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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

BAR: Seis drinks com whisky para você fazer em casa

A criação de um cardápio de drinks pede sempre um conhecimento dos diversos elementos que encontramos disponíveis para realizar as melhores combinações. As linhas de especiarias são ricas na construção desses elementos, mas a definição dos destilados que compõe as bebidas são buscas que requer uma atenção bem especial. Saber identificar o paladar matriz de um pessoa é uma tarefa que requer conhecimento tanto que quem vai beber como dos elementos à mão para realiza-los. Os whiskys cumprem um prazer altivo pelo mundo, sendo assim, o tornamos o ponto de partida para as dicas de drinks que vamos apresentar aqui, a nobre união dos destilados de grão em composições ricas em sabor.


YOUNG WHISKER

• 50 ml de whisky
• 150 de Coca-Cola
• ½ limão em suco sem açúcar
• Laminas de limão 
Proposta simples e de sabor naturalmente familiar, a união da Coca-Cola com o whisky e levemente saborizadas com o suco de limão, o preparo é diretamente no copo.

PEACH MALT

• 50 ml de Whisky
• 150 de chá comercial de pêssegos
• ½ limão Taiti em suco
• Twist de limão
• Flor de Anis
Reunimos estes elementos de forma rápida e direto no copos com pedras de gelo, e laminas de limão e o anis. 



CAJU

• 50 de whisky
• Suco de limão verde
• 50 ml de suco 100 natural e doce do fruto caju
• 40 de refrigerante de limão
Unimos o suco de limão, o suco de caju ao whisky no processo de misturas em um mix glass desta forma não adicionamos muita água do gelo ao drinks. Para finalizar, complete com o refrigerante de limão.

GODFATHER

• 40ml de whisky
• 40 de licor de amêndoas
• 10 ml de suco de limão siciliano
Junte em igual proporção o licor de amêndoas ao whisky ao shake e bata suavemente! Passe a mistura para o copo com pedras de gelo e adicione o suco de limão siciliano.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

ACONTECEU: Mensch Experience - Vinhos de verão



A 2ª edição do MENSCH Experience trouxe como dessa vez os vinhos de verão. Que harmonizados com pratos perfeitos, preparados pelo Chef Augusto Lima, deu o tom especial para a noite do encontro que reuniu um pequeno grupo de parceiros e leitores da MENSCH nas instalações da HAUT. Na ocasião ainda aconteceu um descontraído bate-papo sobre arquitetura, design e urbanismo com o arquiteto, e diretor da construtora HAUT, Thiago Monteiro. Os convidados ainda puderam conhecer um pouco mais da história e obras do badalado paisagista Burle Marx, natural de São Paulo, mas com importantes obras em Recife, como a Praça de Casa Forte, localizada no Recife, cidade natal de sua mãe. Que é uma das seis praças de autoria do paisagista na capital pernambucana que foram tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Suas obras ganharam o mundo através do seu olhar em construir espaços de interação entre o homem e a natureza.

Para a harmonizar com tudo isso, a ideia de Luiz Figueiredo, sócio e diretor da LACOMEX, que comentou: “a proposta para esse Mensch Experience, já que estamos em janeiro, verão, próximo ao Carnaval, foi a gente trabalhar um pouco a gastronomia do verão junto com vinhos de verão”. Com rótulos de Portugal e França que trazem o frescor necessário para essa época mais quente do ano. Abaixo os selecionados da vez. Destaque para o vinho verde rosé que foi aprovado por unanimidade pelos convidados. E o frisante que casou super bem com a sobremesa com sorvete DEGUSTA. Uma bela forma de encerrar essa noite de sucesso.




Veja vídeo do evento:

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

BEBIDA: Um brinde com o “champagne” made in Italy

Ferrari, o mito italiano! Carro? Desta vez não! Mas sim uma espetacular vinícola, cujo sucesso nasceu graças à intuição de um jovem, Giulio Ferrari, viticultor e enólogo, e seu sonho de criar na sua terra natal, Trento, no Nordeste da Itália, um vinho capaz de rivalizar com os melhores Champagnes. Ferrari é sem dúvida, o melhor espumante método clássico produzido no Mundo fora da famosa região francesa.

