quinta-feira, 6 de outubro de 2011

ESTILO: Tudo que você gostaria de saber sobre cuecas

Houve um tempo (no tempo das cavernas) que a cueca era uma mera vestimenta masculina e não tinha qualquer apelo senão cobrir as partes íntimas. Nos dias de hoje a cueca, além do plano original de cobrir as partes íntimas é também objeto de conquista e sedução, por isso vale à pena investir no modelo que agregue conforto e cobiça feminina.



Segundo estudiosos o que se tem mais próximo a cueca de hoje eram as vestimentas usadas pelos homens das cavernas feitas de linho em forma de triângulo com tiras nas pontas e amarradas ao redor dos quadris e laçada por entre as pernas. Durante um bom tempo o linho foi o tecido “oficial” das cuecas até por ser o único tecido lavável disponível no século XVI. Em seguida foi sendo substituído já na década de 30 por flanela e algodão.

No século XX foram lançadas as cuecas que pareciam uns shorts, mas curtas do que usada pelos militares da aristocracia inglesa. Os elásticos começam a ser usados e o conforto foi ganhando espaço, assim como a simplicidade fazendo surgir as famosas samba-canção, extremamente populares na década de 80. Nos anos 90 foi a vez dos modelos slips e o ingresso dos modelos esportivos no guarda-roupa do homem comum com as ciclistas, boxers e shorts.
Calvin Klein, uma das marcas mais consolidadas no mercado mundial
QUAL TIPO DE CUECA VOCÊ USA?

Alguns modelos são básicos outros são variações destes básicos criados por algumas marcas especialistas em underwear masculino.

Slip – é a cueca propriamente dita, a original. É a preferida dos mais tradicionais e é um modelo prático, contudo deve ser evitado por homens que apresentam algum tipo de alergia, principalmente na área da virilha.

Boxer – é uma das versões mais “bem comportadas” de cuecas. Faz um estilo “short” e difere principalmente da versão slip por praticamente não fazer pressão na virilha. A boxer pode ser encontrada em uma versão mais justa e outra mais folgada e por serem oriundas dos modelos esportivos são confeccionadas geralmente com tecidos confortáveis e elásticos. A vantagem é que ajusta melhor no corpo, evitam atrito entre as pernas e não marcam a roupa.

Sungão – uma mistura do modelo slip com o boxer fazendo com as laterais sejam mais largas. Ideal para os ousados que gostam de deixar o elástico à mostra.

Samba-canção (ou ceroula) – ganhou esse nome porque assim como o estilo musical que viveu seu auge na década de 40, também estava caída na década de 90 quando surgiu o modelo slip que passou a ser tratado como sinônimo de cueca. Esta versão anda meio que fora de uso, mas ainda persiste em muitos guarda-roupas masculinos. A samba-canção é igual um short com cintura elástica e feita de tecidos leves como seda ou cetim e são extremamente confortáveis tanto que muitos homens as fazem de pijamas. Apesar do tão aclamado conforto esse tipo de cueca pode marcar a roupa e vez por outra você pode precisar ficar puxando ela pra fora, se é que você me entende.


Fio-dental - Bastante popular na Europa, Estados Unidos e Japão, a cueca tipo fio-dental ainda não decolou no mercado brasileiro, talvez por ter um grande apelo sexual ou por estar mais intimamente ligado a lingerie feminina. Alguém arrisca ser pioneiro? Bem, independente de ter um “quê” sexual, a cueca fio-dental tem suas vantagens, é bem mais confortável proporcionando mais movimento, por isso é bastante usada por esportistas, lutadores e fisiculturistas.

Cuecas com enchimento – ajudam os homens a valorizarem suas partes íntimas, mas se usadas de forma exagerada vão marcar a roupa e deixar um aspecto artificial. Cuidado com essa opção.

OS CLÁSSICOS MODELOS CALVIN KLEIN

Na década de 80 a Calvin Klein incluiu em seu portfólio a marca Calvin Klein Underwear, diversificando sua linha de produtos com o lançamento de coleções de roupas íntimas que fariam enorme sucesso junto ao público.

Foi assim que a cueca CK virou um ícone da marca e a roupa íntima ganhou novo status nas mãos de Calvin Klein. As boas e velhas cuecas, até então apenas funcionais, ganharam um desenho inovador, levando a assinatura Calvin Klein gravada no elástico da cintura e tornaram-se objetos de desejo tanto pelo seu design diferenciado quanto pela ousadia de suas campanhas publicitárias.
O sucesso da cueca Calvin Klein foi tanto que repercutiu até mesmo no cinema. Curioso lembrar a passagem do lendário filme De Volta Para o Futuro, quando o personagem de Michael J. Fox (Marty McFly) acidentalmente volta aos anos 50 e reencontra sua mãe que, intrigada com as roupas do rapaz, ao ver o nome Calvin Klein em destaque na sua cueca, deduz que esse seja seu nome e insiste em chamá-lo de Calvin até o final do filme - na época era comum bordar o nome nas roupas para identificá-las, costume bem diferente da logomania que impera na moda atual.

Sinônimo de conforto, sensualidade e bom gosto, a Calvin Klein Underwear é mais um sucesso do consagrado estilista. Pioneira ao anunciar cuecas em outdoors na década de 80, a marca americana Calvin Klein oferece modelos de cuecas além dos já tradicionais conhecidos:

A CUECA NA PUBLICIDADE

E a moda ditou estilo e mudou costumes, como sempre faz. E com as cuecas não foi diferente. Com a forte campanha em cima da linha de cuecas CK UNDERWEAR, a cueca deixou de ser uma peça íntima do homem e foi consagrado um objeto de status, cobiça e masculinidade. Ícones de gerações vestiram e mostraram sem pudores suas cuecas. Foi assim nos anos 90 quando o happer (e futuro ator) Mark Wahlberg e a modelo viraram o casal da marca CK. Seguindo a tendência dos rappers, Mark Mark (como era conhecido na época) colocou a cueca CK pra fora do jeans e lançou um estilo. Kate Moss da sua parte usou cueca como peça íntima e ditou um novo estilo.

Aos longo desses anos, outras marcas descobriram que vender cuecas de uma forma mais plástica e sedutora renderia ótimas vendas. E seguindo essa tendência a marca ARMANI embarcou nessa e trouxe consigo seus ícones de masculinidade na personificação de astros do futebol. Sempre com imagens que remetem à virilidade e sedução, David Beckham e Cristiano Ronaldo fizeram cara de poucos amigos e estamparam outdoors, cartazes e embalagens de cuecas.

Assim nascia um novo desejo de consumo masculino e de cobiça feminina. Os homens hoje em dia têm nas cuecas CK ou Armani, ícones de masculinidade. E toda mulher sonha em ver seu amado usando as sexys e viris cuecas da propaganda da CK. Mesmo não tendo a barriga de tanquinho dos caras das campanhas, os homens se sentem mais poderosos e firmes usando essas marcas que atrelam valores como virilidade e sedução.
DICAS NA HORA DA COMPRA

Tecidos - Algodão orgânico: Como o próprio nome diz é feito de algodão cultivado sem químicas.




Fibra de Bambu - esta fibra é mais absorvente que a de algodão e tem a vantagem de não formar bolinhas no tecido.

