa e que, na verdade, torna o todo algo bem indefinido em termos de gênero.
Cia de ópera [?]
Primeiro veio a ideia de trabalharmos pequenas narrativas, mas para isso precisava de um elenco grande. Junte-se a isso uma necessidade de continuar a trabalhar os atores como coautores do processo criativo, elaborando as cenas com boa dose de improvisação. No caso específico de ‘Afinal, o que querem as mulheres?’, parti de um pressuposto: esse grupo de mulheres, que se revezam em várias cenas e em diferentes personagens, representam o desdobramento do feminino principal, Lívia, o amor primordial de André. Lancei o mesmo conceito para os personagens masculinos, que então representam o desdobramento do masculino, ou seja, do próprio André.
Riso final [?]
Talvez minha incapacidade confessa de traduzir o feminino [que é mesmo tão múltiplo] tenha me emprestado a coragem de criar este ‘Afinal?’, que não se trata de retirar uma resposta pronta da cartola, nem de definir um gênero: isto é uma comédia! isto é um melodrama! Mas de rir do patético que há em nós – este, sim, me parece um gênero novo! – e de seguir gargalhando dos meus eternos clichês cheios de formulas e certezas, e tudo isso em companhia dos meus novos amigos de texto – Cuenca, Ciça e Michel –, tão cheios de sonhos esfarrapados quanto eu.
Então, o riso final seria este: fruto da constatação do grande vazio que se tornou qualquer modelo oficial – amoroso ou não. Esta constatação deu a André a possibilidade de não se cristalizar, reinventando seus dias com força capaz de seguir amando a Vida e o Amor. André vencerá a si mesmo e, pegando na mão de Simone de Beauvoir, poderia até nos dizer: “Querer-se livre é também querer livres os outros”.
E por fim veja o vídeo com uma parte do início da série.