sexta-feira, 3 de junho de 2011

ENTREVISTA: Giovane Gávio


A simplicidade com que Giovane Gávio encara vitórias, medalhas, fama e realização profissional é algo tão incrível e ao mesmo tempo coerente que nos pega de surpresa. Como ele mesmo fala nessa entrevista, ele é apenas um profissional do esporte, assim como poderia ter outra profissão que também a faria da melhor forma possível. Isso infelizmente é um caso raro, mas demonstra o grande ser humano que ele é que vai muito além do atleta famoso. Atualmente técnico da seleção do SESI-SP, campeã da Superliga Brasileira de Voleibol em 2011, pais de quatro filhos, poeta nas horas vagas, Giovane é merecedor de medalhas dentro e fora das quadras.

O que o vôlei ensinou aquele garoto de 12 anos que perpetuou por toda sua vida como jogador e homem maduro? Me ensinou muito. O esporte é importante na formação do jovem, da criança, ajuda a socializar, ajuda a moldar a personalidade, te ensina a conviver em grupo. O vôlei me fez crescer, amadurecer, me deu alegrias, me ajudou a conquistar muitas coisas, além de medalhas, e sou muito grato a tudo o que esse esporte maravilhoso fez por mim, por tudo o que ele me ofereceu. Hoje meus dois filhos mais velhos (Gianmarco e Giulia) jogam vôlei. Se vão seguir ou não, não sei, é algo que vai depender deles, não coloco pressão alguma, mas fico feliz de ver que estão no meio do esporte. Incentivo, apoio e vou sempre estar ao lado deles.


Quando foi que você se encantou com o vôlei e decidiu: é isso que quero fazer! Eu fazia judô e foi vendo a minha irmã Giseli que comecei a me interessar pelo vôlei. Os meus pais sempre me incentivaram muito a praticar esportes, experimentei o vôlei e me apaixonei. Entrei em quadra para não sair mais.

Por que a final das Olimpíadas de Barcelona foi o jogo da sua vida?
Foi uma partida marcante para mim. Lembro bem de tudo o que aconteceu naquela partida, lembro muito dos dias que passamos em Barcelona, de cada momento daquela conquista. Aquela vitória sobre a Holanda foi a coroação de um trabalho bem feito por uma equipe, jogadores, comissão técnica, confederação, e que nos deu uma medalha de ouro que mudou a história da modalidade. Quando aquele saque do Marcelo Negrão passou pelos holandeses, sem defesa, o nosso sonho virou realidade. E ninguém queria acordar daquele sonho.

Foram mais de 30 partidas em jogos olímpicos, bicampeonato olímpico e diversas medalhas olímpicas. Qual o momento mais marcante de tudo isso? Todas as conquistas foram marcantes. Cada uma à sua maneira, porque cada uma marcou um momento da minha carreira. Não teve uma medalha, um título que eu possa escolher como o mais importante, muitos foram marcantes, as medalhas de ouro olímpicas, aquele saque no Campeonato Mundial, cada Liga Mundial, enfim, guardo com muito carinho os momentos que vivi com a camisa do Brasil, desde a primeira convocação à minha despedida.

Você se sente um atleta e um homem plenamente realizado? O que você almeja mais? Sim. Como atleta eu conquistei tudo, fui muito além do que eu poderia imaginar. Tive a oportunidade de jogar com os melhores jogadores, de trabalhar com os melhores treinadores, de vestir a camisa do Brasil e ajudar a Seleção Brasileira a conquistar títulos importantes, aprendi muito e levo isso comigo para a minha vida, não apenas como técnico, mas como homem. Hoje sou treinador, estou começando uma nova carreira e estudando para estar cada vez mais bem preparado, para ser cada vez melhor na minha profissão, na minha função de técnico.

Competir é mesmo o mais importante OU isso é discurso de perdedor?
É claro que todo mundo quer vencer. Mas só um vence, só um atleta, só uma equipe, só um país. Mas, para saber vencer, é preciso saber perder, é preciso saber competir, entender a essência do esporte. Ninguém é imbatível, ninguém é invencível, não existe isso no esporte. As vitórias são fruto de um trabalho bem feito e até mesmo aquele que é derrotado, muitas vezes, precisa ser enaltecido. O atleta precisa entender o sentido da competição, precisa saber o que é o respeito com o adversário, e precisa demonstrar isso, porque ele é espelho para jovens e crianças, precisa dar bons exemplos. Um bom perdedor é mais digno do que um mau vencedor.

O que é mais fácil, conquistar uma medalha ou a mulher que se quer para uma vida inteira? Nada é fácil. Tudo exige dedicação e paixão. Claro, são conquistas diferentes, uma medalha marca o atleta, traz uma felicidade e uma realização que marcam a sua carreira. Conquistar o amor de uma mulher é especial, é para uma vida inteira, e é uma conquista diária, como um namoro que precisa ser vivido intensamente e renovado a cada dia.

