quarta-feira, 4 de maio de 2011

DESTINO: Las Vegas & Grand Canyon, a cidade que é uma festa e o monumento que é uma beleza.

Um Oasis no meio do deserto, Las Vegas já impressiona quem chega ao aeroporto. Depois de sobrevoar o deserto por horas surgem na janela do avião os extravagantes e bizarros prédios dos principais hotéis da cidade. De longe se avista uma pirâmide do Egito, a Torre Eiffel, o Skyline de Nova York e um castelo medieval lado a lado no famoso Las Vegas Strip.

Apesar de hoje ser uma cidade grande, Vegas ainda se resume para a maioria dos visitantes ao Las Vegas Strip: uma avenida com cerca de dois quilômetros onde se concentram os principais hotéis cassinos da cidade. Nem pense em ir a Vegas e não se hospedar em um deles! O barato da cidade é que hospedar-se em um desses hotéis e não custa caro.  Mais preocupados em lucrar com seus cassinos os grandes hotéis oferecem quartos luxuosos a preços bem modestos. A diária costuma variar entre USD 400 no maravilhoso Wynn, até USD 60 no esquisito Excalibur, que apesar de brega tem quartos confortáveis e uma bela piscina, além de proporcionar a experiência bizarra de hospedar-se em um castelo de conto de fadas com dragões, magos e Cavaleiros Medievais circulando pelos corredores.

Nessa viagem eu me hospedei no Venetian. Por USD 206 ganhei um quarto maior que o meu apartamento em São Paulo no trigésimo terceiro andar do prédio com vista para o deserto e o famoso Las Vegas Strip. Da recepção ao quarto foram quase 40 minutos caminhando por máquinas de caça níqueis, mesas de Poker, galerias enormes de shopping com canais e gôndolas que imitam Veneza. O exagero e a ostentação são marcas registradas de Las Vegas. Dentro desses hotéis gigantescos uma fauna de pessoas de todos os estilos e idades, caminha pelos cassinos, bares, lojas e boates gastando dinheiro, a maioria leva na mão uma Marguerita gigante ou um latão de cerveja, cena rara em outras cidades dos EUA.
Para entrar no espírito de Vegas a melhor pedida é abandonar o conceito normal de turismo e aproveitar o que a cidade tem de melhor: experiências inusitadas, ótimos restaurantes, excelentes shows, piscinas bem frequentadas, e uma vida noturna incrível. Portanto deixe pra lá o show das águas do Bellagio, a visita a Torre Eifel do Hotel Paris ou passeio de gôndola do Venetian, e comece com uma cerveja gelada na piscina do seu hotel. Cansado do sol do deserto a beira da piscina a grande pedida é fazer um passeio de helicóptero para o Grand Canyon. A Mavericks faz vôos diários regulares de hora em hora em aeronaves para até seis passageiros. A viagem até o Canyon dura 45 minutos e chegando lá o helicóptero pousa na beira do abismo onde você ficará por 30 minutos admirando a beleza incrível de um dos poucos lugares feitos pela natureza da região.



Se a sua paixão é carros saiba que em Vegas você pode alugar uma Ferrari ou fazer um curso de pilotagem de Nazca no autódromo da cidade. Aproveite também para consultar o concierge do seu hotel sobre os shows que estão em cartaz. O show “Ka” do Cirque du Soleil foi um dos mais impressionantes que eu já vi. Dizem que o “Ó” é ainda melhor. Outra dica importante é escolher bem onde você irá jantar. Vegas tem restaurantes excelentes para todos os bolsos. Quem tem de sobra para gastar pode ir ao Picasso que tem uma coleção de mais de 30 obras autenticas do pintor, os mais modestos podem curtir a variedade do buffet do Bellagio por pouco mais de USD 40 com tudo incluído, já os mais ecléticos podem provar os fantásticos pratos asiáticos do Jasmin. Opções não faltam e não há desculpas para uma refeição no McDonald’s além de ausência total de paladar.

Depois das dez da noite prepare-se para o melhor de Vegas. Capriche no visual e encare algumas das melhores casas noturnas do mundo. Nessa empreitada ajuda estar em um bom hotel. Hospedes tem preferência na fila e no acesso às casas noturnas. No Venetian tive o privilegio de conhecer a Lavo uma das mais badaladas do momento. No mesmo complexo fica a TAO que agrada o público na casa dos 20. Se quiser partir para outros hotéis peça ao seu concierge para colocar o seu nome na lista e tente chegar antes da meia noite.
O novo hotel Cosmopolitan tem excelentes opções. Não importa aonde você vá vale terminar a noite no mais tradicional after Hour de Vegas – o Drais. Localizado no complexo do antigo Hotel Flamingo o Drais abre as portas às 2 da manhã e só começa a lotar às 4 da manhã. Entrar aqui é sempre missão difícil. A fila é uma aglomeração de pessoas tentando chamar a atenção dos seguranças. Se estiver em um grupo de quatro ou mais pessoas vale comprar uma mesa. Se esse não for o caso prepare-se para oferecer uma contribuição pessoal ao segurança. A pedida em Vegas é curtir a noite como se não houvesse amanhã.

Texto: Fernando Russo
Fotos: Divulgação, Fernando Russo, Júlia Fraga

SERVIÇO:Maverick - 6075 Las Vegas Blvd S
Las Vegas, NV 89119, EUA
(702) 261-0007

Venetian Hotel - 3355 S Las Vegas Blvd
Las Vegas, NV 89109, USA
877-859-5095

Lavo - 3325 Las Vegas Blvd S # 1760
Las Vegas, NV 89109-1414, EUA
(702) 791-1800

Drais Afther Hour -

3595 Las Vegas Blvd South
Las Vegas, NV 89109-8918, EUA 
(702) 737-0555
www.draishollywood.com



“Inicialmente tenho que informar que não sou muito chegada em fotografia, mas se tinha um lugar no mundo onde eu queria tirar uma foto, este lugar era o Grand Canyon. Tenho um amigo (ateu) que certa feita me disse que lá foi o lugar onde ele mais sentiu a presença de Deus. Lógico que fiquei curiosa, mas demorei muito a ir. Mais ainda para escrever esse texto.

Fui em novembro último, passei quase uma semana em Vegas (uma grata surpresa para mim, que não gosto de jogo, mas esta é outra historia). E lá ou eu andava de helicóptero ou meu filho nascia com hélice. Ainda no embarque em Recife, encontrei um primo que me aconselhou não ter muito apego ao dinheiro e fazer o passeio de helicóptero para o Grand Canyon.  Não vou negar, é caro! Mas vale cada cent!

A paisagem é deslumbrante, tudo é imenso e você realmente sente a presença de Deus por lá. Vendo de cima, como vi, você tem a exata dimensão do quanto é pequeno. O rio Colorado atravessa todo Grand Canyon e sua bacia hidrográfica é uma das mais bem aproveitadas do mundo. No tour aéreo sobrevoamos a Barragem de Hoover, perto de Las Vegas, considerada a maior dos EUA, que é usada para navegação e lazer, bem como controla o regime do rio e seus numerosos canais de irrigação e diques.

Quando o vôo termina vem a melhor parte, o Skywalk, uma passarela de vidro sobre o precipício que lhe dá a sensação de flutuar no abismo. Olhar para baixo não é muito recomendável. Descortina-se diante de você um mundo de pedras enormes, entrecortado por um dos mais longos rios do mundo, mas que, visto dali, parece um riacho.

Meu companheiro de viagem achou o tempo em terra curto. Eu não, mas eu num gosto de fotos lembram-se? Verdade seja dita, de carro, de helicóptero, de qualquer meio de transporte, o Grand Canyon é um passeio imperdível! Ah, já ia esquecendo: é claro que enjoei no vôo, mas isso também faz parte.”

terça-feira, 3 de maio de 2011

MUSA: Caren Souza, a bela vencedora do "Casa Bonita" é simplesmente incrível!

A beleza de Caren Souza chama atenção logo de cara. Mas ao falar com ela percebe-se que além de bonita ela é a simpatia em pessoa. Sorridente e alto astral Caren é a vencedora do reality do canal Multishow, Casa Bonita. Ruim de dança, mas ótima de papo, Caren é sincera e segura de sí. Nada de papas na língua, diz o que pensa e corre atrás dos seus desejos. Depois de tanto homem na capa só uma beleza como essa para nos fazer babar diante de tanta graça e beleza. Conheçam um pouco mais dessa simpática gaúcha. Aprecie sem moderação!

01 - Como você chegou até a Casa Bonita? Esperava ganhar? Fui indicada por uma  amiga, ela não ia mais poder participar e quis me indicar pro seu lugar! Era pra ser! Em nenhum momento eu imaginava chegar entre as finalistas, não por não merecimento ou falsa modéstia, o que aconteceu foi que pra mim o reality era uma "colônia de férias"!! Pra mim foi tudo uma grande brincadeira, que acabou resultando na minha vitória, talvez por isso eu fosse pras provas bem tranquila... Isso pode ter me feito chegar tão longe!

02 - A que você atribui essa vitória, simpatia, sorte, carisma ou desempenho? Não conto com sorte em nenhum momento da minha vida. Acho que a sorte é a gente que faz! Simpatia talvez, porque a maioria das gurias era minha amiga dentro da casa. Isso fez com que eu nunca tivesse ido pro paredão nenhuma vez e não ter ganhado nenhum voto nunca também até a final onde só restaram cinco na casa e tínhamos que votar umas nas outras! Carisma idem simpatia... E desempenho com certeza foi um dos fatores decisivos pra minha vitória! Sem bons desempenhos eu teria caído facilmente no paredão! E vou te confessar que se eu tivesse caído no paredão eu teria saído, pois não danço nada, e os paredões eram de dança!!


03 - Qual será seu maior desafio, não ser rotulada pela sua beleza ou manter essa beleza física e cuidar do intelecto? Com certeza manter a beleza e cuidar do intelecto! Como era tudo por pontuação o desempenho contou e muito pra eu ganhar o CB2, e as provas que mais valiam eram os quizz de perguntas e respostas. Que VALIAM O DOBRO DOS PONTOS!! Então me orgulhei muito de ver meus estudos valendo em algo na pratica! Isso é muito gratificante!


04 - Que tipo de homem te atrai e qual a cantada infalível? Hummm... gosto de homem com "cara" de homem, acho que homem não pode ser vaidoso demais, na boa, uma coisa é o cara se cuidar outra é ele disputar o espelho contigo!! Não precisa ser muito mocinho de novela não, acho hipócrita esse negócio de fidelidade, as pessoas deveriam ser LEAIS antes de fiéis! As mulheres falam: ”aiii quero um homem sincero e tal...” mas se o cara falar a real mesmo, que sim ela tá com celulite, que sim a amiga dela é gostosa, aí vão achar ruim! Aí elas vão achar outra coisa pra implicar!! Tipo elas querem sinceridade, mas não estão prontas pra ouvir!  Gosto de homem que me respeita, me elogie e que me mima! SOU MTO MIMADA!! Mas não sou chata não! E também sou uma gatinha, pois AMO um afago, um cafuné! Deliciaaaaaaaaaaa!!
05 - Num encontro que pode terminar na cama, mais vale uma mentira sincera do que uma verdade nua e crua? A resposta acima responde! Prefiro mil vezes a verdade nua e crua! E na hora certa de ouvir verdades é nestes momentos, pois não há rótulos ainda, ninguém tem o que perder! E outra que uma verdade nua e crua serve também pra sabermos onde estamos pisando!

06 - Por falar em nua, você tem algum tabu com nudez? Um ensaio mais ousado está nos seus planos?
Nenhum tabu!! Pelo contrario, fiz até alguns sites sensuais já, mas na época sem silicone, bem guria nova mesmo!! (risos) E também eu era gordinha, agora estou magra, turbinada e muitoooo gostosa, vou ter vergonha de que? Quero mais é que todos vejam o quanto fiquei bonita, como uma fênix! (risos) E ainda tem meu site, que está quase prontinho! Nele terá novos ensaios, só pra quem assinar! Um SHOW!

07 - O que você curte para relaxar? É mais do dia ou da noite?
Sou completamente da noite! Se eu pudesse eu iria pra cama uma oito da manhã e acordava lá pelas 16h da tarde. AMO A NOITE! Pra relaxar eu ando de patins. É ótimo pra relaxar no fim do dia!

08 - O que esperar de Caren daqui por diante? Quais seus próximos passos? Aiii aquela velha história dos projetos... (risos), mas sim vários projetos meeeeeesmo. Agora em 2011, dois deles não posso contar nem sob tortura, só posso adiantar que são de emissoras diferentes!!! Mas posso adiantar que os homens principalmente, vão adorar!! (risos). Fiquem no aguardo que em breve.


Por: André Porto
Fotos: Angelo Pastorello
Contatos: caren.lindaa@hotmail.com
Assessoria: Patrícia Alves - 11 9101.6418 e 11 30978902
Agradecimentos: Patrícia Alves e Caren Souza

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segunda-feira, 2 de maio de 2011

SEXO: Etiqueta Sexual - Nunca é demais saber um pouco mais.


Se você pensa que etiqueta só se aplica a mesa, enganou-se, se aplica também na cama. E algumas regrinhas de conduta podem auxiliar e muito neste momento de intimidade e levar você e sua parceira ao ápice do prazer.

Sedução - olhares, gestos, atitudes... deixe claro o seu desejo e assim desperte o desejo na mulher que você quer levar pra cama.

Verdade - deixe claro que o que você quer é sexo, mas não seja ríspido, grosseiro e sem um mínimo de sentimento pra ela não se achar uma boneca inflável;

Vamos para outro lugar? - frase feita é corta tesão, se não tem nada pra dizer, não diga nada, simplesmente pegue a mulher pela mão e a conduza, ela vai adorar sua proatividade. Mas atenção, é pela mão, e não pelos cabelos como se fazia na idade da pedra, viu?

A conta - antes de levar a gata para uma noitada de prazer verifique se seu cartão de crédito tem saldo porque, sob hipótese alguma, você deve rachar a conta... se fizer isso é arriscado ela querer rachar seu "amiguinho", melhor se prevenir;

Água e sabão - se você acha que precisa de um banho antes de ir pra cama, faça um convite ao pé do ouvido da gata como quem fala de uma fantasia sexual, você resolve a sua higiene e ainda excita mais a garota;

Sem forçar - muitas mulheres são liberais mas não totalmente desinibidas, ou seja, topam fazer sexo casual mas não se sentem à vontade para fazer "de um tudo" na cama, portanto, não force nada meu camarada, pelo contrário, respeitar o timing dela pode ajudá-la a ficar mais leve e solta e você só terá a ganhar com isso;

Cuidado com o nome - Não precisa saber a origem do Brasão da família dela, mas pelamordedeus não troque ou esqueça o nome da menina! Isso não tem perdão e é mais que descaso. Se você sofre de lapsos de memória então arrume um apelido carinhoso que não te comprometa.

Sexo e não terapia - Rolou uma atração forte e vocês dois foram parar na cama. Ótimo, aproveite bem, curta, relaxe mas não vá falar dos seus problemas pra moça, suas desventuras sexuais ou do seu receio de ficar careca, ela não está lá pra isso. Ao contrário, fale do desejo que sente por ela e faça elogios ao corpo e a performance dela.

Camisinha sim - nada de querer convencer a gata a transar sem cuidados, você é um louco se fizer a proposta e ela ainda mais se aceitar. Sexo bom é sexo seguro, e sexo seguro é garantia de sexo pra sempre. Pense nisso antes de querer deixar seu pintinho descoberto. Ah, vale ressaltar que a obrigação de ter os preservativos é dos dois, heín?!


Ops - sexo implica em junção de corpos e os corpos muitas vezes exalam odores ou soltam gases contra a vontade de seus donos, o que naturalmente constrange a todas as partes envolvidas certo? A sugestão, faça de conta que não viu, ouviu ou sentiu e se concentre no serviço, será bem gentil da sua parte, acredite!


Off - telefone ou qualquer outra mídia devem estar desligados e desligado não é no vibracall ou silencioso. Nada de interferências externas atrapalhando, fica feio estar num clima sexual com a gata e parar para atender uma ligação ou tuitar! É feio e corta tesão, viu?

Fingir é proibido - sexo bom é sexo de verdade, então nada de fingir orgasmos e essa regra vale pras duas partes. Caso você perceba ou sinta que a gata não tá curtindo, fale com jeitinho, peça pra ela te guiar pelo corpo dela e faça o mesmo com ela. E ainda vale lembrar que orgasmo não obrigatoriedade de prazer, no sexo tântrico, por exemplo, o homem passa horas e horas prazerosas sem ejacular. Fica a dica!

Não subiu - Nada de entrar em pânico porque você não teve uma ereção, isso não é o fim do mundo e deve ser encarado com naturalidade. Claro que se a menina faz carinha de peninha isso pode piorar ainda mais a situação, o ideal é ser criativo e não dar tanto valor ao pênis, afinal, há ainda a língua, os dedos, vibradores e muitas outras formas de se ter prazer, certo? E olha que se você relaxar, seu amiguinho pode dar aquela subida inesperada e fazer você rir disso tudo depois.


O caminho das índias - se a gata mudar de posição ou sutilmente conduzir suas mãos é sinal de que o que você está fazendo não seja exatamente o que ela mais gosta, aceite as sugestões numa boa e leva ela ao prazer intenso. O mesmo serve pra você, de forma sutil você vai dizendo a ela o que deve fazer pra enlouquecer você na cama.

Sem engolir - não encane ou faça cara feia se sua parceira não engolir seu sêmen depois de um sexo oral (aliás, já comemore por ela ter feito oral em você na primeira vez!). Como já dissemos antes, em uma primeira vez, e num sexo casual, nem todo mundo se sente à vontade pra tudo.

É pra beijar sim - depois do sexo oral, a regra é clara (como costumam dizer no futebol) é pra beijar na boca sim. A recusa pode dar no outro a impressão de nojo, e aí não faz o menor sentido, concorda?

Na minha posição ou na sua? - Na dos dois, não tem isso de homem ter privilégios na posição preferida ou a mulher, fica um pouquinho em cada uma e todo mundo fica satisfeito;

Por trás - meu camarada, para chegar na preferência nacional tem de ter jeitinho. Vá com calma e carinho, use os dedos, sinta a reação da parceira, mas não insista ainda mais em um primeiro encontro. Vamos repetir: nem sempre se fica à vontade para fazer de um tudo no primeiro encontro, ainda mais de um sexo sem compromisso.

 Ok, era um encontro casual, sexo, prazer, diversão e nada, nadica de promessas românticas ou planos pra se tornarem um casal. Ainda assim, meu caro Don Juan, não precisa encarar a dama como jornal do dia anterior, certo? O mundo moderno e a liberação feminina não dispensam gentilezas e educação.
Deu sono? - então amigo, controle. Virar pro lado e dormir é a mesma coisa que dizer que era só aquilo mesmo e que ela já pode ir embora. Coisa mais indelicada, né? Abrace, converse, dê beijinhos, mas jamais vire e durma, ok? E sim, isso serve para o sexo casual.

Na casa dela - Só fique pra dormir se for convidado, não é toda mulher que quer acordar com um "estranho" por mais estranho que isso possa parecer. Tendo dormido, não saia à francesa, acorde a gatinha e diga que precisa ir embora de forma carinhosa, na pior das hipóteses, deixe um bilhete, igualmente carinhoso.

Na sua casa - Se quer que ela durma na sua casa, faça o convite, se não quer, seja gentil e encontre uma forma de dizer isso sem parecer uma expulsão (exercite sua criatividade bonitão!). Em um caso ou outro nunca, nunca mesmo, deixe de levá-la em casa, seja a hora que for. E nem ouse chamar um taxi ou oferecer um vale-transporte! (o mesmo serve para o caso de terem ido a um motel)

Não crie expectativas - o cuidado com o outro (neste caso, outra) é sempre indispensável, não deixe parecer o que não é ou não quer, seja claro, sincero e até mesmo direto, o que não implica ser grosseiro ou insensível;

Não julgue - o caráter da garota não estar no fato dela ter atendido a um desejo e ter feito sexo sem compromisso ou com um cara que acabou de conhecer, isso não é falta de vergonha é tesão, e cá pra nós você bem que gostou, certo? Então, mantenha o respeito.

Cuidado com a língua - Evite as expressões do manual do canastrão: "te ligo","a gente se vê", "vamo marcar de novo"...saia dessa com uma despedida bacana e um elogio a noite que tiveram.

Foi bom pra você? - Jamais faça essa pergunta, você pode não gostar do que vai ouvir. Se você prestar atenção na sua parceira e estiver disposto a lhe oferecer prazer, vai saber sem sombra de dúvidas se foi bom pra ela.


Texto: Nadezhda Bezerra
Fotos: Divulgação


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sexta-feira, 29 de abril de 2011

ENTREVISTA (especial cinema): Marcus Baldini


O desejo de mudar somado a uma boa história pra contar, taí uma junção que pode render um belo sucesso de público. Foi o que aconteceu quando o diretor de comerciais publicitários Marcus Baldini resolveu que era hora de realizar um desejo antigo, ser diretor de cinema. Claro que não bastava só isso, é preciso talento pra contar uma história e forma corajosa e fiel sem ultrapassar os limites do bom gosto. E a polêmica Bruna Surfistinha terminou parando nas telas de cinema e sendo elevado a filme mais visto do ano até agora. O talento de Marcus ainda cativou a atriz Deborah Secco que sem pudores se despiu de rótulos e encarou juntamente nesse projeto de sucesso. Começando com o pé direito, Marcus tem garra e talento pra muito mais. O mundo da propaganda pode até perder um grande diretor de comerciais de sucesso, mas o cinema nacional com certeza ganhará um grande diretor de filmes capaz de arrastar multidões com ótimas histórias pra contar. Assim como essa entrevista.

Quando decidiu prestar vestibular pra Rádio e TV na ECA, o seu objetivo já era chegar ao cinema? Na verdade eu sempre quis fazer cinema. E na época achava o cinema nacional muito fraco, queria fazer algo. E o curso de Rádio e TV seria o caminho mais fácil para chegar até isso. Inclusive no ano em que cursei, foi numa turma que começou a juntar os cursos de cinema com rádio. E foi perfeito.
O que é mais difícil em um filme: conseguir um bom elenco ou uma boa verba? O mais difícil é ter certeza do seu projeto, é ter certeza em relação a seu filme. Ter um projeto legal. No meu caso foi difícil por que todo mundo tem um certo preconceito a figura da “garota de programa”, e isso cria uma rejeição muito grande. Isso dificultou para captação de verba. Os atores não, eles vieram de acordo com a construção do filme. Foi mais fácil, foi decorrente do processo.
Que significado tem pra você a célebre frase de Glauber Rocha: “Uma câmera na mão e uma idéia na cabeça”? Essa frase é símbolo de uma geração, vem de uma liberdade estética mais autoral. Mais livre em função da arte, tipo colocar a câmera com leveza, como se fosse uma caneta. Passa uma forma mais lírica, passar uma idéia de fábula, e não uma linguagem documental.
O mercado publicitário atual está mais interessado a fazer campanhas que ganhem prêmios ou que vendam produtos? É difícil ter os dois? O que acontece hoje é que as mídias estão muito divididas. Tenho visto muita coisa legal na web, coisas muito mais legais para a internet que tem um descompromisso maior. Bem, a Nextel é um bom exemplo disso. Recentemente fiz um comercial para eles com Neymar e o pai. É mais divertido e interessante. Mas não sei avaliar o retorno. Isso é mais com o departamento de marketing. Mas um bom comercial tem que vender o produto. Agora conseguir vender o produto de forma inteligente, que mexa com as pessoas, é outra coisa. (risos)
Trabalha na MTV é tão legal e descontraído como parece? O meu trabalho na MTV foi muito feliz, num momento em que a MTV era mais descompromissada com audiência e mais focada em clipes. Era mais vanguardista. Um momento interessante. O meu trabalho era de fazer as chamadas, não participava dos programas, mas fiz muitos amigos lá. Foi o meu primeiro contato com o audiovisual que tive. Mas era legal por que me vi ali tendo acesso ao arquivo da fitoteca da MTV, e quando tinha uma folga, corria pra lá. Imagina eu ali com acesso a todos os vídeo clipes na época....
Programa de TV, publicidade, cinema... O que mais tem a ver com você? Eu acho que a linguagem que mais fala comigo é o cinema. Hoje ta difícil separar, a dramaturgia faz mais parte da publicidade. É essa linguagem que curto. Tanto que algum tempo atrás fiz a série “Natali” e mais recentemente a série “Pré-Amar” da HBO. Tenho vontade de trabalhar com dramaturgia, fazer cinema, séries de TV...
Quais campanhas te marcaram pessoal e profissionalmente? Aquelas que você tem orgulho de ter participado? Uma campanha da Kazin que fizemos, com um velhinho que pilotava uma moto... E eu ficava imaginando onde colocar o velhinho, ele empinando a moto... Na época inclusive ele deu entrevista para programas de esportes radicais. Muito bom. Outro filme que curto, foi da Grandene, com participação de atores e artistas... Teve também um cromo da HBO para a série “Aline”, que mais... uma campanha de bombom Garoto, Surreal...
Você acha que o cinema hoje está influenciando muito a forma de se fazer publicidade ou a publicidade que está influenciando o cinema? As duas coisas têm referências mútuas. Agora mesmo que voltei a trabalhar com propaganda, é um trabalho que envolve atores, direção de atores, referências de cinema.
Por que fazer um filme sobre Bruna Surfistinha? Então, eu estava no momento da minha inquietude, me sentindo limitado. Desde que comecei a fazer propaganda eu queria fazer cinema. A publicidade foi a porta de entrada. Não sou do tipo de diretor que senta e sai escrevendo um roteiro. E eu precisava de uma história pra contar. E Bruna surgiu nesse momento (2006). Li o livro e me interessei pela história. Eu achei que a personagem era muito interessante. Tinha uma ausência de culpa e um certo veneno nessa garota.
Pode-se dizer que Bruna Surfistinha é um divisor de águas na sua carreira? Ah foi! Do ponto de vista cinematográfico, não foi para mim só um lançamento de um filme, foi um debut no cinema. Um encontro comigo mesmo. Uma constatação do meu trabalho.
Foi muito difícil convencer Deborah Secco a se expor daquele jeito tão natural e provocante? Que argumentos você usou? A Deborah nunca foi um problema. Ela achou interessante a forma de contar a história dessa garota. Ela teve muita sintonia desde o começo. A Deborah realmente se dedicou, mergulhou na personagem. Até pelo histórico dela de personagens provocantes. Ela queria se desatrelar das outras personagens. Colocou-se de outra forma. Ela tinha uma vontade de fazer e não se preocupar em exibi-la de forma sensual. Não precisei pedir nada. Fizemos o filme sem limitações, depois fomos editando. As cenas de sexo são para contar a história. Já era um lado muito forte da personagem, não precisava mostrar além. Eu queria contar a história.
O filme já chegou à marca dos dois milhões de expectadores em todo o Brasil. Você esperava por isso? Eu sabia que existia um interesse muito grande para ver o filme por parte do público. E a gente já sabia do interesse da mídia. Mas eu tinha uma grande dúvida se seria bem recebido. Tenho satisfação pelo filme. Não tinha medida. Só esperava que as pessoas gostassem dele.
A que se deve esse sucesso todo? Qual é o doce veneno do escorpião? Eu acho que à história. As pessoas já tinham uma idéia pré-concebida. Ninguém vai ao cinema sem ser ter ouvido falar nele, de quem é a Bruna, de quem é Deborah Secco... A surpresa positiva que as pessoas tem, é um lado positivo da história é que as pessoas se deparam com o drama, a reflexão que o filme traz. Aí está o sucesso. E por que também todo mundo vê como foi feito com muita verdade, sinceridade por parte de toda a equipe.
Por que correr é fonte de inspiração pra você? Correr é meu yoga, meu mantra. Você vai correndo e extravasando tudo, sua cabeça vai se esvaziando. É uma forma de me comunicar com o presente. Quando estou com a cabeça muito cheia, muito tenso, corro pra desatar os nós, ter idéias...
E o que te inspira daqui por diante? Eu tenho um projeto novo, o “Sonho Verde”. Que é a história de um playboy da zona sul de São Paulo que sai de férias e cai num garimpo de esmeraldas. Lá ele tem que se virar para sobreviver naquele ambiente. É o primeiro projeto que eu estou escrevendo (o argumento), por que a história vem depois, o roteiro.
Se cinema e publicidade é seu trabalho, o que seria seu hobby? O que curte fazer pra relaxar? Pois é complicado por que na minha profissão tudo está interligado de alguma forma. Quando chego em casa não consigo olhar a TV. Então pra relaxar eu curto a corrida... Cozinhar e ler. São as três maneiras que relaxo, quando não estou curtindo com minha filha.

Por: André Porto e Nadezhda Bezerra
Fotos: Divulgação
Agradecimentos: Daniela Bassit e Caroline Medeiros (
www.pontotres.com.br )
Agradecimento especial a Marcus Baldini


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ENTREVISTA (especial cinema): Leo Falcão

Enquanto brinca com seu ócio, como o próprio Leo Falcão diz, Leo sai se aventurando  por diversos caminhos, seja por cinema, música, quadrinhos, literatura ou mesmo desenhos e ilustrações. O importante, para esse inquieto Leo Falcão, é ir se descobrindo e descobrindo sua capacidade criativa em diversas mídias. Premiado nos festivais de cinema, como o Cine PE, Leo hoje transita por jogos e quadrinhos. Porém se espalha mesmo quando o assunto é cinema, contar ótimas histórias sejam elas reais ou não. O importante é criar. Criatividade que descobriu no curso de Propaganda e Publicidade e não largou mais. Conversamos com o inquieto Leo e descobrimos que o céu é o limite para esse Falcão que traz a veia criativa dos tios João e Adriana Falcão. 

O seu blog “Leitor Ótico” é mais um espaço profissional ou pessoal?
Acho que os dois, até porque eu não dissocio tanto uma coisa da outra. De toda forma, estou trabalhando num novo site, mais completo, em que possa dividir melhor crônicas, notícias, vídeos e meus experimentos literários. Devo estar lançando no segundo semestre.

Você foi o primeiro cineasta pernambucano a filmar no formato digital. Pra você as novas ferramentas tecnológicas mais ajudam no produto final ou faz perder um pouco o charme original do cinema de arte? O cinema sempre foi tecnologia, e qualquer atribuição de "charme" vem da glamorização feita pela indústria. E o cinema "original", mesmo aquele que apresentava alguma intenção artística, demorou a ser considerado uma atividade digna de figurar no hall da arte. Certamente que são dinâmicas diferentes de produção que resultam em trabalhos finais diferentes, mas via de regra trata-se sempre de uma expressão audiovisual intermediada por aparatos técnicos. O que importa mesmo é o que você põe na tela, e de como você consegue utilizar o formato a seu favor. Hoje em dia, é possível conseguir uma qualidade excepcional com suportes digitais — e charme também.

A publicidade te levou ao cinema ou o cinema te levou a Publicidade? Meu ingresso no mundo publicitário foi meio contingencial, pois na época era a forma de conciliar um monte de coisas que eu queria continuar fazendo e não sabia por qual optar (texto, desenho, música). E foi no curso de publicidade que aconteceu um episódio que costumo contar, de como descobri um possível talento para o cinema. Eu apresentei algumas páginas de quadrinhos para um professor que trabalhava com cartuns, e ele me disse que meu traço não tinha identidade (ele estava certo!), mas que eu daria um bom diretor de cinema. Meio frustrado, perguntei por que, e ele respondeu que os enquadramentos e o fluxo de montagem estavam muito bons. Neste sentido, acho que nem o cinema me levou à publicidade, e nem o contrário — acho que a escrita, os quadrinhos e a música me levaram aos dois. Da mesma forma, o cinema veio para preencher uma lacuna que permaneceu na minha vida depois que eu comecei a trabalhar com publicidade, que era a de contar histórias. Em termos técnicos, foi na publicidade que comecei a conhecer e praticar a gramática cinematográfica, além de ganhar experiência e estabelecer relações com produtores e técnicos. Neste sentido, meu trabalho em publicidade veio antes, mas não foi o que definiu minha carreira cinematográfica. Tudo aconteceu de forma bem natural, me parece.

Qual dos prêmios que você já ganhou foi mais representativo para sua carreira? Cada prêmio tem uma história, e não saberia dizer qual foi o mais importante. Lembro de alguns momentos especiais, como o primeiro que ganhei fora de casa, o da TV Cultura no Festival de Curtas de São Paulo. Foi especial porque eu não esperava, e terminou dando alguma visibilidade para a minha carreira. Mas também foi bom ter ganhado melhor roteiro de curtas digitais no Cine PE de 2007 — gosto do resultado e do filme, e na época fazia algum tempo que não frequentava festivais. Enfim, prêmios são bons se contribuem para você continuar trabalhando e indo mais longe.

Seus tios, João e Adriana Falcão, são sucesso na TV. Isto não te inspira a investir neste meio mais do que no cinema? A TV tem dinâmicas bem menos autônomas que o cinema, e é preciso saber jogar com elas. Eu me aventuraria na TV, sim, como me aventuraria em qualquer mídia — tenho feito isto, na verdade, com “Santo por Acaso” para a TV Jornal, em 2007, e “Carícias”, primeira peça de teatro que dirigi, em 2009. Recentemente, fiz alguns roteiros para jogos e instalações multimídia e estou cogitando fazer quadrinhos de novo, praticando um traço mais solto. Enfim, estou tentando fazer com que minha falta de foco se torne algo produtivo.

A sala de aula é um lugar de inspiração para futuros roteiros? Qualquer lugar é inspiração para roteiros futuros (ou presentes, no caso de você estar à caça de idéias para algo que já esteja sendo desenvolvidos). Mas pra mim a sala de aula é prioritariamente um espaço pra trocar idéias e dar vazão a outros roteiros, não meus. Tenho muita consciência do meu papel de professor neste sentido.

Pra quem você faz filmes? Muitos cineastas respondem que fazem filmes para si mesmos. Eu não sei se posso dizer isso, pois tento me comunicar com o público, mesmo que dentro de estatutos que estabeleço como expressivos de cada trabalho. Acho que eu faço filmes para o público, porém para um público parecido comigo. Talvez dizer isso seja a mesma coisa de afirmar que faço filmes para mim mesmo, mas há uma sutil diferença. Eu quero que a obra reverbere no público, mas antes de tudo quero estar feliz com ela. No fim das contas, quem está falando sou eu.

Ler, ver e ouvir. O que você curte em cada categoria dessas? É difícil dizer, tem muita coisa boa feita no mundo. Mas pra dar um resumão, em literatura me agrada muito as histórias fantásticas e policiais inglesas, como Agatha Christie, Conan Doyle, Edgar Allan Poe e, mais recentemente, Neil Gaiman, Suzanne Clarke, Paul Auster e Alan Moore. Gosto também de Umberto Eco (tanto sua produção literária quanto acadêmica) e outros nomes da literatura latina como Borges, Cortázar, García-Marquez e Saramago. Calvino e um escritor italiano contemporâneo chamado Alessandro Baricco também. A lista seria infindável se incluirmos outros clássicos, mas vamos parar por aqui. Em cinema, é igualmente difícil dizer, mas pensemos em Hitchcock, Eisenstein, Wilder, Capra, Truffaut, Kubrick, Fellini, Antonioni, Wenders, os filmes do Monty Python, além de outros contemporâneos como Paul Thomas Anderson, Lars von Trier, Alfonso Cuarón e Wong-kar Wai. Quanto a ouvir, Beatles e um monte de outras coisas. A música pra mim é um terreno infinito.

Você se define como Cineasta, professor e músico mas se tivesse que optar por apenas uma dessas 03 profissões, qual seria? Se fosse só uma, acho que nenhuma delas. Sou um contador de histórias, um escritor, só que em mídias diversas. Seria a maneira mais fácil de me conciliar, acho.

Você chegou a fazer um “estágio” de residência no núcleo de Guel Arraes, na TV Globo (Rio), como roteirista. Como foi essa experiência? O que ela agregou à sua carreira? Com Guel, Adriana e João (Falcão), além de André Laurentino, que trabalhava conosco na época, eu aprendi a ser rígido com o roteiro, de não me contentar em contar uma coisa de qualquer jeito, mas de elucubrar e exercitar e buscar o melhor modo possível de expressar as coisas. Terminei tomando um caminho diferente do deles em termos estilísticos, mas essa lição de buscar a justa forma ficou. Sou grato por isso.

“Lastnote” ou “Lugar Comum”, qual desses dois premiados curtas te trouxeram mais realização? Ainda considero “TheLastNote.com” meu melhor trabalho, mesmo com os longas que vieram depois. Acho que conseguimos um ponto de expressão muito especial, tudo funcionando muito organicamente.

Como anda o mercado regional para curtas-metragens? E o nacional, está dando mais valor e projeção? A lei de passar curtas antes dos longas não é cumprida e o curta continua sendo mais um espaço de experimentação e revelação de novos nomes do que outra coisa. Isso não é necessariamente ruim, muito embora eu tenha a impressão que o público pernambucano e brasileiro demonstre um interesse particular pelos curtas. Seria ótimo se houvesse mais espaço pra eles, portanto.

O que vem pela frente? Quais seus próximos desafios? Pretendo incrementar meu trabalho na área de jogos, terminando meu doutorado em design na UFPE, além de voltar a trabalhar com teatro, espero que logo. Quero também fazer alguma coisa com quadrinhos, se não desenhando (num traço mais solto e maduro agora), pelo menos escrevendo. Espero também lançar meu primeiro livro de ficção em pouco tempo e continuar tocando guitarra e compondo músicas. Mas acima de tudo, gostaria de voltar a fazer cinema de ficção. Um novo roteiro de longa está em gestação e eu espero conseguir desenvolvê-lo este ano. Vamos torcer pra tudo dar certo, e pro tempo ajudar.


Por André Porto e Nadezhda Bezerra
Fotos: Arquivo pessoal
Agradecimento a Leo Falcão

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quinta-feira, 28 de abril de 2011

GADGETS: Tecnologia e design em casa ou no escritório (ou na rua).

A tecnologia anda a passos largos e a cada instante nos apresenta inovações em equipamentos cada vez mais avançados que nos permitem desfrutar de maneira cada vez melhor e mais eficiente as boas coisas da vida. Assim como ouvir uma boa música, onde quer que seja, ou ver um bom filme com qualidade de cinema em casa. E juntamente com o design, dar-se o casamento perfeito onde obras de design atrelados, ou não, à tecnologia trazem mais beleza e conforto. Selecionamos seis objetos de desejo que agradam em cheio aos olhos e aos ouvidos, são equipamentos de som e objetos clássicos para usar no escritório, em casa, ou até mesmo na rua.

iH85B iPod Speaker
Com o iH85B você pode ir à praia de bicicleta ouvindo um som no seu iPod, no caso um alto-falante à prova d'água para iPod que pode ser preso no quadro de bicicleta. No guidão você acopla o controle remoto que permite para o ciclista pedalar seguro enquanto ouve suas músicas. Além disso, o iH85B é resistente com uma caixa de policarbonato à prova d'água e impacto. O iH85B é alimentado por quatro pilhas AA e carrega seu iPod enquanto está conectado a um adaptador AC opcional. O iH85B inclui um  controle remoto sem fio RF, que permite pular de faixa, play / pause, e controles de volume, sem comprometer sua segurança. Além disso vem com adaptador AC, suporte de montagem, controle remoto com a braçadeira de fixação e duas baterias CR2032 (instaladas), três inserções de iPod, cabo de remendo, áudio e bolsa para transporte.
US$ 119

Beocenter 2
Mais parece um disco voador, o revolucionário BeoCenter 2 é um equipamento completo de entretenimento de som e vídeo para toda a casa. Um verdadeiro controlador de áudio, com o seu excelente sintonizador FM, unidade de DVD e módulo DAB opcional. Com um toque leve na superfície macia sem botões do BeoCenter 2 e as suas asas de alumínio polido deslizam para os lados para revelar seu sistema único de áudio e vídeo integrado. O BeoCenter 2 ativa as suas colunas de som surround quando você estiver vendo um filme. Ao inserir um CD áudio, ele ativa as colunas da esquerda e da direita, e o seu subwoofer BeoLab 2. O BeoCenter 2 é indicado para usar em conjunto com as colunas BeoLab 9, que além do som causam uma bela experiência visual. Com ficheiros de música MP3 e WMA a partir de CDs, bem como filmes em DivX e imagens em JPEG são facilmente acionados. Não existem botões. A superfície foi reduzida a 0,5 mm em torno do painel de operações e anodizada cinco vezes, para proteção contra sinais de desgaste. O texto branco altamente legível presente no grande visor de quatro linhas orienta a interação e exibe informação adicional de DVDs, CDs, ficheiros de música ou rádio pela Internet através do BeoPort ou, caso possua o módulo opcional, rádio DAB.
US$ 4.100

Munny Speakers
A indústria do som tem procurado dar aos alto-falantes alguma personalidade extra, tornando-os mais atraentes e chamativos com suas criativas formas. É o caso do "boneco Munny”, a união feliz de boneco e alto-falante. Existem pelo menos três diferentes versões de um Munny com um alto-falante na cabeça. Apesar do tamanho, o “Munny” tem uma potência digna dos grandes alto-falantes.
US$ 25
amazon.com


Por: André Porto
Fotos: Divulgação

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quarta-feira, 27 de abril de 2011

CINEMA: Cine PE, um dos maiores festivais de cinema do país faz 15 anos.

O Cine PE - Festival do Audiovisual comemora sua décima quinta edição como o mais popular festival de cinema do estado e um dos mais festejados do Brasil, com sessões lotadas no auditório do Centro de Convenções de PE, para 3.000 espectadores. Seja pela seleção de curtas e longas metragens que dialogam facilmente com os espectadores, seja pela presença de astros do cinema nacional, é fato que não há maior pompa, e público, num evento relacionado a cinema em Pernambuco. Este ano, da Abertura Oficial no sábado 30 de abril até o encerramento na sexta 06 de maio, o festival traz uma semana da mais recente produção nacional e a Mostra Pernambuco, uma seleção exclusiva de filmes pernambucanos.
 

A Mostra Pernambuco volta para o Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, onde foi lançada dois anos atrás e sofreu diversas críticas por conta da falta de espaço para a quantidade de público. Um dos filmes que deve divertir o público é o documentário “Cinema Americano”, de Taciano Valério. O filme fala do diretor Menelau Júnior, famoso no interior pernambucano pelos seus filmes de terror amadores que divertem pela precariedade. Diretores carimbados do cinema pernambucano como Leo Falcão e Marcelo Pedroso também exibem seus novos trabalhos na Fundaj. Leo Falcão traz sua ode a Carlos Pena Filho, com “Palavra Plástica”, que fez parte de uma exposição sobre o poeta, e Marcelo Pedroso examina os sentimentos de turistas e viajantes no interessante documentário “Aeroporto”.

 
A Mostra Oficial conta com filmes da safra do ano passado e novidades aguardadas. Curtas como “As Aventuras de Paulo Bruscky”, “Mens Sana In Corpore Sano” e “A Casa da Vó Neyde”, são alguns dos destaques deste ano. A programação de longas, que quase sempre deixa a desejar, sendo famosa por exibir alguns filmes tão obscuros que nunca foram lançados comercialmente até hoje no país, traz novidades de alguns diretores interessantes como Toni Venturi, que vem com seu melodrama “Estamos Juntos”, um romance urbano com Cauã Reymond e Leandra Leal. “Casa 9, um documentário sobre uma casa que abrigou famosos músicos brasileiros deve ser um dos hits desta edição. E como não poderia faltar, a bomba anunciada “Família Vende Tudo” de Alain Fresnot deve ser o ponto "alto" da fraca seleção. Neste ano, a maior polêmica ficou provavelmente com uma estranha homenagem a Pelé.

A duvidosa carreira do astro futebolista terá espaço entre figuras renomadas do cinema nacional como Wagner Moura, Chico Diaz, a montadora Vânia Debs, o produtor Zelito Viana e o programa de TV Revista do Cinema Brasileiro. Com bem mais de uma década de vida, o Cine PE sempre foi mais uma festa, um desfile de aparências, do que um festival de cinema de qualidade e relevância cultural. 

Já está na hora do ser mais cuidadoso com a curadoria para as suas futuras edições. O público agradece.
INFORMAÇÔES BÁSICAS:
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Texto: Felipe Silva | www.kinemail.com.br
Site Oficial: www.cine-pe.com.br
Fotos: Divulgação




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