Mostrando postagens com marcador whisky. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador whisky. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

BEBIDA: Tem novo Scotch Whisky 12 anos no mercado brasileiro

Os amantes de um bom Scotch Whisky tem um ótimo motivo para comemorar, whisky Teacher’s lançou esse início de mês um whisky 12 anos seguindo uma tendência global por destilados super premium. Um dos passos mais importantes na trajetória da marca nos últimos 20 anos. Produzido na destilaria de Ardmore, na Escócia, ele chega com sabor encorpado e sofisticado, resultado de um blended equilibrado e marcante. O novo rótulo traz modernidade e inovação para o portfólio da marca, mas sem perder as características marcantes e tradicionais de Teacher’s, que tem mais de 180 anos de história.

“Teacher’s 12yo fala diretamente com apreciadores de destilados na faixa etária entre 26 e 45 anos. São consumidores mais exigentes, que apreciam sabores inesquecíveis, priorizando a qualidade e personalidade do produto”, ressalta Sylvia Sarubbi Costa, gerente de marketing de Teacher’s para Brasil, Paraguai e Uruguai. Atributos para isso não faltam ao whisky, com toque amadeirado, defumado e turfado, resultado de um processo de envelhecimento em barris de carvalho, tendo seu acabamento final de maturação realizado em barris de single malt de Islay, do premiado whisky Laphroiag.

O produto, de propriedade Beam Suntory - terceira maior empresa de bebidas destiladas do mundo -, chega vem com uma garrafa que traz um visual elegante e sofisticado que um 12 anos merece. Com lançamento mundial exclusivo em Recife, cidade com o maior consumo per capita de whisky no mundo, o Teacher’s 12yo será comercializado prioritariamente em Pernambuco, na Paraíba, no Ceará, no Rio Grande do Norte e em Alagoas em 2017. Das 900 mil garrafas produzidas, uma tiragem de 2000 caixas serão destinadas ao Brasil, sendo metade dessa tiragem para o estado de Pernambuco. O novo produto chegará ao mercado nesse mês com preço sugerido de R$ 99,90. “Nosso 12yo vem para somar ao portfólio de Teacher’s, o whisky mais vendido do Brasil, fortalecendo ainda mais nossa liderança e ampliando as possibilidades de mercado, com a entrada para o segmento super premium”, ressalta Walter Celli, presidente da Beam Suntory Brasil. 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

BAR: Bons drinks - Duas receitas para as noites quentes de verão

Nada mais apropriado do que um bom drink para amenizar o calor do período mais quente do ano. E melhor ainda se for em grande estilo, utilizando um bom scotch com ingredientes de fácil acesso. Foi pensando nisso, que o whisky internacional Teacher’s produziu duas excelentes opções para apreciar a bebida com elegância e muita criatividade.

O mixologista Luciano Guimarães elaborou receitas práticas e marcantes e pensou em um jeito diferente de harmonizar os sabores do whisky. “Pensamos em opções práticas, saborosas e refrescantes. Perfeitas para nosso clima e as festividades carnavalescas. As opções foram criadas tendo como referência o jeito de beber de alguns países de clima quente”, explica.

A primeira opção é o drink Teacher’s Soul Spice, uma referência à cultura hawaiana de usar flores e especiarias. Nessa receita, foi utilizada a flor de hibiscus, produto ícone do Hawai, e a canela para dar um leve toque de complexidade e harmonizar muito bem com o sabor do whisky Teacher's.

Outra opção interessante é a degustação simultânea de whisky com cerveja, ideal para aqueles que apreciam bebidas mais fortes e com sabores marcantes. “Teacher’s combina perfeitamente com cerveja escura, por conta dos sabores defumado e maltado do scotch, quando harmonizados com os sabores de chocolate e torra de café da cerveja escura”, explica Luciano. Nesse caso, o mixologista recomenda degustar Teacher’s e, em seguida, beber a cerveja para que haja interação entre os sabores.

Confira a receita do Teacher's SOUL SPICE

50 ml de whisky Teacher's  
20 ml de sumo limão Tahiti (o tradicional limão verde que temos em casa)
20 ml de xarope de Hibiscus
100 ml de água com gás
1 pau de canela
Montado em copo highball ( long drink ) cheio de gelo em cubos.
Garnish - 1 pau de canela (para enfeite)

quarta-feira, 13 de abril de 2016

BEBIDA: Os whiskys mais caros e exóticos do mundo

O universo das bebidas é vasto, e para cada uma delas inúmeras possibilidades de cominações de ingredientes e formas de se chegar a um produto cada vez mais bem acabado. E em muitos casos, uma bebida única tornando-a rara e cara. E essa exclusividade tem um preço. Quem em geral é bem alto. No caso dos whiskys sabemos que a mistura de blends e regiões resultam em várias derivações da mesma bebida. Em muitos casos algumas foram homenagens feitas a pessoas importantes para uma região ou destilaria. Selecionamos algumas das marcas mais exóticas e caras em matéria de whisky, algumas que provavelmente só veremos em fotos mesmo por conta do seu preço e raridade.





terça-feira, 5 de maio de 2015

BEBIDA: A origem, a fama e os tipos de Whisky Escocês

Consumido em todo o mundo, são nos Emirados Árabes que o Scotch Whisky tem maior força e no Brasil é o Estado de Pernambuco que mais consome a bebida per capta. Uma bebida que tem anos de história, pode ser consumida por jovens e adultos e anda sendo usada como base para drinks, mesmo sendo isso considerado um sacrilégio para os mais puristas. Através de entrevista com o especialista Eduardo Rotella, autor do livro Whisky Book – manual básico do scotch whisky, preparamos uma matéria especial sobre a bebida. Está servido, caro leitor?

A ORIGEM E A FAMA DO ESCOCÊS

A origem do whisky remonta  o início do processo de destilação em si, prática aliás. Descoberta e bastante utilizada pelos monges budistas para o processo de fabricação de perfumes. A partir daí a bebida é criada e difundida. Países como Irlanda e Índia reivindicam a “paternidade” da bebida. Segundo os indianos eles já produziam o whisky há cerca de 800 anos a.C., já os irlandeses dizem que o padroeiro do País, ST. Patrick, nos anos 400 fabricava uma bebida com os mesmos ingredientes do que conhecemos como whisky. 

As lendas são muitas, mas a de São Patrick tem força por conta de documentos sobre destilação que remontam ao século XV que descrevem a venda de 500kg de malta para um frade de nome John Corr para produção de aqua vitae ( ver etmologia abaixo). Esse registro liga a produção do whisky aos monastérios que usavam licor produzido com ervas e especiarias para fins medicinais. Entre os séculos XVII e XVIII e até 1820 a destilação era um processo doméstico e os habitantes produziam sua própria bebida em alambiques privados em suas granjas rurais. A cevada que sobrava alimentava o gado e o whisky em si acabava se tornando também uma importante “moeda” de troca.


No sentido etmológico a palavra Whisky vem de "uisge", forma abreviada do termo gaélico "uisge beatha" ou "aqua vitae" (água da vida/eau de vie/water of life). O que acaba tendo relação direta com esta bebida que alegra, relaxa e socializa, concorda? Apesar de consumido e produzido em várias partes do mundo, é o whisky escocês o de maior fama e credibilidade. Isso se deve sobretudo ao tempo e experiência no processo de destilação, já que o primeiro registro desse processo utilizando a cevada na Escócia data de 1494, muito antes de outros lugares. 

Mas não é só a experiência, o cenário escocês também é bastante propício para a fabricação da bebida: o clima, a geologia, as fontes de águas puras e propriedades exclusivas, a qualidade da cevada e principalmente por uma pequena flor presente no nordeste da ilha, em uma região chamada Speyside. Esta pequena flor de nome Urze ou Heather empresta seu aroma floral e frutado a metade dos whiskies produzidos na Escócia.

A força e a tradição da Escócia na produção de Whisky é tão grande que só se pode colocar no rótulo a denominação Scotch quando a bebida é fabricada exclusivamente no país. Nenhuma destilaria do mundo pode se utilizar deste nome, mesmo que importe o malte da Escócia. Por isso caro leitor, nem tudo o que você chama de Scotch o é de fato. 

O whisky escocês leva 3 ingredientes na sua composição, mais um especial: 

- Cereais (principalmente a cevada, onde a Escócia se destaca como o maior produtor mundial do grão;
- Água;
- Levedura;
- Turfa, e talvez aqui esteja o grande segredo. A turfa é uma espécie de carvão vegetal, queimada nos fornos para secagem dos grãos de cevada. Como a Turfa queima produzindo fumaça, é nesta fase que se consegue adicionar notas de defumação ao grão e ao futuro destilado.