Pima Cotton - é feito de um algodão peruano que promete ter melhor qualidade, ser mais macia e confortável.


Microfibra - é um tecido que seca com facilidade, evitando que a pele fique úmida, diminuindo o risco de proliferação de fungos e ou alergias.

CORES: As cores vibrantes estão na moda, verde, vermelho, azul marinho e preta são a tendência;

CUECA E A PERSONALIDADE
No blog da empresa de lingerie Lubelli (http://www.lubelli.com), eles mostram que as cuecas também são uma forma de conhecer a personalidade de um homem. Veja alguns exemplos clássicos:

Cuecas “Apertadas” - Geralmente rapazes que usam este tipo de cueca são “filhinhos de mamãe” e muito dependentes que não escolhem nem o tipo de cueca para usar.

Cueca Box - Homens que aderem a este tipo de cueca são independentes, “pegadores” e bem sucedidos. Este modelo de cueca é o favorito entre as mulheres.

Cueca Fio-dental ou Tanga - São para aventureiros e esportistas, homens muito seguros de si que não ligam para o que os outros irão dizer.

Cueca Tradicional - Preferida entres os homens clássicos, sérios e conservadores. E se tiver a abertura lateral, significa que gostam de praticidade.

Cueca com Desenhos - Homens que usam este tipo de cueca são divertidos e sonhadores, mas, às vezes, podem ser infantis.

Cueca Samba-Canção (ou Usar Nada) - Tanto quem usa cueca samba-canção quanto nada gostam de liberdade acima de tudo, mas os que usam samba-canção gozam desta “liberdade” com mais estilo.

A OPINIÃO DELAS

Fizemos uma pesquisa com leitoras e musas da MENSCH sobre qual cueca elas consideram mais sexy e qual a mais brega, aquela que corta o tesão completamente. Fique de olho nas respostas e não faça feio na hora da conquista.

- O modelo boxer foi em disparado a preferência da mulherada que assumiram curtir um look justinho da cueca do parceiro.




- As folgadas e com tromba de elefante (comum em sex shops) foram amplamente vetadas.

- Aos desleixados de plantão, cuidado! Cuecas manchadas, descosturadas ou furadas vão fazer elas correrem de você para sempre! Zelo e higiene não fazem mal a ninguém.

- Ao contrário do que dita a tendência de moda, as mulheres não gostam de cores berrantes, vermelho então, tira logo da gaveta! A preferência é pelas pretas, brancas e azul marinho;

- As samba-canção só se for pra servir de pijama;

- Houve quem curtisse algo mais modernoso como cuecas xadrez e com estampas, mas um percentual beeeeem pequeno.

Agora vocês já sabem, nada de comprar cueca em tabuleiro de qualquer jeito, tem de escolher bem a que mais combina com seu estilo e vai agradar a mulherada.




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HOMENAGEM MENSCH: STEVE JOBS - Por que o mundo lamenta a perda de Steve Jobs?

Steve Jobs nasceu em San Francisco e foi dado para adoção afim de que pudesse ter uma vida melhor. Aos 17 anos entrou na universidade Reed College em Portland, Oregon e, depois de 6 meses, deixou a Faculdade por conta do elevado preço da mensalidade. Até aí nada muito diferente da vida de milhões de pessoas em todo o mundo.

Então o que o tornou tão especial?


Deixar a faculdade não implicou deixar os estudos, os sonhos e buscar fazer as coisas do jeito que ele acreditasse que deveriam ser. Foi em Palo Alto, cidade para onde se mudou aos 5 anos, que Jobs conheceu seu amigo e futuro sócio Steve Wozniak. Juntos eles criariam, em 1975, o primeiro computador da companhia, o Apple I, produzido na garagem dos pais de Steve Jobs. Estavam sendo dados os passos para o império que conhecemos hoje.

Antes da sua primeira invenção Jobs havia feito um curso de caligrafia, que segundo dizem, foi a chave inspiradora para a criação de computadores com interfaces gráficas. Após este curso Jobs viveu um ano na Índia e talvez venha daí toda a sua espiritualidade e humanidade.

Quem sabe essa humanidade mais a incrível habilidade de lidar e criar máquinas seja a justificativa para tamanha genialidade. Por que o mundo lamenta a morte de Jobs? Porque ele foi capaz de mudar a forma como lidamos com a tecnologia, de como nos comunicamos, porque ele foi capaz de entre tantas outras coisas, proferir um discurso como esse:



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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

MUSA: Liz Moraes, encarando todas no "Como eu saio dessa?" do Domingão do Faustão

A arte de representar já estava na vida da gaúcha Liz Moraes desde muito cedo. Ainda criança brincava de representar e logo cedo já estava escrevendo e montando peças de teatro. Os anos se passaram. E Liz continua sua trajetória pela arte der representar. São participações em novelas e seriados da Globo e mais recentemente Liz encarou o desafio e está no quadro mais saia justa da TV, o “Como eu saio dessa?” no Domingão do Faustão. Conheça um pouco mais dessa jovem atriz que posou para esse ensaio numa praia à noite e revela detalhes de sua intimidade pros leitores da MENSCH.
Fala um pouco do seu início de carreira... Foi como modelo ou já como atriz?
Normalmente, as meninas fazem o caminho inverso ao feito por mim: modelam, amadurecem, estudam e viram atrizes. Eu, não. Sempre fui espoleta, falante, inquieta... Não me enxergava apenas como um cabide ou uma carinha bonita. Comecei a estudar teatro ao dez anos de idade, bem novinha! Aos 11 escrevi minha primeira peça, montada na semana de talentos da minha escola (ao todo, tenho 3 peças escritas e montadas em Porto Alegre). Quando cheguei ao Rio, fui estudar na CAL. Lá, conheci um fotógrafo que trabalhava para uma agência. Ele sugeriu que eu fizesse um book e tentasse a carreira, pois muitas modelos perdem trabalho por não terem intimidade com a câmera (de vídeo). Fiz fotos com um amigo de POA, voltei pro Rio e entrei em contato com o irmão de uma amiga minha, que morava aqui no Rio. Ele era baterista da banda do dono de uma super agência. Fui apresentada, e comecei a integrar o casting da agência. Fiz campanha de tinta de cabelo, de calçado, de telefonia celular... até que surgiu o primeiro teste na Globo, para a novela Cobras & Lagartos, com direção do Wolf Maya. Fiz o teste (com a Cininha de Paula) e fui aprovada.

Que tipo de personagem mais te encanta ao interpretar? Todo o ator gosta de um bom vilão. Não sei é por ser muito distante da gente, ou pelo fascínio de encantar sem ser óbvio. Todo o personagem é bem vindo, mas um "malvadinho" tem o seu charme!
 


Na hora da conquista, você acha que a mulher deve abordar quando está interessada num homem? Como você faria isso?  Quem dá o limite é a mulher. Um homem não entra, se a "porta não estiver aberta". Eu jamais abordaria um homem. Em hipótese alguma. Apenas sinalizaria e torceria para ele estar na mesma intenção que eu.

