sexta-feira, 24 de abril de 2015

CAPA: Felipe Simas prova que talento é herança familiar e dá o que falar em Malhação

Pelo jeito que a coisa vai, é certo dizer que o futebol perdeu um futuro craque, mas em compensação ganhou um ator promissor. Com uma base familiar, que já é uma referência em muitos meios, Felipe Simas só vem a comprovar o quanto isso é importante e como no seu caso, o talento é hereditário. Em sua estreia na TV Felipe tem encarado com a mesma disciplina e dedicação que a capoeira lhe ensinou a vida toda, tendo como referência o pai Beto Simas (entrevista). Seguindo os passos dos irmão Bruno Gissoni (entrevista) e Rodrigo Simas (entrevista), Felipe tem trilhado seu próprio caminho e mostrado o quanto é capaz de surpreender nesse novo desafio. Completando esse “clã dos Simas”, entrevistamos Felipe para conhecer um pouco mais desse ator que ainda dará muito o que falar dentro e fora da TV.

A vontade pela carreira artística foi despertada quando e de que forma? Em 2009, em comemoração aos 20 anos do Grupo Capoeira Brasil, minha mãe produziu "Capitães da Areia", com a direção da Bia Oliveira, que na época era professora do Anglo Americano, onde estudávamos, como precisavam de capoeiristas, participei da montagem ao lado dos meus irmãos, Bruno e Rodrigo e do meu pai. Acredito que ali o bichinho da arte me mordeu, mas eu estava totalmente envolvido com o futebol, mas desde então, fiquei bastante dividido e a decisão de abandonar o futebol e encarar a profissão como ator aconteceu há dois anos. Na festa da estreia do espetáculo, "Conto de Verão", do qual eu participei, eu cheguei para meus pais e comuniquei a decisão de abandonar o futebol e a reação dos dois foi chorar muito! Eu me dediquei muito ao esporte, e para eles era como se eu estivesse abandonando um sonho...mas eu não abandonei...o sonho só mudou!! Desde então não parei!!

Como foi estrear na TV? Quais os desafios e realizações que tem encontrado? Tive muita sorte, comecei fazendo teatro, fiz cinema e agora TV. Como ator e um privilégio poder fazer um vilão no meu trabalho na TV. A equipe toda me recebeu muito bem, e fiz amigos para a vida, isso já e um prazer e possibilita a criação, a parceria e o crescimento no trabalho!

Seu personagem em "Malhação", o Cobra, não é lá “flor que se cheire”, como você o vê e como foi a construção dele? Ele é arisco, a vida o fez assim, mas eu acredito nele e adoro!!

"Malhação" é uma porta de entrada para jovens atores, já tem planos pra quando terminar a temporada? Quero TRABALHAR muito!!

Seu pai (Beto Simas) é referência em Capoeira, o que esta luta e arte te ensinou e te ensina até hoje? A capoeira e muito importante na nossa formação, nos deu foco, equilíbrio, controle, forca, concentração respeito e hierarquia e tudo isso nos levamos para a vida e principalmente para a arte!

Aos 21 anos você foi pai de um menino. O que a paternidade significa pra você, ainda mais tendo chegado tão cedo? Hoje aos 22 anos, a paternidade me deu muita alegria, mas me trouxe muita responsabilidade, conheci um sentimento indescritível, o amor mais puro...Não e fácil, a vida muda, mas quando eu chego em casa e olho nos olhos do Joaquim, sinto que a vida me deu o melhor presente! 



Que tipo de homem quer que seu filho seja e como pensa em educá-lo para conseguir? Quero que ele seja um homem integro, livre, que tenha um olhar positivo para a vida, que possa fazer escolhas que o tornem um homem de bem e com isso ele seja feliz!


Que valores aprendeu com seus pais que você cultiva pretende passar para seu filho? São tantos...tem um ditado que levamos para a vida: "não faca com os outros, o que não gosta que faça com você"! Mas, honestidade, verdade, sinceridade, integridade, ter amigos, lealdade...

Como conciliar, carreira, família, assédio de fãs, paternidade...? (risos) rebolando!! Tô brincando... aprendendo todos os dias, procurando encontrar um equilíbrio para dar o melhor de mim em todos os momentos, às vezes não é fácil! 

Qual a base para se ter uma união familiar como a sua (em relação aos seus pais e irmãos)? Primeiro AMOR, confiança, respeito e verdade!!
Quando não está gravando onde é mais fácil te encontrar? Em casa, curtindo a família e vendo o Joaquim crescer...passa rápido, e se não estiver atento, a gente perde!



Foto e produção: Drica Donato
Beleza: Vitor Alperth

Felipe veste: blazer, camiseta branca, blusão jeans, calça jeans do Showroom Colcci Barra da Tijuca - Agradecimentos Glorinha. Acessórios: Kanto Store

quinta-feira, 23 de abril de 2015

CARRO: Muscle Cars, os lendários carros de alta potência e desempenho fantástico

O termo “Muscle car” surgiu nos EUA, e virou moda mundial depois que alguns filmes de Hollywood massificaram o termo em filmes de ação transformando alguns modelos de carros em verdadeiros astros de cinema. Os tais “carros musculosos, ou melhor dizendo, carro de alto desempenho, nada mais é que um automóvel com muita potência, peso razoável e aceleração fantástica. O primeiro dessa safra de carros foram os Pontiac de tamanho médio equipados com um potente motor V-8 de 6,4 litros (389 polegadas cúbicas). Daí nasceu o termo em 1964 e virou uma febre nas décadas de 60 e 70.

As características desse tipo de carro passavam por um motor de grande cilindrada, o V8, claro, tinham uma aparência robusta e grande variedade de opcionais, capazes de dar aos seus consumidores a tão desejada individualidade. O GTO oferecia uma enorme lista de opcionais, para que o consumidor pudesse "fazer" seu carro. A opção transformava um dócil Tempest em um GTO nervoso. Saindo direto do showroom da loja, o mais que equipado "Bólido" podia acelerar de 0 a 100 km/h em menos de 7 segundos, que era um desempenho fantástico em 1964. 

