quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Crônicas e Indagações Femininas: "Drama Queen"



Nós, mulheres, somos as rainhas do drama. Não adianta, é sempre assim: choramos, indagamos, fazemos elucubrações sobre a vida, o relacionamento, os ex. Temos crises existenciais e a bendita TPM. Mas a culpa é dos hormônios, dizem. Ufa! Quem dera fosse só isso. É da natureza feminina esse envolvimento emocional duplicado, a necessidade de buscar um não sei o quê que nunca virá. Talvez, pela nossa própria criação, constantemente confundimos sonhos/idealizações com a realidade. Colocamos um no lugar do outro e ai a bagunça está feita.
 
E os homens? Será se para eles tudo é mais fácil mesmo? Para quem está de fora, eles são mais pragmáticos, preto no branco, mais diretos. Misturam menos as coisas e ai tudo fica mais simples! Ai eu me pergunto: para onde vão as crises existenciais? Os rompantes? As erupções dramáticas? A indecisão? O passado revisitado freqüentemente? Ah! Que inveja...
 
É claro que essa lei não é absoluta e existem muitas mulheres inquebráveis e muitos homens prontos para se virarem pelo avesso. Na verdade são nuances, os tons de emoção e razão que perpassam os dois gêneros e que dão graça e cor ao relacionamento. O drama, na dose certa, é o tempero (o danado é acertar a medida!).
 
Ainda me pergunto para onde escoam as emoções masculinas, mas, quer saber? Vamos assumir: nós, mulheres, amamos um bom enredo! O bom é se conhecer e se permitir experimentar, mais sábios seremos se cada um aprender um pouco com o outro lado. Fica o recado: less drama, more passion!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

MENSCH AUTOMOBILISMO: Sebastian Vettel, o jovem campeão.


Com apenas 23 anos, o alemão Sebastian Vettel, venceu neste último domingo o Grande Prêmio de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, consagrando-se como o mais novo campeão da Formula 1.
A equipe Red Bull Racing (RBR) é só alegria, pois a vitória foi mais que merecida, Vettel liderou a corrida do início ao fim, ficando quatro pontos a frente do espanhol Fernando Alonso. Também subiu ao pódio Mark Weber da Austrália. Após a corrida, as declarações do heptacampeão Michael Schumacher, exaltando o desempenho do seu compatriota, tiveram repercussão mundial: “Estou muito feliz por ele porque somos amigos e foi um ano complicado para mim. Ele teve que atravessar altos e baixos, provavelmente mais do lado mecânico do que no volante, então ele realmente merece esse campeonato", disse à BBC. "Muito bom para ele e para o time, foi um grande trabalho de todos", completou.
Vettel nasceu em Heppenheim, na Alemanha, e iniciou sua carreira no automobilismo aos sete anos de idade nas corridas de Kart. No ano de 2004, participou da Fórmula BMW, aonde venceu quase todas as corridas, conquistando o título da competição. Logo em seguida a BMW o contratou para piloto de teste.

Tornou-se o mais novo piloto a fazer parte de um evento de Formula 1, quando participou dos treinos do GP da Turquia, em 2006, com 19 anos de idade. Sua estréia na Fórmula 1 aconteceu durante o Grande Prêmio dos Estados Unidos de 2007, quando substituiu o titular Robert Kubica. Na ocasião, Vettel terminou a corrida na oitava posição, conquistando o primeiro ponto da carreira na categoria.
Em 2008, venceu o campeonato mundial da Itália, quando estava na equipe Toro Rosso, conquistando um novo recorde, se tornando o piloto mais jovem campeão de um Grande Prêmio.
Vettel iniciou a temporada de 2010 marcando a pole position nas duas primeiras etapas, no entanto, por problemas do seu carro, acabou perdendo a liderança, inclusive sendo obrigado a abandonar a segunda corrida.  A primeira vitória na temporada veio na terceira corrida, na Malásia, quando superou o companheiro de equipe Mark Webber.

Na final, em Abu Dhabi, largou na pole e algumas situações como, um acidente entre Shumacher e o italiano Vitantonio Liuzzi e as paradas no safety car de Weber e Alonso, o ajudaram a conquistar o campeonato.
Após a confirmação do título, chorando muito e ainda no rádio, Vettel disse que tudo aquilo era inacreditável, assim, agradeceu aos engenheiros da Red Bull -  Obrigado eu amo vocês”, e a equipe respondeu; "Você é o cara!"
Como se não bastasse todos os recordes, ele ainda derrubou uma antiga marca na formula 1, pois nunca um piloto conseguiu ser campeão de um GP sem antes ter liderado o campeonato. 
Com a vitória nas mãos, o consultor da Red Bull, Helmut Marko, otimista, declarou que o título deixará o alemão mais tranqüilo e preparado para a temporada de 2011. Assim afirmou; “Acho que ele vai estar mais maduro e mais relaxado depois disso. Estamos realmente ansiosos pela próxima temporada”.

