sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

CAPA: Emilio Dantas - O homem por trás do artista

A música e a arte de atuar é o combustível desse carioca de 33 anos que recentemente chamou a atenção do público e da crítica pela sua bela atuação na novela “Além do Tempo”. Emilio Dantas foi odiado por conta do seu personagem Pedro na novela global, e isso foi ótimo! Sinal que ele fez a diferença e passou o recado. Assim como no musical Cazuza, seu grande momento no teatro que durou dois anos e muito sucesso de público. A arte pulsa em suas veias e inquieto Emilio está sempre atrás de um novo desafio que preencha sua alma de artista e faça a diferença perante o público em geral. E seguindo sua trilha, em breve veremos ele no cinema, com um novo personagem, um novo desafio.

Emilio, para começar... Adoramos te odiar em "Além do Tempo"! (risos) Como foi chegar a esse ponto (que é ótimo sinal) de você passar tanta realidade que o público começa a ter ódio do personagem? Foi um trabalho construído de pouquinho em pouquinho, degrau por degrau. A gente não tinha muita ideia do que seria esta segunda fase até três dias antes de começar a gravar! Essa repercussão, esse ódio que o público criou é sinal de que o trabalho foi pelo melhor caminho possível. Mas tomara que ele não perdure, (risos). 



Essa foi sua estreia na Globo você já chegou como antagonista e atraiu todas as atenções. Esperava por isso ou foi pego de surpresa? Pelo sucesso que foi a emissora não deve mais te largar...(Risos) Eu cheguei antagonista, na verdade. Os protagonistas eram o Rafael Cardoso e a Alinne Moraes. Eu não esperava por isso, como na verdade eu nunca espero. Acho que o sucesso é consequência de um trabalho bem feito, sem desviar suas atenções para qualquer tipo de egotrip. Mas foi uma surpresa muito grata. 

2015 parece ter sido um ano bem especial para você, além da estreia na Globo você também ganhou o Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Ator por Cazuza. O que isso significou para você? O Prêmio Bibi Ferreira significou pra mim uma realização, mesmo. Não desmerecendo os outros prêmios que o espetáculo "Cazuza" conquistou, mas esse, por ser um prêmio voltado para o teatro musical, é um reconhecimento que eu almejava muito. Pra mim, então, receber esse prêmio é como um encerramento de um ciclo, mesmo, da melhor maneira possível. Ele agora está na minha prateleira sorrindo pra mim todas as manhãs, (risos).





Soube que Oswaldo Montenegro de certa forma teve uma influência para você se tornar ator. Como foi isso? O Oswaldo foi quem me fez atuar pela primeira vez. Eu fui fazer um teste como cantor, mas acabou que ele me pediu pra ler um personagem e eu entrei nessa de atuar, um caminho artístico que começou a me dar um retorno financeiro melhor do que a música na época e pelo qual eu me apaixonei. E até hoje não sei decidir do que gosto mais, se é da música ou da atuação, (risos). Mas o Oswaldo foi fundamental.  

Aos 15 anos seu sonho era ter uma banda e você passou 10 anos da sua vida envido com música e teve sua banda (Mulher do Padre / Patuvê). Como a música entrou em sua vida? De onde vem essa paixão e como se tornou hobby? Minha casa sempre teve muita música, por conta da minha mãe que acorda e já liga o rádio. Então eu sempre acordava com MPB tocando, com uma Rita Lee, Luís Melodia, Milton Nascimento, enfim, com muitas canções. E ela sempre cantou, sempre gostou de cantar. Até hoje ela vai cozinhar, liga o rádio e fica ali cantarolando... Então acho que vem muito disso, da parte da família da minha mãe, porque minha avó tocava piano, tinha disco gravado, com ela cantando. E minha tia também é musicista e escritora. A música sempre esteve comigo. De hobby virou um passo pro caminho da arte. 



Entre a vida na música e a vida nos palcos e TV teve o elo de ligação que foi o musical Cazuza, onde você podia cantar e atuar. Como foi essa experiência? Isso foi um divisor de águas na sua carreira? Cazuza foi um divisor na minha carreira porque foi a realização de um dos meus objetivos como ator, que era fazer um papel biográfico. Sempre quis fazer um vilão e um papel biográfico, e calhou de fazer os dois quase simultaneamente. A experiência de ter a música e a atuação é a melhor possível. Ali eu juntei as minhas duas paixões maiores, né?! A gente ficou dois anos em cartaz, foram 365 apresentações, rodamos o país duas vezes. E poder ver a resposta tanto do público que curte teatro, tanto da plateia que é mais da vibe de shows. Fez toda diferença experimentar esses lugares. Inclusive com as apresentações que fizemos em praça pública. Em São Paulo, por exemplo, fizemos para uma plateia de 40 mil pessoas!! É uma plateia que você não vai ver no teatro, e muitas vezes nem num show. Foi algo completamente inédito.  