Giulio Ferrari foi um verdadeiro pioneiro, o primeiro a entender a extraordinária vocação de sua terra, e as similitudes desta com a região de Champagne. É assim que começa a produzir algumas garrafas selecionadas com uma adoração obsessiva pela qualidade. Como manda a tradição da família italiana, de perpetuar o trabalho dos pais e avós, não tendo filhos, Giulio Ferrari procurou um sucessor a quem confiar seu sonho, e o sortudo foi Bruno Lunelli, dono de uma famosa Enoteca em Trento. Graças à sua paixão e ao seu talento empresarial, Bruno conseguiu, a partir de 1952, aumentar exponencialmente a produção sem comprometer a qualidade, seguindo a mesma linha desenhada pelo fundador e mantendo a tradição.

Hoje, com 115 anos de história, a Ferrari conta com 120 hectares próprios, divididos em 8 vinhedos diferentes, mais 400 hectares de 500 pequenos viticultores que fornecem as uvas à vinícola e precisam seguir um rígido protocolo de viticultura sustentável de montanha, com a proibição total do uso de herbicidas e foco particular nas práticas orgânicas de manejo do solo. A uva mais importante para a vinícola é a chardonnay, que, aliás, foi introduzida na Itália por Giulio Ferrari, no final do século XIX, mas a pinot noir também é utilizada, especialmente na produção dos rosés.



A Ferrari entra imediatamente no coração dos entusiastas mais exigentes, que encontram um estilo próprio, cheio de elegância e complexidade. A tradição continua, e Bruno Lunelli passa a paixão para seus filhos: sob o comando de Franco, Gino e Mauro, a Ferrari se torna líder na Itália e o brinde italiano por excelência no mundo. Nos últimos anos, alguns dos rótulos destinados a entrar na história foram destacados: Ferrari Rosé, Ferrari Perlé e Giulio Ferrari Riserva Del Fondatore. Depois de mais de um século desde sua fundação, a Ferrari é sinônimo de excelência “Made in Italy”, produzindo os melhores espumantes da Itália, e alguns dos melhores do mundo! Sagrou-se, por duas vezes (2015 e 2017), “O melhor produtor de espumantes do Mundo” pelo mais importante concurso de espumantes, “The Champagne and Sparkling Wine World Championships”, que acontece em Londres. O Giulio Ferrari, o topo da gama, é simplesmente o mais premiado vinho de toda a Itália pelo Gambero Rosso, que é o mais importante guia de vinhos do país.




ELABORAÇÃO DO FERRARI

Colheita exclusivamente manual em setembro. Fermentação a 20-22°C dos vinhos base em inox. Malolática completa. Assemblage dos vinhos para segunda fermentação. Adição do licor de tiragem com leveduras e açúcar. Tomada da espuma na garrafa, com longo envelhecimento ''sur lie'' de 36 meses a 10 anos, dependendo do tipo do espumante a ser produzido. Processo de ''remuage'' mecânico por gyropalette. “Dégorgement” com congelamento do depósito. Licor de expedição. Colocação da rolha e do arame de proteção. 

DIRETRIZES ENOGASTRONÔMICAS

Muito versáteis, os espumantes são os vinhos que mais harmonizam com uma infinidade de pratos como: aperitivos, entradas, e seguem acompanhando brilhantemente quase todos tipos de alimentos. Alguns exemplos: carpaccio de atum ou salmão, agulhas e trilhas fritas, grelhado de lagostins, risottos, massas, lulas recheadas, tempurá, sushi e sashimi.  Quanto às sobremesas, harmonizam perfeitamente com espumantes demi-sec ou doces. Temperatura de serviço: 7°






quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

BEBIDA: Os melhores espumantes para brindar nas festas de fim de ano

Um bom espumante é sempre um bom motivo para muitos brindes. A bebida que é a cara de celebração está sempre no topo da lista das bebidas mais consumidas durante as festas de fim de ano. Porém por mais popular que seja essa bebida, muita gente tem dúvidas na hora da compra e por muitas vezes pode acabar levando algo achando que parece ser muito bom e na verdade não é. Para isso é bom ter uma noção básica sobre espumantes (e Champagne). 

