domingo, 23 de janeiro de 2011

ESTILO: James Dean, um ícone diferente.


A capital das exposições, Berlim, embarca numa viagem através do tempo para o século 20 no museu "The Kennedys". Ao lado do ícone político John F. Kennedy, a história de outro ícone da cultura pop, será colocado em foco, um ícone que nunca foi um ser associado com o mundo da moda em primeiro instante: James Dean.


A partir do dia 19 de janeiro de 2011, foi aberta uma exposição especial sobre o fenômeno James Dean colocada em exposição nas instalações da arquitetura do atraente museu. O museu "The Kennedys" oferece aos seus visitantes a oportunidade única de encontrar a relação especial entre moda e estilo de vida de James Dean, que celebra o aniversário de nascimento, 80 anos, que cairá no dia 08 de fevereiro de 2011. Aproveitando a sugestão do lema da "DIAS DE SHOWROOM BERLIM"os visitantes são incentivados a questionar a relação entre os valores tradicionais, tais como elegância e graça únicos do estilo James Dean.


Sua imagem de ator cult não sofreu alterações ao longo dessas cinco últimas décadas. Considerado como um de rebelde, dissidente, secreto e provocante, por vezes, na fronteira com o insondável, mas sempre em formação. Dificilmente algum outro ator de Hollywood do pós-guerra influenciou tanto toda uma época e geração como ele fez. Mesmo até hoje, muitos mitos e lendas cercam esta ilustre figura, fazendo com que James Dean, um objeto de pesquisa em muitos campos científicos. O foco da exposição é o seu sentido excepcionais de moda através da qual ele conscientemente se distanciou das massas na América dos anos 1950.

A rebeldia e o caráter desse dissidente icônico: Não foi só a atitude de James Dean em relação à vida que reflete perfeitamente a singularidade da sua personalidade dentro do mundo de Hollywood e muito além. Com seu senso incomum para a moda, ele conscientemente desafiou as convenções rigorosas das massas na América conservadora dos anos 50. Seja numa das apresentações de uma peça da Broadway em Nova York, onde usava jeans rasgado e com os pés descalços, vestido, como jornalistas na época publicaram: "como um vagabundo", ou iconograficamente representado pelo fotógrafo da Magnum, Dennis Stock: James Dean polarizou a sociedade muitas vezes criticado e afrontando na moda.

Com uma abordagem original sob um ponto de vista diferente, quinze fotografias, algumas das quais estão profundamente marcadas na memória coletiva, será o foco principal do dia de moda no museu The Kennedys. Tendo James Dean como protagonista, oferecem um retrato profundo da diversidade do ator em grande estilo. Junto as fotografias por Dennis Stock, muitas das peças em exposição foram tiradas por Phil Stern e Schatt Roy, cujo trabalho foi criado dentro do contexto de uma aula de fotografia com James Dean.

Algumas das peças usadas por James Dean, como a clássica camiseta branca surrada, calças de cintura alta, jeans rasgados, botas de couro liso, malhas grossas e jaquetas de couro podem repercutir na Semana de Moda de Berlim. Afinal são ítens clássicos da moda que ficaram marcados sob a imagem de astros como James Dean, Elvis e Marlon Brando. James Dean faria 80 anos agora em 08 de fevereiro, no entanto, ele permanecerá jovem para toda a eternidade, imortalizado pela cultura popular mundial. Um legado e tanto para um jovem ator que morreu com apenas 26 anos, num trágico acidente de carro. Porém, permanece vivo até hoje.




James Dean. A Different IconMuseu The Kennedys - Berlim
De 19 de janeiro a 13 de fevereiro, das 10hs. às 6hs.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

MENSCH ENTREVISTA: Edson Rossi


Ser consagrado um grande profissional não basta apenas ser graduado nas melhores universidades e ter os maior número de prêmios. Requer acima de tudo coisas básicas como carisma, simplicidade, humildade e saber ouvir o próximo. São essas características todas que fazem do jornalista Edson Rossi um dos maiores profissionais do mercado editorial nacional. Elogiado por diretores e leitores, Rossi tem feito uma trajetória de sucesso por onde passa. Entre novos amigos (e admiradores) e novos projetos, como a atual direção da revista Riders, Rossi é um dos nosso eleitos como exemplo de homem MENSCH. Acompanhe nossa conversa com esse cara admirável e também vire fã.

