Mostrando postagens com marcador moto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador moto. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de julho de 2017

MOTOR: BMW F 700 GS - Para quem gosta de vento no rosto

Não é só de boas cervejas que se faz a boa fama dos alemães, a qualidade e a tecnologia com que produzem veículos é algo que o mundo inteiro admira e tenta imitar. Mas não só nas quatro rodas, nas duas rodas também. E é a BMW que carrega o know-how germânico na construção de motocicletas, desde 1923. Mas a que importa agora é contemporânea BMW F 700 GS, que desde o fim de 2016 vem causando frisson nos brasileiros amantes da velocidade com a cara no vento.

O design arrojado da moto já sugere sua robustez, que faz dela uma moto com um comportamento amigável em terrenos acidentados, mas que também se torna uma excelente opção para o uso urbano, pois consegue ser suave no asfalto. Dependendo da identidade de quem a pilota — seja um urbanoide ou um aventureiro — a BMW F 700 GS parece não se importar e se adapta para qualquer um. Com um motor de 800 cm3, apesar de ser da série 700, com dois cilindros e oito válvulas, é capaz de desenvolver 75hp de potência a 7 rpm, chegando a até incríveis 200 km/h, um desempenho invejável.

Como a própria BMW sugere, é uma “uma motocicleta para quem busca mais agilidade e diversão no dia a dia com características esportivas de uma BMW Adventure”, o que nos faz pensar na versatilidade do modelo.  De série, a moto vem com freios ABS, ajustes de manetes, lanternas traseiras em LED, sensor de cavalete lateral, tomada 12V (para alimentar seu gps) e itens que garantem o desempenho, como mola traseira e de retorno do amortecedor e amortecimento variável auxiliar. Além destes, a BMW oferta mais uma série de itens opcionais para customizar a moto a estilo e à identidade de cada proprietário. Esse lançamento da fabricante alemã está sendo fabricado em Manaus e custa a partir de R$ 39.950.


terça-feira, 3 de janeiro de 2017

DESTINO: Vital é pilotar - Uma road trip conexão Recife x Brasília em duas rodas



á pouco mais de um ano, nosso fotógrafo e colaborador Carlos Cajueiro fez como o personagem Vital e ignorando alguns apelos comprou sua primeira moto e passou a se sentir total. Entre uma voltinha aqui e outra ali, junto com mais outros aventureiros do asfalto, Cajueiro viveu sua primeira grande viagem sobre seu sonho de metal. Foram 5.650 km de Recife à Brasília pra um encontro de motociclistas que agitou a capital do país. Mas, como dizem alguns poetas e filósofos, a felicidade é o caminho e não a chegada. E sobre esse caminho será a nossa história.

Carlos Cajueiro sempre viveu um estilo motociclista de ser, mas até então, o sonho de ter uma moto era impedido, paradoxalmente, pelo medo de ter uma moto. O primeiro passo para consumir o sonho foi tirar a habilitação A.  Somente um ano depois, em 25 de abril de 2015, (o dia em que deveria estar casando), adquiriu sua Harley 48. União inclusive abençoada pelo sogro, que por inexperiência do genro, foi quem conduziu a “noiva” pra casa. Para cair na estrada, o grande desejo de Cajueiro, era necessário uma moto estradeira, e mais ainda, uma moto com a qual tivesse afinidade, reconhecimento, daí a escolha por uma Harley Davidson.


O INÍCIO

O HOG - Harley Davidson Owners Group é a família Harley que acolhe e incentiva novos clientes a pilotarem suas máquinas na rua e na estrada. Foram dois cursos, andar em comboio e pilotar em baixa velocidade, além de passeios e pequenas viagens até Cajueiro se sentir seguro e confortável com sua nova companheira de aventuras. Veio a viagem de 800 km para o Rio Grande do Norte, muitas outras desbravando o sertão pernambucano com o amigo e guitarrista de sua banda Danyboy, até finalmente um convite mais que especial acontecer.