E o que é mais difícil, bloquear um ataque do adversário ou as fãs mais ousadas? Bloquear os adversários sempre foi muito difícil. Enfrentei muitos grandes atacantes e também muitos excelentes bloqueadores, os melhores do mundo, pelos clubes e pela Seleção Brasileira. Mas as fãs eu nunca bloqueei, sempre tratei a todas e a todos com carinho, porque o fã é aquela pessoa que te admira e isso é um reconhecimento ao seu trabalho. Seja um autógrafo, um sorriso, uma foto, um aperto de mãos, o fã é aquele que te recompensa.

Chegar aos 40 anos pesou um pouco para um atleta? O que faz para manter a vitalidade de 20 anos atrás? Não. Não tenho essa vaidade de idade. Sempre aproveitei muito cada momento da minha vida, e a idade traz não apenas cabelos brancos, que eu ainda não tenho, mas traz maturidade, experiência, sabedoria. E acredito muito nisso. Todo mundo envelhece, o segredo está em saber envelhecer, saber aproveitar a vida e o que ela oferece de melhor. A idade física é algo que não se pode mudar, a diferença está na cabeça, é preciso respeitar o corpo, ter cuidados com a saúde, uma vida regrada e aproveitar cada momento.

Por que demorou tanto para fazer uma tatuagem que era um desejo antigo? Receio de algum preconceito? Não, nenhum preconceito. Tem gente que não gosta, tem gente que gosta tanto que tem dezenas, às vezes tem partes inteiras do corpo tatuadas. Acho a tatuagem algo bastante pessoal, quando alguém resolve fazer, os motivos são os mais variados, e isso se reflete na escolha do desenho, do que será escrito, de uma imagem.

Priscila é a sua maior inspiração? Priscila é uma das maiores inspirações da minha vida. Não apenas ela, mas meus filhos, minha família, é sempre pensando neles que eu vou atrás dos meus objetivos, que me dedico todos os dias como marido, pai, filho e profissional do vôlei.

Giovane poeta, como isso se deu? Tem planos de publicar algo?
Já tive planos de escrever um livro de poesias. Escrevi alguns poemas, um ficou mais famoso, que foi o que falava da Seleção Brasileira, é algo que gosto. Quem sabe, um dia ainda me dedico mais e publico um livro?

E como é ser pai de quatro crianças? O que a paternidade te trouxe? Ser pai é maravilhoso. E eu sou pai quatro vezes. Amo meus filhos, aproveito muito o convívio ao lado deles, um tempo que é e sempre foi mais curto do que eu queria, por causa dos treinos, dos jogos e das viagens. Mas procuro curtir ao máximo as folgas para estar perto deles, acompanhar o desenvolvimento, o crescimento, ser um pai o mais presente possível. Ser pai é uma sensação maravilhosa, o homem amadurece muito quando nasce um filho, passa a ver a vida por um ângulo diferente, traz uma enorme responsabilidade que se transforma em um amor difícil de descrever pela criança. Um filho marca o nascimento de uma nova família.

O mineirinho é mesmo um "come-quieto"? O mineiro é pacato, trabalhador, de boa paz e gosta das coisas certas. Isso de come-quieto é engraçado, é uma velha expressão e, até onde eu sei, tem a ver com o jeito caseiro, familiar, com a simplicidade do mineiro. Se for isso mesmo, eu sou um 'come-quieto', sim.
Em suas palestras o que você tenta passar de mais importante é a sua experiência como atleta dentro do universo esportivo ou o que o esporte te ensinou como ser humano?
Um pouco de cada coisa. Tento passar um pouco da minha experiência, do que vivi no esporte, de como o vôlei me ajudou a vencer na vida, a me formar como homem e como atleta profissional. Muitas pessoas tem curiosidade de saber como é a vida de atleta, como foi minha carreira, alguns me enxergam como ídolo e tem as curiosidades mais diferentes. Sou uma pessoa como outra qualquer, escolhi jogar vôlei, mas poderia ter sido médico, engenheiro, ator, poderia ter seguido outro caminho. O sucesso e o reconhecimento não tem a ver com a profissão que se escolhe, se o lixeiro não fizer bem o seu serviço, a cidade vai estar suja, e ele tem uma importância enorme no nosso dia-a-dia. Se o médico não estiver atualizado, não for competente, a nossa saúde fica prejudicada. Se o professor não for bem preparado para ensinar, nosso futuro estará comprometido. Todos nós somos importantes, todos precisamos fazer o nosso melhor, isso tem a ver com dedicação, com vontade, com profissionalismo. Se hoje eu tenho o respeito das pessoas, não é só porque fui um bom jogador, isso tem a ver com a minha conduta também. Para se viver em grupo é preciso que o respeito venha em primeiro lugar. É assim no esporte, é assim na sociedade, na vida.

O que foi (e é) mais importante para você dentro de um trabalho em equipe, a disciplina, o coleguismo ou o comprometimento?
Acho que tudo isso é importante. Não existe grupo forte sem isso, sem liderança, sem união e sem dedicação. No esporte coletivo todos são importantes, cada um tem sua função e o entendimento e o respeito das individualidades é que fazem um coletivo forte.