É certo, que devido aos últimos escândalos na Formula 1, com os famosos “jogos de equipe”, o esporte perdeu um pouco a credibilidade. Talvez esta tenha sido uma vitória limpa, pois àqueles acostumados a resolver a corrida pelo rádio se calaram. Os diretores da Red Bull em nenhum momento privilegiaram qualquer um de seus pilotos. Num dos melhores campeonatos da história da F1, venceu o melhor.
Muitos afirmam que Vettel tem o ímpeto e a técnica de Ayrton Senna, outra curiosidade, é que Vettel batiza os seus carros de F1 com o nome de mulheres, o atual chama-se Manzy Fogoza, além disso, competiu com uma balaclava com a inscrição “Monza”, que faz referência à pista de sua primeira vitória na F1.
Vettel provou que foi capaz de superar seus erros do início da temporada e não há dúvidas que ele cravou o seu nome na história da fórmula 1, assim como a equipe Red Bull, lutando como um “touro” e dando “asas” ao campeonato limpo, que fique a lição para o “haras” de Maranello.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

BEBIDA: A história de sucesso do Whisky Johnnie Walker

O famoso whisky Johnnie Walker é a marca mais amplamente distribuída de whisky escocês misturado no mundo, vendido em quase todos os países com vendas anuais de mais de 130 milhões de garrafas. Por trás de tudo isso, quase dois séculos de história de sucesso. História que começa mesmo em 1805 com o nascimento de John Walker, filho de Alexander Walker e Elizabeth Gemmell numa fazenda em Kilmarnock, distrito de Ayrshire, na Escócia. Com a morte de Alexander Walker a família teve que vender os bens da fazenda Todriggs e comprar uma mercearia [com o nome John Walker] em Kilmarnock ficando para o jovem, John Walker, com apenas 14 anos, gerenciar os negócios da família. Os negócios foram prosperando com o tino comercial de John, que vendia de tudo um pouco, inclusive suas marcas de whisky. Mas o faturamento da empresa ainda era muito aquém do esperado, girando em torno de 8%. John, casou e teve seu primeiro filho, o qual batizou de Alexander, num clara homenagem ao pai. Mas nem tudo caminhou como o esperado na época, a família Walker viu sua propriedade vir por água abaixo depois de uma enorme inundação destruiu tudo. Em menos de um ano os Wlakers reconstruíram tudo e seguiram em frente. Após a morte do pai, Alexander seguiu com os negócios da família e em 1865 produziu seu primeiro uísque misturado, o Walker’s Old Highland.

Foi nesse período que Alexander criou a garrafa quadrada, o que significava menos garrafas quebradas e garrafas com melhor condições de armazenamento em menos espaço, que seria uma das características da marca Johnnie Walker e começou a distribuir seu whisky pelo mundo de navio através de acordos comissionados com os capitães. Outra inovação de Alexander foi o rótulo inclinado para ficar a marca Walker’s Old Highland, isso em 1977. O que dois anos depois resultou no primeiro prêmio ganho, uma medalha vinda da Austrália. Sob o comando de Alexander, multiplicou por várias vezes o percentual de vendas, que passou para uma margem entre 90 e 95%.  Com o reconhecimento premiado na Austrália, o filho de Alexander, Jack, viajou para Sidney com o intuito de montar um escritório e ampliar ainda mais os negócios. Nesse mesmo período, um representante leva a marca também para a África do Sul, o que resulta numa enorme produtividade de mercadorias e muitas filiais abertas.



No início do novo século, a terceira geração da família Walker, encabeçada por Alexander Neto e George estão à frente dos negócios. Alexander II um grande blender e George um grande homem de negócios, investem pesado na sua linha de cores. E foi durante a I Guerra Mundial que foi lançado o Johnnie Walker Branco. E em 1906 a J&W tem três linhas de whiskys,  o Old Highland Whisky, o Special Old Highland e o Extra Special Old Highland, cada um com sua cor de rótulo diferenciada e seus respectivos blends.



Dois anos depois nasceria um novo e poderoso ícone dessa história, o Striding Men, pelas mãos de Tom Browne, um cartunista que durante um almoço com os irmãos Walker, criava a figura do homem de cartola e botas que viraria um dos símbolos mais importantes, e valiosos, do mundo. Somado a isso tudo, foi que no centenário da marca J&W, em 1920, que foi lançado um novo rótulo, o Johnnie Walker Gold Label. E chegaram com isso tudo a Concessão Real, como sinal de excelência, qualidade e reconhecimento, tanto que até hoje são fornecedores da casa real.


A história de sucesso da Johnnie Walker terminou virando uma grande "corrente" onde o "mantra", "Keep Walking" em inglês, que instiga as pessoas a não desistirem e continuar tentando, nos estimula a sermos homens de sucesso, no aspecto humano e profissional, e essa é a essência da Johnnie Walker. E o espírito do homem Johnnie Walker. 




Conheça um pouco mais:
http://www.johnniewalker.com.br/

domingo, 14 de novembro de 2010

BALADA MENSCH: As Melhores Baladas no Mundo


HOJE, nada que é SIMPLES causa impacto e consumo; e pra lascar tudo, mudaram as coisas de nome para triplicar de preço: Sorveteria agora é Gelateria (uma bola de sorvete é mais cara que um pen drive 3 gb); kitnet é home service; padaria é delicatessen; e puta agora diz que é modelo. E como se não bastasse, neguinho ainda coloca tudo em francês, por exemplo; bistrô (restaurante escuro, pequeno e caro), souvenir (loja de presente inútil, pequeno e caro), petit gateu (bolo com sorvete caro); ménage à trois (sexo com duas “modelos” caras) e se colocarem puta barata? Aí fica Suruba mesmo.
E quanto às baladas não podiam ser diferente. Há algum tempo, empresas como a SednaClub, se especializaram em organizar eventos visando oferecer luxo e exclusividade.  Os seus “consumidores” buscam fazer parte de um seleto grupo de pessoas propícias a desfrutar o que existe de melhor no mundo, custe o que custar.
Primeiro imagine chegar numa megalópole e dar de cara com aeroportos congestionados de jatinhos particulares, bem, já é sinal que tem festa boa vindo por aí, também não se assuste se seu vizinho de quarto seja um shake árabe fazendo uma prévia com Naomi Campbel e Alessandra Ambrósio. E ao entrar festa adentro, Athina Onasis será àquela menininha chatinha que não fala com ninguém e vai te dar um fora; tudo bem, terá Paris Hilton e Lindslay Loham para salvar a pátria.
E parece que ninguém desliga; o que será que dá tanta energia? Ver o pôr do sol no Café Del Mar, em Ibiza, descansar às margens do Rio Prata, após o Cremfields, em Buenos Aires, passar o verão em Mykonos, na Grécia, assistir as corridas em St. Tropez, ou finais de Semana em Jurerê Internacional.
E se você ainda tiver fôlego, ou rins; para lhe ajudar na difícil missão de escolher a próxima balada, trazemos o ranking das três melhores noites do mundo, segundo a conceituada revista britânica Dj Mag.