Naquele período os Estados Unidos produziram carros rápidos e potentes bem antes da Segunda Guerra Mundial e logo foram seguidos pelos fabricantes europeus, visando um público de alto poder aquisitivo e louco por velocidade. A maioria desses carros era composta por raridades caras e o muscle car era o filho do mercado de massa do jovem americano na década de 60, e Detroit dominava o mercado automotivo mundial.

Em 1969, uma nova geração do Barracuda, fabricado pela Plymouth, divisão da Chrysler. Também equipado com o V8 440, com três carburadores duplos Holley. O carro possuía um visual esguio, mas ao mesmo tempo agressivo. Outro Plymouth que fez história foi o Road Runner Superbird de 1970. O nome vem do simpático personagem da Warner, no Brasil chamado de Papa Léguas, que vive correndo para escapar do coiote. E de fato o nome não poderia ser mais apropriado, já que velocidade também era o ponto forte desse Plymouth. As demais montadoras não ficaram para trás e cada uma lançou seu modelo de muscle car, a GM não se restringiu à divisão Pontiac e apresentou vários outros modelos para entrar na briga. A Chevrolet contra-atacava o Mustang com o Camaro. A versão Z28 de 1967 utilizava o V8 de 302 pol3 (5,0 litros) com 290 cv e oferecia desempenho bem adequado e uma farta lista de opcionais. O carro foi um fez um enorme sucesso, vendendo 220.000 unidades naquele ano.

A Chevrolet também entrou no páreo com vários modelos. O Impala possuía em 1967 uma versão, batizada de SS 427, com o imenso motor de 7,0 litros e 385 cv de potência. Já o Chevelle 1970, tinha lugar garantido no grupo dos muscle cars e também foi incluido sua bela versão picape El Camino. Ambos utilizavam um V8 de 7,5 litros, o que lhes dava um desempenho brutal.



O auge das grandes máquinas e desses carros tunados durou até o início dos anos 70, quando os muscle cars quase desapareceram. Em 1973, com a crise do petróleo, os embargos impostos pelos países produtores, e com a alta dos preços do combustível, fizeram com que os americanos preferissem comprar os econômicos carros japoneses ao invés dos beberrões americanos. Além disso, o governo dos EUA passou a impor uma série de normas de controle de poluição e de consumo de combustível, o que sacramentou ainda mais a crise entre os potentes carrões. Também foi estabelecido um limite nacional de velocidade de 88 km/h.

O panorama só mudou no começo da década de 80 para dar início a uma nova era voltada para o alto desempenho que ainda dura até hoje, graças ao enorme progresso técnico atingido desde a "era dourada" de 1964 a 1970. E realmente, muitos muscle cars atuais têm melhor desempenho do que seus venerados ancestrais da década de 60 e ainda por cima são mais econômicos, poluem menos e são bem superiores quanto ao desempenho e segurança.



Fonte: HowStuffWorks, Autozine, Punta Taco, Street Machine

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quarta-feira, 22 de abril de 2015

ESTILO: Biotipo masculino, fique bem vestido tirando proveito do corpo que você tem‏

Alto, magro, gordo, barrigudo, perna curta, não importa, seja qual for o seu biotipo, há modelos e tamanhos de roupas que ao mesmo tempo que terão um bom caimento, ajudarão a disfarçar alguns “incômodos” que você possa sentir diante do espelho. O importante é não ter vergonha nem preguiça de provar roupas, ficar atento às dicas e ter paciência na busca pela numeração e tamanhos que muitas vezes não seguem um padrão ou mudam sem aviso prévio. Nesse quesito sair com uma boa amiga para as compras além de render bons conselhos e ótimas compras pode ser bem divertido.

OS TAMANHOS


Segundo a Associação Brasileira do Vestuário – Abravest, os tamanhos P, M e G, em breve deixarão de existir nas tags dos produtos, então caro leitor, acostume-se logo com isso. No lugar das letrinhas teremos medidas de acordo com os biotipos: normal, atlético e tamanho especial. Essas mudanças são fruto de uma longa pesquisa que buscou identificar os biotipos brasileiros e fazer ajustes para a elaboração de um padrão de tamanho para o setor de vestuário que respeite todos eles.

Todas as mudanças foram estudadas e estabelecidas através do envolvimento da Abravest e de vários representantes da indústria de confecção do país, mais de 2.500 empresas, incluindo os grandes magazines. Após 02 anos de implantação haverá fiscalização para que todos sigam as novas normas. Esse período se deve ao tempo necessário de ajustes para todos os envolvidos. O que você ganha com isso? A padronização permite que você compre sem erro caso não tenha tempo de experimentar por exemplo, evitando trocas e oferecendo mais conforto para quem veste. Hoje mesmo com as etiquetas marcando P, M ou G, ainda há diferenças de uma marca para outra, fazendo com que para uma peça você seja P e para outra G, por exemplo.

Essa mudança também permitirá aumento de vendas e satisfação nas transações via internet, afastando o fantasma da compra errada. O consumidor terá a traquilidade de saber que a roupa que está comprando lhe servirá bem, incluindo as compras em sites estrangeiros visto que um dos objetivos dessas reformulações é buscar melhor equivalência entre padrões de tamanhos também com outros mercados. Para que ninguém se perca na hora de fazer as compras, haverá campanhas de divulgação e esclarecimento para os consumidores finais e as lojas de departamento ou varejo multimarcas, deverão separar no PDV os produtos para cada um dos 3 biótipos.

NORMAL, ATLÉTICO OU TAMANHO ESPECIAL?


Como saber onde você se encaixa nessa nova padronização de modelagem?

Ainda seegundo a Abravest, será considerado normal o corpo masculino onde a medida do tórax e cintura são iguais ou muito próximas; já os atléticos são aqueles que apresentam a medida do tórax maior que a medida da cintura e os de tamanhos especiais possuem a medida da cintura  maior que a do tórax e as demais medidas em geral maiores que as medidas do corpo normal.

Com relação a estatura tem-se:

AS MÉTRICAS

Para chegar as novas normas e tags Normal, Atlético e Especial, as métricas usadas levaram em consideração várias tamanhos de diversas partes do corpo masculino.

- Para calças as medidas usadas para especificar os tamanhos serão: perímetro de cintura, comprimento entreperna e estatura.

- Os paletós e jaquetas usarão como referências, perímetro do tóra, perímetro da cintura, perímetro do quadril e estatura.

- Os ternos terão as medidas do perimetro do tórax, perímetro da cintura, comprimento interno da perna, perímetro do quadril e estatura.

- Já as camisas regatas usarão perimetro do tórax, perímetro do pescoço, comprimento do braço.



O CORPO E AS MEDIDAS
      
Bem, agora que você descobriu qual a medida do seu corpo e o equivalente a tag da roupa que você vai encontrar, seguem algumas dicas do que vestir para disfarçar ou exaltar o que você deseja, evitando calça pisada, jeans folgado na cintura e com espaço na perna para mais de uma pessoa.
 
FIT – é o caimento da roupa no seu corpo. Até todas as confecções estarem nas novas padronagens da Abravest vale a pena tirar um tempo para experimentar com calma as peças escolhidas, pois nada deve sobrar ou faltar pra que você possa ficar bem vestido;

Respeito ao biótipo – não se aprisione a moda, respeite o seu tipo físico e se vista de forma a valorizar o que você tem. Se a moda cair bem pra você, vai fundo, caso não, crie seu próprio estilo.

Com esses dois conselhos em mente, vamos às dicas:

ALTOS
Dificuldade: tamanho da camisa e da calça;

O que fazer: buscar a harmonia entre as partes dividindo o corpo em blocos.

O que usar no geral:
- Cores diferentes no mesmo look
- Sapatos mais "grossos" e com saltos altos - Dobrar a barra da calça pra fora (dependendo do local e ocasião)
- Gola careca
- Listras horizontais



BAIXOS
Dificuldade: sobra de pano; parecer ainda mais baixo.

O que fazer: alongar a silhueta através da monocromia (mesma cor ou da mesma cartela de cores)


O que usar no geral:- Listras verticais
- Usar o casaco ou cardigan aberto
- Calças mais justas (justas e não skinny)
- Sapatos com pontas
- Jaquetas curtas





TAMANHO ESPECIAL
Dificuldades: unir conforto, bom caimento e estilo.

O que fazer: Há lojas próprias para os tamanhos especiais com propostas muito além do preto que emagrece e claro, tirar o foco da barriga.

O que usar no geral:
- Listras verticais,
- Golas em V ou U
- Estampas neutras
- Combinar cores claras com escuras



Bem, seja você alto ou baixo, gordo ou magro, atlético ou não, o importante é você realçar suas qualidades físicas e andar bem vestido. Afinal, não precisa ser modelo de revista para ter um estilo adequado com seu físico. Saiba escolher o que melhor veste em você e faça sucesso.

terça-feira, 21 de abril de 2015

DIÁRIO DE BORDO: Carlos Machado e Ivy Rocha ainda mais apaixonados por Fernando de Noronha

Sabe quando você junta uma praia linda com um céu azul e sol brilhando? Pois bem, talvez seja essa uma descrição para o ator Carlos Machado e a modelo Ivy Rocha. O casal de atores forma uma dupla perfeita, assim como a natureza em Noronha. Juntos na ilha viveram dias maravilhosos e deixaram à vista a sintonia e admiração que os une, o amor que os complementa e a razão pela qual o sorriso no rosto é a marca registrada deles. Depois dessa entrevista todo casal vai querer viver uns dias pelo arquipélago e quem estiver sozinho vai torcer pra encontrar logo alguém pra levar lá. Bom mergulho com Carlos e Ivy.

O que é pra vocês uma vida saudável tanto na alimentação quanto nos cuidados com o corpo e harmonia com a natureza? Bom, acreditamos que cuidar do corpo e da mente para que sejam o mais saudável possível é obrigação. Muitos cuidam de suas máquinas melhor do que de si mesmos. Esquecem-se de que também somos uma máquina que depende de bons alimentos e de bom sono como combustíveis. A diferença é que uma Ferrari não precisa viver sem preocupações e o estresse do dia a dia. Preferimos alimentos orgânicos evitamos consumir alimentos industrializados. E principalmente praticamos atividades físicas regulares. Respeitando os limites do nosso corpo. Afinal cada ser humano é único. Acreditamos também que mente sã reflete num corpo são. 

Um casal bonito como vocês devem receber cantadas, sofrer assédio de fãs, como lidam com isso, rola algum ciúme? Achamos que todos estão sujeitos a isso na vida. Tudo depende de sua postura e liberdade. Acreditamos que devemos ser educados e cordiais. E com a postura correta, o fã inteligente sabe até onde deve ou pode ir. Com a postura certa, certamente o fã entende e não se "atreve".

Como lidam com a vaidade? Até onde abrem mão de algo por ela? A vaidade é uma grande bobagem, mas naturalmente todo ser humano fica mais bonito quando está saudável e feliz. No entanto, se for preciso ter uma aparência "prejudicada" por causa de um personagem sem perder a saúde podemos colocar olheiras, raspar a cabeça, escurecer os dentes. Ficar feio é fácil. 

Noronha é um paraíso e isso já virou consenso, mas pra vocês que lugar da ilha seria o seu paraíso particular? Pergunta muito difícil. O arquipélago é todo incrivelmente lindo. Mas a praia do Sancho nos foi muito especial. Não sai da memória um mergulho que lá fizemos. Passamos duas tardes deliciosas por lá. 

Encontrar alguém e ter a certeza que esse alguém é com quem queremos caminhar ao lado pela vida não é algo fácil, como se deu com vocês? Na verdade é uma grande dádiva. Um presente de Deus, acreditamos. Noronha é uma ilha de poucos habitantes e fluxo turístico controlado, o que ajuda a manter a natureza em conservação e fazer com que todos se cumprimentem na rua, se conheçam...Isso é algo que gera saudosismo na cidade grande ou a vida moderna das metrópoles não deixa pensar nessas coisas? Nós dois temos origens em cidades do interior. Na verdade temos o hábito de cumprimentar a todos que encontramos. Podemos viver em cidade grande. Mas nossa essência é simples. 

Qual a relação de vocês com o mar? Algo em especial? Eu gosto de mar. Acho relaxante e revigorante. Mas, ficava um pouco assustada com o poder na natureza. Quase me afoguei quando era adolescente. Confesso que as belezas de Noronha, junto com o incentivo do Carlos e da Fabi (Pousada Dolphin) conseguiram me tirar aquele medo maior de entrar na água do mar. Foi na Praia do Sancho que fizemos um mergulho inesquecível. O mar de Noronha é incrível!! (Ivy)

De todos os passeios que fizeram na ilha, qual elegeria como o melhor? Tudo em Noronha é gostoso. Mas acredito que foi o mergulho no Sancho... Eu esqueci do mundo debaixo daquele mar exuberante... E por qual razão? Foi o melhor mergulho da minha vida ao lado do meu amor Carlos Machado.


Carlos, o sorriso abre portas? (risos) E quando não esse sorriso não mostra uma boa saúde bucal? Não é preciso falta se saúde bucal para o sorriso não abrir portas. Basta ele ser amarelo, mesmo tendo dentes brancos (risos).

Ivy o que mais te encanta no Carlos e em qual ponto de Noronha você faria uma declaração de amor pra ele? Acho que a palavra certa não é encantamento e sim admiração pelo homem de caráter que ele é. Sou grata a Deus por ter nos unido. Eu faria uma declaração na praia do Sancho para relembrar o nosso mergulho inesquecível. 

O que diriam para amigos que ainda não conhecem a Ilha? Fernando de Noronha é maravilhoso. Recomendamos a todos conhecer o arquipélago. As pessoas são gentis. A natureza de Noronha é algo incrível. Deus realmente caprichou naquele lugar belíssimo. Fica difícil até encontrar adjetivos, creio que só estando lá pra saber.


E já que nem tudo são viagens, lazer e ilhas paradisíacas, quais os planos profissionais em médio prazo? Ano passado foi um ano de muitos convites para teatro e não consegui por causa dos compromissos e projetos nos EUA. Gravamos um longa "EAS" Esquadrão antissequestro, no papel de um norte- americano, chefe de uma célula terrorista internacional. O longa tem previsão de lançamento para 2015. Foi maravilhoso, acredito que este filme pode me abrir muitas portas internacionais, pois também será lançado em outros países. Fizemos juntos um ensaio fotográfico em NYC para uma campanha publicitária de uma marca de camisaria do Brasil. Estamos numa fase de estudos nos EUA. Temos ficado já há algum tempo mais pelos EUA do que no Brasil.  Só vamos ao Brasil para trabalhos e voltamos, já que o Carlos tem o Greencard e em breve se tornará cidadão americano.

Qual recordação vocês levaram de Noronha? Dias inesquecíveis que passamos lá. Sem dúvida nossa melhor lua de mel até agora. (risos)

segunda-feira, 20 de abril de 2015

FITNESS: Os primeiros passos para ter um tanque

Um dos grupos musculares mais populares e que chama atenção dos malhadores e atletas em geral é um bom abdomen definido, vulgo "tanquinho". Talvez seja o sinal mais evidente de que uma pessoa se cuida e treina em academia seja justamente esse ponto, o abdomen. Sabemos da regra básica que só os exercícios não resolve, uma dieta balanceada com diminuição e cortes em gorduras e doces vai ajudar bastante. Assim como alguma atividade aeróbica, como uma boa corrida, pular corda ou mesmo bicicleta antes do treino, para ajudar a queimar a gordurinha em excesso. Com isso em dia, o resto é malhar!

Separamos aqui os cinco melhores exercícios para definir abdominais. Lembrando que é importante pratica-los com cuidado e sem exageros, pois um exercício mal feito e exagerado pode prejudicar a coluna e causar lesões musculares graves. Para isso, o ideal é consultar um especialista para não errar nos movimentos. O ideal é faze-los com calma e utilizando um colchonete de espuma para proteger o corpo e não deixar a coluna em contato direto com o chão. Outro fator importante é saber e identificar as várias zonas de músculos abdominais que merecem atenção isolada para cada um, para que se tenha sucesso no final da prática dos exercícios.

01 - Abdominais básicos
O mais popular dos exercícios, o exercício básico é muito simples de realizar. Deite-se confortavelmente de costas no chão, pernas cruzadas para o alto, com flexão do tronco com cerca de 25 graus para a frente, vá assim de encontro com as suas pernas que devem permanecer suspensas. Não é necessário chegar com o corpo aos joelhos, já que com apenas a elevação de 25 graus os abdominais já estão a ser exercitados. Deverá sim concentrar-se na técnica para que o exercício tenha o efeito pretendido. Sempre que fizer a elevação deverá manter-se na posição final cerca de 3 segundos, inspirando quando estiver a fazer a flexão e expirando quando estiver a voltar à posição inicial.

02 - Abdominais Completos
Este é talvez o exercício mais utilizado, em academias e outras atividades esportivas. Deite-se de costas confortavelmente em um colchonete para proteger a coluna. Posicione as pernas elevadas com os joelhos levemente flexionados. Coloque as mãos na lateral da cabeça, perto das orelhas e faça elevações dos ombros e tórax em direção aos joelhos. Cuidado para não fazer força na cabeça para não causar problemas no pescoço, tente manter o tórax o mais direito possível em todas as repetições.

03 - Abdominais Oblíquos
Este exercício serve essencialmente para exercitar os músculos do lado da cintura. Deite-se no chão, cruzando as pernas formando um ângulo de 30 graus, e posicione as mãos junto das orelhas. O exercício é extremamente simples, e consiste em (sem dobrar a zona dos braços) elevar um ombro em direção ao joelho oposto, voltando lentamente à posição inicial, e alternar os ombros até repetir as vezes necessárias. Não se esqueça de inspirar e expirar nas posições corretas.



04 - Elevação de Pernas
Outro exercício bem popular nas academias e extremamente simples de realizar, que lhe poderá trazer grandes benefícios, principalmente nos músculos inferiores. Deite-se de costas no chão, com as suas pernas num ângulo de 90 graus com o tronco e as mãos junto ao chão. De seguida, enrole lentamente as suas pernas em direção à cabeça de forma a contrair os músculos, e no final volte à posição inicial.

05 - Rotação das pernas
Um ótimo exercício para exercitar os músculos da sua cintura. Deverá deitar-se de costas confortavelmente, dobrando as pernas e com os pés bem rentes ao chão. De seguida, rode as pernas de forma a tocar com cada joelho no chão, mantendo sempre as mãos junto ao chão e o tronco sempre direito e também junto ao chão.


Vale lembrar mais uma vez que é importante que a má realização dos exercícios poderá trazer algumas complicações na zona lombar, ou mesmo na sua coluna. Por isso o melhor, em caso de dúvidas, é perguntar a um especialista quais os melhores exercícios para o efeito que pretende obter. Na dúvida com relação a esses exercícios propostos, confira esse vídeo que demonstra de forma simples como praticar os exercício em casa mesmo. Pegue uma bola, escolha um local confortável e comece a trabalhar seu tanquinho!

sexta-feira, 17 de abril de 2015

CAPA - Marcelo Argenta de volta com novos projetos e desafios na TV e no cinema

O gaúcho Marcelo Argenta largou a computação e foi atrás de realizar seus projetos como ator. Mudou-se para o Rio de Janeiro e entre um curso e outro, conseguiu aos poucos participações que depois o levaram à estrear numa novela de destaque e aí deu início a outra fase de sua carreira. E a cada novo personagem, um novo desafio em se superar e criar uma trajetória de sucesso. E é justamente o que em breve Marcelo irá dar continuidade com seus novos projetos na TV e nas telonas. Conheça um pouco da trajetória de Marcelo até aqui e prepare-se para não ser pego de surpresa com seus próximos trabalhos.

Você nasceu em Passo Fundo (RS) e hoje em dia mora no RJ... Como se deu essa mudança? O que leva das suas origens para sua realidade carioca? E já se sente um pouco carioca? Sobre essa mudança de Passo Fundo pro Rio, era algo que eu jamais esperaria na vida, até meus 21, 22 anos. Em Passo Fundo eu cursava a Faculdade de Ciência da Computação, na UPF. Nunca tinha me envolvido com teatro. Até que um dia teve uma Oficina de Teatro e TV na minha cidade e resolvi fazer. Fiz e gostei muito daquilo que fiz, o teatro, a interpretação. Mas ficou nisso. Segui minha vida lá...cursando a faculdade e trabalhando numa empresa de refrigerante. Quase um 1 ano depois da oficina, quem ministrou a oficina organizou uma turma pra vir ao Rio, conhecer a cidade, a profissão, conhecer produtores enfim…Viemos, e pra resumir a história, da turma toda que veio eu fui um dos únicos de ficou. Tomei a decisão de dizer que “era isso que queria fazer da vida” tranquei minha faculdade no Sul e pedi demissão do meu trabalho, tudo por telefone! E entrei numa escola de atores no Rio. Onde me formei ator e, aos poucos, naturalmente fui me inserindo ano mercado de trabalho. O que levo das minhas origens pra realidade carioca, eu acho que nada, (risos). Podia ser, o chimarrão, mas como moro sozinho não tenho o habito de tomar. Mas, quando rola um churrasco ai sim, o gaúcho aqui toma conta da churrasqueira. Se não for meu o churrasco, pelo menos fico de olho, (risos). E já me sinto, em parte, carioca sim! Gosto da forma de ser da cidade, despojada. Sou assim também, acredito, por isso me sinto à vontade aqui.



Seu início foi fazendo participações em novelas até chegar à um papel de destaque no novela Amor à Vida. Como se deu esse processo. É uma conquista “diária” à cada novo trabalho que surge? Meu início como ator foi no Rio, na escola, com peças, passando por alguns curta-metragem, séries, filmes publicitários, onde fiz várias campanhas de veiculação nacional, e até, de uma forma natural começar a fazer algumas participações em novelas da Globo. Chequei em “Amor a Vida”, depois de eu ter feito uma participação na novela “Cheias de Charme”. Após essa minha participação, a produtora de elenco da novela iria, futuramente, me indicar pra um teste pra novela “Amor a Vida”, a qual ela seria a produtora de elenco. Depois de, quase, dois meses dessa minha participação em “Cheias de Charme” chegou até min o “esperado” teste. Fiz o teste e depois um bommm tempo tive o retorno de que eu estaria na novela. Sobre o personagem, de início ele não seria metade do que acabou acontecendo, virando. O personagem foi se desenvolvendo ao longo da trama. De início era certo minhas cenas com a personagem da Tata Werneck, a Valdirene, era apenas o que eu sabia. O envolvimento do personagem, Dr. Vanderlei, na parte médica; Fertilização, que envolvia o núcleo dos personagens dos atores Thiago Fragoso, Marcello Antony e Danielle Winits, isso se deu durante a trama, no andamento da novela, assim como nos últimos meses da novela o personagem, Dr. Vanderlei, começar a se envolver com a Persefone, personagem da Fabiana Karla e terminarem a novela juntos. E sim, cada trabalho, é sempre uma nova conquista e sempre um início. Início de uma nova jornada, um novo mundo, um novo universo.