O espumante é um tipo de vinho cujas características e métodos de produção foram importados da França. Dos espumantes naturais faz parte a mais famosa de todas as bebidas, o champanhe, produzido na região francesa de Champagne, que acabou por virar uma denominação popular, porém equivocada, dos vinhos espumantes em geral. O verdadeiro champanhe ou champanha é um vinho branco espumante produzido no Nordeste da França, na região de Champagne, por meio da fermentação da uva através do método champenoise, tendo início com os monges Dom Pérignon e Dom Ruinart. 


A principal característica de um espumante é o seu perlage, ou seja, a formação de borbulhas que, partindo do fundo da taça, desenha correntes de bolinhas que se dirigem para cima e somem ao atingir a superfície do líquido. Uma dica é pedir para se fazer um teste na loja antes de levar pra casa várias garrafas para brindar com os amigos.

O seu processo de fabricação é demorado e caro, sendo praticamente o mesmo de séculos anteriores. A principal alteração no processo de produção foi introduzida por Nicole Ponsardin, a viúva de Felippe Clicquot (Veuve Clicquot), que desenvolveu um método para retirar todo o fermento da garrafa. Aqui no Brasil, todos os vinhos que têm espuma terminaram sendo chamados de espumante, que por conta do seu baixo custo e excelente qualidade, estão competindo no mercado internacional. Entre os melhores estão o Chandon, Aurora e Casa Valduga. O espumante brasileiro possui uma excelente aceitação, então caso não possa escolher pelo Francês, opte pelos brasileiros, pois quanto à qualidade, alguns afirmam que são melhores que os espanhóis e chilenos.

Muitas pessoas ainda têm receio em experimentar o espumante brasileiro e, muitas vezes, valorizam mais aquelas marcas estrangeiras consagradas. Recente pesquisa do Ibravin, Instituto Brasileiro do Vinho, mostrou que isso é um erro e que o Brasil possui espumantes deliciosos. Tanto que hoje em dia está se consumindo muito mais espumantes que em outros anos. Antigamente, 70% das garrafas eram vendidas no último trimestre. Hoje essa proporção caiu para 40%. Ou seja, estamos bebendo espumantes de forma mais contínua, com goles bem distribuídos ao longo do ano e das refeições - as borbulhas não aparecem só na hora do brinde. Conheça aqui 12 marcas selecionadas e tenha um ótimo brinde!




ONDE ENCONTRAR

J.P. Chenet Brut - Importadora: La Pastina. Sac (011) 3383-9303

Schloss Wachenheim - Sac (011) 2133-8600

Annela Andreani, François Montand Brut, Anna de Cordoníu Bru, Taittinger Brut, Barton & Guestier Chardonnay, Prosecco Ruffino, Cava Cordoníu Clássico - Importadora: Interfood, tel. (0xx11) 2602-7255

Moët & Chandon Imperial - Sac (011) 3062-8388

Pizzato Brut - Sac (016) 3334-2215

Obs.: Preços sujeitos a ajustes

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

BEBIDA: Um brinde com qualidade e sabor

Em tempos de celebrar o ano vivido e brindar um novo que se inicia, os espumantes ganham vez nas taças daqueles que querem sabor, estilo e requinte. E para fazer a melhor escolha diante de tantas boas opções conversamos com Phillippe Mével, diretor de enologia da Chandon com mais de 21 anos de experiência no setor.

AFINAL, O QUE É UM BOM ESPUMANTE?

Muita gente tem dúvidas na hora da compra e por muitas vezes pode acabar levando gato por lebre. Segundo Mével, a principal característica de um espumante é o seu perlage, ou seja, a formação de borbulhas que, partindo do fundo da taça, desenha correntes de bolinhas que se dirigem para cima e somem ao atingir a superfície do líquido. Uma dica é pedir para se fazer um teste na loja antes de levar pra casa várias garrafas para brindar com os amigos. 