O TOP DAS BALADAS MUNDIAIS

O 1°lugar foi para a alemã Berghain, que fica situada dentro do porão de uma antiga fábrica “abandonada”, por sinal, quem julga pela fachada nunca vai imaginar que ali funciona uma boate. Costuma receber DJs como Paul Van Dyk e Gunnar Styller, além do som, um grande diferencial é a iluminação, que até lembra um pouco com a da finada Nox (Recife).



A prata ficou com o club mais tradicional e visitado de Londres, a Fabric, estabelecida dentro de um antigo mercado de carne. Um detalhe que “assusta”, é que existem caixas de som e altos falantes no chão da boate, isso mesmo, dando a sensação que o chão está tremendo. Recebe nomes como Carl Cox, Fat Boy Slim e Armin Van Buren para tocar nos finais de semana, que atraem filas de dobrar os quarteirões da Charterhouse Street.



Na 3° posição, ficou com o Club Space, em Ibiza, que recebe Djs como Carl Cox, Tiesto e Kehakuma. O Club tem 20 anos de experiência, e é considerado pela revista o melhor lugar para pegação. O seu interior, está sempre se reinventando e nenhuma noite é igual a outra, a impressão que se têm é que você esta dentro do palco do Circ Du Soliel.



E AQUI NO BRASIL...


Ah, o Brasil também não ficou fora do ranking, a paulista D-Edge, ficou em 9° lugar, surgindo como uma opção para o público mais descolado e alternativo. Tem noitada de segunda a segunda e o som foi considerado o melhor do País. As atrações internacionais são presenças constantes e possui um sistema de iluminação que possibilita o chão, o teto e as paredes mudarem de cor. Alem disso, não há divisão entre os banheiros masculino e feminino, porém, a segurança é reforçada para que ninguém estenda a noite ali mesmo.


Então, aproveitando que é feriadão, chama Eike Batista de papai, corre pra o hangar do aeroporto mais próximo, que é dia de tomar umas birita.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

MENSCH ENTREVISTA: Edson Aran



Edson Aran é um cara simples de gostos sofisticados, até por conta da função que hoje exerce. Conhecido mais por ter o "emprego dos sonhos" ao comandar a famosa edição da PLAYBOY no Brasil, Aran vai muito além do que isso, e mostra nesse descontraído papo quem é (um pouco) o homem por trás do coelho da PLAYBOY. Um jornalista por vocação, um humorista por paixão e cartunista por dádiva.

Aran, seu começo foi pelos livros de humor, pelas revistas masculinas ou pelos traços dos cartuns?!
Foi tudo junto. Fiz o Curso Abril de Jornalismo e comecei a trabalhar como trainee na Contigo! mas ao mesmo tempo, já publicava meus cartuns no “Pasquim”. Já era o final do “Pasquim”, o jornal estava meio morto-vivo e publicava qualquer coisa, até os meus cartuns. Eu levei essa vida dupla durante muito tempo, trabalhando como jornalista e fazendo humor no paralelo. Fiz uma coluninha de humor na Istoé, escrevi na AZ (que era uma revista muito bacana de SP), enquanto continuava trabalhando na Contigo! Até que decidi que o humor era parte integrante do pacote e que não ia fazer jornada dupla, mas juntar as duas coisas numa carreira só. Mas isso só aconteceu de verdade quando entrei na VIP, na virada dos anos 90 para 2000.

Depois de passar por tantas revistas, hoje você está a 4 anos na direção da PLAYBOY. É muito complicado fazer revista masculina hoje em dia? Quais as maiores dificuldades?
A PLAYBOY é a maior revista masculina brasileira e a segunda maior PLAYBOY do mundo, atrás apenas da edição americana. Ou seja, não é fácil fazer a PLAYBOY, nunca foi e jamais será. Mas hoje o que mais pega é a pirataria na internet, que afeta dramaticamente as vendas. As fotos são roubadas todos os meses e os ladrões – sim, são todos ladrões, a palavra é essa – sabem que vão continuar impunes. A internet é um território selvagem e sem lei no mundo inteiro. Mas no Brasil, o país do jeitinho e da impunidade, a coisa é incontrolável. Este ano, a PLAYBOY está vendendo muito bem, obrigado, mas a circulação vem caindo dramaticamente nos últimos 10 anos. Vamos reverter a tendência em 2010 e esperamos manter o crescimento em 2011, mas jamais voltaremos ao patamar de vendas que tivemos em 2000, 2001. Se a Justiça brasileira não agir para defender os direitos autorais, muitas editoras - e até emissoras de rádio e TV - não conseguirão sobreviver no futuro.

