quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

CAPA: Alok, o melhor DJ do Brasil e o único brasileiro no ranking dos melhores do mundo

O som da música eletrônica era música de ninar quando o DJ Alok era criança. Filho de pais DJ´s famosos, logo aos 11 anos Alok começou a tocar e não parou mais. O resultado disso é que recentemente ele foi eleito como o melhor DJ do Brasil, segundo a “bíblia” da música eletrônica, a House Mag. Fruto de muita dedicação e amor pelo que gosta, o jovem Alok (hoje com 23 anos) já se apresentou ao lado de nomes famosos como Armin Van Buuren e David Guetta e faz mais de 20 apresentações por mês, dentro e fora do Brasil. Com um som cheio de personalidade e um estilo que contagia, o ano de 2016 promete ser ainda mais incrível e a cara desse verão. Conversamos com Alok para conhecer um pouco mais desse cara que não deixa multidões paradas.

Você termina 2015 sendo eleito o melhor DJ do Brasil segundo a revista especializada House Mag. Como foi para você ter sido apontado como o número 1 do Brasil? É a satisfação em nível nacional maior que um DJ deseja ter e com certeza fez total diferença na minha carreira, me deu maior visibilidade e credibilidade também.  


Até chegar a isso como foi sua trajetória? Como foi o início e que dificuldades enfrentou? Comecei a tocar com 11 anos e sempre tive ótimas influências por causa dos meus pais, Swarup e Ekanta, que também são DJ's. Pais DJ's, amigos dos pais Dj's, assim tudo ficou mais fácil. Sobre as dificuldades? Sempre teremos pedras no caminho, temos que buscar a nossa superação, a luta é diária. 

Como foi que a música entrou na sua vida? E quando se descobriu DJ de verdade? Toda a minha carreira teve uma base construída na minha casa, com os meus pais. Eu já sabia que seria Dj's desde que passei a acompanhar eles em suas apresentações e hoje devo tudo à eles. Cresci na cena e a credibilidade que os meus pais tem acabou influenciando na minha carreira também. 

Que diferencial que você acredita ter em relação aos outros DJs? Gosto de colocar a música sempre à frente de qualquer outra qualidade minha, acho que essa é a melhor resposta mesmo, a música com personalidade. 


Hoje é comum ver muita gente se auto intitulando DJ, mas o que faz um bom DJ no sentido profissional? O que diferencia o amador do profissional? Profissionalismo vai além de dominar as ferramentas. Profissionalismo envolve compromisso com o público. 

Como escolhe o setlist das festas que participa? Ah eu sempre tento fazer com que seja melhor que o último sempre. 

Quais são os seus produtores de música favoritos na atualidade? Eric Prydz e Gui Boratto são excelentes no meu ponto de vista. 

Em que lugar do mundo sonha em colocar a galera para dançar? Burning Man!  

O que é fundamental para ter uma boa vibe com o público? Carisma sempre, porque é envolvente e aproxima muito.  

Onde estão as grandes baladas no Brasil e no mundo? Brasil com certeza São Paulo e Santa Catarina, no mundo EUA, Holanda, Ibiza.

Quais os novos projetos? O quem tem de novo vindo por aí? Meu álbum é um dos meus projetos que deve ser consolidado em breve.  

O que você costuma ouvir quando não está colocando música para os outros ouvirem? Ouço um pouco de rock, reggae e outras vertentes eletrônicas.  

Quando não está no comando das baladas, o que curte fazer pra se divertir e pra descansar? Ir até Alto Paraíso e me desligar de tudo, é revigorante. Sempre reservo um tempo e fujo pra lá.  

Qual o som desse verão? Alok & Blue Rose - Sunlight - YouTube 


quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

ESPECIAL: Retrospectiva MENSCH 2015 - capas, fotos, viagens, estilo e as frases que marcaram esse ano


2015 realmente é um ano para ficar na história, mas não só pelos fatos negativos que tomaram o Brasil e o mundo, mas pelos desafios que encontramos pelo caminho. Desafios esses que foram vencidos e com sucesso completamos nossos 5 anos de vida com momentos bem especiais. Se começamos o ano com nosso "coelho da sorte", Alexandre Nero, encerramos o ano com nossa estrela máxima, Adriane Galisteu. Além disso fomos além, e na última edição impresso do ano publicamos 5 capas diferentes da mesma edição. Lançamos nosso primeiro suplemento bilíngue (especial de Carnaval) e fomos notícia em mídia nacional por conta de várias capas. Só para citar duas, as atrizes Agatha Moreira e Giovanna Lancellotti deram muito o que falar. Trouxemos cantores como o incrível Ney Matogrosso; o homem da moda no Brasil, Ricardo Almeida; e acompanhamos de perto o sucesso de novelas que marcaram o ano como "Verdades Secretas" e "Os Dez Mandamentos", trazendo para o público entrevistas e capas exclusivas com seus astros. Saindo um pouco das capas e falando de moda, produzimos nosso primeiro editorial feito no exterior (Nova York), e falando no exterior, viajamos muito por lugares incríveis como Omã, Cuba, Lapônia e Japão. Confira abaixo alguns dos nossos destaque desse ano e já se prepare pois 2016 será ainda melhor! Nosso muito obrigado à todos que tornaram tudo isso possível e aos leitores que nos prestigiaram. Um feliz ano novo à todos!