Lowlands
Nas terras baixas ao sul da Escócia é onde se produzem os single malts mais leves e suaves. De sabor adocicado, agrada inclusive ao paladar feminino. As lowlands possuem três destilarias. Características do whisky: delicado - leve - doce

Campbeltown
Por estarem próximas do mar, as turfas dessa região recebem muita influência do fenol e iodo provenientes das brisas marinhas. Características do whisky: é forte e encorpado, mas de sabor generoso e atraente. Atualmente, tem duas destilarias, mas antes da guerra chegou a possuir cerca de 30.

Islay
É uma bonita ilha da costa oeste da Escócia, que produz um whisky com estilo e personalidade diferenciados. Ao provar o whisky de Islay - pronuncia-se "Aila” - , não existe meio-termo: ou se detesta ou se apaixona por ele. Todo legítimo blended whisky escocês possui em sua composição o single malt proveniente da Ilha de Slay. A Ilha de Islay possui cinco mil habitantes e oito destilarias. Dá uma média de uma destilaria para 625 pessoas. O Malt Whisky em Islay possui características excepcionais e é facilmente identificável. O aroma defumado torna-o seco e tão forte que muitos apreciadores afirmam que sentem o sabor de iodo das algas marinhas. É a única ilha da Escócia que se orgulha de produzir um tipo de whisky que leva seu nome. Seus whiskys são conhecidos simplesmente por Islay Single Malt. Características do whisky: salgado - defumado – medicinal

Highlands
O whisky das terras altas, ao norte da Escócia é o mais reverenciado e conhecido em todo o mundo. É a maior região produtora de whisky escocês e onde se mistura e engarrafa. Romântico, suave, frutado, admirável e glorioso. Essas são algumas das expressões dos especialistas em relação ao whisky produzido nas Highlands. Muitas destilarias exibem em seus rótulos a classificação "Highland Malt Whisky". Isso serve para reforçar a excelência de um produto fabricado nessas terras abençoadas pela natureza. Características do whisky: frutado - temperado - aromático

Speyside
Também localizada nas terras altas a nordeste da Escócia, essa região é abastecida pelo Rio Spey e seus oito afluentes. Abriga enorme quantidade de destilarias ao redor de quatro principais cidades: Rothes, Dufftown, Elglin e Keith. Região famosa por produzir os melhores maltes da Escócia. 50% das destilarias da Escócia concentram-se nesta região. Características do Whisky: perfumado - frutado – floral.

Histórias à parte, umas das preocupações de quem toma whisky é saber sobre sua qualidade e procedência. Neste sentido não há regras muito rígidas, mas algumas dicas:


COMBINAÇÕES E ACOMPANHAMENTOS



Para Eduardo Rottela, embaixador do whisky Chivas no Brasil, quanto mais velho for o whisky menos misturas são permitidas para que o sabor não seja alterado. As diluições que não alteram o sabor de um whisky mais maduro são água  natural ou no máximo 3 pedras de gelo.

Água de coco, energéticos e refrigerantes chegam a alterar o sabor e por isso são considerados praticamente um sacrilégio por Eduardo Rottela, “Se vc pensar que uma pessoa cuidou do sabor complexo e rico de um whisky por 18, 25 ou mais anos, e que num único segundo, esse equilíbrio pode ser totalmente quebrado pela adição de algo com sabor tão artificial como um energético, é fácil concluir que não é bom”. Ainda segundo Eduardo, apesar das dicas e cuidados para não alterar o sabor, o que vale mesmo é ter prazer na degustação da bebida, então se o prazer vem com misturas, que se misture e se curta. 

E o que cai bem para ser servido com whisky? Para petiscar as melhores opções são as castanhas de todos os tipos, como a do Pará, de caju, nozes, amêndoas, avelãs, amendoins, entre outras; frutas secas, queijos mais duros, como grana padano e parmesão, alguns tipos de chocolate e trufas meio amargas. Em caso de refeição o ideal são whiskies 18 anos ou mais por serem mais ricos em aromas e sabor e terem baixa sensação alcoólica, permitindo uma melhor degustação da comida. Carnes e peixes defumados harmonizam bem.

O PERFIL DE QUEM BEBE WHISKY

A ideia comum é que whisky é bebida para homens já no auges dos seus 40 anos, certo? Só que não é por aí, há Scotch whisky para diversos públicos. Whiskies mais novos (Standard de até 8 anos) são mais agressivos e alcoólicos e também mais baratos e acessíveis, portanto mais consumido por jovens. Já os mais envelhecidos repletos de sabor e aroma, são consumidos por adultos, não só pelo poder aquisitivo, mas por terem o paladar mais apurado.

Mas não é só o preço e a idade que indicam sobre a idade ou personalidade de quem bebe whisky, a forma como ele é apresentado também. Mulheres preferem beber em taças, por serem mais leves deixam a pessoa mais à vontade em uma festa, já o copo baixo, por ser largo e pesado exige mais firmeza para segurá-lo, por exemplo. Não há regras, mas o ritual da degustação pode falar muito sobre quem bebe. E como quem bebe gosta de ter em casa para momentos de relaxamento ou para receber amigos é importante lembrar que whiky não gosta de luz, principalmente a solar, por isso você deve guardar seus melhores whiskies dentro de seus cartuchos, pois resistem a temperaturas altas e baixas e quanto a posição, a garrafa pode ser armazenada em qualquer posição: deitada, em pé, de lado ou até de ponta-cabeça.



Acompanhe a MENSCH nas redes sociais: @RevMensch

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

BEBIDA: O whisky William Lawson’s invade o mercado fortalecendo a imagem do “homem vigoroso” com ousadia

Com uma linguagem ousada, bem humorada e reconhecida mundialmente, No Rules, Great Scotch (sem regras, bom whisky), a inconfundível assinatura da marca resume bem o que o whisky WILLIAM LAWSON’S oferece ao seu consumidor: um grande whisky, sem regras. Fabricado nas Highlands da Escócia, a marca adotou a imagem do highlander, personagem cultural daquela região. Trata-se de um homem vigoroso, que segue a filosofia “no rules”, um verdadeiro “Cabra macho” que não se limita a padrões e enfrenta qualquer situação com atitude, coragem e principalmente força mental. Essa é a imagem que William Lawson’s tem de seus consumidores, um highlander da modernidade.

No mês de julho foi realizada uma ação com promotores highlanders, montados à cavalo invadiram as ruas e bares de Recife, devidamente caracterizados com kilts e coturnos, acompanhados por um estandarte com luzes de LED e junto a uma inusitada mistura musical de gaita de fole com tambores de maracatu tocada ao vivo no local em um verdadeiro desfile escocês. A ideia desse casamento musical surgiu para simbolizar a união da cultura Escocesa com a cultura Pernambucana. O sucesso foi total, o público, que não parou de filmar e tirar fotos da ação, recebeu doses do whisky, servidos pelos promotores dentro dos bares. Veja abaixo o vídeo e o making of:


Em novembro, a marca lança a segunda etapa de sua campanha, também na capital pernambucana e em Caruaru, região que detém o maior número de fãs da bebida. O desafio era desenvolver uma 2ª etapa tão impactante quanto a 1ª. A aposta foi criar uma surpreendente ‘linha de visibilidade William Lawson’s’ em vias de grande fluxo com uma campanha de outdoors, de novembro a dezembro. 

A Rua Ernesto de Paula Santos, no bairro de Boa Viagem, receberá o outdoor vivo.  Promotores caracterizados como highlander irão fazer performances na passarela que faz parte da estrutura do outdoor. Eles vão interagir brindando, cortando lenha, preparando e assando carne ao redor de uma fogueira de verdade. Os promotores estarão devidamente protegidos por equipamentos de segurança e estarão encenando, não haverá consumo no local. A presença deles será de 3h por dia, sempre próximo das 18h, durante os dias 20, 21e 22 de novembro. No restante do período a visibilidade ficará por conta do outdoor sem os promotores. 


A campanha, desenvolvida pela agência pernambucana Hagua, também terá desdobramento em importantes PDV’s da cidade. No dia 20/11, mais de 35 lojas vão promover degustações com o William Lawson’s. A ação será realizada até o final de dezembro.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

BEBIDA: O SABOR DA ESCÓCIA NO TRADICIONAL WHISKY GLENMORANGIE

Quando você pede um whisky espera se inundar em um vale de tranquilidade, relaxar e celebrar. E essa é a proposta da Glenmorangie, que em a língua ancestral da Escócia, quer dizer “vale de tranquilidade”. Criada por William Matheson, a Glenmorangie instalou seus primeiros alambiques no condado de Tain, em Ross-Shire, no norte da Escócia, em 1843. Então meus caros, experiência não lhes falta.

A criação do single malt scotch whisky Glenmorangie é baseada em alguns princípios: água e maturação. A água é um ingrediente fundamental: filtrada há mais de 100 anos nas Highlands escocesas, provém de uma fonte própria, chamada Tarlogie, resultando em uma água rica em minerais, responsável, em grande medida, pelo sabor de Glenmorangie. A maturação extra, em tonéis cuidadosamente selecionados pelo Master Distiller Dr. Bill Lumsden, e usados no máximo 2 vezes, também estão entre os responsáveis pelo sabor único de Glenmorangie.

A destilaria foi a primeira a perceber a importância da madeira no processo de maturação; a própria Glenmorangie produz barris sob medida, com o melhor carvalho branco das montanhas Ozark, no Missouri, EUA. Os barris são utilizados, inicialmente, na maturação de bourbon - para adoçar a madeira - antes de começar o envelhecimento do Glenmorangie. Além disto, a Glenmorangie foi pioneira na técnica de wood-finishing, usando outros tipos de barris para o envelhecimento final - a maturação extra, acrescentando diversas e intrigantes características ao whisky.



Brinde à qualidade

Atualmente a Glenmorangie é uma das mais famosas e respeitadas destilarias do mundo, não à toa vem recebendo diversos prêmios. Nos últimos 5 anos, Glenmorangie recebeu mais prêmios Gold Best in Class do que qualquer outro single malt scotch whisky na IWSC (International Wines and Spirits Competition), reconhecida como a competição mais prestigiosa do mundo. O objetivo da competição é promover a qualidade e a excelência dos melhores vinhos, destilados e licores. Em 2011, após 5 anos de participação, a Glenmorangie somou um total de 18 medalhas Gold Best in Class, mais do que qualquer outro single malt scotch whisky. O resultado é reflexo do eterno compromisso com a arte na criação do whisky Glenmorangie.

"Estamos encantados em receber esses prêmios notáveis. A avaliação da IWSC é de grande importância para a equipe de criação na Glenmorangie, que vem se esforçando continuamente para criar novos e inovadores single malt scotch whiskies com uma variedade intrigante de sabores, texturas e aromas. Com técnicas únicas, eles criaram o estilo suave e distinto de Glenmorangie”, afirma Sergio Degese, diretor geral da Moët Hennessy Brasil.

Dr. Bill Lumsden, chefe de destilação e criação da Glenmorangie, diz: “Ganhar estes prêmios é uma honra, em reconhecimento a todo o esforço empregado no processo de criação de cada expressão de Glenmorangie. Estou muito feliz em saber que uma instituição tão respeitada como a IWSC tenha consciência disso e nos tenha constantemente agraciado com suas mais nobres premiações”, completa Lumsden.

Acompanhe a MENSCH no Twitter:@RevMensch, curta nossa página no Face: RevMensch e baixe no iPad, é grátis: http://goo.gl/Ta1Qb

terça-feira, 10 de abril de 2012

BEBIDA: Os diferentes tipos de whisky‏

Do whisky escocês ao americano, o que faz dessa bebida sofisticada algo tão popular no mundo todo? Com suas diferenças, que vão da forma de escrever, em inglês whisky ou whiskey, abreviatura de usquebaugh a partir do termo gaélico uisge beatha. No Reino Unido (incluindo Escócia), Canadá e Japão chamada de "whisky", enquanto que nos EUA e Irlanda é comumente chamado de "whiskey". Ou até mesmo em português onde se escreve uísque. Seja lá como for chamado ou escrito, o whisky (na forma tradicional de se chamar) é uma bebida alcoólica destilada de grãos, muitas vezes incluindo malte, que foi envelhecido em barris. Sua graduação alcoólica varia no teor de 38 a 54% de álcool etílico em volume a uma temperatura de 20 °C, segundo a Legislação Brasileira.

O whisky possui várias denominações de origem e várias classes e tipos. Com diferentes características comuns desde diferentes classes e tipos, o que se diferencia pela fermentação dos grãos e a destilação máxima que vai de 80% de álcool para os de milho a 90% de álcool para os de outros grãos. Para reter o sabor dos grãos utilizados para fazer a alcoolização, é adicionada a água durante o processo de fabricação.
 
Outro fator importante quanto ao seu sabor, é no processo de envelhecimento feito em barril. O tipo de barril utilizado vai interferir no sabor do whisky gerando assim as diferentes classificações baseada nos tipos de madeira usada e na qualidade da flambagem e queima da madeira. Por exemplo, o envelhecimento em barris de carvalho flambados, são indicado para o whisky do tipo Bourbon.

Porém as diferenças não param por aí. Se você já parou para reparar, em se tratando dos rótulos do whisky escocês existe uma grande variação. Assim como em qualquer outra bebida, o whisky escocês tem suas categorias e para isso nomenclaturas diferentes que foram definidas pela Scotch Whisky Association. Que são elas: Single Malt Scotch Whisky, Blended Malt Scotch Whisky, Blended Scotch Whisky, Single Grain Scotch Whisky e Blended Grain Scotch Whisky. Você já tinha reparado nisso? Sabe diferenciar uma da outra? Se a resposta foi não, vamos às características de cada uma...
 
O Single Malt, com registros históricos que datam de 1494, o Single Malt é 100% destilado de malte, ou seja, de um grão, no caso a cevada, que de maneira controlada foi induzido à germinação. Outra característica é a sua elaboração a partir de whisky de malte de uma única destilaria, mesmo que de diferentes anos, portanto é o tipo mais raro e caro de uísque. Existem 87 destilarias deste tipo em toda a Escócia e cada uma faz um produto diferente. Outra particularidade é que o Single Malt deve ser tomado puro, sem gelo, e em copos pequenos.

Já o Blended Malt é feito com uma mistura whisky de malte de outras destilarias. Até antes dessa nova nomenclatura, eles eram chamados de Vatted Malt Whisky, ou Pure Malt. Aqui no Brasil, temos, por exemplo, o Johnnie Walker Green Label, um 15 anos da Diageo, resultante da mistura de quatro Single Malt: Talisker, Linkwood, Cragganmore e Caol Ila. Também encontra-se The Famous Grouse Blended Malt, 12, 18 e 30 anos, da The Edrington Group, carregando em sua composição maltes como The Macallan e Highland Park.
 
Mas a maioria dos whiskies que se tem no mercado são os Blended Scotch, que na sua composição traz diferentes uísques de malte e grain whiskies, ou seja, uísque de grãos (não maltados), que em geral vêm de diferentes destilarias. Segundo especialistas, o sucesso do whisky no mundo se deve justamente aos Blended Whiskies. Pois essa mistura com whisky de grãos não maltados dão uma certa leveza à bebida e assim agradando a maioria dos consumidores. Afinal 90% do whisky vendido no mundo são de blended segundo a Scotch Whisky Association.

Mas as categorias não param por aí, ainda encontramos os Single Grain Scotch Whisky que é resultado do uso de grãos não maltados em sua composição, porém sendo destilado em uma única destilaria. E por fim temos os Blended Grain Scotch Whisky, que em sua composição é um blend de diferentes Single Grain Scotch Whisky, ou seja, podem possuir grãos maltados e são compostos por mais de um uísque, de destilarias distintas.

O UÍSQUE AMERICANO 
Pois é, depois de todos esses tipos de whisky escocês, ainda temos o americano. O primeiro tipo é o Rye-whiskey uma variedade fermentada a partir de centeio e mais comum nos Estados Unidos da América, Canadá e Irlanda. O Pure pot still whiskey vem da Irlanda resultado de uma combinação de cevada maltada e não-maltada. Existem ainda vários tipos de straight whiskey, envelhecidos em barris de carvalho novos, como Rye Whiskey do Tennessee, o whiskey e o Bourbon whiskey, que são produzidos nos EUA e exportados para o mundo.

Proveniente dos EUA, ainda temos o Bourbon blendado, que vem da mistura de várias destilações calibradas para se chegar ao mesmo sabor; e o Uísque leve que é um tipo de uísque norte-americano feito quase inteiramente de destilações neutras, com pequenas quantidades, que variam de 5-10% do volume total, de straight whiskey e com ginja adicionada para dar cor e sabor. Nesse caso, o tempo mínimo de envelhecimento em barris de carvalho é de oito anos. Quando a bebida for engarrafada é interrompido o processo de envelhecimento.
 
Bem, agora que você sabe a diferença entre cada tipo, faça a escolha que melhor agrada seu paladar (e bolso). Se ainda tem dúvida ou quer saber mais sobre o vasto universo do whisky, indicamos esse livro:


 
Fontes: Livro do Whisky, Whisky Magazine, Wikipédia, Terra

Acompanhe a MENSCH também pelo Twitter: @RevMensch e baixe no iPad, Baixe agora Na App Store , é grátis: http://goo.gl/Ta1Qb

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

BEBIDA: A história de sucesso do Whisky Johnnie Walker

O famoso whisky Johnnie Walker é a marca mais amplamente distribuída de whisky escocês misturado no mundo, vendido em quase todos os países com vendas anuais de mais de 130 milhões de garrafas. Por trás de tudo isso, quase dois séculos de história de sucesso. História que começa mesmo em 1805 com o nascimento de John Walker, filho de Alexander Walker e Elizabeth Gemmell numa fazenda em Kilmarnock, distrito de Ayrshire, na Escócia. Com a morte de Alexander Walker a família teve que vender os bens da fazenda Todriggs e comprar uma mercearia [com o nome John Walker] em Kilmarnock ficando para o jovem, John Walker, com apenas 14 anos, gerenciar os negócios da família. Os negócios foram prosperando com o tino comercial de John, que vendia de tudo um pouco, inclusive suas marcas de whisky. Mas o faturamento da empresa ainda era muito aquém do esperado, girando em torno de 8%. John, casou e teve seu primeiro filho, o qual batizou de Alexander, num clara homenagem ao pai. Mas nem tudo caminhou como o esperado na época, a família Walker viu sua propriedade vir por água abaixo depois de uma enorme inundação destruiu tudo. Em menos de um ano os Wlakers reconstruíram tudo e seguiram em frente. Após a morte do pai, Alexander seguiu com os negócios da família e em 1865 produziu seu primeiro uísque misturado, o Walker’s Old Highland.

Foi nesse período que Alexander criou a garrafa quadrada, o que significava menos garrafas quebradas e garrafas com melhor condições de armazenamento em menos espaço, que seria uma das características da marca Johnnie Walker e começou a distribuir seu whisky pelo mundo de navio através de acordos comissionados com os capitães. Outra inovação de Alexander foi o rótulo inclinado para ficar a marca Walker’s Old Highland, isso em 1977. O que dois anos depois resultou no primeiro prêmio ganho, uma medalha vinda da Austrália. Sob o comando de Alexander, multiplicou por várias vezes o percentual de vendas, que passou para uma margem entre 90 e 95%.  Com o reconhecimento premiado na Austrália, o filho de Alexander, Jack, viajou para Sidney com o intuito de montar um escritório e ampliar ainda mais os negócios. Nesse mesmo período, um representante leva a marca também para a África do Sul, o que resulta numa enorme produtividade de mercadorias e muitas filiais abertas.



No início do novo século, a terceira geração da família Walker, encabeçada por Alexander Neto e George estão à frente dos negócios. Alexander II um grande blender e George um grande homem de negócios, investem pesado na sua linha de cores. E foi durante a I Guerra Mundial que foi lançado o Johnnie Walker Branco. E em 1906 a J&W tem três linhas de whiskys,  o Old Highland Whisky, o Special Old Highland e o Extra Special Old Highland, cada um com sua cor de rótulo diferenciada e seus respectivos blends.



Dois anos depois nasceria um novo e poderoso ícone dessa história, o Striding Men, pelas mãos de Tom Browne, um cartunista que durante um almoço com os irmãos Walker, criava a figura do homem de cartola e botas que viraria um dos símbolos mais importantes, e valiosos, do mundo. Somado a isso tudo, foi que no centenário da marca J&W, em 1920, que foi lançado um novo rótulo, o Johnnie Walker Gold Label. E chegaram com isso tudo a Concessão Real, como sinal de excelência, qualidade e reconhecimento, tanto que até hoje são fornecedores da casa real.


A história de sucesso da Johnnie Walker terminou virando uma grande "corrente" onde o "mantra", "Keep Walking" em inglês, que instiga as pessoas a não desistirem e continuar tentando, nos estimula a sermos homens de sucesso, no aspecto humano e profissional, e essa é a essência da Johnnie Walker. E o espírito do homem Johnnie Walker. 




Conheça um pouco mais:
http://www.johnniewalker.com.br/