O que um homem precisa ser (ou ter) para chamar sua atenção?INTELIGÊNCIA! É o que mais me encanta em um homem, sem dúvida! Tesão é admiração. E admiração vira amor. E não há como admirar um homem burro. Gosto que o homem também seja atencioso e companheiro comigo. Como não gosto muito de "baladas", um homem mais caseiro, que curta um restaurante bacana, aprecie um ótimo vinho, um show de rock (ou jazz), goste de assistir um filminho em casa... é tudo de bom. Ah! E sem esquecer o bom humor... Que é fundamental!  

O que te deixaria mais sem graça na hora da transa: o tamanho da ferramenta, uma falha na hora H ou trocar o nome na hora da transa?Nunca passei por nenhuma dessas situações. Mas todas devem ser complicadas.

O que faz para manter esse corpão? E que parte dele você gosta mais e mais elogiada? Treino musculação com o personal trainer gaúcho Vinício Rosa. Ele me dá aulas em Porto Alegre e monta o treino que faço sozinha quando estou no Rio de Janeiro. Tomo vitaminas e shakes indicados por ele. Eu gosto do corpo todo! É meu né? (risos)! Tem gente que elogia os braços, tem gente que elogia as pernas, o bumbum, a barriguinha... Mas muitos elogios são "cantadas", então nem presto muita atenção. Mas minhas amigas e amigos são muito generosos comigo. Colocam minha auto-estima lá em cima! 
Nos finais de semana é mais fácil te encontrar onde?
No Rio, costumo ir ao teatro, cinema, restaurante, casa de amigos... não tenho rotina. Quando estou em POA, é fácil me achar na casa da minha mãe, treinando com o Vini Rosa, ou matando as saudades das amigas queridas.


Fotos: Edu Rodrigues
Agradecimentos: Vinícius Belo – Staff Company
Agradecimento especial a Liz Moraes

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terça-feira, 4 de outubro de 2011

AVENTURA: Um mergulho na caribenha Isla Mujeres com os tubarões baleia

A apresentadora Renata Maranhão esteve em Isla Mujeres, no Caribe Mexicano, onde uma vez ao ano ocorre a desova dos peixes Snapper (no Brasil, Cioba) e Bonito. Nesta temporada, chamada de “Festival de Tubarão Baleia”, os tubarões migram para a região para se fartar dessas ovas. Apaixonada declarada por tubarões, a Renata esteve lá para nadar ao lado da espécie, que é considerada a maior do mundo, com até vinte metros de comprimento. Acompanhe agora Renata em sua incrível jornada ao encontro desses gigantes de Isla Mujeres.


Foram quase 15 dias no caribe mexicano, entre Cozumel e Isla Mujeres. O mergulho em águas tão quentes (média de 26 graus) foi inédito e me senti mais livre ainda. A visibilidade da água beirava os 50 metros e a floresta de corais impressionava até o mergulhador mais experiente, afinal é a 2a maior barreira de corais do mundo, perdendo apenas para a Austrália. E se Jacques Cousteau declarou Cozumel uma das águas as mais bonitas do mergulho autônomo do planeta (e o francês sabia das coisas), quem sou eu para dizer algo diferente?
Para "desbravar" a maior ilha do México, eu e meu namorado nos aventuramos de lambreta ou de fusca conversível para o lado mais deserto é exótico da ilha. Descobrimos belíssimas praias desertas, bares charmosos a beira-mar e paisagens incríveis. Gravaremos na memória estes momentos inesquecíveis no lado não-turístico de Cozumel. Encontrei em Gustavo, dentre outras coisas já sabidas, meu exímio parceiro de mergulho. Foi emocionante acompanhar o entusiasmo dele quando viu seu primeiro tubarão. Lá, conhecido como tiburon gata; aqui, tubarão lixa.

A cereja do bolo foi Isla Mujeres, uma das quatro ilhas de território Maia que pertence ao estado de Quintana Roo. Pegamos um ferry boat de Cancun e em menos de meia hora estávamos lá, onde o tempo passa devagar e as férias dos sonhos se tornam realidade. Historicamente é uma ilha de pescadores, que mantém seu charme e atmosfera tranqüila. O nome vem de uma longa história que vou tentar resumir. A ilha serviu como santuário para uma deusa. Quando foi descoberta por uma expedição espanhola (1517), foram encontradas várias estátuas femininas pela ilha, que representavam a deusa Ixchel, deusa maia da fertilidade, da razão, da medicina, da felicidade e da lua, e de suas filhas e enteadas. Eram tantas mulheres representadas em rochas, mármores, ouro, que o nome Isla Mujeres pareceu até natural. Por 300 anos foi uma ilha deserta, visitada apenas por pescadores e piratas. Usavam até para deixar suas mulheres "em segurança", enquanto passavam meses em alto mar. Hoje a ilha é dedicada ao turismo e os pescadores alugam seus barcos para os gringos nadarem com os tubarões baleia.

Já que toquei no assunto, vamos a eles, afinal, eram o motivo para estar lá. Uma vez ao ano ocorre a desova do snapper (Cioba) e todos os tubarões baleia da região vão à Isla Mujeres se fartar desta iguaria. Éramos o primeiro barco todos os dias. Acordávamos às 05h30 da manhã, navegávamos cerca de uma hora para encontrá-los (afinal, eles estão soltos na natureza) e éramos os primeiros a cair na água para nadar com eles, pois quando chegavam os outros barcos, eles tendiam a se afastar.

Eu estava passando férias com meu namorado. Simples assim. Mas minha paixão pelos tubarões, o engajamento na causa de defesa da espécie e uma câmera HD na mão (pequena, de bolso), me levaram a sonhar com um documentário, que pelo menos neste momento, se transformou numa série de reportagens especiais para o Leitura Dinâmica; muito especiais, diga-se de passagem. Poder mostrar minha paixão pelo assunto para o Brasil inteiro, mostrar o quanto a espécie está fragilizada e correndo o risco de extinção e, quem sabe, sensibilizar algumas pessoas, me realiza de uma forma que nem poderia imaginar. E meu namorado, achando que estava tirando férias, se transformou em cinegrafista, diretor, produtor…

Várias histórias também rodeiam os tubarões baleia de lá, mas essas eu não li, fiquei sabendo durante as conversas que tive com nativos e curiosos. Por um lado, falou-se que com a diminuição da população do tubarão tigre na região (que comeria os filhotes dos tubarões baleia), os grandões puderam se reproduzir a vontade, daí esta grande concentração em Isla Mujeres. Um desequilíbrio ecológico "do bem". Por outro lado, conversei com o capitão do barco, ex-pescador e nativo da ilha, e ele falou que os tubarões baleia sempre estiveram ali. Quando era pequeno, o pai já o levava para nadar com os tubarões baleia e, hoje, aos 45 anos de idade, ele leva os filhos. A atividade se transformou em business há 8 anos. Foi quando ele deixou de ser pescador e se transformou no capitão Ruben!

Cheguei a ter uma reação alérgica a um coral de Cozumel. Bom para lembrar as primeiras lições do mergulho, que a roupa de neoprene não é só para o frio, é para proteger de situações assim. Manchas pelo corpo, dias de coceira e calafrios. Ok, o coral era em Cozumel, mas à medida que os dias passaram meu corpo foi reagindo e ficou pior em Isla Mujerers. Acabei perdendo um dia de mergulho. Aproveitamos esse dia e fomos à Cancun e alugamos um helicóptero para fazer imagens aéreas. Com as coordenadas, localizamos os tubarões baleia de cima e cheguei a me emocionar de ver tantos reunidos. Eles são animais solitários, você vê no máximo 2 ou 3 nadando juntos. Saber que eu estava presenciando um fenômeno raro me fez sentir especial e agradeci a Deus por isso.



