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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

LITERATURA: "Um Conto de Natal" de Charles Dickens, um dos textos mais divulgados da literatura universal até hoje‏

Publicada originalmente em 1843, Um Conto de Natal de Charles Dickens, em pouco tempo vendeu um recorde de cópias para a época (6 mil cópias em uma semana) e ao longo dos anos um dos textos mais divulgados da literatura universal, com adaptações para o cinema, teatro, e até histórias em quadrinhos, comovendo adultos e crianças de todas as épocas. Tornando-se o mais célebre conto de Natal já escrito. Projetado para ser publicado em capítulos em um jornal da época e com ilustrações do artista John Leech.

UMA POUCO DO CONTO...
 
A história narra a trajetória do Ebenezer Scrooge, um homem avarento que não gosta do Natal. Em meio ao frio e à neve da cidade de Londres, à véspera do Natal, todos se preparam para a comemoração do nascimento do Menino Jesus. Enquanto donas de casa ocupam-se alegremente com seus assados, os homens, ansiosos, não vêem a hora de voltar para casa, e as crianças perdem o sono pensando nos presentes. Enquanto o velho Scroose trabalha num escritório em Londres com Bob Cratchit, seu pobre, mas feliz empregado, pai de quatro filhos, com um carinho especial pelo frágil Pequeno Tim, que tem problemas nas pernas. 

Numa véspera de Natal Scrooge recebe a visita de seu ex-sócio Jacob Marley, morto havia sete anos naquele mesmo dia. Marley diz que seu espírito não pode ter paz, já que não foi bom nem generoso em vida, mas que Scrooge tem uma chance, e por isso três espíritos o visitaria. O primeiro espírito chega, um ser com uma luz que emanava de sua cabeça e um apagador de velas embaixo do braço à guisa de chapéu. Este é o Espírito dos Natais Passados, que leva Scrooge de volta no tempo e mostra sua adolescência e o início da sua vida adulta, quando Scrooge ainda amava o Natal. Triste com as lembranças, Scrooge enfia o chapéu na cabeça do espírito, ocultando a luz. O espírito desaparece deixando Scrooge de volta ao seu quarto.

O segundo espírito, o do Natal do Presente, é um gigante risonho com uma coroa de azevinho e uma tocha na mão. Ele mostra a Scrooge as celebrações do presente, incluindo a humilde comemoração natalina dos Cratchit, onde vê que, apesar de pobre, a família de seu empregado é muito feliz e unida. A tocha na mão do espírito tem a utilidade de dar um sabor especial à ceia daqueles que fossem "contemplados" com sua luz. No fim da viagem, o espírito revela sob seu manto duas crianças de caras terríveis, a Ignorância e a Miséria, e pede que os homens tenham cuidado com elas. Depois disso vai embora.

O terceiro espírito, o dos Natais Futuros, apresenta-se como uma figura alta envolta num traje negro que oculta seu rosto, deixando apenas uma mão aparente. O espírito não diz nada, mas aponta, e mostra a Scrooge sua morte solitária, sem amigos. Após a visita dos três espíritos, Scrooge amanhece como um outro homem. Passa a amar o espírito de Natal, e a ser generoso com os que precisavam, e a ajudar seu empregado Bob Cratchit, tornando-se um segundo pai para Pequeno Tim. Diz-se que ninguém celebrava o Natal com mais entusiasmo que ele. 

Mesmo tendo sido escrito há tanto tempo, o conto é um dos melhores sobre o tema, e atravessa gerações permanecendo-se sempre atual e tocante, e por incrível que pareça, sem dá importância aos presentes nem ao cristianismo. Focando mais no sentimento que a data provoca nas pessoas de um modo geral e de como elas são envolvidas pelo “espírito do Natal” presente nessa época provocando o que cada um tem de melhor. Ou seja, não importa se você crer ou não em Deus ou Jesus, com ou sem presentes, o Natal pode tocar a vida de cada um e despertar os melhores sentimentos.

Essa ligação de Dickens apresentada entre passado, presente e futuro mostra também que sempre se pode mudar, evolui e escolher um caminho melhor pelo resto da vida. Que o egoísmo e avareza só levam à solidão e amargura. Afinal, nunca é tarde para mudar e se tornar uma pessoa melhor. Independente daquilo que se acredita, porque não começar isso na época de Natal? 

SOBRE CHARLES DICKENS

 
Nascido no condado de Hempshire, na Inglaterra, em 1812, o escritor Charles Dickens passou uma infância miserável por conta do alcoolismo do pai que chegou a ser preso por conta de dívidas e arruaças. Aos dez anos de idade mudou-se com, a família para um bairro popular chamado Camden Town em Londres, morando em quartos baratos que eram pagos com a venda de objetos da família como talheres de prata e a biblioteca da família, que tinha feito as delícias do jovem Dickens. A situação só foi melhorar algum tempo depois quando seu pai recebeu uma herança. Anos depois, tornou-se jornalista, começando como cronista judicial e depois escrevendo textos com o pseudônimo Boz (Boz era a alcunha do seu irmão mais novo que não era capaz de pronunciar devidamente "Moses" - Moisés, em inglês). Em 1836 o The Pickwick Papers (Os Documentos Póstumos do Clube Pickwick) estabeleceu o seu nome como escritor. Mesma época em que se casou com Catherine Hogarth, com quem teve dez filhos, e anos depois se separaria por conta de seu romance com Ellen Ternan. Por conta do sucesso de Pickwick, em 1838 publicou o clássico da literatura “Oliver Twist” onde, pela primeira vez, apontava para os males sociais da era vitoriana.

