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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

MOTO: Indian Motorcycle chega ao Brasil com cinco modelos

A clássica disputa entre motos custom com motores de dois cilindros em "V" que rola no exterior entre a Harley Davidson e a Indian Motorcycle está prestes a acontecer aqui no Brasil também com a chegada da Indian. Inicialmente as vendas serão em lojas exclusivas em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Florianópolis, com cinco modelos da marca, Scout, Chief Classic, Chief Vintage, Chieftain e Roadmaster. E até o final de 2016 a marca pretende dobrar o número de revendas. As motocicletas chegam ao país com os motores V-Twin da marca, como o propulsor de 1.133 cc disponível na Scout e o motor Thunder Stroke de 1.811 cc no restante da linha.
CHIEF CLASSIC ^
A Chief Classic mescla um conceito mais clássico e moderno, com motor V-Twin Thunder Stroke 111 de 1.811 cc, transmissão de seis velocidades, clássico de alumínio forjado, sistema de partida sem chave e Cruise controle. O preço estimado será de R$ 79.990.
SCOUT ^
Um dos modelos mais tradicionais da linha, a Scout é equipada com o motor V-Twin 1.133 cc de refrigeração líquida e transmissão de seis velocidades. Disponível nas cores vermelho, prata e preto (Indian Red, Silver Smoke e Black Smoke), possui chassi de alumínio forjado com peso reduzido e assento em couro premium. Preço: R$ 49.990.
CHIEF VINTAGE ^
Destacando-se pela moderna ciclística, a Chief Vintage também está equipada com o motor V-Twin Thunder Stroke 111, cruise control, chassi em alumínio forjado, partida sem chave, alforjes laterais e assentos em couro premium, além de para-brisa removível. A moto está disponível nas cores verde e branca (Willow Green & Ivory Cream) e preta (Thunder Black). Preço: R$ 89.990.
CHIEFTAIN ^
Maior e mais equipada, a Chieftain vem com o motor V-Twin Thunder Stroke 111, transmissão de seis velocidades, partida sem chave, para-brisa elétrico, cruise control, monitoramento de pressão dos pneus, sistema de áudio de 100 watts com bluetooth, alforjes rígidos à prova d’água, bagageiro traseiro com trava elétrica ativados via controle remoto e assentos em couro premium. Serão duas opções de cores: vermelho e preto. E deve estar à venda já nesse primeiro trimestre de 2016.
ROADMASTER ^
Projetada para trajetos longos, a Roadmaster também possui o motor V-Twin Thunder Stroke 111 e transmissão de seis velocidades, partida sem chave, para-brisa elétrico “horizon”, cruise control, monitoramento de pressão dos pneus, sistema de áudio de 200 watts com bluetooth, alforjes rígidos à prova d’água, bagageiro traseiro com travas elétricas ativados via controle remoto e assentos em couro premium com aquecimento duas zonas.

Para ver o site oficial clique aqui.

Fonte: UOL / CarPlace

terça-feira, 12 de maio de 2015

MOTO: KRGT-1 a moto de Keanu Reeves ganha as ruas

O ator hollywoodiano Keanu Reeves de tão apaixonado que é por motos revelou há três anos atrás uma parceria com o famoso customizador americano Gard Hollinger para criação de um modelo exclusivo da Arch Motorcycle Company. Dessa parceria surgiu a KRGT-1, que foi apresentada no final de 2014 e agora chega ao mercado para encomenda no site pelo valor 78 mil dólares.

A KRGT-1 só é feita sob encomenda e moldada à necessidade do comprador. Fabricada em liga de alumínio especial na carroceria, a motocicleta reduz o peso da sua estrutura custom, deixando ela mais leve e veloz. A customização vai desde a altura do banco, ajustes de pedaleiras até setup do motor, que pode ser mais arisco, confortável, ou agressivo, etc. Com mais de 200 peças de sua montagem são de fabricação própria. O motor, de pouco mais de 2 mil cilindradas, também desenvolvido pela Arch Motorcycle, é um V-Twin de 2032cc com 122cv.

“O projeto foi ficando cada vez mais interessante e daí veio a ideia de torná-lo uma produção em série limitada. Se a moto estava sendo desenvolvida ergonomicamente impecável para a estatura e conforto de Reeves, por que não levar essa mesma experiência para outros motociclistas exigentes?” declarou Gard Hollinger.

