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terça-feira, 10 de março de 2015

CARRO: Casa Enzo Ferrari, o museu que virou atração turística e parada obrigatória para os fãs da Ferrari

Modena, cidade localizada ao norte da Itália, ganhou mês passado um belo museu que virou atração turística e parada obrigatória para os fãs da famosa marca Ferrari. Parte do museu é a casa de infância do fundador da Ferrari, Enzo Ferrari (1898-1988), que juntamente com sua oficina foram totalmente restauradas, preservando a originalidade dos projetos. A idéia é juntar passado, presente e futuro num mesmo espaço criando um grande contraste entre a galeria de linhas arrojadas e futurísticas com a antiga construção. Num espaço com cinco mil metros quadrados de vidros e alumínio que custou 18 milhões de euros (cerca de R$ 47 milhões) que homenageia a lendária figura do automobilismo, e segundo estimativas, receberá cerca de 200 mil visitantes por ano.
 
As origens do mito” foi a exposição escolhida para a estréia do museu projetado pelo arquiteto Jan Kaplicky, do estúdio Future Systems, que tem cerca de 5 mil m2 e estará aberto 363 dias por ano. “Este tributo ao meu pai, que amava Modena profundamente, me dá imenso prazer. É a oportunidade de qualquer pessoa descobrir mais sobre o homem, sobre a sua história e sobre a ligação entre a cidade e o mundo dos motores. Esta nova estrutura é o complemento perfeito ao Museu Ferrari em Maranello, outro local fundamental da vida do meu pai”, explicou Piero Ferrari.



A maioria das exposições terá como objetivo principal homenagear “a vida de um personagem que contribuiu para tornar a cultura italiana conhecida em todo o mundo”, explicou o presidente da Casa Museu, Mauro Tedeschini.


 

Como é dividido em dois prédios, o primeiro, um galpão comum, em tijolos aparentes e telhas cerâmicas reúne a história da Ferrari, onde Enzo nasceu e montou seus primeiros veículos. Já no prédio novo, que tem a forma de uma concha de alumínio recortado com telhado feito com o mesmo alumínio usado nos automóveis e possui recortes que imitam as entradas de ar do capô traseiro de alguns modelos de Ferrari é dedicado às exposições. Um detalhe que chama atenção na pintura do telhado é o amarelo, cor oficial de Modena, que é exatamente o mesmo amarelo da pintura dos carros e do fundo do famoso logo (com o cavalo empinado).

Mas, o museu se supera arquitetonicamente, pois todo o design do espaço foi criado com base nos carros da coleção. Outra particularidade do museu é que ele combina ousadia e sustentabilidade. Seu formato arquitetônico permite ao Museu Casa Enzo Ferrari utilizar energia geotérmica, gerada pelo calor da terra.





A área onde fica o espaço para as exposições, traduz bem o estilo de vida e a paixão por velocidade de Enzo Ferrari em suas curvas de aço, alumínio e vidro. O museu exibe alguns objetos pessoais de Enzo Ferrari, assim como vários modelos clássicos de marcas clássicas, como Alfa Romeo, Maserati, as famosas Ferraris vermelhas e também outras marcas de esportivos com ligações com a cidade de Modena. O espaço também abriga uma exposição multimídia que narra através de imagens, filmes e objetos pessoais a vida de Enzo Ferrari – homem, piloto e construtor. A idéia é fazer o visitante viajar no tempo e conhecer as paixões de Enzo pelos carros e os desafios da velocidade. O local chama atenção também pelo mobiliário modular todo branco, com itens domésticos alternando com documentos históricos, fotografias, em telas interativas como as páginas de um livro onde se desenrola a história da vida do grande construtor da Ferrari. 

O museu fica na Via Paolo Ferrari, número 85, está aberto todos os dias (exceto no Natal e Ano Novo) com ingressos que custam 13 euros (crianças com cinco anos ou menos não pagam). Site oficial: www.casaenzoferrari.it



Fonte: AutoEsporte, UOL, Estadão, Carros e Marcas, GloboNews

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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

DESIGN: A Porsche Design cria arte com tecnologia e inovação em linha de produtos sofisticados‏

Quando se pensa na marca Porsche logo nos vem à mente carros potentes e de alta tecnologia. Mas muita gente não sabe a enorme linha de produtos desenvolvidos pela Porsche Design. Porsche Design é uma das marcas de luxo líder no segmento high-end de acessórios masculinos. São produtos de alto design que atrelam arte, tecnologia e luxo para homens de bom gosto (e alguns dólares no bolso). A “Porsche Design Studio foi criado em Stuttgart em 1972 pelo Prof. Ferdinand Alexander Porsche, neto do fundador da Porsche e designer do modelo Porsche 911, que logo cedo virou um ícone do ideal do carro esportivo.