Em suas obras seguintes, Dickens continuou com suas críticas sociais, passando por alguns textos autobiográficos como “David Coperfield”, de 1849, outros sombrios, como “A Casa Abandonada” (Black House) de 1853. No início dos anos 50, criou a revista semanal Household Words, aonde viria a publicar, em folhetins, alguns dos seus romances, que chegou a vender 40 mil cópias por semana. Em 1859 a revista foi reformulada, mudando de nome para "All the year round". Diante de todo esse sucesso, Dickens pode realizar um desejo antigo e comprou a Gad’s Hill Place, perto de Chatham, em 1856. Uma antiga casa que fazia parte do imaginário de Dickens e tinha um significado especial porque algumas cenas do Henrique V de Shakespeare localizam-se nesta mesma área. Essa referência literária agradava de sobremodo a Dickens. Por todo o conjunto de sua obra, inseriram seu nome entre os maiores escritores da Grã-Bretanha e do Ocidente em geral. Marcando com seus texto que retratam a era vitoriosa e suas críticas sociais ácidas às instituições britânicas. Dickens faleceu em 1870 ao lado de sua amada Ellen Ternan.

Fonte: Bob Nerd, Recanto das Letras, Wikipedia

quinta-feira, 1 de junho de 2017

FOTOGRAFIA: As 100 fotos inéditas de Marilyn Monroe

O que parecia quase impossível se mostrou possível, pois após anos depois da morte de um dos maiores ícones do cinema mundial, Marilyn Monroe volta a chamar atenção por conta de uma seleção de quase 100 fotos inéditas da atriz. São fotos feitas pelo fotógrafo John Vachon para a revista "LOOK", durante uma interrupção das filmagens de "O rio das almas perdidas", em agosto de 1953, no Canadá. Foram publicadas apenas três delas no seu número de outubro daquele ano. As demais fotos ficaram "perdidas" ao longo desses anos até surgirem agora. O livro reúne todas essas fotos inéditas que é um verdadeiro desfrute para os fãs de Monroe e amantes do cinema. Pois Marilyn na época estava no auge de seu sucesso. Ela tinha acabado de completar mais um filme e estava noiva de lenda do beisebol Joe DiMaggio. Nessa época Marilyn tinha viajado para as Montanhas Rochosas canadenses e John foi atrás de capturar um lado diferente de Marilyn? Um lado que mostrasse uma "Marilyn real".






John fez mais de 100 fotos de Marilyn em sua melhor forma. As fotos deste livro são espetaculares. Ele conseguiu capturar momentos simples e íntimos da estrela como no que Marilyn de maiô de duas peças aparece de muletas ou em momentos de relaxamento. Essas fotos comprovam que Marilyn e a câmara fotográfica eram amigos íntimos. Afinal ela entendia a fotografia e de como tirar uma boa foto. Numa das fotos aparece justamente Marilyn fotografando o belo cenário das montanhas rochosas. Esse livro é composto apenas de fotos em P&B o que dá um charme todo especial à publicação. Item obrigatório em qualquer estante de livros de arte e fotografia.



Afinal, o mito Marilyn Monroe nunca morre.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

FOTOGRAFIA: "Gêmeos" reúne cerca de 100 pares de irmãos fotografados de forma única por Dadá Cardoso

Para seu novo livro, a fotógrafa Dadá Cardoso se propôs a encontrar nos gêmeos o que os fazem tão especiais e únicos, em busca de histórias que foram, pouco a pouco, reveladas em suas imagens. Atraída pela simetria dos irmãos, a retratista, que sempre foi fascinada por gêmeos, reuniu mais de 100 pares para serem os protagonistas da obra. A autora exerceu, mais uma vez, seu lado criativo, revelou em cada foto a peculiaridade dos irmãos e com um toque artístico identificou em cada par a sua essência. Foi analisando a cumplicidade dos gêmeos que Dadá pode afirmar: “Todo ser humano, de algum modo, é gêmeo. E todo gêmeo, de algum modo, é univitelino”.

O prefácio de seu novo livro é assinado pelos gêmeos médicos Drs. Alexandre e Ricardo Ghelman e pelos cartunistas Chico e Paulo Caruso, todos também retratados no livro. Os irmãos Caruso acreditam que Dadá escreveu um livro de arte sobre personalidades pares.

A fotógrafa não buscou especificamente por famosos, mas também eles apareceram para compor o livro que tem pessoas de todas as idades, sexos, classes sociais e profissões, o importante era serem parecidos, pois esse foi o princípio para o efeito que buscava. Entre os personagens retratados estão Joana e Helena, netas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso; as nadadoras do nado sincronizado, Bia e Branca, além de outros pares.





A fotógrafa tem suas fotos publicadas nos principais veículos da grande imprensa, tem participado de diversas exposições, coletivas e individuais, entre outras: “Jovens Promessas” na Daslu, em 2003; Fotos Eróticas na Maison Z, em 2004; Coleção MASP/Pirelli, em 2005; “Mulheres veem Mulheres”, no SENAC, em 2006; “PROPAGANDADÁ”, em 2009; e “Hôtel Lutetia Paris – 100 ans”, em 2010. Seu trabalho tem obtido destaque em vários veículos de comunicação e, em 2005, fez parte da edição especial da revista “Lürzer’s Archive” 200 Best Ad Photographers Worldwide.

A partir de 2007, a fotógrafa concentrou-se em diversos projetos pessoais, dentre os quais: Flores (Rosas, Orquídeas, Copos de Leite, etc.), Famílias Paulistanas, Exposições de Carros Clássicos (Pebble Beach, Villa d’Este, Salon Privé, Windsor 2012, St. James 2013, Hampton Court 2014, Chantilly Arts & Elégance, etc.). Agora traz o seu novo projeto para a Livraria Cultura com um coquetel de lançamento, com o intuito de mostrar os gêmeos por outro ângulo, a igualdade versus desigualdade entre eles, o jeito como se falam se olham e se amam.