Estava em contagem regressiva, as férias estavam acabando. Me acabei de nadar com os tubarões baleia. Quando estava tentando seguir um, outro atravessava na minha frente e eu tinha que escolher com qual eu queria nadar. Foram dias muito preciosos, com fartura de ovas para os tubarões baleia e fartura de tubarões baleia para os humanos. Na saideira, fiquei sozinha na água um tempão. Um tubarão baleia me fez companhia e até desacelerou seu nado (que já é lento) para que eu pudesse acompanhá-lo. Nadei o quanto pude ao lado dele, em clima de despedida. Era o último desta minha temporada.


Isla Mujeres vai ficar para sempre na minha memória. Foram dias perfeitos! Uma lua-de-mel com o meu amor... e com os tubarões!

Renata Maranhão é jornalista e apresentadora do “Leitura Dinâmica”, na RedeTV.www.renatamaranhao.com.br
Fotos: Daniel Botelho
Agradecimento: Carol Medeiros - assessoria@pontotres.com.br
Agradecimento especial a Renata Maranhão



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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

OBJETO DE DESEJO: A história de sucesso da ROLEX - A busca incansável pela perfeição.

Os relógios mais antigos que se têm registro surgiram fruto da criatividade do povo Hebreu, por volta de mais ou menos 600 a.C., em forma de clepsidras (de água) ou ampulhetas (de areia), ambos movidos pela lei da gravidade. Com o desenvolvimento da sociedade, o homem buscou noções cada vez mais exatas para controlar o tempo, ocasionando o surgimento do primeiro relógio de bolso, por volta de 1500, na Alemanha.

Foi no início do século XX, que a história da Rolex começou a ser desenhada pelas mãos do seu fundador, Hans Wilsdorf, em Londres. Naquela época, a relojoaria se chamava Wilsdorf & Davis, pois Wilsdorf tinha uma sociedade com seu cunhado. Em tempos onde usar relógio de bolso era norma, Wilsdorf já vislumbrava as vantagens de usá-los no pulso. O seu espírito visionário e pioneiro aliado ao seu perfeccionismo tratou de melhorar os padrões de fabricação dos relógios, pois foi necessário produzir movimentos precisos e confiáveis para o pequeno tamanho de uma caixa de relógio de pulso.

Mesmo sabendo que a precisão desses modelos precisava ser melhorada, Wilsdorf pressentia que poderiam se tornar não apenas elegantes, como também confiáveis. Para convencer o público disso, equipou-os com mecanismos extremamente pequenos e precisos, produzidos por uma manufatura de relógios sediada em Bienne, na Suíça, assim, surgia a Rolex. Diz-se que Wilsdorf sonhou com a palavra “Rolex” ao andar de ônibus em Londres, tendo sido inspirado pelo som de um relógio ao ser dado a corda.
 
Em 1910, a Rolex enviou seu primeiro relógio de pulso para a Escola de Horologia, na Suíça, aonde conseguiu a classificação do primeiro relógio de pulso do mundo, pois atendia aos requisitos principais: manter a hora precisa e ser confiável. Vale salientar que um dos principais problemas daquela época era a umidade e poeira na caixa do relógio, danificando a precisão dos movimentos. Assim, Wilsdorf, desenvolveu um sistema de coroa e caixa rosqueadas completamente a prova d’água e de poeira, revolucionando a indústria do relógio. Quatro anos mais tarde, em 1914, o organismo britânico Kew Observatory, atribuiu ao relógio de pulso Rolex, um certificado de precisão “classe A”, distinção até então conferida exclusivamente a cronômetros da Marinha. A partir desta data, os relógios Rolex tornaram-se sinônimos de precisão.

A obsessão implacável de ganhar o mundo passou a reger os planos de Wildorf em um tempo onde não se imaginava que pudesse existir a palavra “empresa multinacional”. O seu objetivo era claro: inventar um relógio com o qual se pudesse governar a vida. Assim, em 1931, surgiu um novo marco na história da Rolex: a marca registrou a patente do primeiro mecanismo automático equipado com Rodor Perpetual, dispositivo que permitia o funcionamento contínuo do relógio, acionado pelos próprios movimentos do pulso. Foi este engenhoso sistema que deu origem a todos os relógios automáticos modernos.
 

A empresa mudou-se de Londres para Genebra, devido à alta taxa de importação das manufaturas que vinham da Suíça. Embora tenha vivido em Genebra por 40 anos, Wilsdorf nunca se tornou um cidadão suíço. Ele faleceu como britânico em 1960 e foi lembrado pelos colegas como um homem bem humorado e paternal que amava a vida tanto quanto amava um luxuoso relógio.

Por volta de 1970, houve uma verdadeira revolução na forma de produção dos relógios, com a chegada do quartzo e a substituição do trabalho intensivo do artesanato pela tecnologia digital de baixo custo, os japoneses aterrorizaram a indústria artesanal suíça, deixando-a em estado crítico. Muitas empresas adotaram a produção digital, enquanto a Rolex se agarrava a tradição, às suas armas mecânicas. Neste período, muitos relojoeiros de Genebra fecharam as portas. Um terço dos sobreviventes, incluindo nomes de prestígio como Omega, Longines, Blancpain, Tissot e Hamilton, foi incorporado por um consórcio de investidores privados para evitar a falência.
 
Para evitar que a Rolex fosse vendida e perdesse sua tradição, Wilsdorf, um viúvo sem herdeiros, tinha criado um fundo privado gerido por um quadro de diretores para assegurar que a empresa nunca fosse vendida. Talvez isto tenha ajudado a salvar a Rolex, pois a empresa foi gerida por apenas dois diretores; Wilsdorf, e seu substituto, André Heiniger. Vale frisar, que mesmo em tempos de incerteza, a maior política da Rolex foi nunca mudar, ou seja, se deixar ser seduzida pela moda. Uma prova disto é que o único modelo a quartzo desenvolvido pela Rolex não representou grandes números nas vendas. Em 1992, Patrick Heiniger substituiu seu pai como diretor geral da Rolex. Ambos garantem os segredos da marca. Seus executivos e artesãos nunca dão entrevistas e a filosofia da empresa é manter o silêncio, já que o produto fala por si só.
O apreço pelos detalhes passa pelos cuidados com o interior do relógio, justamente o que não vemos. Cada componente de todo movimento é esculpido com espirais, linhas ou voltas, já o ângulo é arredondado e polido até brilhar. Isto não acrescenta nenhum benefício visível para o cliente, mas é um gesto que atesta o refinamento da marca. Para os relógios da Rolex, tudo começa no departamento de criação na sede da empresa. Inicia-se então uma longa viagem, uma viagem que, a cada etapa, requer a criatividade e a competência de vários profissionais especializados. Lá, só é aceito trabalhar com a tecnologia mais revolucionária possível. No entanto, a empresa cultiva a tradição de um ofício que só a mão do homem é capaz de executar, uma prestigiosa herança no setor da relojoaria é mobilizada para conceber verdadeiros tesouros de técnica e estética, já que todos os relógios Rolex são montados manualmente, pois eles acreditam que mesmo o menor componente mecânico ou decorativo requer cálculos complexos e a maestria de um artista.