Edson, você está formado em jornalismo há mais de 24 anos, já trabalhou como assessor de imprensa trabalhou em jornal, revista feminina, lecionou... Resume um pouco pra nós esse seu início de carreira.
Nasci em Santo André (18/3/1966) e me formei em jornalismo em 1987, pela Metodista. Um ano antes (1986), aos 20 anos, comecei a trabalhar na área como estagiário da assessoria de imprensa da Secretaria de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo. O secretário era o José Serra, logo substituído pelo Clovis Carvalho. O governador era o Orestes Quércia. Mas eu era o último da assessoria, não tinha nenhuma ligação política ali. Fiquei um ano na assessoria. Aí fiz o Curso Abril de Jornalismo, na virada de 1987 para 1988. Fui da revista Placar (88-90), do Jornal Diário do Grande ABC (90-97), do Jornal de Economia DCI (93-94), editor de projetos especiais da revista Caras (97-00), redator chefe da Ação Games (00-01) e dafeminina Elle (01-03), diretor de redação das revistas Contigo! (03-06) e da Vip (06-07). Saí da Abril em 2008 e lancei a revista Fut! (do Jornal Lance, em 2008), estive diretor de conteúdo do portal Terra (08-10). Aí cheguei à Riders, no meio do ano passado.

Você uma vez criticou a mídia eletrônica por não conseguir ser isenta dos interesses públicos/políticos, já que depende de concessões públicas. Ano passado na campanha política à Presidência a imprensa foi acusada de falar demais chegando a incomodar o governo. Você ainda concorda com seu depoimento anterior?
O que penso é que TVs e rádios são concessões públicas e evidentemente seus concessionários podem relutar antes de criticar uma instituição de estado. Afinal, por menor que seja a probabilidade, existe o risco de a concessão ser tomada. Mas mais que a concessão ser tomada ou não, critico a qualidade. A gente não pode imaginar que toda emissora de TV do país é a Globo que vemos no Rio ou em São Paulo, uma máquina profissional. A maioria não é assim. Há inúmeras retransmissoras locais, com programação local, na mão de políticos. Nem todas são ruins, claro, e tem umas com excelente serviço, mas não acho exatamente saudável tanto político dono de meios de comunicação. Sobre as críticas à imprensa no processo eleitoral, me parece natural. É do DNA de quem ocupa cargo público reclamar da imprensa. Reclamar pode, censurar não pode. Parto do princípio de que se estão reclamando da imprensa é que a imprensa está incomodando, e isso é o papel principal dela.


A imprensa de hoje está caminhando para uma independência maior? Está mais fiel aos seus princípios jornalísticos de informar à população a verdade dos fatos?
Hummmm... Esta resposta pede umas 12 horas de conversa, metade num bar. Sou professor de jornalismo há 14 anos e uma das minhas aulas iniciais é falar sobre o que é verdade factual e verdade absoluta. Sobre a diferença delas. Para mim, a qualidade da imprensa é cíclica, melhora e piora. Mas ao longo de uma observação histórica, ao longo de anos, eu acredito que ela esteja melhor do que estava. Não sou saudosista, ou um tipo de velhote que fica repetindo que tudo antes era melhor. Com relação à independência, a web ampliou muito esse debate e as possibilidades de um jornalismo mais independente - e nem vou falar de wikileaks.

Você trabalhou em revistas para públicos variados, do feminino ao masculino, do jovem ao adulto. O que essas experiências tão opostas acrescentaram, ou mudaram, no profissional que você é hoje?Fundamentalmente aprendi três coisas. A) Não importa qual o seu público, ele merece o maior respeito. B) A cadeira do outro não tem
menos espinhos que a sua. C) A ser uma pessoa menos intolerante e menos preconceituosa.


Existe muita diferença em comandar uma revista feminina como a Elle e uma revista masculina, como foi o caso da VIP na Editora Abril e a Riders hoje em dia? É mais fácil fazer revista para homens?É mais difícil fazer revista para homens, porque o mercado de revistas femininas - com ressalvas, claro - é um mercado mais maduro, mais profissional, mais consistente. Desde que nasceram as revistas essencialmente masculinas, no fim do século 19, elas se baseiam na fórmula humor+mulher+serviço. Com exceções de sempre, a revista masculina é baseada na fórmula outdoor (as pautas falam do que fazer fora de casa) e as femininas são baseadas na pauta indoor (são pensadas para deixar a mulher em casa). As femininas, no entanto, mudaram (e continuam mudando) mais, segmentando mais. As maiores revistas do Brasil em receita publicitária e circulação são femininas, e não masculinas. Isso diz muito.

Por falar em Editora Abril, você trabalhou lá por oito anos até ser demitido em 2007 de surpresa. Ficou algum ressentimento? Faria algo diferente?

Na verdade, no fim de 2007 eu fui desligado do cargo de diretor de
redação da Vip, onde estava havia quase dois anos. Mas continuei na Abril por mais um ano, antes de sair (a pedido) para dirigir o Terra. Por favor, só digo isso para contar como foi, não tenho vergonha de demissão. Já tive três profissões (em engenharia, dando aula, como jornalista) e já fui demitido nas três. Por isso, nenhum ressentimento em relação à Abril. Pelo contrário. É uma das maiores escolas de revistas do mundo, lugar em que o lema fazer benfeito (ficou horrível escrever benfeito com a nova ortografia) vem acima e antes de tudo.