Ser diretor de redação da PLAYBOY Brasil é o melhor emprego do mundo? Qual o ônus e o bônus disso tudo?
Eu me divirto muito, mas, obviamente, também tem o lado pedreira. Ao contrário do que acontece em todas as revistas do país, a capa da PLAYBOY é fruto de uma negociação financeira. Você não pode simplesmente escolher um assunto de dentro da revista e produzir uma capa, como acontece numa publicação “normal”. Eu brinco que um dia quero ser editor da “Vida Simples”. E aí o que vamos por na capa este mês? Uma torneira, uma folha seca ou um chinelo de dedo? Mas é piada, claro. Fazer a “Vida Simples” também não deve ser simples. Toda revista tem as suas complicações e a coisa só parece fácil para quem está de fora.

Você como cara antenado em tecnologia e como diretor de revista e escritor de livros, acha que livros e revistas estão com os dias contados, principalmente agora com o iPad?
Mais ou menos. A revista em papel não vai acabar, mas terá de mudar. As revistas do futuro serão mais bem impressas, terão papel melhor (com certificado ecológico) e muitos truques gráficos (dobraduras, recortes, essas coisas), que as tornem únicas, exclusivas e colecionáveis. No I-Pad, as revistas terão obrigatoriamente vídeos, músicas e animações. Ou seja, a experiência de leitura será completamente diferente nos dois meios, cada um com suas especificidades. O I-Pad não vai acabar com a versão impressa da revista, assim como a TV não acabou com o rádio e nem a internet acabou com a TV. Eu era cético em relação ao I-Pad, até que vi o aplicativo da DC Comics. Ler quadrinho no I-Pad é muito melhor do que no papel! Você pode ver um quadrinho por vez, a leitura vira quase uma animação! Minha coleção de quadrinhos, que é enorme, vai parar de crescer fisicamente quando eu tiver o meu I-Pad, pode ter certeza. Mas eu não vou abrir mão das edições em capa dura dos meus quadrinhos favoritos.  

Depois de sete livros lançados, como você se avalia como escritor? E como o mercado te recebe?
Na verdade, são cinco. Sei lá, não sou exatamente um escritor, mas, por enquanto, apenas um jornalista que escreve livros. Todos os meus livros foram bem recebidos pelos colegas. O “Conspirações”, que é o mais bem sucedido, vendeu mais de 20 mil cópias e está na terceira edição. Quer dizer, tem dado certo. No futuro, quem sabe, talvez eu vire escritor em tempo integral. Mas mesmo que isso aconteça, jamais abandonarei o jornalismo – vou dar um jeito de manter um pé na imprensa, seja escrevendo colunas, fazendo cartuns ou entrevistando pessoas, sei lá.

Seu mais recente livro, o "Delacroix Escapa das Chamas", é uma ficção científica cheia de figuras comuns das cidades grandes e fatos de telejornais misturado com muito humor. De onde vêm idéias como essa? É seu melhor livro?
É meu melhor livro sim. Pelo menos até eu escrever o próximo. Bem, todo escritor escreve sobre o que vê, o que o incomoda, o que ele conhece. O “Delacroix” é sobre São Paulo, sobre viver numa cidade em que as pessoas têm medo de andar na rua e por isso se isolam em condomínios fechados e shopping centers. Eu odeio shopping centers, esses malditos quadrados de cimento. O personagem do livro é um crítico de arte picareta chamado Wagner Krupa que, na tentativa de ser mais esperto que todo mundo, acaba se metendo num monte de confusões e quase sempre se dá mal. O livro é uma extrapolação do mundo de hoje, ou seja, um mundo dominado pelo terrorismo fundamentalista, pela corrupção, pela burocracia e, principalmente, pelo medo. Quer dizer, a idéia veio da própria cidade de São Paulo, onde eu vivo, que é, de fato, a personagem principal do romance.     

Em "Conspirações" você cita fatos que não querem que saibamos. Ele é todo baseado em mitos e lendas ou tem algo de real? O que não querem que saibamos, por exemplo?
Que um consórcio de alienígenas controla o mundo com a ajuda de organizações secretas como a maçonaria, a CIA, os homens de preto e o Priorado de Sião. É lenda? É real? Isso importa? Se alguém inventa uma conspiração é certamente por algum objetivo obscuro, certo? Se o objetivo é obscuro, então a invenção da conspiração falsa é sim si uma conspiração, não é? Ou seja, toda conspiração é verdadeira, inclusive as falsas. O segredo é descobrir quem está conspirando contra quem – e porquê.

Observando os títulos dos seus livros, dá pra ver que você curte além de humor, ficção científica e um terror mais trash, com zumbis e mortos-vivos. É sua preferência cinematográfica? Quais gêneros você curte no cinema?
Eu gosto de filme bom, então vejo tudo. Tenho uma boa DVDteca (DVDteca?), mas gosto muito de humor e filme B de um modo geral. Por quê? Porque o filme B muitas vezes pode ir muito mais longe do que o cinemão blockbuster, que tem que agradar todo mundo e, por isso mesmo, é mais burro e corre menos riscos. Eu não tenho dúvida, por exemplo, que “30 dias de noite” é muito melhor que “Eu sou a lenda”, só pra citar dois exemplos lançados no mesmo ano (2007). Ou que “Cloverfield” é melhor que “2012 (ambos de 2008). Agora, morto-vivo é outra história. Qualquer filme com morto-vivo é melhor do que qualquer filme que não tem morto-vivo. Por exemplo, esse filme do Arnaldo Jabor, “A Suprema Felicidade”, seria muito melhor com mortos-vivos. Até “Casablanca” seria melhor se tivesse mortos-vivos. Até a Trilogia do Chefão fica melhor com mortos-vivos. Qualquer filme fica melhor com mortos-vivos.

O escritor Edson Aran sofreu influências literárias de quem? Quais são seus autores preferidos?
De uma cacetada de gente. De todo mundo do “Pasquim”. Do Millôr Fernandes. Do Douglas Adams. Do Borges. Sei lá, muita gente. Já os autores preferidos costumam mudar, mas acho que dá pra dizer Jorge Luis Borges, Don De Lillo, Martin Amis e Alan Moore (que é, talvez, o maior escritor de quadrinhos de todos os tempos).

E seu traço rascunhado dos cartuns, veio de onde? Da época gloriosa do Pasquim?
Não propriamente do “Pasquim”, mas do Henfil. Meu traço é meio Henfil, meio Harvey Kurtzman (criador do “Mad” e escritor de Aninha Bonita e Gostosa), com umas pitadas leves de Jules Feiffer. Todos eles são ótimos desenhistas e têm um traço caligráfico, rápido, meio esboçado.  

No humor você prefere crítica política ou crítica social?
Escrevo sobre política no meu site (www.sitedoaran.com.br), mas acho toda essa gentalha um horror. Agora, não dá pra evitar: tem que falar.

Falando em política, você acha que a falta de referencial político é a razão para o desinteresse de parte da população por eleições como essas de agora?
Acho que é fruto do desinteresse pelos candidatos, um banana oposicionista e um poste governista. Além disso, o lulismo estimula a alienação. Quando o Lula desacredita a imprensa, desacredita a oposição e também a história pregressa do país, ele está, na verdade, sufocando o debate e desqualificando a crítica. Há um voto no lulismo que é ideológico, claro, mas há também o voto alienado, que raciocina na base do “deixa o pessoal ficar aí roubando, porque pelo menos o país está indo bem...” Agora, a culpa é da oposição, que passou os últimos oito anos escondida debaixo da mesa. Então agüenta. Política é uma coisa chata mesmo, daí o desinteresse geral pelo tema. Mas quem não se interessa por política acaba governado por quem se interessa. Esse é o problema. 

Vivemos uma época de imbecilismo (título de outro livro) por parte da mídia de massa? Ou já estivemos piores?
Nem pior, nem melhor. Toda época tem seus picos e seus vales. Como leitor, eu gostaria de encontrar leituras melhores nas bancas e nas livrarias. Mas está difícil.

Quais as qualidades essenciais de um homem hoje em dia?
E eu sei lá?! A pergunta é muito difícil.   

Hoje em dia o que é mais difícil para um homem superar, uma traição, uma separação ou uma má aplicação financeira?
Embora não tenha passado por isso, tenho a impressão de que é uma separação. A traição pode levar à separação, então acho que acaba sendo uma coisa só. Já a má aplicação financeira é decorrência da má gestão dos investimentos. Todo mundo que tem algum pra investir sabe que o negócio é diversificar.

As mulheres de hoje são independentes financeiramente, vão à caça com as amigas à noite e fazem sexo sem compromisso. Em alguns casos os papéis se inverteram. O homem perdeu o posto de provedor, caçador e condutor da situação. Você acha que isso tudo afetou o homem de que forma?
Afetou profundamente e continua a afetar. A mulher ganhou o direito de votar em 1932 (1932!) e o país já tem uma presidenta! As mulheres entraram no mercado de trabalho durante a Segunda Guerra Mundial, ou seja, praticamente ontem. As mudanças foram muito rápidas. O homem ainda está se encontrando e tentando se posicionar neste mundo novo. Vamos falar de cultura pop. Veja “Sex and the city”, por exemplo. São quatro mulheres fúteis que só pensam em comprar e trepar. Se a série fosse estrelada por quatro homens, seria considerada machista, chovinista e o cacete. Mas como é com quatro peruas, todo mundo acha chique. Veja “The Big Bang Theory”, por exemplo. Quem é o “macho alfa” da série? A garota! Os caras são uns bananas! Veja “Cougar Town”, que é a história de uma velha assanhada que fica correndo atrás de garotos. O que aconteceu com o mundo? Quando foi que o planeta ficou de cabeça pra baixo?! Como eu acredito em teorias conspiratórias, atribuo tudo a uma maligna conspiração feminista-viadista-internacional. E você ainda pergunta se isso afetou o homem? É claro que afetou! Você não está vendo como esta resposta foi afetada?

Está na moda famosas tirarem a roupa para livros e revistas de arte, e anônimas para books particulares. Você acha que as mulheres voltaram a tirar a roupa por razões libertárias? Por conta dessa independência e autoconfiança?
O mundo ficou muito conservador nos anos 80, basicamente por causa da disseminação da AIDS, mas também devido à chegada de vários direitistas ao poder no primeiro mundo (Reagan, Tatcher...etc), que acaba influenciando o resto do planeta. Isso somado ao “politicamente correto” e ao fundamentalismo religioso deu num mundo conservador, careta, chato. Mas toda onda conservadora traz, em sim, a semente da onda libertária, que naturalmente a segue. Acredito que estamos começando a viver os primeiros momentos de uma nova onda liberal (não no sentido econômico, de comportamento mesmo), daí as fotos de nudez voltarem às revistas de moda, que são lançadoras de tendência. Claro que minhas previsões podem estar totalmente erradas, mas ninguém vai se lembrar delas mesmo.  