LANÇAMENTO

Para quem ficou curioso para conhecer o livro "Gêmeos", ele será lançado dia 16 de agosto, na Livraria Cultura, do Shopping Iguatemi. Para tornar isso tudo real, Dadá é patrocinada pela Klabin e Eucatex por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.  

quinta-feira, 23 de junho de 2016

MENSCH INDICA: O que ler, ver e ouvir nas próximas semanas

Com a proximidade das férias de julho, as gravadoras, editoras e distribuidoras começam a fazer seus lançamentos. Junho encerra com muitas novidades com novos e velho cantores na área musical, como os veteranos David Bowie e a mutante Rita Lee. A leitura com diversão garantida fica por conta de Xico Sá e no cinema dois caras muito legais e lançamentos nacionais esquentam a telona. Pelo jeito teremos um início de mês bem animado e recheado de novidades (ou nem tanto) para ler, ver e ouvir. Confira nossas dicas e bom final de semana!


VER: DOIS CARAS LEGAISAmbientada na fervilhante Los Angeles dos anos 1970, essa comédia policial, que estreia dia 2 junho, “Dois Caras Legais” (The Nice Guys), traz a dupla Russel Crowe (Noé) e Ryan Gosling (A Grande Aposta) no elenco, sob direção de Shane Black (Homem de Ferro 3). A trama começa quando Amelia (Margaret Qualley), filha de uma funcionária do Departamento de Justiça dos Estados Unidos (Kim Basinger) é sequestrada. Ela então decide contratar Jackson Healy (Russell Crowe), detetive particular violento e ex-alcoólatra, para investigar o caso. Após ver que o trabalho é mais complicado do que o esperado, decide contar com a ajuda do medroso e atrapalhado detetive particular Holland March (Ryan Gosling). Ambos descobrem que o caso de Amelia e a morte de uma estrela pornô estão, de alguma maneira, relacionados. Eles então se deparam com uma conspiração chocante que atinge até os mais altos círculos do poder. Só pelo elenco e a volta de Kim Basinger às telonas já vale uma conferida no filme que promete muita ação e diversão. 

 Veja trailer:



LER: OS MACHÕES DANÇARAM 
(Crônicas de Amor & Sexo)

Por Erika Valença

Às vezes tenho a impressão que Xico Sá é de mentira. Juro. Ele é uma enciclopédia ambulante, cheia de tiradas geniais e humor apurado, quando o assunto é relacionamento. Mas sim, ele existe.  Devoto inveterado das mulheres, tece em seus textos, a realidade nua e crua da vida cotidiana. A prova viva disso tudo está nas livrarias, na sua mais recente publicação: “Os Machões Dançaram - Crônicas de Amor e Sexo em Tempos de Homens Vacilões”. A obra, além de ser um verdadeiro almanaque comportamental, apresenta de uma galeria de personagens criados e que ilustram as grandes transformações do homem. Logo de cara, na primeira parte denominada "Tipinhos de homem", Xico abre a leitura com um alerta para a mulherada, mostrando uma relação dos mais perigosos machos, como por exemplo, o Macunaemo (homem que tem a preguiça do Macunaíma e o mimimi de um roqueiro emo). No segundo momento - "Os quereres e malquereres das mulheres" -, é chagada da compreensão dos sentimentos. No terceiro capítulo - "Quando um homem ama uma mulher"-, é o momento em que, 'só um pé na bunda salva'. Na quarta, e última parte, - Estou num relacionamento "fala sério" - é a hora de falar e desvendar relacionamentos na era digital, de aplicativos, de redes sociais, enfim, de internet. Com esse livro, Xico fecha a trilogia de crônicas que revelam as mudanças de comportamento nas relações entre homens e mulheres do final do século XX até hoje. Anteriormente, ele publicou “Modos de Macho & Modinhas de Fêmea” (2003) e “Chabadabadá – Aventuras e Desventuras do Macho Perdido e da Fêmea Que Se Acha” (2010).


OUVIR: 
David Bowie – BlackStarO último álbum de estúdio de David Bowie produzido por Tony Visconti e o único que não estampa o rosto do artista é uma obra densa, complexa e ao mesmo tempo um presente de despedida para o seus fãs. Bowie é muito mais que um ícone que influenciou praticamente todo o mundo da indústria fonográfica. “Blackstar” traz um tom melancólico, mórbido e até mesmo bíblico como em “Lazarus”. Menções a morte e a sua doença são citados delicadamente sob versos lúdicos e referenciados em quase todas as músicas. Mesmo sendo um CD para poucos, uma estrela do nível de Bowie não poderia se despedir de forma mais integra deste planeta rumo ao espaço o qual ele tanto cultuou. Ouça clicando aqui

Jaloo - #1O primeiro álbum do paraense Jaloo saiu final do ano passado e é uma das coisas mais saborosas que o pop nacional ouviu em décadas. Com seu look cyber-indígena, Jaloo consegue transportar a sonoridade da sua música para os seus videoclipes e impregnar de imagens a sua música com letras leves e ao mesmo tempo serias, cotidianas e cheias de simbologia. Elogiado na gringa por artistas do naipe de Grimes, Jaloo faz um som moderno, fresco e leve, todo plastificado por uma camada de densidade e referencias que o artista carrega na sua bagagem que vai de Grace Jones a Bjork, passando por Fka Twigs até Secos e molhados. Ouça clicando aqui.

