sexta-feira, 19 de setembro de 2014

CAPA: Paulo Ricardo de volta com mil rotações por minuto

O libriano e carioca Paulo tinha somente cinco anos quando uma professora sugeriu aos seus pais que o levassem a um programa de talentos mirins na Rede Globo de Televisão. Ela não sabia – nem muito menos ele ou os pais – que aquele seria o prólogo de uma brilhante carreira sobre os palcos. Ainda que o pequeno Paulo não tenha se lançado então no universo da fama, aquele foi um ponto marcante para desvendar os rumos que sua vida viria a tomar. Hoje, o maduro e consagrado cantor Paulo Ricardo admite que a música nasceu com ele, estando à espreita desde sempre, e tendo vindo à tona naquele programa de talentos mirins pela primeira vez. 

Questionado sobre desde quando se sente ligado à arte que já não mais se dissocia de sua figura, ele responde com a voz rouca que arrebata suspiros das fãs: “desde sempre, desde que eu consigo me lembrar.” Dos primeiros projetos artísticos, iniciados oficialmente aos dezesseis anos de idade, Paulo extrai uma carga de experiências que dita suas decisões presentes e futuras. Passeia pela própria linha do tempo com a desenvoltura de um esgrimista e a passionalidade de um astro do rock. Volta à emblemática década de oitenta sem grilhões ou melancolia, no papel de um visitante que já morou naquela casa e conhece a posição exata de cada um dos móveis. Na abóbada estrelada de sua carreira, aqueles anos são imortais. “Comecei a compor após meu encontro com o [Luiz] Schiavon, em 1978, depois de tentativas frustradas de compor bandinhas de rock juvenis”, recorda, “e da nossa parceria, surgiu meu primeiro projeto propriamente dito, um grupo chamado AURA, do qual nasceu o RPM.” 

Antes de se tornar o principal ícone da meteórica ascensão do Revoluções Por Minuto, Paulo havia trabalhado como crítico de rock, redigindo colunas em revistas estrangeiras e opinando sobre as produções recentes do universo cultural no qual se envolveria até os ossos num futuro bem próximo. Nesse contexto, sabia que o apelo estético e a sensualidade dos integrantes de uma banda do gênero eram fundamentais à popularização de seu trabalho. “Para mim, o apelo do componente sexual é responsável por metade do sucesso do componente rock’n’roll”, sintetiza sem culpa. Afinal, culpado de que? “A fagulha desse sentimento existia desde Mick Jagger, James Morrison, porque a sexualidade é fundamental ao rock”, explica. Segundo Paulo, a ideia comum aos que formavam o RPM era a de desempenhar uma performance atraente, sem que esta estivesse necessariamente ligada aos conceitos clássicos da beleza apolínea. Ele credita muito da sensualidade que é associada à sua figura aos efeitos inerentes da própria música sobre seu público, como se a magia do rock enfeitiçasse os que assistiam aos seus espetáculos e o tornasse um símbolo sexual sem precedentes, dado o clímax proporcionado pelo som produzido ali. “Nunca tivemos problema com a associação da nossa imagem à nossa produção musical, afinal, somos da geração MTV, não somos artistas de rádio”, compara, “era necessário que a nossa imagem se fizesse presente e fosse marcante.” Quanto ao título de galã, dispara com a tranquilidade do viajante que já não se deslumbra com o primeiro sol poente da jornada: “Óbvio que é melhor ser visto como belo, mas isso nunca foi prioridade.” 

“UMA SINTONIA MÁGICA”

"Desde a primeira música do primeiro ensaio, houve uma sintonia mágica entre nós", define Paulo Ricardo ao recordar-se dos primeiros encontros com a formação original do RPM. Maktub, estava escrito: na continuidade da vida, à frente daquela intuição de que todos os caminhos se abririam para seus projetos, eles, de fato, se abriram. A banda, alavancada em 1983, está no hall das mais bem sucedidas do rock nacional, tendo quebrado todos os recordes da indústria fonográfica brasileira, contabilizando mais de cinco milhões de discos vendidos no auge da carreira em conjunto.


“Nos anos oitenta, trabalhávamos muito, vivíamos intensamente, freneticamente, vivenciando o dia a dia de um grupo de artistas em evidência, com todos os seus contras e suas vantagens”, explica Paulo, que recorda nitidamente as explosões de fanatismo que o fizeram correr às pressas por ruas, avenidas e shopping centers, driblando os rompantes de excesso de entusiasmo das fãs. Ao final das primeiras temporadas e durante o primeiro hiato após turnês, é que foi possível perceber a dimensão do sucesso e o alcance do efeito RPM. “A consciência de que havíamos nos tornado um fenômeno pop adolescente veio somente quando tivemos uma pausa para analisar o panorama em que estávamos enquadrados”, confessa. Naquela fase, Paulo Ricardo, assim como seus parceiros de banda, respirava, transpirava e se alimentava da energia disposta em torno do Revoluções Por Minuto. 

“FOI IMATURIDADE”

Quando perguntado sobre por que o grupo foi dissolvido muito antes do esperado pelo seu público, o astro admite: “Estávamos grudados há muito tempo, sem brechas sequer para uma respirada, para tocarmos nossos projetos solos, cuidarmos das nossas coisas mais individuais. Acabamos querendo encaixar todos os planos particulares em um projeto conjunto, o que provocou inúmeras divergências. Hoje vejo que deveríamos ter dado um tempo e, em seguida, retomado o RPM. Na época, nos faltou essa visão. Tudo era muito intenso e não nos permitimos digerir as mudanças todas. Mas a separação definitiva não precisava ter acontecido. Foi imaturidade.”  

Para Paulo Ricardo, o primeiro rompimento com o RPM foi, de longe, o mais difícil. Depois dele, porém, veio o amadurecimento. A vida seguiu, como sempre há de fazer, e os ex-componentes do Revoluções Por Minuto seguiram com ela. Em 2002 e em 2004, juntos, gravaram algumas faixas inéditas em parceria com a MTV. “Deu muito certo, mas logo voltamos a divergir”, conta o intérprete. Até que, anos mais tarde, foram procurados pela Rede Globo e convidados a gravar uma edição do especial Por Toda a Minha Vida. “Ali, finalmente, percebemos que já havíamos explorado todas as nossas possibilidades individuais e satisfeito todos os nossos anseios particulares; já havíamos dado vazão aos nossos talentos pessoais e sentimos que o RPM era algo de proporções gigantescas, que merecia mais do nosso tempo e dedicação”, diz. “Tomamos consciência de que ninguém seria prisioneiro da banda, e que poderíamos, ao mesmo tempo, retomar nosso grupo e dar continuidade às carreiras solo”, completa Paulo.