Depois dessa experiência toda em uma das maiores editoras brasileiras, você foi trabalhar numa editora menor. Dá pra fazer um trabalho de qualidade independentemente do porte da editora? Quais os principais pontos contra e a favor?
Dá para fazer de um bistrô o melhor restaurante do mundo? Ou dá para fazer de um bistrô um grande restaurante? Tem gente que responderá sim, tem gente que responderá não. Eu sou dos que
responderá sim. Mas é claro que uma máquina poderosa tende a ajudar. Eu diria que uma revista nota seis numa editora grande tende a se dar melhor que uma revista nota nove numa editora pequena.

A favor, numa grande editora, está a máquina: produzir, distribuir,
vender (em banca e publicidade), tudo isso funciona melhor em um lugar maior. Mas tem o outro lado. Numa editora menor, a favor está o fato, por exemplo, de que consigo aplicar técnicas de edição que poucas editoras grandes têm tempo de conhecer, adotar, incluir na máquina (por ser muito grande).


Como você vê o panorama editorial das revistas masculinas nacional atualmente?
Fiquei empolgado com o lançamento de Alfa e estou ansioso com o da
GQ. Espero que ambas possam ser feitas com qualidade para que o
mercado avance. Estamos muito atrás.



Nos últimos anos novas publicações surgiram para esse tipo de público. O mercado tem reagido bem mesmo com os avanços da internet?
Se houver conteúdo inteligente e de qualidade não há o que temer. Agora, se a fórmula for piadas rasteiras + mulheres sem graça, ou mulheres rasteiras + piadas sem graça, ganha a internet. Além disso, dá para fazer conteúdo de qualidade, com técnicas de edição de revista, na web. Vocês são exemplo disso. Fazer revista é um jeito, não uma mídia (offline x online). E não podemos tirar da equação os aplicativos. Tablets têm a portabilidade que até aqui só as revistas tinham. Então, fazer no papel terá de ser enxergado de outra forma, terá de ser incorporado a esse fazer do mundo dos tablets



Hoje você está no comando da Riders, uma revista masculina para amantes de motos. Como está sendo essa nova experiência? Como surgiu o convite?
Surgiu em junho. Comecei em julho e minha conversa inicial com o Alfredo Nastari (publisher e dono da Nastari Editores, que edita Riders no Brasil) foi fazer o lançamento da versão brasileira. Gostei da proposta, da revista e da possibilidade de lançar algo de altíssima qualidade. É bom fazer coisas com pauta criativa, gramatura boa. (risos) Hoje fazemos uma revista que trabalha técnicas avançadas de edição. Praticamente não temos quebra de parágrafo entre as colunas – e nunca quebramos parágrafos entre as páginas. Isso cria harmonias, um “nível inicial de leitura” que mistura design, percepção, conforto... E isso é só um exemplo. Temos regras avançadas também para textos e fotos, coisas que somente ficam na percepção do leitor, mas que ajudam a deixar a revista benfeita.





Quais os grandes atrativos e diferenciais da Riders? Qual o perfil da revista?
De certo modo, Riders está para as motos de alta cilindrada como a
Trip está para o surfe. Não dizemos que é uma revista de moto. É uma revista de estilo, uma masculina.

O público de Riders é masculino, com 28 anos ou mais, que se relaciona com o universo das motocicletas de alta cilindrada. É um cara bem resolvido, que curte o consumo, mas com estilo, assim como se preocupa com o consumo responsável; um cara que busca a felicidade profissional, mas sabe que acima disso estão sua família e seus amigos...

Todo esse pacote é envolto com um design inovador em nosso mercado. Toda edição temos fotos diferenciadas. Nossa moda também está um ponto ou mais acima do nível médio de informação. Não damos o conjuntinho padrão do que vestir damos uma foto de um cara de bermuda estampada com um blazer estilosíssimo de linho com um cadarço amarrado na manga. É uma informação mais refinada, não é manual, do tipo A + B e vá para a rua.

Muitas vezes dizemos para o cara que está com a pauta fotográfica ou de texto: faça o que quiser, voe, e o cara não voa. A gente vive reclamando de revistas que não dão espaço para a criatividade, para o fazer diferente, e quando essa liberdade aparece a gente faz o by the book. Esse é o nosso desafio: saber criar com a liberdade que Riders traz sem que seja algo inconsequente, sem que seja o criar por criar. Queremos o diferente sem perder a função maior de uma revista: informar e entreter. Isso vale para toda a revista, todas as seções.

Você curte motos? O que curte fora jornalismo?Estou na base da linha de corte da Riders: há cinco anos tenho uma Shadow (600cc) com pintura personalizada. É minha primeira – e até aqui única – moto. Curto muito, mas curto mais gastronomia e viagens (acabo de voltar da Síria). Curto mais literatura (livros de reportagens, em especial). Curto o Palmeiras (mais do que deveria, eu acho).



