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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

CARROS: As novidades do incrível Salão de Paris‏

Dia 29 de setembro passado deu-se início a um dos mais importantes eventos automobilísticos do mundo, o Salão de Paris, que chega a sua 66ª edição, agregando mais de duzentas marcas de automóveis em um grande pavilhão até dia 14 desse mês. O evento atrai grandes montadoras, movimenta milhões de euros e impressiona multidões com o que há de mais modernos e inovador em se tratando de automóveis.

A história desse famoso salão em Paris vem do início do século XX, quando a primeira exposição aconteceu em 1898, e passou por altos e baixos até se firmar como uma vitrine para o mundo com seus modelos de alto luxo, esportivos de última geração e os atuais compactos. O Salão acontece a cada dois anos, alternando com a amostra de Frankfurt, e a cada edição revela para o mundo em primeira mão os principais lançamentos do mercado atual de automóveis.

MERCADO AUTOMOBILÍSTICO
 
Nesse ano o Salão conta com mais de 100 lançamentos e estréias mundiais. Mesmo passando por uma forte crise econômica, onde os países da chamada “Zona do Euro” tem tido um volume de vendas (cerca de 15 milhões de unidades/ano) abaixo apenas da China (com 18 milhões), líder do mercado mundial, ainda é maior que o mercado americano (13 milhões), o japonês (6 milhões) e o Brasil (com 4 milhões). Lembrando que é na Europa que se concentram os maiores fabricantes de automóveis do mundo. Por conta desse grande volume, há produtos globais, marcas subsidiárias e modelos mais populares que em breve veremos nas ruas do Brasil, como é o caso do Peugeot 2008, Ford New Fiesta reestilizado e o Citroën DS5.
 
O Mondial de l’Automobile, como é conhecido pelos franceses, é dividido em 5 pavilhões onde cada um concentra algumas das mais famosas marcas de automóveis. No Pavilhão 1, o mais importante e mais visitado, por exemplo, ficam a maioria das marcas européias como Ferrari e Maserati. Já no Pavilhão 3 encontra-se a Hyundai e Honda, enquanto no Pavilhão 4 a Volkswagen (que concentra cerca de 20% do mercado) marca presença. Enquanto isso a General Motors (Chevrolet) domina o Pavilhão 5. Porem alguns modelos já estão sendo apontados como os grandes destaques deste ano, tais como o BMW Active Tourer, novo Range Rover, Volvo V40 Cross Country, Jaguar F, Peugeot 208 GTI, Kia Ceed Sport Wagon, dentre outros.

SELEÇÃO DE SUPER MÁQUINAS
 

Um dos destaques dessa edição do Salão tem sido o Lamborghini Gallardo, que passou por atualizações e vem em uma Edizione Tecnica limitada. O modelo amarelo das fotos é a versão LP 560-4, que ganhou novas formas na dianteira e na traseira. Já o modelo convencional da série Técnica, recebeu aerofólio traseiro fixo e freios a disco de carbono-cerâmica, além da pintura em dois tons com a frente e os arcos laterais em cor contrastante. Como todo LP 570-4, ele tem o motor V10 central-traseiro ajustado para potência de 570 cv (10 a mais que no Gallardo LP 560-4) e tração integral permanente, sistemas que não trazem novidades para 2013. As cores clássicas do Lamborghini permanecem presentes no preto com alaranjado, branco com alaranjado e alaranjado com preto.
 


Para o Ford Fiesta a opção foi redesenhar apenas a frente, que ganha um aspecto semelhante aos do novo Fusion/Mondeo e do Focus em versões ST e Electric. Por se tratar de uma carroceria lançada na Europa em 2007, o vão superior que ostentava o oval azul deixa de ser usado. As mudanças começam com o uso de faróis elipsoidais. Já a traseira se mantém como no modelo atual. No interior, as mudanças são maiores com o painel em novo formato na parte inferior e em itens como os puxadores das portas e o volante. Alguns itens foram totalmente redesenhados como por exemplo o novo aparelho de áudio, e outros totalmente inéditos no modelo como o sistema de assistência emergencial ligado ao Sync, que tem como função conectar os ocupantes a uma central de atendimento em caso de acidente. Outro recurso apresentado nesse novo modelo é o Active City Stop, que aciona os freios em baixa velocidade para evitar colisões; e a chave programável My Key (como no Fusion e no Edge), que permite configurar um limite de velocidade e de volume de áudio para o uso da chave reserva.