As rodas, de fibra de carbono ultraleve e boa parte das suas peças são moldadas em alumínio, o que completam o visual minimalista. No guidão, o painel eletrônico chama a atenção, equipado com o MotoGadget, que exibe todos os dados do veículo. O garfo dianteiro atesta a qualidade Öhlins com suspensão invertida e a italiana Rizoma é a responsável por muitos acessórios, o que dá ainda mais credibilidade ao projeto. Outro detalhe também chama atenção, os instrumentos, assim como a partida dela, só são liberados com a digital do motorista. 



Mas uma grande moto se faz com velocidade também. E a KRGT-1 não fica atrás das outras, com seis marchas, ele é capaz de chegar a quase 200 quilômetros por hora. Equipada com elementos modernos e tecnológicos, e um visual meio retrô, a moto demonstra uma agressividade e uma modernidade quem chama atenção à primeira vista. Assim como a rabeta elevada finalizada por uma linha mínima da lanterna de LED. Detalhe para o visual cromado de sua carroceria, que já virou identidade exclusiva da KRGT-1. Veja mais detalhes e ouça o som dessa máquina de duas rodas vendo esse vídeo:

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

MOTOR: Triumph em pistas nacionais para acelerar o mercado de grandes motos

Para os amantes dos motores uma boa notícia - das 3 novidades da Triumph apresentadas na 71ª edição da Esposizione Internazionale del Ciclo e Motociclo (Eicma), o tradicional Salão de Milão, na Itália, uma será aproveitada em terras tupiniquins. A Thunderbird Commander evitará aquela inveja dos italianos que contam com as Thunderbird Commander, a Thunderbird Light Tour (LT), a América Light Tour (LT) e a Tiger 800 Special Edition.


Segundo o pessoal da Triumph, a Thunderbird Commander tem motor robusto, chassi refinado, aparência que chama atenção e conforto pra quem pilota. Tudo isso por trazer o motor de dois cilindros paralelos de maior capacidade do mundo e uma moderna engenharia de base que traz um duplo comando de válvulas e um virabrequim com intervalos de ignição de 270°, um fornecimento de combustível administrado por um sistema de injeção sequencial e uma correia de transmissão final que proporciona uma longa vida útil e pouca manutenção. A motocicleta utiliza a mesma tecnologia e motorização da Thunderbird Storm, já disponível no Brasil, incluindo o motor T-16, com 1.699 cc, capaz de gerar 98 cv de potência e 156 Nm de torque. A principal inovação da Commander é o seu visual custom mais tradicional, com o uso de diversos componentes cromados. 



No Brasil a marca inglesa espera atingir um volume de vendas de 3.500 motocicletas (independente do modelo) elevando o país a posição de quinto maior mercado. A chegada da marca por aqui foi com os modelos Tiger 800XC, Tiger Explorer, Bonneville T100, Thunderbird Storm, Speed Triple e Rocket III Roadster. A Triumph vai ampliar a capacidade de produção nas suas sete fábricas – sendo duas na Inglaterra, três na Tailândia, uma no Brasil e uma na Índia. A fábrica brasileira em Manaus está sendo ampliada para produzir os novos modelos que estão chegando, evitando a necessidade de importação que gera custos mais altos.

 Veja vídeo Thunderbird:

terça-feira, 22 de julho de 2014

MOTOR: Harley-Davidson apresenta sua moto elétrica com som de avião

Um referência no mundo por suas incríveis motos a Harley Davidson apresentou recentemente sua primeira motocicleta elétrica que faz parte do projeto LiveWire. Fugindo do foco mundial de sustentabilidade e meio ambiente, a intenção é ampliar as possibilidades de se ter uma incrível moto reforçando a aparência, som e tato (como de costume). Segundo Jeff Richlen relatou, chefe de engenharia do projeto, “Nós não queríamos um produto silencioso”. E está aí uma moto com som inspirado em avião (veja o vídeo para ouvir).

"É um novo som para a Harley Davidson. Na primeira vez que ligamos os motores e fizemos a motocicleta andar, sabíamos que tínhamos algo especial", conta Richlen. Porém para não fugir de sua tradição que fez sua fama ao redor do mundo, a Harley-Davidson fez questão de manter o som marcante de seus motores. “O som foi inspirado no barulho de uma turbina de avião”, explica Jeff Richlen. Com o intuito de tornar a condução mais emocionante, o barulho emitido por ela auxilia na segurança do condutor, pois as motos elétricas emitem baixo ruídos. “O som é totalmente natural, mas trabalhamos no acabamento interno para que soasse assim”, acrescenta Richlen.

A ideia é fazer várias apresentações do novo modelo pelos EUA, começando por Nova York, passando pela famosa Rota 66 até passar pelas mais de 30 concessionárias Harley-Davidson até o final do ano. Isso tudo como ação de marketing e para testar nas estradas se o modelo será produzido em larga escala. Algumas unidades foram totalmente finalizadas e emplacadas para rodar pelos EUA. “Estamos estudando se esta turnê também passará no Brasil”, afirmou Mark Han-Richter, vice-presidente e chefe de marketing da fabricante.

Falamos tanto dessa super moto, mas e quais suas características? Vamos lá... Com um motor de 74 cavalos de potência, a moto faz de 0 a 96,0 km/h em 4 segundos, resultado comparável a um modelo tradicional com motor a combustível, de média e alta cilindrada. Sua potência máxima chega a 74 cavalos e o torque de 7,18 kgfm. Com velocidade máxima limitada eletronicamente em 148 km/h a moto possui autonomia média de 85 km, levando em média 3,5 horas para recarregar completamente suas baterias. E ainda possui um sistema de regeneração de energia nas frenagens.



Além de utilizar energia elétrica, outra novidade apresentada no modelo é o uso de um monoamortecedor na traseira, atualmente a empresa utiliza duplo amortecedor no eixo traseiro. Visualmente ela tem um design mais futurístico e um estilo “naked”, sem carenagens, em especial no chassi e conjunto ótico, algo inédito até então. Visualmente aproxima-se da linha V-Rod. Talvez toda essa mudança de conceito de uma HD não agrade aos mais tradicionais “haleyiros”, segundo Matt Levatich, presidente da Harley-Davidson, “Não é uma mudança para nós, é uma soma para a linha. Nossos tradicionais consumidores podem ficar tranquilos que vamos continuar produzindo os modelos tradicionais”.

Veja o vídeo: 

quarta-feira, 30 de abril de 2014

OBJETO DE DESEJO: A Vespa 946 é a versão moderna do clássico dos anos 50

A Vespa surgiu na Itália no pós II Guerra Mundial fabricada pela Piaggio e até hoje continua a ser produzida em larga escala.  Como muitos países europeus, a Itália pós-guerra enfrentava grave crise econômica, dessa forma a Vespa proporcionava um meio de transporte barato à população, daí sua popularidade. Uma das maiores características e vantagens da Vespa acabava sendo sua robustez, elegância e simplicidade, além da facilidade de conduzi-la e da possibilidade de um “carona”. Muito tempo e modelos depois a Piaggio lança a versão 946, trazendo modernidade e saudosismo.


Desenvolvida pelo Centro de Design de Pontedera, na província de Pisa na Itália, a Vespa 946 une a história da marca, a tecnologia de ponta e a consciência ambiental do presente. O designer é responsabilidade de Miguel Galluzi e se traduz em um acabamento longo, leve e básico com banco inclinado para cima e para fora como uma asa, e a frente inclinada para fora em sua base. A curvatura do guidão, o formato do banco e os ângulos dos retrovisores apresentam o clássico design europeu, assim como as opções de cores – Montebianco (branca), com detalhes em vermelho, e Nero Lucido (preta), com detalhes em cinza.





Bem equipada e mais avançada tecnologicamente dos modelos anteriores a 946 tem design, charme, agilidade e não faz barulho. Inspirada no modelo mp6, de 1946, a 946 é mais leve, traz referências a uma linha italiana clássica, mas não pertence a essa categoria. A velocidade máxima chega a 92 km/h, mas os 11 cavalos de potência e o motor de 150 cc levam bem duas pessoas. Não há de se ter pressa em um clássico europeu, concordam? Se você ficou interessado, corra! Serão fabricados apenas 3,6 mil unidades dessa Vespa edição limitada. E o valor será em torno de US$ 9,9 mil. 


quinta-feira, 31 de outubro de 2013

MOTOR: A BMW lança a R nineT para celebrar os 90 anos da sua divisão de motos

A marca BMW é mundialmente conhecida por seus potentes e luxuosos carros, porém outro segmento que faz o sucesso da marca são suas belas motos. Essa divisão da BMW está completando 90 anos em 2013 e para celebrar a data será lançado no Salão de Milão – 71 ª Salone Internationale del Motociclo, que acontecerá entre os dias 7 e 10 de novembro – um modelo inédito, a R nineT (nome que pode ser lido como ninety, ou noventa em inglês). 

Uma das prioridades para a equipe bávara no desenvolvimento desse modelo foi ser fabricada com materiais autênticos e tradicionais para se chegar até essa clássica roadster que pretende passar a ideia de puro prazer em sua pilotagem. Esteticamente, o modelo aproveita a influência visual da Concept Ninety, criada por Roland Sands, e foi inspirada na primeira moto BMW, a R32 de 1923. Dela a R nineT herdou o motor em estilo boxer de dois cilindros e 1170 cc, que gera 110 cv a 7.750 rpm e 12,13 kgfm de torque (equiparada a R 1200 GS).

Sua potência não para por aí, o motor recebeu uma moderna transmissão de seis velocidades, poderosos freios com sistema ABS de série e o sistema de suspensão dianteira. Nos modelos boxer da BMW, a nova moto traz o mesmo garfo invertido que apresentado na superesportiva S 1000 RR. Toda essa potência faz com que a R nineT vá dos 0 a 100 km/h em 3,6 segundos e chegue a uma velocidade máxima superior a 200 km/h.


Outra característica da R nineT são as opções de customização. O projeto foi concebido dentro do estilo purista e minimalista, apropriada para que o cliente possa modifica-la, dando um aspecto de “fácil de montar”, a moto foi feita para receber acessórios que podem ser colocados apenas parafusando em sua lataria. Esse modelo tem sido apontado como uma típica “café racer”, ou seja, aquelas motocicletas específicas para viagens curtas, de velocidades afiadas de um café para outro. Com assento monoposto, a R nineT ainda pode vir com escape, como o Akrapovic feito de titânio, dando charme a mais. Partindo do slogan, “projete sua motocicleta, projete a sua vida”, essa moto é o típico brinquedo de montar e desmontar para adultos.



Confira abaixo, o vídeo promocional da novidade:



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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

MOTOR: 110 anos do espírito rebelde da Harley-Davidson

Estrada, vento na cara, ronco do motor. Nenhum outro produto representa também o a alma do mito americano quanto a Harley-Davidson. Em 2013, ao completar 110 anos de vida, a H-D, como também é conhecida, cada vez mais representa o espírito rebelde que tem mexido com cada geração por que passa. As famosas motos de Milwaukee se tornaram referência mundial de qualidade, design, história e, mais do que tudo, liberdade.

Talvez quando o desenhista Bill Harley e o escultor Arthur Davidson colocaram um pequeno motor em um quadro de bicicleta, no quintal de casa, tentando impulsioná-la, queriam apenas se divertir e criar um meio de transporte único. Mas era o começo de uma era, galgada nos passos da revolução industrial, que levaria todo o mundo a almejar um automóvel ou uma motocicleta na garagem. A Harley-Davidson fundara o mercado de motocicletas e nele se estabeleceria com uma identidade jamais alcançada ou copiada por qualquer outro concorrente.

E como foi essa história? Não vamos falar de motos ainda, mas de acontecimentos. Durante onze décadas capítulos foram se sucedendo para transformar uma fábrica de motocicletas em uma das marcas mais admiradas e valiosas do mundo. A Harley-Davidson passou por tudo o que o século XX trouxe de mais espetacular: a Grande Depressão, as duas Grandes Guerras, a Revolução Contracultural e a Globalização. E de cada episódio desses, construiu um pouco do seu legado.

Em menos de uma década, os sócios Harley e Davidson – que trouxeram parentes próximos e competentes para a empreitada – transformaram seu pequeno invento em uma indústria crescente e promissora. E não tardou para surgir um grande cliente que redefiniria a história da empresa: o Exército Americano. Era 1917, e os Estados Unidos entraram na Primeira Guerra Mundial; um contrato de fornecimento de motos para os soldados renderia dinheiro, mas sobretudo uma publicidade espontânea e marcante. O primeiro soldado americano a entrar na Alemanha rendida foi fotografado em cima de uma Harley-Davidson. Maior símbolo da vitória da nação não poderia existir. Os americanos ganharam a guerra, com a ajuda da H-D. E uma fotografia era a prova inconteste.

Mas o sucesso não seria tão duradouro. O ano de 1929 chegara, e a quebra da Bolsa de Valores de Nova York quase representou falência da Harley (e de quase toda a América). Operações financeiras complexas e transferência tecnológica para os japoneses acabaram salvando a empresa, que via seus concorrentes fecharem as portas. Um susto e tanto, para um negócio já muito bem consolidado. 

Uma década de reestruturação dos negócios se passou e mais uma vez seu grande cliente o procurou. O Pentágono encomendaria noventa mil motos para a campanha na Europa durante a Segunda Guerra Mundial – as fábricas trabalharam quase que exclusivamente nesse período para os militares. Robustas e bem construídas, as WLA3 cumpriram seu bravo papel no conflito, mas dessa vez não foi uma foto que entrou para a história, e sim o comportamento dos soldados. Após voltarem para casa, muitos soldados queriam ter sua própria Harley-Davidson, e a moto alcançou uma popularidade até então não vista. Como o pós-guerra representa uma virada cultural intensa, a segunda metade do século XX vê os grupos de motoqueiros virarem arruaceiros nas grandes cidades americanas, embalados pelo ritmo frenético do novíssimo Rock and Roll.

Mais uma vez a fotografia entra na vida da Harley-Davidson. Agora em dose dupla. Estampada na revista Life, a foto de um jovem bêbado, rodeado de garrafas de cerveja vazias e montado em sua motocicleta H-D, representava o desvio de conduta da juventude. E mais, uma ameaça direta à marca, uma vez que era indissociável a imagem do péssimo comportamento a motoqueiros, à Harley-Davidson. Um problema e tanto para se resolver. Talvez tenha ajudado uma outra foto. Na capa de uma revista, aparece o grande artista da época, Elvis Presley, com seu topete indefectível também montado em sua motocicleta Harley. A tragédia das gangues para a marca ganha uma nova conotação. A Harley-Davidson deixa de ser uma moto e passa a representar comportamento.


O século chegara à metade e com ele a Harley. Na Guerra do Vietnã não foi protagonista nos campos de batalha, mas em casa, nos Estados Unidos. A contracultura pregava o desamarre das pessoas aos sistemas, e a moto das gangues arruaceiras passou a representar o que viria a ser o seu maior patrimônio conceitual: a liberdade. Pilotar uma Harley-Davison pelas estradas significava virar as costas para um sistema predatório e viver a plenitude da vida. Vento nos cabelos, caminhos errantes e a viagem sendo mais importante que o destino marcaram definitivamente uma geração. O filme Sem Destino, estrelado por Peter Fonda, ajudou a cristalizar essa imagem, da qual não há indícios ainda de que vá ser mudada.

O que mais faltava acontecer à Harley-Davidson neste século? Terminá-lo, claro! E com ele veio a revolução tecnológica e a globalização dos mercados. A Harley, um símbolo americano, se torna um objeto de desejo no mundo inteiro. As motos de design arrojado e motores pulsantes carregam em si conceitos, o que a fazem ser admiradas por onde fincam suas rodas. Nos quatro cantos do planeta, a marca Harley-Davidson se espalha, não só em forma de motores, mas de assessórios, vestuário, decoração e uma infinidade mais de produtos. 

Passados 110 anos, quem compra uma moto Harley-Davison não está à procura de um meio de transporte. Antes, é o seu estilo de vida que está em jogo. Horas de trabalho e dinheiro são gastos na customização de motos. Comunidades são formadas para viver o espírito aventureiro nas estradas. São homens muitas vezes atarefados nos dias úteis, que não podem se dar o luxo de largar tudo e montar na sua moto e errar pelo mundo, como fizeram seus antecessores, mas que esperam ansiosos os fins de semana para viver o que a Harley-Davidson mais representa: a Liberdade.    


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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

MOTO: Suzuki Hayabusa GSX1300R é apontada como a moto mais rápida do mundo‏

Na virada do século 20 Suzuki surpreendeu o mundo ao introduzir a supermoto Hayabusa. Durante a última década, a motocicleta tem evoluído enquanto procura permanecer fiel ao seu conceito de alta performance em motocicletas. Seu incrível poder de desempenho, velocidade, bom passeio e presença esmagadora continuam a fascinar os proprietários e amantes de belas máquinas.

Desde 1999, quando foi lançado este modelo, a Suzuki definiu o estilo Hypersport. O significado Hayabusa, em japonês, faz referencia a um falcão peregrino, uma ave que pode atingir 200mph, durante um vôo para atacar uma presa. Entretanto, para 2013, a fabricante renovou sua Hayabusa, que chega com freios ABS e pinças Brembo monobloco.
 
O design foi cuidadosamente idealizado para que a carroçaria se adapte ao vento para maximizar o poder do motor, tendo em vista que foram realizados testes de túnel de vento com um piloto a bordo, que ajudou aos engenheiros a encontrar a forma ideal para uma maior velocidade de condução, bem como, proteger o piloto do vento e melhorar eficiência do combustível.
 
Os pneus, Bridgestone BT-015, foram especialmente desenhados para a moto, que possui um motor quatro cilindros com refrigeração líquida e injeção eletrônica. Esta tecnologia, aliada ao catalisador e ao sensor de oxigênio instalados no sistema de exaustão, fazem com que atenda ao rigoroso padrão PROMOT 3 sobre emissões de gases. A Habayusa é considerada a moto mais rápida do mundo produzida em série.
 
 
 
 

Vídeo promocional:

 
 
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quarta-feira, 28 de março de 2012

MOTO: A Ducati Streetfighter 848 mostra potência e competitividade no mercado nacional‏

Faz mais de um ano que a Ducati liberou testes para a 848 Evo uma esportiva capaz, mas não tão radical como as superbike que pretendia alcançar um número maior de usuários. Essa intenção da marca italiana se encaixa para a família das naked mais esportivas formada pela Streetfighter e a Streetfighter S.

Essas duas motos são equipadas com um motor eficaz e exigente de 1099 cc e 155 cv. Para completar a família, a nova Streetfighter 848 chega num momento em que a Europa está controlada por legisladores repressivos e em que as motos lógicas lideram o mercado. Deslizando pelas linhas originais da Ducati, com a essência e os genes esportivos de todas as outras motos da marca, a 848 é, ao mesmo tempo, completamente válida para o cenário em que vivemos.
 
O “Motor Valley”, ou “Terra dei Motori”, é o berço do motor na Itália. Ali se concentram marcas como a Ducati, Ferrari, Lamborghini, Bimota e muitas outras, além dos circuitos de Ímola e Misano. Como curvas lentas e entrelaçadas fica claro o bom desempenho da Streetfighter 848, assim como suas reações rápidas. Rodando com novos e pegajosos Pirelli Supercorsa SC2 em 180/60 atrás, pode-se entrar cada vez mais rápido nas curvas e trocar de direção como se a moto fosse pluma. Com um pouco mais de pressão no garfo Marzocchi, se consegue um pouco mais de altura do conjunto frontal, assim a moto fica mais precisa em alta velocidade. O amortecedor transmite bem as reações do pneu traseiro, com confiança. Para uso na pista, a posição do guidão está adequada.

O bicilíndrico em V a 90º também cumpre seu papel com boa nota no circuito e garante força, importante para pistas com curvas lentas. De fato poderia fazer em primeira zona de torque máximo, sem perder estabilidade graças ao DTC, ou em segunda em baixas rotações. A eletrônica da Ducati brilha no circuito, com o controle de tração de oito posições, o mesmo usado nas esportivas.

Na prática, tem que ser muito brusco para que o DTC atue em sua totalidade, já que usa-lo na posição 2 é o mais indicado para pilotagens rápidas. Se o pneu deslizar um pouco, as duas luzes do painel digital acendem, ao passo que se as derrapadas forem fortes, as três luzes da Streetfighter 848 acenderão. Sendo assim, depois de poucas voltas, temos total confiança no sistema e podemos desfrutar da pilotagem.
 

O painel da máquina italiana é totalmente digital e conta com um menu completo, além de permitir a regulagem do controle de tração. Já o Chassi, é o mesmo da 848 EVO, porém com medidas mais conservadoras (24,5º de cáster e 103 mm de trail), preparado para a pilotagem rápida e estável ao mesmo tempo. As suspensões, por sua vez, também receberam mudanças e ficaram mais suaves do que as da 848 EVO, graças às (substituto do Showa). A parte de freios está bem desenvolvida e potente, graças ao uso dos equipamentos Brembo, com novas pastilhas “soft feeling”, que podem ser ajustadas ao gosto do piloto. Por fim, o propulsor, o novo Testatreta 11º, possui 132 cv e ótimo desempenho. Responde rápido quando exigido pelos pilotos e usuários comuns.
 
Feita a prova do circuito, ficou claro que a nova Streetfighter 848 é capaz de tudo, rápida na pista e também agradável na estrada. Sem dúvida, a 848 atrairá um grande público e será um objeto de desejo. A moto será comercializada em um preço acessível em relação as suas rivais da categoria, o que tornará a prova comparativa bem interessante. A 848 chegou às lojas da Europa no final do ano passado, no tom amarelo das fotos e também em vermelho e totalmente preta. No Brasil a 848 encontra-se disponível em algumas capitais desde o início desse ano. O lançamento mundial da Streetfighter 848 no Brasil mostra a importância que o país tem para a marca. A fabricante italiana planeja iniciar a montagem de suas motos em Manaus, AM, pelo sistema de CKD (Complete Knock Down, totalmente desmontado, em inglês). “Teremos mais informações nas próximas semanas”, explica Roberto Righi, diretor de vendas da marca.
Fonte:

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

MOTO: Ducati Diavel AMG Special Edition, a parceria entre a Ducati e a Mercedes-Benz supera expectativas

Resultado de uma parceria inédita de empresas que atuam em setores diferentes é que surgiu uma super máquina para não botar defeito em nada. E assim, surgiu a Ducati Diavel a primeira motocicleta nascida da colaboração entre a casa de Tunning da Mercedes-Benz, a AMG, e a fabricante italiana, Ducati. A novidade foi anunciada no recente Salão de Frankfurt em setembro passado e surpreendeu a todos do mercado especializado e fãs havidos por novidades no mercado.

Essa primeira exibição pública da Ducati Diavel AMG Special Edition, um modelo top de linha da família Diavel, é uma homenagem à marca de luxo esportiva AMG. De acordo com a Ducati, essa moto é “destinada a apreciadores apaixonados por tecnologia, engenharia e estilo exclusivo”. O modelo 2012 da família Diavel é uma homenagem à, uma marca de luxo do esporte que é destinada a apreciadores apaixonados da tecnologia, a engenharia de detalhes e estilo inconfundível da marca.
Essa parceria da Ducati com Mercedes AMG foi anunciada no Salão de Los Angeles, em 2010, com um contrato de patrocínio para a equipe Ducati de Moto GP. Isso resultou numa rápida associação a motos de alta velocidade e logo se transformou em uma estratégia de marketing, que evoluiu para o lançamento do produto. Durante uma mesa redonda que aconteceu no Salão de Frankfurt, o CEO da Ducati, Gabriele Del Torchio, disse que cada moto seria numerada e o modelo será uma edição limitada, mas não indicou o quanto será limitada. Porém já foi fixou o preço na Europa de 26.000 euros para 27.000 euros.

A cor dessa exclusiva Diavel também conta com uma exclusiva pintura em preto fosco com uma faixa longitudinal na cor “Diamond White Bright AMG”. As rodas, assento e escapamentos da edição especial são todos feitos pela AMG e o logo da marca foi gravado a laser em ambos os lados do tanque. A fibra de carbono é o principal material usado na moto, destaque para as rodas de 5 raios de alumínio forjado, as tomadas de ar nas laterais do tanque e os radiadores laterais de fibra de carbono com telas de alumínio. Cada moto terá uma placa numerada no tanque de combustível. Os bancos trazem revestimento em Alcântara, e ainda há novos detalhes em alumínio.
A potência da Ducati Diavel AMG está em destaque com um incrível motor Testastretta 11° (2 cilindros em “L”), com uma concepção única ele possui 1198 cilindradas e é capaz de entregar 162 cv de potência e 12.7 kgfm de torque máximo. A Diavel AMG está avaliada em R$ 100 mil, já que é uma série limitada e quase uma peça de colecionador. Ela estará à disposição para venda juntamente com a jaqueta de couro e capacete da própria marca no início de 2012. A marca italiana ainda não falou nada sobre preço ou quantidade produzida. Também não há previsão de sua chegada ao Brasil.
Fonte: R7, Duas Rodas, MotorShow Ducati

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