A Porsche Design Group, com sede em Bietigheim-Bissingen, é uma subsidiária de propriedade majoritária da Porsche AG. Atividades da empresa estão focados no Studio Design Porsche em Zell am See, na Áustria. Prof. Alexander seguiu em suas criações na área e expandiu para uma vasta linha de produtos que vai de vários acessórios masculinos clássicos, tais como relógios, óculos de sol, uma linha de fragrâncias masculinas, malas de viagem, uma coleção de moda, telefones celulares e acessórios para o lar. Comercializados em todo o mundo sob selo "Porsche Design". Em comum, o padrão de qualidade com uma seleção cuidadosa de materiais de alto nível. 


DÉCADAS DE DESIGN E BOM GOSTO

Ao longo das décadas a Porsche Design foi criando estilo e produtos de acordo com o mercado. Nos anos 70 foram marcados por cores vivas e formas orgânicas, a que resultaram em produtos com clareza geométrica e o uso de metal como material principal. O design foi capaz de dar expressão a essas tendências naturais de cada década e o elemento de design tornou-se moda em muitas áreas. Já no mundo acelerado dos produtos eletrônicos, onde o tempo de vida dos produtos são cada vez mais breve, a Porsche procura acompanhar as últimas tendências para garantir o sucesso de produtos como um novo modelo de celular sempre que surgem novas tecnologias na área.

Todos esses itens foram vendidos em Centros Porsche em todo o mundo e em eventos como a Copa do Carrera. Em 1994, a divisão de merchandising da Porsche AG, ganhou o nome de "Seleção do Porsche", que foi alterado para "Seleção Driver Design da Porsche", em 2004. Desde 2000, os produtos vêm sendo vendidos através das lojas online Porsche além de suas lojas. Muitos destes se tornaram clássicos que permanecem mais atuais do que nunca. Estes clássicos são uma prova clara da longevidade dos conceitos de Design da Porsche design.

RELÓGIO EM TRÊS PARTES
O relógio P’6780 Diver, é o segundo modelo de mergulho da marca em 25 anos. Resistente à água até 1000 m e uma caixa composta de 3 partes, conta com um maravilhoso dial de fácil leitura mesmo no escuro. O movimento fica alojado em um cilindro de aço inoxidável. O cilindro encaixa-se em uma estrutura de titânio na qual um eixo na parte baixo permite a inclinação da caixa. A coroa, ou botão de corda, fica na posição 12 horas. Além disso, o P’6780 Diver da Porsche Design apresenta duas grandes inovações: uma junta de vedação que dispensa o uso de válvula de descompressão de hélio. A junta aumenta o poder de vedação proporcionalmente à pressão. Na descompressão, a própria junta libera as moléculas de hélio, tornando a operação automática. A outra inovação é a função de inclinação da caixa, que libera a regulagem da luneta. Após voltar a caixa à posição original, a luneta fica travada, impossibilitando a alteração da indicação do tempo de mergulho. Tudo isso num design moderno e inovador, com pulseira em borracha com fecho dobrável em aço e titânio e com extensão para mergulho.
Site oficial: www.porsch-design.com

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quinta-feira, 30 de maio de 2013

MOTOR: Harley-Davidson - As motocicletas que levaram o conceito de liberdade ao seu extremo completam 110 anos





















































O que leva um bando de jovens a se reunir em uma tarde numa cidade qualquer do mudo com suas motos e pilotarem juntos? Se estivéssemos nos anos 50, certamente pensaríamos logo em gangues e vandalismo. Mas hoje, no novo milênio, certamente essa não é a intenção. O espírito de liberdade e a celebração de uma marca sobre duas rodas são o que os une (apesar de não serem tão jovens). E o seu nome é Harley-Davidson. As lendárias motos de Milwaukee, Estados Unidos, representam o máximo que se pode ter de liberdade. Este ano, a Harley-Davidson completa 110 anos, e comemorações se espalham em todo o mundo, inclusive no Brasil. 

Sentir o vento na cara montado em uma Ultra Electra Guide é uma sensação que as pessoas que experimentam querem ter sempre. E isso vai além dos sentidos. O que está em jogo é o estilo de vida. Mais do que um símbolo da cultura americana, as motos são celebradas por onde quer que passem. Tudo na Harley-Davidson é tão único que até o ruído do motor foi patenteado. E para os que acham um exagero dos aficionados pelas motos, o ronco da Harley já foi licenciado até para carros populares. Um ícone com certeza.  