 
Algumas dessas mudanças talvez demorem algum tempo para chegar no Brasil, pois o modelo vendido no Brasil vem do México e não da Europa. Na Europa, por exemplo, o motor EcoBoost de 1,0 litro e três cilindros com turbo será comum sob o capô redesenhado do Fiesta, enquanto a versão esportiva ST ganhará um EcoBoost 1,6 turbo com 182 cv. Porém existe uma expectativa que a versão brasileira do carro (que será feita em Camaçari/BA), chegue com o novo visual.
 
 

Conhecida como sendo uma marca revolucionária em se tratando de superesportivos, a McLaren vem produzindo uma máquina revolucionária, o P1. E guardou sua estréia “bombástica” no Salão com o modelo, que antecipa o sucessor do F1. Mesmo sendo ainda um “estudo de design”, a previsão é que a versão definitiva chegue às estradas em apenas 12 meses e custe perto de um milhão de euros. Fazendo suspense em relação ao motor e performance, a McLaren garante que não há “melhor automóvel em estrada e na pista” desenvolvido até hoje. Apenas sabemos que este supercarro contará com tecnologias oriundas da F1, como o sistema híbrido Kers, associado a uma variante mais musculada do V8 biturbo do MP4-12C, que garantirá uma potência entre os 800 e os 1000cv. Atrelado a isso, temos ainda o seu incrível peso inferior a 1300kg, que permitirão ao P1 uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em menos de 2,5 segundos. Sua velocidade máxima deverá rondar os 400 km/h. 
Outro que tem chamado bastante atenção no Salão é o futurístico Peugeot Onyx, um superesportivo elétrico Onyx que foi apresentado oficialmente em Paris. Com um design incrível, o Onyx sem dúvida é um modelo com personalidade marcante, com linhas agressivas e envolventes como é comum em um modelo conceitual. Segundo a Peugeot, o sistema motriz do Onyx é híbrido, composto por um motor 3.7 V8 diesel de 600 cv, além de um propulsor elétrico capaz de gerar 80 cv adicionais. O câmbio é automático de seis marchas.
 

O que também chama atenção nele é seu teto solar panorâmico e o fato de não oferecer assentos convencionais. Sem falar das portas que são feitas à mão com folhas de cobre, assim como partes do painel que receberam fibra de carbono. As medidas do Onyx são de 4,65 m de comprimento, 2,20 m de largura, 1,13m de altura e coeficiente aerodinâmico de 0,30.  O teto e as janelas são fabricados com um acrílico bastante leve, que confere um peso bastante reduzido ao modelo que pesa apenas 1.100 kg. Com tanta leveza, sua velocidade pode ser controlada graças aos freios com discos de cerâmica de 380 mm na dianteira e 355 mm na traseira. E para completar, rodas de aro 20 e pneus Michelin, desenvolvidos especificamente para o Onyx, são da medida 275/35 para o eixo dianteiro e 345/30 no eixo traseiro. 


A marca coreana Ssangyong marca presença no Salão com o seu crossover e-XIV Concept, com tamanho compacto e apenas duas portas. O Ssangyong e-XIV Concept chama atenção dos demais veículos por utilizar painéis solares para armazenamento de energia que alimentam seus sistemas periféricos. Além disso, o conceito sul-coreano ainda ostenta propulsor híbrido com motor elétrico de 109 cv e auxiliado por um gerador de dois cilindros com 27 cv. Com baterias de íons de lítio do Ssangyong e-XIV Concept garantem autonomia de 80 km no modo elétrico, que para carga total precisa de 4 horas, mas conseguem-se alguns quilômetros com apenas 20 minutos na tomada. Com um excelente consumo médio de 52,6 km/litro com emissão de apenas 45 g/km de CO2. A autonomia geral passa de 600 km.
 


Dentre os fabricantes de carros híbridos (aqueles que utilizam gasolina mais eletricidade) no mundo, outra proposta apresentada no Salão é o Toyota IQ em uma versão elétrica, que será produzida em série limitada de apenas 100 unidades que serõ vndidos no Japão e nos EUA (onde o modelo a gasolina recebe a marca Scion). Com motor elétrico de 47 kW (64 cv) e o bom torque de 16,5 m.kgf, o IQ EV (Electric Vehicle) acelera de 0 a 100 km/h em viáveis 14 segundos e alcança máxima de 125 km/h, que não compromete seu desempenho nas grandes cidades. O IQ EV, pesa 125 kg a mais que o modelo a gasolina, oferece três modos de uso: D-Range para maior autonomia, S-Charge para melhor desempenho e B-Range, que usa ao máximo a regeneração de energia nas desacelerações e frenagens. As baterias de íon de lítio necessitam de apenas três horas em tomada de 230 volts para recarga total, porém uma carga de 80% pode ser feita em 15 minutos.



