quinta-feira, 21 de abril de 2011

DESTINO: Roma, uma cidade cheia de história e arte por toda parte.


Todo viajante costuma dizer que visita os lugares, quando cheguei a Roma tive a sensação de Roma me visitar. A cidade exala história, por isso é conhecida internacionalmente como Cidade Eterna. Roma é uma viagem no tempo com suas ruínas e construções antigas, é como se entrássemos nos livros que lemos nos tempos da escola. É um túnel que nos leva para uma viagem ao passado, mas sem esquecer as marcas do presente e os planos pro futuro.

A vida pulsa de forma gritante em Roma. Gritante mesmo! Os romanos falam muito e falam rápido e falam alto, mas não pense que isso irrita, isso alegra... eles têm um jeito único e, aos olhos de fora, caótico de se relacionar. E esse talvez seja o grande charme romano. A primeira palavra que vem a cabeça ao desembarcar em Roma é linda. Linda porque a cidade é linda, linda porque as pessoas são lindas, linda porque tudo lá é mesmo lindo. E aí chega um momento que você pergunta: "caramba, tem nada feio aqui não?”  Não, não tem, até porque como diz o ditado, "Em Roma como os romanos", então, uma vez Roma, fica-se lindo como tudo por lá.  Então pra começar a lista de coisas lindas que você, caro leitor MENSCH, tem de ver com seus próprios olhos vamos falar dos monumentos.

O Coliseu
Também conhecido como Anfiteatro Flaviano foi palco de diversos espetáculos, incluindo os famosos combates entre os gladiadores e lutas com animais trazidos principalmente da África. Apesar de ter sido palco de muito derramamento de sangue, o Coliseu é algo esplendoroso, grandioso, um colosso de fato. Tocar suas paredes é como tocar na Roma Antiga, é ouvir os gritos dos gladiadores, a multidão clamando por lutas, conhecer as dores dos escravos e é, sobretudo, reconhecer a espetacular capacidade humana de construção já naquele tempo, tão longe da tecnologia de agora. Uma dica: vá de metrô e paro por aqui para não estragar a surpresa que lhe aguarda.

Onde fica: Localização: Piazza del Colosseo
Como chegar: Linha de Ônibus: 11, 27, 81, 85 e 87 Estação do Metrô: Estação Coliseu. Linha de Bonde: 13 e 30b
Ingressos: podem ser comprados por antecedência em hotéis ou sites de turismo de Roma, existe a possibilidade de contratar guias no local e ainda de alugar fones que vão contando toda a história do Coliseu à medida que se caminha por ele.

Fórum Romano
Logo de frente ao Coliseu está o Fórum Romano. Mais história, mais ruínas que nos convidam ao exercício da imaginação para tentar reconstruir o que o tempo e terremotos desgastaram. O Fórum Romano foi um importante centro comercial da Roma Imperial, abriga diversos templos e é de uma riqueza arquitetônica impressionante. Para a visita recomendo muita energia e disposição, o lugar é gigantesco e não se deve perder nenhum detalhe sequer.

Onde fica: acesso pelo Largo Romolo e Remo, na Via dei Fori Imperiali
Como chegar: Linha de Ônibus: 11, 27, 81, 85, 87 e 186
Estação do Metrô: Estação Colosseo
Horário: 2ª e de 4ª à Sábado, das 9h às duas horas antes do pôr-do-sol; 3ª e Domingos, das 9h às 14hs

Pantheon
O Pantheon é um lugar de adoração. Único edifício da época Greco-romana, foi construído em 27 a.C como templo para adoração de todos os deuses do panteão romano. Em 609 se tornou Igreja Cristã, após ter sido oferecido ao Papa Bonifácio IV em 6008 pelo então imperador bizantino Focas. Ter se tornado uma Igreja salvou o Pantheon de ser destruído pelo vandalismo que assolou as construções antigas de Roma no período medieval. Sorte a nossa! O Pantheon é uma obra impressionante e sua cúpula vale a fama que tem. Além de um lugar de admiração é também uma oportunidade para os mais religiosos fazerem orações e meditarem, mas aí será preciso muita concentração porque o lugar vive cheio de turistas.

Onde fica: Piazza della Rotonda
Como chegar: Linha de Ônibus: 119 (para a Piazza della Rotonda); 64, 70 e 75 (para a via del Corso, mais 15 minutos à pé)
Horário: de 2ª à Sábado, das 9h às 18h30; Domingos e feriados, das 9h às 13hs

Fontana de Trevi
Para chegar até aqui você terá passado por ruas estreitas, cortiços com roupas penduradas na janela com um charme todo italiano e terá desviado de algumas vespas e muitos outros viajantes como você, claro. É imperdoável não levar uma moeda para o ritual clássico da Fontana di Trevi: virar-se de costas, fazer um pedido e jogar a moeda na fonte, portanto certifique-se de ter uma com você. A fonte é hipnotizante, a riqueza de detalhes, a água azul e límpida escorrendo, as moedas representando tantos desejos de tantas pessoas ao fundo e até mesmo o som dos flashes das câmeras fotográficas tornam o lugar perfeito para uma pausa de alguns minutos para apreciar essa linda obra construída pelos homens mas que parece ter sido gerada pelos deuses.

Onde fica: Piazza di Trevi
Como chegar: Linha de Ônibus: 52, 53, 58, 60, 61, 62, 71, 95 e 492

Basílica de São Pedro
Agora você está em outro País, o Vaticano. Roma respira o catolicismo e a presença do Vaticano faz da cidade um lugar também de peregrinação. Católico ou não, religioso ou não, o Vaticano e todos os seus museus merecem uma visita de contemplação. Para os amantes das artes é um prato cheio, lembre-se que é na Basílica de São Pedro que está a Pietá, a obra das obras, e se a perfeição artística existe ela, é a Pietá. É na Basílica que estão os restos mortais de Pedro (daí o nome), o apóstolo que mesmo tendo negado Cristo por 3 vezes antes do galo cantar, segundo os relatos bíblicos, foi escolhido para fundar a Igreja Católica. O lugar é grandioso, imponente e de muita riqueza, mas ainda assim, é um lugar de oração e considerado sagrado. Para os que seguem, simpatizam ou simplesmente foram criados com o catolicismo, é um momento de muita emoção.

Onde fica: Piazza San Pietro
Como chegar: Linha de Ônibus: 23, 32, 49, 64, 81, 492 e 991
Estação do Metrô: Estação Ottaviano
Linha de Bonde: 19
Horário: diariamente, das 7h às 19hs (de outubro à março, das 9h às 17hs)

Museus do Vaticano
Aqui está a Capela Sistina, por favor, ávido leitor, certifique-se dos horários e dias de visita para não ficar na frustração de chegar até o portão e não poder se deleitar e deslumbrar desta grande obra. Sim, como você já dever ter percebido isto aconteceu comigo. A parte boa é que serei “obrigada” a voltar!

Onde fica: Città del Vaticano, entrada no viale Vaticano
Como chegar: Linha de Ônibus: 23, 64, 81 e 492
Estação do Metrô: Estação Ottaviano
Linha de Bonde: 19
Horário: de 2ª à Sábado e último Domingo do Mês, das 8h45 às 13h45 (de 17 de março à 14 de junho e de 1º de setembro à 31 de outubro, das 8h45 às 16h45, de 2ª à 6ª feira; e das 8h45 às 13h45, aos sábados)


Claro que há muito mais para se ver em Roma, mas daí você vi precisar de mais do que os 03 dias que eu passei por lá. E em se tratando da Itália, obviamente todas essas idas aos monumentos foram intercaladas com muita massa (se você está sentindo falta do vinho, explico: eu não bebo, mas meus companheiros de viagem se deliciaram com os bons vinhos italianos e recomendam!). Comer na Itália é realmente divino. Os molhos de tomate suculentos, as entradas, os pennes, espaguetis, pizzas e tudo em cantinas cheias de charme com toalhas quadriculadas vermelhas do jeitinho que a gente vê em filmes e novelas...ai, deixa parar por aqui que já está me dando água na boca! E aposto que em você também e detalhe, coma sem moderação, você vai caminhar muito pelas ruas de Roma e a energia dos carboidratos será essencial. E pra finalizar, vale lembrar que Roma também é a cidade do romantismo, por isso, se quer um lugar bacana pra ir a dois, vá a Roma! Ariverderti!

Texto: Nadezhda Bezerra
Fotos: Namour Filho, Divulgação
Sites de fotos: http://namourphoto.com

quarta-feira, 20 de abril de 2011

BEBIDA: Vinho Tinto, a excelência e a tradição dos vinhos Ramos Pinto.



Um dos vinhos mais populares e consumidos, o vinho tinto é apreciado tanto por enólogos que param para avaliar sabores e safras, quanto por consumidores em geral que procuram um bom vinho para celebrar bons momentos. E a tradição do vinho tinto e do vinho do Porto em Portugal é algo que vem de geração em geração, apurando o sabor em busca do vinho perfeito. É dentro desse espírito que recebemos o enólogo de uma das mais tradicionais vinícolas européias, a Ramos Pinto, para sabermos um pouco sobre essa bebida clássica e um pouco da história dessa marca que se excede na fabricação de vinho tinto, vinho do Porto (principalmente).

Mas o que fez a Ramos Pinto se tornar uma referência de qualidade em vinhos? A tradição da família começou com a fundação da Casa Ramos Pinto em 1880, por Adriano Ramos Pinto, através de uma estratégia inovadora e empreendedora para a época, graças à visão de mercado então adotada. Foi no início do século XX que a marca chegou ao Brasil e em pouco tempo se espalhou pela América do Sul. Paralelo a isso, a marca foi conquistando cada vez mais apreciadores de vinhos em Portugal e toda a Europa.

Sempre prezando pela qualidade, uma das características da Ramos Pinto foi investir na modernização de todo o processo, desde a fase de seleção, lotagem até o envelhecimento. Para melhor contar essa história de sucesso que já atravessou oito gerações, fomos conversar com o enólogo João Nicolau de Almeida, que entrou na empresa em 1976 e juntamente com José Ramos Pinto Rosas criou o projeto de seleção das cinco castas na região do Douro, o que resultou em excelentes Vinhos do Porto e de Mesa. Foi nas Quintas do Bom Retiro e dos Bons Ares que ergueram um dos mais modernos centros de vinificação da região. O reconhecimento veio tanto da aceitação do público quanto na forma de prêmios e reconhecimentos, como aconteceu em 1990, quando foi eleito melhor vinho de mesa, e em 1992, quando a Inglaterra o elegeu o melhor vinho ibérico.

Com 35 anos de vivência na área, um extraordinário conhecimento e profundas contribuições para a viticultura portuguesa e mundial, João Nicolau de Almeida chegou a ser considerado um dos enólogos mais influentes do mundo, tendo sido eleito "Man of The Year 1998" pela revista especializada "Wine & Spirits". Segundo João Nicolau "é uma alegria quando se percebe em cheiro e sabor que se conseguiu engarrafar o que a natureza lhe deu. E quando o vinho é bem reconhecido. É uma alegria ter conseguido dar personalidade ao vinho, uma constância ao longo dos anos, é ter o reconhecimento do público". "É preciso aprender com os erros. Gosto dos desafios".

Questionado sobre o futuro do vinho brasileiro, e em particular se ele conhecia o vinho do Vale do São Francisco (nos Estados da Bahia e Pernambuco), João Nicolau diz não ter muita experiência com vinho brasileiro. “Para se ter um grande vinho, tem que haver horas, haver uma técnica de maturação. Pode-se fazer vinhos bons com a maturação rápida, especialmente para vinhos do dia-a-dia. Ou um espumante, por exemplo. Em outros lugares do mundo, consegue-se duas safras e meia em média por ano”.

Tanta dedicação e apuro no cultivo das uvas e fabricação dos vinhos levaram João Nicolau a ser eleito Presidente da ADVID (Associação para o Desenvolvimento da Viticultura Duriense), Director da AEVP (Associação das Empresas de Vinho do Porto) e Copeiro Mor da Confraria do Vinho do Porto, além da função de administrador-delegado da Casa Ramos Pinto desde Março de 2001, e diretor de enologia. E uma das suas ações em prol da qualidade desse vinho foi ter conseguido a autorização para irrigação nessa sub-região, o que o trouxe para a viticultura do Douro Superior. "Foi autorizada com uma grande resistência, mas as pessoas viam as irrigações como uma forma de produzir mais. Não de qualidade. Então, através de estudos, chegamos à evolução da maturação. Antes os elementos qualitativos não passavam pelas uvas. Como não havia água, as videiras não amadureciam bem, e ficavam secas. Com a pressão condutora da água, pode-se manter a dose certa de água, melhorando a qualidade da cepa. Hoje você olha e percebe a diferença qualitativa da uva. E por consequência do vinho".

Em 2010, o Douro Duas Quintas Reserva 2007, foi eleito o melhor vinho tinto da Europa, conquistando a Grande Medalha de Ouro. "Foi na Alemanha que tem uma credibilidade para vinhos. É sempre um marco ter um reconhecimento dessa qualidade”. Outros vinhos como o Ramos Pinto e alguns Reserva Especial, por demonstrarem longevidade entre os vinhos produzidos pela viticultura do Douro e  o Duas Quintas Reservas têm demonstrado  um grande potencial de envelhecimento, questionamos João Nicolau sobre como saber com que tempo, vinhos como esses devem ser consumidos. Ele nos respondeu: “Há alguns anos atrás, antes de entrar na moda, bebia-se vinhos já envelhecidos. Com as novas tecnologias pode-se beber vinhos velhos-novos com qualidade de envelhecido. Em algumas regiões  os vinhos envelhecem bem (80 castas). O Vinho do Porto envelhece espetacularmente bem. O vinho que envelhece bem é um vinho delicado, que desce bem. Até já existem concursos para  vinhos novos. O Quinta já participou.”

Ainda sobre o Vale do São Francisco, perguntamos sobre as técnicas de irrigação e dos dois e meio a três ciclos vegetativos por ano, se essas características podem interferir na qualidade dos vinhos produzidos na região. “Podem gerar um tipo de vinho diferente. Só depende do tipo de vinho que se quer. Se for bem feito, depende da tecnologia, pode resultar num vinho de qualidade. Mas não chegará a um Vinho do Porto. É importante observar onde estamos e aproveitar dessas diferenças de região para um vinho mais adequado”.

Como alguns países têm um tipo de uva que os distingue, como por exemplo, a Malbec, na Argentina; a Carmenère no Chile e a Tempranilho na Espanha seria a Touringa Nacional a uva típica de Portugal? Segundo João Nicolau, sim. “É uma casta portuguesa com mais de 80 anos. Portugal é um dos países mais ricos de variedades. Uma intensidade muito boa. Há um jogo enorme a se fazer dentre as variedades, tem que trabalhar bem. Eu diria que Touringa Nacional é a menos preguiçosa. Suas folhas captam a energia do sol na fotossíntese e demora mais tempo aberta, sendo assim, destaca-se ao longo do processo.” 

Um fator importante na produção de vinho atualmente, é que muitas vinícolas estão substituindo a tradicional rolha de cortiça por produtos similares de material sintético. Para João Nicolau, perde-se o charme. E ainda segundo ele “houve uma acomodação das empresas de cortiça, que terminaram sendo ultrapassadas pelas rolhas sintéticas. Isso na conservação do vinho novo não faz diferença. Agora se for um vinho para envelhecer, já não é tão adequado. Sou mais naturalista nesse aspecto. A rolha sintética não é ideal para envelhecer um vinho. A indústria precisa evoluir. Ela tem capacidade de melhorar nesse aspecto.”

Mas segundo João Nicolau, nem sempre o problema de engarrafamento é da rolha. Muitas vezes a forma de colocação da rolha é o problema. Por exemplo, se ela encaixar na diagonal, ou se as garras que seguram e introduzem a rolha na garrafa deixar alguma marca ou pressão, termina influenciando no engarrafamento.

Será que um vinho “quanto mais velho melhor?” Ainda sobre envelhecimento de vinho, questionamos sobre que tipo de vinho pode envelhecer. E João Nicolau nos respondeu que essa pergunta, eles também fazem. “Tem que ter em geral cor, que representa a intensidade do fruto, o tanino* que seca e não deixa passar o sabor do vinho. Tem que ter taninos que futuramente deixem passar o sabor. Taninos suaves. Até por que depois, não tem milagres.”

*Tanino - corresponde a um grupo de compostos fenólicos que têm como principal característica a afinidade em se ligar a cadeias de proteínas e precipitá-las. Nas uvas, os taninos encontram-se principalmente nas cascas, sementes e engaços. Assim como os açúcares da uva, eles também passam por um amadurecimento e, conforme atingem esta maturidade, perdem agressividade, tornando-se macios e sedosos.


Texto: André Porto
Consultoria: Anezio Lau
Fotos: Ramos Pinto, Divulgação
Agradecimento: João Nicolau de Almeida (Ramos Pinto)
Site oficial: www.ramospinto.pt

terça-feira, 19 de abril de 2011

ESTILO: Perfumes Esportivos - Uma super-seleção de perfumes masculinos.

Cada mais o mercado de perfumaria descobre que o público masculino está cada vez mais interessado em novos lançamentos, e acima de tudo procura fragrâncias que melhor defina seu estilo. Seja o mais tradicional, clássico, moderno ou esportista. E visando esse público que quer algo a mais que um mero perfume, algumas marcas famosas aliadas a esportes estão investindo nesse segmento aproveitando toda uma imagem já bem estabelecida do universo masculino de ação e esportes. Pegando o perfil esportivo e de ação, as marcas procuraram dar mais personalidade à suas fragrâncias procurando atrelar toques exóticos às famosas notas amadeiradas que tanto sucesso faz com o público masculino. Selecionamos quatro marcas que estão chamando atenção no mercado, confira qual melhor se adéqua a seu estilo.

Davidoff Champion 
A famosa marca de perfumes Davidoff, lança sua mais nova frangrância, o “Champion” é desportivo, masculino e com o frasco em formato de haltere, conquista de cara homens que curtem cuidar do corpo, são vaidosos e amantes de esportes. Com uma imagem sexy e poderosa, a fragrância foi desenvolvida a pensar não apenas nos desportistas, mas em todos os homens que têm um estilo de vida ativo, assente em valores como a ambição, a motivação e o sucesso. Mais do que um perfume, o “Champion” da Davidoff quer fazer parte daquele ritual diário que incentiva um homem a ir mais além, fazer mais e melhor, ser um verdadeiro campeão em tudo aquilo a que se propõe.
Sua campanha publicitária foi toda construída no universo da malhação e academias, desde o formato do fraco à embalagem do kit. Com o formato de um haltere que só reforça essa força e todo o design deste original frasco de perfume, feito em vidro e metal prateado, é um fator de destaque dentre as demais fragrâncias. Simultaneamente fresco e inebriante esta fragrância campeã está assente em notas de limão, bergamota, gálbano, salva, cedro e musgo. Para que não falte nada ao campeão, o perfume “Champion” da Davidoff inclui ainda uma linha completa de produtos, com shampoo para o cabelo e corpo, desodorizante e loção pós-barbear.


Outra famosa marca ligada a esportes de velocidade, a Ferrari, também embarcou na onda e lança seu perfume masculino. Uma fragrância para homens de sucesso, apaixonados e dinâmicos, que nasce de um explosivo acorde de limão siciliano e tangerina verde, vinculado às notas frescas e revigorantes de menta, com a sofisticada presença da lavanda. As notas de coração desempenham, como uma equipe vencedora, um estratégico papel que realça e reforça todos os aspectos da fragrância para um resultado de excelência, uma surpreendente união encantadora de tons inflamados da pimenta negra, do alecrim do Marrocos e do cardamomo do Ceilão, realçados por sugestões elegantes e misteriosas do chá preto e do gerânio do Egito. A exótica madeira Pau Santo fecha com o sugestivo aroma do cedro, que encontra a sua conclusão na coesão do toque de âmbar da índia com as favas-tonca e do almíscar. Uma mistura de origens exóticas dá a esse perfume uma personalidade muito forte que irão refletir no homem que usá-lo, demonstrando ousadia e segurança.

Ducati - Eau de Toilette Masculino
Inspirada em todas as sensações singulares que o piloto Ducati sente quando dirige sua motocicleta. A famosa marca de motos lança sua primeira fragrância masculina. Com uma fragrância verde cítrica e amadeirada, que é uma verdadeira explosão de ar, o cheiro do vento, a liberdade, a beleza de uma paisagem natural em movimento, a descoberta de novos caminhos e emoções inexploradas. Sendo assim, surge como uma nova e refinada interpretação olfativa da masculinidade: moderna, não convencional e naturalmente carismática. Uma jornada para os sentidos, assim como a moto é uma viagem de fuga para o espírito. Uma mistura frescor e masculinidade, construída através de brilhantes notas de citrus, incluindo bergamota e grapefruit, enriquecidas com o incisivo toque de zimbro e as vibrantes e metálicas folhas de angélica. O coração evolui em uma mistura singular de notas verdes de papiro, ciclâmen e folhas de figueira que cativam pela sua elegância natural. O intrigante toque picante de noz-moscada anuncia as notas de fundo e caracteriza-se por sua qualidade e exclusividade. O precioso acorde de vetiver domina a fragrância neste ponto, acompanhado da rara madeira de Guaiaco, e outras notas amadeiradas que conferem sensualidade e masculinidade à fragrância. Naturalidade, requinte e qualidade compõem a assinatura olfativa dessa primeira fragrância da Ducati.

Scuderia Ferrari

Animagical for Man
Já a marca de produtos esportivos Puma, vem com uma fragrância sensual, intensa e divertida, um convite para se entrar no jogo. Chega como uma ferramenta mágica de sedução que irá oferecer a todos os homens a confiança necessária para procurar sua parceira. As notas de cabeça são à base de maçã africana fresca Kei, com um toque de óleo de cardamomo, criando uma sensualidade exótica. No coração, uma mistura intensa e masculina de rosmaninho e manjericão verde, juntamente com a energia cintilante do abacaxi. Notas de madeiras brancas conferem à fragrância um toque sedutor de calor africano. A atitude vibrante da África e o caráter otimista e moderno da marca entram em harmonia na embalagem, divertida e visivelmente inspirada no mundo animal da Animagical, onde o natural e o mágico se juntam em uma excelente e alegre criação exótica. Ousadia na medida certa que vai do frasco do perfume ao homem que irá usá-lo.



Texto: André Porto
Fotos: Divulgação
Fonte: Puma, Sack´s Cosméticos, Davidoff Brasil

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Assim Pensam os Homens: "Dresscode da paquera"



Vivemos numa sociedade capitalista, e mais do que um sistema de trocas meramente financeiras isso molda a forma como agimos e nos organizamos. Não há como não misturarmos as coisas, e levamos o que é da vida para a ciência e trazemos do mercado para a vida afetiva. Nós nos vendemos para as pessoas e também as compramos o tempo todo.

Explicando melhor: nós vendemos (criamos uma imagem de nós mesmos que expomos para quem está ao nosso redor) e compramos (absorvemos as imagens que as pessoas projetam para nós). Me refiro em termos de compra e venda, pois são imagens criadas com o intuito de serem lançadas e elas tem seu valor também. É nisso que nos aproximamos do Marketing: o Marketing pessoal.

Utilizando essa analogia na vida sentimental (e por que não dizer sexual) podemos imaginar pessoas como seres que despertam a atenção, que despertam o desejo e que motivam ações (assim como produtos). Então vamos usar um pouco do que o Marketing ensina a nosso favor também, adaptando algumas regras e princípios de estratégia empresarial a nosso favor.

A coisa mais importante é a percepção da marca ser equivalente ao momento e aos interesses da empresa. Isso quer dizer para pessoas: fazer com que a sua aparência reflita e exponha seus interesses e sua realidade. Longe de se lançar em estereótipos de imagem pré-concebida (o “mauricinho”, o “yuppie”, o alternativo”) que venham de fora pra dentro, é sempre o processo inverso, de deixar algo de dentro aparecer do lado de fora.

Um ponto interessante é no que o marketing fala do “ciclo de vida” do produto. Ele é concebido, nasce, cresce, amadurece, declina e morre, assim como o ser humano (pois é do ser humano que vem essa analogia) e de acordo com o estágio em que a empresa deseja estar ela muda a sua imagem. Da mesma forma nós passamos pelas fases da vida e devemos ser honestos com nós mesmos, pois a imagem que passaremos demonstra nosso estágio e atrai quem se interessa por aquele estágio. A criação de uma imagem que não bate com a realidade do produto traz casos como o “tiozão” (que foca seu interesse num público que não se interessa pela sua faixa etária). Como dizem os americanos: say what you mean and mean what you say (diga o que pensa e haja de acordo com isso).

Então se você está se “vendendo muito barato” ou não atrai os olhares das pessoas que você gostaria de atrair, talvez precise repaginar a sua marca, não esquecendo nunca que a apresentação do produto é uma “justiça elogiosa” que se faz ao seu conteúdo. Ela nunca deve ferir a essência desse produto nem impedir a criação do estilo pessoal, sobretudo quando se trata de uma pessoa, suas convicções e valores. A beleza estética não se trata de futilidade, mas da busca pela melhor forma de externar algo, já que o essencial é invisível aos olhos.

domingo, 17 de abril de 2011

FÓRMULA 1: GP da China - O desempenho de Hamilton e equipe o levam à vitória.

Confesso que já tinha acostumado a assistir Vettel vencer desde a temporada do ano passado, afinal, ele consegue percorrer um Grande Prêmio como se estivesse correndo sozinho, sem grandes ameaças. E este parecia ser mais uma vitória na hegemonia do alemão, sensação que durou pelo menos até a quinta volta, quando o campeão que vinha fazendo uma temporada perfeita foi ultrapassado por Hamilton da McLaren.

Logo na largada não se depositou muita confiança em Hamilton, pois o carro apresentou problemas no alinhamento logo no grid, o que gerou bastante correria nos boxes da McLaren, afinal, o carro vazava combustível minutos antes da largada. Apesar deste imprevisto, o piloto pareceu calmo e conseguiu sair 30 segundos antes, ainda com partes do carro desmontado.


Após sua primeira vitória do ano e superar o líder do campeonato, o inglês da McLaren não escondeu seu entusiasmo: “Estou absolutamente extasiado. Já fazia muito tempo que eu não subia aqui e estou orgulhos pelo nosso trabalho duro. Vou continuar a forçar e estou ansioso para ter mais momentos como este. Acho que nossa estratégia de economizar um jogo de pneus macios no treino classificatório nos ajudou. Eles duraram mais do que o normal e os pit stops foram fantásticos. Tentei cuidar dos pneus e andar em um ritmo bom”. Afirma Hamilton.


Já Vettel, que teve muita facilidade e sorte neste mundial, teve algumas controvérsias na China. O piloto, mesmo largando na pole position, foi logo no início ultrapassado por Hamilton e Button, o que garantiu uma emoção a mais; ele ainda teve dificuldades com Nico Rosemberg, da Mercedez. Assim, tendo que resistir a tantas investidas, acabou não tendo tempo de superar Hamilton, terminando a corrida no segundo lugar do pódio de Xangai. 



Talvez este segundo lugar seja merecido por ter exagerado no intermédio de tempo nos pit stops, nova estratégica adotada pela Red Bull, o piloto ainda confirmou que teve problemas com os Kers e a comunicação do carro. Apesar disto, mostrou-se satisfeito com o resultado: “Fiquei com o pneu duro e Lewis estava se aproximando cada vez mais. Não tinha motivos para lutar muito duro, mas tentei defender a posição ao máximo. Não dava para fazer sem perder muito tempo. Cometemos alguns erros e tivemos problemas, mas chegamos em segundo, fiquei feliz com o resultado. Parabéns a Lewis e à McLaren. Isto mostra que você pode cometer erros quando tenta algo diferente. É natural e existem outros pilotos para te superar”.

A Red Bull conseguiu também o terceiro lugar com o Webber, que se mostrou até contente por alguém ter superado o seu companheiro de equipe, defendendo a tese de que é importante Vettel ter adversários à altura e não se distancie muito nas pontuações, afinal, todos ali estão disputando um campeonato.

Já a Ferrari garantiu o sexto e sétimo lugar em Xangai. O brasileiro Felipe Massa terminou em sexto apesar de ter liderado a corrida e ficado em segundo durante boa parte dela, porém o piloto não resistiu por muito tempo devido a um desgaste demasiado nos pneus. Mas já ficamos satisfeitos por ele ter superado com folga o seu companheiro de Ferrari, Fernando Alonso, que mais uma vez reclamou do carro da escuderia Italiana. Alias já estamos acostumados com o Alonso, sempre “chorando” e reclamando de alguma coisa, talvez aguardando o momento  do tão esperado jogo de equipe para favorecê-lo.

Massa usou a mesma tática de duas paradas nos boxes que Vettel, e assim como o alemão admitiu que três paradas talvez fossem melhor, pois o ritmo com o pneu macio estava dando conta. Já Rubinho conseguiu pela primeira vez do ano terminar a prova, ficando com a 13° posição, o brasileiro não realizou grandes ultrapassagens e nem fez um bom tempo, ao final comentou que trabalhará duro para que a equipe melhore o desempenho.



Sem dúvida a China esquentou e muito este mundial, principalmente com a surpresa da McLaren que duelou friamente com a Red Bull nas ultimas voltas, para a torcida valeu a pena ficar acordado nesta última madrugada, agora é aguardar o GP da Turquia, pois a temporada 2011 está só começando.

Texto: André Lima
Fotos: Divulgação, Getty Images
Fonte: UOL ESPORTES, Globo.com

sexta-feira, 15 de abril de 2011

ENTREVISTA: Fernando Scherer


Com uma trajetória de superação e vitórias, a vida do atleta Fernando Scherer podia muito bem figurar como um livro de auto-ajuda. Pois foi através de problemas de saúde que a natação chegou até ele e o transformou num homem que aprendeu a lidar com seus problemas e superar seus limites. Campeão olímpico consagrado, nem tudo foi fácil ao longo da sua carreira. Porém foi necessário para construir o grande homem que se tornou Fernando Scherer. Hoje, empresário, casado com a bela dançarina Sheila Mello, que conheceu em mais um desafio da sua vida, o reality show A Fazenda, Fernando procura passar para as pessoas em suas palestras exemplos de superação e palavras de incentivo. Incentivo esse que dedica ao patrocinar crianças de todo o Brasil pela a natação. Enfim, um campeão dentro e fora das competições, porém sem nunca desistir de sonhar e correr, ou melhor, nadar.

Você começou na natação aos 14 anos por conta de problemas respiratórios, mas se não fosse assim qual profissão você teria seguido, faz idéia?
Não faço idéia, pois foi à natação que me levou a tudo o que tenho hoje: a Hammerhead (empresa de material de natação), a Record como comentarista de natação, as palestras motivacionais (que são baseadas em minha experiência no esporte) e minha academia. Tudo veio através deste caminho... Não poderia ser outra coisa senão nadador.

Qual sua reação ao ouvir pela primeira vez seus amigos te chamando de Xuxa? Porque Xuxa?
Eu não gostei (risos)... Tinha apenas nove anos e foi por isso que o apelido pegou, porque eu não gostei. Tinha cabelos compridos e loiros até o ombro, coisa que hoje parece ser impossível, mas é verdade e era realidade na época! Mas pegou mesmo e eu tenho maior orgulho em ter este apelido, ainda mais depois de ter conhecido a minha madrinha em 1996. Nós chegamos a gravar um comercial lado a lado, foi muito bacana. Tanto Fernando como Xuxa fazem parte da minha pessoa.

Treinar nos EUA foi fundamental para sua carreira?
Não foi. Eu fui bi-campeão mundial e medalhista olímpico em Atlanta treinando em Florianópolis, com Carlos Camargo e no clube Doze de Agosto. Ir aos EUA foi uma opção boa na época (em 1998), por ter mais privacidade, mudar a rotina e assim buscar novas motivações e inspiração.  Foi muito útil e me trouxe resultados maravilhosos, como ser número 1 do mundo nos 50 e 100 m naquele ano (98), mas não foi fundamental. 

2000, um sonho que não aconteceu? 
Nossa! Foi de pesadelo ao maior dos sonhos! Torci o pé, rompi três ligamentos e pelos médicos estaria fora das Olimpíadas, pois tudo aconteceu apenas a quatro semanas dos Jogos. Mas consegui ir e me superar, apesar das dificuldades físicas e da dor. E acabei realizando o sonho de qualquer atleta: representar seu país numa Olimpíada e ganhar uma medalha, mesmo estando lesionado e manco. Em vez da frustração por não ter competido em nível normal, pela lesão, sei que fui muito abençoado por ter conseguido não só participar, mas me tornar medalhista. Sou sim muito agradecido a Deus por isso.

2003, a realização?
Vejo mais como o fim de um ciclo vitorioso, porque eu vinha de muitas lesões após 2000, por culpa dos ligamentos, e elas acabaram afetando meu rendimento. Foi um ano complicado, pois havia treinado pra uma prova, os 50m borboleta, e há menos de um mês do Pan cancelaram esta prova. Fiquei sem chão, chorei e fiquei muito preocupado com isso, pois não havia treinado só para os 50m, na qual eu levei o tri-campeonato Pan Americano. Não digo que foi o momento de realização mais importante, mas todas as vitórias, todos os momentos em que alcancei meus objetivos, chamo de momentos de realização.
 

Por que expor-se em um reality show, dinheiro? Fama? Curiosidade?
Graças a Deus fiz a escolha certa. Estava em um momento certo da minha vida em que buscava novos desafios e lá encontrei vários. O principal: como ser e buscar o melhor que há em mim, e mostrar o verdadeiro Fernando, que ninguém conhecia. O brincalhão, moleque, divertido, amigo e apaixonado pela vida. E agora apaixonado pela Sheila Mello Scherer.

Nós temos que arriscar na vida sem ter medo e foi isso que fiz. Temos sim é que ter medo de ter medo. Sou muito agradecido a Record que me acolheu, me proporcionou esta maravilhosa experiência e conhecer a minha esposa. E ainda ser contratado como comentarista da natação, para o próximo Pan e para as próximas Olimpíadas, competições que a Record vai ser emissora oficial e exclusiva para o Brasil. Vou fazer o que gosto e o que sei fazer de melhor, falar e viver a natação ao vivo e a cores. A “Fazenda” foi um grande prêmio na minha vida. Não fui em busca de dinheiro, fama e muito menos por curiosidade. Fui em busca de ser feliz e me achei.

Qual sua melhor definição sobre Sheila Mello? 
Minha esposa.

Foram as suas famosas braçadas que conquistaram Sheila?
Tenho certeza que não, porque dei muitas braçadas e quase morri na praia (risos). 

Você já fez fotos sensuais para a revista NOVA, é sempre convidado para desfiles de moda e está sempre bem vestido. Isso tudo é reflexo de um homem vaidoso? Como você lida com a vaidade?
Sou vaidoso, me irrito com as rugas e adoro me cuidar. Eu me sinto bem me arrumando e uso até mesmo maquiagem se for preciso pra corrigir alguma olheira, não tenho vergonha disso, pois vivo da minha imagem até hoje. Gosto de fazer aquilo que me faça feliz. A minha vida gira em torno de felicidade, quero ser feliz e fazer quem estiver ao meu redor se sentir da mesma forma.

Aos 21 anos você foi considerado o Esportista Brasileiro do Ano (1995). O que isso significou para você na época. Mexeu com sua vaidade ou te puxou mais cobrança?
Falando a verdade nada me passou pela cabeça. Claro que este tipo de premiação me deixa orgulhoso, melhor atleta do Brasil, mas todos os atletas têm seu mérito. O atleta busca performance, isso nos engrandece, gera cobrança. O título de melhor atleta só veio porque eu tive de vencer tudo naquele ano: além do Pan, ser campeão mundial. A cobrança vem aí, o resto é conseqüência. Em 1998 fui considerado o melhor nadador do mundo, tenho orgulho disso também, mas sempre mantive os pés no chão, porque a vaidade no esporte não pode ter lugar. Se você se deixar levar ou acreditar que é superior por estas premiações você já era. Sempre haverá alguém mais novo ou treinando tanto quanto você, por isso eu sempre procurei dar tudo de mim sabendo que amanhã é um novo dia.

Dentre outros prêmios você conquistou 7 medalhas de ouro em jogos Pan-Americanos e 2 medalhas de bronze em Olimpíadas. Você se sente um atleta realizado? 
Um ser humano realizado. Tenho uma filha formidável, uma esposa maravilhosa e sinto que sempre dou o melhor de mim em tudo que faço, podendo errar, mas buscando ser o mais correto e justo. Tento ser amigo, fiel e companheiro. A natação perto da família fica muito pequeno, mas certamente fui realizado como atleta, foi o esporte que me proporcionou tudo. Mas a família deu um significado que faltava no meu coração. Um filho vale mais que todas as medalhas de ouro que conquistei.

Todos sabem o quanto um atleta esportivo deve ter perseverança, dedicação e viver para o esporte por grande parte da trajetória. O que foi mais difícil de agüentar e que lições para a vida você tirou disso tudo?
Todos teremos momentos difíceis, dúvidas em relação ao nosso sonho, mas um homem sem sonho é como um céu sem estrelas. Precisamos sonhar e acreditar, persistir, lutar, trabalhar duro pra que nossos sonhos e objetivos aconteçam, nunca desistir deles. Minha palestra é exatamente sobre esse assunto... posso falar aqui por uma hora...sonhem e lutem por eles, continuo sonhando e batalhando.

Que conselho(s) você daria a quem está se dedicando a carreira esportiva? 
Nunca aceitem um não, acreditem em vocês, todos somos capazes. Eu fui, sou e vocês também são capazes de chegar lá.

Segurar a onda e não cair nos braços das mulheres antes dos treinos e competições também foi uma barra difícil de segurar? 
Não me lembro de nada disso... Houve outras mulheres??? (risos) Como sou casado hoje, não me lembro bem desta parte, mas caso tenha acontecido algo, nunca atrapalhou (risos).

Além de trabalhar na sua empresa de roupas e material para natação, você também participa de um projeto que patrocina crianças pelo Brasil. Como é esse trabalho?  
Queria fazer um trabalho para desenvolver o esporte e junto com a empresa, decidi patrocinar crianças de 10 a 16 anos, em todo o Brasil, entregando todo material de natação necessário para prática do esporte. Chegamos a 2000 crianças. Tento retribuir ao esporte um pouco do que ganhei com ele, ajudando há desenvolver um pouco o que me fez ser quem sou. Tudo o que sei, devo a natação. Sou muito grato ao esporte.


Quais serão seus próximos desafios de agora em diante? O que você almeja? 
São vários projetos, motivar as pessoas com as palestras e com a Record conseguir divulgar o esporte, no momento estou com um quadro no programa “Esporte Fantástico” com o quadro “Gigantes da Água” ao lado de César Cielo (ver vídeo abaixo). E fazer tudo isso de uma forma leve, alegre e verdadeira - como sou no meu dia a dia.



Texto: André Porto e Nadezhda Bezerra
Fotos: Divulgação
Agradecimento: Danielle Carvalho - D&D Assessoria de Comunicação
Agradecimento especial a Fernando Scherer ( http://www.fernandoscherer.com.br/ )