BRASÍLIA MOTO WEEK

O Brasília Capital Moto Week é o maior evento do gênero em toda a América Latina, atraindo cerca de 500 mil pessoas de todo o mundo e movimentando milhares de reais. Há áreas para moto clubes, marcas apoiadoras e patrocinadoras, camping, shows e toda uma infraestrutura para agregar motociclistas de todos os lugares, formando uma grande família. Aliás, esse é um dos grandes espíritos do motociclismo. Há gerações de motociclistas em várias famílias, o sentimento de união e apoio é palavra de ordem.

O convite para participar não só do festival, mas da viagem em comboio até lá, veio de um dos integrantes dos Carcarás MC, grupo que já existe no Brasil há 34 anos, cuja sede é em Brasília. Os Carcarás são os maiores colecionadores de Harley Davidson antigas panhead do Brasil. Além do convite de um dos membros, filho de um dos fundadores, houve também o aceite dos outros participantes do comboio para sua participação na viagem. Esse aceite vem em forma de alimentação, hospedagem e muito, muito companheirismo e compreensão com o “visitante novato”. 

Convite feito, convite aceito, o primeiro desafio de Cajueiro foi não desanimar com alguns comentários que ouvia sobre sua moto. Por ter um tanque peanut, o menor da categoria, muitos consideravam que ele não conseguiria aguentar a viagem e que poderia atrapalhar, tendo de parar constantemente para abastecer. Atento aos comentários, mas sem considerar uma desistência, nosso fotógrafo de duas rodas passou um bom tempo preparando a moto para sua grande viagem. Peças foram trocadas para oferecer mais segurança e conforto, ; banco, amortecedor, guidom, comprou galão de gasolina de cinco litros para levar na mochila (pasmem!), instalou alforjes, trocou o óleo e tudo mais que era necessário. Deixou a “garota” pronta pra desbravar esse trecho do Brasil. E ele também, já que o mecânico o fez participar de todo o processo para, caso fosse necessário, Cajueiro pudesse resolver qualquer problema. O motociclista também faz seu preparo para uma longa viagem e nosso amigo não escapou desse processo. Foram 4 noites sem dormir pela ansiedade da estreia, mas segundo ele, preparar a moto foi também preparar a si mesmo para a jornada.

MOTO CLUBES

Cajueiro nunca foi muito afeito a moto clubes principalmente por discordar de algumas regras e doutrinas, mas a experiência o fez repensar suas ideias antigas e a paixão pelo Carcará foi quase que imediata, se “sentindo em casa” junto a eles. Os moto clubes são grupos constituídos e organizados por pessoas que apreciam o motociclismo. Organizados para estabelecer relações de camaradagem e amizade através da socialização de seus membros com passeios e encontros. São organizados com base em regras e estatutos onde se define denominação, sede, patrimônios, e os representantes, como presidente, vice-presidente, diretor regional e outros. Tal regulamento deve ser seguido por todos os seus membros afiliados, podendo o descumprimento causar advertências e até mesmo expulsão.

IRMANDADE

Amizades nasceram, passeios para lugares bacanas foram feitos e o sentimento de pertencimento só fez nosso aventureiro amar ainda mais a sua moto e tudo de bom que ela lhe trazia, principalmente solidariedade. Durante a viagem, um dos motociclistas teve problema com a moto. Ele nem era um Carcará, mas Caju e Rafael Nogueira, um dos Carcarás de Recife que também é mecânico, viajaram até um local mais próximo para providenciar as peças necessárias para o conserto, deram lugar para ele dormir sem precisar gastar com hospedagem e alimentação e em seguida poder seguir viagem em paz.