“NOSSO MELHOR MOMENTO”

Como a maturidade ensina que a vista do retrovisor jamais deve merecer tanta atenção quanto à paisagem no para-brisa dianteiro, Paulo Ricardo declara com segurança: “Estamos em nosso melhor momento.” E sobre as idas e vindas do RPM, explica que os rompimentos sempre foram artísticos, jamais pessoais. “Nós temos história, intimidade, maturidade e respeito uns pelos outros e pelo legado da banda”, fala como quem, sem querer, termina por entregar a receita da longevidade em qualquer relacionamento. E acresce a ela um ingrediente fundamental: a valorização do presente. A sabedoria de viver o agora, por maior ou mais forte – e justa - que seja a nostalgia em relação aos momentos passados.

“Quando somos jovens, vemos esse universo da fama como algo mágico. Administrar a liberdade e o sucesso é, portanto, a coisa mais difícil. Depois do estrelado, nós aprendemos o que não fazer. Adquirimos a tranquilidade de entender que temos um trabalho que exige o mesmo que outro trabalho qualquer: a entrega, conta. “Passar a fazer sucesso é muito mais fácil do que manter-se assim. Passado o encantamento de se tornar parte do hall de celebridades, é possível entender que ali é o patamar de grandes profissionais, o que aumenta as responsabilidades, cobranças e necessidade constante de auto superação”, explica, “e, no fim de tudo, se vê que nós não somos movidos pelo sucesso, dinheiro ou fama, mas pelo prazer subjetivo de gravar uma música e apresentá-la em um show, com toda a sensação de encantamento que isso produz. “De acordo com Paulo Ricardo, essa paixão, esse encantamento é que motivam bandas antigas a se manterem na ativa”. Algumas delas já são tão míticas que não precisam de mais contratos ou mais prestígio. Elas permanecem atuando porque é aquilo que desejam, é aquilo que mantém seus integrantes em movimento, sentindo-se vivos, sentindo-se plenos.


“PARA FAZER O QUE EU GOSTO”

Para quem acompanhou todo o desenrolar da carreira artística de Paulo Ricardo, é possível perceber a transição natural do gênero roqueiro a um estilo mais romântico. Passadas décadas desde a formação do AURA e o surgimento do RPM, o rock e o romance se misturam e se complementam nas produções mais recentes do astro. Qual a diferença entre o Paulo Ricardo solo e o vocalista do Revoluções? “O RPM é uma banda de personalidade forte. Eu e o Schiavon temos uma parceria forte, antiga e muito boa. Muitas das composições que faço para nosso repertório são fruto dos estímulos que tenho dessa banda, do seu significado, de seu apelo. Na carreira solo, me sinto à vontade para fazer o que eu gosto. Aproveito para interpretar e criar minhas próprias coisas.” 

Para o futuro, os planos são inúmeros, generosos e consistentes. Porém comedidos, sensatos. Com o nascimento do filho mais novo, seu primeiro rapaz, o astro não pretende preencher a agenda com suas viagens e turnês habituais. “Vamos terminar, Toquinho e eu, o DVD que estamos produzindo sobre as obras do Vinícius de Morais. Paralelo a isso, vou concluir, junto com o RPM, um CD que gostaríamos de lançar ainda este ano. Uma das faixas deste álbum será Primavera Tropical, que compusemos durante as manifestações político-ideológicas que eclodiram no país ano passado”, lista.   

“NÃO QUERO SER DISSECADO”

Longe dos holofotes da fama, Paulo Ricardo é caseiro, dedicado à família. Gosta mesmo é da intimidade. Quando perguntado se existem lados seus que os fãs desconhecem, ele diz desejar que sim. “Eu gosto de pensar que existem vários lados meus que as pessoas não conhecem”, confessa, “porque fico bastante entediado com essa exploração da cultura de celebridade, não quero ser dissecado. E não por que eu tenha algo a esconder, mas porque acho cafona alguém se expor até o último nível.” Para ele, o mistério é fundamental. O ícone da persona envolvida numa aura enigmática faz parte do encanto. “Até mesmo entre um casal, certa dose de mistério é sempre necessária.”

E falando em casais, Paulo não mede palavras para declarar seu amor à atual esposa, Gabriela. Perguntar a ele o que o conquista numa mulher é levá-lo a citar a esposa e enumerar todas as suas qualidades e aptidões. O cantor reforça que não há – nem deve haver – um modelo de mulher perfeita, mas sentimentos em intensidades variáveis e com buscas distintas. “Tudo o que eu buscava, encontrei na Gabriela”, sintetiza, “ela é bondosa, tranquila, serena e dotada de uma intuição poderosíssima.” Perguntado se ela é tão caseira quanto ele, um Paulo apaixonado se desmancha: “Ela é a minha paz.” Sim, Gabriela é caseira, serena, calma. Para ele, o equilíbrio perfeito para suas ansiedades e impulsos de eterno roqueiro. Voltar para casa e desacelerar o ritmo frenético que a vida artística exige é uma preciosidade sem precedentes na vida do músico. Na contramão de uma cultura da estética pela estética e da superficialidade vigente nas relações humanas, que ele mesmo diz observar com mais frequência do que gostaria; Paulo faz questão de destacar a inteligência daquela que se tornou sua grande musa. “Gabriela é uma publicitária inteligentíssima, com sexto e sétimo sentidos. Ela tem uma enorme elegância, social e espiritualmente”, arremata.

“NÃO TENHO SAUDADE DE NADA”

Além de não deixar de ouvir o que a banda e seus parceiros musicais têm produzido, Paulo Ricardo se empenha em acompanhar as produções de todos os grupos que se relacionam ao estilo do RPM e ao seu próprio estilo. “Ouço os clássicos, como Eric Clapton, e também o que há de novo”, diz, “ouço rádio para me manter informado do que anda sendo produzido na MPB, mas a internet pulverizou toda a indústria fonográfica em cenas simultâneas e democráticas. Não existe mais uma única cena musical. São várias, que se misturam ao mesmo tempo.” Para completar a lista, volta sempre aos épicos hits dos Beatles: “Cada vez que os ouço, eu entendo mais um pouco sobre por que eles eram e serão sempre os mestres.”