Agora você deve estar se perguntando como se forma o perlage? Então, saiba que ele resulta da liberação do gás carbônico dissolvido no vinho que passa do estado solúvel para gasoso. Nos espumantes de qualidade, uma segunda fermentação alcoólica dá origem ao gás carbônico e daí se fala em espumantes naturais. Esta fermentação se realiza em recipientes fechados, que podem ser tanques resistentes à pressão ou na própria garrafa, mas também é possível obter espumantes pela adição de gás carbônico artificial e neste caso, temos vinhos gaseificados que, de acordo com o teor de gás, são classificados em frisantes ou em espumantes. Os frisantes possuem menor quantidade de gás carbônico que os espumantes, enquanto os frisantes tem pressão de 1 a 2 atmosferas (ou seja, a pressão dentro da garrafa é uma ou duas vezes maior do que fora), os espumantes tem pressão de 4 a 6 atmosferas.

AROMA E PALADAR

Uma vez que a bebida escolhida para o seu Réveillon foi o espumante, a escolha seguinte é em relação às marcas existentes e a qualidade que representam. Para observar a qualidade de um espumante deve-se ficar atento a cor, brilho, borbulhas, aromas e paladar. Neste sentido, a cor deve ser de média intensidade, o brilho deve ter uma perfeita limpidez, as borbulhas devem ser finas e numerosas; a formação de espuma deve ser abundante e persistente, os aromas de intensidade média, francos, delicados e elegantes remetendo a frutas, flores e especiarias, o paladar deve ser refrescante pela boa acidez e pelo gás carbônico que confere uma agradável sensação tátil de agulha; macio e cremoso, equilibrado com um final nítido, franco e medianamente persistente, de acordo com Phillipe Mével.

É bom lembrar que esses aspectos todos que dão qualidade a um espumante se originam a partir das uvas, que são a matéria prima da bebida. Elas devem possuir naturalmente uma boa acidez, um teor moderado de açúcar e serem cultivadas especialmente para a fabricação de espumantes.



A luz destas informações fica fácil de entender que, de acordo com a proporção de cada variedade no "assemblage", o espumante terá um estilo mais leve e frutado quando domina o Riesling Itálico ou então mais encorpado e estruturado quando domina o Pinot Noir.

Falando em nossa realidade no Brasil, segundo Mével, os nossos espumantes não ficam atrás dos espumantes de outros países. Para ele os espumantes brasileiros de boa qualidade têm condições para competir no mercado internacional, tanto no quesito da qualidade como no do custo. Deixando o champagne no topo da pirâmide, com certeza os espumantes brasileiros, a luz de degustações realizadas por associações e confrarias de enófilos bem como pela leitura dos resultados obtidos em concursos internacionais, vem se colocando na corte daqueles que disputam o segundo lugar.

Só é preciso continuar consolidando a imagem do Brasil no Exterior como país produtor de vinhos e de espumantes de alta qualidade em particular. O consumidor brasileiro também tem seu dever de casa: o mercado local de espumantes finos estimado em 24 milhões de garrafas de 750 ml ainda é pequeno e 35% deste volume são importados.
Um brinde!

SEGUNDO PHILLIPE MÉVEL

Tudo começa nos vinhedos, que sejam próprios ou de viticultores parceiros. A Chandon aclimatou e aprimorou as três variedades que entram na elaboração de seus espumantes. Trouxe da França — para ter certeza de contar com mudas sãs e isentas de viroses — o Chardonnay e o Pinot Noir, sendo que este segundo tipo, apesar de tinto, foi introduzido para ser vinificado em branco. Apostou no Riesling Itálico, já adaptado a Serra Gaúcha e desenvolveu muitos trabalhos para melhorar esta variedade embaixadora desta região. Além do melhoramento varietal, os especialistas da Chandon metodizaram a poda dos vinhedos próprios bem como a dos viticultores parceiros, adotando o sistema conhecido com “Guyot”. Nesse sentido, estabeleceram como rotina o método de condução vertical das videiras, em “espaldeira”, já empregado com êxito na França, sendo o mais apropriado para a obtenção de uvas de qualidade superior.