Outra experiência de “troca” aconteceu já em Brasília. Durante o evento rolam shows e uma das apresentações estava comprometida porque o baterista havia ficado preso no aeroporto. Seria um show a menos não fosse nosso intrépido fotógrafo e motociclista ser também um baterista. E lá foi ele salvar o show da banda Caça Níqueis, garantir a festa da galera e ganhar respeito dos motociclistas mais antigos e experientes. Os mais de 5 mil quilômetros rodados causam paradas em vários postos de gasolina. E em cada um, o motociclista Cajueiro fez um novo amigo. Em um deles encontrou um representante de uma marca famosa de aditivos. Bateram um papo e o cara, vendo a moto de Cajueiro e o chão percorrido e a percorrer, lhe presenteou com uma unidade.

A VIAGEM

A saída de casa foi às 4h30 para encontrar o comboio às 5h em um posto do bairro de Boa Viagem, zona Sul de Recife. Assim começou o dia (ou madrugada!) do nosso viajante. Bagagens bem presas na moto, equipamento fotográfico, incluindo câmera go-pro, dinheiro em cash praticamente “contado” com um pouquinho a mais pra uma eventual emergência e claro, o bom e velho cartão de crédito just in case. E pra quem vive chorando com os gastos de gasolina do seu carro, foram R$ 700 reais gastos com combustível para ida e volta desta aventura. E aí? Animou pra compra de uma moto?

Como a moto de Cajueiro tem uma autonomia pequena , precisando abastecer a cada 150 km, ele precisava parar a cada 130 km para não ficar de tanque vazio. O sentimento de coletividade o levou a algumas escolhas para não atrapalhar o grupo com paradas desnecessárias. Daí ou ele acelerava e chegava num posto para abastecer enquanto os demais estavam na estrada ou parava em qualquer lugar e abastecia com o galão que levava na mochila. Em todo o percurso de 5.650 km nosso amigo só parou por falta de gasolina uma única vez e ainda assim sabendo estar a 300 m de um posto ladeira abaixo. Rolou uma descida na banguela até a bomba dar de beber ao tanque peanut.

E o cansaço? O cansaço veio a galope! Imagine dirigir por 12 horas em uma moto. Por mais conforto que ela proporcione, o desgaste físico é gigante. Uma dica é aproveitar a mochila, geralmente do tipo trekking/cargueiro para fazer de encosto até encontrar uma posição mais inclinada. Já a perna, só pede pra ficar em pé. A tensão de uma estrada desconhecida foi substituída pela qualidade do asfalto e pela tranquilidade de um percurso sem qualquer sobressalto.

O preparo físico não existiu e acabou mostrando a sua importância quando já no segundo dia de estrada Cajueiro não conseguia segurar um garfo e quebrou 3 copos pela mesma razão. As mãos precisavam ter sido trabalhadas para aguentarem a tensão e desgaste que sofrem. Rolou um desespero, claro, mas, sobretudo a lição de não deixar de fazer o que é imprescindível para a própria segurança e saúde. E como moto tem a ver com liberdade e desprendimento, num dia qualquer, já instalados no camping do festival, Bambam, um dos companheiros de viagem, convidou Cajueiro para dar um pulinho logo ali em Goiás. Mais 300 km na conta da viagem, além de mais fotos, experiências, paisagens incríveis e aquele gostinho de aventura e liberdade. Para um novato, Caju já estava bem enturmado.



Amante e profissional da fotografia, Caju saiu de Recife a à Brasília com a certeza que faria um livro de tantas que seriam as fotos que faria no caminho de ida e volta. Ledo engano. A viagem em comboio precisa de certas regras de convivência para manutenção da harmonia. A parada desejada por Caju para registro em suas câmeras significaria a parada do grupo todo e consequentemente atraso na chegada que tinha data certa para acontecer. O jeito foi uma ou outra paradinha enquanto a galera estava no espírito de fazer pose e depois só fazer cliques durante paradas para almoço e descanso coletivo. Resultado; ele já pensa numa próxima viagem para que o fotógrafo tenha mais espaço que o motociclista. Para tanto, ele está montando um grupo de motociclistas fotógrafos com o intuito de paradas a cada desejo de registro. Alguém se candidata? 