Beatlemaníaco assumido, inclusive, orgulha-se de ostentar no currículo uma autorização pessoal da Yoko Ono para sua regravação da emblemática canção Imagine, de John Lennon. Classifica a façanha como uma honra difícil de descrever em palavras, visto que, historicamente, Yoko jamais havia dado sua autorização a algo semelhante. “Numa entrevista exclusiva que ela concordou em me conceder”, conta Paulo, “perguntei por que havia dado seu aval à minha regravação. Ela disse que gostou de ter percebido que eu não tinha a intenção de copiar Lennon, mas fazer minha própria versão daquele clássico.”

Sobre a comparação entre o RPM e os Beatles, que veio à tona no auge da estrondosa carreira do grupo, o vocalista desconversa e credita a metáfora a um ponto de vista inserido em contexto determinado. “Temos que entender o contexto e a forma como isso foi colocado. Nós não fomos comparados [aos Beatles] pela sua obra e influência, porque eles são incomparáveis, mas pela histeria das fãs. A simetria foi mais no sentido da euforia, de uma coisa nova, causando frisson”, explica. 


E quando inquerido sobre essa nostalgia interminável deixada pelos icônicos anos oitenta, Paulo Ricardo declara sem pesos: “Eu não tenho saudade de nada. Vivi intensamente e, hoje, sou uma pessoa muito focada no presente e no futuro.” Dada a quantidade de vezes que já foi questionado sobre o tema, confessa ter uma lista mental dos itens que transformaram os anos oitenta em uma década imortal: o momento político da época, a revolução tecnológica trazida pelos sintetizadores, a revolução visual capitaneada pela MTV e seus clipes, a revolução do punk e a revolução da liberdade sexual. “Tudo isso, somado, imprimiu na sociedade um momento inesquecível, alegre, descontraído, livre, cercado de mudanças e revoluções.” 

E de revoluções, nós sabemos, ele entende bem: dotado de um timbre rouco que deu voz a toda uma geração, Paulo Ricardo conviveu com as dores e delícias de ascender do anonimato ao apogeu em pleno auge do sentimento de invencibilidade típico da juventude. Foi também jovem, emblemático, icônico, invencível. As revoluções, em seu legado, virão sempre acompanhadas de um adendo: por minuto. As revoluções, em sua história, serão para sempre.


Fotos: Angelo Pastorello, Produção e estilo: Ju Hirschmann, Direção de arte: Celso Ieiri, Beleza: Renata Rubiniak, Assistente de beleza: Bruno Freitas, Assistente de Set: Claite Rodrigues, Assistente de foto: Daniel de Jesus, Agradecimentos: Retrô Hair (11) 3100-1680 - Agradecimento especial Mônica Silveira.


Paulo Ricardo veste: Terno risca de giz, terno branco, suspensório e sapato bicolor: Minha Avó Tinha (11) 3801.4124, Terno preto, camisa branca e gravata: Etiqueta Negra (11) 3152.6700, Camisa preta e Blazer vinho: Aramis (11) 3081.2214. Ela: Pulseira: Prado (11) 2337.9025, Brincos: Lázara Design (31) 3488.6889 e Letícia Sarabia (45) 3029.1022, Gola de pele: TNG (11) 4689.9313, Camisa Branca: Highstil (11) 3611.5575, Gravata borboleta e Suspensório: Minha Avó Tinha (11) 3801.4124, Casaco preto com gola de pele: Pernambucanas 0800-724.9200, Sapatos Carmen Steffens: (11) 30632283, Calças: Marui Akamine (11) 99369.4738, Vestido: Chita 0800 645.5570, Chapéu: Acessorize (11) 3061.5136.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

MOTOR: A lendária moto pilotada por Peter Fonda no filme "Easy Rider" será leiloada na Califórnia

O filme Easy Rider, no Brasil “Sem Destino”, é um clássico do cinema americano de 1969. O road movie, estrelado por Peter Fonda e Dennis Hoper (além de Jack Nicholson) conta a história de dois amigos motociclistas que após traficarem droga do México até Los Angeles resolvem atravessar o leste dos EUA para chegar a tempo em Nova Orleans e a tempo do Mardi Grass, um dos maiores carnavais do mundo na época. O filme trata da busca e do encontro da liberdade pessoal trazendo à tona temas, assuntos e tensões na América da década de 1960, tal como a ascensão e queda do movimento hippie, o uso de drogas e estilo de vida comunal, tudo isso em meio a exploração das paisagens sociais. 

Além dos dois super atores, uma das principais “personagens” do filme foi a moto “Capitão América” uma Harley Davidson guiada por Wyatt, personagem de Peter Fonda. E é ela quem será leiloada em outubro nos EUA e segundo especialistas pode chegar a mais de 1 milhão de dólares. O leilão será feito pela casa Profiles in History, na região de Los Angeles e uma carta do ator confirma a autenticidade do veículo.


Segundo, Joseph Maddalena, diretor da casa de leilões, a moto pintada com a bandeira americana "é uma das imagens mais icônicas do cinema", disse. "Ela evoca emoções poderosas, inclusive para quem não é motociclista. Representa os anos 60, tudo de bom e de ruim desta década". A Harley foi criada pelos especialistas de motos Cliff Vaughs e Ben Hardy, com base em sugestões do próprio Fonda. Na época foram montadas duas motos, de modo que as filmagens pudessem prosseguir mesmo com um eventual problema mecânico. A segunda moto foi destruída na cena do acidente no final do filme.

O leilão ocorrerá entre 17 e 20 de outubro na sede da Profiles in History em Calabasas, noroeste de Los Angeles, e os lances poderão ser realizados on-line, por telefone ou pessoalmente. Quem dá mais?




Trailler original:

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

FOTOGRAFIA: O "Angel´s Book" traz a nudez das top models da Victoria Secrets pelas lentes de Russel James

O fotógrafo australiano Russel James, há 15 anos é o fotógrafo oficial da Victoria Secrets e para coroar essa longa relação de cliques maravilhosos ele despiu algumas Angels da VS em um livro recheado de belas imagens compiladas em mais de uma década de registros de seu trabalho com a marca.

