domingo, 24 de abril de 2011

CARRO: BMW Vision Connected Drive, um novo conceito de carro e design.

Como se espera de cada novo BMW, eis um novo conceito de carro que influenciará o design dos próximos conversíveis que estiverem por vir. Esta maquina foi idealizada por Adrian Van Hooydonk, que é responsável pelo design dos carros conceitos da marca. Para se ter uma idéia, só para se conceber o BMW Vision Connected Drive foram necessários quase doze meses.

Apesar da aparência de vanguarda, o conversível apresenta alguns traços típicos de um legítimo BMW, como tampa longa, forte orientação horizontal salientando a largura, além da aparência intimadora. Mas as inovações são logo percebidas nos faróis e nas grades frontais, que por sinal, alguns afirmam que lembra um tubarão, emprestando à frente do carro uma impressão dinâmica e moderna. O carro foi apresentado recentemente no salão de Genebra, aonde na minha opinião, a BMW brincou um pouco de James Bond, afinal, você já parou para imaginar como um carro poderia se locomover sem motorista? Este pode, pois assim como no cinema, ele poderá ser estacionado, por exemplo, via celular.
É incrível como no carro fluem linhas na superfície e carroceria do veículo que resultam em um jogo de luz surreal. O interior foi dividido em três categorias; informação, conforto e segurança, cada uma com um jogo de luz correspondente, que é definida por uma cor, ritmo, movimento e textura. Quando cada informação for acionada, irá percorrer um caminho que poderá ser visto através da iluminação a base de fibra óptica.


Para simplificar, a coisa funciona mais ou menos assim; a camada de luz responsável pela segurança envolve o condutor e todo o capô do carro com uma luz vermelha, assim, informando que virão um fluxo de informações a serem sinalizadas no painel, aonde,  o motorista poderá observar o que os sensores e câmeras integrados no monitoramento do ambiente externo estão captando.

Ah, o detalhe é que o display do painel aparecerá de forma tridimensional na linha de visão do condutor, eliminando a possibilidade do motorista abaixar o rosto e tirar a visão da estrada. A exibição tridimensional permite uma visão real com informações virtuais, com destaque para os perigos que irão surgir no caminho, captados com sensores de calor. Já os passageiros, tem informação própria, fora do campo de visão do condutor, o que lhe permite ter acesso ao som, informações via internet ou a dados de navegação, podendo, repassar tudo para o motorista com um simples toque na tela disponível.


O conceito de porta foi desenvolvido com o inovador electro-mechanical ,que é um mecanismo que permite o carro ser conduzido mesmo com as portas abertas. Além disso, a porta quando acionada para ser aberta, desaparece da carroceria, deslizando para o interior do veículo. As rodas são de 20 polegadas e formadas em três dimensões, tirando um pouco o caráter esportivo do carro, deixando-o mais elegante. Todas as extremidades do carro possuem sensor integrado ao jogo de luzes, inclusive nas rodas.
Por ter sido apresentado como um conceito, aguardamos ver em breve estas tecnologias implementadas nos carros mais acessíveis. Especula-se muito sobre o futuro do mercado automotivo, mas depois do BMW Vision Connected Drive, sabe-se que ele caminha muito perto da ficção. Resta-nos aguardar para vê-lo desfilar nas ruas brasileiras, quem sabe Eike Batista resolve brincar de James Bond por aqui.




Texto: André Lima
Fotos: Divulgação
Fonte: www.salon-auto.ch/en/
http://www.bmw.com/

quinta-feira, 21 de abril de 2011

ENTREVISTA: Chef Claude Troisgros, a sofisticação francesa e a criatividade de um homem cosmopolitan

Com um sobrenome que já vem marcando o cenário gastronômico por três gerações, o chef francês Claude Troisgros traz em sua bagagem muitas histórias e experiências de vida. Ingredientes que fazem dessa receita, que é a trajetória de Claude Troisgros, uma receita de sucesso que já passou por diversas cidades, como Nova York, Milão, Paris, Londres e já há algum tempo, São Paulo e Rio de Janeiro. Pois Claude é mais um aventureiro, digamos assim, que veio desbravar terras brasileiras pelas mãos do amigo Gaston Lenotre, que há 30 anos, e terminou se apaixonando pelo que encontrou. Da vasta gastronomia brasileira ao povo que o acolheu e se rendeu a seus temperos e misturas. Formado pela Escola de Hotelaria Thonon Les Bains, Claude Troisgros chegou abriu vários restaurantes e tornou-se consultor de tantos outros. Da "Nouvelle cuisine" e seus programas no canal GNT, conversamos com para entender um pouco mais da sua trajetória e sua paixão pela culinária.

O que o seu avô Jean-Baptiste, quis dizer com a frase "a capacidade de harmonizar os tesouros da terra"?  E saber usar e valorizar os produtos que a nossa terra nos oferece.

Quem ensinamentos você trás até hoje que vieram de seu avô e seu pai?  O respeito ao produto e a simplicidade na cozinha assim como na vida.

Como foi a decisão de vir para o Brasil trabalhar no Le Pré Catalan?
Um certo dia eu estava trabalhando na cozinha do restaurante da família na França e um chef (Gaston Lenotre) amigo de meu pai chegou e perguntou quem queria ir com ele para trabalhar no Brasil. Nessa época ele ia inaugurar o Le Pre Catelan no Rio. Fui o primeiro a levantar a mão. Meu contrato era de dois anos, mas nunca mais voltei.

Você conquistou sua esposa pelo estômago?  A conquista de uma mulher será sempre pelo amor, mas reconheço que cozinhar bem ajuda.


Apresentar um programa de TV foi um grande desafio ou é mais fácil do que acertar o gosto do cliente?  Nada é fácil. A conquista não é pelo gosto, mas pelo carisma que você passa ao telespectador... Pelo sentimento de troca também. O desafio é grande das duas maneiras.

No programa "Que Marravilha" do GNT você ensina as pessoas a cozinhar, mas o que você aprende com elas?  Acho que aprendo mais do que ensino. Entrar na casa e na vida das pessoas é uma grande escola de vida. Na cozinha, sempre aparece alguma técnica mais caseira que de alguma forma vai me ajudar muito a ser, mais simples na minha maneira de cozinhar.

Como o Brasil é muito diversificado de cultura graças à sua colonização, e por conseqüência culinária, que iguarias mais inusitadas você só conheceu aqui?  Continuo descobrindo muita coisa. O Brasil é rico em produtos. Agora o muçuã (tartaruga pequena) de Belém do Para, é iguaria brasileira de tirar o fôlego.


Conhece a culinária brasileira fora do eixo RJ-SP? Por exemplo, a comida no Nordeste, que mistura frutos do mar, frutas e raízes.  Conheço bem a culinária de todo Brasil, viajo muito e sempre quero conhecer mercados, restaurantes e especialidades de cada região. Na Bahia comi moqueca com camarão pescado no rio, colocado na panela ainda vivo, com cacau tirado do pé na hora. Incrível.   

Qual o segredo pra essa mistura culinária entre França e Brasil dá tão certo?  A técnica Francesa é que dá base a culinária em geral e os produtos exóticos Brasileiros dão um tom de novos sabores... Dá certo??? Sim, com competência e sabedoria...

Em se tratando de Brasil, o que é uma “marravilha” para você?
Essa diversidade de cultura e tradição que faz o povo Brasileiro tão feliz.


Qual o seu prato e sua sobremesa favoritos? Por quê? Jabá com jerimum, por que sabe casar com elegância o doce e o salgado. Bala de cupuaçu com chocolate é outro exemplo de casamento perfeito.

O sobrenome Troisgros vem associado à cozinha de alto gabarito a três gerações sempre inovando. Criar pratos inusitados tinha também um gostinho revolucionário para sua família? Existia também uma vontade de mudar costumes?  Não, existe vontade de criar sem interferir na tradição, existe essa vontade de ir para frente, de evoluir, de descobrir, de fazer a nossa profissão uma profissão de arte.

A revolução que a Nouvelle cuisine causou na época ainda existe de alguma forma? A cozinha francesa continua se reinventando hoje em dia? Tudo começou com a Nouvelle cuisine e ela abriu o caminho para as outras... O próprio Ferran Adria fala isso... A França sempre se reinventa e temos hoje em dia jovens chefs de competência que impulsionam a culinária francesa, voltando a uma cozinha de bistrô, mas usando a técnicas modernas...

Por que a Nouvelle cuisine até hoje é motivo de polêmica? Não acho que ela seja polemica... Ela só foi criticada nos anos 1980 por que como toda moda teve exagero (grandes pratos, pequenas porções, preços altos e principalmente chefs sem bases), mas o melhor da Nouvelle cuisine ficou e abriu caminho para outros estilos de cozinha como a Fusion e a molecular.

Qual o melhor prêmio que um Chef pode ganhar? O reconhecimento dos clientes e muitos anos de sucesso.

Uma ajudinha para os leitores da MENSCH... Qual a receita infalível para impressionar uma mulher na cozinha? Rosas, vela, Champagne, e muito Amor de acompanhamento... Agora para a minha mulher, um ovo mexido com caviar, a tira do sério.


Texto: André Porto e Nadezhda Bezerra
Fotos: Kiko Ferrite, GNT, Divulgação
Agradecimentos: Denise Barros (Db Plus – Assessoria de Imprensa)
Agradecimento especial ao Chef Claude Troisgros
Site do programa: http://gnt.globo.com/quemarravilha/

ENTREVISTA: André Falcão


Largar uma carreira tão tradicional do universo masculino como a engenharia pela culinária pode ser algo de encarar, mas não foi o caso do chef André Falcão, que transitou de uma para outra sem dilemas ou críticas. O pernambucano André Falcão, que sempre foi um admirador da culinária de bom gosto, começou sua jornada estudando na Pensilvânia, depois se aperfeiçoou por São Paulo até voltar {as suas origens e ser reconhecido com uma revelação pelo júri do Guia da Veja com uma das promessas da culinária local. Com simplicidade e simpatia, André foi aos poucos conquistando o gosto, e o paladar, de júris, empresários e público em geral. Hoje, dono do seu próprio restaurante (o La Pasta Galleria) se dedica a aperfeiçoar essa paixão e mostrar que ele estava certíssimo quando trocou a engenharia pela cozinha. Afinal, o mercado perdeu mais um engenheiro para ganha um grande chef.

André, como foi essa decisão de largar a Engenharia Civil e se dedicar à culinária? Essa atitude repercutiu como perante família e amigos?
Posso dizer que a decisão até foi fácil naquele momento, pois eu já gostava muito de ficar em frente ao fogão, e saber que poderia me dedicar exclusivamente a isso foi muito bom. Na verdade minha mãe foi a primeira pessoa a saber da minha escolha, e ela achou muito legal pois Recife estava passando por uma fase de descoberta da gastronomia e dos seus profissionais.

Que influências e experiências a sua passagem pela Pensilvânia (EUA), Escola de Harrysburg e a especialização em Chef de Cozinha Internacional em São Paulo te trouxeram?
Nos Estados Unidos além é claro da experiência técnica que recebi na escola, pelos restaurantes que passei aprendi o que eu acho de extrema importância, pude aprender a dar valor às menores coisas que acontecem dentro de uma cozinha, ou seja, desde lavar os pratos, o chão, tirar o lixo e a valorizar todos aqueles que estão ali para fazer daquele momento um momento único. Já em São Paulo, pude aperfeiçoar meus conhecimentos de forma mais aprofundada, dando mais ênfase na cozinha Italiana e é claro melhorando o que eu achava meus pontos mais fracos.

Em pouco tempo, mais precisamente em 2008, você foi eleito o Chef Revelação do Ano pelo júri do Guia da Veja Recife. Foi uma surpresa para você? O que isso representou?
Não só para mim, mas para muita gente, pois o Prêmio nunca havia acontecido antes em Recife e naquele momento foi um sonho realizado que jamais esquecerei.
É claro que quando você ganha qualquer prêmio, inclusive a Veja, você passa a ser mais valorizado como profissional e a ter mais notoriedade.

No início da carreira como chef foi difícil provar que você não era só um cara boa pinta "brincando" de chef? É claro que isso aconteceu e que para mim foi muito importante poder mostrar que antes de qualquer coisa tenho qualidades e que poderia ser um grande profissional dentro da minha área.

Você acha que as mulheres se interessam mais por um bom chef de cozinha do que por um engenheiro? Existe uma certa sedução pelo homem chef de cozinha? Não sei se isso acontece. Existe uma certa sedução quando o homem entra na cozinha e faz aquele jantar romântico com vinho independentemente se seja ou não chef de cozinha, mas é claro que quando você já entende do negócio então já é mais fácil.

O que você aprimorou como profissional da área depois que passou de cliente de restaurantes para chef de sua própria cozinha? Ficou mais crítico? Passei a conhecer melhor a área financeira e administrativa, é claro que ficamos um pouco mais críticos, mas isso é claro não me impede de continuar freqüentando lugares que sei que os métodos de trabalhos não são tão adequados.

Sua cozinha é basicamente italiana não é isso? Quando e como a cozinha italiana te conquistou? Por que a cozinha italiana? Minha Cozinha á basicamente italiana. Mesmo não possuindo antepassados italianos, eu sempre me identifiquei com a cultura e a gastronomia do país da bota, e quando comecei a trabalhar ainda nos Estados Unidos a maioria dos restaurantes eram Italianos.

Pra você o que é mais importante no preparo de um prato, os ingredientes, a receita ou a mão de quem vai preparar? O ingrediente com certeza é o fator mais importante, seguido é claro pela mão de quem faz e depois pela receita.

O público recifense tem um paladar próprio? Comparando com o público do Sul você percebe muitas diferenças? Nosso Brasil é muito grande, e com isso há uma diferença não só entre Nordeste e Sul, mas também entre Norte e Centro-Oeste.


Que influências você recebeu de outros chefs? Quem são seus ídolos na cozinha? Nós sempre estamos aprendendo algo, independente de nível de profissional que nos encontramos. Tenho vários ídolos, posso listar alguns: César Santos (PE), Alex Atala (SP), André Saburó (PE), Massimo Bottura (IT). 

O que é mais difícil, manter um restaurante ou agradar uma mulher?
Ambos são difíceis, mais a mulher é mais.

O que você gosta de comer? Onde você costuma ir para comer bem? Como de tudo, desde a galinha à cabidela do “Bar do Luna” no Ipsep, como a carne de Sol do “Oficina do Sabor” em Olinda.

E quando não está na cozinha, o que você faz para relaxar? O que te dar prazer fora cozinhar? Gosto de ir a praia, andar no calçadão. Uma boa massa ou então um risoto.

Que dicas você daria a nossos leitores que não tem muita prática na cozinha e gostariam de fazer um jantar bacana para impressionar uma garota num primeiro encontro? Procure um livro de receitas interessante, ou então entre em contato comigo pelo meu site que podemos ajudá-lo.

Qual a receita da Semana Santa?
Um bacalhau cozido em Molho de Tomate Pelado, com Legumes e alguns cogumelos.


Texto: André Porto
Fotos: Dante Barros, Andréa Rêgo Barros
Agradecimentos: Carol Prestello
Agradecimento especial a André Falcão
Site oficial: www.chefandrefalcao.com.br

DESTINO: Roma, uma cidade cheia de história e arte por toda parte.


Todo viajante costuma dizer que visita os lugares, quando cheguei a Roma tive a sensação de Roma me visitar. A cidade exala história, por isso é conhecida internacionalmente como Cidade Eterna. Roma é uma viagem no tempo com suas ruínas e construções antigas, é como se entrássemos nos livros que lemos nos tempos da escola. É um túnel que nos leva para uma viagem ao passado, mas sem esquecer as marcas do presente e os planos pro futuro.

A vida pulsa de forma gritante em Roma. Gritante mesmo! Os romanos falam muito e falam rápido e falam alto, mas não pense que isso irrita, isso alegra... eles têm um jeito único e, aos olhos de fora, caótico de se relacionar. E esse talvez seja o grande charme romano. A primeira palavra que vem a cabeça ao desembarcar em Roma é linda. Linda porque a cidade é linda, linda porque as pessoas são lindas, linda porque tudo lá é mesmo lindo. E aí chega um momento que você pergunta: "caramba, tem nada feio aqui não?”  Não, não tem, até porque como diz o ditado, "Em Roma como os romanos", então, uma vez Roma, fica-se lindo como tudo por lá.  Então pra começar a lista de coisas lindas que você, caro leitor MENSCH, tem de ver com seus próprios olhos vamos falar dos monumentos.

O Coliseu
Também conhecido como Anfiteatro Flaviano foi palco de diversos espetáculos, incluindo os famosos combates entre os gladiadores e lutas com animais trazidos principalmente da África. Apesar de ter sido palco de muito derramamento de sangue, o Coliseu é algo esplendoroso, grandioso, um colosso de fato. Tocar suas paredes é como tocar na Roma Antiga, é ouvir os gritos dos gladiadores, a multidão clamando por lutas, conhecer as dores dos escravos e é, sobretudo, reconhecer a espetacular capacidade humana de construção já naquele tempo, tão longe da tecnologia de agora. Uma dica: vá de metrô e paro por aqui para não estragar a surpresa que lhe aguarda.

Onde fica: Localização: Piazza del Colosseo
Como chegar: Linha de Ônibus: 11, 27, 81, 85 e 87 Estação do Metrô: Estação Coliseu. Linha de Bonde: 13 e 30b
Ingressos: podem ser comprados por antecedência em hotéis ou sites de turismo de Roma, existe a possibilidade de contratar guias no local e ainda de alugar fones que vão contando toda a história do Coliseu à medida que se caminha por ele.

Fórum Romano
Logo de frente ao Coliseu está o Fórum Romano. Mais história, mais ruínas que nos convidam ao exercício da imaginação para tentar reconstruir o que o tempo e terremotos desgastaram. O Fórum Romano foi um importante centro comercial da Roma Imperial, abriga diversos templos e é de uma riqueza arquitetônica impressionante. Para a visita recomendo muita energia e disposição, o lugar é gigantesco e não se deve perder nenhum detalhe sequer.

Onde fica: acesso pelo Largo Romolo e Remo, na Via dei Fori Imperiali
Como chegar: Linha de Ônibus: 11, 27, 81, 85, 87 e 186
Estação do Metrô: Estação Colosseo
Horário: 2ª e de 4ª à Sábado, das 9h às duas horas antes do pôr-do-sol; 3ª e Domingos, das 9h às 14hs

Pantheon
O Pantheon é um lugar de adoração. Único edifício da época Greco-romana, foi construído em 27 a.C como templo para adoração de todos os deuses do panteão romano. Em 609 se tornou Igreja Cristã, após ter sido oferecido ao Papa Bonifácio IV em 6008 pelo então imperador bizantino Focas. Ter se tornado uma Igreja salvou o Pantheon de ser destruído pelo vandalismo que assolou as construções antigas de Roma no período medieval. Sorte a nossa! O Pantheon é uma obra impressionante e sua cúpula vale a fama que tem. Além de um lugar de admiração é também uma oportunidade para os mais religiosos fazerem orações e meditarem, mas aí será preciso muita concentração porque o lugar vive cheio de turistas.

Onde fica: Piazza della Rotonda
Como chegar: Linha de Ônibus: 119 (para a Piazza della Rotonda); 64, 70 e 75 (para a via del Corso, mais 15 minutos à pé)
Horário: de 2ª à Sábado, das 9h às 18h30; Domingos e feriados, das 9h às 13hs

Fontana de Trevi
Para chegar até aqui você terá passado por ruas estreitas, cortiços com roupas penduradas na janela com um charme todo italiano e terá desviado de algumas vespas e muitos outros viajantes como você, claro. É imperdoável não levar uma moeda para o ritual clássico da Fontana di Trevi: virar-se de costas, fazer um pedido e jogar a moeda na fonte, portanto certifique-se de ter uma com você. A fonte é hipnotizante, a riqueza de detalhes, a água azul e límpida escorrendo, as moedas representando tantos desejos de tantas pessoas ao fundo e até mesmo o som dos flashes das câmeras fotográficas tornam o lugar perfeito para uma pausa de alguns minutos para apreciar essa linda obra construída pelos homens mas que parece ter sido gerada pelos deuses.

Onde fica: Piazza di Trevi
Como chegar: Linha de Ônibus: 52, 53, 58, 60, 61, 62, 71, 95 e 492

Basílica de São Pedro
Agora você está em outro País, o Vaticano. Roma respira o catolicismo e a presença do Vaticano faz da cidade um lugar também de peregrinação. Católico ou não, religioso ou não, o Vaticano e todos os seus museus merecem uma visita de contemplação. Para os amantes das artes é um prato cheio, lembre-se que é na Basílica de São Pedro que está a Pietá, a obra das obras, e se a perfeição artística existe ela, é a Pietá. É na Basílica que estão os restos mortais de Pedro (daí o nome), o apóstolo que mesmo tendo negado Cristo por 3 vezes antes do galo cantar, segundo os relatos bíblicos, foi escolhido para fundar a Igreja Católica. O lugar é grandioso, imponente e de muita riqueza, mas ainda assim, é um lugar de oração e considerado sagrado. Para os que seguem, simpatizam ou simplesmente foram criados com o catolicismo, é um momento de muita emoção.

Onde fica: Piazza San Pietro
Como chegar: Linha de Ônibus: 23, 32, 49, 64, 81, 492 e 991
Estação do Metrô: Estação Ottaviano
Linha de Bonde: 19
Horário: diariamente, das 7h às 19hs (de outubro à março, das 9h às 17hs)

Museus do Vaticano
Aqui está a Capela Sistina, por favor, ávido leitor, certifique-se dos horários e dias de visita para não ficar na frustração de chegar até o portão e não poder se deleitar e deslumbrar desta grande obra. Sim, como você já dever ter percebido isto aconteceu comigo. A parte boa é que serei “obrigada” a voltar!

Onde fica: Città del Vaticano, entrada no viale Vaticano
Como chegar: Linha de Ônibus: 23, 64, 81 e 492
Estação do Metrô: Estação Ottaviano
Linha de Bonde: 19
Horário: de 2ª à Sábado e último Domingo do Mês, das 8h45 às 13h45 (de 17 de março à 14 de junho e de 1º de setembro à 31 de outubro, das 8h45 às 16h45, de 2ª à 6ª feira; e das 8h45 às 13h45, aos sábados)


Claro que há muito mais para se ver em Roma, mas daí você vi precisar de mais do que os 03 dias que eu passei por lá. E em se tratando da Itália, obviamente todas essas idas aos monumentos foram intercaladas com muita massa (se você está sentindo falta do vinho, explico: eu não bebo, mas meus companheiros de viagem se deliciaram com os bons vinhos italianos e recomendam!). Comer na Itália é realmente divino. Os molhos de tomate suculentos, as entradas, os pennes, espaguetis, pizzas e tudo em cantinas cheias de charme com toalhas quadriculadas vermelhas do jeitinho que a gente vê em filmes e novelas...ai, deixa parar por aqui que já está me dando água na boca! E aposto que em você também e detalhe, coma sem moderação, você vai caminhar muito pelas ruas de Roma e a energia dos carboidratos será essencial. E pra finalizar, vale lembrar que Roma também é a cidade do romantismo, por isso, se quer um lugar bacana pra ir a dois, vá a Roma! Ariverderti!

Texto: Nadezhda Bezerra
Fotos: Namour Filho, Divulgação
Sites de fotos: http://namourphoto.com

quarta-feira, 20 de abril de 2011

BEBIDA: Vinho Tinto, a excelência e a tradição dos vinhos Ramos Pinto.



Um dos vinhos mais populares e consumidos, o vinho tinto é apreciado tanto por enólogos que param para avaliar sabores e safras, quanto por consumidores em geral que procuram um bom vinho para celebrar bons momentos. E a tradição do vinho tinto e do vinho do Porto em Portugal é algo que vem de geração em geração, apurando o sabor em busca do vinho perfeito. É dentro desse espírito que recebemos o enólogo de uma das mais tradicionais vinícolas européias, a Ramos Pinto, para sabermos um pouco sobre essa bebida clássica e um pouco da história dessa marca que se excede na fabricação de vinho tinto, vinho do Porto (principalmente).

Mas o que fez a Ramos Pinto se tornar uma referência de qualidade em vinhos? A tradição da família começou com a fundação da Casa Ramos Pinto em 1880, por Adriano Ramos Pinto, através de uma estratégia inovadora e empreendedora para a época, graças à visão de mercado então adotada. Foi no início do século XX que a marca chegou ao Brasil e em pouco tempo se espalhou pela América do Sul. Paralelo a isso, a marca foi conquistando cada vez mais apreciadores de vinhos em Portugal e toda a Europa.

Sempre prezando pela qualidade, uma das características da Ramos Pinto foi investir na modernização de todo o processo, desde a fase de seleção, lotagem até o envelhecimento. Para melhor contar essa história de sucesso que já atravessou oito gerações, fomos conversar com o enólogo João Nicolau de Almeida, que entrou na empresa em 1976 e juntamente com José Ramos Pinto Rosas criou o projeto de seleção das cinco castas na região do Douro, o que resultou em excelentes Vinhos do Porto e de Mesa. Foi nas Quintas do Bom Retiro e dos Bons Ares que ergueram um dos mais modernos centros de vinificação da região. O reconhecimento veio tanto da aceitação do público quanto na forma de prêmios e reconhecimentos, como aconteceu em 1990, quando foi eleito melhor vinho de mesa, e em 1992, quando a Inglaterra o elegeu o melhor vinho ibérico.

Com 35 anos de vivência na área, um extraordinário conhecimento e profundas contribuições para a viticultura portuguesa e mundial, João Nicolau de Almeida chegou a ser considerado um dos enólogos mais influentes do mundo, tendo sido eleito "Man of The Year 1998" pela revista especializada "Wine & Spirits". Segundo João Nicolau "é uma alegria quando se percebe em cheiro e sabor que se conseguiu engarrafar o que a natureza lhe deu. E quando o vinho é bem reconhecido. É uma alegria ter conseguido dar personalidade ao vinho, uma constância ao longo dos anos, é ter o reconhecimento do público". "É preciso aprender com os erros. Gosto dos desafios".

Questionado sobre o futuro do vinho brasileiro, e em particular se ele conhecia o vinho do Vale do São Francisco (nos Estados da Bahia e Pernambuco), João Nicolau diz não ter muita experiência com vinho brasileiro. “Para se ter um grande vinho, tem que haver horas, haver uma técnica de maturação. Pode-se fazer vinhos bons com a maturação rápida, especialmente para vinhos do dia-a-dia. Ou um espumante, por exemplo. Em outros lugares do mundo, consegue-se duas safras e meia em média por ano”.

Tanta dedicação e apuro no cultivo das uvas e fabricação dos vinhos levaram João Nicolau a ser eleito Presidente da ADVID (Associação para o Desenvolvimento da Viticultura Duriense), Director da AEVP (Associação das Empresas de Vinho do Porto) e Copeiro Mor da Confraria do Vinho do Porto, além da função de administrador-delegado da Casa Ramos Pinto desde Março de 2001, e diretor de enologia. E uma das suas ações em prol da qualidade desse vinho foi ter conseguido a autorização para irrigação nessa sub-região, o que o trouxe para a viticultura do Douro Superior. "Foi autorizada com uma grande resistência, mas as pessoas viam as irrigações como uma forma de produzir mais. Não de qualidade. Então, através de estudos, chegamos à evolução da maturação. Antes os elementos qualitativos não passavam pelas uvas. Como não havia água, as videiras não amadureciam bem, e ficavam secas. Com a pressão condutora da água, pode-se manter a dose certa de água, melhorando a qualidade da cepa. Hoje você olha e percebe a diferença qualitativa da uva. E por consequência do vinho".

Em 2010, o Douro Duas Quintas Reserva 2007, foi eleito o melhor vinho tinto da Europa, conquistando a Grande Medalha de Ouro. "Foi na Alemanha que tem uma credibilidade para vinhos. É sempre um marco ter um reconhecimento dessa qualidade”. Outros vinhos como o Ramos Pinto e alguns Reserva Especial, por demonstrarem longevidade entre os vinhos produzidos pela viticultura do Douro e  o Duas Quintas Reservas têm demonstrado  um grande potencial de envelhecimento, questionamos João Nicolau sobre como saber com que tempo, vinhos como esses devem ser consumidos. Ele nos respondeu: “Há alguns anos atrás, antes de entrar na moda, bebia-se vinhos já envelhecidos. Com as novas tecnologias pode-se beber vinhos velhos-novos com qualidade de envelhecido. Em algumas regiões  os vinhos envelhecem bem (80 castas). O Vinho do Porto envelhece espetacularmente bem. O vinho que envelhece bem é um vinho delicado, que desce bem. Até já existem concursos para  vinhos novos. O Quinta já participou.”

Ainda sobre o Vale do São Francisco, perguntamos sobre as técnicas de irrigação e dos dois e meio a três ciclos vegetativos por ano, se essas características podem interferir na qualidade dos vinhos produzidos na região. “Podem gerar um tipo de vinho diferente. Só depende do tipo de vinho que se quer. Se for bem feito, depende da tecnologia, pode resultar num vinho de qualidade. Mas não chegará a um Vinho do Porto. É importante observar onde estamos e aproveitar dessas diferenças de região para um vinho mais adequado”.

Como alguns países têm um tipo de uva que os distingue, como por exemplo, a Malbec, na Argentina; a Carmenère no Chile e a Tempranilho na Espanha seria a Touringa Nacional a uva típica de Portugal? Segundo João Nicolau, sim. “É uma casta portuguesa com mais de 80 anos. Portugal é um dos países mais ricos de variedades. Uma intensidade muito boa. Há um jogo enorme a se fazer dentre as variedades, tem que trabalhar bem. Eu diria que Touringa Nacional é a menos preguiçosa. Suas folhas captam a energia do sol na fotossíntese e demora mais tempo aberta, sendo assim, destaca-se ao longo do processo.” 

Um fator importante na produção de vinho atualmente, é que muitas vinícolas estão substituindo a tradicional rolha de cortiça por produtos similares de material sintético. Para João Nicolau, perde-se o charme. E ainda segundo ele “houve uma acomodação das empresas de cortiça, que terminaram sendo ultrapassadas pelas rolhas sintéticas. Isso na conservação do vinho novo não faz diferença. Agora se for um vinho para envelhecer, já não é tão adequado. Sou mais naturalista nesse aspecto. A rolha sintética não é ideal para envelhecer um vinho. A indústria precisa evoluir. Ela tem capacidade de melhorar nesse aspecto.”

Mas segundo João Nicolau, nem sempre o problema de engarrafamento é da rolha. Muitas vezes a forma de colocação da rolha é o problema. Por exemplo, se ela encaixar na diagonal, ou se as garras que seguram e introduzem a rolha na garrafa deixar alguma marca ou pressão, termina influenciando no engarrafamento.

Será que um vinho “quanto mais velho melhor?” Ainda sobre envelhecimento de vinho, questionamos sobre que tipo de vinho pode envelhecer. E João Nicolau nos respondeu que essa pergunta, eles também fazem. “Tem que ter em geral cor, que representa a intensidade do fruto, o tanino* que seca e não deixa passar o sabor do vinho. Tem que ter taninos que futuramente deixem passar o sabor. Taninos suaves. Até por que depois, não tem milagres.”

*Tanino - corresponde a um grupo de compostos fenólicos que têm como principal característica a afinidade em se ligar a cadeias de proteínas e precipitá-las. Nas uvas, os taninos encontram-se principalmente nas cascas, sementes e engaços. Assim como os açúcares da uva, eles também passam por um amadurecimento e, conforme atingem esta maturidade, perdem agressividade, tornando-se macios e sedosos.


Texto: André Porto
Consultoria: Anezio Lau
Fotos: Ramos Pinto, Divulgação
Agradecimento: João Nicolau de Almeida (Ramos Pinto)
Site oficial: www.ramospinto.pt

terça-feira, 19 de abril de 2011

ESTILO: Perfumes Esportivos - Uma super-seleção de perfumes masculinos.

Cada mais o mercado de perfumaria descobre que o público masculino está cada vez mais interessado em novos lançamentos, e acima de tudo procura fragrâncias que melhor defina seu estilo. Seja o mais tradicional, clássico, moderno ou esportista. E visando esse público que quer algo a mais que um mero perfume, algumas marcas famosas aliadas a esportes estão investindo nesse segmento aproveitando toda uma imagem já bem estabelecida do universo masculino de ação e esportes. Pegando o perfil esportivo e de ação, as marcas procuraram dar mais personalidade à suas fragrâncias procurando atrelar toques exóticos às famosas notas amadeiradas que tanto sucesso faz com o público masculino. Selecionamos quatro marcas que estão chamando atenção no mercado, confira qual melhor se adéqua a seu estilo.

Davidoff Champion 
A famosa marca de perfumes Davidoff, lança sua mais nova frangrância, o “Champion” é desportivo, masculino e com o frasco em formato de haltere, conquista de cara homens que curtem cuidar do corpo, são vaidosos e amantes de esportes. Com uma imagem sexy e poderosa, a fragrância foi desenvolvida a pensar não apenas nos desportistas, mas em todos os homens que têm um estilo de vida ativo, assente em valores como a ambição, a motivação e o sucesso. Mais do que um perfume, o “Champion” da Davidoff quer fazer parte daquele ritual diário que incentiva um homem a ir mais além, fazer mais e melhor, ser um verdadeiro campeão em tudo aquilo a que se propõe.
Sua campanha publicitária foi toda construída no universo da malhação e academias, desde o formato do fraco à embalagem do kit. Com o formato de um haltere que só reforça essa força e todo o design deste original frasco de perfume, feito em vidro e metal prateado, é um fator de destaque dentre as demais fragrâncias. Simultaneamente fresco e inebriante esta fragrância campeã está assente em notas de limão, bergamota, gálbano, salva, cedro e musgo. Para que não falte nada ao campeão, o perfume “Champion” da Davidoff inclui ainda uma linha completa de produtos, com shampoo para o cabelo e corpo, desodorizante e loção pós-barbear.


Outra famosa marca ligada a esportes de velocidade, a Ferrari, também embarcou na onda e lança seu perfume masculino. Uma fragrância para homens de sucesso, apaixonados e dinâmicos, que nasce de um explosivo acorde de limão siciliano e tangerina verde, vinculado às notas frescas e revigorantes de menta, com a sofisticada presença da lavanda. As notas de coração desempenham, como uma equipe vencedora, um estratégico papel que realça e reforça todos os aspectos da fragrância para um resultado de excelência, uma surpreendente união encantadora de tons inflamados da pimenta negra, do alecrim do Marrocos e do cardamomo do Ceilão, realçados por sugestões elegantes e misteriosas do chá preto e do gerânio do Egito. A exótica madeira Pau Santo fecha com o sugestivo aroma do cedro, que encontra a sua conclusão na coesão do toque de âmbar da índia com as favas-tonca e do almíscar. Uma mistura de origens exóticas dá a esse perfume uma personalidade muito forte que irão refletir no homem que usá-lo, demonstrando ousadia e segurança.

Ducati - Eau de Toilette Masculino
Inspirada em todas as sensações singulares que o piloto Ducati sente quando dirige sua motocicleta. A famosa marca de motos lança sua primeira fragrância masculina. Com uma fragrância verde cítrica e amadeirada, que é uma verdadeira explosão de ar, o cheiro do vento, a liberdade, a beleza de uma paisagem natural em movimento, a descoberta de novos caminhos e emoções inexploradas. Sendo assim, surge como uma nova e refinada interpretação olfativa da masculinidade: moderna, não convencional e naturalmente carismática. Uma jornada para os sentidos, assim como a moto é uma viagem de fuga para o espírito. Uma mistura frescor e masculinidade, construída através de brilhantes notas de citrus, incluindo bergamota e grapefruit, enriquecidas com o incisivo toque de zimbro e as vibrantes e metálicas folhas de angélica. O coração evolui em uma mistura singular de notas verdes de papiro, ciclâmen e folhas de figueira que cativam pela sua elegância natural. O intrigante toque picante de noz-moscada anuncia as notas de fundo e caracteriza-se por sua qualidade e exclusividade. O precioso acorde de vetiver domina a fragrância neste ponto, acompanhado da rara madeira de Guaiaco, e outras notas amadeiradas que conferem sensualidade e masculinidade à fragrância. Naturalidade, requinte e qualidade compõem a assinatura olfativa dessa primeira fragrância da Ducati.

Scuderia Ferrari

Animagical for Man
Já a marca de produtos esportivos Puma, vem com uma fragrância sensual, intensa e divertida, um convite para se entrar no jogo. Chega como uma ferramenta mágica de sedução que irá oferecer a todos os homens a confiança necessária para procurar sua parceira. As notas de cabeça são à base de maçã africana fresca Kei, com um toque de óleo de cardamomo, criando uma sensualidade exótica. No coração, uma mistura intensa e masculina de rosmaninho e manjericão verde, juntamente com a energia cintilante do abacaxi. Notas de madeiras brancas conferem à fragrância um toque sedutor de calor africano. A atitude vibrante da África e o caráter otimista e moderno da marca entram em harmonia na embalagem, divertida e visivelmente inspirada no mundo animal da Animagical, onde o natural e o mágico se juntam em uma excelente e alegre criação exótica. Ousadia na medida certa que vai do frasco do perfume ao homem que irá usá-lo.



Texto: André Porto
Fotos: Divulgação
Fonte: Puma, Sack´s Cosméticos, Davidoff Brasil