Com 1,90m de altura pensou em ser jogador do vôlei ou basquete? Bom, com 1.90 não só pensei como joguei vôlei, mas de hobby. O que levei mais a sério foi o Basquete. Joguei basquete no colégio, no 2 grau, e num clube da cidade. Levava tão a sério que via quase todos os jogos da NBA, na madrugada, e a ver acho que na época todos os vídeos que existia sobre Michael Jordan. (risos).

Como é sua relação com vaidade e moda? Sou vaidoso, acho que no “normal”, nem demais nem de menos. Procuro estar bem e antes de tudo me sentindo bem, a vontade, com o que estou vestindo. Curto o básico. Jeans e camiseta. E acho que faço um estilo mais rústico, não sei. (risos)


Depois da exposição que a novela trouxe o assédio aumentou. Como lidou com isso? E depois que passa a novela e as pessoas deixam de te parar na rua para tirar foto... Isso incomoda de certa forma também? A questão da exposição que a novela me deu, em nenhum momento ela pra min é ou foi ruim. Muito pelo contrário! Com ela que tive meu trabalho exposto ao grande público, pro Brasil todo. Não só meu trabalho na novela como em outros veículos, um deles na publicidade. Já fiz várias Campanhas e depois de me verem dizer, - Hááá você fez aquele comercial X, aquele Y, era você?!  É claro que também com o final da novela isso diminui, e também porque depois da novela, eu dei uma mudada no visual. Estou de barba e o cabelo comprido, (risos). Mas no fim, vejo ainda olhares pra min, de quem diz. - Conheço ele de algum lugar?! Se a pessoa tiver a oportunidade de falar comigo ela acaba perguntando da onde me conhece. (risos). Você faz TV ne?!(risos) Ou até lembrarem do personagem. (risos)

O que o trabalho de ator te desafia mais? O que te move nessa área? O trabalho do ator te leva pra um outro mundo, uma outra vida. Acho que é isso o mais interessante da profissão. E o que me desafia mais é o quanto o personagem é mais distante da minha realidade, da minha vida. Acho que ai o que o bicho pega mesmo. Mas, de qualquer forma, sendo mais distante, ou mais próximo da minha realidade, há sempre os desafios, é sempre um caminho trabalhoso. Isso acho que varia muito também. Pode também ser do personagem mais distante, ser “mais fácil” de se criar. Por que aí você não tem parâmetros, você cria digamos do “zero”. Fazendo com que você tenha mais liberdade, mais possiblidades na criação, ousar mais.


Ainda em “Amor à Vida” você contracenou diretamente com as atrizes Fabiana Karla e Tatá Werneck, que são duas atrizes com a veia cômica bem aguçada. Como foi trabalhar com esse tom mais descontraído e humorístico? Sim, as duas são feras na comédia. Mas nesse trabalho especifico foram duas formas de trabalhar. Com a Tatá era sempre comédia, cenas com maiores liberdades. O “time” das cenas ia sempre pra comedia. Até porque, o núcleo dela, que era ela e a mãe dela, personagem da Elizabeth Savalla, tinha uma certa “permissão” pro improviso, assim, criando as vezes, no momento da cena “gags” piadas. Então, com a Tatá a batida era rápida, o ritmo da cena era rápido, tinha que tá muito ligado sempre. Teve um caso curioso numa cena, que no finalzinho da cena, era dentro do carro, ela saindo carro, ela manda uma palavra ou frase, não me recordo, que foi de improviso dela, e eu respondi com outro improviso, que acabou que ela, a atriz Tatá, riu, e não a personagem, e no final acabei rindo também, e foi usada essa pra ir pro ar. Quando vi no ar, achei ótimo!! (risos) Já com a Fabiana, sempre foi mais num ritmo do drama, seguindo sempre o que o texto pedia. Eram cenas mais naturais, que ao contrário das cenas com a Tatá, que chegava ir até certo ponto pro absurdo. Ambos foram trabalhosos e muito prazerosos. As duas são duas grandes atrizes, e eu tive o privilégio de na minha primeira novela contracenar com as duas. Fazendo comédia e drama no mesmo trabalho. Maravilhoso!!

Isso mesmo, comédia ou drama? Onde você acha que se sente mais à vontade? Comedia ou drama. Não tenho escolha, e nem sei se um me deixa mais à vontade que outro. O que vale pra mim é a história a ser contada. Os personagens.

O que te faz rir e o que te tira do sério? Gosto do humor-negro, humor sarcástico, e também aquele humor que se esconde por de trás de um grande drama, dilema. Tenho gostado do humor do programa novo do Adnet, o “Tá no Ar a TV na TV”. Aquilo me faz rir e muito!! Acho fantástico! E o que me tira do sério; Bom, muitas coisas, se for citar não paro mais. O momento tá caótico!

Falamos de assédio... você está em um relacionamento sério há alguns anos. Como manter a fidelidade num momento onde o assédio e as possibilidades são grandes e mais fáceis? Simples. Sou muito bem resolvido na relação. Não tenho a necessidade de mais nada. Então, se manter fiel e ou resistir ao assédio, isso se torna fácil.

Para você o que um casal precisa ter para manter um bom relacionamento. E onde mora o perigo? Acho que pra manter um bom relacionamento é o respeito um pelo outro e também seu espaço. Respeitar o espaço do outro, a sua intimidade. Por mais que sejam íntimos, acho sim que cada um deve ter a “sua intimidade”.

Quando não está trabalhando o que mais curte fazer? O que te tira de casa fácil?! Digamos que nunca paro de trabalhar. Posso não estar num trabalho especifico no momento, mas estou sempre em função do meu trabalho. Lendo, Estudando, vendo filmes, indo ao teatro, me exercitando...e que no final das contas são coisas que eu curto, que me tiram de casa, assim como ir na casa de amigos e sair pra jantar. E depois volto pra casa. Pois sou muito caseiro! (risos)

E falando em trabalho... soubemos que vem novidades por aí... Conta o pouco sobre isso... Bom, enquanto estou fora da TV, tenho me envolvido em projetos independentes. Uma série de ficção científica que será provavelmente vendida, futuramente, pra TV, um longa-metragem com o produtor e diretor Adriano Lírio, estamos na fase de desenvolvimento do roteiro, e nesse meio tempo estou indo passar uma temporada em São Paulo, de uns 2, 3 meses, devo fazer uma peça por lá e ainda a ser definido por estes dias minha participação numa série pro canal HBO. Acredito que devo voltar pra TV no segundo semestre…


quinta-feira, 16 de abril de 2015

FOTOGRAFIA: AS "SEREIAS" DE ANGELO PASTORELLO


O que pudemos constatar ao admirar o trabalho do fotógrafo Angelo Pastorello, é o poder de captar com muita criatividade e elegância belíssimas imagens da sua forma de olhar por trás das lentes. Com técnicas apuradas e olhos sensíveis Pastorello tem se destacado aqui no Brasil e no exterior, seja com fotos simples de uma viagem ao Chile à um ensaio sofisticado para um editorial de moda, de um nu para revista ou um simplesmente um portrait, a marca da elegância e bom gosto está registrada junto à foto. Angelo, fez para a MENSCH ensaios incríveis com o cantor Paulo Ricardo e o ator Carlos Casagrande, recentemente produziu o calendário da Sirena (que você confere aqui algumas fotos) e sempre nos surpreende com algo inesperado. Um homem tão simples quanto eficiente no que faz se mostra nessa entrevista um cara comum querendo criar e realçar a beleza das coisas de forma marcante. Tão marcante quanto essas belas imagens que ilustram essa matéria.


O que você busca com a fotografia que já realizou e o que ainda busca através dela? A busca é para sempre, a melhor foto é sempre a que eu "ainda" não fiz! Existem muitos trabalhos que me deram satisfação, portanto eu me realizei com estes trabalhos, a "busca" mais importante, além da conceitual, é a busca por condições "ideais", tempo e remuneração e equipamentos adequados, assim como trabalhar com profissionais que realmente entendam de suas áreas, diretores de arte, editores. Continuar fazendo exposições e publicar livros também fazem parte desta busca.
      
Qual a marca dos seus trabalhos? Qual sua característica? Eu prefiro que as pessoas falem sobre o meu trabalho, o que elas vêem e sentem nas minhas fotos!! O grande "desafio" para a maioria dos fotógrafos é ter esta "marca", uma "assinatura", que não é a técnica simplesmente, mas o conceito, o olhar. Isso é um "debate" amplo, pois conceito, olhar, originalidade são "conceitos" subjetivos. Técnica é importante saber e podemos estudar, até para podermos "desprezar"!!! Sensibilidade, "intuição empírica" e senso geométrico é mais difícil, são muitos fatores que vão compor cada fotógrafo. Em relação ao meu trabalho, uma característica forte é a minha preocupação com volumes e dimensões, através de uma iluminação elaborada, enquadramento e direção quando eu fotografo pessoas. Em trabalhos profissionais onde eu tenho um briefing, um layout, eu "tento" incorporar estas características "técnicas". Em trabalhos autorais, desde a concepção até a execução, a responsabilidade é totalmente minha. Da escolha do 'tema", como "olhar" este tema, escolha da câmera, filmes, como vou revelar estes filmes, como vou ampliar, em que tipo de papel. Enfim, todos os detalhes. Nestes casos acredito que minha maneira de olhar e resolver este olhar esteticamente fique mais evidente.  




Você uma vez citou que fotografar um nu para exposição te dava mais liberdade. Por quê? O que diferencia de um nu para uma revista? Porque no trabalho autoral eu sou o responsável por tudo, portanto tenho liberdade total, a proposta é minha para mim mesmo! Quando eu fotografo para uma revista eu divido esta responsabilidade com uma equipe, com a direção de arte da revista, com a produção, com o make e na maioria das vezes eu sigo um briefing e o "estilo" da revista. Isto não significa que é melhor ou pior, apenas que é um trabalho de equipe. Uma foto não é "melhor" ou "pior" por ter sido feita para uma exposição em Museu ou para uma revista. Muitas fotos que foram publicadas em revistas poderiam estar expostas num museu...e muitas exposições não poderiam estar publicadas em nenhuma revista!
                           
Como foi a concepção desse novo calendário da Sirena? E em que esse se diferencia dos demais? Foi a quarta vez que eu fiz o Sirena, acho que este calendário é uma evolução natural, ele tem uma única foto de cada modelo, o que torna a escolha mais difícil. E a decisão de fazer tudo em P&B também contribuiu p deixar as fotos mais elegantes.



Que dicas você daria ao leitor MENSCH que está iniciando no universo da fotografia? Não se forma um profissional em pouco tempo, em área nenhuma, e em fotografia também. A "revolução" digital trouxe uma facilidade e uma "democratização" da imagem fotográfica, o acesso a câmeras é mais fácil, a fotografia migrou para telas de iPod, iPad, celulares e computadores. Barateando todo o processo e nivelando as imagens em resoluções baixas que "enganam" os olhos quando vistas "virtualmente" nestas telas. Por outro lado existe uma "banalização" da fotografia, sem critério nenhum. Vejo pessoas se dizerem fotógrafos sem ter idéia do que é Luz e sem ter os pré-requisitos básicos da fotografia. Aprendem um básico de photoshop e se intitulam fotógrafos. A dica é: estudem!! Procure um curso, sejam assistentes de profissionais com história, leiam muito, se informem cronologicamente, história da fotografia, estudem fotógrafos de diversas áreas, para os digitais, entendam o que é, e como funciona um Fotodiodo (pixel), aprendam a fotometrar e a interpretar a luz, estudem Zone Sistem, amplie suas imagens em papeis fotográficos, e principalmente, não se ache importante!! 
      
Quem é Angelo Pastorello sem a câmera fotográfica? Um observador...


quarta-feira, 15 de abril de 2015

MODA: ABAIXO DE ZERO COM CASACOS, TRICOTS E CHEIO DE ESTILO

A moda para o frio muito forte, muitas vezes abaixo de zero merece um cuidado especial, pois além de ser confortável e usual, ela precisa ter elegância e charme. Se você vai se aventurar por lugares onde a temperatura é bem abaixo da nossa, saiba que dá para se manter agasalhado sem abrir mão de peças que tragam um estilo próprio e uma certa ousadia na hora de combinar as peças. Elaboramos quatro looks misturando harmonicamente peças de marcas variadas dando um resultado cheio de personalidade e elegante.







Fotos Jeff Segenreich (Salt Mgt)
Beleza Carolina Carpegiani (Salt Mgt)
Modelo Bruno Calil (40 graus Models)

terça-feira, 14 de abril de 2015

HOMEM DE ESTILO POR MANOELA FURTADO

Das revistas de moda pelo Brasil e mundo a uma vida em família cercada de eventos profissionais pelo Recife. Relações Públicas, Manoela Furtado é produtora de eventos em parceria com o marido Bruno Rego e veio a MENSCH estampar sua beleza em nossas páginas e falar de estilo. A moda já não é prerrogativa em sua vida atualmente, mas Manoela sabe combinar conforto, personalidade e elegância e passa umas dicas pro leitor que quer fazer bonito. 

De que forma e em que momento a moda entrou em sua vida? Desde os 15 anos já fotografava e fazia algumas campanhas aqui em Recife, aos 19 anos fui pra São Paulo e viajei pra fora do Brasil em vários países pra trabalhar como modelo. Desfilei e fotografei para várias marcas, estilistas e revistas no Brasil e fora. Hoje em dia a moda não é mais prioridade no meu dia a dia como era antigamente, mas curto e acompanho suas tendências sempre.

Para você o que é ter estilo? Como você identifica isso em alguém? Primeiro é respeitar o seu gosto, personalidade e suas limitações em relação as várias nuances que a moda hoje em dia oferece. Ter estilo é muito mais usar o que tem a sua cara e combina com você, do que copiar alguém ou ir de encontro com seu estilo de vida pra estar na 'moda'. É você se sentir bem e seguro com as suas escolhas seja pra ir ao trabalho, seja pra ir a um show, casamento, supermercado... 

Como você vê a moda masculina hoje em dia? Dá para ficar na moda sem ter que seguir tendências? Os homens estão cada vez mais antenados, se antes eles não se preocupavam tanto com a aparência, hoje já entendem que alguns detalhes fazem toda a diferença, prezando mais e mais pelo conforto e qualidade nas roupas e acessórios. Hoje em dia dá pra eles se vestirem bem com os mais variados preços e sem precisar seguir a tendência da moda atual.

Onde os homens tem errado e o que seria infalível na hora de se vestir? Não acho que tenha certo ou errado quando o quesito é moda, mas na dúvida, prefiro o clássico e o básico chique. Não tem erro uma boa camiseta branca com um caimento legal e uma calça jeans escura ou detonada que você se sinta bem.

É brega um homem que se veste fora do seu próprio estilo só pra parecer alguém que não é e impressionar uma mulher? Não usaria o termo brega, já que estamos falando em estilo, acho que o termo mais correto seria uma atitude fora de moda. Não dá pra assumir um estilo que não é o seu pra tentar impressionar uma mulher. Vai chegar uma hora que não vai dar mais pra segurar, e todo o esforço da conquista vai por água a baixo.

O que não pode faltar na nécessaire de um homem? Barbeador, escova e pasta de dente, desodorante e um bom frasco de perfume.

Verão, praia... qual o tipo de óculos de sol que você mais gosta neles? Acho o Wayfarer da Ray Ban clássico, chique e nunca sai de moda. Além de cair bem nos mais diversos formatos de rostos. 


O que um homem deve levar quando for para um programa na praia ou piscina? Uma bermuda "d'agua" confortável, com uma estampa (ou até mesmo liso) que representante seu estilo.

Falando em praia... bermuda ou sunga? E qual o tipo mais te agrada? Quando o assunto é praia, cai bem os dois! Gosto das Sungas um pouquinho mais largas na lateral. E a bermuda serve mais como uma composição, na hora de chegar na praia, na piscina, no clube.

Nessa estação mais quente do ano, o que você prefere: chinelo de borracha, sandália de couro ou sapatenis? Chinelo de borracha, simples, descolado e tudo a ver com o nosso verão.

Que dica você daria de peças para um homem se vestir com mais estilo? Uma peça que mesclasse o moderno e o clássico: uma boa camisa jeans com corte de alfaiataria que somado à um jeans mais sequinho fica perfeito. Foge do básico e deixa o look bem modernoso.

AGRADECIMENTOS DORINNHAA (MAKE UP/HAIR), ANIMALE (LOCAÇÃO E LOOKS MANOELA), REDLEY, RESERVA, FORUM, ARAMIS  MENSWEAR (SHOPPING RECIFE)