Mas a bem da verdade é que ainda assim foi possível fazer muita foto bacana (como mostra essa matéria) e ver paisagens já conhecidas com outro olhar. A Chapada Diamantina na Bahia foi um exemplo disso. Não era um lugar novo, mas passar por ela sobre uma moto revelou outras faces mágicas do lugar. São dois dias e meio de viagem só na Bahia, um estado que se torna ainda mais gigante sendo percorrido de moto. Algumas retas levavam 3 horas para serem percorridas. Nesse momento, piloto automático acionado, fotos, música, mudança de posição para se manter esperto e atento e não deixar a tranquilidade levar a um cochilo que possa ser fatal.

A viagem trouxe para Cajueiro a experiência das estradas de mão dupla e a necessidade de estar atento aos veículos que vem e vão e aumentam o perigo. Imagine a seguinte situação: sua moto a cerca de 140 km passando por uma carreta de 30 metros em posição contrária. Você entra em um vácuo que faz tudo balançar e o medo de cair te pega de jeito. Por um lado, é uma boa forma de dar aquela chacoalhada e espantar o sono. De tudo vivido, o mais bacana foram as amizades feitas e a rede de relacionamento criada com tanta gente diferente, mas com uma paixão em comum: a vida na estrada sobre duas rodas e a certeza do ditado que diz que a história se escreve na estrada.


quarta-feira, 12 de outubro de 2016

MOTOR: Motorrad Vision Next 100, a moto dos próximos 100 anos (e que não cai nunca!)

 Nessa terça-feira (11) em Los Angeles, a divisão de automóveis de BMW apresentou o que o grupo espera para os próximos 100 anos em matéria de automóveis e moto. O chamado Vision Next 100 chama atenção pela alta tecnologia e desempenho empregado em seus veículos. Depois de apresentar os novíssimos modelos de Mini, Rolls-Royce, a vez é da Motorrad, braço do grupo para motos.

De acordo com a BMW, Motorrad Vision Next 100 é uma incrível moto que tem sistemas de "auto-equilíbrio" que a mantêm na posição vertical sempre, não tombar nunca, tanto em pé como em movimento. Isso irá permitir que qualquer pessoa, independente de experiência, possa guiar a Motorrad. Além disso ela dispensará o uso de qualquer aparato de segurança, como capacete e roupas de proteção. Isso porque a motocicleta poderá detectar situações de perigo, assim como também agir preventivamente para evitar acidentes no percurso. "A moto tem toda uma gama de dados conectados a partir de seus arredores e um conjunto de sistemas inteligentes que trabalham em segundo plano, para que ele saiba exatamente o que está por vir", disse Holger Hampf, chefe de experiência do usuário da BMW.

UM CLÁSSICO REINVENTADO - O QUADRO EM FORMA DE TRIÂNGULO

O quadro negro, em forma de triângulo, do BMW Motorrad VISION NEXT 100 é uma referência clara à primeira motocicleta BMW, a R32, concebida em 1923. No protótipo, no entanto, o formato foi reinterpretado para dar origem a uma escultura funcional que liga as rodas dianteira e traseira por meio de arcos de aspecto dinâmico. Rolamentos e junções estão fora do alcance dos olhos, pois o quadro surge como uma estrutura única e totalmente integrada.
Visto de perfil, o BMW Motorrad VISION NEXT 100 assemelha-se a uma naked bike, graças à sua ergonomia, e ao banco de configuração roadster. A disposição inteligente das superfícies protege o piloto do vento e das intempéries climáticas de forma tão eficaz como se estivesse equipada com uma carenagem completa. A superfície do quadro é coberta por um tecido preto fosco. Seu brilho sedoso e linhas finas destacam as formas características da moto, além de representar uma reinterpretação contemporânea de um detalhe clássico da BMW. O logotipo da marca é exibido no quadro escuro, sendo iluminado pelas já familiares luzes azuis e brancas, com a moto em movimento.