Soube que você partiu para o jornalismo para ficar mais próximo do cinema, outra grande paixão. O que você mais gosta em cinema, de ver e fazer pelo cinema?
Já fui bem mais consumidor de cinema. Só para disparar uma metralhadora diria que adoro Sergio Leone, Michael Hanecke (“Funny Games” e “Cachê” me impressionaram), Barbara Stanwick, Gary Oldman, “M, o Vampiro de Dusseldorf”, cinema francês, mas não do iraniano... Fernando Meirelles é para mim um divisor de águas. Não gosto de comédias. Em geral, acho o humor nosso (e aqui nem falo de cinema) muito ruim para tamanha pretensão. E para qualquer pessoa sempre recomendo “12 Homens e uma Sentença” (que não é western, claro) e "O Bom, O Mau e O Feio" (que é western spaghetti, claro).



Você continua lecionando? Como mantém essa troca de informação e experiências que o bom jornalismo e redator-chefe requerem?
Dou aulas há 14 anos. Como não fico lá falando da minha vida, sou forçado a preparar as aulas. Logo, sou obrigado a estudar. Isso faz com que obrigatoriamente veja mais coisas do que a maior parte das pessoas que só está na redação.


Por falar nisso, que livros você está lendo e que livros
indicaria nos dias de hoje?

Acabei “Uma História dos Povos Árabes”, de Albert Hourani, e estou terminando “Como Fazer Inimigos e Alienar Pessoas”, de Toby Young, jornalista inglês que conta suas experiências na redação da Vanity Fair. Indicações não tão recentes, mas vale garimpar e achar, além de “O Reino e o Poder”: a) “Gostaríamos de Informá-los de que Amanhã Seremos Mortos com Nossas Famílias”, de Philip Gourevitch, sobre o genocídio em Ruanda; b) “No Coração do Mar”, de Nathaniel Philbrick, sobre o naufrágio do barco que inspirou Moby Dick; e c) “O Estranho Caso do Cachorro Morto”, romance escrito pelo olhar de um menino autista, de Mark Haddon.

O que é mais difícil entender a cabeça de uma mulher ou agradar a um leitor?
Agradar um leitor.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

DESTINO: Huvafen Fushi - um paraíso escondido nas Maldivas.



Se há um lugar na Terra em que qualquer mortal não hesitaria em conhecer sem dúvida são as Maldivas, mais especificamente no Resort Huvafen Fushi, um dos mais luxuosos hotéis e resorts do mundo todo. Erguido dentro de uma lagoa privada de uma das ilhas, que leva o próprio nome, o Huvafen Fushi combina  o design contemporâneo com o charme inigualável das tradicionais Maldivas. O Huvafen possui 43 bangalôs estrategicamente posicionados em palafitas sobre o cristalino oceano de águas transparentes.

Com bangalôs espaçosos e elegantes que são uma obra-prima, o Huvafen é ideal para jovens recém-casados e casais que procuram um refúgio romântico. Huvafen Fushi está localizado a apenas um cruzeiro de 30 minutos do Aeroporto Hulhule. O translado é feito por uma lancha confortável levará para a sua ilha paradisíaca, Huvafen Fushi literalmente significa "ilha dos sonhos" em Dhivehi, que é a língua nacional falada nas Maldivas.

Como um bom resort que é, o Huvafen possui um o primeiro spa subaquático do mundo e possui alguns pormenores excelentes, como uma piscina individual em cada vila e um serviço classe A na categoria mais elevada de moradias. Mas mesmo se o ultra-elegante design do resort não lhe conquistar, a melhor parte da ilha está na beleza sensacional e natural que é encontrado tanto na parte de cima como abaixo da superfície irá deixar qualquer um impressionado.

Os alojamentos são divididos em quatro categorias, os bangalôs de terrenos e moradias e três tipos de bangalôs aquáticos estão disponíveis para os hóspedes. O Huvafen dispõe de uma piscina individual em cada do Villa Guest, nome dado a cada categoria de acomodações. As diferenças não são enormes entre as vilas, já que todos têm um espaço muito generoso e as mesmas facilidades, embora com diferenças discretas, como tamanho de TVs e tamanho das piscinas, além de um mordomo pessoal.

Um resort ideal que se preze também oferece uma cozinha com alta gastronomia e bons vinhos. Tudo isso dividido em três restaurantes muito diferentes, o Celsius, o Raw, e Sal, para garantir que há algo para todos e para manter a variedade. O Celsius funciona como restaurante principal, que permite ao hóspede escolher um jantar ao ar livre ou no quarto. Com luz de velas ou ao ar livre, em uma tarde brilhante nas Maldivas, ou curtindo um dia de sol sendo refrescado por sprays. Tudo isso com um buffet de excelente qualidade ou menu a la carte.