Rihanna – Anti O oitavo álbum de estúdio da cantora “Anti” saiu de graça no site Tidal. Bem diferente dos seus anteriores, “Anti” parece o álbum conceitual da artista e não veio recheado de hits pops com potencial de remixes e videoclipes como os seus fãs esperavam. O carro-chefe do álbum, é o reboladíssimo single "Work", com participação do rapper Drake, que já tem um videoclipe tão picante que foi inclusive censurado no próprio canal do Youtube da artista. Cantora. A capa do disco tem imagens do artista Roy Nachum, e o encarte uma poesia de Chloe Mitchell escrita em braile. Resta esperar que os singles e seus remixes tragam a energia pop de Rihanna de volta. Ouça clicando aqui

JUNKEBOX
Rita Lee – Box 21 Cd´s

Seja fã ou não de Rita Lee, essa caixa com todos os 20 álbuns da Maior Rockeira Brasileira (que na verdade é gringa) remasterizados digitalmente e com todo o material gráfico detalhadamente refeito, é um objeto não apenas de desejo, mais uma aula antropológica sobre o rock e o pop nacional. A caixa ainda acompanha um CD bônus com músicas que não fizeram parte de nenhum álbum de sua carreira como temas de novela, músicas para comerciais e filmes.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

MUSA (INTERNACIONAL): Naomi Campbell celebra 30 anos de carreira com nudez e livro especial

Seguindo a bela onda de livros que trazem uma retrospectiva da vida de grandes modelos, como Gisele e Cindy Crawford, chegou a vez da top Naomi Campbell. E a cada vez que vamos a uma livraria em busca de livros de arte ou moda, é quase certo que sairemos de lá com ao menos um volume da editora Taschen. Conhecida por seus belos livros, de qualidade irretocável – mesmo quem não gosta de ler pode ter um em cima da mesa como decoração –, ela é responsável por um dos títulos mais aguardados pelos amantes da fotografia e moda atualmente: “Naomi Campbell – The Art of Beauty”.

O livro comemorativo dos 30 anos de carreira de uma das tops models mais marcantes no mundo da moda e publicidade, Naomi Campbell, chega trazendo mais de 1000 fotos e muitos momentos marcantes na carreira da modelo. Ele é composto por duas partes, no primeiro, fotos e mais fotos da primeiro modelo negra a aparecer na capa da Vogue francesa e da Time, considerada uma das mulheres mais lindas do mundo. Entre os fotógrafos renomados que já clicaram a modelo, nomes como Mert Alas & Marcus Piggott, Richard Avedon, Patrick Demarchelier, Steven Meisel, Helmut Newton, Mario Testino, Bruce Weber e Peter Lindbergh. Detalhe para a capa do livro, com uma bela foto de Naomi totalmente nua, reprodução do clique de Mert Alas & Marcus Piggott para a Interview Magazine

O segundo volume traz um extenso texto autobiográfico de Naomi ilustrado com capas de revistas e fotografias pessoais. Ali a modelo fala sobre a sua infância e início de carreira e seu trabalho com os maiores designers da moda (John Galliano, Karl Lagerfeld e Gianni Versace, por exemplo).

Porém engana-se quem pensa que o livro é legal apenas por dentro. A sua capa é em si uma obra de arte, o próprio busto da modelo criada pelo pop artist britânico Allen Jones. Esta edição contará com 1000 cópias numeradas, cada uma delas assinada por Naomi. O preço? 1,750 dólares, ou seja, cerca de R$ 6 mil.




quarta-feira, 18 de abril de 2012

MUSA (INTERNACIONAL): Marilyn Monroe em fotos inéditas by Magnum‏



É no mínimo curioso como a cada ano se descobre mais fotos inéditas sobre um mesmo ícone. Jogada de marketing ou não, nunca uma mulher permaneceu tantos anos na mídia e sempre se descobre algum material inédito sobre ela. Claro que essa mulher não é uma mulher comum, estamos falando de Marilyn Monroe, o maior sex symbol que o cinema já fabricou e que o mundo já teve. Para se ter idéia do poder de Marilyn, há pouco tempo a cidade de Chicago inaugurou uma enorme estátua dela na célebre pose segurando o vestido, e prontamente o local virou parada obrigatória de turistas do mundo inteiro.

Essa adoração e essa curiosidade em saber um pouco mais sobre a atriz que encantou, e encanta, multidões faz nascer à cada ano novos livros e documentários. O mais novo desses livros é “Marilyn by Magnum”, que traz uma coletânea de fotos da atriz. Porém este livro não é mais um, ele traz 80 fotos em situações diferentes da loira e ainda algumas fotos inéditas. Apresenta-nos uma Marilyn de beleza natural, e olhar ao mesmo tempo doce e melancólico que tanto chamava atenção de quem realmente se importava em conhecê-la um pouco mais. Seus famosos cachos louros e suas belas curvas, outras marcas registradas de Marilyn, ficam bem evidentes nessas novas fotos.





Esse ensaio retrata uma Marilyn com 26 anos, dez anos antes de sua morte, que na época abriu as portas de seu apartamento para o fotógrafo Philippe Halsman. Que até então mantinha essas belas fotos em seu acervo pessoal. As fotos mostram a atriz no chão, com um vestido rosa e transbordando fragilidade e olhando para a câmera com certo ar de vulnerabilidade. 

As fotos foram feitas em 1952, mesmo ano em que filmou “Torrente de Paixão” ao lado de Joseph Cotten, e o clássico “Os Homens Preferem as Loiras”. E agora podem ser conferidas no livro que ainda traz fotos de outros membros da Magnum, uma das empresas de fotografia mais respeitadas do mundo, formada por quatro fotógrafos - Robert Capa, Henri Cartier-Bresson, George Rodger e David "Chim" Seymour, em 1947.