Foi difícil para você deixar a música como hobby? Você é de encerrar ciclos para iniciar outros, assim como foi a música e a carreira de ator? Eu não deixei a música. Ela hoje também não é mais um hobby, mas... O ator aprende a metade de muitas coisas. E quanto mais habilidades (ou hobbies, como queira chamar) você tiver, isso vai engrandecer o seu trabalho. A música é mais uma das minhas paixões e mais um dos caminhos que eu posso seguir. Eu não estou largando, estou somando as coisas. Graças a Deus, até hoje todos os trabalhos que apareceram sempre envolveram, de certa forma, a música. Então não teve esse encerramento de ciclo, e eu acho que nunca vai ter.  


Você se sente mais criativo e vivo dentro da música ou atuando? O que te move mais na vida? O que me move é a arte. O que me move é o branco que existe pra preencher, seja com música, atuação, desenho, dança, ritmo... Eu acho que a arte é esse lugar invisível onde você tem esses hectares para poder criar o que quiser. Isso é que é fascinante. 

Hoje em dia o que você curte ouvir? E assistir? O que eu curto ouvir são os meus amigos, esses sons novos que aparecem que são completamente fora do eixo do que tá rolando. Gosto muito de ouvir O Terno, Léo Pinheiro, Renato Luciano, Dani Black... Uma galera das antigas, também, como Maurício Pereira e Tom Zé, que eu tenho escutado muito. Hoje o esporte de muita gente, inclusive meu, é fazer lista no Netflix, (risos). Eu tenho buscado assistir todas as capas de lançamento do Netflix, tenho feito listas enormes! Mas assistir, assistir, mesmo... muito pouca coisa, (risos). 

O que te encanta numa mulher? Gostar de música pode ser um elemento instigante nelas mais que um belo decote? Gostar de música é sempre bom e um belo decote também, (risos)... Uma coisa não inviabiliza a outra, então se vierem juntos são muito bem vindos, (risos). Inclusive até mais qualidades que isso, mas esse já é um bom começo, (risos).

Onde e como você é mais vaidoso (corpo / carreira)? Taí uma pergunta que eu também me faço... Não sei.  

Música, atuar, literatura... dá para viver de arte no Brasil? Hoje no Brasil tudo está muito difícil, independente do que se faça. Talvez numa outra ocasião, com outro cenário, eu consiga responder isso com mais certeza. 

O que te motiva e o que te tira do sério hoje em dia? Estar com amigos, família, curtir ver as pessoas felizes, trabalhar com equipes que mantenham a paz no ambiente... Isso tudo me motiva, assim como ver as pessoas serem tocadas pelo trabalho que eu realizo. E o que me tira do sério é qualquer tipo de injustiça e abuso.  

O que podemos esperar de Emílio Dantas pela frente? O filme "Em nome da lei", do Sérgio Rezende, que está para sair em Abril. Tem "Os Saltimbancos", filme que começo a gravar agora em fevereiro. E talvez um projeto musical, também.


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

PALADAR: O verão do Pobre Juan com cardápio especial para a estação com pratos mais leves

Quem disse que um autêntico restaurante argentino não pode trazer um menu soft?! A unidade Recife do Pobre Juan cada dia mais aposta em trazer opções com a cara da Região. Dessa vez, a chef da marca, Priscila Deus, propõe pratos feitos para compartilhar, com ingredientes inusitados e uma pegada espanhola totalmente adequada ao paladar pernambucano. Ao todo são seis novidades e mais um simpático “abre alas” para quem frequentar o lugar no período carnavalesco: um delicioso caldinho de feijão de consistência, textura e tempero diferenciados, com ovo de galinha caipira, crocante de parma e xerém de castanha traz a “sustança” que a festa pede.   

Nas entradas, figuram as tostadas, um verdadeiro vício na Espanha. Aqui, foram adaptadas, com três diferentes coberturas montadas em pão crocante assado na brasa. Na de chorizo, o ingrediente aparece picado e com sabor ressaltado por salsa criolla, cebola roxa e chimichurri. Para um paladar mais refrescante, a de tartare de salmón, que aparece cru em pequenos pedaços cortados na ponta da faca, traz tempero suave e levemente apimentado. Já os vegetarianos podem arriscar a versão de verdura, com tiras de shitake e abobrinha, combinados com salsa criolla e cebola roxa.     




Ainda no conceito leve e sem proteínas, surge a salada fresca, também de sabor mais refrescante, combinando laranja, cebola roxa, tomates cereja e ovos cozidos ao mix clássico de folhas. Mas a estrela principal é a Gran Tabla. Como o próprio nome sugere, o prato serve nada menos que quatro ou até seis pessoas e, para quem gosta de carne, é uma verdadeira perdição. Composto por gran vacio, costilla rústica inteira, meio pollo bebe e chouriço tradicional, a delícia totalmente preparada na parrila ainda tem como acompanhamentos farofa de ovos, arroz biro biro e duas porções de papas soufflée. 


SERVIÇO:
Pobre Juan Recife - Shopping RioMar, 1º piso, Recife / PE - Fones: (81) 3327.0862 - Funcionamento: segunda a sexta das 12h às 15h e das 19h às 23h; sábado das 12h às 23h sem intervalo; domingo das 12h às 22h sem intervalo 

MUSA: Jeniffer Setti - A morena que abalou "Os Dez Mandamentos" está de volta

Essa bela morena encanta logo de cara. Lábios carnudos, cabelos longos, corpo escultural e um olhar naturalmente sexy. Depois você vai descobrindo mais sobre Jeniffer Setti e percebe que ela vai muito além da beleza. Prova disso foi o sucesso dela na novela “Os Dez Mandamentos”, que volta essa semana nas telonas de cinema, com a personagem Safira. Formada em Direito, mas aos 19 anos descobriu que as Artes Cênicas eram o que ela queria para ela e correu atrás. Depois de alguns trabalhos na Globo e recentemente na Record, Jeniffer só tem colhido os frutos dessa dedicação. Conheça um pouco mais dessa nova musa da TV que ainda vai dar muito o que falar.

Jeniffer você começou aos 12 anos, e como foi para convencer seu pai a te deixar ingressar na carreira artística? Não foi nada fácil, nunca passou pela cabeça dele que um dia eu fosse trabalhar como atriz, nem com nada que fosse relacionado a artes, porque o sonho dele é me ver formada em advocacia, mas minha mãe era mais maleável e no fim ele acabou cedendo e comecei fazendo um clássico "A Aurora de minha vida".

Sabemos que existe uma concorrência absurda para conseguir uma boa oportunidade na TV, para atores desconhecidos do público, o que você acha que foi decisivo para que você fosse escalada para " Os Dez Mandamentos"? Eu fui uma das Protagonistas do episódio “Mulheres à Beira Mar”, da Minissérie “Milagres de Jesus”, me dediquei muito pra fazer esse personagem. Como tinha o mesmo formato de “Os Dez Mandamentos”, esse trabalho contribuiu pra que eu fosse escalada.

A sua formação veio do teatro e de uma geração que marcou época como Gucci Fraga. Você tem alguma preferência entre teatro ou TV? Eu Amo estar no palco, são duas coisas muito diferentes…. Mas a TV também me conquistou...Prefiro os dois! (risos)

Quais foram suas experiências na TV antes de “Os Dez Mandamentos”? Qual o papel mais importante que já viveu? Fiz uma viúva misteriosa na novela “Dona Xepa” e logo depois participei de uma comédia chamada “A Segunda Dama” como Taninha Torão. Na Rede Globo, foram trabalhos muito importantes no início da minha carreira, pude contracenar com pessoas maravilhosas como a Heloisa Perissé. Logo depois voltei pra Record e fui escalada para Fazer Gabriela em “Milagres de Jesus”, trabalho no qual eu me orgulhei de ter feito, me abriu grandes portas.


A TV cria uma intimidade com o expectador de forma absurda, como é que está sendo isto quando você sai na rua? Eu estou achando maravilhoso ver o meu trabalho sendo nacionalmente reconhecido, respondo um por um nas minhas redes sociais, é uma alegria inexplicável alguém te parar na rua e falar que está torcendo pelo seu personagem. As pessoas dão palpites, participam e isso de uma forma ou de outra acaba ajudando até na construção da personagem.

Quais as pessoas e fatores que você considera que foram mais importantes, ou referencias, durante seu processo de formação como atriz? Indiscutivelmente cito o grande mestre Amir Hadad, ele Fazia o Teatro Tá na Rua, era um trabalho de humanização do ator. Era um grupo sem recursos, sem glamour, que só trabalhava com a alma. Com ele aprendi que amar a profissão é o grande caminho!

Como está sendo sua experiência no cinema, é verdade que você escreveu um roteiro de média metragem com estreia marcada para 2016? Fala um pouco desse projeto...  Morei durante 5 anos do Japão, tive que dar um tempo de atuar pra me dedicar a família. O tempo que sobrava eu sentava para escrever crônicas e roteiros, até que me veio a ideia de fazer um curta, a história ficou tão rica que virou um média metragem. Em 2011 quando voltei para o Brasil rodei o filme e já está escrito em alguns festivais de cinema.

Você está inaugurando um centro cultural "In Setti", como vais ser? Esse projeto já Existe há muitos anos em minha mente, desde a época que comecei a Estudar Artes cênicas, sentia falta de aprender algumas coisas nas escolas de dramaturgia, por isso me surgiu a vontade de abrir minha própria escola. Agora em 2016 acredito que poderei dar início a realização desse grande sonho.


Como você faz para manter esta forma física invejável gravando 12 horas por dia? Faz dieta? Malhação? Depois que eu me tornei mãe, tive que mudar meus hábitos alimentares e me esforçar bastante para manter a forma física. Descobri um aparelho chamado Power Plate que é uma placa vibratória que você faz um tipo de Pilates em cima, me ajudou e ajuda muito até hoje. Concilio com musculação três vezes por semana.

O que é preciso para conquistar Jeniffer Setti? É preciso ser sincero, ter gratidão pela vida, ser honesto com as palavras, valorizar o melhor do outro e acreditar que para ser feliz é importante fazer o outro Feliz.


Fotos Alessandro Cecconi
Produção e direção criativa Márcia Dornelles

JENIFFER VESTE: Vestido de renda vermelho e preto - Camila Siqueira / Vestido laranja - Maria Valentina / Body amarelo - Fato Básico / Vestido longo preto – Megathus / Acessórios - Mires Brandão e Bia Vieira

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

DESTINO: As duas faces do Japão - Uma viagem entre o moderno e o tradicional

É difícil descrever em algumas páginas como o Japão foi parar no topo da minha lista de destinos que já tem mais de 80 países. Tive o privilégio de viajar ao Japão em três ocasiões e cada vez, me encanto mais com o país e sua cultura. Um roteiro básico de dez dias incluindo Tóquio e Quioto já é uma belíssima experiência, contrapondo dois pontos da cultura japonesa que caminham juntos: o moderno e o tradicional.

Em Tóquio desista da missão de conhecer todos os bairros interessantes. A cidade é gigante, e apesar da extensa linha de metrô capaz de te levar para qualquer canto dela, vale a pena escolher alguns bairros e explorá-los com calma caminhando pelas ruas e parando para provar a deliciosa culinária local. Em poucas cidades comi tão bem quanto em Tóquio, e não precisa ser apaixonado por sushis para curtir a comida local. A culinária japonesa vai muito além do sushi, sashimi e yakisoba. Sempre que visito o Japão, provo algo novo e delicioso. O grande barato de Tóquio é deixar de lado os guias e se aventurar pelos restaurantes conforme a sua frequência. Em todo o restaurante que você entrar será calorosamente recebido com um sonoro irasshaimase (bem-vindo). Receber bem o turista faz parte da cultura local e mesmo na frenética Tóquio, espere ser recebido sempre com simpatia e sorrisos.

Apesar de ter uma infinidade de bairros com características diferentes existe uma diferença grande entre o leste de Tóquio mais tradicional e o Oeste moderno e mais dinâmico. Escolher uma amostra de bairros em cada lado da cidade é a melhor forma de curtir a Tóquio. Vale amanhecer no mercado de peixe de Tsukiji e à tarde, caminhar pelas ruas elegantes de Aoyama, centro da moda da capital. Tsukiji é o principal mercado que fornece peixes e frutos do mar para os restaurantes de Tóquio. Aqui acontecem os famosos leilões de atum na madrugada. A melhor pedida é chegar depois das 9:00 da manhã quando todo o mercado é aberto para os turistas. Depois de uma visita prepare-se para comer o melhor sushi de sua vida em um dos pequenos restaurantes do mercado. Aoyama é a versão mais fashion da cidade. Aqui mesmo, em um dia quente de verão, enquanto eu derretia no sol, as japonesas caminhavam pelas ruas impecáveis como em um desfile de moda. O bairro vale também para apreciar a arquitetura moderna dos prédios e ruas.


Também rende um dia interessante caminhar pelas ruelas históricas de Yanaka, visitando seus templos budistas e à noite, ir a Akihabara, a cidade eletrônica de Tóquio e paraíso dos aficionados em games. As ruas de Yanaka dão a melhor visão de como é a vida no interior do Japão, sem sair de Tóquio. Aqui reina a tranquilidade e o bairro tem alguns dos mais bem preservados casarões históricos da cidade. Em Akihabara, o barato é chegar de noite quando as luzes e telas gigantes, exibindo os heróis de games japoneses dão ao bairro um tom surreal. Nas ruas, é comum ver garotas fantasiadas de heroínas de Mangái apresentando os cardápios de restaurantes temáticos. Não se assuste se cruzar na rua com o Jiraya.

Começar um dia meditando no grande templo de Senso-Ji em Akusabashi e, depois, enfiar o pé na jaca nos bares e baladas de Shibuya e Ropongi faz parte da experiência de Tóquio. Akusabashi é um dos bairros mais tradicionais de Tóquio e uma visita ao templo de manhã, é uma excelente oportunidade para experimentar um lado mais espiritual da cidade. No outro extremo de Tóquio, Shibuya e Ropongi são os melhores bairros para curtir a divertida noite de Tóquio. Shibuya é o centro da cultura jovem e o visual dos telões gigantes na saída da estação já vale a visita. Subindo morro acima existe uma centena de bares, casas noturnas e karaokês. Ropongi é o local ideal para pular de bar em bar até os trens voltarem a funcionar no dia seguinte. Muitos são mistura de bar e casa noturna com música ao vivo e Djs. Excelente local para fazer novos amigos.


De Tóquio, é fácil chegar a Quioto usando o trem bala. Apesar de estar a mais de 500 km da capital, é possível chegar em Quioto em duas horas e meia. Nem pense em fazer um bate e volta para conhecer Quioto em um dia. Seria um sacrilégio. Com pouco tempo, vale passar o dia em Kamakura, que oferece uma experiência do Japão tradicional em seus templos milenares em menor escala e próximo a Tóquio. Para curtir e entender o espirito de Quioto, é preciso desacelerar e conhecer seus belos bairros de periferia aos pés das montanhas que cercam a cidade com calma. Sugiro passar de quatro a seis noites na cidade. Quioto tem um patrimônio histórico riquíssimo e andar pelas ruas de seus bairros antigos é mergulhar em um Japão tradicional e encantador. Aqui, nos víamos passando horas em um mesmo templo ou caminhando por belos jardins japoneses.


Os bairros de Higashiyama Sul e Norte têm algumas das principais atrações da cidade. Vale a pena explorar os dois em dias diferentes, combinando alguns dos principais templos com outros menos visitados e mais tranquilos, onde é possível apreciar a paz e a tranquilidade desses santuários budistas. Qualquer que seja o seu itinerário não deixe de ir até Arashiyama. A sensação aqui é de ter saído completamente da cidade para um vilarejo rural. Além dos belos templos e parques com trilhas, Arashiyama tem a espetacular floresta de bambus. É difícil captar a magia do lugar em fotos, mas esse é um dos locais mais especiais de Quioto. Para provar a culinária local, uma manhã no mercado de Nishiki faz a alegria dos bons de garfo. Prove o espeto de polvo recheado com ovo de codorna e finalize a manhã de degustações com um sorvete de chá verde.


Apesar da distância, uma visita ao Japão vale todas as horas de voo do Brasil. O país tem outros atrativos como a frenética cidade de Osaka e a pacata Nara, todas a menos de uma hora de Quioto. Qualquer que seja o seu roteiro, a chance é grande de se apaixonar pelo Japão. 

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

ESTILO: Rio 40o - Moda praia em a nova tendência em sungas

O verão está aí e a escolha da sunga ideal é uma das dúvidas na cabeça de muitos homens. Para os mais desinibidos as mais estampadas e coloridas. Para os mais tradicionais, as lisas de uma cor só. E aqueles que querem algo meio termo ficam com as listradas. Uma coisa em comum é quanto a largura, o sungão domina as praias e piscinas abolindo de vez aquela estreitinhas dos anos 80 /90. A sunga combina bem para praticamente todos os tipos físicos, mas se você está muito acima do peso, melhor um bermudão. E para não errar, as melhores cores são sempre as mais discretas. Os clássicos preto, grafite, marrom e azul escuro vão sempre bem. Atente também para o tamanho. Nada de usar uma peça muito apertada. Além de feio fica desconfortável. Aproveitando esse calorzão do Rio de Janeiro esse mês, fomos até à praia exibir alguns modelos que são tendência nessa estação quente.




sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

ESTRELA: Monique Alfradique surpreende com o humor e a sensualidade de "Tina" em "A Regra do Jogo"

Naturalmente sexy, lindamente sensual. Isso logo nos vem à cabeça quando assistimos Monique Alfradique interpretando a espevitada Tina em “A Regra do Jogo”. Não tem como passar despercebida diante de nós. E além de tudo Monique ainda traz um humor natural que encanta a todos. Se voltarmos no tempo ainda lembramos dela como Paquita no “Xou da Xuxa”. Porém já foram tantos outros personagens na TV e no teatro de lá para cá que só mostra o quanto ela é versátil e talentosa. Prova disso também é esse belo ensaio para a MENSCH, Monique mostra que também tem sua porção mulherão e nos conquista de vez. Conheça um pouco mais dessa querida atriz que ainda vai nos encantar muitas vezes.

Você está na TV Globo há quase 20 anos. Já fez de drama à comédia, da menininha ao mulherão. Como avalia sua trajetória até hoje? Não tem esse peso. Não cheguei nem perto do que ainda quero e posso produzir. Só fiz personagens contemporâneos na TV, nunca fiz nada de época. Além da minha experiência com a comédia que está apenas começando.

Que personagem ainda não fez e que adoraria fazer? Muitos!! Tenho apenas 29 anos, ainda tenho uma longa caminhada... Gostaria de fazer mais cinema.



Ser Paquita já era uma vontade de seguir carreira artística ou somente viver aquela febre do momento sem pensar mais para a frente? Como foi esse começo na TV? Descobri que queria ser atriz aos 9 anos quando fiz minha primeira peça de teatro e ganhei meu primeiro cache. Entendi que era uma profissão. A partir disso já pude começar a caminhar para atuação com apoio dos meus pais. Fiz alguns cursos e participações em novela. Aos 12 surgiu a possibilidade de trabalhar com a Xuxa. Achei uma oportunidade de poder me ajudar na profissão de atriz e não foi diferente disso. Tive uma grande experiência com TV, além de fazer cinema. Entre outros cursos que foram proporcionados. Foram 3 anos de experiência que só agregaram para continuar minha caminhada.

As pessoas ainda lembram dessa sua fase de Paquita ou as demais personagens que vieram depois já ocuparam esse espaço? A minha geração é pouco lembrada porque foi a última a estar com ela. Tenho um grande reconhecimento nas ruas pelas novelas. Trabalhar com a Xuxa fez parte da minha história não me incomodo se as pessoas lembrarem, sinal de que estão acompanhando minha trajetória.

Você já passou pela “Dança no Gelo” e a “Dança dos Famosos” no Faustão. O que foi mais difícil? O que guarda de bom e de mais difícil dessas duas experiências? Foram experiências divertidas e de superação pessoal. “Dança do Gelo” foi mais difícil a desenvoltura em cima da lamina, além de perigoso. Na época conciliava a dança com “Malhação” e com o espetáculo "A Mentira" de Nelson Rodrigues em cartaz no Rio. “Dança dos Famosos” foi fantástico. Sempre fiz dança desde criança, ballet, jazz e sapateado. Mas tive contato com ritmos que nunca havia dançado. Na época estava em turnê com o musical "A Garota do Biquíni Vermelho" de Artur Xexeo. Lembro que pegava voos de madrugada no sábado, escutando a música que iria apresentar ao vivo no programa no domingo.

Agora em 2016 você completa 30 anos e ainda mantem esse ar de menina. A idade tem te dado uma importância maior, ou diferente, para algumas coisas? Tipo o que? Acredito que não tenho mais jeito de menina. Me sinto mais madura e mais segura pra tomar decisões na vida profissional e pessoal. Tenho mais certeza do que quero e vou em busca. Quero produzir minhas ideias e correr atrás para viabilizar. Aceito meu corpo e minhas medidas, tenho uma alimentação equilibrada sem ser radical. E digo "não" sem culpa, para coisas que não acredito. Estou em harmonia comigo mesma.

Sua personagem Tina, em “A Regra do Jogo”, é uma patricinha que vai parar no morro. Como você vê esse disparate de realidades? Tina se formou em moda e chegou a trabalhar como estilista em uma empresa. Mas com a crise que se instalou no país ela não consegue emprego fixo e nem freela. Ela em um primeiro momento foi intransigente e acomodada. Mas com a mudança para o Morro da Macaca e a situação financeira cada vez pior, ela visionou a possibilidade de ter a sua própria marca se fosse trabalhar com a Indira (Cris Viana) que tem seu próprio atelier. Com isso, ela aceitou ser babysitter dos filhos dela para se aproximar, mas pensando sempre na possibilidade de um dia ter seu próprio negócio.

Falando nisso, o que tem sido mais impressionante nessas duas realidades brasileiras atuais (a Zona Sul e o morro)? A novela fala da favela e do asfalto, dessa aproximação principalmente com a crise. Muita gente principalmente de classe média tem ido morar no morro já que é muito mais barato.


É muito divertido fazer Tina? Foge muito do seu jeito de encarar as coisas ou tem algo em comum? Apenas a personalidade forte. A Tina em um primeiro momento foi intransigente e acomodada, ficou desestabilizada emocionalmente. Eu consigo olhar o conflito com certa distância para poder contorna-lo e resolve-lo da melhor maneira.

Tina traiu o marido e segue nesse ritmo traindo o amante. Você acredita em casamento e fidelidade? Acredito em um relacionamento duradouro que a base seja respeito confiança e dialogo sempre.

Qual conselho daria aos nossos leitores no que tange a conquista feminina? Difícil responder por todas as mulheres. Mas acredito que o bom humor é fundamental.

E o que torna um homem atraente aos seus olhos? Acho que o que mais me chama atenção num homem é realmente o bom humor.

A amizade entre homem e mulher tem mais respeito? Tenho amigas e amigos e acredito que nos dois casos nos respeitamos igual.

É do tipo de mulher que toma atitude em relação a uma conquista ou não abre mão de ser conquistada? Nem um nem outro. Acredito na conquista em que ambos vão cedendo.

Para encerrar... Na hora de relaxar e se divertir o que curte? Adoro assistir séries, ir ao teatro e cinema, correr na praia…não vivo sem exercício. Me relaxa, desestressa. 


Pino Gomes Photography 
Make-up Teodoro Junior
Fashion Editor Juliano e Zuel
Management Mariana Nogueira 
PR Juliana Mattoni
Photo-assistant Lucas Mageste

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

PERFIL: João Marinho e o mito do playboy

Quando convidada para escrever o perfil do empresário João Marinho, confesso que em mim habitava aquela Idea, aquele rótulo de que iria conversar com um belo playboy esnobe. Corta pra realidade. De bate pronto, ele me atendeu e tentou me encaixar na sua agenda, que estava bem atribulada, devido a uma viagem marcada para o exterior. Aos poucos, em trocas de mensagens, ele ia dando indícios - como presteza e dedicação ao seu trabalho - que de playboy não tinha nada.

Data agendada, fui ao encontro em seu escritório. Lá, sou recepcionada por um sorriso de gente feliz e que sabe o que quer. Depois notei - era João Marinho. Ao entrar em sua sala, vejo inúmeras obras de arte espalhadas por toda parte e, em seu semblante, um certo ar de timidez, "É que eu não sei falar muito de mim. Fico todo errado pra essas coisas". Pra quebrar o clima, puxei assunto sobre os quadros que ali estavam e ele começou a me contar sobre sua dedicação, "Sou apaixonado por arte, é algo que não meço esforços e me invade de uma maneira arrebatadora. Enxergo nela a mais pura expressão do ser humano. Em minha casa, tenho muitas peças de artistas incríveis e que faço questão de ter sempre mais, pois é através dos olhos deles que podemos enxergar um novo mundo".




Noto ele muito mais à vontade, menos tímido e mais leve, e assim, a conversa correu solta. Começo querendo saber como tinha sido sua infância, "Minha infância foi feliz, fui criado em meio a muito amor. Passei tudo que toda criança passa, sem grandes atropelos. Minha adolescência também foi, apesar de ser uma fase complicada para todos, tranquila. Sempre tive gosto pela prática de atividade física e de uma vida saudável, isso carrego até hoje. Gosto de praticar esportes - normalmente aqueles que só depende de mim, nada em equipe. Acho que trouxe esse conceito pra minha vida, abraçar a responsabilidade das coisas. 

Casei muito jovem e desse casamento vieram dois filhos que são meus bens mais preciosos -  Nilson e Maria Paula. A relação com a mãe não deu certo, me separei e nos tornamos verdadeiros amigos. Ela mora, temporariamente, em São Paulo e eles (os filhos) aqui no Recife, a poucos prédios depois do meu e marco presença, mesmo, na vida deles. Gosto de acompanhá-los nas baladas e faço de seus amigos, meus também. Aquele rapaz ali (aponta através do vidro) é um dos melhores amigos de meu filho e hoje, trabalha aqui comigo", conta ele e completa "não é porque moramos em casas diferentes que eles não convivem comigo. Os dois possuem a chave de meu apartamento e podem usá-lo da maneira que quiserem. Fiz minha casa sozinho, sem arquiteto na linha de frente. Fui usando de meu gosto e senso espacial, seguindo a filosofia de que aquele lugar era para receber amigos, sejam meus ou de meus filhos. Confesso que prefiro muito mais receber na minha casa, do que sair por aí pra badalar. Não estou dizendo que não faço, claro que saio e me divirto, mas não é com a frequência que aparenta ser. Acho que, por acompanhar meus filhos nos eventos, ter os amigos deles como meus e uma cabeça mais aberta, criaram esse rótulo de playboy", completa.

Eu nem ia falar nisso, mas já que o próprio tocou no assunto, questionei como ele interpreta essa fama, "Coisas da mídia. Só me importo quando o que falam vem a me prejudicar, como já aconteceu algumas vezes. Quando não, deixo quieto e vou vivendo a vida. Aprendi muito na minha jornada, principalmente, a dar valor àquilo que realmente merece como a minha saúde. Já passei por maus bocados que me fizeram rever meu conceito de vida", explica João, fazendo referência a um câncer de rim descoberto em 2011, "quando ouvi a notícia, aquilo me soou como uma bomba. Era uma avalanche de questionamentos, medos e insegurança uma vez que perdi minha mãe aos 49 anos da mesma doença. Comecei o tratamento imediatamente. Tive uma equipe maravilhosa, extremamente generosa que me deu todo o suporte que eu precisava para me erguer. É por isso que sempre incentivo as pessoas a colocarem a saúde e a família (isso inclui os verdadeiros amigos) em primeiro lugar".