"O homem comum fala, o sábio escuta, o tolo discute. Então o homem comum elege o tolo e o sábio não consegue arrumar emprego." Você se vê como o sábio, o tolo ou o homem comum?
Não sou tão esperto pra ser tolo e nem tão obtuso pra me considerar um sábio, então sobra o homem comum.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

COMPORTAMENTO: "Freud e as Mulheres"



A estréia da nova série da Globo, de título bem peculiar e de extremo interesse masculino, reacende as velhas questões que semeiam discussões entre homens e mulheres ao logo do tempos. Talvez essas questões respondam porque homens e mulheres são tão diferentes e principalmente, no nosso caso, porque elas pensam tão diferentes de nós? Coisas simples, como uma pergunta sobre o que a mulher quer fazer no sábado à noite, vira um diálogo sem fim, ou o clássico feminino que quando elas querem dizer "sim", dizem "não", e vice e versa. Vai entender. Se nem Sigmund Freud foi capaz de chegar a uma resposta que satisfizesse a pergunta, por ele um dia levantada: "Afinal, o que querem as mulheres?", que dirá nós, pobres homens com QI abaixo de Freud. Mas o que pensava "o pai da psicanálise" sobre elas?

Freud era um judeu nascido em 1856 na cidade de Freiberg, que na época pertencia ao Império Austríaco. Era um médico neurologista e fundou a psicanálise numa época em que distúrbios psicológicos eram diagnosticados apenas como loucura ou coisa do demônio. Através da hipnose Freud foi tratando vários casos de doenças da mente e distúrbios. Freud acreditava que a sexualidade e a libido eram a energia motivacional primária da vida humana, assim como suas técnicas terapêuticas. Suas teorias e seu tratamentos foram controversos na Viena do século XIX e continuam a ser muito debatidos até hoje. Suas ideias são frequentemente discutidas e analisadas como obras de literatura e cultura geral em adição ao contínuo debate ao redor delas no uso como tratamento científico e médico.

Entre outras preocupações, Freud retomou a discussão da natureza do sexo feminino, abrindo para a então nova ciência do inconsciente, possibilidades ainda inexploradas. Tentou então desvendar a feminilidade, estudar a sua constituição a partir da estrutura edipiana, que constitui um dos pilares da psicanálise. Através da estrutura edipiana, Freud distribuiu as posições do pai, da mãe, do filho e da filha e detalha o papel que cada um aprende a assumir e a sua realidade sexuada ou, a resignar-se a ela, quando se trata da menina. Para ele a lei do pai, ao proibir a posse da mãe, primeiro objeto de desejo, que deverá transferir-se para outra mulher e, no caso da filha, para outro sexo, inaugura o acesso à maturidade e à capacidade do simbólico, através da prova da castração. Assim a posição de cada sexo está ligada à sua configuração morfológica. A menina é diferente do rapaz, sendo inferior a este, privada como está desse pênis que lhe falta, de que tem "inveja" e de que não encontra senão um pálido sucedâneo no clitóris.

O sexo feminino é definido negativamente em relação ao sexo masculino. Tornar-se mulher é aceitar não ser homem, através de um laborioso itinerário. Mas o acesso aos benefícios fálicos, à sublimação, custará caro à menina, sempre mais ou menos levada a escolher entre o prazer e o trabalho, enquanto o rapaz pode harmonizá-los. Ao mesmo tempo em que a psicanálise foi capaz de dar conta do desejo das mulheres, ela permaneceu, até então, impotente perante o seu querer, que não coincide com o seu desejo. Ainda hoje os modelos criados pela psicanálise estão enraizados na cultura ocidental, como a "mãe má" (que não é mais, pessoalmente responsável, no sentido moral da palavra, e sim uma mãe "inadequada"), que ainda é percebida como uma mulher ao mesmo tempo malvada e doente. E conseqüentemente foram aumentados os sentimentos de angústia e culpa maternas no séc. 20. Uma de suas preocupações deslocava-se para o entendimento da psiquê da "mulher normal" ou "feminina" que é definida por Deutsch como uma tríade básica que comporia o psiquismo feminino: a passividade, o masoquismo e o narcisismo.

Desta naturalização das funções do corpo feminino, sobraram poucas alternativas às mulheres. Se o corpo fora feito para gerar filhos, não seria então natural que uma mulher não os tivesse, não os amamentasse, não fosse inteiramente devotada a eles. Logo, foram criados apenas dois modelos rígidos como opção para as mulheres, a que seguia a sua "natureza", que era naturalmente submissa, devotada, bondosa, comedida, discreta, boa mãe, boa filha, boa esposa, obediente, entre outros e a que não seguia a "natureza" e não era vista com bons olhos pela sociedade. Sendo assim, por tudo isso, mesmo nos dias de hoje em que as mulheres mudaram sua forma de ser e agir, lá no fundo todas as teorias psíquicas sobre a formação da mente feminina ainda refletem em seus atos. Por mais modernas que sejam, eternas questões geradas ao longo dos anos, como por exemplo expor seus desejos e vontades, geram conflitos internos. Inseguranças e julgamentos virão de outras mulheres e delas próprias, por mais que a sociedade tenha evoluído diante da figura feminina. Assim se explica, ou não, questões simples, que na mente feminina muitas vezes geram conflitos e dualidades, como uma simples resposta para o que se deve vestir hoje à noite.

Afinal o que querem as mulheres? Eu responderia que querem ser entendidas, mas acima de tudo, se entenderem consigo próprias. Talvez por isso, não consigamos viver sem elas. Não dá pra ser prático e objetivo o tempo todo. Ter só botão de "on" e "off".


SÉRIE DA GLOBO
É também com esse intuito, que verei a séria global. Além claro, de ótimos textos saindo da boca de belas deusas do sexo feminino como Maria Fernanda Cândido, Letícia Sabatella, Vera Fischer e a sempre linda, Paola Oliveira. A série, é mais uma obra do ótimo diretor do cinema e da televisão, Luis Fernando de Carvalho, que para levar o clima do bairro carioca aos estúdios da Globo, usou luzes nas cores vermelho, verde e amarelo, sempre em tons saturados, uma das características dos seus trabalhos. É uma mistura entre o HD e a ótica de cinema. "Necessariamente tem de ter um cuidado maior com acabamentos, maquiagens, luz e cenários", explica Luiz Fernando. O processo de produção começou em fevereiro. E a história não vai responder a pergunta que dá nome à série. "Descobrir o que as mulheres querem é uma tarefa árdua demais. O que uma mulher quer em determinado momento já seria demasiado digno e delicioso", avalia Michel Melamed, que faz o papel, central, de André. Que na séria, é um jovem estudante de psicologia que teima em responder à questão freudiana. Porém sua dedicação acaba o afastando de sua mulher, uma artista plástica chamada Lívia, vivida por Paola Oliveira e o casamento acaba.

Bibliografia:
- As Mulheres de Freud, Editora Record
- Dossie Freud, Editora Universo dos Livros
- Diário Catarinense, por Vanessa Gandra

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Crônicas e Indagações Femininas: "Nós e o Clube do Bolinha"



Somos lindas, inteligentes, perfumadas. Usamos lingeries provocantes, maquiagem que não borra e blusa com decote. Estamos sempre cheias de amor pra dar e prontas pra fazer carinho, mas nada disso adianta! Basta uma única ligação e lá se foram as nossas esperanças de uma noite de amor. É sempre assim, um amigo liga chamando pra um chopp “com os amigos” e vocês, meninos, vão correndo. Não tem choro nem vela, chantagem ou biquinho que faça efeito, vocês dão as costas e se vão. Não sei qual a graça de passar horas sentados numa mesa rodeado de machos até o garçom avisar que o bar vai fechar. Ah! O que tanto vocês conversam? Qual pauta pode ser mais interessante do que falarmos coisas românticas ao pé do ouvido? Sinceramente não entendo! O que tem essa danada dessa confraria que nos faz ficar de lado?
Aliás, nem de lado porque vocês impedem a nossa participação, nós ficamos mesmo é de fora! Fico pensando se nesses encontros vocês se sentem mais livres e à vontade pra falar qualquer tipo de abobrinha, coisas que vocês evitam perto de nós para não parecerem bobos e infantis (o que geralmente são de fato...rs). Ou se seria pra poder falar mal de nós, mulheres indefesas. Reclamar do quanto demorarmos pra ficar prontas (no conceito de tempo de vocês, claro) ou do quanto vocês odeiam fazer compras conosco (o que também não entendo, é tão divertido!) ou da dificuldade que têm em distinguir verde oliva de azul petróleo (pobre visão limitada para cores!). Talvez seja uma oportunidade para contar vantagens.
Uma vez que não estamos por perto para desmentir, vocês podem falar o que quiser, dizer que fazem isso e aquilo com uma desenvoltura de causar inveja e “sair por cima” na turma dos amigos. Ou seria pra falar das amigas gostosas que vocês sonharam em “possuir”? Ou do tesão que sentiram pela colega de trabalho que era noiva mas parecia dar bola pra vocês? Ou ainda pra falar um da mulher do outro e das vezes que “compartilharam” a mesma peguete tempos atrás? Também pode ser uma oportunidade pra contar como conseguiram conquistar a fulaninha que se fazia de difícil ou como conseguiam driblar as futuras namoradas ainda fazer com que elas achassem que paqueravam um santo! Ah! São muitas as possibilidades, renderiam vários posts.
Usamos salto agulha, vestido colado e batom com brilho. Somos sensuais, meigas e bem humoradas. Expliquem então, por que não temos vez quando o Clube do Bolinha entra em ação?
Seja lá porque for, lembrem-se há também o "Clube das Luluzinhas"!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

MENSCH TECNOLOGIA: iPod - Amplie o som





Desde de que surgiu em 2001, o iPod revolucionou o mercado de tocadores de áudio digital. Tanto que outras marcas imitaram seu formato e lançaram seus concorrentes. Mas nenhum teve tanta aceitação e repercussão quando o famoso iPod da Apple, ao ponto de ter sido eleito como uma das melhores criações da década. De lá pra cá muitas evoluções do mesmo iPod já chegaram às lojas. Afinal o iPod já está em sua sétima geração e com muitos avanços tecnológicos. A mais marcante é sua capacidade de armazenamento que passou de 5 GB (na primeira geração) à 160 GB nos mais recentes. Assim também como suas dimensões e peso. A nova geração ainda reproduz vídeos numa tela com 320 x 240 pixels em 163 ppi com as dimensões: 10,35 cm x 6,18 cm x 1,05 cm e 140 gramas, sendo mais finos que as versões anteriores Mas a evolução dos iPods não parou só nisso.

Outros formato como o Nano e o Mini, e ainda o Touch fizeram a família crescer ainda mais. Tantas ferramentas e recursos fizeram crescer uma necessidade de se ter um som cada vez melhor, potente. E produtos eletrônicos foram sendo criados para juntamente com o bom e "velho" iPod se tornarem ainda melhores. Fizemos uma seleção de produtos eletrônicos de última geração que estão somando força ao já consagrado iPod. Confira e anote para trazer na sua próxima viagem.

BOWERS & WILKINS, mais comumente conhecida como B&W, tem se destacado pelos sistemas de alto-falantes de alta qualidade com características únicas, ouso dizer belas, desde 1960. A empresa recentemente abraçou a tendência do momento da popularização cada vez maior do iPod, e tem se destcado através do Zeppelin, um high-end, uma peça ("desktop"), de sistema de alto-falantes de última geração.

Como a maioria dos sistemas iPod no mercado, o Zeppelin inclui um berço que hospeda todos conectores iPods-doca, carregando todos, mais a terceira geração de modelos, com controle remoto, uma entrada auxiliar de áudio jack, e composto com tomadas de saída de vídeo para visualização no iPod, vídeo hospedado e fotos em sua TV. (O Zeppelin suporta vídeo com todos os iPods com capacidade de vídeo, que inclui o chip necessário para autorização e uso como no iPod nano de terceira geração, o iPod classic e iPod touch e o iPhone.) O Led Zeppelin também possui uma porta USB, apesar de não sincronizar seu iPod com o computador, a porta serve para instalar atualizações de software para o sistema em si.

Mas três coisas, além do preço de US$ 600, fazer o Zeppelin se destacar da multidão, a B&W tem levado muitos dos princípios de design, estética em alto-falantes utilizados em casa e aplicou-as para o Zeppelin. A inspiração óbvia para o sistema de nome vem de seu gabinete em forma de dirigível, de aproximadamente 25 centímetros de largura e que realmente é grande de 7,5 polegadas de altura (com o suporte incluído) por 8 centímetros de profundidade. A frente do Led Zeppelin é revestida em tecido de malha preta; suportes da unidade traseira um acabamento cromado que reflete, a parte traseira brilhante de um iPod. É um design surpreendente.

NUMARK TURNTABLE
O famoso desempenho do Numark turntable, a conectividade USB e a conveniência de seu iPod são fundidos junto pela primeira vez no aparelho de som Numark TTi. Este toca-discos USB com built-in dock universal para iPod transfere facilmente a sua coleção de vinil para seu iPod. O software incluído transfere arquivos de seus discos para CD ou MP3. TTi saída de nível de linha integrado permite a conexão rápida e fácil para qualquer mesa de mistura para reprodução instantânea de seu iPod ou discos de vinil e ± 10% controle de pitch também está incluído para permitir o ajuste da velocidade de reprodução.

TTi inclui EZ Vinyl Converter 2 (PC) e EZ Áudio Converter (MAC), a maneira mais simples de gravar e converter vinil diretamente para o iTunes. EZ Vinil Converter 2 Gracenote possui a tecnologia MusicID, que analisa os seus discos e recupera automaticamente o álbum, artista e informações sobre a música para você. EZ Áudio Converter permite que você facilmente insira informações de pista. No Mac ou PC, agora você pode arquivar digitalmente a sua coleção em apenas alguns cliques do mouse. TTi é ideal para DJs ou para quem quer arquivar sua coleção de vinil para MP3. No mercado americano pelo preço de $ 449.
 
Tivoli Áudio iPal
Se você estiver procurando por um PM de correspondência portáteis iPod e rádio FM com um alto-falante de 2,5 polegadas e um som de alta fidelidade excepcional, não procure mais, já foi lançado no mercado o Tivoli Áudio IPAL. Uma das tendências mais quentes do momento são os equipamento moderno que nos lembre eletrônicos velhos, o Tivoli IPAL tem um estilo retrô de laboratório.

Ligando o iPal de entrada auxiliar para iPod, CD player, laptop ou qualquer outro dispositivo de áudio e você não vai verá o som que sai do aparelho alto-falante interno. Com 6,25cm de altura e pouco menos de 4cm de largura e profundidade, este de 3,5 quilo unidade branco ou prateado, é pequeno o suficiente para caber em uma mochila.
O rádio possui a mesma AM renomados / FM, seletor de 5:1, e um circuito de áudio avançado que fizeram rádios Tivoli Áudio benchmarks do mundo do áudio. O IPAL rádio tem ambiente interno de recargas de pilhas NiMH em menos de três horas, e oferece até 16 horas de música. Um adaptador de CA, um cabo mini-estéreo e uma antena telescópica de FM, que esconde muito bem quando não está em uso, também estão incluídos, bem como uma garantia de 1 ano. O Tivoli Áudio IPAL lhe dará qualidade sobre a quantidade - definitivamente vale o preço de $ 219.

ON STAGE IV
Uma outra boa opção no mercado é da marca JBL, que lançou o seu novo On Stage IV (e On Stage Micro III) em sistemas de colunas para o iPhone e iPod. Ambos com um design “Weave”, bem como a parte de cima da Dock transparente que tem uma luz em led para iluminação, controles sensíveis ao toque, uma entrada auxiliar de áudio, uma porta USB para sincronizar com um computador, AC ou bateria, e um comando incluído.

O On Stage IV apresenta quatro alto-falantes Odyssey full-range, enquanto as características On Stage Micro III são dois alto-falantes Odyssey. Com design diferente e um formato mais compacto, o JBL On Stage IV )e On Stage Micro III) se tornaram ótimas opções para quem não quer gastar muito. Ambos já estão disponíveis para venda por $ 150.