O livro, que pega carona no aniversário de 50 anos de morte de Marilyn Monroe, contém 80 fotos no total, ainda conta com obras de fotógrafos Renomados como Elliott Erwitt, Inge Morath, Bruce Davidson, Dennis Stock, Bob Henriques e Erich Hartmann. Se você ficou interessado, pode consegui-lo no site da Amazon, por £19.77 (cerca de R$ 58) ou encomendar na sua livraria de preferência.


 
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

COMPORTAMENTO: Freud e as mulheres, o pai da psicanálise ajuda os homens a entender um pouco sobre elas‏

Por mais que conheçamos as mulheres, sempre nos surpreendemos com seus desejos e pensamentos. O mais exímio conhecedor da alma feminina nunca saberá que tantos mistérios guardam uma mulher. De Don Juan de Marco à Woody Allen, nenhum deles conseguiu desvendas uma mulher sequer. Por mais que muitos homens afirmem que todas as mulheres são iguais, isso nunca será uma verdade. Até por que nem elas ao certo sabem o que querem, pois suas certezas viram dúvidas num piscar de olhos. Suas palavras podem dizer uma coisa enquanto seu coração diz outra. E por que elas são assim? Tão fortes e tão frágeis, tão decidias e tão incertas, tão independentes e ao mesmo tempo tão carentes. De onde vem essa dualidade que habita a alma feminina que deixa tantos homens desnorteados diante de certas atitudes?  Isso sem dúvida é um assunto de extremo interesse masculino, que sempre reacende as velhas questões que semeiam discussões entre homens e mulheres ao logo dos tempos. 
 


Talvez essas questões respondam por que homens e mulheres são tão diferentes e principalmente, no nosso caso, porque elas pensam tão diferentes de nós? Coisas simples, como uma pergunta sobre o que a mulher quer fazer no sábado à noite, vira um diálogo sem fim, ou o clássico feminino que quando elas querem dizer "sim", dizem "não", e vice e versa. Vai entender. Se nem Sigmund Freud foi capaz de chegar a uma resposta que satisfizesse a pergunta, por ele um dia levantada: "Afinal, o que querem as mulheres?", que dirá nós, pobres homens com QI abaixo de Freud. Mas o que pensava "o pai da psicanálise" sobre elas? A MENSCH mergulhou no universo de Freud em busca de respostas, ou quem sabe apenas para entender as razões que formam a alma feminina que tanto nos encanta. 

Capa da revista masculina americana Esquire de 1965 que
discutia o novo papel da mulher numa sociedade
onde elas tomavam espaços que antes pertenciam
só aos homens.
Partindo do princípio... Freud era um judeu nascido em 1856 na cidade de Freiberg, que na época pertencia ao Império Austríaco. Era um médico neurologista e fundou a psicanálise numa época em que distúrbios psicológicos eram diagnosticados apenas como loucura ou coisa do demônio. Através da hipnose Freud foi tratando vários casos de doenças da mente e distúrbios. Freud acreditava que a sexualidade e a libido eram a energia motivacional primária da vida humana, assim como suas técnicas terapêuticas. Suas teorias e seus tratamentos foram controversos na Viena do século XIX e continuam a ser muito debatidos até hoje. Suas idéias são frequentemente discutidas e analisadas como obras de literatura e cultura geral em adição ao contínuo debate ao redor delas no uso como tratamento científico e médico.


Entre outras preocupações, Freud retomou a discussão da natureza do sexo feminino, abrindo para a então nova ciência do inconsciente, possibilidades ainda inexploradas. Tentou então desvendar a feminilidade, estudar a sua constituição a partir da estrutura edipiana, que constitui um dos pilares da psicanálise. Através da estrutura edipiana, Freud distribuiu as posições do pai, da mãe, do filho e da filha e detalha o papel que cada um aprende a assumir e a sua realidade sexuada ou, a resignar-se a ela, quando se trata da menina. Para ele a lei do pai, ao proibir a posse da mãe, primeiro objeto de desejo, que deverá transferir-se para outra mulher e, no caso da filha, para outro sexo, inaugura o acesso à maturidade e à capacidade do simbólico, através da prova da castração. Assim a posição de cada sexo está ligada à sua configuração morfológica. A menina é diferente do rapaz, sendo inferior a este, privada como está desse pênis que lhe falta, de que tem "inveja" e de que não encontra senão um pálido sucedâneo no clitóris.
 


O sexo feminino é definido negativamente em relação ao sexo masculino. Tornar-se mulher é aceitar não ser homem, através de um laborioso itinerário. Mas o acesso aos benefícios fálicos, à sublimação, custará caro à menina, sempre mais ou menos levada a escolher entre o prazer e o trabalho, enquanto o rapaz pode harmonizá-los. Ao mesmo tempo em que a psicanálise foi capaz de dar conta do desejo das mulheres, ela permaneceu, até então, impotente perante o seu querer, que não coincide com o seu desejo. Ainda hoje os modelos criados pela psicanálise estão enrraizados na cultura ocidental, como a "mãe má" (que não é mais, pessoalmente responsável, no sentido moral da palavra, e sim uma mãe "inadequada"), que ainda é percebida como uma mulher ao mesmo tempo malvada e doente. E conseqüentemente foram aumentados os sentimentos de angústia e culpa maternas no séc. 20. Uma de suas preocupações deslocava-se para o entendimento da psiquê da "mulher normal" ou "feminina" que é definida por Deutsch como uma tríade básica que comporia o psiquismo feminino: a passividade, o masoquismo e o narcisismo.
 