Já o Raw é adaptada para atender as necessidades de vegetarianos, com a exclusão de carne, peixe e ovos em pratos que são tão deliciosos que não-vegetarianos vão querer se converter. No Raw também servem pratos nutritivos e deliciosos feitos a partir de matérias orgânicas, que incluem carne e frutos do mar, para amantes de carne que não tem compromisso. E por fim, o Sal, situado em um cenário de água transparente durante o dia, e os reflexos da lua no oceano à noite. Este restaurante de água em cima serve de caviar de polvo e camarões jumbo ao bife de atum - Sal é especializado em todas as coisas que vêm do mar. Considerando que a pesca é um dos principais recursos nas Maldivas seguido apenas pelo turismo. Dentro os bares do resort, temos o Umbar. Localizado à beira da água e com vista para a piscina infinita projetada e excepcionalmente iluminada à noite com fibra óptica e se misturando no oceano.


Um dos grandes atrativos do Huvafen Fushi é seu incrível spa, o Per Aqumm Spa Collection, que atende aos hóspedes com uma consulta bem-estar pessoal. Pode-se reservar em um dia ou uma semana ou programas customizados para atender retiros de estilo de vida do indivíduo e exigências.
Um outro spa de luxo de pequeno porte, o primeiro do mundo em salas de tratamentos de massagens subaquáticas, Huvafen Fushi é um lugar onde a profundidade do elemento água pode ser vivenciado como nunca antes. A água está em toda parte: nas cores, texturas, aromas e arquitetura do spa. É onde se funde seascape fluida com a beleza absoluta do mundo do design spa interior.

São seis salas de tratamento, com piso de vidro e espelhos estrategicamente colocados no chão, debaixo de sua cama de massagem para deixar você olhar para a vida marinha em seu aquário pessoal. Uma variedade de terapias estão disponíveis nas salas de tratamento de água. Estes tratamentos podem ser experimentados por conta própria ou com um parceiro. Com área de relaxamento, distribuídos por dois pisos, com Aroma infundido na sala de vapor, sauna, sala de gelo, o chuveiroa de alta tecnologia, ao longo do Pavilhão da Água de ioga e ginástica. E a primeira piscina de sal com flutuação na água também conhecido como um Veyo Lonu - conhecido pelos seus efeitos terapêuticos e de cura.


Com um centro de mergulho, o resort oferece uma grande variedade de oportunidades de mergulho para o iniciante até mergulhadores qualificados. O centro está aberto todos os dias, das 8h até as 19hs para que o hóspede possa chegar, pegar algum equipamento de snorkel e conversar com o instrutor sobre mergulho e snorkel na área e mergulhar num dos melhores pontos de mergulho do mundo, as Maldivas são famosas pela sua paisagem subaquática. Corais vibrantes, centenas de peixes e tubarões são apenas algumas das suas fantásticas características de recifes do Fushi Huvafen. Agora que parar de sonhar e encarar uma viagem dessa? A média de um pacote de sete noites saindo do Brasil sai entre R$ 10 mil e R$ 20 mil por pessoa. Afinal, até o paraíso tem seu preço. E não é barato! Para quem tá podendo, boa viagem!


Fonte:

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

CARRO: New Audi A1 - Lindo e compacto, o novo concorrente do Mini Cooper


O sucesso dos “mini” não é de agora, há muito tempo que eles têm seu espaço garantido pelos apaixonados por carro. Para ser mais exato, eles surgiram em 1957, numa criação do alemão Sir Alec Issigonis, que naquela época, para conseguir reduzir o espaço dos carros, foram alterados itens como; local do motor, suspensão, jantes, estrutura interna e etc. O objetivo principal era criar um carro engraçado, econômico e confortável.

Assim, surgiram os modelos Saloon, Mini Moke, Cooper 997, Cooper S 1071cc, entre outros. E  apesar de todas as críticas, os “pequenos” tornaram-se um ícone desejado por todos. Não é a toa que despertaram o interesse de empresas como a Fiat, BMW e Audi. E foi no salão de automóveis de Tóquio que a Audi lançou pela primeira vez o seu tão esperado A1, que foi inspirado no conceito compacto da marca chamado metroproject quattro, que traz inspiração dos cupês hardtop, aqueles antigos modelos sem colunas centrais. Diferentemente das outras marcas, que fizeram uma releitura, a Audi inovou fazendo um modelo compacto, porém, sendo fiel a sua identidade.

O carro possui as seguintes proporções; (3,95m x 1,74 m x 1,48m), com traços que só de olhar percebe-se logo a presença da Audi, como os faróis, semelhante aos modelos A4, A6 e R8. Quem vê, pensa logo: esse é pequeno e invocado! O seu interior é bem esportivo, tem um acabamento perfeito, só pecou nas laterais traseiras que ficaram sem o acabamento de couro, contudo, lembra muito a do Audi TT. No centro do painel iremos encontrar a tela responsável pelo sistema de navegação e entretenimento, com sistema de controle de voz, tela retrátil e GPS.