AS PEÇAS PRINCIPAIS DO ROLEX

Mecanismo – Trata-se do autêntico cronometro suíço, com movimentos de altíssima precisão.

Espiral Parachrom – Após cinco anos de pesquisa a Rolex desenvolveu a espiral azul Parachrom, concebida de uma liga paramagnética, ela é resistente a ação dos campos magnéticos, além de ser até 10 vezes mais resistente a choques.

Luneta de cerâmica – A luneta dos relógios podem se deteriorar quando exposta a luz do sol ou arranhões. A luneta da Rolex é feita de cerâmica, a prova de arranhões ou a radiação ultravioleta. Ao todo, são necessárias 40 horas para se produzir esta peça.

Aço 904L – É o material usado na fabricação da caixa do relógio.

Finalizado todo o processo de concepção do relógio, após passar pelas mãos de designers, joalheiros, cravejadores, relojoeiros e especialistas em caixas, mostradores e pulseiras , é hora de receber a coroa, símbolo da Rolex.

Como se vê, a arte de criar relógios passou por uma profunda evolução, deixando de ser o ofício de um artesão solitário para transformar-se numa junção de profissionais especializados. Quem adquire um Rolex, sem dúvida, ganha uma sinfonia de precisão de uma empresa que venceu o tempo com a arte de mostrar o tempo.

ALGUNS MODELOS CLÁSSICOS:
 
DAYTONA – Este modelo é um clássico da Rolex e ficou famoso em 1935, quando Sir Malcolm Campbell, usando um relógio Rolex ao volante do seu famoso “Bluebird”, bateu recorde na velocidade em terra. Embora a tecnologia automotiva não estivesse bem desenvolvida, ele chegou a bater o recorde mundial, chegando a 484 km/h, o que representou uma extraordinária conquista na época.

SUBMARINER – A luneta giratória é uma das funções mais importantes deste Rolex. As graduações fornecem ao mergulhador uma indicação precisa do tempo de imersão. Por motivos de segurança, ela gira no sentido anti-horário, excluindo qualquer possibilidade de erro no calculo do tempo para voltar à superfície ou do volume de oxigênio disponível na água. A capsula luminescente oferece maior legibilidade, mesmo em ambientes totalmente privados de luz.

YACHT MASTER II – Este talvez seja o modelo mais bonito da Rolex. É o primeiro relógio de regata a oferecer um dispositivo de contagem regressiva, conduzindo o usuário ao coração da competição, rumo à linha de chegada.
 

Fonte: Site Oficial Rolex
 
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domingo, 2 de outubro de 2011

LER, VER e OUVIR: As dicas culturais de outubro em CD, DVD e LIVROS

Ainda no clima do Rock in Rio, finalizamos setembro e já entramos em outubro embalados por muito rock. Nossa seleção musical desse mês vem com clássicos de ícones das guitarras, como o inesquecível disco do Nirvana que volta cheio de novidades, o próximo lançamento da badalada banda Coldplay e o nono disco de Lenny Kravitz. Clássicos também batem o ponto na nossa seleção de livros e DVDs, com a volta do filme Scarface e biografias do cinema com Martin Scorsese e Glauber Rocha, pelo clássico Nelson Motta. E ainda, no “homem na cozinha”, tem outro clássico do autor, e chef, americano Anthony Bourdain. Ah, já ia esquecendo... nossa dica teatral do mês é a peça da atriz Alexia Dechamps (nossa entrevistada em 5 perguntas) com “Filha, Mãe, Avó e Puta”. Divirta-se!
Ao Ponto - Anthony Bourdain é chef, escritor e apresentador de TV nos EUA, e conquistou popularidade imediata com Kitchen Confidential, seu livro de 2000 (best-seller da lista do New York Times); a obra mostra o lado oculto e obscuro do mundo da culinária, e é um livro de memórias de parte da vida pessoal e profissional de Bourdain. À primeira vista parece um encontro da máfia italiana. Os treze convidados sentam-se à mesa e aos poucos vão se reconhecendo. Estão ali grandes figuras do mundo culinário, chefs renomados que atenderam a um convite secreto e potencialmente ilegal. “Se um vazamento de gás explodisse o prédio? A alta gastronomia como a conhecemos seria extinta num único golpe.” Quem conta é Anthony Bourdain, prestes a experimentar uma iguaria quase mítica entre o panteão de cozinheiros. A iguaria em questão é o ortolan, um pequeno pássaro preparado inteiro, que os convidados comem com um guardanapo sobre a cabeça.
Que o ortolan seja ilegal na França e nos Estados Unidos não parece incomodar Bourdain. E, com a mesma desenvoltura que ele participa desse banquete de dignitários, também circula de lambreta por Hanói atrás da sopa pho perfeita, come espetinhos com trabalhadores em Tóquio e bebe todas num carrinho de tacos no México. Dez anos depois do best-seller “Cozinha confidencial”, livro de memórias em que o ex-chef narra os bastidores da cozinha de grandes restaurantes, Bourdain pegou a estrada. Com seu programa de tevê, roda o mundo atrás de bons pratos e das histórias de quem os prepara. R$ 39,60 (Saraiva)


Lenny Kravitz Black and White America - Vencedor de quatro GRAMMYs, Lenny Kravitz anuncia orgulhosamente o lançamento do seu esperado nono álbum de estúdio, Black And White America. Gravado em Paris e nas Bahamas, os vocais e a guitarra de Lenny Kravitz são muito distintos no Black And White America, mostrando a habitual intensidade com que ele registra e executa suas músicas. R$ 28,90

X-men Primeira Classe + Livro de Colecionador - Uma edição pra lá de especial com o filme que mostra como tudo começou neste emocionante primeiro capítulo da saga dos X-men. Antes de Charles Xavier e Erik Lehnsherr passarem a ser conhecidos como Professor X e Magneto, eles eram dois rapazes que ainda descobriam seus poderes. Antes de eles serem inimigos, eles eram amigos íntimos e reuniram uma elite de mutantes para formar os X-men numa tentativa de impedir a 3ª Guerra Mundial. E mais um exclusivo livro de colecionador com 40 páginas da produção da arte, fotos de bastidores, ilustrações de cenário e muito mais. Além de mais de 4 horas de bônus de primeira classe incluindo Cérebro - o localizador de mutante. Para os fãs de heróis em quadrinho é o pacote perfeito. R$ 99,90 (Saraiva)

Myllo Xyloto Coldplay - Em Mylo Xyloto (EMI), as músicas do Coldplay continuam mais grandiloquentes e menos urgentes do que aquelas que a banda fez nos dois primeiros discos. Mas depois de algumas audições, Mylo Xyloto mostra uma melhoria em relação ao Viva La Vida. Vide Hurts Like Heaven, uma música que lembra os grandes momentos do The Cure, Every Teardrop Is a Waterfall, primeiro single do disco, é tão animada que nem parece que foi feita pela banda. E, para os sudosistas do Coldplay de outrora, Us Against the World é uma bela continuação de Yellow, primeiro hit da banda. (Tiago Lopes - Revista VIP Outubro) Preço previsto: R$ 59,90

Box Scarface - O vencedor do Oscar, Al Pacino, em uma atuação inesquecível como um dos mais impiedosos gângsteres já visto no cinema: Scarface. Co-estrelado por Michelle Pfeiffer (Susie e os Baker Boys), indicada ao Oscar, o filme conta a história de luta do imigrante cubano Tony “Scarface” Montana que encontra riqueza, poder e paixão além dos seus sonhos, a um preço que jamais imaginou pagar. Do aclamado diretor Brain de Palma (O Pagamento Final) e do vencedor do Oscar de Melhor Roteiro, Oliver Stone (Nascido em 4 de Julho), este Blu-ray repleto de ação apresenta imagens em alta definição, explosiva faixa de áudio 7.1 e extras inéditos. Além do kit comporto por Brindes 5 Cards, 1 Greencard Fake, 1 Nota De Um Dólar Fake. Um dos mais influentes filmes de gângster de todos os tempos, Scarface – Blu-ray chega com alta qualidade de som e imagem. R$ 69,90

Conversas com Scorsese - Em Conversas com Scorsese, um dos grandes nomes do cinema norteamericano do século XX fala sobre sucessos como Taxi Driver, Touro indomável, Os infiltrados e Ilha do medo, sobre narrativa, filmagem e direção, atores, música e montagem. Mas não só: os longos anos de amizade com o autor Richard Schickel, importante crítico de cinema da atualidade, fazem com que surja das conversas um homem brilhante, profundo conhecedor da história do cinema, capaz de refletir sobre seus medos, obsessões e fracassos. No livro, Scorsese relembra sua infância em Little Italy, a convivência com os pais e com os mafiosos que mais tarde inspiraram alguns de seus filmes; fala sobre seus questionamentos religiosos (ele queria ser padre); revela a angústia e atribulações que enfrentou na realização de Gangues de Nova York e Ilha do medo; e dá detalhes preciosos sobre suas produções, confessando o quanto há de autobiográfico até mesmo em seus filmes mais improváveis. R$ 89,90
Discurso do Rei - Final do mês chega às lojas o premiado filme O Discurso do Rei, vencedor do Oscar de melhor filme desse ano. Após a morte de seu pai, o rei George V, e a abdicação escandalosa do Rei Eduardo VIII, Bertie, que sofreu de um problema de fala debilitante toda a sua vida, de repente é coroado rei George VI do Inglaterra. Com o seu país na beira de uma guerra e precisando desesperadamente de um líder, sua esposa, Elizabeth, a futura Rainha Mãe, manda o marido para se consultar com um excêntrico terapeuta da fala, Lionel Logue. Os dois embarcam em um tratamento pouco ortodoxo e, eventualmente, formam um vínculo inquebrável. R$ 29,90
A Primavera do Dragão - O novo livro de Nelson Motta transcorre sob o sol da Bahia, pelas ruas e becos de Salvador e entre incursões pelo misticismo do sertão nordestino e o glamour de Paris e Cannes. Em "A Primavera do Dragão - A Juventude de Glauber Rocha (Objetiva)", o escritor constrói um relato ágil sobre a juventude inquietante do cineasta baiano e a criação do Cinema Novo, que revolucionou a estética cinematográfica brasileira. Com a mesma pegada pop e o talento para resgatar histórias bem-humoradas de seus livros anteriores, o autor de Noites Tropicais e Vale Tudo traça o panorama de uma geração que inscreveu o Brasil no mapa do cinema internacional e arrancou elogios de Truffaut a Sartre.
No livro, Nelson evoca o nascimento do cineasta em Conquista, no interior baiano. Refaz as andanças do artista pela efervescente capital baiana, geralmente acompanhadas pelo amigo João Ubaldo Ribeiro. Recorda as experiências ainda embrionárias de Glauber no cinema, com os curtas-metragens Pátio e Cruz na Praça e o primeiro longa Barravento, produzidos sob o impacto de Rio 40 Graus, de Nelson Pereira dos Santos, e do neorrealismo italiano, de Rossellini. Descritos com cortes cinematográficos, seu foco são os anos que antecederam ao estouro de Deus e o Diabo na Terra do Sol, obra-prima do Cinema Novo, até a disputa do filme em Cannes com Vidas Secas, de Nelson Pereira dos Santos. R$ 45,50 (Travessa)


NEVERMIND - 20TH ANNIVERSARY DELUXE EDITION - O álbum inteiramente remasterizado é acompanhado de lados B de estúdio, ensaios e registros ao vivo da banda se apresentando no Paramount Theatre em Seattle, mesma apresentação que foi incluída no DVD. E o livro de 90 páginas com um vasto acervo de fotos completa o pacote especial deste disco que já vendeu mais de 30 milhões de cópias em suas tiragens originais (somando as tiragens em LP e CD). A versão Super Deluxe que também será oferecida em vinil deverá ter apenas 10 mil cópias para América do Norte e outras 30 mil para o resto do mundo. Recentemente o Facebook baniu de suas páginas a capa do já citado disco pois de acordo com suas regras “O Facebook não permite fotos que ataquem algum grupo ou que contenham nudez, uso de drogas, violência ou outras violações dos termos de uso”. Apesar disto, continua sendo uma das mais famosas e emblemáticas capas de todos os tempos gerando intensas discussões a respeito das mensagens subliminares que ela conteria. R$ 44,90 (Cultura)
Baseado no livro homônimo, a peça conta a história da ex-prostituta Gabriela Leite. A criadora da Daspu e da Ong Davida ganhou fama internacional por sua luta pelo reconhecimento da prostituição como profissão e por sua participação nas campanhas contra a AIDS. No papel de Gabriela, a atriz Alexia Dechamps; sob direção de Guilherme Leme. A MENSCH foi até Alexia para bater um papinho e saber um pouco mais sobre a peça e ela própria.

01 – A rivalidade entre brasileiros e argentinos é histórica no futebol. Como uma brasileira nascida na argentina, conta pra gente, quem manda melhor na arte da conquista, argentinos ou brasileiros? Eu tive boas experiências com os dois países... A arte da conquista é de cada um, depende da vontade, da educação do savoir fare... Já fiquei casada com um argentino e hoje namoro um brasileiro.

02 – Você é linda e tem uma carreira consagrada. Isso atrai ou assusta os homens? Atrai certamente, mas muitos não chegam, porque assustam... Acham que a mulher fica fora de alcance.

03 – Na sua peça, "Filha, Mãe, Avó e Puta”, você interpreta uma ex-prostituta que ganhou fama internacional e lutou contra a AIDS. Agora que você está vivenciando esse personagem ficou mais fácil de entender por que os homens procuram prostitutas? Conheço muitos homens que não curtem transar com prostitutas, mas certamente existe isso uma coisa fundamental nisso tudo: A FANTASIA SEXUAL, muitos casais não compartilham isso, e aí, as putas viraram especialistas no assunto.

04 – E como o homem deve se comportar na cama e depois dela? NA CAMA: acho que vale tudo desde que o casal esteja feliz, de acordo. DEPOIS DELA: Carinho, educação e respeito, são fundamentais.

05 – Qual a maior virtude que um homem pode ter? Lealdade.

SERVIÇO:
Local: Centro Cultural Banco do Brasil
Datas: Até 30 out 2011
Horários: dom, qua, qui, sex e sáb 19:30
Preço: R$ 10.00
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

ENTREVISTA: CELSO ZUCATELLI

Depois de ler essa entrevista com o jornalista e apresentador Celso Zucatelli, é que percebemos claramente que a paixão, o talento e a vocação são o que move esse conceituado profissional até hoje. Seja em jornal impresso ou TV, falando de tragédias como a de 11 de setembro, de CPI no Brasil ou mesmo transmitindo um carnaval fora de época, a dedicação de Celso é uma inspiração de estudantes em palestras à colegas de bancada em programas como o “Hoje em Dia”, que apresenta atualmente. Como ele próprio diz nessa entrevista, “um repórter deve ser curioso e responsável”, é justamente essa responsabilidade que ele carrega consigo que o faz um profissional cada vez mais competente e respeitado “hoje em dia”. Conheça um pouco mais desse grande jornalista e não desgrude mais os olhos da telinha quando ligar a TV em busca de bons programas.

De repórter do jornal O Estado de São Paulo a apresentador do “Hoje em Dia”. Era seu objetivo apresentar um programa de informação e entretenimento ou as coisas foram acontecendo sem que você as buscasse? Na verdade, posso dizer que foi uma combinação das duas coisas. Sempre fui um cara muito dedicado ao trabalho, apaixonado pelo jornalismo. Comecei muito cedo a trabalhar na área e logo passei a defender que a melhor maneira de comunicar é falar ou escrever de forma simples. Assim, a gente consegue falar com todo mundo. Hoje faço exatamente isso, num programa que combina informação e diversão. Faço jornalismo todos os dias, sem precisar de terno e gravata. Informo, numa "conversa", com o telespectador, do jeito que eu sempre defendi. Por isso entendo que foi sim um objetivo. Mas muita coisa aconteceu sem que eu esperasse também e o que eu fiz foi aproveitar as oportunidades e trabalhar para fazer dar certo.

Recentemente celebrou-se os 10 anos do 11 de setembro, que você transmitiu ao vivo. Como foi para você como jornalista e como cidadão dar essa notícia? No que essa tragédia te tocou? Aquilo foi um fato marcante, que mudou a história do mundo e qualquer profissional envolvido naquela cobertura sentiu isso de perto. Na época, já fiquei muito triste, chocado com tudo aquilo. Mas esta tristeza aumentou quando fui morar em Nova York, bem perto do local dos atentados. O desrespeito pela vida é algo impossível de aceitar.

Durante o período em que esteve na Rede Bandeirantes você esteve envolvido com a parte política do jornalismo, cobrindo eleições e CPI´s. Essa experiência te faz ter que tipo de expectativa política para o país? O Brasil vive um momento muito bom, resultado de acertos na política econômica nos últimos anos e isso melhorou e está melhorando a vida da população. Algo que merece ser comemorado. Mas acaba aqui o motivo de festejar. A corrupção é a doença do nosso Brasil. Políticos que trabalham para enriquecer suas famílias vendem decisões importantes que poderiam sim mudar a triste realidade enfrentada por muita gente precisam ser banidos, mas isso está muito longe de acontecer porque são necessários anos e anos de investimentos em educação para criar na população a capacidade de escolher melhor os nossos governantes. É muito triste, de verdade, saber que um país tão rico como o nosso trata tão mal seu cidadão. Temos recursos para garantir vida decente para todos, mas alguns fazem questão de impedir que isso aconteça.

Depois desse período mais denso do jornalismo com tragédias e política, sua carreira partiu para assuntos mais leves como transmissão de Carnaval, Festival de Inverno e mais recentemente o "Hoje em Dia". Particularmente é mais seu perfil? Te dar mais prazer profissionalmente? Adoro o que eu faço. Adorava cobrir política, economia, a indústria automobilística, sei curtir bem cada momento profissional. Olha, quando faço palestras para estudantes de jornalismo sempre destaco que esta profissão é para apaixonados por ela. Se você não se apaixonar logo de cara, é melhor procurar outro caminho, é o que eu digo. Não ter feriado ou fim de semana, trabalhar na noite de Natal, na festa de Reveillon, dar um beijo na mãe às 11h da manhã, antes do almoço de Páscoa e correr para a redação é parte do show. E eu me apaixonei de verdade. Mas, sem dúvida nenhuma, o que eu faço hoje é motivo sim de muita alegria. Como eu disse, faço jornalismo do jeito que eu considero o ideal. O “Hoje em Dia” é feito com muito carinho, com muito amor, até porque se fosse diferente eu quebraria o despertador: 5h30 da manhã, todo dia não é mole não.

Qual a grande reportagem da sua vida? Não destaco uma reportagem, porque seria injusto com tantos trabalhos que eu fiz, mas a cobertura da eleição do Obama foi algo muito, muito marcante para mim. Depois de acompanhar toda a eleição e conhecer melhor a sociedade americana foi mais fácil ter certeza da importância daquela eleição para os Estados Unidos e, consequentemente, para o mundo. Me emocionei no dia da votação e mais ainda na posse. Quando terminei minha transmissão, peguei minha câmera particular e fui para o meio da multidão registrar e sentir aquela felicidade. Foi muito especial.

Um repórter pode ser tímido ou é incoerente com a profissão? Claro que pode. Eu sou tímido. Um repórter tem que ser curioso e responsável. Isso é regra básica.

Existe diferença entre trabalhar para a TV Cultura, que tem compromisso exclusivo com conteúdo, e demais emissoras privadas que têm compromisso maior com audiência e comercialização? Audiência é consequência de qualidade. O telespectador sabe escolher. Se um programa é ruim, o controle remoto é cruel. Faça um produto de qualidade e a audiência pega carona.

Você recebeu inúmeras mensagens de carinho pelas mídias sociais pelo falecimento do seu pai. Qual a sensação de saber que pessoas desconhecidas torcem por você, foram solidárias a sua dor e até mesmo rezaram antes de dormir pedindo conforto para você e sua família? É muito bom. O carinho do telespectador que te recebe todos os dias em casa, torce por você, te trata como um parente é o melhor combustível. Este apoio foi e é muito importante para mim todos os dias. Só o que eu tenho a dizer ao nosso telespectador é "muito obrigado, de coração".

E "Hoje em Dia"...como vai a vida? Tudo ótimo, curtindo demais fazer este programa tão especial e me preparando para mais uma cobertura internacional. Logo mais, embarco para Guadalajara, no México, para a cobertura dos jogos Panamericanos, exclusividade da Record no Brasil. E parte do “Hoje em Dia” vou apresentar de lá. Bom demais.

Como você definiria seus companheiros de programa, o Edu Guedes, a Giane Albertoni e a Cris Flores? São meus amigos, parte da minha família. Ficamos juntos muitas horas do dia e em outros ambientes seria comum "dar um tempo" nas horas de folga. Com a gente não. A gente sai para jantar, a gente viaja junto no fim de semana. Nossas famílias se gostam, tiramos a sorte grande com este grupo.

Nas horas vagas, quem é o Celso Zucatelli e o que costuma fazer pra se divertir e relaxar? Sou um cara muito caseiro, que adora o sofá e um bom filme. Para me tirar de casa na folga, cinema e um bom restaurante. Também sou um apaixonado pelo mar. Mergulho é um esporte que pratico há 26 anos e há algum tempo decidi também aprender a surfar. Hoje, isso também é parte importante do meu descanso.

Estar sempre diante das câmeras apresentando programas te leva a ser mais vaidoso que o normal? Como você lida com a vaidade? O que costuma fazer ou usar? Imagem é parte do trabalho. Não sou um cara vaidoso demais, mas me cuido para ter boa saúde e para o meu trabalho. Academia todos os dias e alimentação correta: não fico sem isso. Já estou numa idade que alguns cremes seriam importantes, mas confesso que ainda não abracei a causa.

Já aprendeu a cozinhar com o Edu Guedes? Passa uma dica bacana de cozinha aqui pros nossos leitores. Olha, no meu caso sou apenas a cobaia. Tudo que eles fazem para testar eu aproveito e mesmo quando dá errado fica bom. Não sou bom de cozinha não. Quando a gente morava nos Estados Unidos, eu acabei aprendendo a fazer algumas coisas, mas tudo muito básico. Sobre as dicas que aprendi com o Edu, ele sempre repete duas coisas muito importantes no meu caso: quando ele diz "ovos inteiros" é gema e clara, mas não preciso usar a casca. E por favor, não se esqueça de tirar o plástico da massa antes de montar a lasanha.

No que as mulheres te encantam? E que particularidade do universo masculino você acha que causa mais inveja, ou admiração, nelas? As mulheres me encantam em tudo. Foi o maior presente que Deus nos deu. Eu acho que elas não têm qualquer motivo para sentir inveja da gente porque são seres superiores. Bom, tirando a parte do banheiro. Nisso, nossa vida é mais fácil.

Qual a matéria que você sonha em apresentar? Quero anunciar, uma por uma, a descoberta da cura das piores doenças, como AIDS e Câncer. Isso me faria muito feliz.

Fotos: Divulgação
Tratamento de imagem (capa): Jorge Souza
Agradecimento: May Biolli – 3 Pontos
Agradecimento especial a Celso Zucatelli

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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

BALADA: Os bares mais incríveis do mundo - IV

É não é que já estávamos com saudades de circular pelo globo na busca dos locais mais legais para tomar um drink ou conhecer gente interessante. Sendo assim, para saciar a sede do homem MENSCH, que tem por característica ser muito exigente, vamos conhecer alguns locais que já se tornaram referencia nas grandes noites. Hoje, começamos o circuito com chave de ouro, em Abu Dhabi, no Allure Nightclub, que preza por um ambiente surreal; em seguida, na Austrália, conhecemos o Concrete Blonde, que tem como prioridade um cardápio de cinema; e por fim, vamos desvendar os segredos do Bar Secreto, a nova sensação da noite Paulistana.

ALLURE (ABU DHABI) 
O Allure nada mais é do que um sonho de consumo para qualquer notívago, afinal, seriamos até condenados a 100 chibatadas, em pensar algo diferente do melhor nightclub dos Emirados Árabes. O bar/boate pertence ao poderoso grupo Cipriani, que embarcou na corajosa empreitada de concorrer pela atenção da super elitizada clientela de Abu Dhabi. A localização só traz um charme a mais ao local, já que a casa fica em plena ilha de Yas Yacht Club, contemplando aos visitantes uma vista para o oceano, extravagantes iates, ou se preferir, a pista de Fórmula 1 da cidade.


O projeto foi arquitetado pelo escritório Orbit Design Studio, com desenhos vindos de Bangkok, Londres e Singapura. O Allure se divide em duas partes; a sala principal, que é decorada com folhas de ouro e revestimento de bronze, e o terraço, com vista para a pista de corrida. Uma característica interessante, é que o bar também está interligado a um luxuoso hotel 5 estrelas por uma ponte.
No local, muitas formas curvas e sensuais, que são fruto de uma inspiração náutica, além do visual, o som não deixa a desejar, estendendo-se até o momento que o último convidado desejar se retirar. E nem precisa comentar que lá é o novo local aonde se encontra a elite árabe, que adora uma instalação imponente. Em fim, haja barris de petróleo para bancar uma noitada dessas heim? Vale à pena entrar no clima dando uma passada no site, que é bem interessante:
http://www.nightcluballure.com

CONCRETE BLONDE (SYDNEY – AUSTRÁLIA)
Este recém lançado bar e restaurante em Sydney teve seu projeto assinado por Michael McCann, um dos principais designers da Austrália, que no seu histórico já abriu e operou mais de 80 restaurantes, bares e boates em vários países ao longo de sua carreira. O mais incrível no local é que a cozinha e o salão convivem em perfeita harmonia, separados apenas por uma divisória de vidro. Na mistura de moderno com o rústico, encontramos desde peças modernas a uma impressionante lareira no centro.

O restaurante tem capacidade para 100 lugares e é presidido pelo chef Patrick Dang, velho conhecido das cozinhas internacionais, que inseriu no cardápio tantas opções, que a grande dificuldade do cliente é decidir o que escolher. Por lá, até o bar é referencia quando o assunto é variedade de drinks, no vasto menu (que é disponibilizado para download no site oficial) encontramos até a nossa cachaça brasileira Sagatiba. Por proporcionar tanta qualidade, o Concrete Blonde atualmente é o local mais requisitado dos australianos para uma prévia da balada ou simplesmente para jogar conversa fora durante toda a noite. Um brinde à boa gastronomia.

BAR SECRETO (SÃO PAULO - BRASIL)
Atualmente, esta é a balada sensação da noite paulistana, principalmente depois que a rainha do pop Madonna deu uma passadinha por lá, sendo uma boa opção para os baladeiros de terça-feira a sábado. Na programação muita música eletrônica e a mistura de estilos do publico mais cool de São Paulo, que vai desde empresários aos mais descolados. Por lá, já se viu até a apresentadora e atriz Marília Gabriela fazendo uma brincadeira e dançando no “queijo’’. Em algumas noites rolam festinhas com temas inteligentes como a Apocalist “Imagine que o mundo está acabando e a última coisa que você vai fazer é ouvir uma hora de música” (diz a temática da festa).

O local preza por uma ambientação que parece mais uma mistura de clube privê com uma pintada de casarão antigo. E como o próprio nome do local sugere tudo é muito escuro e com um ‘ar’ de mistério, o que só torna a noite mais excitante, não é a toa que a boate tem o costume de não divulgar muito as fotos do local, para despertar a curiosidade do visitante.

A casa fica localizada numa esquina escura da Vila Madalena e funciona como uma passagem exclusiva na noite de São Paulo, pois tem a política de barrar quem não tiver com o nome na lista. As reservas de mesa são feitas por e-mail e tem consumação mínima de R$ 1.000,00. Em algumas ocasiões, para entrar, é necessário dizer uma senha que só é divulgada para o grupo de amigos do proprietário da casa. Programa ideal para quem está solteiro e disponível a torrar uma graninha. E como muitos dizem, lá é difícil de entrar e ruim de sair!
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