Desta naturalização das funções do corpo feminino, sobraram poucas alternativas às mulheres. Se o corpo fora feito para gerar filhos, não seria então natural que uma mulher não os tivesse, não os amamentasse, não fosse inteiramente devotada a eles. Logo, foram criados apenas dois modelos rígidos como opção para as mulheres, a que seguia a sua "natureza", que era naturalmente submissa, devotada, bondosa, comedida, discreta, boa mãe, boa filha, boa esposa, obediente, entre outros e a que não seguia a "natureza" e não era vista com bons olhos pela sociedade. Sendo assim, por tudo isso, mesmo nos dias de hoje em que as mulheres mudaram sua forma de ser e agir, lá no fundo todas as teorias psíquicas sobre a formação da mente feminina ainda refletem em seus atos. Por mais modernas que sejam, eternas questões geradas ao longo dos anos, como por exemplo, expor seus desejos e vontades, geram conflitos internos. Inseguranças e julgamentos virão de outras mulheres e delas próprias, por mais que a sociedade tenha evoluído diante da figura feminina. Assim se explica, ou não, questões simples, que na mente feminina muitas vezes geram conflitos e dualidades, como uma simples resposta para o que se deve vestir hoje à noite.
 

Afinal o que querem as mulheres? Eu responderia que querem ser entendidas, mas acima de tudo, se entenderem com elas próprias. Talvez por isso, não consigamos viver sem elas. Não dá pra ser prático e objetivo o tempo todo. Ter só botão de "on" e "off". E assim, quebrando paradigmas, os dois sexos se completam e se entendem numa eterna batalha interna em busca da evolução dos sexos.


"Descobrir o que as mulheres querem é uma tarefa árdua demais. O que uma mulher quer em determinado momento já seria demasiado digno e delicioso",
Michel Melamed, ator, interpretou o personagem André na série “Afinal o Que Querem as Mulheres?”


Bibliografia:- As Mulheres de Freud, Editora Record
- Dossie Freud, Editora Universo dos Livros
- Diário Catarinense, por Vanessa Gandra

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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

FOTOGRAFIA: Fraulein, novo livro da fotógrafa alemã Ellen Von Unwerth, retrata beleza e fetiche em uma fantasia feminina‏

Para quem não conhece os trabalhos dessa badalada fotógrafa alemã, duas palavras resumem bem suas obras: beleza e sedução. Com uma característica própria, essa alemã nascida na Alemanha em 1954, trabalhou como modelo durante 10 anos (daí nasceu sua familiaridade com o mundo da moda), mas ganhou destaque por trás das câmeras como uma das mais originais fotógrafas de moda dos anos 90. Foi fotografando a modelo Claudia Schiffer para a grife “Guess” que Ellen ficou famosa e ganhou notoriedade. Desde então começou a fotografar publicidade e editoriais de moda para grandes revistas como Vogue, ID, Vanity Fair, The Face, Interview, Arena, dentre outras. Seu primeiro prêmio foi no Festival Internacional de Fotografia de Moda em 1991.

Editora Taschen, 472 páginas - R$ 2.121,00
www.livrariacultura.com.br
Com Fräulein, que em alemão quer dizer garçonete e senhorita, talvez seu livro épico, é apresentado uma seleção de belas mulheres que foram fotografadas por Ellen nos últimos 15 anos, muitos das quais ainda inéditos. Não há realmente algo (ou alguém) nesse livro que não transpire sedução, fetiche e sensualidade. Nas fotos, mulheres famosas como Claudia Schiffer, Kate Moss, Britney Spears, Dita Von Teese, Vanessa Paradis, Eva Mendes, Lindsay Lohan, Dita von Teese, Adriana Lima, Carla Bruni, Eva Green, Christina Aguilera e Monica Bellucci. São registros de momentos mágicos, de pura fantasia. Algo do tipo difícil de se imaginar, que para presenciar você teria que descobriu o poder da invisibilidade para poder compartilhar de momentos de pura sedução.


Não foi à toa que Ellen von Unwerth se tornou uma das fotógrafas de moda mais influentes do mundo em poucas décadas. Suas fotografias de ícones do sexo feminino celebram a sexualidade e a feminilidade, muitas vezes, explorando fantasias e fetiches. Com o olhar impecável e preciso da fotógrafa, que tem a capacidade de provocar através do humor um delicioso senso de voyeurismo.
Seu novo livro, Fraulein, da editora Taschen, já está disponível e é uma verdadeira edição de colecionador, limitada a 1.500 cópias numeradas, cada uma assinada pela fotógrafa. Nas fotos uma harmonia perfeita entre cores fortes e o preto & branco imaculado, que revelam uma Von Unwerth sexual, transpirando feminilidade e romântica com doses de fetichismo, humor, decadência kitsch e pura “joie de vivre”. Se nuas ou de lingerie e com um sorriso deslumbrante, suas modelos nunca são objetivadas. Algumas exibem fantasias pessoais, outras são guardadas no mistério, o que sugere que temos um tropeçou num mundo secreto. Moda e fantasia nunca foram tão encantadoramente harmônicos.

 

Em 1991 Ellen von Unwerth recebeu seu primeiro prêmio no Festival Internacional de Fotografia de Moda, e seu trabalho foi apresentado em Arqueologia da Elegance (2002) e na exposição de ficção Fashioning no MoMA / Queens (2004). Suas muitas exposições individuais incluem um show de mulher na galeria de Hamilton em Londres, e suas fotos da exposição Vingança (2003) foram acompanhadas em exposições por Nova York, Paris, Amsterdã, Hamburgo, Moscou e Pequim.