Fonte: Auto Portal, Carros Nitratos, Best Cars, Noticias Automotivas, IG, UOL
 
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

CARRO MENSCH: Bugatti Veyron Grand Sport


No recente 26º Salão Internacional do Automóvel de São Paulo que aconteceu agora em 2010, uma das grandes estrelas do salão sem dúvida foi o famoso Bugatti Veyron. O Bugatti Veyron foi o mais potente e mais caro em exposição, custando cerca de 8 milhões de reais e com 1.001 cavalos de potência. O modelo foi lançado durante o evento e “inaugura” a marca no Brasil. Por R$ 7,7 milhões -  é o segundo carro mais caro no evento - , o interessado poderá adquirir o superesportivo.

Mesmo sem ter tido um comprador no Brasil, segundo o diretor de vendas da Bugatti nas Américas, John Hill, o mais importante não é a expectativa em relação a vendas, mas a divulgação da marca através desse modelo. “Estamos aqui porque os brasileiros são verdadeiramente apaixonados por carros”, destacou. Segundo John, as vendas da Bugatti ficam distribuídas com 30% nas Américas, 30% na Europa e 30% no Oriente Médio. E é oferecido ao feliz comprador um serviço personalizado de manutenção, onde o carro é monitorado o tempo todo, “Quem compra um carro deste valor, quer muito mais. Se você compra um Bugatti, compra um "mundo Bugatti" junto.”, comentou John.

Os carros da série Bugatti Veyron são os mais velozes já produzidos, o Veyron chega a 431 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos. Tudo isso se deve quando a marca Bugatti foi adquirida pelo grupo Volkswagen, onde algumas exigências foram feitas pelo departamento de engenharia. Numa delas, o Bugatti deveria ter acima de mil cavalos de potência, velocidade máxima superior a 400 km/h e acelerar de 0 a 100 km/h em menos de 3,5 segundos. E essa meta foi alcançada em 2000 quando foi lançado o primeiro Bugatti Veyron, de 18 cilindros. Logo em seguida, em 2001, foi lançado o modelo com 16 cilindros, com a função de baratear o carro e diminuir o tamanho. 

Mas de nada adiantaria tal potência e desempenho sem uma suspensão adequada, pacote aerodinâmico e freios eficientes. A solução foi buscar na indústria aeronáutica os itens necessários para que o Veyron se tornasse um supercarro. Sendo assim o Veyron foi feito todo em alumínio, magnésio e fibra de carbono. As grades de ventilação são de titânio e há aço inox na parte posterior. No interior, além da estrutura em carbono, você pode ver a qualidade do couro e o alto nível de acabamento. Essas nove grades de titânio ajudam o carro a esfriar e foram desenhadas para evitar que pássaros por ventura fiquem presos e causem algum acidente. Já que a potência desse carro o eleva a voar como os pássaros, afinal passar de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos não é pra qualquer um.


Tanta velocidade assim requer alguns cuidados, como com os pneus. E por isso a velocidade máxima do modelo é limitada a "apenas" 407 km/h. Uma velocidade atingida graças à sua aerodinâmica combinada ao motor de dezesseis cilindros em W 8.0 com 1.200 cavalos de potência. Essa velocidade é reduzida ao ser retirado o teto conversível, baixando a velocidade para 360 km/h. E em caso de chuva um teto dobrável localizado no porta-mala pode ser acionado, baixando sua velocidade para 160 km/h. Mas de nada adiantaria tal potência e desempenho sem uma suspensão adequada, pacote aerodinâmico e freios eficientes. A solução foi buscar na indústria aeronáutica os itens necessários para que o Veyron se tornasse um supercarro. Sua carroceria o ajudam a manter o carro no chão mesmo em altas velocidades (só para se ter uma idéia, um Boeing 747 decola aos 280 km/h), e o freio aerodinâmico que usa o spoiler para fazer a função dos flaps dos aviões.

A carroceria do Veyron foi projetada em três seções separadas, frente, cockpit e traseira, e anexadas uma a outra através de parafusos de titânio, que pesam cerca de 70% a menos que os feitos em aço e ainda suportam esforços e temperaturas cinco vezes maiores. Cada um dos 28 parafusos usados neste processo custa 90 euros. Até agora já foram montadas 280 unidades. Sua montagem é feita manualmente na fábrica da Bugatti em Molsheim, França. O Bugatti Veyron Grand Sport terá apenas 300 unidades produzidas, caso as encomendas cheguem a esse número, e sua produção será encerrada esse ano. Quando posteriormente a Bugatti já começará a fabricar mais uma super-máquina.



fonte: Auto Esporte, Car Magazine, Carros Tol3

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

50 ANOS DO SALÃO DO AUTOMÓVEL

Teve início dia 25 desse mês mais uma edição do clássico Salão do Automóvel em São Paulo, assim como acontece à 50 anos, como de costume, em anos pares. A idéia de fazer um Salão foi criada em 1959 e montado pela primeira vez em 1960 com a duração de 16 dias. Na época organizado pela empresa Alcântara Machado Feiras e Negócios. A feira aconteceu numa época em que a indústria automobilística no Brasil estava em grande expansão e surtiu um efeito muito positivo pois ajudava a promover a qualidade e a credibilidade do carro nacional. Já naquela primeira edição o Salão foi realizado no Parque Ibirapuera no Pavilhão da Indústria e teve a visitação de 400 mil pessoas e contou com 12 montadoras existentes no país naquela época (dentre elas, a Ford, GM, Volkswagen, Toyota e Mercedes Benz). Ano de ouro de carros clássicos como a lendária Rural Wilys, da famosa Kombi, do Simca Chambord e do FNM 2000 JK. Sem falar do protótipo conversível da Wilys, o Saci. Nos anos seguintes começaram a fazer parte do Salão os tratores e equipamentos agrícolas, o jipe Bandeirantes da Toyota e o primeiro ônibus de turismo da Mercedes-Benz.

Ao longo dos anos o Salão mostrou ser muito mais que uma feira de negócios, mas uma vitrine para a evolução automobilística nacional e internacional, como já era esperado. Foi através das exposições que pode-se acompanhar  por exemplo o melhoramento mecânico dos carros produzidos no Brasil, o surgimento dos monoblocos da Mercedes, novidades nas autopeças (como os faróis de iodo da Cibié). Tudo isso foi tomando outras proporções até chamar atenção da imprensa internacional para a indústria automobilística brasileira. Dez anos depois da sua primeira edição, o Salão ganhou um espaço construído em São Paulo para abrigar mostras industriais e surgia a novidade, o primeiro carro elétrico brasileiro (fabricado pela Icovel). No final dos anos 70, a crise do petróleo atrapalhou as vendas no setor, porém no início dos anos 80, com a crise grande crise da indústria automobilística, o foco foram as autopeças. E a feira já atraia quase 700 mil visitantes. Lanchas e veleiros já faziam parte do Salão e a Copersucar e a Abrave, num apoio a comercialização dos carros à álcool, apoiavam o evento.

Foi aos 32 anos de Salão que os visitantes foram surpreendidos por uma grande quantidade de novidades no setor. Foram 760 mil visitantes, 400 expositores e o Salão começou a competir com a FENIT, campeã de modelos reconhecidos por sua beleza. Foi no meio dos anos 90 que o Brasil virou nono produtor no setor quando o Salão atingia a meta de 1,55 milhão de unidades em 1994, e as vendas internas em torno de 1,32 milhão, e as exportações chegaram a 360 mil unidades, batendo todos os anos anteriores.

VIRADA DE SÉCULO E DE MERCADO: O BRASIL EXPORTADOR
Foi assim o início dos anos 2000, quando a indústria local começou a se estruturar e fabricar veículos em grande escala visando outros mercados, como países do oriente médio e do Mercosul. Em 2006 foram 155 expositores em 90 mil m2, com mais de 400 veículos em exposição e 80 lançamentos. O grande destaque foram os superesportivos e os chamados, "carro-conceito", como os ousados Z4 Cupê, da BMW, o Mustang Shelby GT500 da Ford e o Porsche Carrera GT, um dos mais luxuosos, que nunca havia sido exposto aqui no país.

50 ANOS DO SALÃO DO AUTOMÓVEL
Em 2010, o Salão do Automóvel em São Paulo, de 25 de outubro a 7 de Novembro no Pavilhão de Exposições do Anhembi. Neste ano o Salão será especial. Organizado pela Reed Exhibitions Alcântara Machado, em comemoração aos 50 anos dos Salões do Automóvel no Brasil, será a primeira edição incluída no calendário internacional da OICA (Organização Internacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, sediada em Paris), ao lado de outras grandes exposições internacionais como Detroit, Paris, Frankfurt, Genebra e Turim. Muitas novidades estão escaladas para estrear no Salão deste ano. Marcas que ganharam representação no País recentemente são destaques, como Aston Martin, Bentley, Spyker e a Lamborghini, agora com representação oficial por meio da Via Itália. Até um robô transformers foi convidado para recepcionar os visitantes.

DESTAQUES DO SALÃO

Novo Edge 2011
O recém-lançado o crossover Ford Edge 2011 no mercado norte-americano, é outro modelo que vem cheio de novidades. O novo design deixou ele mais bonito, sofisticado e levando a um outro nível de tecnologia embarcada que representa alta segurança. Recebeu nova frente e rodas de 20 polegadas. O interior é imponente e nobre. Traz painel de instrumentos e chave com funções configuráveis, sistema multimídia SYNC de nova geração e acabamento do painel em madeira. Seu motor V6 ficou mais potente e econômico e a nova transmissão automática seqüencial de seis velocidades agora vem com botão “select shift”.

Crossover ASX
A Mitsubishi lança no Brasil o Crossover ASX durante o Salão do Automóvel: Disponível nas versões 4x2 e 4x4, o versátil modelo chega ao mercado brasileiro já em novembro e surge como trunfo para quem circula nas grandes metrópoles. Para conquistar o consumidor, montadora aposta na combinação do design moderno do produto com novas tecnologias agregadas e a melhor relação entre peso e potência da categoria.

                                                 
Hyundai NUVIS Concept
Mas uma das grandes atrações dessa edição do Salão é o futurista carro-conceito NUVIS da Hyundai, que já havia sido apresentado anteriormente no Salão de Nova York, há um tempo atrás. Como era de se esperar, o carro possui uma beleza sem igual. Mas beleza não é apenas o que esse carro tem de interessante. Além de seu visual futurista, com portas no estilo asa de gaivota, o veículo também possui tecnologia híbrida, usando baterias de lítio-polímero, algo bem avançado nessa área. Esse conceito possui um sistema que combina o motor a gasolina com o motor elétrico, simultaneamente ou independentes, e seu propulsor é de 2.4 litros a gasolina, com uma transmissão automática de seis marchas. A parte elétrica do carro é alimentada por uma bateria de 270 volts.


Renault ZX1 Coupé
Unir tecnologia de ponta à ousadia estética foi a filosofia seguida pelos projetistas da Renault para a concepção do ZX1, mais um carro-conceito deste ano, de linhas futuristas que será apresentado no Salão. A aerodinâmica está presente no cupê, que mede 4,51 metros de comprimento e tem carroceria construída em alumínio. Olhando-se de frente, destaca-se o conjunto formado pelos faróis, composto de duas fileiras de leds, e pelas amplas tomadas de ar, com acabamento cromado. Integrados, tais elementos remetem à imagem de duas asas e transpiram modernidade. Ao centro do capô, chama atenção o losango cromado, símbolo da Renault, logo acima da grade preta, em forma de colméia.














Um carro de visual tão provocador, merecia um conjunto mecânico à altura. Por isso, o carro-conceito ZX1 é equipado com motor 2.0 Turbo, movido a gasolina, capaz de gerar 200 cavalos de potência e toque máximo de 28,5 kgfm, a 2.600 rpm, o que lhe permite acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 7,2 segundos. O câmbio é manual de seis marchas, acionado por uma alavanca que lembra um joystick. E seu consumo médio é de 15,4 km/l.

Ferrari 458 Itália
O modelo que substitui o F430 Modena será uma das vedetes do stand da Ferrari no Salão do Automóvel e deverá encher os olhos dos milhares de visitantes, como sempre ocorre quando se trata do mito Ferrari O bólido vem com motor ainda mais poderoso que o Modena (570 cv contra 430 cv do antecessor) e um design ousado e compacto, assinado pelo estúdio Pininfarina. O design frontal traz faróis com leds enfileirados e entradas de ar redesenhadas. Na traseira, a 458 Itália remete à Ferrari Califórnia. No interior confortável, chama a atenção o painel moderno,  com um enorme contagiros ladeado por duas pequenas telas. No volante, o condutor encontra o Manettino, seletor de direção importado dos carros de Fórmula 1 (como muitos equipamentos deste modelo) por meio do qual pode escolher entre três programas de condução, Race, Sport e Wet, e botões para o acionamento de funções como partida, iluminação e controle de suspensão. As novidades na parte mecânica são a introdução de injeção direta de gasolina e maior presença de eletrônica.