 





terça-feira, 29 de dezembro de 2015

BEBIDA: Um brinde a 2016, com puro espírito da “art de vivre" francesa com novo champagne que chega ao Brasil

A mais jovem das maisons de champagne, Brimoncourt, elegeu o Brasil para sua expansão internacional, apresentando todo seu universo particular, sinônimo de qualidade, elegância e respeito à história desta bebida. A maison Brimoncourt localiza-se num charmoso vilarejo chamado Aÿ, na capital histórica da região de Champagne, epicentro de terrois de prestígios com 100% de grands crus.

Por trás do nome Brimoncourt, encontramos um gentleman dos tempos modernos, Alexandre Cornot, que em 2008 adquiriu a marca. Graduado em direito, negociador de arte e empresário arrojado, Alexandre Cornot tem características bem excêntricas, uma mistura de um personagem dos anos 20 com um lorde escocês, dotado de um estilo bem inglês e com um bigode desafiador. Este gentleman visionário decidiu abandonar sua promissora carreira de advogado em Paris e retornou às suas origens para resgatar e realizar seu antigo sonho, construir com a renovação da marca Brimoncourt, uma nova maison de champagne.

A marca renasce homenageando os eternos valores da história do champagne: a elegância, a partilha, a independência e a leveza. Esta longa história de três séculos, fez do champagne o brilhante amigo das requintadas mesas e do mais puro espírito da art de vivre francesa. A sede da marca é um museu por si próprio, dentro de uma antiga gráfica fundada em 1870, que por acaso ou por mero destino, imprimiu, por mais de um século, etiquetas de champagne para produtores da região. Em  seu interior, existe uma coleção de oito mil pedras litográficas, que permanecem conservadas entre diversas obras de arte, as quais refletem a paixão artística de Alexandre Cornot. A decoração também é composta por uma cópia monumental em bronze de O Pensador de Rodin, por belas estátuas esculpidas por Degas e por um imponente quadro do Regente do século XVIII ao lado de uma impressionante foto de Clint Eastwood.


Esse é o ambiente proporcionado por Alexandre Cornot a quem visita sua maison. Além de degustar um sofisticado champagne, o visitante mergulha numa experiência única, entre jardins e móveis bicentenários, compreendendo este universo ambicioso e vivaz. A marca Brimoncourt tornou-se em pouco tempo uma produtora de bebidas excepcional e reconhecida por sua alta qualidade. Suas garrafas são distribuídas pela Rotschild Distribuition, subsidiária do Grupo Baron Philippe de Rotschild, podendo ser encontradas em restaurantes com estrelas do Guia Michelin e em festas oficiais do Palácio do Eliseu em Paris.

As quatro cuvées do champagne Brimoncourt, Brut, Rosé, Blanc de Blancs e a grande novidade, o Extra Brut, traduzem em borbulhas a leveza e o frescor do espírito da elegante maison. O guia de vinhos Bettane et Desseauve, um dos mais renomados na França e no mundo, foi um dos primeiros a posicionar a Maison Brimoncourt no topo do ranking dos Brut sem safra, ao lado das marcas famosas Taittanger, Pol Roger, Ruinart e Bollinger, com nota 15,5/ 20.

A chegada de Brimoncourt ao Brasil está prevista para dezembro deste ano e o responsável contratado para coordenar toda a operação é o brasileiro Diogo Veiga, formado pelo Cordon Bleu de Paris em Sommelier e Wine Management. Diogo Veiga organiza também degustações privées para uma seleta clientela em Paris, formada principalmente por turistas brasileiros, ingleses e americanos.

O brasileiro está cada vez mais preparado e em busca de degustações de qualidade, sendo assim as comemorações das festas de fim de ano serão em grande estilo. Um brinde, bem-vindo 2016! Benvindo Brimoncourt!


Site oficial: www.brimoncourt.com

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

FITNESS: Entre em forma para o verão 2016 (ainda dá tempo!) com Rhoque Malízia

Transformar o corpo e ficar em forma não é das tarefas mais fáceis, requer força de vontade e muita disciplina acima de tudo. Isso só para começar. Mas também não é algo difícil de se alcançar, é preciso uma orientação profissional e ajuda nutricional para obter resultados satisfatórios. E se você que esses resultados para esse verão, corra meu amigo!

Para ajudar você nessa missão a MENSCH procurou o apresentador de TV Rhoque Malízia, que atualmente está à frente do programa Turismo & Aventura do SBT (todos os domingo às 7h30), para nos dar algumas dicas para entrar em forma. Malhador convicto e que segue à risca o programa do seu personal trainer Bruno Barsotti com treinos de segunda a sexta nas academias Les Cinq Gym e na Movement Academia. Rhoque acorda às 7 da manhã para ir à academia para um treino dividido entre musculação e aeróbico, “faço 40 min de aeróbio intervalado duas vezes por semana que atua na queima de gordura, ganho de condicionamento físico e melhora da saúde cardiovascular”, diz Rhoque. Além disso, uma vez por semana pratica Muay Thai (com treinos de uma hora) que, além de ser um exercício aeróbico eficiente, ajuda a trabalhar o abdômen. “Rhoque é muito dedicado e isso me motiva a ter sempre um cuidado especial com o seu treino para que tire o máximo de proveito do empenho dele”, comenta Bruno.