Sobre a autora de Fraulein, Ingrid Sischy, ela é uma editora colaboradora da revista Vanity Fair. Uma ex-funcionária, crítica de fotografia, escritora de moda do The New Yorker, foi editora-chefe da revista no período de 1989-2008. Ingrid já lançou livros com perfil de pessoas famosas como Keith Haring, Nicole Kidman e Madonna, entre muitos outros.
Como poucos felizardos terão acesso à esse belo livro, selecionamos essas imagens que dão uma idéia do potencial criativo e erótico de Ellen von Unwerth. Puro deleite para os olhos (e imaginação).

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domingo, 30 de outubro de 2011

LER, VER e OUVIR: As dicas culturais de novembro em CD, DVD e livros‏

Com a proximidade do final do ano, as gravadoras, editoras e distribuidoras começam a fazer seus lançamentos. E novembro chega com muitas novidades na área cultural. É o mês de lançamento dos novos trabalhos de grandes artistas musicais como Lenine, Jorge Vercillo e Marisa Monte. Marisa por sinal, volta a lançar um disco depois de um longo período de 5 anos. Jô Soares volta às prateleiras com uma nova ficção e o clássico Eric Clapton lança cd e DVD numa parceria com o músico Wynton Marsalis. Aproveitando o momento em que fãs e admiradores de Steve Jobs ainda lamentam sua morta, chega às lojas a biografia do grande gênio da Apple. Outro gênio, esse da música, Ozzy Osbourne lança um livro onde conta como sobreviveu às drogas ao longo desses 40 anos como usuário de drogas. Pra finalizar, dois esperados lançamentos em DVD, o recordista de bilheteria nacional, Tropa de Elite, vem esse mês em blue Ray. E o Box com e 3a temporada de Lie to Me, encerra o seriado de sucesso. Pelo jeito teremos um mês bem animado e recheado de novidades para ler, ver e ouvir.
Play The Blues - Live From Jazz At Lincoln Center - Wynton Marsalis & Eric Clapton - O encontro entre dois gênios da música, Wynton Marsalis e Eric Clapton, resultou num belo concerto de jazz com um repertório de canções selecionadas por Clapton e arranjadas por Marsalis, acompanhados pelos membros da Orquestra de Jazz do Lincoln Center. O resultado é um espetáculo mágico, registrado em CD e DVD. O DVD traz uma faixa bônus, a performance do clássico “Stagger Lee”, do lendário ícone do blues Taj Mahal, que faz participação especial no show. A banda explorou um setlist diversificado, indo do swing de “Ice Cream”, de Louis Armstrong, passando por “Joe Turner’s Blues”, de W.C. Handy, e “Joliet Bound”. A única música não escolhida por Clapton que está presente no repertório é “Layla”, requisitada pelo baixista Henriquez. O resultado é emocionante. Um encontro inédito, que combina uma banda de blues com o som do jazz de New Orleans. R$ 44,90

Como Diria Blavatsky – Jorge Vercillo - Jorge Vercillo, em nova fase em sua carreira, lança o "Como diria Blavatsky". O título enigmático é também o nome de uma de suas 12 novas canções e faz referência à escritora que no final do século XIX popularizou a teosofia no mundo moderno, uma escola de saber que funde filosofia, religião e ciência, cuja raiz vem lá do oriente, e tem tudo a ver com seus questionamentos atuais. O disco produzido a quatro mãos, com o baixista e produtor musical André Neiva, reafirma uma de suas marcas, já tão cara aos grandes mestres da MPB clássica: a de contar estórias – das mais sérias às mais pitorescas – por meio das suas músicas. Foi assim com Noel, Chico, Gil, Erasmo, Martinho... e continua com ele. Jorge Vercillo com música nova nas rádios e na novela Fina Estampa Já toca nas rádios de todo o Brasil a nova música do cantor e compositor Jorge Vercillo, Sensível Demais (Jorge Vercillo). A canção de amor, de autoria de Vercillo, foi gravada pela primeira vez em 1998 pela dupla Chrystian & Ralf e, recentemente, por Maria Bethânia. Sensível Demais é o primeiro single do novo álbum do cantor, previsto para chegar às lojas em outubro de 2011. Com este projeto, Jorge Vercillo inicia uma nova fase na sua carreira, ao lançar este novo álbum pelo seu próprio selo, Leve, distribuido pela Posto 9/MicroService. O cantor e compositor também está no "ar" em Fina Estampa, com a música “Memória do Prazer”, composta em parceria com a sua mulher Gabriela Vercillo. R$ 19,90

Confie Em Mim - Eu Sou O Dr.ozzy - Pelas leis naturais, Ozzy Osbourne não deveria estar vivo. Ele passou 40 anos em usando drogas, ‘comendo’ morcegos e bebendo sangue. Quebrou o pescoço ao andar em um quadrículo a oito quilômetros por hora e 'morreu' duas vezes em comas induzido quimicamente. E agora - aos 62 anos de idade - ele está mais saudável e mais feliz do que nunca. Ele é um milagre da medicina! Então, quem melhor do que ele para oferecer conselhos médicos e palavras de conforto ao seu público? Em maio de 2010 do Sunday Times convidou 'Dr.' Ozzy para ter uma coluna de aconselhamento. Desde então, ele responde às perguntas que vão desde depressão do cão a dúvidas de adolescentes sobre sexo. Com sensibilidade até então desconhecida pelo público, Ozzy oferece sábios conselhos, entre eles o de se manter longe das drogas – assunto que ele domina. A coluna se tornou um fenômeno, e agora o Dr. Ozzy decidiu reunir todos os seus conselhos em um guia prático. O lema de Ozzy é que se pode sobreviver e desfrutar de uma vida feliz e saudável. R$ 31,90