Questiono como é sua rotina. "Muito simples. Ler jornal, ir ao escritório, academia, aula de artes. Não tem muito mistério. Faço tudo no meu tempo, sem pressa ou confusão. Não abro mão da academia e participo de um grupo de amigos que se reúne pra aprender sobre o universo da arte. Minhas raízes estão fincadas verdadeiramente aqui". Então, adentramos no lado profissional e pergunto como tudo começou, "Meu pai deu um apartamento a cada filho, valendo U$ 90 mil, vendi o meu e entrei em sociedade com essa empresa. O tempo passou e tornei-me dono. Hoje, sou o único representante das vitaminas Sundown no Brasil. Tenho um grande mercado no Rio e, principalmente, em São Paulo. Estrategicamente, poderia ser interessante eu morar lá para tocar os negócios, mas não abro mão de viver em minha terra e de ter a vida que eu tenho aqui. Sou feliz", conta ele abrindo um largo sorriso. Mas qual sonho João Marinho não realizou? "Ah! tenho o sonho de conhecer o oriente. Existe um encantamento em mim por aquela região. Tenho essa viagem toda montada em minha cabeça, mas não consigo passar muito tempo fora do escritório. Não sou workaholic, longe de mim e nem quero isso, mas nessa viagem preciso de mais de 20 dias afastado e para que isso aconteça, tem que ter muita programação que ainda não consegui organizar". Logo depois, nos despedimos e ele seguiu para a aula de artes. Em menos de uma hora chega um alerta no meu celular com uma mensagem dele enviando uma foto da aula, da harmonia do espaço, da alegria e da gentileza. Cadê o playboy, mesmo?


Assista o making of do ensaio com João Marinho:


quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

MODA: Streets of NYC - Muito charme e estilo em clima de verão com peças casuais

O prazer de andar pelas ruas de Nova York é com certeza um dos grandes atrativos da cidade. Pensando nisso fomos até lá descobrir um pouco mais a cidade e aproveitar para usar looks que vão agradar em cheio aqueles que querem peças mais leves para encarar a estação com conforto. Para um homem MENSCH muito charme e estilo em clima de verão com bermudas e camisas casuais.








Fotos Sara Prezzama
Edição Celso Ieiri
Modelo João Pedro de Castilhos (PPM Models)
Mak and Hair Vera Lemes (Hotel Park Central)

Agradecimento especial 
Lara Gerin 
Restaurante Berimbau (NYC) 

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

MOTO: Indian Motorcycle chega ao Brasil com cinco modelos

A clássica disputa entre motos custom com motores de dois cilindros em "V" que rola no exterior entre a Harley Davidson e a Indian Motorcycle está prestes a acontecer aqui no Brasil também com a chegada da Indian. Inicialmente as vendas serão em lojas exclusivas em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Florianópolis, com cinco modelos da marca, Scout, Chief Classic, Chief Vintage, Chieftain e Roadmaster. E até o final de 2016 a marca pretende dobrar o número de revendas. As motocicletas chegam ao país com os motores V-Twin da marca, como o propulsor de 1.133 cc disponível na Scout e o motor Thunder Stroke de 1.811 cc no restante da linha.
CHIEF CLASSIC ^
A Chief Classic mescla um conceito mais clássico e moderno, com motor V-Twin Thunder Stroke 111 de 1.811 cc, transmissão de seis velocidades, clássico de alumínio forjado, sistema de partida sem chave e Cruise controle. O preço estimado será de R$ 79.990.
SCOUT ^
Um dos modelos mais tradicionais da linha, a Scout é equipada com o motor V-Twin 1.133 cc de refrigeração líquida e transmissão de seis velocidades. Disponível nas cores vermelho, prata e preto (Indian Red, Silver Smoke e Black Smoke), possui chassi de alumínio forjado com peso reduzido e assento em couro premium. Preço: R$ 49.990.
CHIEF VINTAGE ^
Destacando-se pela moderna ciclística, a Chief Vintage também está equipada com o motor V-Twin Thunder Stroke 111, cruise control, chassi em alumínio forjado, partida sem chave, alforjes laterais e assentos em couro premium, além de para-brisa removível. A moto está disponível nas cores verde e branca (Willow Green & Ivory Cream) e preta (Thunder Black). Preço: R$ 89.990.
CHIEFTAIN ^
Maior e mais equipada, a Chieftain vem com o motor V-Twin Thunder Stroke 111, transmissão de seis velocidades, partida sem chave, para-brisa elétrico, cruise control, monitoramento de pressão dos pneus, sistema de áudio de 100 watts com bluetooth, alforjes rígidos à prova d’água, bagageiro traseiro com trava elétrica ativados via controle remoto e assentos em couro premium. Serão duas opções de cores: vermelho e preto. E deve estar à venda já nesse primeiro trimestre de 2016.
ROADMASTER ^
Projetada para trajetos longos, a Roadmaster também possui o motor V-Twin Thunder Stroke 111 e transmissão de seis velocidades, partida sem chave, para-brisa elétrico “horizon”, cruise control, monitoramento de pressão dos pneus, sistema de áudio de 200 watts com bluetooth, alforjes rígidos à prova d’água, bagageiro traseiro com travas elétricas ativados via controle remoto e assentos em couro premium com aquecimento duas zonas.

Para ver o site oficial clique aqui.

Fonte: UOL / CarPlace