O “The Angel’s Nude Photography Book” será lançado em outubro e é um prato cheio para os amantes da fotografia e de belas mulheres. Segundo Russel fotografar as mulheres belíssimas ao longo desses anos têm sido um grande privilégio e àquelas que posaram para o livro com nada ou quase nada, ele agradece e os leitores também.

O livro tem 304 páginas e o preço varia entre US$ 199 e US$ 399, dependendo da escolha entre a opção simples ou a autografada, com dedicatória e tudo. A edição é limitada, e as imagens também serão exibidas em exposições pelos Estados Unidos a partir de Novembro. As imagens serão exibidas em uma exposição na Flórida em novembro deste ano. Entre as Angels estão Adriana Lima, Alessandra Ambrósio, Candice Swanepoel e Lily Aldridge e se você ficou apressando em ir pro céu, vale a dica que a obra já está em pré-venda na Amazon.





terça-feira, 16 de setembro de 2014

BEBIDA: Gin Tônica, uma refrescante tendência

O Gin tônica está em alta e é um dos cinco coquetéis mais pedidos em um balcão de bar. Considerado um ritual de estilo é uma febre em toda a Europa, uma espécie de instituição nacional em países como a Espanha, Inglaterra e Holanda que conta até com especialistas no assunto. Quando chegou ao Brasil também caiu rapidamente no gosto do consumidor e isto se deve a sua fácil elaboração e seus ingredientes botânicos muito aromáticos e com uma variedade de sabores levemente adstringentes próprios do Gin que complementado com muito gelo e água Tônica resultam em um coquetel extremamente refrescante.

O Gin tem sua origem na Holanda onde era chamado de Jenever ou Genievre, em francês, posteriormente passou a Ginebra e sem seguida sendo abreviado para Gin. Foi na faculdade de medicina de Leyden que a meados do século 16 o doutor Franciscus de La Boe produziu pela primeira vez uma bebida destilada à base de álcool de cereais misturada com bagas de Ginepro ou Zimbro, em italiano. Vale lembrar que a região italiana da Toscana é considerada a principal fornecedora deste fruto para a bebida que nasceu com fins medicinais e terapêuticos;

Com o passar do tempo e por questões comerciais de importação da matéria prima a bebida migrou para Inglaterra onde foi aperfeiçoada, produzida em grande escala e adotada como a bebida nacional. Já a tônica foi uma invenção do alemão Joseph Schweeppes que adicionou quinina, um elemento analgésico e antitérmico numa simples soda gaseificada. Hoje em dia encontramos varias marcas e estilos de tônicas com princípios botânicos ao redor do mundo. 

A soberana Schweeppes (1) lançou uma linha Premium Mixer ideal para combinar com o gin tônica, uma com nuances de gengibre outra de cardamono indiano e outra de pimenta rosa. A inglesa Fever Tree (2) considerada a Ferrari das tônicas contem nuances mediterrâneos e quinina proveniente da árvore da fevre e vem em exclusiva garrafa de 20 cl. Na Espanha a Top é a Premium Bo Dry (3), outra inglesa é a Fentimans (4) que vem em garrafa de 125 ml e oferece nuances de rosas e limão, na Itália a Monelli (5) faz sucesso com sua tônica de arancia rossa (laranja), outra italiana mais popular é a Abbondio (6) que vem em garrafa de 25 cl. 

Também não podia faltar uma versão da consagrada San Pellegrino com sua Old Tonic Pellegrino (7), líder de vendas nos Estados Unidos. Assim como a americana Boylan combinam muito bem com gins de citricidade alta. Na Índia temos a clássica Markham Premium (8) e a Indian Tonic (9) que apresentam fortes nuances de especiarias. Para finalizar nossa pequena lista a tônica argentina 1724 (10), feita com água da Patagônia, todas foram desenvolvidas exclusivamente para harmonizar com as características dos mais variados tipos de gin.


Independente das harmonizações existe um principio básico para degustar seu gin tônica, são os aromas e sabores cítricos. A grande sacada do gin tônica foi o ingrediente de destaque do drink, a quinina, que prevalece no sabor da bebida. A quinina foi considerada o principal remédio para a malária, doença devastadora transmitida pelo mosquito-prego que se adapta e prolifera em climas úmidos e tropicais, esta descoberta aconteceu no século 18 época da ocupação inglesa na índia.

Segundo historiadores o gin tônica nasceu por acaso, pesquisas indicam que os soldados que estavam na Índia na época começaram a misturar a tônica com o gin destilado, muito popular nas ruas londrinas. E aí uma bebida que nasceu para ser um remédio virou complemento indispensável para um dos coquetéis mais populares nos bares do mundo. 


Rodrigo Sepulveda - Gerente de bar e mixologista.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

CAPA: Giba, um belo lance de uma vida bem "jogada"

Gilberto Amauri de Godoy Filho, o Giba, não é homem de muitas palavras, mas sabe como poucos usar o corpo em prol do esporte e agora da dança! Giba está vivendo um momento de novidades. Após uma carreira incrível no vôlei, ele encara uma nova atividade, a de comentarista esportivo e um novo desafio, encarar o salão na “Danças dos Famosos”, quadro do Programa do Faustão na TV Globo. Nessa entrevista Giba nos fala de momentos no vôlei, de como lida com a vida e da importância da família na sua vida. Um belo lance de uma vida bem “jogada”.

Como o vôlei surgiu na sua vida e em que momento decidiu que jogá-lo seria sua profissão? O vôlei surgiu na época da escola após ter feito futebol, natação e basquete e não ter me identificado com nenhum. Decidi que o vôlei seria minha profissão quando ganhei o torneio de vôlei infanto juvenil com a seleção brasileira em 1993 na Turquia e fui eleito o melhor jogador do torneio.


A convocação para a seleção brasileira de vôlei veio aos 18 anos, hoje, olhando pra trás, considera que um garoto com essa idade tem maturidade pra responsabilidade que é uma seleção? Na verdade 18 anos foi a minha convocação para a seleção adulta. As categorias de base eu já me encontrava desde os 15 anos, e isso contribui para que eu chegasse mais maduro na seleção principal. E a maturidade dos jogadores mais experientes foi fundamental para meu crescimento pessoal.

