quarta-feira, 14 de setembro de 2011

CARRO: Pagani Zonda F, o carro mais caro do Brasil e um dos mais velozes do mundo

Você já se imaginou dirigindo um carro de mais de R$ 3 milhões, com motor V12 de 555 cavalos e fuselagem de um caça? Pois é, algo até difícil de imaginar. Porém aqui no Brasil, que se tenha notícia, apenas um brasileiro conseguiu essa proeza. Considerado a um bom tempo o automóvel mais caro do Brasil, o italiano Pagani Zonda F é uma máquina incrível. Seu potente motor empurra com disposição e sua direção parece adivinhar os movimentos do piloto. Isso mesmo, piloto, porque quem dirige uma máquina dessa não é mero motorista, e sim um piloto hábil para comandar esse automóvel. A idéia é que o carro seja uma extensão do piloto, tanto é que o Zonda pode ser construído sob medida para o proprietário por ser um carro de produção artesanal, 25 unidades por ano.

Essa adequação do projeto não se limita à compleição física do motorista. O comprador pode encomendar acessórios exclusivos como bancos de competição e tomadas de ar extras na carroceria. E a fábrica privilegia as preferências pessoais no ajuste do carro. Na estrada, o Zonda se mostra um carro "nervoso", mas sempre firme e equilibrado. O motor do Zonda é o Mercedes-Benz AMG 7.3, preparado especialmente para a Pagani Automobili, com bielas de titânio e coletores de admissão específicos. Gerando uma enorme força - 555 cavalos a 5900 rpm e 76,5 mkgf de torque a 4050 rpm - e um ronco estimulante. A história desse motor é curiosa. O Zonda é único modelo feito por uma empresa de fora do grupo DaimlerChrysler a utilizar um motor com a inscrição Mercedes-Benz, com a autorização da fábrica. Essa regalia foi conseguida graças à influência do piloto Juan Manuel Fangio, amigo do construtor do Zonda, o argentino Horácio Pagani, junto à Mercedes. Mesmo assim, Pagani teve de submeter seu projeto à avaliação dos alemães. Por pouco o Zonda não se chamou Fangio. Com a morte do corredor, Pagani optou pelo nome de um vento que sopra nos Andes argentinos.  

O PAI DO ZONDA
Segundo seu criador, Horacio Pagani, 52, argentino radicado na Itália, declarou em entrevista concedida no lançamento do Zonda que tinha uma verdadeira paixão por construir carros desde pequeno. “Com 10 ou 12 anos eu desenhava automóveis e dizia para minha mãe que iria à Itália para fazer automóveis. Fui nos anos 1980, sem mais dinheiro do que o suficiente para comprar uma bicicleta para mim e para minha esposa. Acabei conseguindo trabalhar na Lamborghini, em um cargo pouca coisa acima do de um faxineiro. Foi uma época difícil, sem muito trabalho. Uns dois anos depois eu já era o encarregado pela carroceria.”
Com essa experiência na Lamborghini, Pagani adquiriu experiência necessária para criar sua própria empresa, a Modena Design, uma companhia de projetos que foi pioneira no uso de materiais leves e resistentes, como a fibra de carbono. “Lá, somos todos apaixonados por automóveis, não só os nossos, mas também os criados por outras fabricantes. Depois de trabalhar na Lamborghini, eu queria criar meu próprio carro. Não melhor ou pior, mas com uma proposta diferente. Nossos carros são caros e exclusivos, voltados a um mercado muito pequeno. A faixa etária dos compradores com dinheiro para comprar nossos automóveis é de cerca de 50, 60 anos. Assim, criamos um veículo com aparência extrema, pronto para desafiar uma pista de corrida, mas também muito confortável e luxuoso.” Que é a mesma proposta de outra super-máquina conhecida nossa, o Bugatti Veyron, tornando o Zonda F um dos poucos automóveis do mundo capazes de rivalizar com uma das máquinas mais fantásticas já criada pela indústria automotiva.

PILOTANDO O "CAÇA"
Essa experiência na Lamborghini, trouxe ao Zonda influências no seu design. Além da inspiração nos carros de corrida do Grupo C europeu como o Jaguar XJR 12 e o Aston Martin AMR-1. Para quem está na cabine, a sensação é a do cockpit de um verdadeiro carro da categoria protótipo. À frente, o motorista vê as duas saliências laterais dos pára-lamas, como as que existem nos carros que correm em Le Mans, Daytona e Donington Park. Para trás, o mais interessante é olhar pelo retrovisor e ver as ondas de calor e vapor de gasolina subindo do escapamento de quatro bocas, localizado bem no centro da traseira. Os engates suaves das marchas lembram um automóvel de luxo, mas o pedal da embreagem exige força como num carro de pista. Com o mínimo de deslocamento do pedal, o sistema entra para decidir.

Com uma velocidade máxima é de 345 km/h, com uma aceleração de 0 a 100 km/h em 3,5 s. O responsável por esses belos números, além da carroceria de apenas 1.344 kg (isso para um carro de 4,44 m de comprimento e apenas 1,14 de altura), é o motor V12 fornecido pela AMG, divisão de preparação da Mercedes-Benz. Não fosse pela aparência, seria possível intuir a força do motor pela medida dos pneus Michelin Pilot Sport 2: 255/35 R19 na frente e 335/30 R20 atrás. Os freios Brembo, a disco ventilado nas quatro rodas, também denunciam o que empurra o Zonda F para a frente: os discos dianteiros, de 380 mm x 34 mm, são “mordidos” por pinças de seis pistões; os traseiros, em medida 355 mm x 32 mm, param de girar com a ajuda de quatro pistões. E param rápido. A frenagem completa, de 200 km/h à imobilidade, leva apenas 4,4 s.
 

ACABAMENTO REFINADO
Apesar da aparência de um carro de corrida, em uma coisa o Zonda não lembra em nada um protótipo de corrida: seu acabamento primoroso, algo raro quando se trata de superesportivos feitos em pequena escala. Para os amantes, ou apenas admiradores, de automóveis é possível passar horas apreciando o interior do Zonda, que mistura materiais nobres como cristal, alumínio e couro no revestimento. O CD player é da marca Becker, famosa por equipar os Mercedes-Benz desde 1949.
Por fora o Zonda tem estrutura tubular de aço e carroceria de fibra de carbono - que, de tão bem acabada, nem precisaria ser pintada. Tanto que uma das unidades produzidas foi entregue na cor natural, que é preta. A carroceria do carro é de fibra de carbono e pode ser aberta pelo motorista para se ter acesso ao motor, tanque de combustível e até espaço para bagagens nas laterais do carro. Todos esses detalhes refletem o cuidado com que a Pagani cria seus automóveis de forma artesanal assim como o método utilizado na F-1. Afinal, Horacio Pagani, como todo bom alfaiate, sabe que o cliente - especialmente o que dispõe alguns milhões de reais para aplicar num carro esportivo como esse, sempre tem.
Fonte:G1
Revista Quatro Rodas
Motorsa.com
www.paganiautomobili.it
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terça-feira, 13 de setembro de 2011

VAIDADE: Suor & Axilas, mantenha o controle evitando irritações na pele e manchas na roupa

Usamos a expressão “suar a camisa” para indicar a prática de um esforço para conseguir algo que se deseja. Aos nos esforçamos fisicamente o corpo tende a transpirar para controlar a temperatura do corpo. Mas nem sempre “suar a camisa” é algo natural. Muitos homens se queixam daquelas enormes “pizzas” em baixo do braço ou do odor que exalam durante o exercício físico. Para saber um sobre esse tipo de problema, consultamos a dermatologista Carol Coelho que nos esclareceu sobre o que é a Hiperidrose e também a bromidrose e como tratá-las.

O suor é uma forma que o nosso organismo tem de controlar a temperatura do corpo, especialmente durante a prática de exercícios físicos, febre ou em ambientes quentes. Suar bastante nestas situações é normal e até saudável, mas se esse suor excessivo acontece a todo instante e em qualquer ocasião, é um sinal de hiperidrose. Esta doença se caracteriza pela hiperatividade das glândulas de suor, principalmente nas regiões das axilas, pés e mãos, mas também pode acometer outras áreas do corpo como virilhas e couro cabeludo e tem nos fatores psicológicos as principais causas da doença.
 

A hiperidrose pode ser primária (quando não se encontra uma doença associada) ou secundária (relacionada a doenças endócrinas, neurológicas, menopausa, obesidade e principalmente doenças psiquiátricas/transtornos de ansiedade). Os pacientes com hiperidrose associada à ansiedade normalmente não suam quando estão dormindo (estado de relaxamento), mas suam bastante mesmo com o tempo frio. Apesar de o senso comum nos levar a achar que homens suam mais que mulheres, não há comprovação científica para isso e dados indicam que a hiperidrose atinge homens e mulheres em igual proporção e que cerca de 2.8% da população sofram com esta doença.

O tratamento para a hiperidrose varia de acordo com a causa. A primeira regra é não tentar a automedicação e sim procurar um dermatologista. Os médicos costumam graduar a hiperidrose primária em leve, moderada e severa através da avaliação do grau de constrangimento, problemas sociais e de auto-estima relacionados à doença para escolher o tratamento mais adequado. Nos casos leves usa-se desde soluções simples, como talcos anti-sépticos e leite de magnésia aos medicamentos tópicos contendo cloreto/cloridróxido de alumínio, associados ou não, ao triclosan, glutaraudeído, iontoforese. Existem ainda os anticolinérgicos orais que também podem ser usados, mas eles causam muitos efeitos colaterais e por isso costuma ser recomendados.

Nos moderados/severos partimos para aplicação da toxina botulínica tipo A nas regiões afetadas garantindo ao paciente um média de 6 meses sem suar. Nos casos de difícil tratamento ou em que o paciente sofre muito com o problema, a melhor opção é o encaminhamento para um cirurgião torácico para realizar a cirurgia de simpatectomia (remoção de uma parte específica do nervo simpático principal) que cura definitivamente a hiperidrose daquele local, mas pode ter um efeito colateral de compensação da sudorese em outras áreas como peito e costas. Ao optar por este tipo de tratamento é aconselhável conversar com o médico sobre todas as possibilidades de efeitos colaterais, alguns podem ser irreversíveis.

Outro mal ligado a hiperidrose é a bromidrose, nome dado ao mau odor provocado pelo suor excessivo em algumas partes do corpo, principalmente axilas e pés. O odor ocorre pela decomposição do suor por bactérias que habitam estas regiões. A cura da bromidrose esta na cura da hiperidrose. No caso dos homens que, em geral, não depilam as axilas, não há relação entre os pelos das axilas e hiperidrose ou bromidrose. E provavelmente os homens exalam mais odor por outros fatores associados como a questão hormonal (testosterona) e a maior produção de sebo/oleosidade da pele. Se você não tem umidade excessiva em determinadas regiões e faz uma boa higiene local, não haverá mau odor.
HIGIENE, TECIDOS E DESODORANTES – como agir e escolher

- A higiene é sempre a primeira ação para combater qualquer tipo de doença, ainda mais quando se trata de suor e odores.

- É fundamental lavar e enxugar muito bem não só as axilas, mas também os pés e a virilha. Manter sempre estas regiões limpas e secas e usar talcos para os pés e antitranspirante.

- O uso de antitranspirante não faz mal à saúde como já se ouviu falar, pois ao contrário do que se pensa ele não impede a produção de suor, só minimiza.

- É importante saber que os desodorantes comuns não tratam a hiperidrose e são apenas perfumes que disfarçam o odor com uma leve ação antitranspirante. O melhor a fazer é escolher desodorantes suaves, com pouco perfume e secos/dry para evitar irritações na pele.

- O melhor tecido para quem sofre de hiperidrose ou bromidose é o algodão e uma dica importante é nunca repetir roupa. Usar apenas uma vez e colocar para lavar. É também aconselhável ter sempre uma camisa limpa para trocar durante o dia e/ou também meias e cuecas. Isto previne não só a bromidrose como as micoses e outras doenças associadas ao excesso de umidade da pele.
 
PESQUISA SOBRE CONSUMO X VAIDADE DO HOMEM
 
Recentemente a Unilever fez uma pesquisa com cerca de mil brasileiros de 30 a 55 anos sobre questões como os cuidados pessoais e a imagem dos homens na mídia. Confira alguns pontos bem interessantes:Sobre frequência de uso, o desodorante, foi citado por 90% dos entrevistados, vem depois apenas do sabonete em barra, mencionado por 94% deles. Quando o assunto é a representação do homem na publicidade e na mídia, eles consideram ser retratados como caricaturas que expressam mitos e estereótipos. Sete em cada dez entrevistados acham que a mídia os mostra como muito mulherengos, além de muito atléticos e malhados. Ou seja, a maioria até gostaria de ser considerado um Casanova ou ter uma barriga tanquinho, mas a realidade é bem diferente. Outro estudo da Unilever revela que 27% dos homens declaram ter sensibilidade a desodorantes e, entre esses, 57% sofrem com irritações nas axilas. Fonte: Unilever
 
SERVIÇO:
Clínica Carolina Coelho – Rua Frei Matias Teves, 280, Emp. Albert Einstein, Sala 509, Ilha do Leite, Recife/PE - F: (81) 3423.5690


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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

ESPORTE: Kitesurf, o esporte que envolve grandes paixões do homem: o vento, o mar e a velocidade

Como já percebemos o verão já chegou no Brasil. E porque não começar a investir em esportes novos que tem a cara dessa estação? Pensando nisso, resolvemos navegar um pouco nas particularidades de cada esporte, que seja ideal para se curtir na estação do sol, dos mais radicais aos mais simples. Começamos nosso papo, pelo Kitesurf, um esporte que é muito divertido, porém é preciso de um pouco de técnica e treinamento.

Então, vamos começar a alongar, porque nem só de cerveja vive o verão!


O Kitesurf é um esporte futurista que envolve grandes paixões do homem, como; o vento, o mar e a velocidade, de uma maneira genial, possibilitando muita adrenalina e liberdade. O esporte que também pode ser chamado de Flysurf, não é tão simples quanto parece, mas depois de praticar, você irá descobrir que é bem legal. Para começar você precisará de uma prancha pequena com suporte para os pés (parecida com a que se usa para esquiar) e uma pipa, que também é conhecida por muitos como “papagaio”. O kitesurf pode levar os amantes do vento a uma velocidade que poderá chegar a 80 km/h e saltos de até 10 metros de altura.

A pipa é presa à cintura, que impulsionada pelo vento te faz deslizar sobre a água. É possível controlar seus movimentos através de uma barra e fazer saltos extraordinários. O esporte é relativamente recente, já que foi inventado em 1985 pelos irmãos franceses Bruno e Dominique Legaignoux, entretanto encontra-se num momento de grande popularidade, com vários adeptos, principalmente no Brasil e Portugal.

DESLIZANDO PELO TEMPO

Porém. antes da invenção dos irmãos Legaignoix, o kitesurf já existia. Fosse pelas mãos dos chinese com o surgimento das pipas, isso há mais de 2 mil anos, quando criaram a pipa para ajudar na navegação de barcos e o transporte de materiais pesados de construção. Ou na Segunda Guerra Mundial, onde as pipas também foram usadas, dessa vez como mecanismo de defesa contra aviões. Mas foi em 1295, pelas mãos do explorador italiano Marco Pólo que a Europa teve acesso a essa nova invenção. Porém o inglês George Peacock é apontado como o pai da tração à pipa, quando em 1826, na cidade inglesa de Bristol, criou uma estrutura em que as pipas puxavam carroças a velocidades de até 20 km/h. A invenção terminou sendo patenteada, mas não evoluiu muito em quase 150 anos, a não ser pela experiência do americano Samuel Franklin Cody, um dos pioneiros da aviação, que navegou o canal da Mancha puxado por uma pipa.
Outros acontecimentos históricos marcaram a evolução da pipa no meio de transporte, como na década de 70, onde alguns americanos começaram a usar pára-quedas para puxá-los sobre esquis aquáticos. O holandês Gijsbertus Panhuise, em 1977, conseguiu patentear um equipamento em que uma pessoa é puxada por um pára-quedas em uma prancha e, em 1978, um barco movido à pipa, desenvolvido pelo americano Ian Day, ultrapassa a velocidade de 40 km/h. Muitos anos, e invenções, depois é que a pipa começou a tomar espaço como um esporte. Foi em 1998, em Maui, no Havaí, onde foi disputado o que foi chamado de 1º Campeonato Mundial, nas modalidades de longa distância, wave e slalom. Dos 24 competidores, apenas dois optaram pelo kiteski e o resto usou as pipas infláveis. O americano Marcus Flahs Austin foi o campeão na classificação geral, com a pipa inflável. Cory Roeseler, com seu kiteski, ficou em segundo. O americano campeão mundial de windsurf, Robby Naish, foi o primeiro na categoria slalom e a windsurfista japonesa Tomoko Okazaki foi a campeã feminina, ambos usando a estrutura inflável. O brasileiro Maurício Abreu, também com a pipa inflável, terminou em sexto lugar.

OS PRIMEIROS CAMPEÕES MUNDIAIS

Já em 2000, foi criado o Kiteboard Pro World Tour, o primeiro Circuito Mundial de Kitesurf. O campeonato passou por países como Cabo Verde, República Dominicana, França e Rio de Janeiro. Na praia da Barra da Tijuca, no Rio de Jasneiro, o francês Christopher Tasti e a neo-zelandesa Stephanie Gamble se tornaram os primeiros campeões mundiais. Os franceses Franz Olry e Anne Laure Pegon venceram a etapa do Rio. Em 2001, no segundo ano do Kiteboard Pro World Tour, o Rio encerrou mais uma vez o circuito e ganhou o status de Campeonato Mundial feminino. Os atletas fundaram a Kiteboard World Association (KWA) e nesse ano também foi criada a Associação Brasileira de Kitesurf (ABK), que promoveu o 1º Desafio Brasileiro de Kitesurf, na cidade de Araruama, vendido por Marcelo Cunha e Daniela Monteiro.

COMEÇANDO A VOAR...
Para começar o esporte o ideal é fazer um curso com um instrutor qualificado, pois todos os participantes devem ser orientados a seguir as normas de segurança. Já as primeiras voltas na água acontecem sem a prancha, para que o iniciante entenda e domine o controle do kite, assim como, procedimentos de resgate e comandos para estacioná-lo. Depois de compreender a intensidade da força que o kite consegue exercer, é hora de se adaptar ao equilíbrio da prancha. Lembrando que o ideal é comprar o equipamento depois de começar o curso, pois você poderá manuseá-lo de forma errada, além disso, é preciso da indicação do seu instrutor para comprá-los baseado no seu biótipo, peso, altura, local, condições de velejo e qualidade do material.



EQUIPAMENTOS
Você terá um gasto aproximado de R$ 3.000,00 com equipamentos e aulas.
KITE (PIPA):
Os kites infláveis são os mais utilizados, podendo ficar longos períodos na água e continuando aptos a decolar novamente. Possuem apenas uma superfície de tecido, talas infláveis que lhes mantém o perfil aerodinâmico estável, e um inflável principal que mantém o formato em arco, tornando-os insubmersíveis.

PRANCHA:
São vários os modelos de pranchas disponíveis, sendo cada tipo, ideal para cada objetivo e intensidade de vento.

KIT:
Na verdade é uma mochila com a bomba para encher o kite, barra, acessórios (linhas de vôo e cabos de conexão), trapézio (prende o kite na cintura) e o kit de reparo.

MALHA PARA PROTEGER A PELE DO SOL:
Você passará muito tempo dentro d’água e exposto ao sol, assim, é melhor usar uma camada de tecido protetora, que ficar repondo toda hora o protetor solar.


O kitesurf também exige uma boa noção dos conceitos de velejo, pois todos os seus movimentos estão ligados a tração gerada sob o vento e o equilíbrio na água, sendo possível navegar perpendicular ao vento, través dele, a favor dele (arribada) ou com um ângulo contra ele (orça ou contravento).



 


Emfim, as praias que tem condições perfeitas para a prática do Kitesurf, como a de Maracaípe, em Pernambuco, Jericoacoara, no Ceará, e no Rio de Janeiro, estão sendo invadidas por essas enormes pipas coloridas no céu. Como muitos praticantes dizem; o kitesurf não é um esporte, e sim, um vício, pois desde o momento que você começa a flutuar pela primeira vez na água, não consegue parar mais. Lembrando que este é um esporte que lhe coloca em contato direto com a natureza, sem poluí-la.
CONFIRA O VIDEO QUE DÁ UMA AULA SOBRE KITESURF:




MACEIÓ / AL - Fortes Kitecenter - forteskitecenter@hotmail.com




SALVADOR / BA - KGB Kiteboarding Center - Naish Bahia - kgbkitecenter@yahoo.com.br

JERICOACOARA / CE - Naturalmente Jeri / Preá Kite School - kitejeri@hotmail.com

FORTALEZA / CE - Kitecenter Fortaleza - ygones@gmail.com

BRASÍLIA / DF - Escola Brasiliense de Kitesurf (Naish DF) - joao.foto@hotmail.com

VITÓRIA / ES - 30 knots - Escola de Kiteboarding - trintaknots@click21.com.br

SÃO LUIZ / MA - Centro de Kitesurf Olho dágua - olhodaguacenter@yahoo.com.br

BELÉM / PA - Amazon Kitesurf - campbell28@terra.com.br

JOÃO PESSOA - CABEDELO / PB - The Hand Kitecenter - thehandjunior@hotmail.com

RECIFE - PORTO DE GALINHAS /PE - Kitecenter Naish - EPK - ratofernandes@hotmail.com

CURITIBA/PR - Kanaha Water Sports - kanaha@kanaha.com.br

GALINHOS/RN - Kitesurf Center - edgar@kitesurfgalinhos.com

NATAL/RN - Escola de Kite e Wind Trust - ricardokite@ig.com.br

OSÓRIO/RS - Escola Rajada de Kitesurf - rajada@rajada.tur.br

FLORIPA/SC - Windcenter - windcenter@windcenter.com.br

ARACAJU/SE - Extreme Adventure - marcelokitecenter_se@yahoo.com.br
ILHABELA/SP - Kitecenter Ilhabela - ederkite@hotmail.com

SÃO PAULO/SP - Bl3 Escola de Iatismo - Ilhabela - bl3@bl3.com.br

FONTE:www.kitesurfmania.com.br
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domingo, 11 de setembro de 2011

MENSCH ESPECIAL: 11 de setembro, dez anos depois...

A manhã de 11 de setembro de 2001 está marcada na mente de bilhões de pessoas ao redor do mundo. Independentemente de estar na Europa, Ásia, América ou qualquer outro recôndito desse planeta, pessoas das mais variadas crenças reuniram-se na frente da televisão para assistir absortos dois aviões que se chocavam contra o World Trade Center. Ao vivo, acompanhamos o trajeto daquelas aeronaves que se chocavam contra os prédios como brinquedos. Nem nos mais ficcionais filmes hollywoodianos, tínhamos visto cenas tão realistas e chocantes. O replay infinito de imagens, com aqueles aviões batendo sem cessar nas torres, nos levou a uma imersão midiática global. E foi tal a grandiosidade do fato que hoje esse dia se tornou referência e todos nos conseguimos lembrar o que estávamos fazendo naquela manhã de sol em Nova York. Mas, por que, afinal, esse acontecimento foi tão importante?

Era apenas o primeiro ano do século XXI e o mundo esperava ansioso novos tempos, típico do início de um novo ciclo. Mas o que se viu naquele dia ajudaria a determinar os rumos do mundo nos próximos anos. America under attack mostrava que agora o inimigo dos EUA era outro, não mais os clássicos bolcheviques ou vietcongues, mas um adversário sem face, que não se materializava num país, numa cor ou numa bandeira. Eram muitos, espalhados entre os seus, com outras ideologias, um orgulho diferente e um ódio impensável para os americanos. Uma nova forma de guerrear estava declarada ali – a Guerra ao Terror estava nascendo dos destroços daqueles prédios.

Sem contar também o próprio simbolismo do fato. Afinal não era uma construção qualquer, mas o símbolo do capitalismo norte-americano no coração financeiro dos EUA e também o Pentágono, base da inteligência militar do país. Há também o outro avião, que não atingiu seu alvo, mas se presume que rumava de encontro ao Capitólio, representação do poder político. Estratégia perfeita, se é que podemos usar esse adjetivo. Tudo milimetricamente programado com um fim único de promover o medo e o terror. E assistíamos todos àquelas cenas, compartilhando com americanos a incredulidade e o sofrimento. Nosso imaginário ganhou vida com aviões seqüestrados, torres gigantes que desafiam a gravidade tombando no chão, fogo e pessoas se jogando para a morte. Era um espetáculo real, ao vivo, dentro de nossas casas que fez, por alguns instantes, comungarmos a dor alheia e nos sentirmos todos solidários e humanos pela mesma causa.
Dez anos passados, com duas guerras em curso, com Saddam Hussein e Bin Laden mortos, podemos nos perguntar se o mundo está mais seguro. Ainda é cedo para fazer tal afirmação, mas já sabemos e sentimos que está diferente, com certeza. Viajar se tornou um tormento, uma vez que paira sempre a dúvida na hora das imigrações. Sempre um alerta de que podemos ser barrados, para nos lembrar de que a tão festejada aldeia global só se fundamenta mesmo virtualmente. O terror, como arma de afirmação de ideologias radicais, espalhou-se pelo mundo e hoje somos todos vitimas, haja vista a Rússia e a Noruega recentemente. Qualquer ação política contestada em uma parte do mundo pode se transformar em uma bomba que explode no seu caminho para o trabalho. Vimos, com o atentado em solo americano, que mesmo as grandes potências não são invulneráveis. O mundo está politicamente mais equilibrado e abre, assim, espaço para novos atores no cenário global, como os emergentes como Índia, China e Brasil que têm ganhado cada vez mais representatividade nas esferas de poder internacional.

A grandiosidade simbólica da tragédia redefiniu o mundo nos mais variados aspectos, promoveu mudanças drásticas para o novo século que acabou de terminar sua primeira década com muitos poucos indícios do que vai vir pela frente. Podemos não saber o futuro, mas todos nós sabemos o que vimos e sentimos naquele dia de setembro.
O 11 SETEMBRO EM IMAGENS, SONS E LETRAS:

Filme:
Voo United 93, de Paul Grengrass
(
http://pt.wikipedia.org/wiki/United_93)
11 de setembro, de Sean Penn, Alejandro Gonzalez Iñarritu e outros diretores
(
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=3128196&sid=8711231361362736225122146)
Globalização, Democracia e Terrorismo, de Eric Hobsbawn
(
http://livraria.folha.com.br/catalogo/1011748/globalizacao-democracia-e-terrorismo)
Site:


Texto: Mônica Tavares e Sérgio Mendonça
Imagens: Reprodução de capas de revistas de todo o mundo
Agradecimento: NasCapas

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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

ENTREVISTA: ARY AGUIAR JR

Ary Aguiar caiu meio que de pára-quedas como ator por conta da sua eterna inquietação quando criança. Porém, naquele momento nascia um ator com facilidade para fazer rir e criar situações no mínimo divertidas. O talento de Ary Aguiar resultou em grandes momentos à frente das câmeras como a participação no programa “Quinta Categoria” da MTV, e o fez ganhar o prêmio de campeão da Copa do Mundo de Improvisação em 2010. Ary é desses caras que naturalmente faz rir, inclusive a sí mesmo com situações engraçadas como a do velório que vocês verão nessa entrevista. Para posar para a MENSCH, Ary encarnou um 007 pra lá de trapalhão sob as lentes de Kadu Niemeyer. O resultado, como vocês podem ver, foi hilário. Como não consegue ficar parado, Ary estreia essa semana, ao lado de sua “Bond Girl” Emanuella Grun, a comédia-romântica “Felizes para sempre” no Teatro Vanucci no Rio de Janeiro. Quem tiver a oportunidade não deve perder, é riso certo! Pra quem quer um pouco mais de Ary, é só conferir no site da sua assessoria e agente Márcia Dornelles, as matérias e trabalhos ou seguir pelo no Twitter @aryaguiarjr. Boa entrevista e boa diversão!

Como você se descobriu comediante? Como foi o início de carreira? Comecei a fazer teatro aos nove anos por livre espontânea pressão e porque foi a única maneira que minha professora achou pra me fazer ficar quieto e focado na aula, a partir dos 14 é que comecei a levar a sério. Fazer comédia foi um caminho muito natural, não se procura isso ou você é engraçado ou não é nunca fui o cara mais engraçado da turma, mas com certeza fui o mais cara de pau, acho que depois do espetáculo “Os Adoráveis Sem-Vergonhas” que fez grande sucesso em 2005 e 2008 começou a surgir mais trabalhos para mim nessa área, não me considero um comediante, sou um ator que sabe fazer rir... e gosta muito disso! O humor hoje em dia tomou outro rumo, saiu daquela coisa de só ter personagens e bordões repetitivos é muito mais uma crítica, um olhar debochado e mais criterioso de assuntos sérios ou banais que levam ao riso. Rir do absurdo, e com o meu trabalho como ator e improvisador acho que me encaixei e descobri o meu espaço.

Em algum momento você já foi engraçado quando deveria ter sido sério? Sou o rei dos furos, mas juro que é muito sem querer! Estava num velório e o morto era um torcedor do botafogo, de repente um celular tocou bem alto do meu lado tocando o hino do Flamengo e eu mandei: “Nossa assim o defunto vai levantar!” todos no velório começaram a rir muito e eu fiquei sem graça, pra tentar disfarçar piorei: “agora já chega, voltem a chorar porque ele era botafoguense!”, a viúva foi a única que não riu e me fuzilou com os olhos, achei prudente ir embora. Pelo menos foi um enterro divertido... Qualquer coisa viro animador de velório!

Conta sobre sua participação no "Quinta Categoria" da MTV. Ficou de primeira categoria? Participar como convidado do Quinta Categoria foi um grande marco na minha carreira, a primeira vez foi em 2010 e a outra foi agora em julho de 2011, é muito bom ver este formato chegando a TV e se consolidando no Brasil, lá fora já tinha o “Whose Line Is It Anyway?” Que inspirou toda uma geração por aqui. Foi muito bom improvisar ao lado de Paulinho Serra, Rodrigo Capella e Tatá Werneck, o programa é sucesso na MTV e muito bem dirigido pelo Ivan Von Simson, esses ingredientes tornam o Quinta um programa de primeira categoria, com certeza! É impressionante o carinho e a dedicação dos fãs do programa, estão sempre em contato comigo e tenho prazer em atender cada recado, uma platéia completamente apaixonada por jogos de improvisação.

O que tira o teu bom humor? Políticos safados, atendente de telemarketing e fatura de cartão de crédito, não tem como rir disso mesmo eles sendo uma piada! Falando sério, levo a vida de uma maneira muito leve, não costumo levar problemas pra casa, vivo o momento.

É mais fácil fazer rir no teatro ou na TV? Com certeza absoluta no teatro você tem a resposta imediata da platéia e isso facilita muito... ou não! Na TV, no “Cuecas de Plantão”, procuramos fazer uma análise divertida dos absurdos do cotidiano, como o programa é ao vivo na ALLTV, até temos uma resposta imediata também, mas a repercussão é sempre maior após o programa, nosso programa é o mais visto da emissora e nossos vídeos no Vimeo e no Youtube fazem sucesso na internet. Tudo bem que na TV você conta com a ajuda de outros profissionais de som e edição que ajudam muito a tirar leite de pedra! (risos)

No teatro o improviso é improvisado mesmo ou é um improviso planejado? Totalmente improvisado, as cenas são criadas na hora com sugestões da platéia, nunca um espetáculo é igual ao outro, acho que isso é o que torna a improvisação tão interessante para o público. Isso foi uma técnica que estudo e venho me dedicando desde o final de 2004 criada por um inglês chamado Keith Johnstone que despertam a imaginação e a espontaneidade no ator. Sou suspeito pra falar, mas considero a melhor técnica de formação de atores, pois desenvolve princípios como escuta e generosidade em cena!

Dá pra viver de fazer rir ou essa pergunta é uma verdadeira piada? Dá sim, o Brasil sempre valorizou mais o ator que trabalha com humor, e hoje em dia o público está em busca disso, são tantos problemas no dia a dia que uma comédia sempre cai bem! O humor invadiu as redes sociais, agora todo mundo quer ser engraçado e descolado na internet, acho interessante isso! A conta bancária do pessoal do Pânico ou do CQC deve ser bem divertida, eu com certeza estaria com sorrisos de orelha a orelha!

Para você quem são o rei e a rainha do improviso no Brasil? Temos excelentes improvisadores no mercado, embora seja uma técnica muito nova no Brasil ainda, mas admiro muito Fábio Nunes que faz o Sem Noção no Esporte Espetacular - TV Globo e Tatá Werneck que faz o Comédia MTV e o Quinta Categoria na MTV, começamos juntos em 2005 a estudar as técnicas do improviso e fico feliz de ver a trajetória de cada um, são gênios em cena, quando junta esse povo todo no mesmo palco, é risada na certa!

Vale tudo, tudo mesmo, pra fazer rir? Se a causa for nobre, acho que vale sim. Adoro quando vejo uma pessoa triste e consigo arrancar um sorriso ou uma gargalhada. É muito gratificante para nós, artistas, quando termina um espetáculo e alguém da platéia vem te agradecer por ter alegrado o dia dela, esse reconhecimento é o que faz isso tudo valer a pena. Afinal, um dia sem rir é um dia desperdiçado.

Conta aí uma piada no estilo do politicamente correto pros leitores da MENSCH. Piada? Tem uma de português que visitou uma bichinha chamada Joãzinho... brincadeira! Não conto piadas, isso é uma confusão freqüente que as pessoas fazem, costumam confundir improvisação com Stand Up Comedy e contadores de piada, são estilos completamente diferentes. Na improvisação as cenas são criadas na hora não existe combinação prévia, no stand up são textos escritos e ensaiados sobre observações de si ou do dia a dia e temos ótimos humoristas contadores de piada como o Castrinho, o saudoso Costinha e o meu xará Ary Toledo, diante deles nem me atrevo contar uma. (risos) De qualquer jeito recomendo assistir a TV Senado, impossível não rir!

Ser engraçado ajuda na hora da conquista? Claro que sim, bom humor é fundamental numa relação! Acho que inteligência e bom humor são afrodisíacos sim, nada como fazer uma mulher rir para ter ela completamente apaixonada por você. O problema é quando você realmente se apaixona e elas não te levam a sério por você ser comediante!



O “politicamente correto” tirou a graça do humor brasileiro? Totalmente, acho uns chatos de plantão! Inclusive já falei isso várias vezes no meu programa, acho um caminho perigoso, pois começa a classificar as pessoas em grupos e isso é o destino certo para guerras e intolerâncias. O brasileiro sempre riu de suas próprias desgraças, não é à toa que os grandes humoristas são nordestinos. Sempre fomos um povo leve, que soube ao longo dos anos conviver com a diversidade. Engrosso o coro de humoristas como Renato Aragão e o Jô Soares que disse “se o humor for politicamente correto, ele perde a graça.” Agora tudo é “bullying”, as pessoas estão perdendo o dom de rir.

O que o fato de ter sido Campeão da Copa do Mundo de Improvisação (2010) te trouxe? 2010 foi um ano especial e de consolidação no improviso pra mim. Selecionei um grupo de atores talentosos e começamos a treinar as técnicas de improvisação, expressão corporal, estilos. E o primeiro resultado veio com a Copa do Mundo em junho, depois disputamos o Campeonato Carioca de Improvisação e conquistei o tri-campeonato (2005, 2008, 2010), mas o título que foi mais importante pra mim pessoalmente foi o de Campeão Brasileiro de Improvisação, em novembro, pois fechou todo esse trabalho ao lado dos improvisadores, Kastello, Susana Soares, Alessandro Valéryio, Flávio Lobo e Danilo Maroja, a união e a dedicação do grupo foi fundamental para o “Alcatéia” alcançar esse resultado. A disputa foi cena a cena, o “Alcatéia”, meu grupo, contra a UMA Companhia, de MG, a platéia foi ao delírio! Este ano em outubro e novembro estarei disputando novamente, a cada ano os campeonatos de teatro esporte revelam novos talentos, vale à pena conferir.

Depois de participar de várias peças, filmes e novelas, como "Tempos Modernos" da Globo, como anda seu lado ator? Sempre trabalhando, estudando, não consigo ficar parado. Sou completamente apaixonado pela minha profissão, mesmo ela sendo tão difícil, tive sorte de poder atuar nas três áreas: teatro, TV e cinema. Cada uma tem sua particularidade, seu sabor, embora eu admita que TV é minha grande paixão, o lugar onde mais me identifico e gosto de atuar. Além do “Cuecas de Plantão” programa que dirijo e apresento na AllTV, estou em cartaz no Teatro Vanucci no Rio de Janeiro com a comédia romântica “Felizes para Sempre!”, um grande elenco com atores talentosos e dedicados, fico muito feliz de dividir o palco com eles.

Que "falhas" uma mulher pode comentar que você acha uma graça? Ela pode cometer todas as falhas que quiser, é sempre bom rir do mico alheio, só não pode trocar meu nome na hora H, até porque são 3 letrinhas só!
Grande Abraço aos leitores da MENSCH!
Fotos: Kadu Niemeyr
Assistente: Ana Cristina Barros
Atriz na foto de Bond Girl: Emanuella Grun
Assessoria e Produção: Márcia Dornelles – Md Produções www.mdproducoes.com
Figurino: Ary Veste Ninarô - www.ninaro.com.br
Beauty: Eliane Medeiros
Acessórios: Penéolope Acessórios

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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

FITNESS: Treino Funcional, a técnica para ganhar resistência e moldar os músculos vira mania

O Treinamento funcional já existe há muito tempo só que antes era restrito ao universo esportivo e utilizado para a preparação física dos atletas com exercícios específicos para cada modalidade de esporte. De uns tempos pra cá o que era exclusividade dos atletas profissionais virou mania nas academias e passou a beneficiar um número cada vez maior de pessoas que buscam saúde, bem-estar e um bom preparo físico para enfrentar a rotina da vida moderna.

Achou interessante? Então vamos conhecer um pouco mais dessa modalidade de exercício físico. O Treinamento Funcional é uma metodologia de treinamento que se destaca pelos exercícios dinâmicos e motivantes, ou seja, evita as faltas freqüentes na academia dos mais preguiçosos! O treino é baseado nos movimentos naturais e funcionais do ser humano, como levantar, agachar, puxar, empurrar e girar.



Visando trabalhar o corpo de uma maneira global sem separar por segmentos trabalhando os músculos do CORE, que são músculos estabilizadores da postura e primários para diversos movimentos. As vantagens são a possibilidade de experimentar novas formas de se exercitar levando o praticante a explorar seus limites. O principal equipamento utilizado no Treino Funcional é o próprio corpo do praticante, além de fita de treinamento em suspensão, meia bola, medicineball, prancha de equilíbrio, alem de halteres, barras e anilhas. Caso você esteja se perguntando a freqüência desse tipo de treinamento, fique sabendo que é igual a qualquer outro tipo de atividade física, o ideal é que se pratique pelo menos quatro vezes por semana podendo ser praticado todos os dias com um planejamento adequado e dependendo objetivo do praticante.

Uma das grandes vantagens do Treinamento Funcional é a pouca ou quase nenhuma restrição a idade. Respeitando as fases maturacionais e as habilidades específicas, desde criança, por exemplo, já se pode praticar esse tipo de treino. O mais bacana ainda é que as crianças pratiquem o esporte favorito e seus treinadores utilizem o treinamento funcional de maneira adequada aliando as duas atividades. Idosos também podem ser beneficiados, desde que não apresentem nenhuma restrição médica e dessa forma podem ser auxiliados a manter a vitalidade e exercerem seus movimentos de rotina sem alteração por conta da idade, como subir escada, agachar para pegar um objeto no chão, por exemplo.


O treinamento funcional proporciona ainda diversos benefícios à saúde, destacando-se por trabalhar mais de uma valência física por exercício como a força, resistência muscular, resistência cardiopulmonar, flexibilidade, coordenação e equilíbrio. O praticante fica preparado para realizar suas atividades diárias e esportivas com mais vigor e segurança, além de proporcionar motivação pelo dinamismo dos treinos e deixar o corpo forte e definido. Para os atletas vale lembrar que todos os esportes são beneficiados com o treinamento funcional. Os exercícios são direcionados para proporcionar ao atleta o mais perto possível do gesto esportivo da modalidade que ele pratica. O importante é a prescrição correta dos exercícios para cada esporte.


Na hora de escolher onde e com quem realizar seu Treinamento Funcional procure um Educador Físico ou Fisioterapeuta, enquanto o professor de educação física vai trabalhar com treinamento para rendimento esportivo e promoção da saúde e o Fisioterapeuta para reabilitação física. Agora que você já conhece o Treino Funcional, mexa-se e pratique saúde!

Fotos: Gregorio Rosa
Agradecimento: Marcello Mulatinho
Participação especial: Rafael Bruno (atleta)
Locação: Ace Fitness Studio - www.acefitnessstudio.blogspot.com


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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

SAÚDE: Sorriso saudável, como cuidar e mantê-lo.

Segundo um ditado popular, “um sorriso abre portas”. Para que todas as portas se mantenham abertas para você, querido leitor, publicaremos 03 matérias especiais sobre o assunto.

Mas para manter esse sorriso saudável, é necessário alguns cuidados básicos para o combate de alguns males que podem colocar tudo à perder. Como é o caso da placa bacteriana. Que é uma camada de bactérias habita a cavidade bucal em toda a sua superfície, inclusive sobre os dentes, e são essas bactérias que, em contato com os resíduos alimentares e a saliva formam a placa bacteriana, uma película pegajosa e incolor, que se forma sobre os dentes. É a principal causa de cáries, gengivite e mau hálito. Se não for removida diariamente, endurece e forma o tártaro (cálculo dentário).

Cárie
A cárie é um sério problema bucal causado por bactérias da placa, principalmente as do gênero Streptococcus mutan (presentes principalmente em carboidratos), que produzem ácidos os quais provocam a demineralização do esmalte dentário, corroendo-o, resultando na formação de cáries. Se não for tratada, ou seja, removida e o dente restaurado, uma cárie pode destruir a superfície coronária e atingir a polpa (estrutura interna do dente constituída de um tecido ricamente constituído de pequenos vasos e nervos), resultando em um abscesso, uma área de infecção na ponta da raiz. Uma vez formado o abscesso, ele só pode ser tratado através do tratamento do canal, de cirurgia ou da extração do dente.

Gengivite e Doença Periodontal
O acúmulo da placa bacteriana também prejudica a gengiva, causando inflamação, inchaço e sangramento, caracterizando-se a gengivite. Sem tratamento, esta situação pode progredir afetando as outras estruturas de suporte dos dentes, principalmente o osso e o ligamento periodontal que o une ao dente, e a doença passa a chamar-se periodontite. Formam-se bolsas entre os dentes e a gengiva, que são muito difíceis de higienizar durante a escovação. Isso é um fator que permite a progressão da doença, podendo ocasionar a perda do dente se não tratada a tempo. Depois da cárie, um dos problemas bucais mais comuns entre os adultos.

O tratamento depende do grau de progressão da doença. Primeiramente tenta-se remover as causas, ou seja, a placa bacteriana e o tártaro e a orientar adequadamente a higienização bucal para controlar a infecção. Fatores como tabagismo, alcoolismo, má alimentação e estresse aumentam as chances de desenvolver a doença, por isso, além de uma boa higiene bucal, hábitos mais saudáveis também colaboram para prevenção de doenças da boca.

Mau hálito (Halitose)

Apesar de poder apresentar outras causas como doenças sistêmicas, o mau hálito (Halitose) frequentemente é provocado pelo acúmulo de placa bacteriana e/ou presença de outras doenças bucais. A ingestão de certos alimentos como, alho ou cebola, tabaco e produtos alcoólicos também estão entre as causas mais comuns. A boca seca (xerostomia) causada por certos medicamentos, por distúrbios e por menor produção de saliva durante o sono também afeta o hálito.. Manter uma boa higiene bucal e escovar bem a língua ajuda a diminuir a halitose.

Sensibilidade Dentária

A sensibilidade dentária é uma dor ou desconforto que pode ser causada por desgaste da superfície do dente, devido a exposição da dentina em virtude de uma cárie ou fratura dental, por exemplo. Além disso, outro motivo comum desta sensibilidade na pessoa adulta é a exposição da raiz dos dentes na área cervical, (popularmente conhecido como “pé do dente”) devido à retração gengival. Como a raiz não é coberta por esmalte, e no caso não está totalmente “protegida” por gengiva, milhares de canalículos dentinários, que comunicam a polpa com a dentina ficam mais suscetíveis a estímulos como calor, frio, acidez ou pressão, gerando a dor.

Pergunte ao seu dentista quais são os produtos mais adequados para o seu problema de sensibilidade. Ele pode prescrever flúor em gel ou um enxagüante bucal com flúor, cremes dentais com formulações especialmente para dentes sensíveis. Uma escovação muito forte, bastante prevalente em homens adultos que não medem sua força, deixando as cerdas de suas escovas “descabeladas” rapidamente, além próteses parciais mal adaptadas, podem também levar à abrasão destas estruturas.

Prevenção é sempre o melhor remédio

Para todos os casos citados a prevenção é a melhor solução. Escovar os dentes e a língua pelo menos três vezes ao dia ou sempre que ingerirmos alimentos, usar uma escova dental de cabeça compacta e cerdas macias, trocando-a regularmente (de três em três meses ou quando as cerdas estiverem deformadas); usar corretamente o fio dental, que permite limpar eficazmente as superfícies interdentais onde a escova não alcança, podendo complementar com enxaguante bucal com flúor, e principalmente realizar visitas regulares ao dentista é a única forma de se detectar precocemente os problemas bucais. Nesta fase o tratamento é indolor, mais fácil e acessível.
Agradecimento a Priscilla Kelly - Cirugiã-dentista
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