A Harley-Davidson se confunde com o século XX. Ela esteve presente nos grandes acontecimentos que marcaram o mundo nesse período. Foi o veículo do primeiro soldado americano a entrar na Alemanha rendida durante Primeira Grande Guerra; sobreviveu ao crash da Bolsa de Nova York em 1929; novamente foi protagonista na Segunda Grande Guerra, equipando o exército americano com 90 mil unidades da WLA3; viu os hippies cultuarem a liberdade em duas rodas durante o período da contra cultura; e, fechado o século, transformou-se numa das marcas mais valiosas do mundo com o advento da Globalização.

Falando em marca, talvez seja este o maior patrimônio da H-D. É bem possível dizer que um proprietário de uma Harley-Davidson não procura uma moto, mas um estilo de vida que ela pode proporcionar. Liberdade é a palavra mais associada. Casacos de couro preto, barba por fazer, jeans e spikes adornam não só o corpo, mas o espírito dos harleyros (como gostam de ser chamados). Seja em cima de uma 883 roadster, Ultra Glide, Fat Boy ou Heritage Softail Classic, o espírito é o mesmo. E ele chegou ao Recife.





Desde 1983, a fabricante de motos promove o que talvez seja o maior clube do mundo. O HOG (Harley-Davidson Owners Group) reúne proprietários de motocicletas em torno da celebração do mito, com a vantagem de fazer parte da empresa com muito mais paixão. Centenas deles se reúnem frequentemente para compartilhar o ronco dos motores nas estradas afora. Há pouco mais de um mês, foi criado o Chapter Recife, homologado em Milwaukee e contando já com quarenta harleyros. “Nos reunimos pelo prazer de rodar. Formamos uma grande amizade. E nosso grupo é bastante familiar. Tem pai e filho, marido e mulher e irmãos”, garante Roberto Paiva, diretor-assistente do HOG pernambucano (Chapter Recife).

No último dia 25, cerca de setenta harleyros participaram do primeiro evento promovido pelo Chapter Recife. Uma coluna de Harley-Davidson de diversos modelos atraiu a atenção dos carros que trafegavam inadvertidamente pela BR-232, rumo a Gravatá. O ronco inigualável dos motores não deixava dúvida de que motos eram aquelas. Um espetáculo visual e auditivo nunca visto nas bandas de cá.

O ano de 2013 é realmente especial, tanto que no mundo inteiro celebrações estão ocorrendo em torno do mito Harley-Davidson. Cidades como Melbourne, Cidade do México, Roma e Kuala Lumpur já garantiram a sua festa. No Brasil, agora em 1º de junho, acontece em São Paulo o Harley-Davidson 100 years of freedom, reunindo aficionados de todo o pais em um desfile com mais de 1000 motocicletas, além de shows e outras atividades. Uma verdadeira celebração das motos e de, como eles mesmo gostam de falar, da liberdade individual. Essa é a história da Harley-Davidson. E parece que está apenas começando.

Confira o link abaixo é de uma ação da Harley que mostra um test drive:




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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

ESTILO: Ricardo Almeida o estilista preferido dos homens bem vestidos que prezam por elegância, conforto e qualidade‏

Na última segunda-feira, o estilista Ricardo Almeida fez o seu primeiro desfile em terras cariocas para lançar sua coleção de verão. O desfile teve uma parceria com a marca de whisky Chivas Regal, na qual Ricardo é embaixador no Brasil, e contou com a presença de várias celebridades, tais como Carlinhos Brown, Lulu Santos, Edson Celulari, Murilo Rosa, Leandro Hassum, Alexandre Nero, Bruno Mazzeo, Sérgio Marone, Daniel Rocha e Rodrigo Simas, além dos embaixadores da Chivas como Bruno Van Enck, Daniel Nasser e Bruno Dias.
 
Para essa coleção, Ricardo desenvolveu uma coleção com a cara do Rio de Janeiro para a sua estréia na cidade. Batas de linho com padrões exclusivos, blazers desestruturados, camisetas de algodão coloridas e polos em cores vibrantes estarão na passarela. Além disso, o jeans chega com cortes de alfaiataria em blazers, calças e bermudas.

Já a sua impecável linha de alfaiataria, com modelagem sequinha e moderna, marca registrada do estilista, apareceu em tons claros passando pela palha, areia e tons de cinza. Desenvolvidos em tecidos como lã fria extrafina e lã com seda, perfeitos para encarar as altas temperaturas do verão. Outra novidade apresentada no desfile foi a sua linha de tênis, a Extreme Comfort, desenvolvido com um solado feito de borracha ultramacia e flexível. “É a cara dos cariocas! Confortável, descolado e com muita bossa”, diz Ricardo, que também inovará com uma coleção inédita de bermudas jeans e de linho - grandes promessas da temporada.
 
 
HISTÓRIA DE SUCESSO
 
Indiscutivelmente Ricardo Almeida se tornou o estilista preferido de dez entre dez homens bem vestidos que prezam por elegância, conforto e qualidade. O estilista que desde a infância é ligado ao mundo da moda, vendas e comércio, iniciou sua jornada na Casa Almeida, loja do pai especializada em cama, mesa e banho. Primeiramente ajudava na época de Natal, e logo passou a trabalhar em tempo integral, se tornando expert na área de vendas.

Na adolescência descobriu sua primeira paixão: motos! Ricardo saiu em busca de patrocínio para suas corridas e voltou para casa com um novo emprego: representante de vendas. O contato com ramo de confecção e produção começou aí, e isto era só o início de uma grande carreira. Em 1983, após alguns anos de trabalho optou por começar um negócio próprio, trouxe uma equipe de quatro pessoas para dentro de sua casa e começou a esboçar o que seria a sua marca. Logo na sequência, montou uma pequena fábrica, e abriu a Ricardo Almeida Indústria. Na época, só fabricava para outras marcas e chegou a ter 40 funcionários.

A década de 90 foi significativa para a Ricardo Almeida. O estilista que sempre buscou os melhores tecidos e aviamentos para seus produtos, aproveita a abertura econômica do Plano Collor e começa a importar insumos. Consequentemente aumenta o custo do seu produto e alguns lojistas não aceitam os novos valores. Nesta época, o empresário resolve tomar uma posição radical: pára de atender lojistas diminui o quadro de funcionários e abre sua primeira loja própria, onde pode escolher as melhores matérias-primas sem se preocupar com preço de revenda por parte de lojistas.       
 
Acreditando sempre na qualidade da matéria-prima aliada a uma modelagem equilibrada, Ricardo participou de praticamente todas as edições da semana de moda Brasileira, como o “São Paulo Fashion Week”, desde a criação do evento. Famoso por levar celebridades para as passarelas, Ricardo já contou com a presença de renomados atores, cantores, executivos e da top Gisele Bundchen.
 
Com o intuito de aumentar o volume de produção, em 2010 abriu uma nova fábrica no Bom Retiro, em São Paulo, e investe pesado em tecnologia. Importa máquinas da Alemanha, aumenta o número de lojistas compradores, investe no plano de expansão, diversifica o mix de produtos e se adequa a avalanche de produtos importados no mercado.
 
Hoje, com mais de 25 anos de história, possui 8 (oito) lojas próprias, um ateliê fechado em São Paulo e diversos pontos de vendas multimarcas em todo o país. Seu trabalho é focado em peças de alfaiataria como paletós, calças e camisaria, porém, sua linha esporte, jeans, tricôs, couro e sapatos tornam-se objeto de desejo a cada coleção.
 
Ricardo desenvolve em seu ateliê o trabalho de “Personal Stylist” para clientes que necessitam de orientação especial ou desejam uma roupa exclusiva. Na sua lista de clientes estão o presidente Lula e o jogador Neymar, além de desenvolver figurinos para shows e novelas.
 

Fonte: Ferraz Comunicação e Assessoria
 
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sexta-feira, 27 de abril de 2012

BEBIDA: A incrível história da vodka Smirnoff


Ваше здоровье!*
Na balada, em encontros com amigos, no frio ou no calor, pura ou com sucos e refrigerantes coloridos a vodka é uma bebida que se faz presente no mundo inteiro e no Brasil é base da caipirosca, uma versão da famosa caipirinha. Que muita gente conhece o sabor da vodka a gente já sabe, mas daí a conhecer a origem, talvez pouco saibam, por isso a gente resolveu contar um pouco da história dessa bebida e de uma de suas marcas mais famosas. Um brinde!

ERA UMA VEZ...
...Um lugar chamado Fonte de Viataka. Foi lá que em 1300 surgiu a “Zhiznennia Voda", que significa “água da vida”. Interessante, não é?
Bem, mas antes de chegar a essa conclusão outros países do Leste Europeu brigaram com a Rússia pelo título de lugar de origem da vodka. A confusão se deu principalmente porque em 1917, durante a Revolução Russa, os czares proibiram a produção da bebida que só veio a ser liberada em 1923. Essa data de retomada da produção foi entendida por muitos como o ano em que a bebida começou a ser produzida no país e então outros países que já produziam a bebida antes de 1923 se acharam “pioneiros” e em 1970 as empresas russas foram inclusive ameaçadas de não poderem usar o nome vodka por conta das empresas estrangeiras já produzirem a bebida antes de 1923. Confuso, não é?

Tudo se esclareceu mesmo após a publicação do livro História da Vodka, em 1991, do historiador e pesquisador russo William V. Pokhlióbkin, onde atesta a origem russa da bebida. Mas apesar do livro e da palavra “vodka” ser de origem russa, alguns pesquisadores alegam que jamais será possível saber de verdade a origem da bebida, já que a região do Leste Europeu foi palco de muitas lutas, conquistas e reconquistas por diferentes grupos políticos e sociais.
Mas divergências à parte podemos dizer que a vodka é uma aguardente à base de cereais (milho, trigo, centeio e cevada) cozidos a alta pressão, malte, água, leveduras e outros produtos fermentados que surgiu há mais de 800 anos, ou seja, tem história pra contar (e nós a estamos contando!) e atingiu sua popularidade após 1940. Costumam também ser usados outros produtos agrícolas como batatas e beterrabas e para extrair todos os possíveis sabores ou aromas dos produtos usados, a mistura final é destilada.

Segundo conta a história, em 1780 o Czar da Rússia contratou um químico para tornar a bebida mais higiênica e pura. Theodore Lowitz inventou a técnica da purificação da Vodka, filtrando-a através do carvão Quarenta anos mais tarde, a família Smirnoff, oriunda de Moscovo, fundou uma companhia que aperfeiçoou este sistema, dando o seu nome a uma das vodkas mais conhecidas no mundo. Mais isso é outra história...

UM POUCO DE HISTÓRIA
A origem da Smirnoff data do século 19 na cidade de Moscou. Foi em 1864 que Piotr Arsenievich Smirnov, filho de pais servos (segmento da população cujas condições de vida eram muito próximas da escravidão na época) fundou sua pequena e promissora destilaria de vodca no centro da cidade, com o nome de Trading House of PA Smirnov (que viria a ser conhecida depois por Pierre Smirnoff Company quando instalada nos Estados Unidos), e rapidamente se expandiu, não só no mercado nacional como também no internacional. Na década seguinte, o químico Andrev Albanov, descobriu que a substância Charcoal possuía excelente potencial de filtragem. (melhor do que o carvão da época de Theodore Lowitz)

Essa substância começou a ser utilizada exclusivamente no processo de filtragem da vodca SMIRNOFF, tornando-a mais transparente, de melhor qualidade e sabor. Ainda buscando aperfeiçoamentos, Andrev Albanov  uma outra inovação: a destilação contínua.

Em 1886, a destilaria recebeu a honra de ser a bebida oficial da corte imperial (The Honorary Tittle Offical Purveyor to the Imperial Court). Nesta época a empresa foi autorizada a utilizar os quatro símbolos das forças armadas russas em seu logotipo. Onze anos depois ganhou prestígio internacional ao ser nomeada a vodca oficial das monarquias da Suécia e Noruega. Muito chique, concorda?

A FUGA E A NOVA ROTA DE PRODUÇÃO

Em 1900, com a Revolução Russa, os Bolcheviques confiscaram todas as empresas particulares do país, incluindo a destilaria Smirnov. O filho de Piotr, Vladimir, determinado em conduzir o negócio da família, fugiu, em 1917, primeiro para Turquia, passando pela Bulgária, Polônia, e acabando em Paris. Na França, ele reviveu a marca, adotando a atual escrita, SMIRNOFF, versão francesa para o nome da família (Smirnov) e lançou o produto no mercado em 1921 com o nome de SMIRNOFF N.º 21. Foi então que Vladimir encontrou um imigrante russo de nome Rudolf Kunett, que residia nos Estados Unidos, e o convenceu a introduzir seu produto no mercado americano. A produção da vodca SMIRNOFF nos Estados Unidos começou em 1933, com o produto ganhando popularidade através das décadas.

Em 1939 a pequena destilaria foi vendida à Companhia Heublein, fabricante e distribuidora de bebidas. Seu proprietário John Martin expandiu os negócios com vodca a partir de 1950. Foi quando um vendedor do estado da Carolina do Sul começou a promover a vodca SMIRNOFF como uísque branco (White Whiskey).

Smirnoff, vodka, Smirnoff

Quando os consumidores descobriram que o produto não tinha cheiro e nem perfume do tradicional uísque, começaram a misturar a vodca com outras inúmeras bebidas, fazendo com que a marca ganhasse popularidade rapidamente. Na década de 60 a vodca esteve associada a várias celebridades e ganhou notoriedade no mercado. E muito disso se deve ao filme "007 contra o Satânico Dr. No", quando o agente secreto, interpretado pelo então desconhecido ator escocês Sean Connery, em uma das cenas mais marcantes do filme, pede um martini "shaken, not stirred" ("batido, não misturado). Além de se tornar um clássico entre os apreciadores de bebidas, a frase ajudou a popularizar a vodca SMIRNOFF, a base do drinque predileto de James Bond. Deste momento em diante, as vendas da vodca não pararam mais de crescer.


 obs: clique na imagem acima para aumentar.

*um brinde!


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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

CARRO: Mercedes-Benz Classic Center, o lugar ideal para ter contato com a lendária marca e seus incríveis modelos‏

O fascínio que os carros exercem nas pessoas, em especial nos homens, é algo que não tem explicação. Ou talvez tenha. A atração pela velocidade, a sensação de liberdade que um carro na estrada proporciona e as suas inúmeras formas sob quatro rodas talvez explique bem isso. Alguns modelos são clássicos e exercem um fascínio ainda maior. Mesmo para quem não pode ter aquele carro dos sonhos, não é nada mal imaginar um local repleto de belos exemplares automobilísticos. O Mercedes-Benz Classic Center, localizada em Irvine, Califórnia, é o lugar ideal para os amantes de automóveis. Lá proprietários, colecionadores e entusiastas tem um contato direto com esta marca lendária e seus incríveis modelos.

Nesse centro os carros da marca Mercedes-Benz são meticulosamente restaurados e vendidos. É um verdadeiro museu de clássicos Mercedes-Benz, e ao mesmo tempo uma luxuosa oficina. O Centro Classic oferece avaliações, fornece peças genuínas Mercedes-Benz Classic e pode até mesmo organizar um evento especial ao gosto do cliente. Afinal são 125 anos de história automotiva num só espaço.
O Mercedes-Benz Classic Center funciona também como porto de escala para os proprietários e potenciais compradores desses automóveis mundialmente conhecidos. Além de ser o maior departamento corporativo de veículos históricos existente até hoje. Seu leque de serviços prestados abrange todas as linhas da marcas dos clássicos do Benz, Daimler, Mercedes e Mercedes-Benz. Tudo isso fez com que o Mercedes-Benz Classic Center crescesse para mais de 6.200 clientes ao ano nos últimos 60 anos.

"O Mercedes-Benz Classic Center está em uma posição única por causa do seu conhecimento e dos recursos que temos no local. E como resultado de ser parte da mais antiga companhia de automóveis do mundo", disse Mike Kunz, Gerente da Mercedes - Benz Classic Center nos EUA. "Nossos clientes confiam em nós com carros especiais, que são valiosos tanto monetariamente, historicamente ou sentimentalmente, e sabem que seus veículos estarão sendo revistos ou trabalhados por especialistas em cada área, e são apoiados por 125 anos de história."
CONSULTORIA COMPETENTE
Os especialistas do Mercedes-Benz Classic Center oferecem uma consultoria competente e detalhada a todos os possíveis compradores da Mercedes-Benz. Antes de ser oferecido para venda no showroom, cada carro é cuidadosamente avaliado através da oficina de carros da Mercedes-Benz Classic Center, para certificar-se que o carro está dentro dos rígidos padrões de qualidade da marca. Por ser o único de seu tipo nos Estados Unidos, a Mercedes-Benz Classic Center, mantêm uma parceria muito próxima com o Centro Classic em Fellbach, na Alemanha, que fornece um link direto para acessar peças, ferramentas, manuais de serviços e registros de produção necessários para trabalhar nos automóveis da linha Mercedes-Benz.

Outro tipo de serviço praticado no Mercedes-Benz Classic Center com seus clientes é de ajudá-los a localizar e adquirir até mesmo peças mais raras necessárias para determinados modelos, mantendo um vasto arquivo de materiais que documentam a história dos veículos referente ao proprietário original de forma gratuita para o cliente. Estes serviços incorporam a autenticidade da marca e os valores da Mercedes-Benz.

QUALIDADE E ORIGINALIDADE NA OFICINA
No Centro Classic, os mecânicos são verdadeiros artesãos especializados em compartilhar seu conhecimento de restauração de alcance inigualável e detalhado necessário para cada veículo. Para restaurações simples, como mudanças de óleo, a equipe tem um treinamento técnico necessário para reconstruir qualquer coisa, desde o sistema de injeção mecânica direta em um 300SL, ou até mesmo ressuscitar um único exemplar do Sport Roadster 150. Porque a mesma engenharia técnica que atende aos carros de corrida Mercedes-Benz há décadas também dá suporte nesse serviço de fábrica. Lá também são armazenadas mais de 50.000 peças originais de reposição.

MUITO ALÉM DE UMA OFICINA, UM MUSEU
Nesse misto de oficina e museu, o Mercedes-Benz Centro Classic possui uma extensa gama de modelos de carros, acessórios, literatura e relógios que ficam expostos para os clientes e visitantes. Lá é possível encontrar desde elegantes carros clássicos, carros de corrida, modelos pré-guerra até carros personalizados. Qualquer um desses carros que seriam facilmente encontrados em um leilão de automóveis. Cada um dos carros tem uma história que os funcionários do Centro teriam o maior orgulhoso em contar de quando eram apenas um amontoado de componentes de metal enferrujado que foram transformados em uma obra-prima de qualidade. Devido a esta meta pela autenticidade, os carros que saem da loja são apresentados como peças atemporais da história automotiva.




Fonte: Mercedes-Benz Classic Center


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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

OBJETO DE DESEJO: A história de sucesso da ROLEX - A busca incansável pela perfeição.

Os relógios mais antigos que se têm registro surgiram fruto da criatividade do povo Hebreu, por volta de mais ou menos 600 a.C., em forma de clepsidras (de água) ou ampulhetas (de areia), ambos movidos pela lei da gravidade. Com o desenvolvimento da sociedade, o homem buscou noções cada vez mais exatas para controlar o tempo, ocasionando o surgimento do primeiro relógio de bolso, por volta de 1500, na Alemanha.

Foi no início do século XX, que a história da Rolex começou a ser desenhada pelas mãos do seu fundador, Hans Wilsdorf, em Londres. Naquela época, a relojoaria se chamava Wilsdorf & Davis, pois Wilsdorf tinha uma sociedade com seu cunhado. Em tempos onde usar relógio de bolso era norma, Wilsdorf já vislumbrava as vantagens de usá-los no pulso. O seu espírito visionário e pioneiro aliado ao seu perfeccionismo tratou de melhorar os padrões de fabricação dos relógios, pois foi necessário produzir movimentos precisos e confiáveis para o pequeno tamanho de uma caixa de relógio de pulso.

Mesmo sabendo que a precisão desses modelos precisava ser melhorada, Wilsdorf pressentia que poderiam se tornar não apenas elegantes, como também confiáveis. Para convencer o público disso, equipou-os com mecanismos extremamente pequenos e precisos, produzidos por uma manufatura de relógios sediada em Bienne, na Suíça, assim, surgia a Rolex. Diz-se que Wilsdorf sonhou com a palavra “Rolex” ao andar de ônibus em Londres, tendo sido inspirado pelo som de um relógio ao ser dado a corda.
 
Em 1910, a Rolex enviou seu primeiro relógio de pulso para a Escola de Horologia, na Suíça, aonde conseguiu a classificação do primeiro relógio de pulso do mundo, pois atendia aos requisitos principais: manter a hora precisa e ser confiável. Vale salientar que um dos principais problemas daquela época era a umidade e poeira na caixa do relógio, danificando a precisão dos movimentos. Assim, Wilsdorf, desenvolveu um sistema de coroa e caixa rosqueadas completamente a prova d’água e de poeira, revolucionando a indústria do relógio. Quatro anos mais tarde, em 1914, o organismo britânico Kew Observatory, atribuiu ao relógio de pulso Rolex, um certificado de precisão “classe A”, distinção até então conferida exclusivamente a cronômetros da Marinha. A partir desta data, os relógios Rolex tornaram-se sinônimos de precisão.

A obsessão implacável de ganhar o mundo passou a reger os planos de Wildorf em um tempo onde não se imaginava que pudesse existir a palavra “empresa multinacional”. O seu objetivo era claro: inventar um relógio com o qual se pudesse governar a vida. Assim, em 1931, surgiu um novo marco na história da Rolex: a marca registrou a patente do primeiro mecanismo automático equipado com Rodor Perpetual, dispositivo que permitia o funcionamento contínuo do relógio, acionado pelos próprios movimentos do pulso. Foi este engenhoso sistema que deu origem a todos os relógios automáticos modernos.
 

A empresa mudou-se de Londres para Genebra, devido à alta taxa de importação das manufaturas que vinham da Suíça. Embora tenha vivido em Genebra por 40 anos, Wilsdorf nunca se tornou um cidadão suíço. Ele faleceu como britânico em 1960 e foi lembrado pelos colegas como um homem bem humorado e paternal que amava a vida tanto quanto amava um luxuoso relógio.

Por volta de 1970, houve uma verdadeira revolução na forma de produção dos relógios, com a chegada do quartzo e a substituição do trabalho intensivo do artesanato pela tecnologia digital de baixo custo, os japoneses aterrorizaram a indústria artesanal suíça, deixando-a em estado crítico. Muitas empresas adotaram a produção digital, enquanto a Rolex se agarrava a tradição, às suas armas mecânicas. Neste período, muitos relojoeiros de Genebra fecharam as portas. Um terço dos sobreviventes, incluindo nomes de prestígio como Omega, Longines, Blancpain, Tissot e Hamilton, foi incorporado por um consórcio de investidores privados para evitar a falência.
 
Para evitar que a Rolex fosse vendida e perdesse sua tradição, Wilsdorf, um viúvo sem herdeiros, tinha criado um fundo privado gerido por um quadro de diretores para assegurar que a empresa nunca fosse vendida. Talvez isto tenha ajudado a salvar a Rolex, pois a empresa foi gerida por apenas dois diretores; Wilsdorf, e seu substituto, André Heiniger. Vale frisar, que mesmo em tempos de incerteza, a maior política da Rolex foi nunca mudar, ou seja, se deixar ser seduzida pela moda. Uma prova disto é que o único modelo a quartzo desenvolvido pela Rolex não representou grandes números nas vendas. Em 1992, Patrick Heiniger substituiu seu pai como diretor geral da Rolex. Ambos garantem os segredos da marca. Seus executivos e artesãos nunca dão entrevistas e a filosofia da empresa é manter o silêncio, já que o produto fala por si só.
O apreço pelos detalhes passa pelos cuidados com o interior do relógio, justamente o que não vemos. Cada componente de todo movimento é esculpido com espirais, linhas ou voltas, já o ângulo é arredondado e polido até brilhar. Isto não acrescenta nenhum benefício visível para o cliente, mas é um gesto que atesta o refinamento da marca. Para os relógios da Rolex, tudo começa no departamento de criação na sede da empresa. Inicia-se então uma longa viagem, uma viagem que, a cada etapa, requer a criatividade e a competência de vários profissionais especializados. Lá, só é aceito trabalhar com a tecnologia mais revolucionária possível. No entanto, a empresa cultiva a tradição de um ofício que só a mão do homem é capaz de executar, uma prestigiosa herança no setor da relojoaria é mobilizada para conceber verdadeiros tesouros de técnica e estética, já que todos os relógios Rolex são montados manualmente, pois eles acreditam que mesmo o menor componente mecânico ou decorativo requer cálculos complexos e a maestria de um artista.


AS PEÇAS PRINCIPAIS DO ROLEX

Mecanismo – Trata-se do autêntico cronometro suíço, com movimentos de altíssima precisão.

Espiral Parachrom – Após cinco anos de pesquisa a Rolex desenvolveu a espiral azul Parachrom, concebida de uma liga paramagnética, ela é resistente a ação dos campos magnéticos, além de ser até 10 vezes mais resistente a choques.

Luneta de cerâmica – A luneta dos relógios podem se deteriorar quando exposta a luz do sol ou arranhões. A luneta da Rolex é feita de cerâmica, a prova de arranhões ou a radiação ultravioleta. Ao todo, são necessárias 40 horas para se produzir esta peça.

Aço 904L – É o material usado na fabricação da caixa do relógio.

Finalizado todo o processo de concepção do relógio, após passar pelas mãos de designers, joalheiros, cravejadores, relojoeiros e especialistas em caixas, mostradores e pulseiras , é hora de receber a coroa, símbolo da Rolex.

Como se vê, a arte de criar relógios passou por uma profunda evolução, deixando de ser o ofício de um artesão solitário para transformar-se numa junção de profissionais especializados. Quem adquire um Rolex, sem dúvida, ganha uma sinfonia de precisão de uma empresa que venceu o tempo com a arte de mostrar o tempo.

ALGUNS MODELOS CLÁSSICOS:
 
DAYTONA – Este modelo é um clássico da Rolex e ficou famoso em 1935, quando Sir Malcolm Campbell, usando um relógio Rolex ao volante do seu famoso “Bluebird”, bateu recorde na velocidade em terra. Embora a tecnologia automotiva não estivesse bem desenvolvida, ele chegou a bater o recorde mundial, chegando a 484 km/h, o que representou uma extraordinária conquista na época.

SUBMARINER – A luneta giratória é uma das funções mais importantes deste Rolex. As graduações fornecem ao mergulhador uma indicação precisa do tempo de imersão. Por motivos de segurança, ela gira no sentido anti-horário, excluindo qualquer possibilidade de erro no calculo do tempo para voltar à superfície ou do volume de oxigênio disponível na água. A capsula luminescente oferece maior legibilidade, mesmo em ambientes totalmente privados de luz.

YACHT MASTER II – Este talvez seja o modelo mais bonito da Rolex. É o primeiro relógio de regata a oferecer um dispositivo de contagem regressiva, conduzindo o usuário ao coração da competição, rumo à linha de chegada.
 

Fonte: Site Oficial Rolex
 
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