terça-feira, 30 de setembro de 2014

SAÚDE: Podemos contar com a ajudinha dos polivitamínicos?

A busca do corpo dos sonhos muitas vezes é o ponto de partida para entrarmos numa farmácia ou uma loja especializada e buscar uma suplementação alimentar. Mas será que o uso de vitaminas em cápsulas pode melhorar a nossa saúde ou estamos transferindo a nossa responsabilidade de se alimentar bem em uma cápsula milagrosa?
 
Bem, é certo que o uso de vitaminas sintéticas e polivitamínicos são indicados para pessoas que não suprem, por meio de alimentação, suas necessidades nutricionais. Assim, a má alimentação associada a exercícios físicos em excesso, pode gerar consequências graves, tais como; desequilíbrio do metabolismo, cansaço físico e mental, irritabilidade, insônia, baixa da imunidade, entre outros efeitos.

Vale salientar que as vitaminas e os minerais estão associados a algumas enzimas essências para a produção de energia, necessária para combater alguns desses efeitos acima, proporcionando saúde e bem estar. Porem, hoje virou mania o consumo de vitaminas sintéticas, sem o acompanhamento do nutricionista. Sendo assim estamos de certa forma consumindo um excesso de nutrientes.
 
O legal, então, seria conversar primeiramente com o seu médico, já que nas vitaminas criadas em laboratório encontramos diversos nutrientes concentrados em uma pílula, e em quantidades muitas vezes muito acima do necessário para uma dose diária. Além disso, deixar de transferir a responsabilidade de se alimentar corretamente às cápsulas, pois o bom mesmo é absorver nutrientes dos alimentos naturais, então deixe de preguiça e monte um cardápio toda semana variado.
 
Caso seja recomendada pelo seu nutricionista uma ajudinha dos polivitaminicos, seja pelo seu amor ao fast food ou porque realmente está com carência nutricional, procure não se viciar nas cápsulas e ir aos poucos se readaptando na mesa. 
 
Coração - Estudos indicam que as vitaminas A, B1, B2, B12, ácido fólico, C e E, podem proteger o coração. Encontramos em fígados de aves, cenouras, cereais, leites, verduras e frutas cítricas.
 
Defesas - As vitaminas C e E melhoram o desempenho do sistema imune e ajudam o organismo a atacar os intrusos, como o vírus. Encontramos no limão, acerola, laranja, morango, verdura, azeite e vegetais.
 
Musculatura - Não só de proteína vive o músculo, o zinco ajuda tanto na construção como na reconstrução dessas proteínas no tecido muscular. É achado nas carnes vermelhas e crustáceos.
 
Ossos - Nosso esqueleto funciona como um armazém de minerais, já que está cheio de cálcio, fósforo magnésio, manganês e flúor. E para evitar a osteoporose é bom ter um bom estoque desses minerais, tomado muito leite, por exemplo.
 
Cérebro - As vitaminas B, B1 e B2 são vitais para o bom funcionamento do sistema nervoso central, os neurônios não funcionam direito sem elas. Encontramos nas carnes, cereais, levedura de cerveja e derivados do leite.
 
Hormônios - Encontramos no selênio a peça chave para uma boa interação hormonal que servem de combustível para órgãos vitais como coração, fígado e rins.

É claro que não podemos responder se devemos ou não consumir os polivitaminicos, pois vamos combinar que cada pessoa tem suas particularidades, ou seja, é única, e sendo assim deve ser tratada como tal, principalmente no que diz respeito as suas necessidades. Além de que, é muito importante consultar um médico antes para se informar mais sobre o assunto. Assim, devemos atentar para a importância de uma dieta correta e não àquela que ira te deixar magro ou sarado. É necessário critério e bom senso e se for permitido, é claro, uma ajudinha dos polivitaminicos.


Consultoria: Dra. Marilene De Vuono
Para saber mais:
www.saudeesportiva.com.br/

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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

ARQUITETURA: UM LOFT COM CARA DE “DONO DE CASA”

Os Lofts são um dos conceitos mais charmosos do mundo da arquitetura que virou moda lá nos anos 60, quando artistas nova-iorquinos transformaram galpões e antigas fábricas em opções acessíveis e divertidas de moradia. Desde então, esses espaços ganharam o mundo e esse estilo aconchegante, jovem e moderno continua sendo sucesso. Apresentamos um case que faz jus aos melhores do mundo e nos faz desejar ainda mais um Loft com a nossa cara. 


Em uma atmosfera bastante contemporânea e atual, mas com uma releitura dos antigos Lofts de Nova York, este projeto traduz uma arquitetura com ambientes integrados (sem paredes), com uma linguagem única entre si, porém tendo cada um, é claro, a sua função. Com um espaço de aproximadamente 46m², conseguimos torná-lo extremamente funcional e ao mesmo tempo aconchegante. Com um tom mais masculino, cores e formas se fundem trazendo sofisticação e simplicidade ao mesmo tempo com muita funcionalidade nos espaços. 

A sala de estar e jantar, que pode ser usada também como sala de TV, tem uma ligação com a cozinha gourmet servindo como apoio de "bar" para receber amigos, ou no uso diário como a boa e velha cozinha funcional. O quarto com cama de casal é totalmente voltado para o banheiro, separado apenas por um charmoso biombo de madeira e uma divisória de vidro com fechamento em persiana horizontal para dar privacidade para a sala, caso necessário. Uma grande parede em bloco de concreto foi mantida, resgatando o conceito de galpão antigo, o que deu mais personalidade ao projeto e originalidade. Sobre essa parede, importantes obras de artes de artistas pernambucanos foram colocadas, de forma que esse espaço ganhou ainda mais força.

O piso em madeira, assim como vigamentos em madeira no teto, deixa ainda mais o ambiente com essa rusticidade contemporânea e cosmopolita, já a iluminação, com uma proposta mais dramática através de luminárias sobre a laje, nos proporciona esse ambiente ainda mais intimista e conceitual. Móveis contemporâneos e objetos de decoração pontuam cada local, deixando ainda mais sofisticado cada "cantinho". Os materiais utilizados, como a madeira e o bloco de concreto causam um impacto visual aconchegante e ao mesmo tempo cosmopolita.


sexta-feira, 26 de setembro de 2014

ESTRELA: Claudia Raia loira e fatal (e com novo visual)

Dizem que não se agrada a gregos e troianos... Duvido que Claudia Raia não consiga essa façanha. Atriz de grandeza, bailarina de se aplaudir de pé, mulher de se admirar, ela é sim de superlativos, todos positivos. Claudia é daquelas mulheres de verdade que você nem acredita que existe, paradoxo, né? Ela é vaidosa sem ser fútil, é mãe presente e atuante, é uma profissional competente, de respeito e que respeita. Claudia é tão, tão, tão... Que a gente até perde a fala e a escrita. É com muito prazer e muita honra que trazemos Claudia Raia em ensaio e entrevista exclusiva para os leitores da MENSCH. 

Você é superlativo. Grande mulher, grande atriz, grande mãe... Concorda com a gente? (risos) Eu sou realmente, sempre fui, 1,80. Mas quando se fala assim, parece que não tenho momentos de fragilidade, e eu tenho, como tudo mundo. Ninguém aguenta ser “grande”, nem infalível o tempo todo. O Jarbas conhece bem esses meus momentos, com ele abro bem a guarda e é por conhecer esse meu lado que ele tem um apelido bem carinhoso pra mim que é “pequeninha”.


Atravessando os anos cada vez mais linda, mais naturalmente sexy, mais cheia de energia, parece que nem o corpo nem a alma envelhecem... Como se chega a isso? Existe receita? Que loucurinha, vou sair dessa entrevista com a autoestima super em dia! Olha, eu me cuido muito. Nunca peguei sol, como coisas que me fazem bem, me exercito sempre, danço muito - que é uma coisa que faz bem, pra alma e pro corpo. E amo muito e sou muito amada. Essa é uma receita que eu acho que funciona bem. 

Você povoou e sem dúvida ainda povoa o imaginário masculino. Como lida em saber que centenas de homens sempre desejaram você? Essa coisa de ser sex symbol eu sempre lidei bem. Eu acho que ser sexy tem a ver com atitude e não pode ser uma coisa forçada. Acho que a sensualidade faz parte da vida e não pode ser planejada, tem que ser natural. Com a maturidade é ainda melhor porque você usa isso cada vez mais a seu favor, de um jeito inteligente e seguro. 

Casamento, maternidade, a tal da “vida comum”. Como é a Claudia Raia fora da mídia? Eu costumo dizer que só acordo, não durmo. Pra dar tempo de fazer tudo. (risos) Eu acompanho a vida dos meus filhos em detalhes e faço o possível para passar o máximo de tempo com eles, eu cuido das minhas casas no Rio e em São Paulo, eu reservo um tempo para minha vida a dois com o Jarbas. Eu estou sempre me dobrando em mil para dar conta de tudo e no final sempre dá certo.

Ainda sobre maternidade... Adolescentes não são lá muito fáceis e adolescentes filhos de famosos? Alguma diferença? Algum cuidado extra por isso? Como eles lidam em serem filhos de pais famosos? O Enzo é super tranquilo. Ele é uma benção até agora. Tem a independência dele, mas tem um respeito enorme. Está curtindo a vida, aproveitando as fases com liberdade, mas uma liberdade com responsabilidade. Já a Sophia ainda é muito nova, mas ela promete que não vai ser uma adolescente chata. (risos) Ela é maravilhosa. Não tenho do que reclamar.

Que tipo de adultos torce para que seus filhos sejam? Felizes e realizados na profissão que escolherem. É o que mais quero. 

A gente vê uma mulher famosa, bonita, desejada, rica e aí imagina que ela tem a vida perfeita e não precisa de mais nada, é assim mesmo? Nossa, tenho muito a conquistar ainda. Tenho muitos sonhos, se fosse te contar todos teríamos que ficar aqui horas... Sou uma pessoa que adora sonhar, realizar. E que bom que é assim né? A vida está aí para ser vivida.

Bailarina antes de atriz, quais as heranças que o ballet te deixou? A disciplina. O ballet acima de tudo me trouxe disciplina.

Em uma entrevista você disse que era mais interessante agora ao 47... Por que? Porque a maturidade é incrível. Tem coisas que só o tempo te traz, só as experiências, os erros e os acertos podem te ensinar.

Como tem sido a sua relação com seu corpo com o passar dos anos? É uma relação cada vez melhor e mais tranquila. Conheço mais meu corpo, sei que exercício funciona, o que posso ou não comer. 

Falando nisso a que seduz em um homem? Pés, adoro pés bonitos.

A sintonia entre você e Jarbas Homem de Melo parece extrapolar a dança. Tem como explicar?! Temos sintonia na vida. Eu e Jarbas vivemos um grande encontro, talvez de vidas passadas. A gente tem muita afinidade: gostamos das mesmas coisas, temos o mesmo humor, rimos das mesmas piadas...




Em determinado momento da sua carreira você chegou a ser reconhecida como a “bailarina das coxas grossas”, graças a seu personagem em Rainha da Sucata. Isso em algum momento te incomodou. Tipo o corpo meio que tirando atenção do talento? Eu vivi um momento no começo da minha carreira em que eu sabia que teria que fazer uma escolha: ou eu era apenas uma bunda, um corpo, ou eu era uma atriz completa. Eu fiz a segunda escolha e dela não me arrependo.

Qual das suas personagens tem mais de você? Todas elas ficaram com um pouco de mim e eu acabei carregando um pouco de cada uma delas também.

Você sempre transpareceu ser uma mulher muito bem humorada. O que te diverte e a faz rir? Brinco que tenho chip da alegria. Tento sempre ver o lado positivo das situações. Dou risada de mim mesma e acho graça na vida.


Por falar em humor... Saudade do TV Pirata? Eu morro de saudades do TV Pirata, daquela transgressão.

Se tivesse de escolher entre musical e novela, qual seria? O que te move em um e em outro? Eu não posso fazer essa escolha, amo os dois e me alimento das duas artes e também do cinema.

Claudia Raia se conquista com... Bom humor e inteligência, dupla irresistível. Sem isso amor, a gente não começa nem a conversar. (risos)

Você que sempre foi meio “camaleão”, agora adotou o visual loira total. Já deu para perceber se as loiras tem mais poder mesmo?
 As loiras definitivamente têm o poder. Estou amando o novo visual! 

Por sinal esse novo visual veio por conta da nova personagem na nova novela das 19h (escrita por Sílvio de Abreu). Como será essa nova personagem? O que você pode nos adiantar?
Samanta é uma vidente charlatã, uma vilã cômica, engraçadíssima, capaz de fazer loucuras para se dar bem. Estou muito feliz em poder trabalhar com uma equipe tão querida que me sinto super em casa. Vai ser uma delicia fazer essa novela.


quinta-feira, 25 de setembro de 2014

PALADAR: Café expresso cada vez mais popular e conquistando novos consumidores em cafeterias-conceito

Com aromas e sabores diversos. E o modo de se consumir café mudou um pouco, chegando a ser até questão de status, assim, a bebida popular ganhou ares mais sofisticados em cafés e lanchonetes que começaram a despertar para o grande leque de variações sobre a mesma bebida. O cafezinho simples ganhou outros ingredientes, aromas e formas de apresentação (inclusive sobremesas). Preparado na hora, com coador ou em máquina de expresso, o café cada vez mais conquista novos consumidores. 

Com os novos consumidores de café, tem nascido também novas cafeterias e com isso uma nova cultura em se consumir café. Cada vez mais as cafeterias estão se espalhando mais e se tornando espaços para reuniões de trabalho até espaço para confraternizar com os amigos consumindo outras bebidas derivadas, ou não do café. O cafezinho virou pretexto para outras atividades e as cafeterias de olho nesse novo consumidor em potencial tem oferecido um leque maior de opções que vão muito além do simples cafezinhos. A MENSCH selecionou alguns lugares que tem se destacado por atrelar ao café outros produtos e serviços, fazendo com isso aumentar o consumo do café e criando uma nova cultura dentro desse universo gourmet.






quarta-feira, 24 de setembro de 2014

AVENTURA: Grey Groose e Virgin Galactic dão início aos voos espaciais comerciais

Ontem em São Paulo, a Grey Goose, líder mundial em vodkas super premium, anunciou sua parceria oficial com a Virgin Galactic para o primeiro voo comercial tripulado para o espaço. Criada a partir de uma filosofia compartilhada de que os feitos extraordinários são realizados quando se age de acordo com aquilo em que se acredita, a parceria foi anunciada pelo fundador da Virgin Galactic, Sir Richard Branson, o CEO da empresa George Whitesides, o diretor global da categoria de destilados premium Ben Farlow e o Maître de Chai e criador da Grey Goose François Thibault, no complexo Rose Space Center and Planetarium, em Nova York. 

Como parte do evento, Sir Richard Branson apresentará a Virgin Disruptors, uma série sobre liderança inovadora apoiada pelo Virgin Group. Um painel de mentes inquietas da indústria de turismo que vai debater "O futuro do turismo: estamos indo rápido o suficiente?"

O evento marcou o início de uma parceria entre as duas marcas icônicas que vai além de apenas compartilhar uma filosofia. Enquanto a Virgin Galactic dá as boas-vindas aos primeiros passageiros dos voos comerciais ao espaço, a Grey Goose trará à realidade essa jornada espacial, por meio de uma variedade de conteúdos exclusivos incríveis e uma série de pacotes de edição limitada. Isso tudo será oferecido como atividade de patrocínio exclusivo no local de lançamentos da Virgin Galactic, em Spaceport America, Novo México. Para quem for experimentar os voos comerciais espaciais, coquetéis excepcionais assinados pela marca brindarão a nova era de viagens espaciais, prevista para 2015. 

A Grey Goose e a Virgin Galactic foram criadas por visionários que possuem a determinação para atuar de acordo com suas crenças, enxergando possibilidades onde outros não enxergaram. François Thibault acreditava que ele poderia revolucionar o segmento de vodkas aplicando suas habilidades como Maître de Chai de conhaques com formação tradicional. Usando apenas os melhores ingredientes, François criou uma vodka de luxo, elaborada do zero, passando pelos campos até chegar ao processo de engarrafamento e que celebra a qualidade de seus ingredientes, mantendo também a neutralidade. Thibault foi pioneiro em um processo exclusivo que traz as características e o sabor naturalmente superiores dos ingredientes frescos, um método de destilação radicalmente diferente dos tradicionais, que extrai da vodka o seu sabor. Combinando o trigo suave do inverno de Picardie com a água das nascentes de Gensac-La-Pallue, naturalmente filtrada através de rochas calcárias associada a este processo singular de destilação, ele criou Grey Goose, uma vodka de qualidade e característica incomparáveis. 

Sir Richard Branson Maitre de Chai Francois Thibault GREY GOOSE
"Esse é o casamento de duas marcas que compartilham valores e um verdadeiro sentido de que todo sonho pode se tornar realidade. Não só seguimos a mesma visão de longo prazo de que o extraordinário pode ser alcançado ao agirmos de acordo com as nossas crenças, mas também estamos ansiosos para comemorar este momento cultural icônico com aqueles em solo", conta Thibault. 

Sir Richard Branson realmente encarna o espírito Fly Beyond que guia o coração da marca de vodka Grey Goose. Empresário reconhecido mundialmente, Sir Branson ganhou todo o direito de ser reconhecido como pioneiro e visionário, desafiando constantemente as expectativas ao expandir fronteiras e alcançar sucesso inimaginável a partir de suas origens humildes. Desde 2008, a Grey Goose reconhece e comemora sua alma gêmea em Sir Richard e na marca Virgin. Primeiramente, apresentamos Sir Richard na aclamada série ICONOCLASTAS, que apresenta inovadores e visionários, produzida pela Grey Goose Entertainment. Mais recentemente, com a criação do Grey Goose Loft na Virgin Atlantic Clubhouse, situada no aeroporto de Heathrow, em Londres, que levou a experiência de viajar para novos patamares. Agora, ao ser pioneira em voos comerciais tripulados para o espaço com a primeira linha aeroespacial do mundo, a Virgin Galactic, Sir Richard está na vanguarda de uma experiência de turismo nova e revolucionária que poucos acreditavam ser possível. 

"Estamos muito feliz porque a Grey Goose se juntou a nós como parceira em nossa jornada incrível. Esta noite de debates inquietantes e enriquecedores sobre o futuro das viagens, uma celebração maravilhosa da realização humana, é o cerne da parceria Virgin Galactic Grey Goose. Compartilhamos uma busca apaixonada pelo extraordinário e estamos ansiosos para comemorar juntos os resultados de crescimento e expansão da primeira linha aeroespacial comercial do mundo", afirma Branson. 

Sobre a VIRGIN GALACTIC

A Virgin Galactic, de propriedade do Virgin Group de Sir Richard Branson e da aabar Investments PJS, está a caminho de ser a primeira linha aeroespacial comercial do mundo. Até o momento, a empresa aceitou mais de US$ 80 milhões em depósitos de aproximadamente 700 indivíduos, que representa mais de 20% do número total de pessoas que já foi ao espaço. A nova nave espacial (SpaceShipTwo, VSS Enterprise) e o avião transportador (WhiteKnightTwo, VMS Eve) foram desenvolvidos para a frota de veículos da Virgin Galactic pela Scaled Composites, empresa com sede em Mojave. Fundada por Burt Rutan, a Scaled desenvolveu a SpaceShipOne, que em 2004 levou o prêmio Ansari X Prize de US$ 10 milhões, como a primeira nave espacial tripulada do mundo desenvolvida com capital privado. Os novos veículos reutilizáveis da Virgin Galactic, que serão fabricados pela The Spaceship Company em Mojave, na Califórnia, compartilham grande parte do mesmo projeto básico, mas estão sendo construídos para transportar seis clientes, ou a carga de pesquisa científica equivalente ao espaço. Os veículos permitirão uma experiência de gravidade zero com vistas surpreendentes do planeta visto do céu negro para astronautas turistas e uma plataforma de microgravidade exclusiva para pesquisadores. O exaustivo programa de testes de voo da VSS Enterprise e da VMS Eve está em sua fase final, levando a Virgin Galactic às operações comerciais, que ocorrerão no Spaceport America, Novo México. 

Veja o vídeo:


terça-feira, 23 de setembro de 2014

CUIDADOS PESSOAIS: Uma seleção de perfumes com o frescor da estação

Com o final do inverno e a chegada da primavera, pede roupas mais leves e um aroma mais fresco. A mudança de estação pede um toque mais amadeirado, floral e mais refrescante. A MENSCH fez uma seleção para essa temporada de mudança de clima que prepara a chegada do verão com fragrâncias para aumentar seu poder de sedução.


QUAL SUA NOTA
Para escolher um perfume que fique bem em você e atraia uma parceira daquelas, é importante amigo leitor, que você entenda que o aroma é dividido em 03 partes: nota de saída é o cheiro que sentimos assim que abrimos o frasco de perfume; nota de corpo é o que o olfato sente no contato do perfume com a pele e por fim, nota de fundo, que é aquela se fixa por tempo prolongado. E é a mistura disso tudo que resulta no aroma final que você vai exalar.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

FITNESS: Treinamento funcional a modalidade antiga que conquista cada vez mais adeptos

Você é do tipo que sabe que precisa praticar atividade física, mas não vê graça em nada? Então prepara-se pra mudar de ideia ao ler esse texto e saber o que é, como funciona e as vantagens do treinamento funcional. O treinamento funcional é um programa de condicionamento físico que tem como princípio básico preparar o indivíduo para melhor desempenhar suas atividades diárias ou esportivas customizando o treino a fim de que ele atenda as necessidades do aluno 

Presente no Brasil há mais de 15 anos, o treinamento funcional vem conquistando cada dia novos adeptos que antes se "entregavam" ao sedentarismo por não se sentirem estimulados a praticar o "treino padrão" (limitados a máquinas com os mesmos intervalos e séries a serem seguidas) onde os músculos são trabalhados de uma forma isolada. Uma metodologia baseada em movimentos onde vários estímulos são utilizados em uma mesma sessão torna o treinamento funcional um programa desafiador, com mais comprometimento do aluno e melhores resultados.

O treinamento funcional já influencia o conceito de equipamentos e adereços esportivos. Calçados de corrida, por exemplo, aos poucos, vão perdendo amortecimento artificial em prol de um design naturalista, privilegiando a anatomia do pé descalço, cujo fortalecimento ganha especial atenção no programa. Aparelhos de treinamento com pesos estão sendo redesenhados para garantir mais liberdade de movimento. As roupas são fabricadas com tecidos tecnológicos que facilitam a estabilização do "core" e estimulam a propriocepção (capacidade cerebral de se situar no espaço).

TREINO SOB MEDIDA

Os atos de puxar, empurrar, levantar, arremessar, correr e saltar trazem a cada sessão uma diversidade de estímulos, que por sua vez devem ser utilizadas de forma eficiente e obedecer uma evolução gradativa ao longo do tempo. Cada aluno tem objetivos a serem atingidos e é importante que o treinador esteja atento às necessidades reais de cada indivíduo e ao potencial do movimento empregado, de forma que o treino se torna dinâmico e também previna lesões.

A aplicação do treinamento funcional deve sempre se basear na "avaliação funcional dos movimentos", metodologia que tem por finalidade mensurar a mobilidade articular, diagnosticar as assimetrias e a partir daí prescrever exercícios corretivos e evitar futuras lesões.



Kettebell:
Essa bola de ferro fundida, originalmente da Rússia é uma ferramenta que possibilita movimentos em diferentes planos e a integração do corpo todo em um único movimento. Quando utilizado de uma forma correta o kettlebel estimula o fortalecimento das regiões que mais apresentam lesões (lombar, quadril e ombros).

TREINO DE PARCERIA

O conceito de treinamento funcional só faz sentido se estiver totalmente voltado a aprimorar o desempenho do indivíduo, independente de suas limitações e atividades-alvo. Melhorar o desempenho é um processo que demanda comprometimento de ambas as partes (professor e aluno). Um dos primeiros passos a ser observado é entender o comportamento do aluno e seu comprometimento com o treinamento e a partir daí prescrever um treino que o desafie a superar suas limitações. Nosso intuito é fazer com que ele perceba que o treinamento funcional é um processo de aprendizado diário e que esse entendimento é fundamental na obtenção dos resultados desejados.

Agradecimento: Academia R2

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

CAPA: Paulo Ricardo de volta com mil rotações por minuto

O libriano e carioca Paulo tinha somente cinco anos quando uma professora sugeriu aos seus pais que o levassem a um programa de talentos mirins na Rede Globo de Televisão. Ela não sabia – nem muito menos ele ou os pais – que aquele seria o prólogo de uma brilhante carreira sobre os palcos. Ainda que o pequeno Paulo não tenha se lançado então no universo da fama, aquele foi um ponto marcante para desvendar os rumos que sua vida viria a tomar. Hoje, o maduro e consagrado cantor Paulo Ricardo admite que a música nasceu com ele, estando à espreita desde sempre, e tendo vindo à tona naquele programa de talentos mirins pela primeira vez. 

Questionado sobre desde quando se sente ligado à arte que já não mais se dissocia de sua figura, ele responde com a voz rouca que arrebata suspiros das fãs: “desde sempre, desde que eu consigo me lembrar.” Dos primeiros projetos artísticos, iniciados oficialmente aos dezesseis anos de idade, Paulo extrai uma carga de experiências que dita suas decisões presentes e futuras. Passeia pela própria linha do tempo com a desenvoltura de um esgrimista e a passionalidade de um astro do rock. Volta à emblemática década de oitenta sem grilhões ou melancolia, no papel de um visitante que já morou naquela casa e conhece a posição exata de cada um dos móveis. Na abóbada estrelada de sua carreira, aqueles anos são imortais. “Comecei a compor após meu encontro com o [Luiz] Schiavon, em 1978, depois de tentativas frustradas de compor bandinhas de rock juvenis”, recorda, “e da nossa parceria, surgiu meu primeiro projeto propriamente dito, um grupo chamado AURA, do qual nasceu o RPM.” 

Antes de se tornar o principal ícone da meteórica ascensão do Revoluções Por Minuto, Paulo havia trabalhado como crítico de rock, redigindo colunas em revistas estrangeiras e opinando sobre as produções recentes do universo cultural no qual se envolveria até os ossos num futuro bem próximo. Nesse contexto, sabia que o apelo estético e a sensualidade dos integrantes de uma banda do gênero eram fundamentais à popularização de seu trabalho. “Para mim, o apelo do componente sexual é responsável por metade do sucesso do componente rock’n’roll”, sintetiza sem culpa. Afinal, culpado de que? “A fagulha desse sentimento existia desde Mick Jagger, James Morrison, porque a sexualidade é fundamental ao rock”, explica. Segundo Paulo, a ideia comum aos que formavam o RPM era a de desempenhar uma performance atraente, sem que esta estivesse necessariamente ligada aos conceitos clássicos da beleza apolínea. Ele credita muito da sensualidade que é associada à sua figura aos efeitos inerentes da própria música sobre seu público, como se a magia do rock enfeitiçasse os que assistiam aos seus espetáculos e o tornasse um símbolo sexual sem precedentes, dado o clímax proporcionado pelo som produzido ali. “Nunca tivemos problema com a associação da nossa imagem à nossa produção musical, afinal, somos da geração MTV, não somos artistas de rádio”, compara, “era necessário que a nossa imagem se fizesse presente e fosse marcante.” Quanto ao título de galã, dispara com a tranquilidade do viajante que já não se deslumbra com o primeiro sol poente da jornada: “Óbvio que é melhor ser visto como belo, mas isso nunca foi prioridade.” 

“UMA SINTONIA MÁGICA”

"Desde a primeira música do primeiro ensaio, houve uma sintonia mágica entre nós", define Paulo Ricardo ao recordar-se dos primeiros encontros com a formação original do RPM. Maktub, estava escrito: na continuidade da vida, à frente daquela intuição de que todos os caminhos se abririam para seus projetos, eles, de fato, se abriram. A banda, alavancada em 1983, está no hall das mais bem sucedidas do rock nacional, tendo quebrado todos os recordes da indústria fonográfica brasileira, contabilizando mais de cinco milhões de discos vendidos no auge da carreira em conjunto.


“Nos anos oitenta, trabalhávamos muito, vivíamos intensamente, freneticamente, vivenciando o dia a dia de um grupo de artistas em evidência, com todos os seus contras e suas vantagens”, explica Paulo, que recorda nitidamente as explosões de fanatismo que o fizeram correr às pressas por ruas, avenidas e shopping centers, driblando os rompantes de excesso de entusiasmo das fãs. Ao final das primeiras temporadas e durante o primeiro hiato após turnês, é que foi possível perceber a dimensão do sucesso e o alcance do efeito RPM. “A consciência de que havíamos nos tornado um fenômeno pop adolescente veio somente quando tivemos uma pausa para analisar o panorama em que estávamos enquadrados”, confessa. Naquela fase, Paulo Ricardo, assim como seus parceiros de banda, respirava, transpirava e se alimentava da energia disposta em torno do Revoluções Por Minuto. 

“FOI IMATURIDADE”

Quando perguntado sobre por que o grupo foi dissolvido muito antes do esperado pelo seu público, o astro admite: “Estávamos grudados há muito tempo, sem brechas sequer para uma respirada, para tocarmos nossos projetos solos, cuidarmos das nossas coisas mais individuais. Acabamos querendo encaixar todos os planos particulares em um projeto conjunto, o que provocou inúmeras divergências. Hoje vejo que deveríamos ter dado um tempo e, em seguida, retomado o RPM. Na época, nos faltou essa visão. Tudo era muito intenso e não nos permitimos digerir as mudanças todas. Mas a separação definitiva não precisava ter acontecido. Foi imaturidade.”  

Para Paulo Ricardo, o primeiro rompimento com o RPM foi, de longe, o mais difícil. Depois dele, porém, veio o amadurecimento. A vida seguiu, como sempre há de fazer, e os ex-componentes do Revoluções Por Minuto seguiram com ela. Em 2002 e em 2004, juntos, gravaram algumas faixas inéditas em parceria com a MTV. “Deu muito certo, mas logo voltamos a divergir”, conta o intérprete. Até que, anos mais tarde, foram procurados pela Rede Globo e convidados a gravar uma edição do especial Por Toda a Minha Vida. “Ali, finalmente, percebemos que já havíamos explorado todas as nossas possibilidades individuais e satisfeito todos os nossos anseios particulares; já havíamos dado vazão aos nossos talentos pessoais e sentimos que o RPM era algo de proporções gigantescas, que merecia mais do nosso tempo e dedicação”, diz. “Tomamos consciência de que ninguém seria prisioneiro da banda, e que poderíamos, ao mesmo tempo, retomar nosso grupo e dar continuidade às carreiras solo”, completa Paulo.


“NOSSO MELHOR MOMENTO”

Como a maturidade ensina que a vista do retrovisor jamais deve merecer tanta atenção quanto à paisagem no para-brisa dianteiro, Paulo Ricardo declara com segurança: “Estamos em nosso melhor momento.” E sobre as idas e vindas do RPM, explica que os rompimentos sempre foram artísticos, jamais pessoais. “Nós temos história, intimidade, maturidade e respeito uns pelos outros e pelo legado da banda”, fala como quem, sem querer, termina por entregar a receita da longevidade em qualquer relacionamento. E acresce a ela um ingrediente fundamental: a valorização do presente. A sabedoria de viver o agora, por maior ou mais forte – e justa - que seja a nostalgia em relação aos momentos passados.

“Quando somos jovens, vemos esse universo da fama como algo mágico. Administrar a liberdade e o sucesso é, portanto, a coisa mais difícil. Depois do estrelado, nós aprendemos o que não fazer. Adquirimos a tranquilidade de entender que temos um trabalho que exige o mesmo que outro trabalho qualquer: a entrega, conta. “Passar a fazer sucesso é muito mais fácil do que manter-se assim. Passado o encantamento de se tornar parte do hall de celebridades, é possível entender que ali é o patamar de grandes profissionais, o que aumenta as responsabilidades, cobranças e necessidade constante de auto superação”, explica, “e, no fim de tudo, se vê que nós não somos movidos pelo sucesso, dinheiro ou fama, mas pelo prazer subjetivo de gravar uma música e apresentá-la em um show, com toda a sensação de encantamento que isso produz. “De acordo com Paulo Ricardo, essa paixão, esse encantamento é que motivam bandas antigas a se manterem na ativa”. Algumas delas já são tão míticas que não precisam de mais contratos ou mais prestígio. Elas permanecem atuando porque é aquilo que desejam, é aquilo que mantém seus integrantes em movimento, sentindo-se vivos, sentindo-se plenos.


“PARA FAZER O QUE EU GOSTO”

Para quem acompanhou todo o desenrolar da carreira artística de Paulo Ricardo, é possível perceber a transição natural do gênero roqueiro a um estilo mais romântico. Passadas décadas desde a formação do AURA e o surgimento do RPM, o rock e o romance se misturam e se complementam nas produções mais recentes do astro. Qual a diferença entre o Paulo Ricardo solo e o vocalista do Revoluções? “O RPM é uma banda de personalidade forte. Eu e o Schiavon temos uma parceria forte, antiga e muito boa. Muitas das composições que faço para nosso repertório são fruto dos estímulos que tenho dessa banda, do seu significado, de seu apelo. Na carreira solo, me sinto à vontade para fazer o que eu gosto. Aproveito para interpretar e criar minhas próprias coisas.” 

Para o futuro, os planos são inúmeros, generosos e consistentes. Porém comedidos, sensatos. Com o nascimento do filho mais novo, seu primeiro rapaz, o astro não pretende preencher a agenda com suas viagens e turnês habituais. “Vamos terminar, Toquinho e eu, o DVD que estamos produzindo sobre as obras do Vinícius de Morais. Paralelo a isso, vou concluir, junto com o RPM, um CD que gostaríamos de lançar ainda este ano. Uma das faixas deste álbum será Primavera Tropical, que compusemos durante as manifestações político-ideológicas que eclodiram no país ano passado”, lista.   

“NÃO QUERO SER DISSECADO”

Longe dos holofotes da fama, Paulo Ricardo é caseiro, dedicado à família. Gosta mesmo é da intimidade. Quando perguntado se existem lados seus que os fãs desconhecem, ele diz desejar que sim. “Eu gosto de pensar que existem vários lados meus que as pessoas não conhecem”, confessa, “porque fico bastante entediado com essa exploração da cultura de celebridade, não quero ser dissecado. E não por que eu tenha algo a esconder, mas porque acho cafona alguém se expor até o último nível.” Para ele, o mistério é fundamental. O ícone da persona envolvida numa aura enigmática faz parte do encanto. “Até mesmo entre um casal, certa dose de mistério é sempre necessária.”

E falando em casais, Paulo não mede palavras para declarar seu amor à atual esposa, Gabriela. Perguntar a ele o que o conquista numa mulher é levá-lo a citar a esposa e enumerar todas as suas qualidades e aptidões. O cantor reforça que não há – nem deve haver – um modelo de mulher perfeita, mas sentimentos em intensidades variáveis e com buscas distintas. “Tudo o que eu buscava, encontrei na Gabriela”, sintetiza, “ela é bondosa, tranquila, serena e dotada de uma intuição poderosíssima.” Perguntado se ela é tão caseira quanto ele, um Paulo apaixonado se desmancha: “Ela é a minha paz.” Sim, Gabriela é caseira, serena, calma. Para ele, o equilíbrio perfeito para suas ansiedades e impulsos de eterno roqueiro. Voltar para casa e desacelerar o ritmo frenético que a vida artística exige é uma preciosidade sem precedentes na vida do músico. Na contramão de uma cultura da estética pela estética e da superficialidade vigente nas relações humanas, que ele mesmo diz observar com mais frequência do que gostaria; Paulo faz questão de destacar a inteligência daquela que se tornou sua grande musa. “Gabriela é uma publicitária inteligentíssima, com sexto e sétimo sentidos. Ela tem uma enorme elegância, social e espiritualmente”, arremata.

“NÃO TENHO SAUDADE DE NADA”

Além de não deixar de ouvir o que a banda e seus parceiros musicais têm produzido, Paulo Ricardo se empenha em acompanhar as produções de todos os grupos que se relacionam ao estilo do RPM e ao seu próprio estilo. “Ouço os clássicos, como Eric Clapton, e também o que há de novo”, diz, “ouço rádio para me manter informado do que anda sendo produzido na MPB, mas a internet pulverizou toda a indústria fonográfica em cenas simultâneas e democráticas. Não existe mais uma única cena musical. São várias, que se misturam ao mesmo tempo.” Para completar a lista, volta sempre aos épicos hits dos Beatles: “Cada vez que os ouço, eu entendo mais um pouco sobre por que eles eram e serão sempre os mestres.”

Beatlemaníaco assumido, inclusive, orgulha-se de ostentar no currículo uma autorização pessoal da Yoko Ono para sua regravação da emblemática canção Imagine, de John Lennon. Classifica a façanha como uma honra difícil de descrever em palavras, visto que, historicamente, Yoko jamais havia dado sua autorização a algo semelhante. “Numa entrevista exclusiva que ela concordou em me conceder”, conta Paulo, “perguntei por que havia dado seu aval à minha regravação. Ela disse que gostou de ter percebido que eu não tinha a intenção de copiar Lennon, mas fazer minha própria versão daquele clássico.”

Sobre a comparação entre o RPM e os Beatles, que veio à tona no auge da estrondosa carreira do grupo, o vocalista desconversa e credita a metáfora a um ponto de vista inserido em contexto determinado. “Temos que entender o contexto e a forma como isso foi colocado. Nós não fomos comparados [aos Beatles] pela sua obra e influência, porque eles são incomparáveis, mas pela histeria das fãs. A simetria foi mais no sentido da euforia, de uma coisa nova, causando frisson”, explica. 


E quando inquerido sobre essa nostalgia interminável deixada pelos icônicos anos oitenta, Paulo Ricardo declara sem pesos: “Eu não tenho saudade de nada. Vivi intensamente e, hoje, sou uma pessoa muito focada no presente e no futuro.” Dada a quantidade de vezes que já foi questionado sobre o tema, confessa ter uma lista mental dos itens que transformaram os anos oitenta em uma década imortal: o momento político da época, a revolução tecnológica trazida pelos sintetizadores, a revolução visual capitaneada pela MTV e seus clipes, a revolução do punk e a revolução da liberdade sexual. “Tudo isso, somado, imprimiu na sociedade um momento inesquecível, alegre, descontraído, livre, cercado de mudanças e revoluções.” 

E de revoluções, nós sabemos, ele entende bem: dotado de um timbre rouco que deu voz a toda uma geração, Paulo Ricardo conviveu com as dores e delícias de ascender do anonimato ao apogeu em pleno auge do sentimento de invencibilidade típico da juventude. Foi também jovem, emblemático, icônico, invencível. As revoluções, em seu legado, virão sempre acompanhadas de um adendo: por minuto. As revoluções, em sua história, serão para sempre.


Fotos: Angelo Pastorello, Produção e estilo: Ju Hirschmann, Direção de arte: Celso Ieiri, Beleza: Renata Rubiniak, Assistente de beleza: Bruno Freitas, Assistente de Set: Claite Rodrigues, Assistente de foto: Daniel de Jesus, Agradecimentos: Retrô Hair (11) 3100-1680 - Agradecimento especial Mônica Silveira.


Paulo Ricardo veste: Terno risca de giz, terno branco, suspensório e sapato bicolor: Minha Avó Tinha (11) 3801.4124, Terno preto, camisa branca e gravata: Etiqueta Negra (11) 3152.6700, Camisa preta e Blazer vinho: Aramis (11) 3081.2214. Ela: Pulseira: Prado (11) 2337.9025, Brincos: Lázara Design (31) 3488.6889 e Letícia Sarabia (45) 3029.1022, Gola de pele: TNG (11) 4689.9313, Camisa Branca: Highstil (11) 3611.5575, Gravata borboleta e Suspensório: Minha Avó Tinha (11) 3801.4124, Casaco preto com gola de pele: Pernambucanas 0800-724.9200, Sapatos Carmen Steffens: (11) 30632283, Calças: Marui Akamine (11) 99369.4738, Vestido: Chita 0800 645.5570, Chapéu: Acessorize (11) 3061.5136.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

MOTOR: A lendária moto pilotada por Peter Fonda no filme "Easy Rider" será leiloada na Califórnia

O filme Easy Rider, no Brasil “Sem Destino”, é um clássico do cinema americano de 1969. O road movie, estrelado por Peter Fonda e Dennis Hoper (além de Jack Nicholson) conta a história de dois amigos motociclistas que após traficarem droga do México até Los Angeles resolvem atravessar o leste dos EUA para chegar a tempo em Nova Orleans e a tempo do Mardi Grass, um dos maiores carnavais do mundo na época. O filme trata da busca e do encontro da liberdade pessoal trazendo à tona temas, assuntos e tensões na América da década de 1960, tal como a ascensão e queda do movimento hippie, o uso de drogas e estilo de vida comunal, tudo isso em meio a exploração das paisagens sociais. 

Além dos dois super atores, uma das principais “personagens” do filme foi a moto “Capitão América” uma Harley Davidson guiada por Wyatt, personagem de Peter Fonda. E é ela quem será leiloada em outubro nos EUA e segundo especialistas pode chegar a mais de 1 milhão de dólares. O leilão será feito pela casa Profiles in History, na região de Los Angeles e uma carta do ator confirma a autenticidade do veículo.


Segundo, Joseph Maddalena, diretor da casa de leilões, a moto pintada com a bandeira americana "é uma das imagens mais icônicas do cinema", disse. "Ela evoca emoções poderosas, inclusive para quem não é motociclista. Representa os anos 60, tudo de bom e de ruim desta década". A Harley foi criada pelos especialistas de motos Cliff Vaughs e Ben Hardy, com base em sugestões do próprio Fonda. Na época foram montadas duas motos, de modo que as filmagens pudessem prosseguir mesmo com um eventual problema mecânico. A segunda moto foi destruída na cena do acidente no final do filme.

O leilão ocorrerá entre 17 e 20 de outubro na sede da Profiles in History em Calabasas, noroeste de Los Angeles, e os lances poderão ser realizados on-line, por telefone ou pessoalmente. Quem dá mais?




Trailler original:

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

FOTOGRAFIA: O "Angel´s Book" traz a nudez das top models da Victoria Secrets pelas lentes de Russel James

O fotógrafo australiano Russel James, há 15 anos é o fotógrafo oficial da Victoria Secrets e para coroar essa longa relação de cliques maravilhosos ele despiu algumas Angels da VS em um livro recheado de belas imagens compiladas em mais de uma década de registros de seu trabalho com a marca.

O “The Angel’s Nude Photography Book” será lançado em outubro e é um prato cheio para os amantes da fotografia e de belas mulheres. Segundo Russel fotografar as mulheres belíssimas ao longo desses anos têm sido um grande privilégio e àquelas que posaram para o livro com nada ou quase nada, ele agradece e os leitores também.

O livro tem 304 páginas e o preço varia entre US$ 199 e US$ 399, dependendo da escolha entre a opção simples ou a autografada, com dedicatória e tudo. A edição é limitada, e as imagens também serão exibidas em exposições pelos Estados Unidos a partir de Novembro. As imagens serão exibidas em uma exposição na Flórida em novembro deste ano. Entre as Angels estão Adriana Lima, Alessandra Ambrósio, Candice Swanepoel e Lily Aldridge e se você ficou apressando em ir pro céu, vale a dica que a obra já está em pré-venda na Amazon.





terça-feira, 16 de setembro de 2014

BEBIDA: Gin Tônica, uma refrescante tendência

O Gin tônica está em alta e é um dos cinco coquetéis mais pedidos em um balcão de bar. Considerado um ritual de estilo é uma febre em toda a Europa, uma espécie de instituição nacional em países como a Espanha, Inglaterra e Holanda que conta até com especialistas no assunto. Quando chegou ao Brasil também caiu rapidamente no gosto do consumidor e isto se deve a sua fácil elaboração e seus ingredientes botânicos muito aromáticos e com uma variedade de sabores levemente adstringentes próprios do Gin que complementado com muito gelo e água Tônica resultam em um coquetel extremamente refrescante.

O Gin tem sua origem na Holanda onde era chamado de Jenever ou Genievre, em francês, posteriormente passou a Ginebra e sem seguida sendo abreviado para Gin. Foi na faculdade de medicina de Leyden que a meados do século 16 o doutor Franciscus de La Boe produziu pela primeira vez uma bebida destilada à base de álcool de cereais misturada com bagas de Ginepro ou Zimbro, em italiano. Vale lembrar que a região italiana da Toscana é considerada a principal fornecedora deste fruto para a bebida que nasceu com fins medicinais e terapêuticos;

Com o passar do tempo e por questões comerciais de importação da matéria prima a bebida migrou para Inglaterra onde foi aperfeiçoada, produzida em grande escala e adotada como a bebida nacional. Já a tônica foi uma invenção do alemão Joseph Schweeppes que adicionou quinina, um elemento analgésico e antitérmico numa simples soda gaseificada. Hoje em dia encontramos varias marcas e estilos de tônicas com princípios botânicos ao redor do mundo. 

A soberana Schweeppes (1) lançou uma linha Premium Mixer ideal para combinar com o gin tônica, uma com nuances de gengibre outra de cardamono indiano e outra de pimenta rosa. A inglesa Fever Tree (2) considerada a Ferrari das tônicas contem nuances mediterrâneos e quinina proveniente da árvore da fevre e vem em exclusiva garrafa de 20 cl. Na Espanha a Top é a Premium Bo Dry (3), outra inglesa é a Fentimans (4) que vem em garrafa de 125 ml e oferece nuances de rosas e limão, na Itália a Monelli (5) faz sucesso com sua tônica de arancia rossa (laranja), outra italiana mais popular é a Abbondio (6) que vem em garrafa de 25 cl. 

Também não podia faltar uma versão da consagrada San Pellegrino com sua Old Tonic Pellegrino (7), líder de vendas nos Estados Unidos. Assim como a americana Boylan combinam muito bem com gins de citricidade alta. Na Índia temos a clássica Markham Premium (8) e a Indian Tonic (9) que apresentam fortes nuances de especiarias. Para finalizar nossa pequena lista a tônica argentina 1724 (10), feita com água da Patagônia, todas foram desenvolvidas exclusivamente para harmonizar com as características dos mais variados tipos de gin.


Independente das harmonizações existe um principio básico para degustar seu gin tônica, são os aromas e sabores cítricos. A grande sacada do gin tônica foi o ingrediente de destaque do drink, a quinina, que prevalece no sabor da bebida. A quinina foi considerada o principal remédio para a malária, doença devastadora transmitida pelo mosquito-prego que se adapta e prolifera em climas úmidos e tropicais, esta descoberta aconteceu no século 18 época da ocupação inglesa na índia.

Segundo historiadores o gin tônica nasceu por acaso, pesquisas indicam que os soldados que estavam na Índia na época começaram a misturar a tônica com o gin destilado, muito popular nas ruas londrinas. E aí uma bebida que nasceu para ser um remédio virou complemento indispensável para um dos coquetéis mais populares nos bares do mundo. 


Rodrigo Sepulveda - Gerente de bar e mixologista.