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quarta-feira, 3 de junho de 2015

LAZER: Agite seu corpo e relaxe sua mente com esses "brinquedos" de gente grande

Vem ano e vai ano e as opções de presentes surpreendentes para o Dia dos Namorados ficam cada vez mais restritas? Pensando nisso pensamos em algumas sugestões de produtos que podem ser uma boa opção para fugir do óbvio. São “brinquedos” para os mais crescidinhos e que gostam de aventura, que vão desde skate elétrico, scooter elétrico até bicicleta chopper. A ordem é ir pra rua e praticar alguma atividade que movimente seu corpo nem que seja brincando. Momentos de relax são importantes para a saúde física e mental. Então, mexa-se!
(1) O scooter elétrico é um jeito prático e divertido de lazer. Ele pode ser utilizado sentado e também de pé, já que tem a opção de tirar o banco, fazendo com que vire uma espécie de patinete motorizado. Com a carga completa tem autonomia de duas horas e pode chegar a 40 Km/h. Além disso, o scooter é um meio de transporte alternativo, já que não polui, é feito de material reciclável, com pneus de alta durabilidade e movido à bateria.  Ele funciona com botão de liga/desliga e uma chave, que dá a partida. Sua velocidade é controlada pelo guidão (semelhante à de uma moto). O scooter é dobrável.

(2) O skate elétrico chegou ao Brasil em 2008 e faz a cabeça dos que gostam de aventura e até de improvisar um jeito novo, prático e econômico de locomoção. Basicamente com a mesma estrutura dos skates originais, ele possui o diferencial de ser movido por bateria, através de um controle wireless que controla a aceleração e o freio. É oferecido em três versões: a street (terrenos planos), a off-road (para qualquer terreno) e o Mega-road, que tem tamanho, peso e valor reduzidos, mas encara qualquer terreno. A bateria de qualquer um deles dura aproximadamente uma hora e meia, e chega a percorrer 15 km com a carga completa. Sua velocidade chega a 40 Km/h.

(3) O Onewheel segue o mesmo princípio da SegWay onde um motor impulsiona sua roda e o condutor segue se equilibrando em cima dele. O Onewheel acelera gradativamente chegando até 20 km/h, e o controle vai da inclinação do skate para trás, desacelerando até parar, movimento bem parecido com o snowboard. A bateria tem duração de 6 a 10 km e o preço em média é de US$ 1.500.

(4) Freeboard é ideal para quem sempre se imaginou esquiando na neve e não teve a oportunidade ainda.Com duas rodas no centro do truck possibilita um giro de 360 graus, fazendo o Freeboard deslizar para o lado. O preço em média é de R$ 1.150.

(5) O monociclo elétrico Super Wheel funciona com um sistema giroscópio inteligente (como o das telas dos celulaes), ele monitora o sistema inercial do “passageiro” alterando a velocidade de acordo com a inclinação. O Super Wheel pode ser usados em subidas e descidas e chega a 25 km/h, velocidade próxima a de um maratonista profissional. Ao alcançar essa velocidade, ele aciona uma trava automática de segurança que reduz para 16 km/h e emite um aviso sonoro. Ele pesa 13 kg – ele suporta o peso de até 120 quilos. Sua bateria dura até duas horas e o carregamento completo é feito em apenas uma hora. Além da praticidade, o Super Wheel conta com um design moderno. As hastes para os pés são dobráveis e ele tem uma alça para facilitar o transporte. 

(6) O iSUP da Two Dogs veio de encontro à febre da prática de remar em pé. O SUP – Stand Up Paddle –consiste em uma prancha longboard de surf e remos. Na Two Dogs, esse esporte foi facilitado pela prancha – que normalmente é muito grande e pesada – ser inflável. No modelo de iSUP há ainda a possibilidade de acoplar um acento e a prancha vira um caiaque. O kit já vem também com o remo.

(7) As bikes chopper chegaram ao Brasil no final de 2014. São seis modelos com todo o estilo que as motos choppers trouxeram para a América na década de 60. Com design diferenciado, cada um dos modelos tem um componente de recursos que o deixa diferente do outro. “Basicamente as diferenças estão na presença ou não de suspensão, de marchas, pipo de quadro, pneus, pintura e tamanho”, explica Tairone Passos, da Two Dogs. Os modelos das bikes chopper Two Dogs são: a Stealth feminina e masculina, a Puma Gts, a Puma 3.0, a Jaos 3.0 e a Mustang Nx3.

(9) Falando em bicicleta, a Pliage é o ideal para quem procura um modelo leve, pequeno e dobrável, cabendo facilmente em qualquer cantinho dentro de casa ou do escritório. Um dos atrativos é também o preço: seu custo chega a ser 200% a 60% menor do que suas concorrentes diretas no mercado brasileiro. A bicicleta dobrável Two Dogs possui quadro de aço carbono de alta resistência e os freios são a disco. O sistema de câmbio é da tradicionalíssima Shimano e os aros são de alumínio em chapa dupla oferecendo assim alta resistência e vida útil. Outros vários componentes como blocagens, canote do selim, entre outras também são de alumínio.

(10) Dos praticantes de escalada para as praias e parques de todo o Brasil, o slackline virou moda no verão e promete continuar por muito tempo.  Composto com uma fita de 15 metros e 50 mm de largura é uma brincadeira acessível e que precisa apenas de dois pontos fixos e seguros para prendê-la em cada lado. A 30 centímetros do chão, a slackline permite desenvolver o equilíbrio e criar saltos e manobras pelos praticantes pela sua flexibilidade. O kit completo contem catraca para 4 toneladas, embalagem prática, fita de 15 metros, protetor de neoprene para catraca (evita machucar acidentalmente os pés), protetor de árvores (evita danificar a árvore ou qualquer outro lugar onde o Slackline Twodogs for montado) e uma bolsa personalizada para transportar o kit. 

SERVIÇO:
www.twodogs.com.br
www.rideonewheel.com
www.freeboard.com.br
www.bianchiusa.com

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

ESPORTE: Strike! O boliche renasce no Brasil como esporte e se firma como opção de lazer para todas as idades

Quem tem um pouco mais de idade, com certeza assistiu várias vezes à paixão de Fred Flintstone e Barney Rubble por um esporte bem peculiar, que os fazia se reunirem em confraria, deixarem as mulheres em casa e vestirem roupas e chapéus da equipe para competir em alto nível. Sim, eles jogavam boliche, com muito estilo e paixão. O boliche não é tão antigo assim como os Flintstone, mas há relatos de jogos similares no Egito, na Grécia Antiga e na Europa Medieval (mesmo que alguns fossem jogados com as cabeças dos inimigos mortos na guerra). O esporte moderno de que falamos vem sendo organizados por entidades na Europa e nos Estados Unidos desde o século XIX, numa tentativa de uniformizar regras, elevar o padrão de qualidade do jogo e torná-lo competitivo. Hoje, o boliche reúne mais de 100 milhões de praticantes no mundo, 10 milhões de competidores, já foi esporte de exibição nas Olimpíadas de 1988 e possui circuitos profissionais que pagam uma boa premiação em dinheiro aos competidores.

No Brasil, a febre do boliche aconteceu nos anos 1960 e reviveu seu auge nos anos 1990, quando foram abertos diversos locais para a prática do esporte, que também tinha um forte apelo para a juventude e logo se tornou um ponto de encontro para diversão e paquera. Ir ao boliche era um programa interessante no final dos anos 90, tanto para jogar quanto para encontrar os amigos, conversar e comemorar aniversários, por exemplo. O milênio virou e ao que parece o entusiasmo pelo esporte renasceu. Pistas de boliche se proliferam pelo Brasil e têm feito a alegria dos antigos praticantes (e dos novos também), além dos competidores do esporte da bola pesada.

O JOGO – As pistas de boliche medem cerca de 20 metros de comprimento e 1 metro de largura, ladeada por canaletas que são o verdadeiro terror dos jogadores. Qualquer imprecisão no arremesso pode significar a bola na canaleta e o triste fim da jogada sem nenhum ponto marcado. Os pinos medem até 50 cm de altura e estão dispostos num formato de triângulo, com o espaço entre eles milimetricamente medido para oferecer condições iguais para cada competidor.

As regras do boliche são simples e instigam os competidores a buscar a precisão nos arremessos, pois cada pino derrubado pode ser precioso na contagem final. O jogo é dividido em dez frames, que são as tentativas de derrubar os pinos. O jogador tem duas chances para derrubar os dez pinos de cada frame. Se conseguir na primeira tentativa, fez um strike, que vale dez pontos mais os pontos das duas jogadas seguintes, o que pode dar uma vantagem considerável. Se os dez pinos caírem só na segunda tentativa, valem os mesmos dez pontos mais os pontos da próxima jogada. Se o jogador não conseguir derrubar todos os pinos nas duas tentativas, terá um ponto para cada um que for ao chão. E assim vão, frame a frame, pino a pino, até fechar o placar e conferir quem marcou mais pontos.

No nível amador, pode parecer difícil derrubar todos os pinos. Já os competidores profissionais, que usam equipamentos diferenciados, bolas com peso e furos feitos sob medida, disputam cada centímetro da pista em busca do arremesso perfeito. Para eles, é comum a bola tomar um efeito, beirar a canaleta e acertar os pinos em cheio, tornando cada jogada única e emocionante.


Com o boom recente do boliche no Brasil, praticamente todas as capitais do país já contam com suas pistas, cada uma com suas vibe e design particular. O maior fabricante de pistas e equipamento para boliche é a norte americana Brunswick, que está presente em todo o mundo. Mais do que um ambiente de competição, os bowlings são projetados para garantir a diversão das pessoas, contando com iluminação, serviço de comidas e bebidas e espaço para convivência. O preço é bem acessível, podendo variar de R$ 75 a R$ 110 por hora, com espaço para até seis jogadores competirem. Cada vez mais o esporte tem se consolidado como uma boa alternativa de lazer.

Em São Paulo, três dos boliches que se destacam são o Villa Bowling, que fica no Shopping West Plaza, que possui 20 pistas totalmente modernas e possui uma equipe pronta para passar noções básicas para os iniciantes. Os preços variam de 76,00 a 156,00 reais, dependendo do dia da semana. Ou local bem disputado é o Dragon Bowling, no Shopping Center Norte. Com 24 pistas que podem receber até 144 jogadores, os valores vão de R$ 48 a R$ 84, e já incluem o utilização dos sapatos especiais para a pista. Por fim o Tiger Bowling, no bairro do Bom Retiro, possui 24 pistas e os valores vão de R$ 51 a R$ 81 a hora. Já no Rio de Janeiro um dos mais badalados fica na Barra da Tijuca e se chama Strike Boliche (Barra Shopping). Com vinte pistas automáticas e capacidade de até 250 pessoas, mesa de sinuca e videogames. Além disso, possui um restaurante com cardápio delicioso e diversificado, que vai desde sanduiches até pratos mais elaborados como massas, carnes e peixes. Na Zona Norte do RJ, o mais destaque vai para o Striker Casual Bowling, com incríveis 26 pistas e uma impressionante estrutura com 2700 metros quadrados. Os preços vão de R$ 40 a R$ 85, dependendo do dia.

Em Recife, funciona no Shopping RioMar desde 2012 o Game Station Bowling, com doze pistas com medidas oficiais e capacidade de receber até 4 mil jogadores por dia. Um número bastante significativo que mostra o potencial de mercado desse esporte. A capital pernambucana ainda conta com outro bowling no bairro da Torre, o Strike Recife, que também tem se destacado entre os participantes. Há ainda um terceiro espaço, este ainda não inaugurado, no Bairro do Recife, dentro do projeto de reforma dos antigos armazéns do porto.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

LAZER: Agite seu corpo - Uma seleção de "brinquedos" de adulto para você sair da rotina e se exercitar‏

Com a proximidade do verão, a ordem é ir pra rua e praticar alguma atividade que movimente seu corpo nem que seja brincando. Pular, correr, pilotar, jogar, pedalar, navegar... São inúmeras possibilidades para agitar o esqueleto e aquecer o corpo. Momentos de relax são importantes para enfrentar o dia-a-dia corrido e nada melhor que um bom agito. Selecionamos alguns “brinquedos” de adulto que vão fazer você sair da rotina nessa estação e se exercitar brincando.







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