Em 2001 a mudança para outro país, Itália. Quais as expectativas, os medos e os sonhos? As expectativas eram muitas por estar indo para um país com um novo idioma, diferentes costumes e um campeonato de alto nível! Sempre tive o sonho de me tornar uma pessoa melhor e um profissional sempre mais qualificado.


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O primeiro ouro olímpico a gente nunca esquece? (risos) De jeito nenhum, mesmo porque é o sonho de qualquer atleta amador chegar a uma Olimpíada, imagine se sagrar campeão...  

Como viver em time, seja seleção ou não? O que é mais difícil nos dias de concentração, treinos, jogos...? Pra mim sempre foi muito tranquilo viver com a seleção ou com o time que eu jogava. A parte mais difícil sempre foi ficar longe das pessoas que eu amo. Mas para alcançar meus objetivos isso foi mais um dos obstáculos necessárias para serem superados. 

O que essa vida praticamente em comunidade ao longo desses anos te ensinou e te moldou, profissional e pessoalmente? Quais os momentos mais difíceis e mais gloriosos com a camisa verde e amarela? Respeitar o próximo. O momento mais glorioso foi a olimpíada de 2004 em Athenas e o campeonato mundial de 2002 e o campeonato Infanto juvenil de 1993 quando decidi ser atleta profissional. O momento mais difícil foi a derrota no pan-americano de 2003 em Santo Domingos.


E você decide parar. Fim de jogo, adeus às quadras... Decisão difícil doída, ou somente mais um passo natural na carreira de qualquer atleta? Um passo natural. 

Quando se acidentou ao cair de uma árvore e rasgar o braço (aliás, menino travesso, hein?!) do que mais teve medo? E como encarou o tempo fora das quadras para tratamento? Este acidente foi bem no início da minha carreira, mas claro, tive medo de não conseguir voltar a jogar. 

Casamento, filhos, separação e vida pública. Como lidar com todos esses ingredientes de forma responsável, expondo o mínimo possível sem deixar de encarar os fãs e a mídia? Encaro minha vida da forma mais natural possível e com a maior transparência.   

Filiar-se a um partido indica pretensões políticas futuras ou é mais um gesto de cidadania e envolvimento mais próximo? É um gesto de cidadania e envolvimento mais próximo, pois acredito que a política é parte fundamental das decisões do nosso país e me preocupo muito com o futuro da nossa nação e o Brasil que deixaremos de herança para nossos filhos!

Desafio de comentarista... Fala pra gente dessa nova atividade. Mais um grande desafio na minha carreira e poder aprender como tudo acontece atrás das câmeras.

E o que você pode contar pra MENSCH sobre Giba, o homem, não o jogador, o comentarista... O que importa pra mim é estar sempre junto a minha família!  

Na “Dança dos Famosos” você tem se destacado desde o primeiro dia. Isso foi uma surpresa até para você mesmo? Como tem sido a experiência? Foi uma surpresa até para mim, mas ao mesmo tempo ter sido um atleta profissional durante muitos anos procurando sempre buscar a perfeição e o foco me fizeram me sair bem até na dança.

E dançar, é mais difícil que jogar vôlei? (risos) Com certeza não, mas é uma coisa nova na minha vida. Mas estou me divertindo muito neste novo desafio! 

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

BAR: Aprenda a fazer seu gin tônica e de quebra o drink Frescurite

Final de semana chegando, o clima esquenta... e nada mais propício que um bom drink com gin tônica. Aqui a MENSCH ensina a preparar seu gin tônica para fazer bonito na hora de encarar o barmen do pedaço. Para começar este ritual o copo é fundamental, vale saber que o tipo long drink ou longo já está ultrapassado e muitos barmen já não o usam mais para o drink. O correto é uma taça de vinho do tipo Bordeaux ou um copo balão para conhaque, assim o gin se oxigenará melhor liberando todos seus aromas botânicos entre eles o zimbro, a angélica, 0 cardamomo, o coentro, a raíz de lírio e o furcho entre outros.

Para complementar, elementos cítricos serão fortemente ligados ao gin tônica para potencializar seus sabores, temos o limão Taiti que vem para gostos mais ácidos, a laranja para gostos mais adocicados e o graprefruit para gostos mais amargos do tipo agridoce, não nos esqueçamos do pepino, ideal para gin com nuances herbáceos que está muito na moda.

Não é recomendado utilizar o suco da fruta direto no drink já que confundirá o DNA do gin e anulará a perlage (borbulhas) da tônica. O ideal é utilizar o mínimo possível ou se preferir a pele ou casca dos citrinos borrifando seus óleos essenciais pela lateral do interior da taça impregnando seus aromas. O gelo é outro elemento importante no drink, aliás em qualquer coquetel. Barmen profissionais estão recomendando utilizar gelo feito de água mineral por ser mais leve com menos ferro e ph maior.


Brincar com as formas também esta em alta, então não se surpreenda se seu gin tônica vier com um gelo em forma de bola (ice ball) recheado de ervas e especiarias. Finalizamos este ritual completando o cocktail com água tônica até a borda da taça descida lentamente através de sua colher bailarina.

Rodrigo Sepulveda - Gerente de bar e mixologista. Agradecimentos: Bar Migué

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

ROTEIRO: A nova Nova York com dicas incríveis para curtir a "capital do mundo" em grande estilo

Que Nova York é uma cidade incrível que reúne um pouco de tudo que existe no mundo de forma harmônica e atraente, todo mundo já sabe ou conhece. Considerada justamente por isso como a “capital do mundo”, NY tem que estar sempre se reinventando e descobrindo novos lugares e atrações para manter esse título sempre atual. A MENSCH esteve lá e trouxe um pouco dessas novidades que tomaram conta da cidade e já viraram point para turistas e moradores da cidade. São dicas que mostram a nova New York para quem quer comer bem, se divertir e fica bem hospedado. Existe muito mais coisas, que depois voltaremos a falar sobre o assunto, mas selecionamos algumas que tem se destacado para seu próximo roteiro de viagem. Enjoy it!

HIGH LINE
Com um projeto paisagístico e arquitetônico incrível a antiga Ferrovia Central de Nova York, construída entre 1929 e 1934, entre a 9ª e a 11ª Avenida cedeu espaço para o parque conhecido como High Line. Antes a ferrovia era conhecida como “Live Line”, a Linha de Vida de Nova York. Construída para transportar produtos para abastecer a cidade, o elevador deixou de funcionar em 1980. Em 1999 a Prefeitura decidiu por sua demolição, até que dois residentes decidiram criar uma associação chamada “Amigo do High Line” e conseguiram evitar sua demolição. Até que em 2002 o Prefeito Michael Bloomberg – que governou até 2013, garantiu fundos para que fossem investidos nas obras do parque, que inclusive abriga o Instituto Artístico e Criativo de Nova York. Inaugurada em 2009 – o primeiro segmento do parque, entre a West 20th Street, e finalmente, o trecho da West 20th Street a West 30th Street foi entregue ao público em 2011. A High Line virou uma referência mundial de urbanismo e arte com exposições ao ar livre, o espaço tem atraído todo o tipo de público e proporcionado uma maior interação pessoas/arte. 


Ao longo de 2,5 km, a High Line fica a 8 metros de altura e atravessa 3 bairros até então pouco visitados pela maioria dos turistas: Meatpacking District and West Chelsea. A manutenção do parque é mantida com o apoio do New York City Department of Parks & Recreation, uma entidade sem fins lucrativos que trabalha para garantir que o High Line mantenha-se como um espaço público para todos. A prefeitura cuida da segurança do local. Com seus jardins e áreas para admirar a vista do rio Hudson, a High Line desde sua abertura já teve a visita de 8 milhões de pessoas, turistas ou nova-iorquinos, e já arrecadou R$ 1,8 bi com a valorização da área. E com tudo isso veio o desenvolvimento da região com a reforma de prédios antigos e construção de novos. Site oficial: www.thehighline.org



Dê um giro pela High Line: 


THE STANDARD E LE BAIN
Cheio de estilo o The Standard Hotel fica localizado no coração do Downtown Manhattan suspenso sobre a High Line. Esse hotel conceito, de 18 andares, um dos mais exclusivos da Big Apple, oferece o máximo em conforto, assim como uma espetacular vista de Nova York e do Rio Hudson. Na sua cobertura fica o bar/boate Le Bain, com um som de última geração e frequentado por gente descolada atrás de curtir DJs mundialmente famosos que passam por lá. Durante o verão, há uma piscina de mergulho na pista de dança e uma creperia no terraço coberto. Uma experiência verdadeiramente única!  www.standardhotels.com



9/11 MEMORIAL MUSEUM
O roteiro agitado de Nova York pedia uma parada para refletir e sentir o que marcou essa cidade (e o mundo) - a tragédia de 11 de setembro de 2001. Inaugurado em maio deste ano, o 9/11 Memorial Museum ao mesmo tempo faz uma homenagem e nos faz refletir sobre a tragédia. O projeto assinado pelo arquiteto Michael Arad e paisagismo de Peter Walker, foi escolhido por meio de um concurso internacional que recebeu 5.201 propostas de 63 países. Do lado de fora duas cascatas de 9 metros, as maiores da América do Norte, deságuam para um vazio central. Em suas bordas, os nomes das quase 3000 vítimas da tragédia. Dentro do museu estão expostas peças e lembranças do que foi o World Trade Center. Destaque para o carro de bombeiros e os pilares de ferro retorcidos que dispensam comentários. www.911memorial.org/




TIMES SQUARE
A clássica história do boxeador Rocky, sucesso no cinema com Sylvester Stallone, estreou na Broadway neste ano e já virou um sucesso (em breve voltará à cartaz). Imperdível, o musical dirigido por Alex Timbers é protagonizado pelos atores Andy Karl e Margo Seibert, custou mais de US$ 16,5 milhões e tem lotado o Winter Garden (que antes foi palco do clássico “Cats” por 18 anos) com uma espetacular e versátil cenografia, além do uso de vídeos que impressionam. www.rockybroadway.com. 

Por falar em Broadway, se você quiser ficar hospedado bem no meio disso tudo a dica é o Row Hotel (site). Moderno, agitado e cheio de estilo, fica na 8a av. entre a 44st e a 45st. Detalhe para a rua 46 lotada de ótimos restaurantes, de acordo com a classificação Hell's Kitchen/Clinton, entre outros, o italiano Lattanzi (site) e o francês Le Rivage (site). Por falar em restaurante, não perca o Eataly (site), um complexo gastronômico italiano que já virou atração turística. Apontado como a Macys do público gourmet, o local é um verdadeiro deleite com uma variedade enorme de opções de vão desde uma lanchonete, restaurante, açougue... até uma feirinha de verduras, peixaria, loja de decoração e sorveteria. Tudo isso junto e misturado. Localizado no Flatiron District, o do Flatiron Building, nas proximidades da 5a avenida e 23rd st., é um programa imperdível. 


Dê um giro pelo Eataly: 

terça-feira, 9 de setembro de 2014

ESTILO: Look de modelo pro seu dia-a-dia

Look inspirado no homem contemporâneo, busca uma imagem mais despojada mas sem deixar o social e a seriedade de lado. O TRENCH COAT, peça fundamental no guarda-roupas dos parisienses e europeus de maneira geral, dá a este look um toque mais refinado e chique. Um coringa para esses dias de meia estação onde temos as manhãs frias e passamos por um dia com temperaturas mais mornas e ao cair da noite o frio volta a marcar sua presença. Uma boa escolha para a instabilidade climática enquanto aguardamos a chegada da primavera trazendo dias mais estáveis. 

O sapato social com o solado TRATORADO veio como uma leve tendência no inverno mas continuará nas vitrines no verão com um estilo totalmente moderno e pesado (faz jus ao nome). Muito legal também para ser usado com bermudas e calças mais curtas. Sem meia! Porém tome cuidado ao usá-lo por ter esse aspecto robusto. Presente em todas as passarelas internacionais promete ser um hit na próxima estação! As meias COLORIDAS, em looks mais sóbrios e com menos informações, deixam o seu “outfit” com um aspecto mais alegre. E sim, a use exposta, ou com uma calça mais curta de boca estreita ou então dobre a barra algumas vezes! Pronto, um perfeito europeu! 

LOOK 2
Com uma proposta mais despojada, mas sem comprometer a elegância, este look promete refrescar seus dias e noites de verão! Perfeito para ser usado com chinelo, sandálias de couro, sandália do tipo Birkenstock ou um sapatênis estilo iate principalmente se for sair à noite. Ah! Dobre a barra da calça até a altura do ossinho do tornozelo, além de refrescar seu look o tornará mais atual e moderno. A camisa em jeans ESTONADA, dá leveza à composição. Use com um ou dois (no máximo!) botões abertos se não for usar nada por baixo. Outra alternativa é usá‐la aberta com uma regata ou camiseta com degote em V básica (sem estampas e de preferência monocolor. Deixe a camisa roubar a cena!). 


O PULSEIRISMO é a tendência que está super em alta onde muitas pulseiras são usadas juntas. Antes, muito usadas pelo universo feminino, nessa temporada os homens ganharam modelos desenhados exclusivamente para eles e se tornou febre e totalmente cabível em qualquer look, especialmente nos mais despojados. Hoje nas lojas você encontra pulseiras e braceletes para todos os gostos. Com motivos religiosos (cruzes, terços, imagens de santos...), “navy” (âncoras, nós de marinheiro, tudo que lembre o mar e barcos), punk rock (tachas, “spikes”, correntes...), entre outros. Uma dica muito bacana é você misturar e fazer uma sobreposição de pulseiras, mas claro todas em harmonia e nunca esquecendo do bom senso. Um relógio, no meio disso tudo, pode ser um bom coadjuvante! 


LOOK 3
Jaqueta de couro é mais uma das peças indispensáveis que temos que ter ocupando um espaço de nossos armários e para quem não possui uma corra fazer este investimento a longo prazo. Pode ser um dos investimentos mais salgados para o homem a se fazer, mas o retorno é garantido! Não tem como vestir uma jaqueta de couro e não se sentir poderoso e passar despercebido em uma festa, reunião ou apenas um “get together” com amigos! A jaqueta de couro é assim, versátil e transforma qualquer look mais básico em um “blockbuster”! Enganado está quem associa couro com inverno! O couro é um isolante térmico podendo ser usado em dias mais quentes ou com a temperatura mais amena. 

A jaqueta de couro é ainda sinônimo de poder e “sex appeal”, irresistível para elas, não? Aproveite a meia estação e brinque usando a sobreposição de peças como uma camisa xadrez e uma “t‐shirt” básica por baixo! A bota estilo motoqueiro completa o look “bad boy”, ouse e deixe a barra para dentro da bota e bagunçada! Se você quiser mais estilo e atitude não amarre o cadarço. Quanto mais desgastada melhor! Um jeans rasgado e com a aparência de “used” completa essa explosão de testosterona! 

FOTOS Cassio Abbud & Marcelo Auge (A² PhotoLab )
STYLING E TEXTO Michel Kassardjian
MODELO Michel Kassardjian

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

CARRO: Volvo XC90 First Edition, o novo utilitário esportivo da marca esgota em 47 horas

Estocolmo, 05 de setembro de 2014 - O Novo Volvo XC90 First Edition, uma série de 1.927 carros vendidos pela internet, esgotou 47 horas após o início das vendas iniciadas na quarta-feira, dia 3 de setembro. A maior parte dos carros foi reservada uma hora após as vendas começarem. Neste ritmo, sete carros foram vendidos por minuto. “Estamos muito orgulhosos, mas não surpresos”, explica Alain Visser, vice-presidente sênior de marketing, vendas e pós vendas da Volvo Cars. “O enorme interesse no XC90 aumentou em níveis astronômicos após sua apresentação global na semana passada”.

Os carros First Edition, que celebram o ano de fundação da Volvo Cars, foram disponibilizados, pela primeira vez, apenas pelo site. Os 1.927 proprietários dos modelos First Edition que adquiriram o melhor SUV do mundo irão receber um carro completamente equipado, que trará a numeração exclusiva da edição na soleira das portas e um emblema exclusivo na tampa traseira. Os primeiros compradores escolheram seus números favoritos em milisegundos. A resposta rápida confirma que o XC90 é um verdadeiro carro icônico. O First Edition será um carro colecionável no futuro”, explica Alain Visser.

OS DIFERENCIAIS QUE O TORNA ESPECIAL


Pintura preta e bancos de couro bege são dos diferenciais do novo modelo. A pintura exterior em Onyx Black e as rodas de 21 polegadas Inscription são combinadas com um interior com bancos em couro Nappa bege, painel em couro grafite e inserções lineares em madeira. A série First Edition será equipada com motores Drive-E, a gasolina ou a diesel, de acordo com o mercado onde será vendida. A versão T6 AWD com supercharger e turbo, que será comercializada no Brasil pelo preço de R$ 397.700 (com entrega em 2015), tem 320 cv e torque máximo de 400 Nm e virá acompanhada da transmissão Geartronic de oito velocidades.

O equipamento mais impressionante é o painel central em forma de tablet touch screen, que é o elemento principal do novo sistema de controle do carro. Ele é virtualmente livre de botões e representa uma experiência inédita para os motoristas controlarem seus carros e acessarem vários produtos e serviços baseados na internet. O sistema de áudio da Bowers & Wikins traz um amplificador classe D de 1.400 watts,19 alto-falantes e um software de processamento de som de última geração que proporciona a experiência emocional de ter um concerto ao vivo dentro do carro.



O PACOTE DE SEGURANÇA MAIS COMPLETO

O carro oferecerá o mais completo e tecnológico pacote de segurança de série da indústria automotiva. Ele inclui duas tecnologias inéditas: um pacote de proteção para saídas não intencionais da pista e o sistema de frenagem automática em cruzamentos. Todos os sistemas de frenagem automática, para evitar colisões com veículos, ciclistas e pedestres na frente do carro, tanto de dia e quanto à noite, agora são de série.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

CAPA: Rodrigo Phavanello de volta com mais um personagem de sucesso e de bem com a vida

É o segundo ensaio de Rodrigo Phavanello para a MENSCH e a razão disso deixou nossa equipe toda feliz. No ar na Record com a novela “Vitória”, Pavanello está vivendo uma experiência muito rica já que seu personagem o Rafael tem uma personalidade complexa com várias nuances. Adepto da vida simples, nosso entrevistado está de pra lá de bem com a vida!

De volta com novo trabalho, novos projetos e novo ensaio MENSCH. Como tem sido esse momento de novidades em sua vida? O momento está exatamente do jeito que eu gosto de viver! Tudo na medida certa... Trabalhos, projetos, amores (risos) estou aproveitando a vida de uma forma muito simples! Agradeço a Deus por tudo o que a vida tem me proporcionado, aproveitando cada momento, sem medo de viver! 


Neste novo ensaio você faz um homem mais clássico, terno, colete...Como é seu estilo de se vestir? O que mais tem no seu guarda-roupa? Gosto de me vestir no dia a dia de uma forma mais natural que me deixe confortável, livre! Sou do tipo que troco a beleza de uma peça, por outra que me proporcione conforto!  No meu guarda-roupa tenho muitas peças básicas, não gosto de cores vibrantes, com estampas, sou mais básico curto os tons pasteis, preto, branco, mais estilo natural, sou um amante de calça jeans e tenho algumas peças coringas como blazer, jaquetas, camisas, suéter e claro aquele terno sob medida. (risos) 

O que é elegância pra você, na moda e na vida? Ser elegante acho que rompe a barreira do modismo, regras de etiquetas vão além de tudo isso! É quando se tem o respeito por si mesmo, que se cria o respeito pelos outros. 

Em “Vitória”, nova novela da Record você faz o papel de um advogado envolvido em um caso de incesto. Fala um pouco dele pra gente e de como está sendo sua preparação. Interpretar o Rafael está sendo um grande desafio por ser uma personagem que mostra suas diversas manobras e estratégias para defender aquilo que acha justo. Como na vida real, ele representa aquelas pessoas que vem de origem pobre, lutam, trabalham e vencem na vida. Na trama Rafael se coloca ao lado de Diana (Thais Melchior) para defender Gregório (Antônio Gacci) e tentar provar que Artur (Bruno Ferrari) é o autor dos crimes cometidos, além disso Rafael é apaixonado por jiu-jitsu, e por ser um cara altruísta dá aulas para as crianças de Petrópolis, transmitindo a filosofia desta arte marcial com valores como luta e esporte serem uma coisa e briga, violência serem outra completamente diferente. 

Muito bacana da forma que autora Cristinane Fridman coloca a persona do Rafael porque dá uma “quebrada” na sobriedade do advogado engravatado e traz uma descontração ao personagem. Diante de tudo isso ele se apaixona por Diana, este aspecto emocional de Rafael é bem interessante por ele ser um advogado criminalista e lidar com assassinatos, crimes hediondos, uma série de violências que destoam do seu lado humano, das coisas que ele acredita. Dia a dia vendo, vivenciando isso dá uma postura defensiva, uma couraça em relação a fé no ser humano. Como também cria nele o medo da morte, ele é um coração puro calejado pela realidade, talvez, por isso esse coração de 36 anos ainda não tenha se casado. 

“Vitória” além do incesto abordará temas como neonazismo e assédio sexual no trabalho. Considera importante quando novelas colocam em debate assuntos considerados polêmicos? As questões sociais abordadas em diversas novelas que levam às reflexões mais importantes na sala de casa, no escritório ou nas horas de lazer. Acho muito importante os autores abordarem esses temas polêmicos enquanto houver necessidade, pois creio e que aos poucos o povo vai se conscientizando. 





Assédio moral e assédio sexual são questões delicadas e muitas vezes difíceis de provar e muitas vítimas se calam por medo de perder o emprego. Qual sua visão disso tudo? É um assunto muito delicado complexo, mas ninguém pode fazer com que você se sinta inferior, se acontecer isso um dia comigo, deixaria claro que não aceitaria esse tipo de tratamento e se continuasse denunciaria a pessoa. 

O incesto é algo de caráter mais cultural, religioso ou biológico? Como você tem visto isso depois que começou a mergulhar nesse novo trabalho? Acho que tem a parte biológica-fisiológica e a parte cultural-psicológica que explica o incesto como tabu!  

Saindo da novela e trabalho, qual sua programação para um fim de semana perfeito? Gosto de curtir minha casa, meu cachorro, amigos, família e claro viajar! 

E a viagem dos sonhos, para onde seria? Viajar sem data definida para voltar, conhecer lugares, viver experiências e se possível trabalhar durante o percurso (risos) seria a viagem perfeita! 

O que você curte ler e ouvir? Na música sou bem eclético vou desde ópera até funk depende do momento. Exemplo, quando estou estudando a música clássica é minha preferida. Gosto de ler muito livros sobre espiritualidade. 

Por falar em música... Voltar a cantar está nos planos? Realizei um grande sonho no ano passado participando de um grande musical onde pude agradar as minhas grandes paixões; atuar, cantar e dançar, no musical “Enlace – A loja do ourives” que contou com um elenco maravilhoso de 25 atores - cantores e cinco músicos. A peça é uma história de amor escrita pelo papa João Paulo II, Karol Wojtyla, em 1960 quando ele ainda era bispo de Cracóvia e aborda os desafios do casamento. A direção foi do Roberto Lage. Foi uma experiência incrível, por dar vida a uma personagem que exigia muito cuidado, entrava em cena no primeiro ato, dando vida para Adão um jovem senhor de 70 anos eternamente apaixonado por Teodora (Claudia Ohana) uma jovem senhora de 60 anos (risos). Estamos vivendo um momento magico aqui no Brasil com as grandes produções. 

Como é Rodrigo cidadão? Que costumes fazem parte da sua vida em coletividade que acha bacana e gostaria que outros copiassem? Gosto de aproveitar a vida de um jeito muito simples, quando eu digo aproveitar a vida, é fazer o que se deseja, o que tem vontade!!! Mas é claro que dentro de seus limites, respeitando os outros também...E são muitas as dádivas que recebemos vamos ser delas merecedoras!! Simples assim. 

Qual seu estilo de vida? Simples assim (risos) 

Essa é sua segunda vez na MENSCH, o que a gente tem de especial pra merecer sua atenção? (risos) Ah pow, simplesmente porque vocês proporcionam para nós “O MELHOR DA VIDA PRA O HOMEM ATUAL” precisa de mais alguma coisa?!! (risos)



Fotógrafo Igor Rodriguez 
Direção artística e Make up Zé Reinaldo 
Cabeleireiro Thiago Santana
Rodrigo veste Ricardo Almeida