Todos esses cuidados, seguidos ao longo de cada safra, culminam na colheita das uvas, que é manual e seletiva. Os grãos e cachos impróprios são logo eliminados. As caixas destinadas ao transporte são preenchidas de forma moderada, para impedir o esmagamento dos frutos, e rapidamente enviadas à unidade de elaboração, evitando-se que as uvas percam algo de sua fineza de aromas. Aí, as uvas, classificadas segundo sua variedade, origem, teor de açúcares e estado sanitário, entram na fase decisiva de elaboração.

A Chandon desenvolveu técnicas de elaboração específicas e focada nos espumantes como a prensagem direta das uvas com prensas pneumáticas computadorizadas; o “assemblage”; a segunda fermentação e o envelhecimento sobre leveduras em tanques de pressão. Todas estas técnicas visam a enaltecer as qualidades intrínsecas das uvas e a desenvolver um estilo bem brasileiro nos espumantes assim elaborados que podem ser caracterizados como leve, frutado e refrescante.

Um dos segredos da qualidade da Chandon está no “assemblage”. Este processo, que não encontra em português uma palavra que o traduza de forma equivalente, significa a harmonização de vinhos de uma mesma região, porém de diferentes safras e variedades, reunindo o melhor de cada identidade para obter-se um conjunto de qualidade superior. Não deve ser confundido com uma simples mistura de vinhos de diferentes qualidades e de várias procedências visando corrigir defeitos de um com o outro. O “assemblage” não é simplesmente uma técnica, mas uma combinação de ciência e arte. E exige tanta sensibilidade e conhecimento quanto, por exemplo, a seleção de solistas para a montagem de uma orquestra. O virtuosismo de cada músico é fundamental, mas o objetivo final é a harmonia do grupo. Para que esse processo alcance êxito, os vinhos elaborados pela Chandon são avaliados desde seu nascimento até a maturidade, quando suas qualidades atingem o auge. É nesse ponto que se determina se um vinho tem condições de fazer parte de um “assemblage”, sempre pensando na etapa da segunda fermentação, quando este vinho se tornará um verdadeiro espumante.

Selecionados os vinhos de talentos diversos, por sua excelência, a partir de uma série de degustações, em que variam os integrantes do conjunto e a sua proporção no todo, busca-se a melhor opção de “assemblage”, que resultará num novo vinho mais harmônico e complexo do que cada um de seus componentes.

Esta técnica permite assegurar uma qualidade excelente e constante, com um estilo bem definido para cada tipo de espumante, garrafa após garrafa, ano após ano, independentemente das variações que sofrem as uvas a cada safra.



Acompanhe a MENSCH pela fanpage e Instagram: RevMensch 

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

BAR: Sabor e refrescância em dois drink

De Portugal para o Brasil, a vodka Purple chegou trazendo características técnicas e de sabor absolutamente inovadoras (onde o teor alcoólico foi criteriosamente pensado) ao segmento Premium. Com dez sabores, é a única vodka saborizada com cor. Procurando cativar o público jovem, exigente, elegante, com requinte e bom gosto a Purple traz uma imagem vanguardista em torno de eventos únicos. Para os drinks dessa edição a Purple convidou o mixologista Paulo Melo para preparar dois coquetéis usando a Purple White 40 e a Purple Original.

MANGA CALIENTE 

- 40 / 50 ml de Vodka Purple White 40 
- 30 ml de purê de manga rosa com pimenta  
- 20 ml de sumo de limão siciliano Misturar tudo na coqueteleira e servir em taça alta decorando com palito de bambu em fatia de manga rosa.

Veja como fazer:





GOTINHA ROXA  

- 50 ml de Vodka Purple Original 
- 30 ml geléia de uva com gengibre 
- Espuma de limão siciliano 

Misturar tudo na coqueteleira e servir em copo decorando com hortelã.