Além disso, compondo a lista dos opcionais; ar-condicionado digital, sistema de som Base com 14 alto-falantes, suspensão recalibrada, bancos esportivos, kit aerodinâmico da divisão S-Line e transmissão S-Tronic de sete velocidades com embreagem dupla. O carro vem com o sistema start-stop (que desliga o motor do carro automaticamente para economizar combustível) e os freios regenerativos, que armazenam a energia desperdiçada em frenagens para alimentar os componentes elétricos.

Nos testes que foram realizados no veículo, foi verificada uma excelente suspensão, o que garante momentos de conforto para longas distâncias. No entanto o A1 perde para o Mini Cooper, no que diz respeito ao espaço interno dos bancos traseiros. O A1 é uma reunião de toda a “potência” dos carros da Audi, em um modelo menor, com o foco no público jovem, inferior a 30 anos. Recentemente a Audi divulgou que: “o A1 atende a necessidade de pessoas solteiras, jovens casais sem filho ou com filho pequeno, e casais mais velhos que já estão na fase de entregar a chave do carro na mão do filho”. Ou seja, é um carro para sair a dois.

Uma boa notícia é que esse é o modelo mais barato fabricado pela Audi, o que o torna bem competitivo, custando a partir de 15,8 mil euros (o equivalente a R$ 40 mil, sem taxas de importação e impostos), como estamos falando de Brasil, especula-se que o modelo chegará às lojas tupiniquins por mais ou menos R$ 90 mil. Então, depois de saber do preço, se você se animou, só precisa esperar mais um pouco, pois o A1 chegará ao Brasil no primeiro trimestre de 2011. A marca pretende seduzir àqueles que almejam o “primeiro Audi” e estremecer a concorrência.



Texto: André Lima

Fontes:
- Revista Quatro Rodas
- Auto Esporte G1

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

VAIDADE: Bleu de Chanel - o perfume que é coisa de cinema.


Seguindo uma tendência atual de grandes diretores de cinema dirigirem comerciais de grandes marcas, como já citamos na matéria abaixo com Jude Law e Guy Ritchie para Dior, a Chanel escalou ninguém menos do que Martin Scorsese. Depois de 10 anos sem um importante lançamento masculino, Chanel lança o perfume Bleu, com fragrância amadeirada aromática, e que criou grande expectativa ao ser anunciado. Mantendo a tradição  Chanel têm mantido a tradição em convidar nomes de peso para dirigirem os anúncios de seus perfumes, desta vez não poderia ser diferente.
O escalado foi o ator francês Gaspar Ulliel e a modelo Ingrid Schram. Gaspar, é pouco conhecido no Brasil, começou a carreira fazendo filmes para TV francesa nos anos 90. Em 2001, estreou no cinema e três anos depois teve seu talento reconhecido com um prêmio César de Ator Revelação (o equivalente ao Oscar, na França). Ingrid, é uma modelo canadense, contratada da Elite de NY, com experiências no teatro e algumas participações no cinema. Talvez daí tenha vindo a razão de ter sido escolhida, além dona de uma bela e clássica.

O vidro azul escuro quase negro, de formas limpas e linhas retas, contém uma fragrância inesperada e máscula, deliciosa – composta por notas de frutas cítricas, vetiver, cedro, gengibre e sândalo – que deve mudar o estilo dos aromas criados para homens. Curioso observar que esse lançamento vem depois de um período em que predominaram perfumes suaves e adocicados para o público masculino, a marca propõe a volta da masculinidade de uma forma livre e nada literal.

A parceria entre diretores de cinema e grandes marcas tem rendido grandes frutos. Fora os dois casos citados, outros diretores participaram de comerciais para marcas famosas como Sofia Coppola e David Lynch. A diretora Sofia Coppola dirigiu comercial do perfume Miss Cherrie, da Dior. Onde a modelo Maryna Linchuk vive um dia de sonho ao som de “Moi Je Joue”, na voz de Brigitte Bardot. Como típico de Coppola, o filme é super delicado. Já o comercial dirigido por David Lynch, foi estrelado pela atriz francesa Marion Cotilard ( “Piaf: Um Hino ao Amor”, de 2007), da bolsa Lady Blue Shangai.
Confira, abaixo, o filme da campanha publicitária, dirigido por Martin Scorsese. A narrativa é recheada de referências a filmes dos anos 60, como Blow Up de Michelangelo Antonioni, e mostra um ator atormentado por um amor do passado e por seu estilo de vida atual. Veja como o personagem resolve o impasse.



O bom mesmo é acompanhar os bastidores dessa super produção. Confira os vídeos de making of. Imperdível!

Video - 1/4




Video - 2/4


Confira ainda o Video 3/4: http://www.youtube.com/watch?v=TYcVu3hcles&feature=channel
e o Video 4/4: http://www.youtube.com/watch?v=HnUhCDH7sR4&feature=channel

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

FETICHE: Pin-ups - Povoando o imaginário masculino até a atualidade.

Poses sensuais, ar de inocência, lábios carnudos, pernas bem torneadas, cinturinha de pilão, seios fartos... papel, tinta e muito talento, eis a receita das Pin-ups. Famosas em todo o mundo as Pin-ups surgiram em pôsteres pendurados na parede (daí o termo pin-up) e vêm povoando o imaginário masculino até a atualidade. As Pin-ups surgiram na Paris do final o século XIX pelos traços talentosos dos artistas Alphonse Mucha e Jules Cheret.


Era o auge do teatro de revista e elas representavam uma espécie de sexualidade permitida, já que o nu ainda era um tabu e fotos de mulheres desnudas poderiam ser consideradas subversão. Os artistas perceberam que aliar a técnica da litografia com desenhos de mulheres com jeito sapeca em poses pra lá de provocantes era uma boa forma de propaganda (e é até hoje, né?). Aí foi só Alphonse Mucha desenhar os cartazes para as peças protagonizadas pela atriz Sarah Bernhardt que a notoriedade bateu à porta e as Pin-ups começaram a ganhar o mundo.


Dos pôsteres vieram os calendários e os maços de cigarro, todos estampados com as curvas idealizadas pelos homens da época (e de hoje também!). Curvas expostas aos poucos e “protegidas” por uma aura de inocência e pelos traços elegantes do art-noveau. Nos anos 20 a sensualidade passa a ficar mais explícita e até pitadas de lesbianismo surgem pelas mãos de Raphael Kirchner. Em seguida Hollywood “descobre” as Pin-ups e elas passam a estampar os cartazes de filmes. Através da revista Enquire as Pin-ups passaram a musas dos soldados que partiam para a segunda guerra estando em suas carteiras, desenhadas nos aviões, ou em qualquer outro lugar que fosse possível. Eram carinhosamente apelidadas de “arma secreta”, pois eram o alento dos jovens rapazes que iam para o front defender o seu país. Acabaram se tornando uma espécie de troféu quando a guerra acabou e ganharam o resto do mundo por representarem uma sensualidade sem vulgaridade.

O conceito Pin-up tem a ver com ser sexy e ao mesmo tempo ter um ar de inocência, estar vestida e ainda assim deixar à mostra, de um jeito sutil, partes do corpo. As Pin-ups poderiam ser mulheres idealizadas como também divas do cinema ou teatro consideradas sex symbols, como Betty Grable. Por conta do estilo Pin-up muitas atrizes famosas entraram para a história como Rita Hayworth, Ava Gardner e Marilyn Monroe, isso sem falar de Betty Page, que ficou conhecida com a rainha das pin-ups e foi uma das primeiras “Playmates do Mês” da PLAYBOY, aparecendo na edição de janeiro de 1955 da revista. Em terras brasileiras quem fez (e faz) muito sucesso foi o desenho Betty Boop.
O estilo Pin-up tem feito bastante sucesso atualmente e várias revistas já estamparam atrizes e modelos famosas em suas matérias com jeito sexy-inocente. E para quem quiser saber mais e se deliciar com as pin-ups a MENSCH sugere a leitura do livro Gil Elvgren “The Complete pin-ups”, da editora Taschen. Elvgren foi um dos maiores e principais ilustradores de pin-up da América, além de publicitário e design tendo produzido mais de 500 ilustrações tendo criado as pin-ups em versões dona de casa, professora, marinheira, motorista, entre tantas outras. O importante é deixar a imaginação correr e apreciar as belas formas dessas queridas figuras que permanecem até hoje

Texto: Nadezhda Bezerra




domingo, 16 de janeiro de 2011

VAIDADE: Barbear Perfeito - Uma barba benfeita vai além de espuma e lâmina.



Fazer a barba pode parecer para alguns homens um momento de relaxamento e para outros um momento de tortura. Alguns aprenderam à custa de corte, pelos encravados e corte mal feitos. Para um barbear benfeito não basta apenas uma lâmina e água. O ato de barbear é algo agressivo para a pele, por isso requer certos cuidados e chega a ser um ritual, onde se deve preparar o rosto para o corte dos pelos, a forma de fazer e depois cuidados para deixar a pele macia e se recompor. É importante antes de tudo, reconhecer o tipo de pele do seu rosto tem e que tipo de produto ideal deve se usar. Que pode ser seca, oleosa, mista e normal.

A pele seca apresenta pouco brilho e pouca elasticidade. Como é mais fina requer maiores cuidados para evitar irritações. Para esse tipo de pele o ideal são produtos mais densos e que ajudem na hidratação. No caso da pele oleosa, o aspecto é o oposto, onde a pele brilhante tende a ser mais propícia à cravos e espinhas. Sendo assim o ideal são produtos em gel, que não apresentem óleo na fórmula. Já a pele mista, a mais comum, apresenta brilho na chamada "zona T" (testa, nariz e queixo), deixando o restante do rosto com aspecto seco. Para esse tipo de pele o ideal são os produtos que contém óleo para as partes secas do rosto. Por fim, a pele normal, que tem uma composição mais equilibrada, abertura dos poros quase imperceptível e sempre suave. Para peles normais o ideal é o uso de colônias suaves.

Você sabia que o horário também influencia no resultado final? Pois é, por isso der preferência para se barbear após o banho, pois além da pele estar limpa. É necessário começar umedecendo um pouco o rosto, se possível com água morna, podendo usar uma toalha umedecida. O calor dilata os poros e amolece os pêlos, facilitando na hora do barbear. Uma coisa é certa, para um barbear perfeito é importante a escolha dos produtos corretos para cada tipo de pele, que podem ser encontrados na forma de mousse, creme ou gel. (Nunca use espuma de sabonete. Pois irritam a pele) Tome como exemplo a espuma de barbear, temos os tipos mousse, gel ou creme. O primeiro é mais indicado para os homens com peles oleosas, enquanto os outros dois são ótimos para os que apresentam pele normal e seca.


É importante lembrar que ao passar o produto, é necessário esperar alguns minutos antes de começar o barbear, fazendo com que os componentes possam começar a fazer efeito. Seja qual for o produto escolhido, é importante que ele seja aplicado em boa quantidade e espalhado como se você estivesse massageando o rosto.

Você pode escolher entre lâmina ou um barbeador elétrico. Se escolher lâmina, deve ter atenção redobrada, pois é importante que ela esteja em bom estado. Utilize lâminas novas, pois elas cortam melhor e provocam menos ferimentos. Por isso, em caso de aparelhos descartáveis o indicado é usar apenas em três vezes. O melhor tipo de instrumento para barbear é aquele que se adapta melhor à sua pele, tipo de barba e habilidade.


A forma mais indicada é passar a lâmina no sentido do crescimento do pêlo. Comece pelas áreas com pêlos mais macios, como as faces do rosto e o pescoço. Tome cuidado com o barbear feito no sentido contrário dos pelos, em caso de peles muito sensíveis, isso pode causar um tipo de inflamação muito comum que é a foliculite. Um dos problemas mais comuns são as irritações decorrentes dos machucados da lâmina, o ressecamento da pele e a pseudofoliculite (pêlos encravados), comum em homens de barba cerrada ou pêlos muito crespos.

Os pêlos crespos são um problema, pois às vezes costumam se retorcer e penetrar novamente na pele durante o crescimento, causando inflamação da derme dois ou três dias após o barbear, e homens com a pele muito sensível também sofrem com os efeitos da lâmina. Muitos homens têm reações de vermelhidão, irritações e sensação de desconforto em algumas áreas, como o pescoço. Nesses casos o ideal é o uso de um sabonete anticéptico antes do início do barbear. Por isso é importante combinar a tarefa de fazer a barba com o hábito de tratar a pele. Além de garantir a boa aparência, você estará cuidando da saúde e do seu bem-estar.  Os movimentos circulares ajudam a amaciar a pele e facilitam a retirada dos pêlos. O uso de bálsamos e loções pós-barba.

Uma boa opção é o Gel Após Barba, que além de hidratar sem deixar a pele oleosa e proporcionar uma sensação de frescor, reduz irritações e vermelhidões comuns ao barbear e inibe a formação de radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento da pele. Esses produtos têm efeito suavizante e conferem à pele uma sensação de limpeza e frescor muito agradável. Eles também restabelecem a hidratação natural da pele, protegendo-a das agressões externas. Por tanto ao terminar o barbear, enxágue o rosto com água fria, isso ajudará a fechar os poros e vai aliviar o ardor.

Escolha um pós-barba que hidrate e higienize a pele. Evite os que contêm muito álcool, pois ressecam a pele. Prefira os que têm mentol, que são mais refrescantes. Uma dica importante é dar um tempo antes de passar o pós-barba, assim você deixará a pele se recuperar. Durante o fim de semana, dê um descanso para o seu rosto.

Afinal, lembre-se que numa pesquisa feita pela revista NOVA, 44% das leitoras declararam preferir homens sem barba. E 42% acham barba por fazer algo sexy. Porém, nosso pêlo facial cresce, em média, 64 milímetros por mês. Agora faça a conta ao longo dos anos...

Fontes:
- Revista Mens Health
- Revista PLAYBOY
- Site Natura
- Clínica Medclin Instituto da Pele