O vôlei te trouxe dois grandes amigos, Paulão e Tande. Como você explica essa fidelidade nas amizades masculinas que os homens em geral nutrem e as mulheres invejam? Fiz grandes amigos no vôlei. Tande então é quase que um irmão, nos conhecemos há mais de 20 anos, Paulão também é um grande amigo. Não sei se as mulheres invejam, mas eu prezo muito minhas amizades, as amizades verdadeiras que tenho. Algumas pessoas acabam virando quase que parte da família, tamanha a afinidade e o prazer do convívio. Me sinto um cara de sorte por ter muitos bons amigos.

Qual a maior virtude que um homem deve ter? Caráter. Independente de classe social, de profissão, acima de tudo, o homem precisa ter caráter. E caráter tem a ver com honestidade, com hombridade, com respeito e com educação.



Texto: André Porto e Nadezhda Bezerra
Fotos: Roberto Lima, Divulgação
Capa: Roberto Lima / Tratamento de imagem: Jorge Souza
Agradecimentos: Samy Vaisman - MPC Rio Comunicação & Marketing
Giovane veste Remo Fenut - www.remofenut.com.br
Agradecimento especial a Giovane Gávio

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quinta-feira, 2 de junho de 2011

As revistas masculinas mais legais do mês de junho.

Todo mês ficamos ligados nas bancas e site para conferir o que de melhor vai rolar nas revistas masculinas. E esse mês não foi diferente, que dizer, parece que as editoras resolveram caprichar mais nas capas. Talvez pelo fato de hoje em dia o mercado nacional de revistas masculinas tenha crescido com a chegada de mais títulos. Isso vem apontar um crescente mercado direcionado para um público que tem evoluído ao longo do tempo. O público masculino está mais vaidoso e consumindo ainda mais produtos eletrônicos. Sabemos bem disso, afinal a MENSCH surgiu por conta desses fatores de mercado também. E como uma das missões da MENSCH não é competir com essas revistas que estão no mercado, e sim ser um aliado delas, sempre estamos aqui para levantar a bola de algumas revistas que nós adoramos (e acompanhamos) todos os meses.


GQ - Foi unânime esse mês os comentários pela bela capa da GQ com o atleta César Cielo, fotografado pelo competente Maurício Nahas. A revista traz como destaque também uma matéria sobre o maior assalto a banco no Brasil. Os 50 anos do Jaguar E-Type e o astro da música Bob Dylan também ganham destaque na edição, que ainda traz Bradley Cooper, Vik Muniz e Woody Allen.

MENS HEALTH - O destaque de capa esse mês é sobre alimentação, com um guia completo sobre alimentação a MH ajuda o leitor a blindar sua saúde e ficar com o corpo sarado. O astro Vin Diesel dar dicas para se ganhar músculos de aço e um treino de alpinista completa o pacote para ficar em forma. A edição ainda vem com um guia pra casal que vai ajudar a galera esquentar ainda mais a relação. Se você quer mais, 724 soluções que vão de bem-estar até mulher.

QUATRO RODAS - Na capa o VW Jetta x Chevrolet Cruze x Hyundai Elantra x Honda Civic numa rodada em Los Angeles, a novíssima safra de sedãs médios põe suas cartas na mesa. Um teste com o Mercedes-Benz C250 CGI Sport na nova versão do Classe C, o símbolo da marca trocou de posição. E uma reportagem onde um empresário recria universo paralelo de carros na escala 1:18. E mais: o Lamborghini Aventador, o Citroën C3 Picasso e o Nissan Leaf.

MAXIM - A bela da capa nós já conhecemos bem, se você não a conhece dê uma olhada na matéria logo abaixo. A repórter Mônica Apor é a estrela do mês da MAXIM, que ainda traz a dupla do filme Velozes e Furiosos, Jordana e Vin Diesel. Na reportagem, os matadores de Bin Laden, os melhores tênis para correr e viagem sem bagagem. Essa até eu quero ver!

 STATUS - A segunda edição da STATUS já veio mostrando qual o perfil da revista, uma revista mais madura, mais, digamos, "hard". É o que percebe-se pelas matérias. Uma mostra o submundo da maior obra pública da Amazônia, e outra mostra a cobertura feita por um fotógrafo que passou dois meses no meio da guerra na Líbia. As matérias de aventura também são mais "hard", com um mochileiro que uniu a falcoaria ao paragliding. Sim, mas o principal atrativo sem dúvida é a bela Cristine Fernandes num belo ensaio assinado pelo craque Bob Wolfenson. 

SEXY - Diana Balsini, pra quem não lembra, a Diana do BBB 11, é a bela da capa num provocante (e belo) ensaio feito pelo competente Daniel Aratangy. Na entrevista o goleiro do Flamengo Felipe fala sobre sua passagem pelo Corinthias e da acusação de ter agredido uma mulher em Portugal. Uma matéria sobre aluguel de super carrões e outra matéria curiosa sobre hipnose. Ah, e dicas de como se dar bem num rodízio.

VIP - A VIP completa seus 30 aninhos esse mês e presenteou os leitores com uma ensaio com a bela vencedora do BBB 11, e milionária, Maria num belo ensaio feito por Valério Trabanco. A revista ainda traz uma bela retrospectiva dos melhores momentos e fatos curiosos ao longo desses anos e uma galeria de artes com estrelas pintadas como deusas. Seguindo as comemorações dos 30 anos, uma ótima matéria sobre o ano de 1981, a vida nos anos 80 e 38 coisas para fazer antes dos 30 anos. E o ensaio de moda também vem no clima anos 80. Destaque para a dupla Carol & Jhenny.

PLAYBOY - E finalmente temos a capa da PLAYBOY que esse mês pela primeira vez na história da revista, traz uma vencedora do BBB, no caso a desinibida Maria. O ensaio que vem com 30 páginas foi feito na Argentina e clicado pelo badalado fotógrafo J.R.Duran. Na entrevista o polêmico deputado Jair Bolsonaro e nas 20P o popular Antônio Banderas. Ainda tem exibida filha do roqueiro Mick Jagger, Lizzy mostra suas curvas num ensaio que deu o que falar. Além de uma reportagem coleção de carros de Ralph Lauren e sobre os matadores de Bin Laden.
 
 Ainda esse mês, a PLAYBOY lança nas bancas o especial "Mundo de PLAYBOY" com a bela Cleo Pires na capa e em várias fotos. Além de Cleo, uma constelação de estrelas da TV como Flávia Alessandra, Fernanda Paes Leme, Bárbara Paz, Juliana Alves, Bárbara Borges, dentre outras. Além de muitos cartuns, James Bond, estrelas de Hollywood... uma clássica edição de PLAYBOY no melhor estilo.

Obs.: clique nas fotos para vê-las maior

Texto: André Porto
Fotos: Divulgação/Reprodução
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quarta-feira, 1 de junho de 2011

MUSA: Mônica Apor encanta na noite de São Paulo pelas lentes de Angelo Pastorello



A afinidade entre a repórter do TV Fama, Mônica e o fotógrafo Angelo Pastorello é algo comprovadamente de sucesso. Desde o primeiro trabalho, há dois anos, a dupla não parou mais. E mais uma vez os dois mostraram que essa dupla ainda vai render muitos trabalhos de sucesso, como esse recente feito por eles para a revista masculina MAXIM de junho. Num clima bem voyeur, os dois pararam o centro de São Paulo e deixaram muito marmanjo de boca aberta com as cenas que viu. Fomos conversar com eles para saber como foi feito tudo isso e conhecer um pouco mais dessa sintonia desses dois craques. E de quebra, veja algumas das belas fotos do ensaio. Pra quem curte fotografia um prato cheio, e para quem curte fotografia e mulher bonita então... perfeito!!


A ORIGEM DESSA AFINIDADE

MÔNICA "Nunca fui modelo. Então quando fui fazer minha primeira capa, na época para a revista UM, escolheram ele como o fotógrafo. Nos demos bem desde o início. E foi com ele que aprendi a fotografar. Então sempre que posso fotografo com ele."

ANGELO "Começou quando fizemos o primeiro ensaio há dois anos... Foi espontâneo, talvez porque gostamos de Black Sabbath!! Então fomos melhorando esta afinidade nas fotos."


DE ONDE SURGIU A IDÉIA

MÔNICA "Foi uma idéia minha. Saiu totalmente como eu imaginava. Eu queria fotografar de luxo e lixo, Av. Paulista, imagens clássicas... com uma pegada mais Rock n´Roll."


ANGELO "...a Mônica ofereceu a idéia para a Maxim, que topou na hora fazer o ensaio."


O QUE FOI MAIS DIFÍCIL


MÔNICA "Seguir a proposta do ensaio sem perder a concentração. Manter o foco e não se importar com a galera gritando, soltando gracinhas... Ela 7hs da noite no Centro de São Paulo, daí você já viu né?! Nessa foto da varanda mesmo, ficavam soltando gracinhas, e eu focada em Angelo do outro lado da rua em outro prédio. Foi aí que começaram a me chamar de Nathalie Lamour. (risos)"


ANGELO "Administrar luz a noite na rua precisa ter alguns cuidados, como por exemplo, quando e como somar a luz ambiente com o tipo de luz que eu vou adicionar, para poder "manter" o clima de noite mas com informações. São Paulo a noite tem alguns "problemas", como segurança para a equipe, muitas pessoas que param em volta e que às vezes acabam atrapalhando. A Mônica é a parte mais fácil!"


CLIMA DE VOYEURISMO


MÔNICA "Como te falei, não sou atriz e nem sou modelo, mas tem que dar uma de atriz ali e entrar no clima. Mas vocês homens devem entender mais do que eu de fetiche... Aquela coisa de olhar pelo buraco da fechadura... (risos) Homem curte muito isso. E acho que conseguimos passar esse clima. E tem que agradar aos leitores que vão comprar né?!"

ANGELO "A primeira idéia era fotografar num hotel antigo com várias possibilidades de cenários, que se estenderiam para a rua... Mas não foi possível fotografar neste hotel, então acabou utilizando a rua e tudo que estava em volta, viadutos, portas, hall, o terraço de um prédio antigo, onde eu fiquei do outro lado em outro prédio. O clima voyeur aconteceu naturalmente em algumas fotos pela própria distancia entre a Mônica e eu. Acredito que não existe uma "fórmula" para seduzir o leitor, a sedução é subjetiva, mas acho que existe uma "mística" na foto voyeur!"



Mônica, depois de ter feito PLAYBOY esse tipo de ensaio você tira de letra? Se eu te falar que não é mentira. Fazer PLAYBOY é o auge que se pode chegar da ousadia. Então te dar mais desenvoltura. Facilita sim.


Angelo, como foram feitas essas fotos? Que tipo de máquina, filme, efeito... foi utilizado? Minha primeira opção era fazer com filme de alta sensibilidade e fazer uma revelação "cruzada", filme cromo (slide) revelado em processo para negativo, o resultado seria uma foto com densidades fortes, contrastes e cores saturadas, também pensei em fazer um polaróide bem "tosco" com cores desaturadas, duas idéias opostas..... Mas, ambas as opções teriam custos! Então, fotografei com uma Canon digital com iso 1.200, para obter uma textura mais "suja" e também somar a luz ambiente que era muita fraca!!! Usei dois geradores a bateria com flashs e temperatura de cor fria, depois no photoshop fiz alguns layers de ajustes e desaturei um pouco as cores... Portanto, sem efeitos!!!






[+ de Mônica e Angelo]
Mônica Apor já participou de nossa seção O Universo Masculino... veja aqui. E Angelo Pastorello já foi capa da MENSCH em fevereiro passado, veja aqui a entrevista completa.

Por André Porto
Fotos: Angelo Pastorello
Agradecimentos: Revista MAXIM (ensaio completo na edição de junho)
Agradecimento especial ao fotógrafo Angelo Pastorello que gentilmente nos cedeu as fotos da matéria.

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terça-feira, 31 de maio de 2011

CARRO: Peugeot BB1 - Um novo conceito de carro.


Por incrível que pareça nem a própria montadora consegue definir o que seria o Peugeot BB1, afinal este protótipo é um carro ou não? A Peugeot o define como uma solução totalmente nova para as necessidades atuais e futuras de mobilidade urbana. Na verdade ele parece uma mistura de quadriciclo e carro.


E o mais inacreditável é que para que caibam quatro pessoas dentro do carro, foram realizadas varias modificações nos seus 2.5m de comprimento; a começar pelo fato de o motorista não ter pedais, além disso, o pára-brisa é inclinado para frente, a porta é aberta no sentido contrário e os espelhos retrovisores foram substituídos por câmeras.
Pequeno no tamanho e gigante na tecnologia, todos os seus comandos são acionados pelo volante em formato de um guidom, acelerador e freio na mão esquerda, seta na direita. O carro é ligado por uma tecla, e vale frisar que o motor não faz um ruído sequer, em vez da alavanca de marcha, há um botão giratório com três posições: estacionamento e marchas para frente e ré.

O arranque é feito com dois motores elétricos que ficam ligados nas rodas traseiras, que tem potência de 15 kW, ou seja, 20 cavalos, e aceleram de 0-30 km/h em apenas 2,8 segundos. O carrinho pesa menos de 600 kg porque sua carroceria é toda feita de fibra de carbono e chega a velocidade máxima de 90km/h.

O nome BB1 é inspirado em um dos mais importantes modelos da história da Peugeot: o Bébé, um “minicarro” produzido de 1905 a 1912. E apesar do nome fazer alusão ao passado, este carro promete vir como uma nova proposta para o futuro, pois cada vez mais precisamos ocupar menos espaço no transito e se movimentar com mais facilidade nas grandes metrópoles. Imagine como seria fácil arrumar uma vaga para estacionar com este carro, ele consegue realizar uma volta completa de 360 graus com um espaço de apenas 3,5 metros, sendo que os outros carros precisam de três vezes mais que isso.
Veja o ótimo vídeo promocional do BB1:





Se um dia a Peugeot vier a fabricá-lo, esta aí um carrinho que vale a pena comprar, politicamente correto como precisamos no momento, além de charmoso, cabe em qualquer lugar, não faz barulho e não polui o ar porque é elétrico.
Texto: André Lima
Fotos: Divulgação
Fonte: Peogeot (www.peugeot.com.br)

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Crônicas e Indagações Femininas: "Porque nem tudo é o que parece!"