Veja como fazer:

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

BAR: Parece chá mas é drink


Depois da difícil escolha dos drinks, o próximo passo é o seu preparo. E quando chega o barman com uma criação de sabor, a comentar que utilizou compostos de chás na sua preparação? Mas, chá? Sim. Chá! A busca pelo paladar perfeito permeia por diversas sensações onde inúmeras ervas chegam a “causar” completamente em um novo sabor servido. Imaginar que uma infusão de cascas cítricas, folhas aromáticas, especiarias, saídas das diversas cozinhas de nossos avós carinhosas ganham uma alinhada composição de sabores. Somar conceito com frutas e retirar desta união néctares especiais, mesclar doses de licores e destilados com especiarias nativas, na intenção de encontrar a mistura ideal para favorecer nossas cartas de drinks é um processo gratificante e prazeroso.

As cerimônias em volta dos chás pertencem a culturas que transcendem décadas, chegando a difundir uma cultura (inicialmente local) em diversos países do mundo. E nas buscas e percepções pelo mundo, é impossível não perceber o quanto aquela cultura nos trouxe de elementos para estudos de sensações. Existem muitas cerimônias do chá, em várias culturas. Sendo as mais famosas, a complexa e serena cerimônia do chá japonesa e a comercial, barulhenta e cheia de gente "Yum Cha". Viagens, sintonias, aromas e prazeres definem o que é importante em harmonizar as combinações dos drinks. Daí uma carta de drinks utilizando dos cuidados de preparo dos chás e das notas que deles saltam ao paladar, promovemos três leves uniões em receitas simples de preparar. 


Realizar o ritual de chá doce, com o mix de amora e rosa, a parte da flor do hibisco e promover um choque térmico na raspa de gelo já na caneca. Adicionar uma dose de Vodka Purple roxa e guarnecer com as raspas de limão verde e fatias de limão siciliano. 

Veja making of do drink:



Encontre um ambiente agradável e saboreie! Pois as notas de hibiscos, além de serem ricas em compostos antioxidantes, têm ação diurética e pode ser uma grande aliada na perda de peso. Os flavonoides também são os responsáveis por boa parte dos benefícios do chá, com o hibisco sendo fonte de vitaminas, minerais, carboidratos e proteínas. A ação da amora restabelece as células e previne o envelhecimento a partir dos radicais livres. E a presença das pétalas de rosas mosquetas, com suas propriedades antioxidantes, é um forte no trato saudável na pele. Favorecendo assim na qualidade geral dessa bebida.


Realizar um agito da Vodka com o chá pronto e transferir para um taça champanhe baixa e adornar com uma fina fatia de limão, dando uma adição mais cítrica ao drink. A proposta da nomenclatura “Puttz” para o drink não vem do sentido pejorativo utilizado popularmente. Mas sim da sutileza de sabores e notas que temos nessa união, que é servida em taças Marie Antoniette, famosa amante do rei Francês Luiz XVI.

Assista o vídeo com o making of do drink Puttz aqui 


Nesta opção, não utilize nenhum destilado. Pois se sugere que seja apreciado bem leve. Após macerar as uvas, adicione as folhas de manjericão e o gelo e agite. Passe a mistura para a taça e adicione uma colher de bar da polpa de maracujá. A melhor maneira de se preparar o chá é colocar as folhas em um bule, ao invés de um sachê. Embora seja totalmente aceito o uso de sachês, o resultado com a folha direto é melhor. Adiciona-se água fervente e mantém-se a infusão por um tempo médio para a liberação de suas propriedades e características. 

Assista o vídeo com o making of do drink Chavena Dry aqui


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

BAR: Dois bares, bons drinks


Cada vez mais popular, a diversidade de drinks e coquetéis tem tomado conta de bares e restaurante mais descolados. A possibilidade de provar diferentes combinações abre o leque de possibilidades nos bares e cria um novo costume para os clientes antes acostumados às tradicionais doses de whisky, vodka ou no máximo uma caipirosca. A onda do gin chegou para reforçar ainda mais esse conceito de drinks diferenciados e aromatizados de diferentes formas. A tradição dos coquetéis é antiga e mundial. Esse resgate para o novo paladar nos bares é uma tendência atual no Brasil. Partindo disso, selecionamos dois ótimos bares em Recife que tem saído do lugar comum com sua grande variedade de misturas em formas de drinks e coquetéis. 