FLEXFRAME - QUADRO DE DIREÇÃO ASSISTIDA

O quadro Flexframe surge como uma estrutura única e integrada, que se estende desde a dianteira à roda traseira do BMW Motorrad VISION NEXT 100. Por ser flexível, ele permite que a motocicleta seja conduzida sem a necessidade de juntas ou articulações encontradas nas motocicletas de hoje. O guidão se ajusta ao quadro, mudando a direção da moto. E a quantidade de força necessária para direcioná-la vai depender de cada situação. Com ela parada, por exemplo, o Flexframe exige pouca força para girar, enquanto em altas velocidades, ele tende a ficar muito rígido.

POWERTRAIN - INSPIRADO NO MOTOR BOXER BMW

Na parte central do quadro reside, ao mesmo tempo, uma peça de estilo próprio e uma referência histórica: o motor. Desenvolvido e criado à imagem do tradicional motor boxer BMW, ele, na realidade, consiste de uma unidade motriz zero emissões. Sua aparência externa muda de acordo com as circunstâncias. Quando está em repouso, o motor exibe formas compactas, se expandindo somente quando a motocicleta inicia seu movimento, melhorando a aerodinâmica e protegendo o piloto contra o mau tempo. Seu acabamento, em alumínio, confirma a qualidade superior deste componente.

FORMA MINIMALISTA, QUALIDADE MÁXIMA DE DETALHES

A aparência perfeita do BMW Motorrad VISION NEXT 100 exprime claramente as suas qualidades focadas na condução. O design frontal é minimalista e reforçado com detalhes de alta qualidade. Integrado à parte frontal do quadro, logo acima da roda dianteira, está um grande refletor de metal que incorpora dois elementos em U, posicionados verticalmente, que compõem as luzes diurnas. Elas atuam também como um defletor de ar que, em conjunto com um pequeno para-brisas, integrado, ajudam a otimizar o fluxo de ar que passa pela moto.
As lanternas traseira e indicadora de direção (pisca) trazem lâmpadas vermelhas debaixo do banco e que lembram a forma característica, em duplo ‘C’, das luzes traseiras das motocicletas BMW Motorrad atuais, mas com uma nova interpretação do futuro. 

ELEMENTOS ANALÓGICOS EM UMA ERA DIGITAL

Diante da praticamente ausência de cabos, monitores e botões, chama especialmente a atenção um elemento dentro da moldura da seção frontal: um interruptor vermelho situado à extrema direita do guidão. Este elemento é responsável por liberar ou bloquear o manete do acelerador. Trata-se de uma homenagem à experiência semelhante de conduzir as primeiras motocicletas. Os manetes curvados para fora também evocam a história da motocicleta.

EQUIPAMENTOS PARA O MOTOCICLISTA - INTELIGENTE. ATIVO. FLEXÍVEL

O Rider Equipment BMW Motorrad VISION Next 100 é uma parte fundamental desta experiência de condução única. O design clássico, em preto e branco, reforça a sensação de liberdade durante a viagem. Ele é utilizado para proteção contra as condições de clima e do vento, e também é considerado como um traje de moda. Se necessário, ele resfria ou aquece o usuário. Há um zíper diagonal sobre o peitoral recordando o tradicional vestuário de motociclistas. Já a estrutura de cinta flexível do traje e os sapatos são inspirados nas áreas musculares do corpo humano, proporcionando apoio ao motociclista, aliviando a compressão quando necessário.

Em velocidades mais altas, a região da nuca do vestuário infla de forma ágil e desprende o ar em toda a parte de trás do traje, aumentando o conforto. As variadas aberturas oferecem uma ventilação adicional. Diferente dos trajes atuais, a roupa futurística para pilotos do BMW Motorrad VISION NEXT 100 não possui nenhuma função de segurança, uma vez que o sistema assistente e inteligente torna isso desnecessário. Ao invés disso, os sensores do equipamento do condutor monitoram dados como o pulso e temperatura corporal podendo regular corretamente a climatização em caso de frio ou stress. O traje oferece, a partir de elementos vibratórios nos braços e pernas, indicações para navegação ou mostra que ele atingiu o limite de inclinação. Isso faz com que o piloto e a moto se tornem uma unidade funcional permitindo desfrutar de condução com maior intensidade.



ÓCULOS INTERATIVO

O piloto ainda poderá acessar as informações da moto por meio de um óculos, que funciona como visor inteligente, projetando os dados no campo de visão. Ele também é capaz de proteger o condutor do vento.

Depois de tanta expectativa sobre como é a Motorrad "ao vivo", confira o vídeo abaixo:




Fonte: G1, Motor Cycle, PlanetCarsZ

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

MOTOR: KAWASAKI NINJA H2R Surge como nova categoria de hiperesportivas com alta performance

A Kawasaki apresentou mês passado durante Salão de Colônia (Alemanha), a sua mais nova máquina, a Ninja H2R, a versão mais esportiva da Kawasaki Ninja H2, cuja estreia oficial ocorrerá na mostra de Milão (Itália) agora em novembro. O modelo impressiona por seu motor de 300 cv, ou seja, ela entrega mais potência que um protótipo do Mundial de MotoGP. Tudo isso graças ao motor de 998 cc com quatro cilindros em linha, refrigerado à líquido, com compressor mecânico (supercharger).  

Para aperfeiçoar ainda mais sua aerodinâmica, o motor traz carenagens de fibra de carbono como se fossem “asas”; desenvolvidos pela Kawasaki Heavy Industries, divisão de motores e produtos aeroespaciais da marca. A Kawasaki também repensou alguns detalhes que fazem toda a diferença, como um tipo de chassi de treliça mais puro, feito em aço e com uma distância entre eixos mais curta, no estilo da Ducati, com o braço oscilante apenas de um lado. Segundo a empresa, ele é flexível e foi desenvolvido para suportar altas velocidades sem perder estabilidade. Garantindo uma aceleração nunca vista antes em uma motocicleta de produção. A Ninja H2R contará ainda com freios Brembo de alta performance e pneus lisos Pirelli, enfatizando sua relação com o Mundial de Superbike.

A divisão de aviação da Kawasaki tem trabalhado no sentido de garantir o máximo controle e reduzir a resistência do vento em altas velocidades. Deixando para trás motos esportivas com 200 cavalos e até mesmos alguns carros esportivos quando se fala em “cavalaria”. Com esse desempenho incrível, não é à toa que ela traz o nome “Ninja” e demonstra que está surgindo uma nova categoria de motos, as “hiperesportivas” com alta performance.




Veja vídeo de divulgação:




quinta-feira, 18 de setembro de 2014

MOTOR: A lendária moto pilotada por Peter Fonda no filme "Easy Rider" será leiloada na Califórnia

O filme Easy Rider, no Brasil “Sem Destino”, é um clássico do cinema americano de 1969. O road movie, estrelado por Peter Fonda e Dennis Hoper (além de Jack Nicholson) conta a história de dois amigos motociclistas que após traficarem droga do México até Los Angeles resolvem atravessar o leste dos EUA para chegar a tempo em Nova Orleans e a tempo do Mardi Grass, um dos maiores carnavais do mundo na época. O filme trata da busca e do encontro da liberdade pessoal trazendo à tona temas, assuntos e tensões na América da década de 1960, tal como a ascensão e queda do movimento hippie, o uso de drogas e estilo de vida comunal, tudo isso em meio a exploração das paisagens sociais. 

Além dos dois super atores, uma das principais “personagens” do filme foi a moto “Capitão América” uma Harley Davidson guiada por Wyatt, personagem de Peter Fonda. E é ela quem será leiloada em outubro nos EUA e segundo especialistas pode chegar a mais de 1 milhão de dólares. O leilão será feito pela casa Profiles in History, na região de Los Angeles e uma carta do ator confirma a autenticidade do veículo.


Segundo, Joseph Maddalena, diretor da casa de leilões, a moto pintada com a bandeira americana "é uma das imagens mais icônicas do cinema", disse. "Ela evoca emoções poderosas, inclusive para quem não é motociclista. Representa os anos 60, tudo de bom e de ruim desta década". A Harley foi criada pelos especialistas de motos Cliff Vaughs e Ben Hardy, com base em sugestões do próprio Fonda. Na época foram montadas duas motos, de modo que as filmagens pudessem prosseguir mesmo com um eventual problema mecânico. A segunda moto foi destruída na cena do acidente no final do filme.

O leilão ocorrerá entre 17 e 20 de outubro na sede da Profiles in History em Calabasas, noroeste de Los Angeles, e os lances poderão ser realizados on-line, por telefone ou pessoalmente. Quem dá mais?




Trailler original:

terça-feira, 22 de julho de 2014

MOTOR: Harley-Davidson apresenta sua moto elétrica com som de avião

Um referência no mundo por suas incríveis motos a Harley Davidson apresentou recentemente sua primeira motocicleta elétrica que faz parte do projeto LiveWire. Fugindo do foco mundial de sustentabilidade e meio ambiente, a intenção é ampliar as possibilidades de se ter uma incrível moto reforçando a aparência, som e tato (como de costume). Segundo Jeff Richlen relatou, chefe de engenharia do projeto, “Nós não queríamos um produto silencioso”. E está aí uma moto com som inspirado em avião (veja o vídeo para ouvir).

"É um novo som para a Harley Davidson. Na primeira vez que ligamos os motores e fizemos a motocicleta andar, sabíamos que tínhamos algo especial", conta Richlen. Porém para não fugir de sua tradição que fez sua fama ao redor do mundo, a Harley-Davidson fez questão de manter o som marcante de seus motores. “O som foi inspirado no barulho de uma turbina de avião”, explica Jeff Richlen. Com o intuito de tornar a condução mais emocionante, o barulho emitido por ela auxilia na segurança do condutor, pois as motos elétricas emitem baixo ruídos. “O som é totalmente natural, mas trabalhamos no acabamento interno para que soasse assim”, acrescenta Richlen.

A ideia é fazer várias apresentações do novo modelo pelos EUA, começando por Nova York, passando pela famosa Rota 66 até passar pelas mais de 30 concessionárias Harley-Davidson até o final do ano. Isso tudo como ação de marketing e para testar nas estradas se o modelo será produzido em larga escala. Algumas unidades foram totalmente finalizadas e emplacadas para rodar pelos EUA. “Estamos estudando se esta turnê também passará no Brasil”, afirmou Mark Han-Richter, vice-presidente e chefe de marketing da fabricante.

Falamos tanto dessa super moto, mas e quais suas características? Vamos lá... Com um motor de 74 cavalos de potência, a moto faz de 0 a 96,0 km/h em 4 segundos, resultado comparável a um modelo tradicional com motor a combustível, de média e alta cilindrada. Sua potência máxima chega a 74 cavalos e o torque de 7,18 kgfm. Com velocidade máxima limitada eletronicamente em 148 km/h a moto possui autonomia média de 85 km, levando em média 3,5 horas para recarregar completamente suas baterias. E ainda possui um sistema de regeneração de energia nas frenagens.



Além de utilizar energia elétrica, outra novidade apresentada no modelo é o uso de um monoamortecedor na traseira, atualmente a empresa utiliza duplo amortecedor no eixo traseiro. Visualmente ela tem um design mais futurístico e um estilo “naked”, sem carenagens, em especial no chassi e conjunto ótico, algo inédito até então. Visualmente aproxima-se da linha V-Rod. Talvez toda essa mudança de conceito de uma HD não agrade aos mais tradicionais “haleyiros”, segundo Matt Levatich, presidente da Harley-Davidson, “Não é uma mudança para nós, é uma soma para a linha. Nossos tradicionais consumidores podem ficar tranquilos que vamos continuar produzindo os modelos tradicionais”.

Veja o vídeo: