quarta-feira, 5 de outubro de 2011

MUSA: Liz Moraes, encarando todas no "Como eu saio dessa?" do Domingão do Faustão

A arte de representar já estava na vida da gaúcha Liz Moraes desde muito cedo. Ainda criança brincava de representar e logo cedo já estava escrevendo e montando peças de teatro. Os anos se passaram. E Liz continua sua trajetória pela arte der representar. São participações em novelas e seriados da Globo e mais recentemente Liz encarou o desafio e está no quadro mais saia justa da TV, o “Como eu saio dessa?” no Domingão do Faustão. Conheça um pouco mais dessa jovem atriz que posou para esse ensaio numa praia à noite e revela detalhes de sua intimidade pros leitores da MENSCH.
Fala um pouco do seu início de carreira... Foi como modelo ou já como atriz?
Normalmente, as meninas fazem o caminho inverso ao feito por mim: modelam, amadurecem, estudam e viram atrizes. Eu, não. Sempre fui espoleta, falante, inquieta... Não me enxergava apenas como um cabide ou uma carinha bonita. Comecei a estudar teatro ao dez anos de idade, bem novinha! Aos 11 escrevi minha primeira peça, montada na semana de talentos da minha escola (ao todo, tenho 3 peças escritas e montadas em Porto Alegre). Quando cheguei ao Rio, fui estudar na CAL. Lá, conheci um fotógrafo que trabalhava para uma agência. Ele sugeriu que eu fizesse um book e tentasse a carreira, pois muitas modelos perdem trabalho por não terem intimidade com a câmera (de vídeo). Fiz fotos com um amigo de POA, voltei pro Rio e entrei em contato com o irmão de uma amiga minha, que morava aqui no Rio. Ele era baterista da banda do dono de uma super agência. Fui apresentada, e comecei a integrar o casting da agência. Fiz campanha de tinta de cabelo, de calçado, de telefonia celular... até que surgiu o primeiro teste na Globo, para a novela Cobras & Lagartos, com direção do Wolf Maya. Fiz o teste (com a Cininha de Paula) e fui aprovada.

Que tipo de personagem mais te encanta ao interpretar? Todo o ator gosta de um bom vilão. Não sei é por ser muito distante da gente, ou pelo fascínio de encantar sem ser óbvio. Todo o personagem é bem vindo, mas um "malvadinho" tem o seu charme!
 


Na hora da conquista, você acha que a mulher deve abordar quando está interessada num homem? Como você faria isso?  Quem dá o limite é a mulher. Um homem não entra, se a "porta não estiver aberta". Eu jamais abordaria um homem. Em hipótese alguma. Apenas sinalizaria e torceria para ele estar na mesma intenção que eu.

O que um homem precisa ser (ou ter) para chamar sua atenção?INTELIGÊNCIA! É o que mais me encanta em um homem, sem dúvida! Tesão é admiração. E admiração vira amor. E não há como admirar um homem burro. Gosto que o homem também seja atencioso e companheiro comigo. Como não gosto muito de "baladas", um homem mais caseiro, que curta um restaurante bacana, aprecie um ótimo vinho, um show de rock (ou jazz), goste de assistir um filminho em casa... é tudo de bom. Ah! E sem esquecer o bom humor... Que é fundamental!  

O que te deixaria mais sem graça na hora da transa: o tamanho da ferramenta, uma falha na hora H ou trocar o nome na hora da transa?Nunca passei por nenhuma dessas situações. Mas todas devem ser complicadas.

O que faz para manter esse corpão? E que parte dele você gosta mais e mais elogiada? Treino musculação com o personal trainer gaúcho Vinício Rosa. Ele me dá aulas em Porto Alegre e monta o treino que faço sozinha quando estou no Rio de Janeiro. Tomo vitaminas e shakes indicados por ele. Eu gosto do corpo todo! É meu né? (risos)! Tem gente que elogia os braços, tem gente que elogia as pernas, o bumbum, a barriguinha... Mas muitos elogios são "cantadas", então nem presto muita atenção. Mas minhas amigas e amigos são muito generosos comigo. Colocam minha auto-estima lá em cima! 
Nos finais de semana é mais fácil te encontrar onde?
No Rio, costumo ir ao teatro, cinema, restaurante, casa de amigos... não tenho rotina. Quando estou em POA, é fácil me achar na casa da minha mãe, treinando com o Vini Rosa, ou matando as saudades das amigas queridas.


Fotos: Edu Rodrigues
Agradecimentos: Vinícius Belo – Staff Company
Agradecimento especial a Liz Moraes

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