PINA COCKTAILS & CO. - Um bar só para drinks! Essa é a proposta do @pinacocktails que fica em Recife. O bartender Luciano M. Guimaraes, (lado direito na foto) com 17 anos de experiência com bebidas, junto ao bartender Bruno Amsterdam trazem ao Pina uma infinita variedade de drinks que fogem até do cardápio para agradar ao cliente. “Certa vez um cliente chegou aqui e pediu para eu fazer um drink que ele tinha tomado em Nova York e não sabia nem o nome. Ele foi descrevendo o que tinha no drink e eu fui fazendo. No final o cliente adorou e falou que era aquilo mesmo”, comentou Luciano. O Pina Cocktails & Co tem um clima todo especial com inspiração nos speakeasy norte-americanos da década de 1920, época rígida de Lei Seca nos Estados Unidos, onde os bares eram disfarçados como meras lojas e padarias e só se sabia do que se tratava por indicação de amigos. Com capacidade para 20 pessoas, o Pina trabalha com sistema de reserva e senha de acesso. 


PINA COCKTAILS & CO.
Informações e reservas: 99216.7329
@pinacocktails


EM CIMA GIN BAR Em matéria de bar de gin Recife acaba de ganhar o seu, o "Em Cima", em Boa Viagem, zona Sul, abriu suas portas em junho e está dando o que falar. Localizado no andar superior do restaurante Mingus, sob o comando de Emerson Pires (do lado esquerdo da foto) e Nicola Sultanum, o bar traz um clima descolado, espaço amplo, que inclui uma bela varanda, um extenso balcão e aos sábados a cabine do DJ é acionada para uma noite com mais clima de balada. Ideal para happy hour, o bar oferece uma excelente variedade de drinks à base de gin em seu cardápio assinado pelo mixologista João Morandi, e mantido pelo mixologista residente Mauro Gustavo, além de outras bebidas como whisky, vodka e cerveja. O menu assinado pelo chef Hugo Provot traz uma ótima variedade de entradas que vão de polvo com batatas crocantes, mini hamburguers a um delicioso atum com crosta de gergelim e maionese de wasabi. Destaque para o drink com hibisco e pimenta da Jamaica. 


EM CIMA GIN BAR - Rua do Atlântico, 102 - Boa Viagem, Recife / PE
Fone: (81) 3132-6040 - Instagram: @emcima.bar


sexta-feira, 15 de setembro de 2017

BEBIDA: Tem novo Scotch Whisky 12 anos no mercado brasileiro

Os amantes de um bom Scotch Whisky tem um ótimo motivo para comemorar, whisky Teacher’s lançou esse início de mês um whisky 12 anos seguindo uma tendência global por destilados super premium. Um dos passos mais importantes na trajetória da marca nos últimos 20 anos. Produzido na destilaria de Ardmore, na Escócia, ele chega com sabor encorpado e sofisticado, resultado de um blended equilibrado e marcante. O novo rótulo traz modernidade e inovação para o portfólio da marca, mas sem perder as características marcantes e tradicionais de Teacher’s, que tem mais de 180 anos de história.

“Teacher’s 12yo fala diretamente com apreciadores de destilados na faixa etária entre 26 e 45 anos. São consumidores mais exigentes, que apreciam sabores inesquecíveis, priorizando a qualidade e personalidade do produto”, ressalta Sylvia Sarubbi Costa, gerente de marketing de Teacher’s para Brasil, Paraguai e Uruguai. Atributos para isso não faltam ao whisky, com toque amadeirado, defumado e turfado, resultado de um processo de envelhecimento em barris de carvalho, tendo seu acabamento final de maturação realizado em barris de single malt de Islay, do premiado whisky Laphroiag.

O produto, de propriedade Beam Suntory - terceira maior empresa de bebidas destiladas do mundo -, chega vem com uma garrafa que traz um visual elegante e sofisticado que um 12 anos merece. Com lançamento mundial exclusivo em Recife, cidade com o maior consumo per capita de whisky no mundo, o Teacher’s 12yo será comercializado prioritariamente em Pernambuco, na Paraíba, no Ceará, no Rio Grande do Norte e em Alagoas em 2017. Das 900 mil garrafas produzidas, uma tiragem de 2000 caixas serão destinadas ao Brasil, sendo metade dessa tiragem para o estado de Pernambuco. O novo produto chegará ao mercado nesse mês com preço sugerido de R$ 99,90. “Nosso 12yo vem para somar ao portfólio de Teacher’s, o whisky mais vendido do Brasil, fortalecendo ainda mais nossa liderança e ampliando as possibilidades de mercado, com a entrada para o segmento super premium”, ressalta Walter Celli, presidente da Beam Suntory Brasil. 

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

MENSCH EXPERIENCE: Tour de France - Uma viagem por regiões da França através de uma seleção especial de vinhos


A 1a edição do Mensch Experience, que aconteceu em Recife no último dia 27, reuniu um seleto grupo de convidados para fazer uma viagem por regiões da França através de uma seleção especial de vinhos harmonizados com pratos elaborados especialmente para a ocasião. Para complementar uma breve experiência sobre design em hotelaria e moradia diferenciada. Uma noite pra lá de agradável proporcionada juntamente com os parceiros da HAUT (@haut_id) e LACOMEX (@lacomexvinhos).

Vinho Espumante Cuvée Laurent Brut Blanc de Blancs 

Região: Provence

Espumante francês, produzido na região da Provence, com as uvas Ugni-Blanc e Colombard. Leve e Refrescante, excelente opção para celebrar grandes momentos como hoje. Ideal para abrir as Degustações. 

Harmonizando com: Parme panier aux brie
Cestinhas de presunto de parma guarnecidas com queijo brie, pimentão vermelho caramelizado e manjericão                        

Vinho L’Opale de la Presquile 2015 | AOP Denominação de Origem Protegida de Côtes de Provence  

Região: Provence

Nada mais prazeroso que uma garrafa gelada deste rosé da Provence. L’Opale de la Presqu’Ile de St. Tropez é um vinho elegante, fresco e muito saboroso. O visual é de coloração rosa acobreado, límpido e muito brilhante. Os aromas recordam hibisco,rosas, morango fresco,cereja e canela. Na boca demostra equilíbrio, bom frescor e final muito saboroso. Este vinho é produzido em Ramatuelle, uma pequena vila da Provence que encontra-se perto de St. Tropez, verdadeiro cartão postal. Elaborado com as uvas Grenache, Cinsault e Carignan.

Harmoniza com: Mousse de Saumon et épinards:
Mousse de salmão com espinafre acompanhado de salada de alface verde, molho de morango e amêndoas tostadas.
  
    
Vinho Chateau Moulin de Mallet 2014 | AOC Bordeaux

Região: Bordeaux

O Chateau Moullin de Mallet 2014 é um Vinho extremamente elegante elaborado na Região de Bordeaux, na vila de Pujols próximo a ST Emilion região onde se encontra um dos melhores vinhos do Mundo. Elaborado a partir das uvas clássicas Merlot 90% e Cabernet Sauvignon 10%, apresenta no seu aspecto visual um vermelho com tons violáceos, brilho e uma boa limpidez. No olfato traz aromas de frutas vermelhas como cassis e morango e rosas. Na taça demonstra taninos suaves e uma boa fruta que equilibra bem diante da sua acidez. 

Harmoniza com: Ragoût de canard avec purée de baroa:
Ragú de marreco guarnecido com purê de batata baroa    

Vinho Espumante Cuvée Laurent Brut Rose

Região: Provence

Espumante Rosé com aroma de frutas vermelhas com belo visual rosé pálido e na boca ele é equilibrado e refrescante. Elaborado exclusivamente com a uva Grenache. A temperatura ideal para servi-lo é 6 a 8°C. 

Harmoniza com: Flambée de fruits rouges dans le vol-au-vent:
Massa folhada guarnecida de flambé de frutas vermelhas e chantilly







Todos os vinhos da matéria estão disponíveis pelo site: http://wineinpack.com.br


Acompanhe um pouco do que aconteceu no MENSCH EXPERIENCE: