sexta-feira, 22 de novembro de 2013

ENTREVISTA: Sílvio Meira, o homem do futuro

“Eu vivo o tempo todo olhando o futuro, esse é meu universo... Tenho presente e futuro, isso é o relevante.” (Silvio Meira, 2013)      
                    
É com estas palavras que Silvio Romero de Lemos Meira inicia nosso encontro. A equipe MENSCH foi recebida com um largo sorriso e energia radiante. Por 2 horas ele no melhor estilo Silvio Meira de apresentar ideias, nos conduziu na reflexão sobre o futuro e toda a cadeia envolvida neste processo, da criação a distribuição, em todas as áreas do conhecimento humano. Sua história confunde-se com a da própria história de sucesso da internet, em especial no Brasil. Revolucionário do saber encanta com suas desconstruções e novos desenhos sobre construção do conhecimento. Sua expertise de mais de 30 anos de conexão, lhe confere um status de respeitabilidade no campo da tecnologia e inovação pelo mundo. 

De forma simples se apresenta como Professor titular de engenharia de software do Centro de Informática - CIN na UFPE, Doutor em Ciência da Computação, Animador de auditório e Cientista chefe do C.E.S.A.R, Presidente do conselho do Porto Digital e Co-fundador da IKEWAI (palavra de origem havaiana que significa conhecimento), recentemente Fellow do Berkman Center for Internet and Society da Universidade de Harvard; um provocador por natureza que vive intensamente seu universo e está sempre aberto a ouvir e apoiar projetos do bem. De forma diferenciada apresentaremos o homem por trás do mito, suas histórias, seu estilo, seus sonhos, sua relação com Recife, com o carnaval, com a tecnologia e muito mais.

O menino de Taperoá, na Paraíba, nasceu em 02 fevereiro de 1955 e se orgulha do fato de ter nascido no mês do carnaval, de tal forma que fez questão de ressaltar que teve um ano que comemorou seu aniversário em pleno desfile do galo da Madrugada (maior bloco de carnaval de rua do mundo, segundo Guinness book) junto a uma multidão de mais de 1.500,000 de pessoas. Na ocasião, o bloco saiu na data exata, no início do facebook no Brasil, onde postou o convite.  Sua relação com o carnaval é tão intensa quanto com a tecnologia, ambas alimentam e energizam seu espírito criativo “Me envolvi com o Recife através do carnaval, eu vejo o carnaval o tempo todo aqui, nas ruas, vejo maracatus, eu vejo todo dia o carnaval, i have a visions”, diz.

Inquieto e múltiplo, conta que lê textos científicos ao ritmo de dez por semana, só para saber o que está acontecendo na maioria das coisas em que atua. Em outubro lançou seu mais novo livro, tendo como tema Inovação e Empreendedorismo, fruto do período de pesquisas em Harvard. O lançamento contou com uma programação intensa de eventos em diversos pontos no Brasil, a MENSCH, claro, esteve lá. É por este ponto que começaremos a nossa viagem ao universo de Silvio Meira.

Como foi o processo de seleção e produção dos conteúdos do livro? Escrever um livro é um processo árduo e complicado, o livro deve ter utilidade e relevância para a vida das pessoas. O livro é processo de download, neste processo passei o último ano concentrado trabalhando 10h por dia, durante 100 dias blocados. Talvez a etapa mais difícil que enfrentei foi me deparar com situações de adaptações de conteúdos, ora cortando algumas coisas, ora tendo que inserir outras, visando sempre dar uma forma didática ao conteúdo. Mas, valeu a pena o livro foi feito com muito carinho e ficou muito bacana. 

É correto afirmar que uma das questões mais difíceis para o empreendedor, é encontrar qual o seu modelo de negócio? A maioria das pessoas que está empreendendo não sabe o que é um modelo de negócio, esse é o problema. Modelo de negócio é um conjunto de respostas, a um conjunto de perguntas simples, porém, extremamente difíceis de serem respondidas e é composto de: quem paga o que, para quem, quanto, como, onde e quando; Para quem, fazer o que, para outro alguém, como, onde e quando. Essa reflexão forma a essência dos empreendimentos e deve centrar os modelos de negócios. É preciso ter respostas para tudo isso, mesmo que no futuro seja necessário adequar às informações, esta sistematização que deve ser dinâmica e flexível. Porém, precisa ser exercitada e explicitada desde o começo da formação dos times que farão parte do projeto e esses times por sua vez devem possuir sempre interdisciplinaridade entre áreas do conhecimento para que as respostas possam ser as mais próximas possíveis do mercado. Este conjunto de elementos é tão importante que reservei um capítulo inteiro do livro só para tratar desta questão.


Para entendermos um pouco mais sobre a história de formação de Silvio Meira, qual o seu sonho de criança? Qual o “day one” do menino Silvio para este universo paralelo da tecnologia? Quando criança já sonhava em ser engenheiro. Lembro que minha avó dizia a todo mundo que seu “filho”, como ela me chamava, seria engenheiro, isso em 1958. Meu dia “1” de paixão com a tecnologia foi quando vi o Brasil ser campeão do mundo de futebol no México, ao vivo pela TV em 1970. Deste dia em diante tive a certeza que tinha que projetar uma estação de televisão. Quando aprendi todos os segredos, descobri programação de software, mudei minha vida para sempre. O universo em que fui criado me permitia esta certeza, venho de uma família de aprendizes, todos de alguma forma são ligados às pesquisas.

Fale sobre sua relação com Recife, por que escolheu a cidade para amar e aportar? Minha relação de amor com o Recife começou em 1971, pois disseram a meu pai que filho mais velho quando vai para a Universidade tem que ir para a melhor, na época era aqui a melhor opção. Em minha opinião, aqui ainda é o melhor lugar para um jovem de 15 a 17 anos estudar. Na ocasião, passei um ano e meio estudando na UFPE de lá fui estudar no ITA, voltei em 1977, passei mais dois anos trabalhando aqui e em seguida fui fazer doutorado na Inglaterra, só retornei definitivamente para morar em 1985. Nestas idas e vindas me aproximei do Recife através do carnaval, do Galo da Madrugada, do bairro de São José, de Olinda. Cheguei à conclusão que há magnificação da saudade pela via da distância, no período que morei fora, confesso que ao ouvir Vassourinhas chorava, e ainda choro ao ouvir, então, o cara que chora quando ouve vassourinhas não pode morar em nenhum outro lugar do mundo.

E como é sua relação com o maracatu e o carnaval? Conheci o maracatu em 1992, foi quando minha relação com o carnaval mudou e eu comecei a interpretar de forma diferenciada a vivência no evento, hoje isso é fundamental para reorganizar meu corpo e espírito. 

Quem são as pessoas importantes em sua vida pessoal e profissional? Todas as pessoas que tem como profissão aprender, como exercício aprender. São todos com quem convivo e me relaciono todos os dias, da minha família ao papa, das pessoas que fazem projetos junto comigo ao pipoqueiro da praça, todos são importantes e igualmente sábios.

Qual o estilo de Silvio Meira? Meu estilo preferencialmente são peças confortáveis, funcionais e utilitárias: camisetas, jeans e sandálias são meus preferidos. Porém, não dispenso uma bermuda e adoro o modelo de calça-bermuda, é tão difícil de achar, é perfeita para as convenções sociais dos prédios de Recife que não permitem uso de bermuda em elevadores por exemplo. Tenho uma coleção de chapéus de palha e chapéus argentinos, feitos nos pampas. Curto andar de paletó, principalmente se estiver em Lisboa, cidade que também tenho profunda admiração. Adoro nas noites de primavera e outono andar de paletó, gravata e sapato pelas ruas de Lisboa, a temperatura e a umidade de lá nestas épocas são perfeitas e maravilhosas. Tenho até smoking inglês completo em meu guarda-roupa. Não tenho problemas em cumprir regras e convenções sociais de moda, me adapto muito bem.

Quais suas marcas preferidas de tecnologia, moda e bugigangas? Não possuo marcas preferidas de nada, escolho meus objetos de consumo pelas características da durabilidade, adoro o aconchego de uma boa roupa surrada. Gosto de coisas velhas, personificadas ao meu corpo e estilo de vida, desde que sejam também reutilizáveis e redimensionáveis. 

Comidas e bebidas preferidas? As do sertão do nordeste. Pode ser: bode, carne de charque, farinha de rosca, farinha amarela, manteiga de garrafa. Bebida preferida qualquer uma que contenha álcool, desde que seja bem destilada e fermentada.

Quais os seus lugares preferidos? Meu lugar preferido é qualquer um onde as pessoas queiram conversar sobre futuro, não importa onde, no trânsito, no meio da rua, num café, literalmente qualquer lugar. Sou um homem do campo, da altitude, das montanhas, fato que me surpreende ainda mais em relação ao meu amor por Recife, pois a cidade é totalmente o inverso do que gosto. 

Você prefere o campo ou a praia, a noite ou dia? Sou do dia e da noite literalmente. Confesso que queria arranjar um jeito de dormir só um dia na semana para poder viver mais intensamente. Dormir é perda de tempo, durmo 4h por noite, para mim está ótimo, menos que isso não consigo produzir. 

Como cuida da saúde? Frequento academia, ando de bicicleta, procuro estar sempre fazendo exercícios funcionais nos ambientes profissionais, tento não comer muita porcaria, o problema é que comer porcaria é muito bom, e faço check-up anual.

Para Silvio Meira ser conectado é? Prestar atenção a todos os fluxos de informações ao seu redor inclusive os desconectados. Ser conectado não significa estar online, significa desenhar, dedicar uma atenção parcial e contínua as coisas que estão acontecendo ao seu redor, ser conectado é saber também desconectar-se. É dar relevância ao que de fato tem importância no aqui e agora, nas redes que se formam a todo instante a nossa volta.

Qual a importância da felicidade e do equilíbrio na vida? Devemos todos ser patologicamente positivos e essencialmente revolucionários para que de fato haja mudança? A importância da felicidade é que ela é essencial, que temos que aprender e viver equilibradamente diante de tanta tensão, que chama nossa atenção. Por exemplo, conseguir manter o equilíbrio no trânsito do Recife é um exercício de reequilíbrio em busca da felicidade. Ser feliz é um estar, exigir das pessoas a felicidade é uma coisa extremamente difícil. Ser feliz é uma demanda infinita. Em minha opinião, o que transforma o mundo é o equilíbrio, porém não é nada fácil se equilibrar. 

O que é ser criativo, qual o segredo da criatividade e como isto pode beneficiar os negócios? A criatividade ajuda a equilibrar as coisas. Porém, ser criativo apenas também não basta para equilibrar as boas ideias e negócios quando aplicado em sistemas reais. É necessário conhecer muito bem seu modelo de negócio. O segredo da criatividade é nunca estar satisfeito, se não for capaz de perguntar por que não, de ter um nível de insatisfação do estado corpus, sem isso ninguém pode ser criativo. 

Você acredita em acaso ou destino para traçar um futuro? Acredito completamente que o acaso existe. Não acredito no destino como determinante de um caminho, acredito em caminhos e em acasos, eu provoco os acasos. Cada pessoa desenha sonhos e projetos, o mundo vai se redesenhando ao redor de cada um, com cada um redesenhando o seu tempo o tempo todo, esta dinâmica define o que vai acontecer.

Você afirmou em entrevista recente que passamos pela “dessincronização” e “deslocalização” do tempo, da geografia e da sociedade, como acontece essa relação?  Isso não é algo novo, está acontecendo nos últimos 15 anos. O fato é que, no passado, tínhamos um sistema de transmissão de informações onde um editor, um programador que era o emissor central espalhava a informação para todo mundo ao mesmo tempo, em um espaço limitado, em um tempo limitado. As coisas aconteciam num determinado espaço-tempo, o papel de editor era filtrar o mundo, ele localizava as informações e selecionava o que queria que a sociedade visse. Esse mecanismo de comunicação para disseminação de informação naturalmente sincronizada é restrito ao espaço limitado por conta do meio que usa, os broadcasts. Talvez a mágica maior da internet seja acabar com os broadcasts, ao mesmo tempo em que promovem bilhões de broadcasts, fortalecendo esse espaço que deixa de ser geográfico, pois podemos ver conteúdos ao vivo direto da Estônia e vice-versa e se atemporaliza podemos consumir os conteúdos quando e como queremos. Na hora que você traz a internet e conecta as pessoas, você transforma todos os usuários em conectores, dai acontecem outras 2 mágicas: 1 - eu sou editor, emissor e programador, com o mesmo poder do emissor central; 2 - eu não preciso mais ter o meio específico para captação e emissão de conteúdos, pelo custo fixo e baixo da minha internet local transformo a forma de leitura de mundo e interfiro diretamente. Neste espaço a transição é comunicação para interagir, agora através dos nossos relacionamentos criamos significados em comum.

Como esses fenômenos interferem nas novas estruturas de comportamento da sociedade? Pesquisas mostram que 78% das pessoas que foram as reivindicações nas ruas na mobilização de junho foram ativadas e orientadas pelas redes, o poder do emissor programador central foi direcionado para conectividade para interação. Não estamos falando de disseminação de informações autoritárias ou com autoridade, há diferença entre os dois. Nos conectamos para interagir e colaborar. Grupos que nunca se viram se comunicaram para decidir para onde ir, como se vestir, o que reivindicar, o que iriam fazer, enfim.

Há uma mudança clara na organização da comunicação, diferente do movimento “fora Collor” alguns anos atrás onde foi dito que as ruas derrubaram Collor, sim de fato isso aconteceu, porém aconteceu autorizado pelo programador central. Neste novo cenário que se forma o emissor não fazia menor ideia do que estava acontecendo, muito menos o que iria acontecer, para saber eles tiveram que ir ao novo sistema de conectividade, acessar a rede para interagir, esta mudança é definitiva.

Quais seriam então os caminhos para formação de uma cultura de comunicação de qualidade neste novo cenário que se forma? Os problemas de qualidade continuarão, de curadoria também. Nelson Mota tinha uma tese muito interessante ele dizia, ao invés de grandes estrelas, constelação e galáxias; ao invés de grandes estrelas, estrelinhas, constelações e galáxias. Hoje as estrelinhas formam grandes galáxias, a edição central que ultra selecionava o que passava e eventualmente se corrompia de várias formas não é mais a única a cobrir os fatos, não temos mais que ter um crivo cultural determinista para nos dizer o que é bom ou ruim. Hoje eu escolho o que é bom dentre milhões de fontes de informação para escolher. Ao maximizar as ferramentas, liberou geral. Agora sou eu que terei que me educar para o que é bom, isso tornou tudo muito melhor para todo mundo. 

Mensagem para o futuro de Silvio Meira? Don’t worry, be happy! 


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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

BEBIDA: O SABOR DA ESCÓCIA NO TRADICIONAL WHISKY GLENMORANGIE

Quando você pede um whisky espera se inundar em um vale de tranquilidade, relaxar e celebrar. E essa é a proposta da Glenmorangie, que em a língua ancestral da Escócia, quer dizer “vale de tranquilidade”. Criada por William Matheson, a Glenmorangie instalou seus primeiros alambiques no condado de Tain, em Ross-Shire, no norte da Escócia, em 1843. Então meus caros, experiência não lhes falta.

A criação do single malt scotch whisky Glenmorangie é baseada em alguns princípios: água e maturação. A água é um ingrediente fundamental: filtrada há mais de 100 anos nas Highlands escocesas, provém de uma fonte própria, chamada Tarlogie, resultando em uma água rica em minerais, responsável, em grande medida, pelo sabor de Glenmorangie. A maturação extra, em tonéis cuidadosamente selecionados pelo Master Distiller Dr. Bill Lumsden, e usados no máximo 2 vezes, também estão entre os responsáveis pelo sabor único de Glenmorangie.

A destilaria foi a primeira a perceber a importância da madeira no processo de maturação; a própria Glenmorangie produz barris sob medida, com o melhor carvalho branco das montanhas Ozark, no Missouri, EUA. Os barris são utilizados, inicialmente, na maturação de bourbon - para adoçar a madeira - antes de começar o envelhecimento do Glenmorangie. Além disto, a Glenmorangie foi pioneira na técnica de wood-finishing, usando outros tipos de barris para o envelhecimento final - a maturação extra, acrescentando diversas e intrigantes características ao whisky.



Brinde à qualidade

Atualmente a Glenmorangie é uma das mais famosas e respeitadas destilarias do mundo, não à toa vem recebendo diversos prêmios. Nos últimos 5 anos, Glenmorangie recebeu mais prêmios Gold Best in Class do que qualquer outro single malt scotch whisky na IWSC (International Wines and Spirits Competition), reconhecida como a competição mais prestigiosa do mundo. O objetivo da competição é promover a qualidade e a excelência dos melhores vinhos, destilados e licores. Em 2011, após 5 anos de participação, a Glenmorangie somou um total de 18 medalhas Gold Best in Class, mais do que qualquer outro single malt scotch whisky. O resultado é reflexo do eterno compromisso com a arte na criação do whisky Glenmorangie.

"Estamos encantados em receber esses prêmios notáveis. A avaliação da IWSC é de grande importância para a equipe de criação na Glenmorangie, que vem se esforçando continuamente para criar novos e inovadores single malt scotch whiskies com uma variedade intrigante de sabores, texturas e aromas. Com técnicas únicas, eles criaram o estilo suave e distinto de Glenmorangie”, afirma Sergio Degese, diretor geral da Moët Hennessy Brasil.

Dr. Bill Lumsden, chefe de destilação e criação da Glenmorangie, diz: “Ganhar estes prêmios é uma honra, em reconhecimento a todo o esforço empregado no processo de criação de cada expressão de Glenmorangie. Estou muito feliz em saber que uma instituição tão respeitada como a IWSC tenha consciência disso e nos tenha constantemente agraciado com suas mais nobres premiações”, completa Lumsden.

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terça-feira, 19 de novembro de 2013

PALADAR: Festival Gastronômico de Pernambuco reúne 20 chefs do Brasil para jantares exclusivos

O Festival Gastronômico de Pernambuco, evento que faz parte do calendário oficial do Governo de Pernambuco, realiza, nos dias 20 e 24 de novembro, a etapa de restaurantes, que terá como tema Gastronomia Brasileira: Aromas e Sabores. A novidade deste ano é que cada uma das casas participantes receberá o chef convidado apenas por um dia e o cardápio oferecido pelo restaurante aos clientes será exclusivamente o do chef convidado.

“Esta foi a forma que encontramos de valorizar ainda mais a vinda do chef a Pernambuco e permitir que os clientes dos restaurantes possam degustar pratos servidos em todo o Brasil. Além disso, será uma grande oportunidade de aprendizado para as equipes dos restaurantes que poderão praticar novas técnicas e conhecer ingredientes de diversas partes do País”, comenta o chef César Santos, sócio do evento. 

Participarão desta edição um total de 20 restaurantes, localizados nas cidades do Recife, Olinda e na Ilha de Fernando de Noronha. O evento teve início no mês de outubro, com a primeira etapa destinada a aulas gratuitas de chefs pernambucanos. A edição da Arena de Chefs aconteceu no Shopping Tacaruna e reuniu 21 profissionais da cozinha de Pernambuco, que ministraram aulas para adultos e crianças (Arena Kids). 

Nesta segunda etapa, os restaurantes do Recife e Olinda foram divididos em dois grupos para a realização dos jantares que ocorrem nos dias 20/11 (quarta) e 21/11 (quinta). Apenas o restaurante do Senac é que receberá para almoço no dia 21. Já em Fernando de Noronha, os jantares acontecem nos dias 21, 22 e 23/11, sendo um dia em cada casa participante.
Os colecionadores dos pratos da Boa Lembrança terão a oportunidade de adquirir uma nova e exclusiva cerâmica nesta edição. As casas associadas estarão disponibilizando a cerâmica alusiva ao evento para aqueles que optarem pelo menu completo. 











O Festival Gastronômico de Pernambuco conta com o patrocínio do Governo do Estado de Pernambuco, Secretaria de Turismo, Empetur, Sebrae, Prefeitura do Recife, Hiperbompreço, Senac e Natto. Apoiam esta iniciativa a Dam Roupas Profissionais, Vinhos Rio Sol, Shopping Tacaruna, Fundarpe, Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança, Secretaria de Cultura, Tramontina, Devassa e Prefeitura de Olinda.




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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

ENTREVISTA: Lucas Romano faz sua estreia na TV em horário nobre com muito talento e cercado de elogios

O paulista Lucas Romano trocou o agito de São Paulo pelo clima do Rio de Janeiro em busca de realizar seu antigo desejo de ser ator. E pelo que temos acompanhado diariamente na novela Amor à Vida, onde interpreta o personagem Luciano, essa troca valeu à pena, pois além de dar um grande passo na sua carreira, Lucas entrou para a TV em horário nobre. Porém para ele, independente de horário o empenho e a dedicação são os mesmos. Talvez por isso Lucas tenha recebido tantos elogios, e alguns xingamentos, por sua atuação em seu primeiro trabalho na TV. Cheio de sonhos e vontade de fazer sempre melhor, Lucas segue seu caminho trilhando com base no talento. Conheça um pouco desse jovem ator, de família unida e divertida, que ainda vai dar muito o que falar.

Amor à vida é seu primeiro papel na TV. Aí você já estreia no horário nobre contracenando com atores de grande peso. Como se sente e lida com tudo isso? É um sonho! Vendo o pouco que eu percorri como ator, me doando sempre para fazer o meu melhor como artista, e hoje me ver nessa situação, nesse ambiente e com essas pessoas, só tenho a agradecer. Sobre o horário nobre, acho que em qualquer horário que eu estreasse existiria uma responsabilidade de fazer um bom trabalho e dar o melhor de mim. Não posso negar que uma novela das nove que possui uma repercussão maior, intimida bastante. (risos) Confesso que demorei para me acostumar, pra falar a verdade (risos). Às vezes ainda me pego dentro do estúdio divagando, pensando em tudo o que aconteceu. Mas quando eu olho a minha volta e vejo a generosidade de todos esses atores, da equipe, a cumplicidade em cena, a troca, o nervosismo vai embora. Todos me abraçaram com muito carinho, e eu encaro esse trabalho da mesma forma como todos os outros que tive, com muita garra e dedicação. 

Como reagiu quando passou no teste para interpretar o Luciano (em Amor à Vida)? Nossa, a resposta demorou bastante para sair, esperei em torno de uns dois meses, e eu só pensava nisso, mas como dizem, o telefone só toca quando você menos espera. E foi o que aconteceu, eu estava saindo de um ensaio teatral e indo para um teste de publicidade quando meu empresário me ligou dando a noticia e dizendo com quem eu iria contracenar e dados sobre o meu personagem, pois eu ainda não sabia de nada. (risos) Foi uma alegria imensa com direito a pais chorosos e uma grande comemoração entre amigos e família.

Como avalia o caráter do seu personagem na trama? Digamos que no decorrer da trama sua conduta ficou um pouco duvidosa (risos), o que fez com que muitas pessoas odiassem o personagem. Pessoas até me xingaram na rua depois que foi ao ar o capítulo em que chamo a personagem  Joana de “tia”. O Luciano não é uma má pessoa, ele possui uma integridade familiar, é um garoto estudioso, mas a dificuldade de se formar em medicina fez com que ele tomasse certas atitudes erradas. Ele se aproveitou do relacionamento com a Joana e não deu a ela o valor que ela merecia. No começo da trama vimos que ele tem um bom coração, agora temos que torcer para até o final ele retome sua moral e se mostre um homem melhor.

Como você vê essa relação dele com a personagem de Bel Kutner? É mesmo só interesse? Bom, a relação dos dois começou com algumas diferenças dentro do trabalho, no hospital, até que ele descobriu que ela era cativante fora desse ambiente e começou a gostar de sua companhia, e quando percebeu, eles já estavam se envolvendo. Vendo que ela passou a morar sozinha e passou a dar uma ajuda financeira ao Luciano, ele se acomodou. É engraçado analisar essa palavra “interesse”, pois acredito que em todo relacionamento existe algum tipo de interesse, seja ele carnal, financeiro, afetivo, para manter status, etc. Muitos negam, mas ele existe, agora depende da motivação que te leva a isso. Quando uma mulher mais velha se envolve com um jovem que não possui estabilidade financeira, ela deve saber onde está entrando, e Joana sabia disso, mas o Luciano não soube lidar com esse tipo de relacionamento. Quando chegava a hora de apresentar ela como namorada, ele viu que o preconceito em relação à diferença de idade ainda existia e estava nele também. Eu acredito que esse tipo de relação é perfeitamente possível, só é preciso não criar muitas expectativas que não possam ser supridas pelo parceiro. Mas acredito que existe algo ali entre os dois, que pode voltar. Quem sabe? Hein? Walcyr? (risos)

Começo de carreira implica em participar de vários testes, como se prepara pra eles? Antes de qualquer coisa eu estudo muito bem o texto, de diferentes formas possíveis, pois você nunca sabe como o diretor quer aquele texto falado, então você deve ir aberto a possibilidades. Depois do texto estudado, eu peço proteção, faço alguns exercícios de respiração e voz e o resto... Só na hora (risos).

Já se adaptou ao estilo carioca de ser e viver? Confesso que estou tentando, o maravilhoso do Rio é a facilidade com que a natureza está ao nosso alcance, sempre que posso estou com os pés na areia nem que seja pra ler um livro ou sentir a brisa do mar. Estou me adaptando, já que vivo os dilemas de quem mora sozinho, cuidar do apartamento, se virar com a comida, etc. O mais difícil é lidar com a falta dos amigos e da família. Às vezes bate uma saudade de São Paulo e eu corro pra lá quando dá, como um bom paulista.



E a escolha pela carreira artística, como aconteceu? A vontade de ser ator vem desde criança e meus pais sempre me incentivaram. É o tipo de coisa que está em você, pulsa em você, sou ator e amo o que faço. Foi algo sempre muito presente em mim e na minha personalidade, se eu não seguisse essa profissão parece que eu remaria contra a maré. Apesar de ter cursado publicidade e cinema, sou formado em teatro e fora isso sempre levei meus inúmeros cursos relacionado às artes e minhas peças teatrais em paralelo. Olho pra trás e fico feliz e realizado, mesmo com o pouco que percorri, de ter escolhido essa profissão que me enche de orgulho.

A família do Luciano é meio caótica, mas bem unida. E a sua? Uma cópia! Brincadeira, eles me matam (risos), mas todos brincam se comparando e se identificando com os personagens da novela. A família do Luciano é aquela que discute, briga, mas segundos depois nem se lembra da discussão e já estão todos juntos, se divertindo e dando risada. A minha é assim também, viajamos, saímos, nos divertimos. Eu sou uma pessoa que só tenho a agradecer pela família que tenho, pela base e pela estrutura familiar que me deram. Se não fosse por eles eu não seria metade do que sou hoje, eles são a parte determinante do ser humano que me tornei, e amo cada um eles.

As gravações de novela são muitas e intensas e por vezes se passa mais tempo com os colegas de elenco do que com a família e amigos, dessa relação podem surgir grandes amizades. Já aconteceu com você? Muito. A primeira vez que me mudei de SP em 2010 e vim para o Rio fazer a Oficina de Atores da Globo, fiquei muito tempo sem ver minha família e minha turma acabou virando minha família carioca e ganhei assim, amigos para a vida inteira! Assim aconteceu com todas as peças que fiquei em cartaz, também. Com a novela, não foi diferente, quem não é do Rio fica um pouco mais carente, pois não temos o aconchego da família então acaba que todos nós nos unimos. (risos) No elenco tenho um carinho muito grande pela Klarinha que virou minha irmã e toda a família dela, a Bel Kutner, Carol Rainato, Thalles Cabral, ih, vou acabar citando todos. (risos) Todo o elenco e equipe me dão uma força essencial nessa nova etapa e são incríveis.

Você já dirigiu uma série na época da faculdade de Publicidade, fala um pouco sobre esse lado “diretor”. O projeto foi uma criação minha e de mais duas amigas, nós fazíamos tudo, direção, produção, decupagem, edição e um pouco do roteiro, era incrível! Isso fez com que eu tivesse ainda mais vontade de explorar esse meu lado. Depois que acabei a Oficina de Atores no RJ, tranquei meu curso de Publicidade e comecei a cursar Cinema, que é também minha paixão. Mas esse lado mesmo, só penso em exercer bem mais para frente, quero ter mais experiências na carreira de ator para assim poder aliar esse conhecimento com a minha formação profissional de cinema e fazer um bom trabalho atrás das câmeras e quem sabe nos palcos também.

Interpretando um estudante de medicina, vivendo essa rotina de hospital, o que pensa da saúde no Brasil? Estamos vivendo um momento muito delicado no nosso país, o povo criou coragem para reivindicar seus direitos, um deles é a saúde. Ainda existe uma enorme distância entre os setores de saúde pública e privada no país. Claro que existem conquistas no sistema de saúde do Brasil, tanto que servimos de referência para outros países, mas no balanço geral é triste ver a carência que temos em infraestrutura e nos salários dos profissionais da área. Existem muitos desafios a serem superados e cabe a nós exigirmos nossos direitos como cidadãos.

Algo em Luciano que se pareça com você? Fora a aparência, temos outras coisas em comum, o Luciano possui uma integridade familiar, um gosto pelos estudos e uma determinação que são coisas muito fortes em mim. 

Algum ator que te serve de inspiração e referência? Tenho vários. Atualmente quem têm me chamado muito a atenção, tanto na atuação quanto na vida real é o genial, Mateus Solano. O personagem Félix virou um fenômeno nacional e o Mateus faz isso com maestria, ele é muito generoso em cena e uma simpatia como pessoa. Admiro muito a forma com que ele mergulha em seus personagens e na forma que conduz sua carreira, isso me motiva cada vez mais a seguir essa profissão. 

Quando tem um tempo livre o que gosta de fazer para relaxar? Curto muito sair pra andar de bike, malhar, nadar, correr, e pra relaxar nada como ler um bom livro deitado, dar risada com meus amigos e estar com a minha família. Mas quando a preguiça me domina sou um grande adepto a deitar no sofá por longas horas.

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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

CRÔNICAS & INDAGAÇÕES: O que temos de aprender com os homens: amigo também é homem

Ok, eu me rendo. Por mais superiores que nós mulheres possamos ser, a humildade me permite dizer que há sim algumas coisas a aprender com os homens. Poucas, mas há. Guerra dos sexos à parte, os homens lidam com algumas coisas de uma forma mais prática, e eu até diria, inteligente que nós. Sim, é possível! Por exemplo: amiga, pros homens, também é mulher.

E realmente é. E eles vivem isso sem culpa e sem deixar oportunidades passarem. Já nós, mocinhas, colocamos alguns espécimes na gôndola de a-m-i-g-o e nunca mais a figura sai de lá. Às vezes até algo nos sinaliza que é hora dele sair dali, mudar de seção, mas resistimos bravamente, chegamos a sentir algo quando ele arruma outra pessoa, mas nada nos move em direção àquela prateleira que não seja a-m-i-z-a-d-e.

Preconceito? Não, não creio que seja isso. Na verdade, fraternizamos a amizade mais que os homens, daí uma vez enxergado como irmão o nosso amigo não pode se tornar homem aos nossos olhos sob o risco de praticarmos incesto. Por mais que tenhamos assistido inúmeras vezes O Casamento do Meu Melhor Amigo, com a linda Julia Roberts, nos mantemos inflexíveis.

Já os rapazes, mesmo sendo amigos, camaradas, cúmplices e até muitas vezes confidentes, se acham a amiga gostosa continuam achando até o fim e se ela der mole, ele vai lá e manda ver. Afinal, tem tudo pra dar certo, já se conhecem, sabem as manias um do outro, têm amigos em comum, o que falta é ver se rola a tal química. Sim, eles são espertos.

Pra nós, que tendemos a refletir mais que tudo, mesmo superando a fase não-é-incesto-vocês-não-têm-os-mesmos-pais, pensamos e nos preocupamos com o que vai ser da amizade se o romance não der certo. Não queremos trocar o certo pelo duvidoso, não é? Mas, e aquele lance de que quem não arrisca não petisca? E aquela história de que o amor pode estar do seu lado? E outra que diz que não se namora inimigo? Hã?! Aposto que alguns leitores estão torcendo para que algumas de suas amigas também estejam lendo e se convencendo de que o que escrevo possa fazer sentido.

Mas que fique claro que não falo da amizade-colorida por si só, de um P.A., falo de você olhar para o lado de repente e ver que aquele seu amigo, que te conhece bem, com quem você tem inúmeras afinidades, que te respeita e admira e vive dizendo que você merece um cara bacana, pode, de verdade, SER esse cara bacana. E aí, tudo o que você precisa fazer é se permitir.

Agora meninos, vale a dica: quando uma mulher se decepciona com um homem o bicho pega, mas quando esse homem é amigo dela, o bicho agoniza e morre, por isso, vale o cuidado nessa tentativa de mudança de status na relação, vale a honestidade e a transparência que sempre existiram na amizade. Lembre-se, ela não é mais uma conquista, ela é aquela sua amiga querida, que quando sofria você tinha a vontade de sair batendo nos caras.

E meninas, também não é pra sair achando que TODOS os seus amigos são namorados em potencial, a ideia é, caso perceba algo de diferente no ar, investigar, ir mais a fundo, arriscar, quem sabe você não petisca?

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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

MUSA: Tata Assad, a paulista que veio para esquentar ainda mais o Nordeste com sua beleza

Em se tratando de Tata Assad, os pernambucanos têm sorte e azar. Sorte porque ela saiu lá de Sampa, no sudeste distante para sentir nosso calor e inundar nossa paisagem com sua beleza, sensualidade e charme. Azar, porque essa mudança foi por amor. E aí caros leitores, segurem os seus corações quebrados, mas Tata é casada, bem casada. E bem bonita, bem simpática e bem bacana, tanto que posou pra MENSCH. Olhar pode, mas só olhar, e de ladinho.

Paulista morando em Recife há 5 anos, o que te conquistou de vez na nova terrinha? Uma paulista naturalizada pernambucana. (risos) Praias, comidas típicas daqui, o povo que te acolhe, O CALOR principalmente porque eu adoro.



Prometemos não cobiçar a mulher do próximo, mas se fosse solteira o que te faria se interessar num homem? Atitude e um bom papo, maturidade conta muito.

Como faz para driblar o ciúme do maridão? E você, é ciumenta? Ele tem ciúme moderado o que se considera normal para quem gosta... Eu que sou a ciumenta da relação (confesso muito brava) (risos)

Já fez ou faria loucuras por alguém? Vale tudo quando se está apaixonado? Já fiz sim... Quando larguei tudo em São Paulo pra me casar com ele! Valeu a pena (risos) Foi a melhor loucura! (risos) Acredito que vale tudo sim. O NÃO de tudo já temos, o que vale mesmo a pena tentar é o SIM!!

Qual programa romântico ideal? Ficar a sós em uma praia à noite, com um bom vinho já basta... ou apenas assistindo um bom filme coladinhos!



Qual seu maior pecado? Dormir! Exagero nisso! (risos) Adoro dormir muito!

Uma pergunta meio redundante: você se acha gostosa? Mudaria algo? Toda mulher mudaria algo nunca esta satisfeita com tudo não é mesmo? Mas não mudaria nada hoje... Me acho normal (bonita), mas nada demais! (risos)

Que qualidades você inveja nos homens, e qual qualidade feminina os homens deveriam ter? Qualidade nos homens que admiro é a autoconfiança. Já a qualidade feminina que eles deveriam ter é a sensibilidade.

Você é muito vaidosa? Qual sua maior vaidade (que você não descuida nenhum pouco)? Não sou muito não, mas cuido muito do meu cabelo é onde me considero mais vaidosa.

Como foi fazer esse ensaio? Gostou? Foi tranquilo. A equipe ajudou muito, pessoas do bem, com um astral maravilhoso!!! ADOREI!

Assista o making of e descubra outros encantos de Tata Assad:
 



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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

ESTRELA: Dani Winits em seu melhor momento e no auge da beleza prova que não existe fase melhor do que a atual

Dani Winits iniciou a carreira de atriz ainda adolescente e mesmo cedo começou a fazer sucesso. Com personagens engraçado, sexy ou dramático, Dani foi construindo uma carreira sólida e conquistando cada vez mais fãs e admiradores. Foi capa da PLAYBOY por duas vezes, casou teve filhos e hoje é destaque com uma personagem que se envolve em um triângulo amoroso com um casal homossexual. Mesmo com tanta bagagem Dani Winits se mostra simples e voltada para valores que vão muito, mas muito além de fama, dinheiro, sucesso e vaidade. Vivendo uma linda história de amor, Dani fala das suas prioridades atuais e de como lida com a imprensa invasiva.

Sex Appel lançou muita gente talentosa, prova que estão atuando até hoje. No seu caso você já passou por inúmeros trabalhos, da comédia ao drama, sempre com muito destaque. Você imaginava toda essa trajetória? Sempre soube que queria ser atriz, que queria fazer teatro, dançar, fazer cinema... O resultado é fruto de muita dedicação desde adolescente no teatro Tablado no Rio, e a TV veio um pouco depois. Gosto de olhar pra minha história e ver o quanto ela tem de fato a minha personalidade, as minhas escolhas, a minha versão do que é ser feliz enquanto artista que é caminhar por todos os universos do entretenimento seja no teatro, na TV ou no cinema. 

De 93 pra cá o que mudou para quem quer se lançar na arte da atuação? Como você percebe esse período? Ah... Muuuuita coisa mudou sim. O mercado ficou mais volúvel e se preocupa mais com lançamentos do que com conteúdo. Hoje uma pessoa sem qualquer preparo pode se lançar no mercado e fazer sucesso. O que não tem como mudar é a percepção desse mesmo mercado com relação ao talento. Muitos talentos são desperdiçados por aí em detrimento da necessidade da beleza e da juventude ser o foco da maioria das escolhas. Não sou contra o novo e o que é belo, apenas sou a favor da qualidade dentro de um ofício que por muitas vezes é tratado com preconceito.

O sucesso afetou sua vida pessoal de alguma forma? Como lidar com isso? O sucesso afetou muito mais pessoas que viviam à minha volta do que qualquer outra coisa. Para mim foi uma consequência de um trabalho que vinha desenvolvendo desde muito nova, mas para algumas pessoas com quem eu convivia foi fatal. Fiz uma verdadeira limpa no meu círculo me tornando mais seletiva e reservada em relação às amizades e ao ser humano em geral. Queria agradar a todos que não tinham o que eu havia conquistado bem nova e isso não funciona. Não sabia dizer não. Aprendi na marra e hoje valorizo poucos, mas bons amigos e pessoas que valorizam a Danielle mulher e não a artista. Cada vez mais fecho o cerco mesmo. Doo-me 100% mas quando vejo que não vale à pena retiro meu time de campo sem olhar pra trás, pois tenho uma família incrível, filhos saudáveis e companheiros. Encontrei o amor da minha vida e sou abençoada com uma vida linda onde só tem espaço hoje em dia pra quem é de verdade.

A fama traz, na maioria das vezes, a exposição do privado para o público, como lida com isso? A imprensa já extrapolou o limite do respeito com você? Já foi bem difícil no começo da carreira entender o que significava ser alvo de tantos olhares maldosos por parte de uma pseudo imprensa. Comecei a carreira ainda no final da minha adolescência e não soube separar as pérolas dos porcos. Era bem ingênua, transparente, e como já mencionei anteriormente o dizer NÃO pra mim era doloroso. Certamente esse comportamento me deixou mais vulnerável ao interesse alheio pela minha vida pessoal e apenas o tempo e a maturidade me trouxeram a dimensão do que isso significa. Fui alvo de algumas calúnias, de algumas perseguições sem sentido, mas todos os processos que entrei contra esses "sem alma" eu ganhei. Hoje continuo sendo uma pessoa transparente nas minhas escolhas e atitudes, tenho grandes colegas jornalistas e sou bem acessível à eles todos, mas a liberdade do outro termina onde ponho a marca do meu limite. E ponho essa marca respeitando a minha própria liberdade pessoal. Não permito mais o desrespeito, pois respeito em primeiro lugar a minha história.

Com a fama vieram os convites das revistas masculinas... Você foi capa da PLAYBOY duas vezes. Posar para a PLAYBOY é também uma questão de vaidade? Faria novamente? Fui muito feliz as duas vezes que posei pra PLAYBOY e não tenho qualquer arrependimento quanto a ter posado. Trabalhei com equipes super talentosas que fizeram dois grandes ensaios que ficarão para história da revista como grandes trabalhos. Não posso dizer se faria novamente, pois não cheguei a pensar sobre isso depois do segundo ensaio. Certamente ouviria não apenas a minha intuição como também a opinião da minha família hoje que é bem grande!


Você se acha sexy? Quando? Estou muito mais para uma "tomboy" do que para sexy no meu ponto de vista. Não faço questão nenhuma de ser sexy, faço questão de ser uma mulher real, com qualidades sim, mas também com defeitos e com a minha personalidade real. Sou moleca, sou mãe de dois meninos, adoro não precisar pentear o cabelo durante o dia... Gosto de armar um coque no cabelo sem um pingo de maquiagem e sair por aí fazendo coisas comuns a todas as mulheres como ir ao supermercado, à ginástica, buscar filho na escola...  Livre de qualquer estereótipo. E para minha felicidade o meu “namorido” prefere quando estou o mais natural possível! Sexy pra ele são as minhas sardinhas no rosto, sou sortuda ou não? (risos)

O que você acha que uma mulher precisa ter para ser considerada sexy? Precisa ter segurança no que ela é como ser humano e autoestima elevada sem se importar com padrões estabelecidos momentaneamente por uma sociedade que vive em constante mudança de padrões estéticos. Ser sexy é estabelecer o seu próprio padrão e reverenciar o seu próprio estilo. Ser sexy é ser diferenciada nas escolhas e buscar a sua singularidade.

Qual parte do seu corpo olha e pensa que a natureza caprichou e foi bem generosa com você? Gosto das minhas orelhas sabia? São do tamanho adequado pra minha cabeça e as acho bem bonitinhas (risos)

A grande maioria das mulheres ao se tornarem mães, abrem mão do lado “mulher”. O fato de ser atriz ajudou você a se manter mulher, aliás, um mulherão mesmo com a maternidade ou isso tem mais a ver com sua personalidade? Não acho que ser atriz tenha influenciado em nada no fato de me manter "mulher" após a maternidade. Acho que fazemos escolhas na vida o tempo inteiro e essas escolhas pautam o nosso caminho. Escolhi tanto a maternidade quanto escolhi também bem antes ter uma carreira profissional, assim como sempre tive uma vida fora dela. São coisas bem distintas pra mim que se entrelaçam e se completam. A completude pra mim como pessoa vem com todo esse pacote junto. Mas também se um dia eu me sentir feliz apenas sendo uma mãe de família e pensar em trilhar outro caminho profissional não vou deixar de me sentir menos mulher por isso. Minha busca é pela felicidade onde quer que ela esteja.

É do tipo de mulher que toma atitude em relação a uma conquista ou não abre mão de ser conquistada? Fui conquistada pelo Amaury sem saber que ele era o homem da minha vida, mas também tomei uma certa atitude para que ele pudesse ter a chance de me conquistar, ou seja, está mais do que provado pra mim que ser uma mulher intuitiva e de atitude só me trouxe benefícios e fez de mim uma mulher ainda mais segura e feliz.

O que é preciso para um homem chamar a sua atenção? Não tem como... "My search is over". 

O que te deixa mais feliz e realizada, o trabalho ou a vida pessoal (ou as duas coisas)? Em primeiro lugar a minha vida pessoal hoje é prioridade pra que eu esteja plena no trabalho. Se meus filhos, meu amor e minha família estiverem bem, eu vou estar bem e completa pra poder me doar pro meu trabalho que é de uma doação e de uma carga emocional imensa e intensa. 

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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

DESTINO: Costa Amalfitana, um pequeno paraíso no litoral Sul da Itália eleito Patrimônio Mundial da Humanidade

Na maratona diária dos idosos – subir e descer escadas, na cidade de Amalfi, eles não esquecem a cortesia: “Buongiorno!” e “Buona sera!”. Os cumprimentos espontâneos e genuínos se repetem ao longo dos dias, e o turista brasileiro – fluente em italiano, aquele de novela, se delicia ao fazer contato com moradores locais. As ruas estão levemente vazias, a temperatura amena, o sol brilha e Amalfi também.

Amalfi é o centro da Costa Amalfitana, Patrimônio Mundial da Humanidade, sudoeste da Itália. O verão europeu traz milhares de turistas à região, cujas estradas estreitas, beirando precipícios vertiginosos, ficam lotadas, os hotéis encarecem – alguns cobram até quatro vezes mais em comparação com a baixa estação, e a tranquilidade abre espaço para a agitação. Se este for o desejo, trata-se de um lugar ideal para curtir a estação mais quente do ano. 

Já para quem busca o mesmo cenário, porém com um pouco mais de calma e economia, visitar a Costa Amalfitana no inverno – sim, a água vai estar muito gelada para banho, mas é uma boa pedida. É a oportunidade para ver como a região funciona quando as hordas de turistas estão longe. É a chance de mais “buongiorno” e “buona sera” ao andar pelas cidades quase que verticalizadas.


O ponto de partida para explorar a Costa Amalfitana fica cerca de 70 quilômetros distante dali. Nápoles, a capital da região da Campania e a terceira maior da Itália, só atrás de Roma e Milão, tem fama mundial pela Camorra, a máfia italiana, corrupção, e por algumas notícias nos anos anteriores que não fazem bem à imagem de qualquer lugar: problemas sérios de recolhimento de lixo. Se esta for a única ideia que o leitor tem sobre Nápoles, é hora de rever conceitos. Nápoles impressiona o visitante de primeira viagem – e continuará a surpreender no retorno, pela quantidade de locais, pessoas, atrações a serem descobertas. É cidade vibrante, de trânsito insano, de pessoas gesticulando, cheiro de comida e de roupa lavada, pendurada do lado de fora das casas. Não importa a direção do olhar, esse é o cenário napolitano – com algumas variações.
Para chegar a Nápoles, usar o sistema de trens italiano (trenitalia.com) é uma solução para quem já estiver na Itália. O aeroporto internacional, o Capodichino, recebe as principais companhias aéreas europeias com frequência diária. Não há voos diretos do Brasil. O Capodichino fica a sete quilômetros de distância do centro. Trecho que pode ser feito de ônibus, ou de táxi – atenção, sempre procurar pelos oficiais. A tarifa é fixa, 25 euros, e certamente algo a mais para o “café” do taxista. Estando em Nápoles, não se incomode se ele parar no meio da rua para cumprimentar calorosamente os amigos. Cinco minutos de conversa não vão lhe tirar o bom humor, talvez só atrapalhar o já complicado trânsito local.

Situado no centro da cidade, perto dos pontos mais interessantes da parte histórica, o Hotel Piazza Bellini (três estrelas, na Via Santa Maria di Constantinopoli, 101) reúne preço bom e serviço também. Renovado recentemente, o Piazza Bellini funciona em um palácio do séc. XVI e fica próximo de duas estações de metrô.


Já fez o “check-in” nas redes sociais para mostrar que você é mais “in” do que seus amigos, que só ficam no circuito Roma-Florença-Milão-Veneza? Então, é hora de explorar animadamente Nápoles. Calçados confortáveis para sair – ou não, tudo para fazer bonito nas fotos para a posteridade, o ideal é ter pontos definidos, a eterna lista “Top 10 – Nápoles”. Mas como gosto é questão pessoal, as frases feitas e já gastas, “descubra a cidade”, “ande sem muito rumo”, ou “deixe-se surpreender por ela” são novamente bem empregadas quando se está na capital da Campania.

Próximo do hotel, a Piazza Bellini (praça que dá o nome ao mesmo), é um ponto de encontro para artistas e é também conhecida pelos cafés literários. À noite, o local é bem frequentado. As ruas “Via Anticaglia”, “Via Tribunali” e a “Benedetto Croce” são algumas das mais antigas de Nápoles, cujo centro histórico é Patrimônio Mundial pela UNESCO.  Andar por elas é como andar em museu a céu aberto – vale a pena visitar a Igreja Santa Chiara. 
Ao continuar a jornada, a Galeria Umberto I, erguida entre 1897 e 1891, com um impressionante teto de vidro, reserva espaço para lojas, cafeterias, livrarias, e é obrigação. A Piazza Del Plebiscito também faz parte do itinerário de todo visitante na cidade. Na praça, que recebe concertos de música, a Igreja de São Francisco de Paula, uma construção semelhante ao Pantheon de Roma, domina a cena. Próximo dali, as praças Tristes e Trento são os locais para dar uma boa parada e curtir os cafés italianos.


O Castelo Nuovo é uma obra que começou em 1279 e já serviu de residência real, depois virou forte e hoje sedia eventos culturais e o Museu Municipal. Ganhou o nome para se diferenciar dos castelos mais velhos como o Capuano e o dell’Ovo – o último a 1,5 Km do Nuovo.

O Castel dell’Ovo, por sua vez, acesso pela Via Eldorado, na pequena Ilha de Megaride, tem entrada gratuita e oferece vista para a cidade, também para a baía. A Via Partenope, necessária para se chegar ao Castel dell “Ovo, e na sequência, a Via Caracciolo – ruas onde os carros foram banidos de trafegar, proporcionam relaxante caminhada à beira mar. É um bom lugar para encarar um por do sol e observar os napolitanos praticando esportes no final do dia, além de casais apaixonados, ao longo do parque Villa Comunale.
Bateu a fome, é hora de jantar e o desejo de experimentar uma típica pizza domina os pensamentos! Foram os napolitanos que a inventaram e sair sem comer uma deveria ser enquadrado como crime. O Ristorante Pizzeria Mattozzi, na Piazza Carita, 2 – lembre-se, gosto varia – alia comida ótima, uma pizza divina, e preço adequado. A partir de, mais ou menos, 35 reais por pessoa. Incluído no valor, estão as brincadeiras do tipo bater com a faca(ão) na mesa, quando um funcionário notou que para mim seria difícil comer a pizza sozinho. Ambiente descontraído, divertido e que recebe turistas, assim como moradores locais.
O transporte público e a arte

Se caminhar pela cidade já se tornou cansativo, o metrô pode ser uma saída. Mais fácil do que andar de ônibus (gosto é gosto), em Nápoles, as estações como a “Universitá”, “Dante” e a “Toledo” – entre outras – também são atrações. Elas fazem parte de um projeto chamado “Art Stations”, com o objetivo de transformar áreas urbanas de transporte público mais atraentes, e acabam virando exemplos de arte contemporânea. Na Toledo, inaugurada em setembro de 2012, o projeto é do arquiteto espanhol Oscar Tusquet Blanca. Ele faz uma transição de “terra” ao “mar”. Algumas estações da cidade ainda integram resquícios do período aragonês às novas intervenções. 

E é de metrô e/ou funicular, que se chega também à parte alta de Nápoles. Vomero, distrito central, garante um pouco mais de tranquilidade do que a parte baixa da cidade. O Parco di Villa Floridiana, entrada gratuita, tem belos jardins e é onde se localiza o Museu Nacional da Cerâmica (com cobrança de ingresso). Ele funciona na Villa Floridiana, uma casa de 1816 e um presente do Rei Ferdinando I para a segunda esposa. A vista para a Baía de Nápoles – melhor se o tempo colaborar – não vai decepcionar. Na vizinhança, o Castel Sant’Elmo é outro lugar para panoramas de tirar o fôlego.

A Caminho da Costa Amalfitana

Diversas são as formas de se chegar à Costa Amalfitana. Como já citado, o aeroporto mais próximo fica em Nápoles.  A estação de trem, em Salerno. No verão, a via marítima também é possibilidade.  Alugar um carro na capital da Campania é a maneira que propicia maior liberdade para explorar a região. No aeroporto, em Nápoles, várias empresas, estabelecidas internacionalmente, têm escritórios. Sair dali para a Costa é mais fácil do que alugar um carro no caótico centro da cidade. 

Trate o GPS como necessidade e não acessório, e contrate os seguros possíveis para uma viagem sossegada. Nos meses de inverno europeu, o trajeto requer mais atenção, principalmente nas proximidades da Costa Amalfitana. As estradas são estreitas, e os penhascos – lindos, bem, são realmente penhascos. Estacionamento nas vias públicas, nesta época do ano, é fácil de conseguir e vários hotéis também dispõem de área privativa para os carros. É bom confirmar a disponibilidade com o hotel.

A Costa Amalfitana é um exemplo clássico da paisagem do Mediterrâneo. A topografia colocou a versatilidade dos habitantes locais à prova – a região é povoada desde a Idade Média, e as principais (pequenas) cidades são Amalfi, Atrani, Maiori, Minori, Positano, Praiano, Ravello, dentre outras.
Amalfi, com cerca de 5400 habitantes, tem passado bem sucedido no comércio marítimo – entre os séculos IX e XII, o que explica a influência do oriente na cidade (ver a Duomo di Sant’Andrea, do século XI, com traços árabes). A mesma influência árabe trouxe a arte de fazer papel, e Amalfi foi um dos principais centros europeus de produção do mesmo. É interessante planejar uma visita ao Museo della Carta, no centro de cidade. 

Quando estiver em Amalfi, faça a maratona de subir e descer as escadas que levam às partes mais altas do local. Tem morador de idade avançada com condicionamento físico de impressionar – você para, eles seguem. Porém, a parada do turista é permitida e aconselhada. Apreciar a vista é outro requisito para levar boas lembranças e fotos da região. Ainda mais quando se trata da baixa temporada e as ruelas estão mais vazias.

Positano, distante 16 quilômetros de Amalfi, já foi cenário de filme e se no verão, as praias ficam lotadas e o comércio ferve – lojas com artesanato típico, cerâmicas e também boutiques –, no período mais frio, os turistas não são tantos. Vários estabelecimentos comerciais fecham as portas.  Caminhe como se fosse o dono da rua, suba, desça, desça mais e suba de novo para vivenciar a pérola (levemente adormecida nos meses de inverno), da Costa Amalfitana. Certamente, as fotos mais famosas da região são tiradas na cidade. A Igreja de Santa Maria da Assunção pode ser vista de qualquer ângulo. A Spiaggia Grande é a maior praia local, no coração de Positano.

A Costa Amalfitana ainda reserva surpresas agradáveis com o resto da vizinhança – todas têm alguma atração: Praiano, Minori, Maiori, Atrani (ao lado de Amalfi), Ravello e a lista segue. Ter disponibilidade do carro facilita passeios diários pela região. Assim, os mercados a céu aberto, feirinhas e mesmo a população local podem ser vistos, e o ritmo da vida cotidiana, percebido.

De volta a Amalfi, onde fixei a base para a experiência na Costa Amalfitana, sigo a observar a vida. No final de tarde de um sábado, os idosos se apressam para ir à igreja, casais apaixonados, acostumados com a paisagem, contemplam o cenário de filme – solteiros também, amigos passam o tempo. Antes do retorno ao hotel para fazer as malas, sou novamente, e pela última vez, agraciado pela cortesia de moradores: “Buona sera!”.
Respondo, e seriamente encantado, me despeço de Amalfi e da região. E contando os dias – certamente meses, anos, para a próxima visita.


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