Chão – Lenine - O cantor Lenine lançou agora em outubro o décimo álbum de sua carreira, "Chão". Além do compositor, o álbum tem a produção de Bruno Giorgi e JR Tostoi. O pernambucano, assumidamente fã de orquídeas, usou como base para composição do disco o próprio chão e seus passos e ruídos. Prova disso é a música que abre o álbum e leva seu nome e que foi produzida com a participação de Lula Queiroga. Com dez músicas, o álbum ainda reúne parcerias com Carlos Rennó e Lucky Luciano. Além dos ruídos no chão, Lenine aproveitou sons da natureza e barulhos cotidianos, como o assobio de uma chaleira e uma motoserra. R$ 24,90

Tropa de Elite - Com lançamento programado para a segunda temporada de novembro, o filme Tropa de Elite volta à cena, dessa vez em alta definição de som e imagem. O filme que marcou a história do cinema nacional e fez com que milhões de pessoas se identificassem com a saga do capitão Nascimento (Wagner Moura), que quer deixar o seleto Batalhão de Operações Especiais (BOPE), mas precisa encontrar um substituto à altura de sua honestidade e integridade. Eleito como Melhor Filme do Ano no Festival de Berlim em 2008 e dirigido pelo renomado José Padilha. R$ 29,90

 

As Esganadas - Como ator e comediante, o Jô é um grande fazedor de tipos. Sabe como poucos construir um personagem defini-lo como um detalhe e dar-lhe vida com graça e inteligência. Como autor, essa sua maestria se expande:os tipos são posto no mundo e, mais do que no mundo, numa trama – e o seu criador (eu quase escrevi Criador, pois não deixa de ser um trabalho de Deus) se solta. Toda a ficção do Jô é feita de grandes personagens envolvidos em grandes tramas. R$ 25,10
Lie To Me - Engana-me Se Puder - 3ª Temporada - Chega às lojas esse início de mês a temporada final de “Engana-me Se Puder”, interpretada por um elenco de primeira capitaneado por Tim Roth, Kelli Williams, Brendan Hines e Monica Raymund! O Dr. Cal Lightman (Roth), o especialista mais famoso do mundo na detecção de mentiras e dissimulação, está de volta com sua equipe brilhante para desvendar os casos mais intrigantes, variando de assaltos a museu e sequestros a cultos misteriosos e assassinatos. Com cenas excluídas exclusivas no DVD, imperdível essa terceira temporada da série que faz o público pensar — e isso é verdade! R$ 99,90

Steve Jobs - A Biografia - O livro, baseado em mais de quarenta entrevistas com Jobs ao longo de dois anos - e entrevistas com mais de cem familiares, amigos, colegas, adversários e concorrentes -, narra a vida atribulada do empresário extremamente inventivo e de personalidade forte e polêmica, cuja paixão pela perfeição e cuja energia indomável revolucionaram seis grandes indústrias: a computação pessoal, o cinema de animação, a música, a telefonia celular, a computação em tablet e a edição digital. Numa época em que as sociedades de todo o mundo tentam construir uma economia da era digital, Jobs se destaca como o símbolo máximo da criatividade e da imaginação aplicada à prática. Embora tenha cooperado com esta obra, Jobs não pediu nenhum tipo de controle sobre o conteúdo, nem mesmo o direito de lê-lo antes de ser publicado. Não estabeleceu nenhum limite: pelo contrário, incentivou seus conhecidos a falarem com franqueza. "Fiz muitas coisas que não acho louváveis, como ter engravidado minha namorada aos 23 anos de idade e a maneira como encaminhei a questão", disse ele. "Mas não tenho nenhum segredo a esconder." Jobs fala com franqueza, e às vezes com brutalidade, sobre os companheiros de trabalho e os concorrentes. Do mesmo modo, seus amigos, inimigos e colegas apresentam um painel com as paixões, os demônios, o perfeccionismo, os desejos, o talento artístico, as manias e a obsessão controladora que formaram sua atitude empresarial e os produtos inovadores que criou. Jobs é capaz de levar à fúria e ao desespero quem está perto dele. Mas a personalidade e os produtos, assim como um hardware e um software da Apple, estão unidos num mesmo sistema integrado. Sua história é ao mesmo tempo uma lição e uma advertência, e ilustra a capacidade de inovação e de liderança, o caráter e os valores de um homem que ajudou a construir o futuro. R$ 37,50

O Que Você Quer Saber De Verdade – Marisa Monte - Desde 2006 sem lançar um cd, o novo disco de músicas inéditas da Marisa Monte chega com novidades surpreendentes: o nome do álbum, a capa do disco e as músicas foram um verdadeiro mistério para os fãs até a data de lançamento. Mas finalmente amanhã, 31/11, os fãs vão poder finalmente conferir seu novo trabalho. Nele, das 14 músicas incluídas, 9 são de autoria de Marisa, que também produziu todo o álbum. Como regravações sempre fazem parte do seu repertório, nesse novo cd, “Descalço no Parque” de Jorge Bem, está entre as 14 músicas. Além da participação de Cozinha do Nação Zumbi, Daniel Jobim no piano e Rodrigo Amarante que toca e canta em “O que se quer”. Enquanto a expectativa e dúvida sobre o CD habitar na cabeça dos fãs uma certeza também estará em evidência: O novo disco dela só pode ser um sucesso, afinal trata-se do novo trabalho de Marisa Monte. R$ 24,90

Assista ao vídeo da canção título do novo cd “O Que Você Quer Saber de Verdade”:


Fonte: Livraria Saraiva, UOL

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