TRACE SEU PLANO

O treino montado por Bruno é composto por seis séries de exercícios, e de oito a quatorze por grupo muscular. As repetições vão de seis, com uma carga maior, a vinte, com menos peso, para dar, no mesmo treino, estímulos diferentes para o músculo. E a intensidade dos exercícios varia de 80% a 95 % do esforço máximo, e dependendo da rotina, aumenta o volume do treino para que o estímulo dure por mais tempo, isso devido a impossibilidade de treinar nas viagens para gravar o programa. Ou seja, ideal para quem não tem todos os dias da semana à disposição para um treino mais diário.

“Não curto muito fazer o aeróbico, então para não ter que aumentar o tempo de esteira, controlo o máximo que consigo a alimentação. Já a musculação, deixou de ser apenas para manter a forma, treino com prazer. Quem está começando ou ainda não criou o hábito de ir à academia, talvez não entenda bem isso. Mas depois de um tempo de treino regrado e disciplinado, existe um momento em que você começa a sentir os benefícios de tudo aquilo e passa a treinar com vontade. Quando se tem dedicação os seus próprios resultados, por menor que sejam, acabam estimulando você. Tenho facilidade em ganhar massa muscular no bíceps e tríceps, então acabo treinando esses grupos musculares com menos intensidade para manter a proporção corporal.”


ATENÇÃO ESPECIAL PARA A ALIMENTAÇÃO

Paralelo a isso, Rhoque frequenta um especialista em nutrição para manter uma dieta balanceada e nutritiva. “A cada dois meses, o Dr. Thiago Volpi, do Espaço Volpi, que monta um plano de alimentação e de suplementação para mim. A quantidade diária de macronutrientes (proteína, carboidrato...) e micronutrientes (vitaminas, minerais...) é calculada em cima do meu peso e do meu objetivo, mas a dieta é sempre montada com alimentos de baixo índice glicêmico.”

Mesmo quando está em casa, em São Paulo, Rhoque leva à risca a dieta, já que durante as viagens fica mais complicado seguir, não só pela correria mas também por gravar em lugares onde é difícil de encontrar uma opção saudável. De qualquer forma é importante evitar sempre fritura e alimentos refinados, como açúcar, farinha e arroz brancos. “Essa maneira mais saudável de se alimentar já é um estilo de vida, não é uma dieta que tem data para terminar. Já me acostumei. No começo, quando não entendia muito, comia o mesmo prato por vários dias seguidos. Hoje faço a versão saudável, com os ingredientes que estão dentro da minha dieta, para quase todas as receitas tradicionais, inclusive salgadinhos, bolos e doces”, completa Rhoque.




Fotos  A2 PHOTOLAB (Pedro Abbud)
Agradecimento: Les Cinq Gym (locação): www.lescinqgym.com.br

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

BAR: A era dos shots

A ideia de um bom shot começa no convite de bebê-lo, não há uma determinada escolha de sabor, isso fica a cargo do barman ou do anfitrião que faz o convite. Nesse momento, a alegria de confraternizar com amigos desejando-lhes boa sorte se faz certo. O shot é acolhedor e motivador de um possível bom relacionamento e novas amizades. Esses momentos geram uma serie de sinais motivadores para a diversão, é uma forma de desejar boa sorte, evidenciar e comemorar vitórias ou também desejar mais sorte de uma próxima vez, alinhar novas amizades e por ai vai. A sensação de tomar um shot se compara a se aventurar num momento radical, diferente de boas rodadas de cerveja com amigos.

HISTÓRIA DO SHOT

Norteia na idade média o início das confecções de drinks aos quais se misturava frutas aos destilados, pois era muito forte, com graduações alcoólicas com 60º a 80º. Na antiga Grécia era misturado ao vinho desde água do mar ao mel de abelha, ou mesmo vinagre para dissolver e abrandar o gosto. A sua evolução se deu através de combinações mais elaboradas e atraentes, resultado de um amadurecimento de habilidades técnicas na manipulação e na consolidação de paladares difundidos em todo o mundo.

Nos Bares pelo mundo, a apreciação de um bom shot está presente em diversas localidades, desde ambientes mais aristocráticos aos mais simples, não excluindo ninguém de seus momentos.

A APRECIAÇÃO DOS SHOTS SE DARCOM ALGUMAS IDEIAS E ELEMENTOS:

O COPO - o ideal para o shot são copos baixos com capacidade para de 1 a 3 OZ. O  ato de beber está muito relacionado à cultura local, sendo muito mais desenvolvido “tiro” que se resume em beber tudo em um só gole, mas também se pode apreciar em doses mais suaves, conseguindo, assim, uma forma mais saborosa da bebida. Se você for convidado a tomar um caballito não se preocupe, é apenas uma definição para o copo em que se bebe o shot de tequila.

AS BEBIDAS – As bebidas ficam muitas ao gosto e às oportunidades do momento. você pode tomar shot de tequila e shot de Jägermeister, algo refinado e de muito bom gosto, como também pode solicitar ao barman que prepare algo especial. Nesse  caso, você pode solicitar o Black Russian ou Flaming Beaver ou até mesmo um B52 bastante conhecido e admirado no Brasil. Em alguns bares, há opções de shots mais flamejantes, ótimas pedidas para também serem apreciadas.

O BRINDE – “Acima, abajo, alcentro e adentro” essas palavras já abrem o sorriso de todo o grupo. Ao definir quem irá beber com você e definir quais as bebidas, levante a bandeira e chame todos para o momento único, vale pensar que você pode está tomando esse drink apenas com o seu melhor amigo é uma conexão de amizade e cumplicidade com o resto da multidão presente. Há  momento em que se convida um grupo. Nesse  momento, amigos e desconhecidos também podem se reunir para que ocorram bons momentos naquela noite e depois do primeiro shot, e que venham outros shots. Quando o barman vem oferecer um shot normalmente ele traz uma bandeja cheia o que permite uma reunião mais abrangente do brinde, um convite para um shot por si só, já é uma forma de elogio.

FECHANDO SEU SHOT COM CHAVE DE OURO

Após os erguer das mãos e o toque dos copos, deguste sua bebida da forma mais agradável possivel, de uma só vez ou em duas dose.  Se  estiver numa farra na mesa de bar, não se esqueça de golpear o copo levemente no balcão produzindo um som agradável de satisfação.

BEBENDO TEQUILA

O hábito de beber tequila já conduz ao shot certo. É  comum apreciar tequila guarnecida com sal e limão. Os  mexicanos conduzem o beber da tequila em pequenos goles intercalados, o que permite saboreá-la muito mais. Outra observação da tequila no México, é a condição de bebê-la gelada, tanto as repousados quanto as platas. O  hábito do mexicano em saborear tequila, ensina muito em saborear essa bebida dos Deuses. As Tequilas mais chiques como a Reposado e Reserva dispensam qualquer acompanhamento, sendo bebidas puras. Alguns índices de variações de tequilas:

*Tequila 100% Agave
Feita apenas com açúcar de Mezcal, deve ser destilada e engarrafada no México. Tem 5 especificações:

- Blanco (Branco)
Tequila clara e transparente, é engarrafada imediatamente após a destilação. Tem o aroma e o sabor do Agave Azul.

- Joven ou Oro (Jovem ou Ouro)
É uma Tequila suavizada com corantes e sabores, como caramelo. É a mais usada para fazer as famosas margueritasmargaritas.

- Reposado (Repousado)
Repousando a Tequila Blanco de 2 meses a um ano em barris de carvalho, temos a Tequila Reposado, de aroma agradável e cor amarelo pálido, suavizando o sabor do Agave Azul.

- Añejo (Envelhecida)
É a Tequila envelhecida por mais de 1 ano nos barris de carvalho, adquirindo o sabor da madeira e uma cor âmbar.

 - Reserva
Categoria especial de Tequilas envelhecidas por mais de 8 anos.

Momento de extravasar com elegância e muita interação com todos.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

GADGET: Natal High Tech - 10 eletrônicos inovadores para deixar seu Natal (e ano novo) ainda mais tecnológico

A cada ano o Natal fica mais tecnológico em matéria de presentes e novidades, seja um novo smartwatch, seja um novo modelo de celular ou TV. Sempre somos surpreendidos com eletrônicos ama mais avançados e práticos. Fizemos nossa tradicional seleção de 10 equipamentos que estão dando o que falar no mercado e que já se tornaram objeto de desejo de muita gente. Seja para o lazer ou trabalho, para ajudar na prática de esportes ou simplesmente ouvir uma música, todos esses gadgets são inspiradores para o ano inteiro.



terça-feira, 22 de dezembro de 2015

VAIDADE: Os cuidados frequentes com seu corpo para uma boa aparência

Antes de vaidade, os cuidados com o corpo são uma questão de higiene pessoal. Assim como o carro que merece cuidados de manutenção periódica, nosso corpo também precisa. E assim como as mulheres, os homens precisam ter cuidados básicos para se manter bem apresentável. Afinal, já não somos mais homens das cavernas e precisamos ter o mínimo de vaidade e cuidado com nosso corpo. Se seu carro necessita de troca de óleo, polimento, lavagem... nosso corpo também. Cuidar dos cabelos, da pele e manter um corpo com boa aparência requer cuidados que vão além de um simples banho e escovação dos dentes. Essa rotina vai consumir apenas alguns minutos que  resultará em muitos elogios. Traçamos algumas dicas de cuidados fundamentais para você manter a carcaça em dia com o espelho. São cuidados diários, semanais e mensais que darão resultados imediatos.

Cuidar da aparência não é exclusivo das mulheres há muito tempo; os homens estão cada vez mais vaidosos e exigentes em relação à imagem. E o corpo do homem tem certas particularidades que precisam de mais atenção que o feminino. Por exemplo, você sabia que o homem tem muito mais glândulas sebáceas do que as mulheres? Por isso tanto pelo e oleosidade na pele da face, tórax e costas. Além disso, outro detalhe faz a diferença, o homem também tem mais glândulas sudoríparas, o que faz os homens suarem mais que elas.


SUA PELE AGRADECE
Por conta dos hormônios masculinos, a pele do homem é 25% mais espessa que a da mulher, possuindo mais colágeno e elastina. O que possibilita que processo de envelhecimento da pele aconteça de maneira mais lenta que o das mulheres. Porém essas características acarretam em poros mais abertos e na tendência à acne e proliferação de bactérias. Por esse motivo, o primeiro passo para ter uma pele bem cuidada, é lavar bem o rosto com um sabonete líquido facial, sempre que a oleosidade do rosto estiver excessiva.

Isso também reflete nos cuidados ao fazer a barba, por isso é imprescindível utilizar um creme de barbear para amaciar os pêlos, facilitando o deslizar da lâmina, sem danificar a pele. Cada vez que um homem se barbeia, remove a camada hidrolipídica, que protege a pele. Portanto, é essencial a escolha de um bom produto, que prepare a pele e minimize esse fato, evitando irritações e inflamações. Depois de fazer a barba, é importante lavar bem o rosto com água fria e aplicar um produto pós-barba no rosto e pescoço, que hidrata e suaviza a pele, além de auxiliar na cicatrização delaa e na renovação das células. Para isso o indicado são as loções pós-barba que estão disponíveis no mercado para vários tipos de pele, em versões creme e gel, proporcionando um efeito mais eficaz.


HORA DO BANHO
Com os cabelos o cuidado é o mesmo. Além do xampu, um bom condicionador é importante na hora de tomar um bom banho. Vamos a algumas dicas importantes para um banho perfeito: 1) Não demore muito no banho. A água não hidrata a pele, muito pelo contrário, resseca. O tempo ideal são 10 minutos. E se você costuma tomar mais de dois banhos por dia, o indicado é que o segundo seja uma ducha rápida. Não precisa reaplicar o xampu. 2) Cuidado na temperatura da água, água muito quente resseca o couro cabeludo e a pele, além de tirar sua proteção natural. 3) Escolha um sabonete hidratante e com óleos que evitem ressecamento da pele. 4) Na hora do banho comece pelo cabelo para que a sujeira escorra logo antes de você se ensaboar, depois passe para as axilas e genitais. 5) Use a mesma marca de xampu e condicionador, pois assegura os mesmos princípios ativos fiquem equilibrados e funcionem melhor.



APARANDO A "GRAMA"

Dome seus pelos! A retirada de pêlos rebeldes nas sobrancelhas, nariz e ouvidos também é um cuidado importante que se deve ter. Em geral a manutenção deve ser feita a cada 2 a 4 semanas. Nas sobrancelhas o ideal é usar uma pinça para evitar as terríveis “monocelhas”. Não é fazer as sobrancelhas, mas mantê-las em ordem e separadas. Já os pelos do nariz o ideal é tirar com o cortador elétrico sempre que os pelos começarem a ficar expostos. E no caso dos ouvidos use o mesmo aparador do nariz. Em geral, uma vez por mês. Já que estamos falando em pelos, não se esqueça de aparar os pubianos. Para fazer a manutenção, o recomendado é uma vez por mês. Ou sempre que achar necessário. Faça isso com máquina, ou caso não tenha, use tesoura mesmo (com cuidado). Ter um matagal entre as pernas não é nada sexy e não vai lhe render elogios, muito menos será sinal de masculinidade. Para falar a verdade, muitas mulheres acham um corta tesão. Na máquina o tamanho ideal é o nível 2. E lembre-se, deixando o pelo rente, dá um efeito ampliador, realçando a ferramenta.



Bem, esperamos que você não fique parado e siga nossas dicas. Afinal é importante passar uma boa aparência e se manter bem tratado. Seu corpo, e o espelho, agradece.


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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

ESPECIAL: Wish List MENSCH - 15 dicas de presentes de Natal (para você e o amigo-secreto)

Semana de Natal e aquela correria de sempre. O que comprar para o amigo-secreto na empresa, com os colegas do curso, com a galera do futebol... e sempre a dúvida do que comprar. Por outro lado, é hora de se agradar também e comprar aquele presente que muitas vezes só você sabe qual é e o que deseja. Seja para presentear ou seja para você mesmo, selecionamos 15 ideias de presentes que vão de roupas, livros, CD´s, perfume, relógios, bebida e muita coisa legal para terminar o ano e iniciar o próximo com alguns mimos.





sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

ESTRELA: As mil faces de Adriane Galisteu

Uma mulher que se reinventa diariamente. Esta é Adriane Galisteu. Apresentadora, modelo, empresária, mãe, esposa, e tantos outros predicados fazem dessa loira, de sorriso inconfundível e olhos de mar, uma celebridade. Aos 42 anos, em pura forma e beleza, vive um dos momentos mais importantes e instigantes da sua carreira: tentar conciliar todos esses desafios diários a uma agenda cada vez mais que atribulada. “Minha vida é tão corrida, tão dinâmica, que muitas vezes, tenho a sensação de precisar de mais horas pra fazer tudo o que eu quero”, revela Galisteu. Em meio a uma vida em que a palavra rotina não existe, nós da MENSCH, saímos também do convencional e abordamos a nossa estrela com temas abertos para que nossa ela pudesse desenvolver expressar seus pontos de vista.  Confira! 

O Hoje - “Eu não vivo o amanhã. Meu momento é o hoje. Não gosto de planejar muito, tenho até um pouco de medo, pois já tomei muitas rasteiras e fui obrigada a compreender novas verdades. A vida já me puxou o tapete várias vezes por isso eu não gosto de contar com o futuro. Gosto de viver o agora e acabou.”



A mãe – “O Vittorio está com cinco anos e tento mostrar a ele sempre o meu melhor e o que aprendi com a minha mãe - que é meu maior exemplo -, e agora, com a minha sogra. Confesso que eu nem sabia que eu tinha tanto amor pra dar até a chegada dele. Tudo pra mim fica claro quando vejo que esse amor não tem começo, meio e fim. É pleno. Não tem como descrever nem expressar”
As Amizades – “Minhas amizades são muito especiais, mas não necessariamente eu convivo com elas. Eu procuro somar, não tenho medo de amigo novo, de conhecer gente nova. Tenho os antigos, que eu não convivo diariamente mas, que tenho carinho enorme. Agora no meu dia-a-dia, pelo meu estilo de vida, pela correria que é, talvez eu não tenha conseguido manter amizades na minha rotina, afinal eu não tenho rotina. Claro, existe pessoas que convivo mais. Eu respeito a amizade, sei ser amiga dos meus amigos e eles sabem que o que precisar podem contar comigo até debaixo d´água”

O Envelhecer – “É bobagem ter medo de envelhecer, para esse assunto, não existe mistério. A velhice está aí, fazendo-se presente todos os dias. Ela chega para todos, para uns, mais rápido, outros mais devagar. Eu tenho medo de morrer, de ficar doente, de não ter saúde. Quero viver essa fase da maneira mais saudável que existir. Falo que fui programada pra 120 anos. Espero ser uma velhinha bem animada, bem serelepe, cheia de neto. Sem contar que a medicina está aí para dar uma forcinha. Não nego que daqui a dez anos, quero me ver correndo muito mais do que eu corro, buscando sempre o meu melhor e encontrando desafios diferentes, sempre.”

O Carnaval - “O carnaval fez parte da minha vida por 18 anos e, lógico, tudo na vida tem começo meio e fim, é um ciclo e, apesar de ser uma apaixonada pela festa, acho que as coisas precisam tomar novos rumos. Eu espero voltar pra Sapucaí em algum momento, pode ser em 2016 ou 2017, mas, que fique claro, meu retorno não terá nada a ver com a saída de alguém. Posso estar voltando até em outra situação, como diretora, passista, como rainha de bateria, na ala dos compositores, na harmonia. Enfim, não importa onde será, o que quero é matar minha saudade. Desfilei, contei história, usei fantasias lindíssimas e me sinto honrada com todo esse carinho e feliz da vida por ter vivido tudo isso.”

A Portela - “Uma coisa posso adiantar, que quando minha volta acontecer, será na escola que me colocou a primeira vez na avenida e que eu tenho um grande amor: a Portela. Mesmo tendo desfilado em outras escolas, representando outras agremiações, sempre fui apaixonada pela águia e, onde eu estivesse, esperava ela entrar e, de certa forma, fazer parte daquele momento. Nunca saí da avenida sem ver a Portela.”



A Playboy - “Eu fiquei realmente chateada com o fim da revista aqui no Brasil. A Playboy tem uma história de vida bacanérrima, ela entrou na casa de todo mundo não só pelo nu, mas também pelo conteúdo, beleza, qualidade das entrevistas e tudo que ela tinha pra oferecer, até pelas piadas da última página. Era deliciosa em todos os sentidos, então perdê-la é uma pena. Mas, ainda bem que fiz parte dessa história tão bonita em momentos muito importantes da minha carreira, e da revista. Tenho o maior orgulho das minhas duas capas, pois elas vieram em momentos bem diferentes na minha trajetória. Sou feliz de ter minha história lá, nas páginas de uma revista de tanta importância.”



Papo de Cozinha com Dri e Alê - “Apesar de não cozinhar, adoro ficar na cozinha, acho que é o lugar mais divertido da casa. É agregador. Dei a sorte de casar com um homem que entende muito, tem técnicas e receitas próprias muito especiais, apesar de não ser chef. Acredito que, quem cozinha com amor, faz pratos melhor que qualquer chef. O clima do programa é bem descontraído uma vez que acredito que, nos dias de hoje, seja na televisão, nas redes sociais, na rádio ou em qualquer meio de comunicação, a postura de quem está ali, tem que ser a mais sincera e verdadeira.”

Youtube - “Estou trabalhando muito no meu canal ‘Adriane Sem Filtro’. Quero mostrar um lado natural da vida, eu admiro pessoas assim e eu quero, apresentar algo bonito, leve, suave, sem amarras, puro, de coração, sem filtro mesmo.”

Site – “É mais um canal de comunicação que criei para ter contato com as pessoas que gostam de mim, que torcem por mim, que estão do meu lado. Dá muito trabalho, sim, mas também muito orgulho. É um resumão da minha vida. Divido os assuntos por temas em cada dia da semana. Na segunda-feira eu falo sobre dieta, treino e bem-estar; na terça, apresento receitas, mostro restaurantes, comidinhas; na quarta o assunto é beleza; na quinta, moda; na sexta, teatro, cinema, lazer e viagem e aos sábados falo sobre crianças. Tudo bem dinâmico”



Assinatura - “Sou muito perfeccionista com as marcas que levam meu nome. Eu realmente faço uso e comprovo a eficácia dos produtos. Dá trabalho? Muito, mas a satisfação de poder apresentar algo ao mercado de qualidade superior e ver os resultados é o que mais que compensa. Possuo uma linha de bolsas que já vai na oitava coleção; o descolorante Lightner; perfumes com fragrâncias especiais; creme de tratamento pra celulite (Jafra) e a novidade para o Natal é o suplemento para ajudar e acelerar o processo de perda de peso.”

Realização – “Não me sinto uma pessoa realizada, ainda tenho tanta coisa pra fazer, pra realizar ainda. Eu sou uma mulher que é feliz com a vida que tenho e de como cheguei até esse momento. Errei, acertei e tenho uma família que era um sonho que sempre tive. Acho que se eu for questionada sobre ser uma pessoa realizada daqui há 20 anos, a resposta será a mesma: ainda tenho tanta coisa pra fazer. 


Fotos Danilo Borges / Produção Ju Hirschmann / Styling Thidy Alvis / Cabelo Thiago Fortes / Maquiagem Jr Mendes / Tratamento de imagem / Jujuba Digital / Realização Milton Martins Filho

Badgley Mischka - Tel. (11) 3057-1725 (contato do showroom no Brasil) / Fendi - (11) 4873-5592 / Marisa Clermann - (11) 3062-7763 / Epiphanie Joias - (11) 3473-5973 / Guilherme Duque Joias - (11) 3231-0012 / Helô Rocha - (11) 3085-4476 / Aron & Hirsch - (11) 3064-5144 / Vivaz - (31) 3337-8122 / Iódice: (11) 3085-9310

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

DIÁRIO DE BORDO: Omã - O melhor das Arábias

Omã é o oposto de seus vizinhos no Golfo Pérsico e por isso entrou há algum tempo na minha lista de países a conhecer. Diferente do vizinho Emirados Árabes, em Omã não existem aqueles prédios modernos que figuram entre os mais altos do mundo. Na capital Muscat, os edifícios são construídos seguindo a arquitetura tradicional Islâmica. Talvez por isso as fotos que vi da cidade no século 19, expostas no interessante museu Bait al Zubair, ainda parecem muito com a Muscat do século 21. O pequeno país da península arábica, assim como os vizinhos, é um gigante do petróleo, mas sua riqueza natural e a maneira como preserva seu patrimônio histórico fazem dele um dos melhores destinos do Oriente Médio. 




MUSCAT 

Começamos a nossa viagem de uma semana à Omã pela capital Muscat. A cidade é difícil de navegar sem um carro. O calor infernal que faz no Golfo Pérsico durante grande parte do ano influencia em muito o estilo de vida na capital. Aqui todos parecem ter carro, o transporte público é quase inexistente, e encher o tanque com gasolina é bem mais barato do que abastecer a geladeira com água. Por isso, o primeiro desafio em Muscat é escolher onde ficar. Meu critério principal na hora de escolher a hospedagem é sempre a localização. Gosto de me hospedar em um local que me permita conhecer boa parte das atrações da cidade a pé. Em Muscat isso não é possível. A cidade se espalha pelo litoral em uma bela faixa de praia, e conhecê-la exige alugar um carro ou utilizar o simpático serviço de taxi da cidade. 

Com poucos turistas visitando Omã, é fácil encontrar um taxista disposto a fazer o papel de guia e anfitrião. Escolhemos ficar no hotel Park Radisson, que além de bem avaliado parecia ter bom custo benefício e ficava ao lado de um dos grandes shoppings, que tem bons restaurantes. Vindo do Sudeste Asiático, já prevíamos que o shopping seria uma das nossas primeiras paradas para comprar roupas adequadas para caminharmos pelas ruas. Omã é bem conservadora e a expectativa no interior, independente do calor, é que mulheres andem pelas ruas cobertas dos pés à cabeça e homens caminhem pelo menos de calça comprida. Em Muscat ainda é possível passar batido com uma bermuda, mas no interior, aderir ao costume local é importante para que o visitante desfrute da maravilhosa hospitalidade omanita. 


Segundo a tradição, todo visitante deve ser recebido com muito café e tâmaras secas. Nunca fui grande fã de frutas secas, mas as tâmaras de Omã são maravilhosas. Segundo a tradição o convidado deve sacudir a taça quando não quiser mais café, o que normalmente acontece na terceira xícara. Isso pode significar alguns litros de café e dúzias de tâmaras ao ser recebido em uma vila. 

Começamos nossa experiência em Muscat por Muttrah, um dos povoados mais antigos da costa e onde está localizado o principal “Souq” – mercado da cidade. O Souq de Muttrah é uma boa iniciação cultural em Omã. Visitamos no final da tarde e logo acompanhamos a chamada da reza pelos auto-falantes das muitas mesquitas que existem no bairro. O souq tem mercadorias de vários países árabes, mas o maior sucesso entre os turistas são as famosas facas omanitas. Também vale conferir os tradicionais incensos que em Omã são presença marcante em todas as casas. No centro antigo fica o palácio do Sultão Qaboos, que está no poder desde de 1970. Não é permitido entrar no palácio, mas o visual do belo prédio cercado de antigos fortes portugueses já vale a visita. O centro antigo da capital é dominado por prédios públicos e o calor espanta todos da rua. Caminhamos pelas ruas sozinhos, pulando de museu em museu para nos refrescarmos no ar condicionado. 





Além do patrimônio histórico, Muscat tem ótimas praias e muitos dos melhores hotéis da cidade estão longe do centro, mas à beira mar. O nome do sultão, além de batizar a principal estrada que corta a cidade está na mesquita moderna mais espetacular que tive o privilégio de conhecer em minhas empreitadas pelo oriente médio. Inaugurada em Maio de 2001, a imponente mesquita está aberta à visitação fora dos horários de reza. O prédio imenso, todo construído em mármore, guarda o segundo maior tapete persa do mundo e tem capacidade para receber até 20 mil fiéis. O lustre do salão principal é uma obra de arte. Vale a pena colocar uma calça e uma camisa de manga comprida, e atravessar o jardim da mesquita embaixo do sol escaldante para visitar o templo. 




NIZWA 


Depois de quatro dias explorando a capital, alugamos um carro e seguimos rumo ao deserto e o oásis de Nizwa. Onde hoje há uma estrada impecável, existiu no passado uma rota de caravanas que atravessavam o deserto, parando de oásis em oásis, rumo ao que hoje conhecemos como Arábia Saudita. Para desbravar a região, nos hospedamos em uma antiga vila no oásis de Misfah. A vila havia sido quase totalmente abandonada pela população local, que deixou as antigas casas de pedra por casas mais modernas no lado oposto do oásis. Uma das famílias decidiu converter a sua casa antiga em uma pequena pensão para receber turistas com a tradicional hospitalidade omanita. Chegamos em Misfah no final da tarde e fomos recebidos por Sultan, o sobrinho do proprietário, na entrada da vila. Ali deixamos o carro estacionado e seguimos a pé pela vila até a pousada Misfah Old House, a única do vilarejo. 







Como manda a tradição, fomos recebidos com café e tâmaras. Da varanda da casa, a paisagem seca do deserto era quebrada pelo verde do oásis, repleto de palmeiras e canais de irrigação. A vila vive das frutas plantadas no oásis, principalmente tâmaras. O quarto onde nos hospedamos era simples, mas muito aconchegante. Nos sentimos privilegiados pela oportunidade de nos hospedar em um local tão especial e cheio de história. À noite, a família serve o jantar para todos os hospedes sob o céu apinhado de estrelas. Durante o dia, os hóspedes saem cedo para desbravar os belos wadis (canyons) da região. Além das belezas naturais, as principais cidades tem fortificações medievas construídas para controlar o fluxo das caravanas. Entre os fortes visitamos a espetacular fortaleza de Bahla, que acaba de ser restaurada e declarada patrimônio mundial pela Unesco. O número de visitantes é tão pequeno que pela manhã algumas salas do forte ainda estão lotadas de morcegos. 





Seguimos deserto adentro até a fortaleza de Jabrin, que ainda preserva parte de seus cômodos decorados como antigamente. O ponto alto da visita à região é chegar até o topo das montanhas de Jebel Shams onde fica o Grand Canyon de Omã. Sem um 4X4, começamos a subir morro acima sem grandes esperanças de chegar ao topo. O visual era incrível, com vilas de pedra abandonadas e belíssimas montanhas áridas com vista panorâmica do deserto. De vez em quando, um bode dava o ar da graça e nos observava com cara de reprovação. Cruzando apenas veículos 4X4 pela estrada eu já me preparava para dar meia volta quando o carro chagasse no limite. Quando o asfalto virou cascalho, já lá no alto, resolvi parar e admirar a paisagem do ponto que estávamos. Logo apareceu um Toyota pilotado por um habitante local nos oferecendo uma carona até o topo. Infelizmente a carona não era pura hospitalidade omanita e nosso anfitrião pediu uma quantia razoável para nos levar até o Canyon. Decidimos encarar a aventura mesmo assim e descobrimos que o tal Grand Canyon de Omã faz jus ao nome, e não deixa nada a desejar a seu primo norte-americano. De volta ao nosso Renault, retornamos à Misfah para curtir nosso último pôr do sol no oásis. A semana em Omã voou e só deu tempo de conhecer um terço do belo país. Para quem quer experimentar a cultura árabe no Oriente Médio de forma autêntica e sem perrengues, não há nada melhor que Omã.