Nas teorias de comunicação, ruído é toda e qualquer interferência que impeça a comunicação de ser perfeita. Só tem um problema: na comunicação homem-mulher, às vezes (ou quase sempre) o que acontece é um estrondo. Se fosse só um ruído estava bom! É que na maioria do tempo, falamos maçã, pensamos abacaxi e o homem entende banana. Ai já viu. Estão lançadas as cartas para os mal-entendidos, as explosões e até, em casos mais graves, rompimentos.

Há as diferenças natas entre os gêneros. Mulher, todos sabem, tem mais habilidade com as palavras. Aos três anos, nós já possuímos um vocabulário três vezes maior do que o dos meninos na mesma idade.
Enquanto vocês ainda estão no bla bla bla, nós já elaboramos sentenças complexas e intermináveis. Ai reside o primeiro problema. É que a gente fica assim pra sempre! E os homens, bem, falam menos, tendem a ser mais objetivos e menos detalhistas.

Ai a mulher fala, diz, explica. Fala de novo! Insinua, mas no fundo está pensando um monte de outras coisas, elucubrando, se adiantando nas suas complexidades. E o homem, coitado, está se atendo literalmente às palavras que lhe foram dadas. Na sua objetividade infinita e miopia para os detalhes, ele não vê a profundidade das sentenças, se pega ao dito como a única verdade. Não sabe ele, que existe todo um outro lado, um mar de significados a ser desvendado.  

Às vezes, tenho a impressão que é um diálogo de surdos. Nem tudo pode ser dito e quase tudo é reinterpretado, até porque, além das diferenças inerentes, há de se acrescentar as vivências de cada um. Ai para um viajar significa a alegria de fazer a malas e descobrir o novo; para outro, sair do conforto, desviar, mudar planos. E não vou nem falar de outros verbos como amar, comer e rezar também, os resultados podem ser explosivos.

É desse abismo de interpretações que reside a grande diferença entre os gêneros e também é aquilo que torna ainda mais instigante essa relação. O sucesso dos relacionamentos está justamente em tentar entender os pensamentos, desvendar as reais intenções, se colocar no lugar do outro. É claro que tudo fica mais fácil se a gente pensar e dizer a mesma coisa e se os homens também buscarem um pouquinho mais de abstração. Porque nem tudo é o que parece e eu escrevi tudo isso porque, na verdade, eu queria dizer que...risos! Decifrem!

domingo, 29 de maio de 2011

FÓRMULA 1: GP de Mônaco - O circuito mais badalado do mundial se curva diante de Vettel



Uma curiosidade sobre o Grande Prêmio de Mônaco é que ele também pode ser conhecido como o Circuito Monte Carlo, tendo como o maior vencedor da história o brasileiro Ayrton Senna, que chegou ao topo do pódio seis vezes quase que consecutivas, passando a ser conhecido como o “Rei de Mônaco”.


E sem dúvida, a corrida que acontece no principado é a mais badalada do mundial, o píer de Monte Carlo fica congestionado de barcos, iates e personalidades do jetset internacional; sem contar que a cidade já começa a se movimentar uma semana antes, com desfiles, exposições, festival de cinema e festas exclusivas aonde é possível tomar um drink com alguém da calçada da fama ou da família real. O percurso acontece dentro da cidade e possui 3340 metros de extensão, além disso, exige dos pilotos muita precisão devido a uma grande quantidade de curvas e a estreita largura das ruas que formam o percurso.

E não é que hoje o alemão Sebastian Vettel subiu ao topo do pódio mais uma vez, em uma corrida que foi neutralizada devido a um acidente com o russo Vitaly Petrov, da Renaut, que por sorte não sofreu nada grave. Porém, a organização decidiu parar a corrida, três voltas após o acidente, permitindo na linha da meta, a troca de pneus, que acabou beneficiando Vettel, que tinha feito apenas uma paragem.

Após a neutralização da corrida, foi dada a largada novamente, e com pneus novos, Vettel conseguiu manter a liderança, deixando para trás Alonso e Button, o que rendeu bons pegas. "Vi que a única forma de ganhar esta corrida era tentar manter-me na pista. Estive cerca de 20 voltas com a pressão do Fernando e do Jenson, que estão cada vez mais próximos" disse Vettel.


Alonso ficou em segundo lugar e mostrou-se satisfeito com o resultado, embora tenha afirmado que poderia ter ganhado caso a corrida não tivesse sido neutralizada. A meu ver, Alonso, vem reagindo bem desde a corrida passada na Espanha, quem sabe a partir de agora a Ferrari consiga preocupar a Red Bull. A terceira posição foi garantida por Button, da Mc Laren, que vinha traçando a disputa com Alonso.

Hamilton, segundo classificado do Mundial, terminou a corrida na sexta posição, mas poderá ainda ser penalizado, depois de ter provocado o despiste do venezuelano Pastor Maldonado, companheiro de Rubinho da Williams, depois do recomeço da corrida. Com mais esta vitória, Vettel soma 143 pontos, aumentando a vantagem sobre Hamilton, que está com 85 pontos.


O brasileiro Felipe Massa, que tinha largado em sexto e estava na disputa com Webber e Hamilton, abandonou a prova na 32ª volta. O brasileiro da Ferrari, que tinha sofrido um toque do inglês da McLaren na curva Loews, bateu em seguida no túnel. Ele culpou o rival pelo acidente, graças ao entrevero entre ambos na curva mais lenta do campeonato. Já Barrichelo, mostrou um bom desenvolvimento, e acabou pontuando pela primeira vez no mundial, chegando em nono lugar.


E pra quem dizia que o GP de Mônaco era um pouco monótono, mudou rápido de idéia nesta manhã, as novas regras e os pneus que se desgastam mais rápido deu um diferencial a mais a corrida, que ainda rendeu muitos acidentes. Foi bonito ver a tradição e a paixão pela formula 1 tão presente nos torcedores, e mais ainda como souberam fazer disto tudo uma bela farra.



Texto: André Lima
Fotos: Gatty Image, Divulgação
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sexta-feira, 27 de maio de 2011

ENTREVISTA: Márcio Garcia


Um homem realizado. É o que poderíamos dizer de Márcio Garcia? Com uma bela família, uma carreira consolidada como ator e apresentador, uma imagem sólida no meio publicitário, saúde e muitos amigos. Falta algo? Teoricamente não. Mas como o que move o mundo e o ser humano é o desejo de se superar e sempre encontrar um novo desafio que nos dê o prazer da vitória, Márcio foi à luta atrás de novos desafios e realizações. E foi com a garra de quem estava começando agora na vida profissional, que ele tem se dedicado ao cinema.

E como não há nada que sendo feito com dedicação e profissionalismo não resulte em sucesso. Foi nisso que resultou a excelência profissional de Márcio Garcia no mundo do cinema, premiado internacionalmente, eleito um dos novos diretores revelação em festivais internacionais e agora em produção do seu segundo longa metragem. Como o próprio Márcio fala nessa entrevista exclusiva, ele é um contador de histórias. E foi com atenção, simpatia e a humildade (que prega a seus filhos) que Márcio nos recebeu para falar um pouco dessa nova fase profissional. Nosso muito obrigado a ele e muito sucesso.

Apresentador da MTV, da Globo, Record, ator, dublador e mais recentemente produtor e diretor de cinema, incluindo aí  uma produção internacional. É pouco ou quer mais?
Acho que está Ok. Apesar de o trabalho ser grande não posso negar que estou feliz e vivendo uma boa fase profissional. Como sempre procuro gostar mais daquilo que estou fazendo por isso hoje estou totalmente focado no projeto “Open Road” e o vivo intensamente como se nunca tivesse feito outra coisa na vida. Acho que este é o segredo para quem quer fazer muitas coisas; saber a hora de focar em apenas uma!

De tudo o que você faz o que acredita fazer melhor? Eu procuro dar o máximo em todo o trabalho que faço. Foi assim na minha primeira novela que rendeu muitos frutos, foi assim na minha última que não deu tão certo... Sou um cara de fé! Acredito que tudo pode dar certo, mas, aprendi que o resultado não depende só de uma pessoa. Respondendo a você, acho que farei melhor aquilo que der a sorte de fazer cercado do maior numero de pessoas competentes possível
Com todo esse empenho pro cinema vai ter espaço pra TV esse ano?  Tenho um projeto secreto pra TV, realmente não posso falar mas acho que será incrível. Sobre a novela do Agnaldo acho que não poderei fazer. Estou com um problema no meu joelho e devo operar em breve. E o personagem é um atleta... que precisa estar apto a fazer coisas que não estou. Já estou sem joga meu futvoley há meses...realmente esta caindo a ficha... sou um jovem de 41 anos. (risos) Tenho que me cuidar de verdade...


Quais os planos para MGP Produções? No momento estamos dedicados ao Open Road, pois a produção é 50% nossa. Temos outros projetos pro cinema como a versão longa metragem de "Predileção" e outro longa em parceria com Uri Singer, meu sócio nos projetos internacionais, The Brazilian que trará grandes atores americanos. Alem disso temos uma grande parceria com a Red Bull.
 
Como foi o resultado final de "Amor por Acaso" (Bad & Breakfast)? Teve boa aceitação? Rendeu como esperado? Foi OK... Acho que podia ter sido melhor. Fazer um filme em 18 dias é meio complicado. Tínhamos que fazer quase 50 takes por dia...apesar de ser um filme simples e despretensioso... o tempo foi muito curto... tivemos que correr demais... Não foi exatamente como o esperado mas até que ficou fofo.
É difícil um filme brasileiro, com "pitadas" americanas, fazer sucesso no exterior? Eu não diria que se trata de um filme brasileiro pois noventa por cento do texto é em inglês. Hoje o Brasil esta muito na moda por aqui. Existe uma aceitação muito grande. Mas o americano realmente tem dificuldade com legenda, não foi acostumado a isso. E claro que a cultura é bem diferente. Mas no caso de “Bed e Breakfast” acho que isto não pesou no mercado internacional mas sim no Brasil, Pois acho ainda mais difícil os brasileiros rirem das piadas americanas do que vice e versa.
Como estão os preparativos para “Opend Road”? Escalação de atores... é verdade sobre a participação de Cleo Pires e Ronaldinho? Estamos bem adiantados. Não conseguimos fechar com a Cleo, nossa protagonista é a Camilla Belle. Ronaldo é co-produtor e fará uma participação em uma seqüência. Já estamos fazendo leituras com Andy Garcia, Camilla e Juliette Lewis. Nosso protagonista não esta confirmado!
Esse novo filme te trará algum outro desafio? Você já sente alguma diferença significativa de "Bad & Breakfast" para "Open Read"? Acho que todo novo projeto é um desafio. Desta vez temos uma equipe um pouco mais experiente. Nosso DP (diretor de fotografia) é Jonathan Hall que fez Avatar, nosso PD (produtor de arte) é Shawn caroll de "Boys don't Cry", e temos o tempo que o filme demanda de fato. Acho que somando isso há um pouco mais de experiência e ao roteiro de Julia Camara que considero incrível, teremos um grande filme. 
Vejo que você está muito empolgado com cinema. O que está gostando mais dessa nova fase como diretor?  Sou um contador de histórias nato. Tenho uma visão estética de tudo que eu leio. Adoro cinema e penso que os desafios como diretor são vários; saber se aquela história vale a pena ser contada, saber se você sabe como contá-la, se você consegue colocar a história que você quer contar na tela; e encontrar as pessoas certas para fazer tudo isso acontecer. isso é empolgante? Eu acho!
Em 2009 você ganhou alguns prêmios internacionais como o Excellance in Acting no LABRFF (Los Angeles Brazilian Film Festival), foi premiado no Newport International Film Festival como Best Up and Coming Director e foi indicado para o festival de Vail e de Cleveland da Academy Award Director. Você esperava tudo isso? Como você encarou esse reconhecimento internacional? Sinceramente não. Primeiro por ser um filme do gênero que não tem muito a ver com festivais. Ficou realmente como eu queria, mas eu não esperava.
O que Andrea, sua esposa, te trouxe que você não tinha conquistado antes? Ah meus três filhos...! Andrea é uma super mulher, super mãe, sou fã incondicional dela. Andrea é demais, grande profissional, batalhadora...
Suas melhores produções são seus filhos? Com certeza! Eles são tudo pra mim. São dois meninos e uma menina.
Prestes há completar 41 anos, porém com o mesmo ar jovial de quando apareceu na TV pela primeira vez. Foi complicada a chegada aos 40? Como você encarou (ou encara)? 41 pesa mais que 40. De 39 pra 40 não fez muita diferença, mas 41 eu acho que sim. A idade te traz mais serenidade para fazer as coisas. Hoje em dia tenho muito mais calma e paciência. Você canaliza melhor sua energia. Quando se é jovem quer se fazer tudo logo, rápido, sem pensar muito.  Com mais idade você aprende a não desperdiçar energia sem uma boa razão.
Sempre que pode você é visto praticando esportes na praia com os amigos. O que mais você faz para manter a forma? Eu malho em casa. Como estou com problemas no joelho, estou sem poder jogar meu futevolei há tempos. Mas a Dra. Andrea Santa Rosa cuida de mim, da minha alimentação... E te garanto alimentação saudável faz toda diferença.
Até que ponto você é vaidoso? Que hábitos você adquiriu ao longo do tempo neste sentido? Sou pouco vaidoso. A Andrea pega no meu pé e me deu uns conselhos um pouco (risos). Por mim só usava camiseta, uma calça jeans e chinelo... mas não rola... Protetor solar, e claro, "Head & Shouders"! (risos)
Que valores você cultiva que vieram de herança da sua criação? Amor, amizade e confiança... Li um livro, depois que meu primeiro filho nasceu; “Pais Brilhantes, Professores Fascinantes”, de Augusto Cury, recomendo até pra pais experientes. Humildade é fundamental na educação, saber pedir desculpas. O ser humano tende a não assumir que erra. É muito importante os pais demonstrarem não só a verdade mas suas falhas e erros pros filhos, é um exemplo fundamental. Estou sempre perto deles. Sou de colocar pra dormir, faço questão de pegar ou deixar na escola. Sei que este tempo voa e quando se vê...eles já não são mais crianças.


Assista o vído com o making of do ensaio:


Texto - André Porto e Nadezhda Bezerra
Fotografia - Wagner Carvalho
Assistentes de Fotografia - Alexandre de Paula e Ricardo Perri
Imagens - Ricardo Perri
Edição - Wagner Carvalho (www.wagnercarvalhophotographer.com.br )
Assessoria - Dudi Cotrim
Coordenação de Produção - MD Produções (
www.mdproducoes.com)
Produção/Estilo - Vanessa Cordeiro
Make-up - Suzana Caneca - Maison du Maquillage
Agradecimentos – Armani Exchange

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