Mostrando postagens com marcador Fórmula 1. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fórmula 1. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

MOTOR: F1 W07 Hybrid, o novo carro da Mercedes para buscar o tricampeonato em 2016

A temporada 2016 de Fórmula 1 está se preparando para a largada (que começa 20 de março) e algumas novidades estão vindo à tona. Como o novo carro da Mercedes que foi divulgado neste domingo as imagens do F1 W07 Hybrid, modelo com o qual irá competir em 2016. Com duas temporadas praticamente perfeitas, levando dois títulos de construtores e dois de pilotos, sua missão é manter o domínio e manter os ânimos calmos entre sua dupla de pilotos, que vem para a quarta temporada juntos, tendo novamente o tricampeão Lewis Hamilton #44 e Nico Rosberg #6 como pilotos. 
O carro esteve na pista pela primeira vez na sexta-feira passada em Silverstone, durante um evento promocional que rendeu 100 quilômetros. Ele ainda terá um lançamento oficial antes do início da pré-temporada nesta segunda-feira em Barcelona. E segundo o chefe técnico da equipe, Paddy Lowe, o F1 W07 Hybrid apresenta “mini revoluções” em relação ao seu antecessor. “Depois de uma temporada de grande sucesso em 2015, a nossa prioridade foi identificar as áreas em que fomos mais fracos e tentar melhorá-las”, disse.

“Nosso objetivo é a excelência em todas as áreas, e, ao mesmo tempo em que tivemos alguns resultados fantásticos no ano passado, há muitas áreas em que ainda podemos ser muito melhores. Esse é o tipo de cultura que tentamos incutir em toda a organização – esforço constante para chegar a algo melhor”, prosseguiu Lowe. “Tivemos uma série de etapas onde não atuamos como o planejado em 2015 – principalmente em Cingapura – assim havia muitas coisas para melhorar para 2016. Estamos buscando otimização absolutamente em todas as partes”, finalizou o dirigente.



Veja a apresentação feita por Lewis do novo carro da Mercedes:

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

MOTOR: McLaren MP4-X - O futuro do automobilismo

A McLaren apresentou no início do mês o conceito do que será o futuro da Fórmula 1 em matéria de carro. Batizado de MP4-X, a supermáquina foi projetada para ter melhor desempenho e mais segurança, aliados a tecnologias energéticas híbridas, com placas que armazenam a luz solar. A ideia é explorar ao máximo as possibilidades tecnológicas atuais em um carro projetado para um futuro próximo. 

Para começar, imagine um sistema de inteligência artificial, que funciona diretamente do cérebro do piloto com o veículo, através de monitoramentos dos sinais elétricos enviados e combinando a gestos manuais que conduzam o carro. Esse monitoramento seria capaz de detectar, por exemplo, sinais de fadiga ou de ansiedade do piloto. Além disso, o próprio formato do automóvel que se adapta de acordo com necessidades da pista. Já dentro do cockpit, painéis holográficos são outra possibilidade tecnológica apresentada para o MP4-X.


Por falar em cockpit, o novo design traz ele totalmente fechado e com visão de 360º, dando assim maior segurança ao piloto. Um sistema de comunicação interno avisa o piloto sobre falhas e problemas que existirem durante o percurso para ser diagnosticado na hora e facilitar a solução. Já o chassi sofreu mudanças para se adaptar a diferentes necessidades aerodinâmicas.


Como não podia faltar, os pneus também receberam atenção especial, com sensores que analisam a qualidade e a estabilidade deles no percurso. Essas, e muitas outras, características do MP4-X podem ser conferidas no site oficial da McLaren. Enquanto isso confira o vídeo abaixo:

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

PERFIL: Sebastian Vettel, o jovem tetracampeão do mundo na Fórmula 1

Quando Michael Schumacher venceu quatro títulos consecutivos na Fórmula 1, entre 2000 e 2003, igualou uma marca de quase 50 anos do pioneiro piloto argentino Juan Manuel Fangio. Não se esperava que tão cedo alguém fosse chegar perto desse feito tão marcante. Mas aconteceu, e foi ele o protagonista, Sebastian Vettel, o garoto prodígio da categoria top do automobilismo mundial.

Desde sua primeira vitória na F1 em 2009, ainda pela Toro Rosso em Monza, até hoje tetracampeão, Vettel passou por tudo o que um piloto passa numa carreira vitoriosa. Titularidade numa equipe de ponta, brigas com companheiro de equipe, ser piloto número um, ser questionado por desrespeitar acordos de cavalheiros e ordens do time, ter seu talento reverenciado, rodada na primeira volta na corrida do título. Enfim, um script perfeito para um multicampeão das pistas.

Mas o piloto é também um homem com alma de garoto. O rádio de sua Red Bull revela os "uhuuu!", "yeah!" e "yes!" de cada vitória, típico comportamento juvenil que não se cansa de comemorar cada sucesso como se fosse o primeiro. E não é por menos, com 26 anos de idade, ele tem apenas 117 GPs disputados, somando 43 pole positions, 59 pódios e 36 vitórias, tudo isso coroado em quatro títulos mundiais em seis temporadas completas. Números assustadores.

O que mostra muito da personalidade do agora tetracampeão são seus capacetes. A cada corrida, uma pintura diferente. Geralmente com muito brilho e cores vibrantes, como ele, que não esconde o sorriso a cada conquista. A pouca idade também traz algumas vantagens para Vettel. Seus recordes geralmente vêm acompanhados das palavras “mais jovem”, adjetivando expressões como o mais jovem a participar de um treino da F1, o mais jovem a marcar um ponto, o mais jovem a marcar uma pole, o mais jovem a ganhar uma corrida, mais jovem campeão mundial... ufa!

Seb, como é conhecido no circo da Fórmula 1, já começa a sentir os efeitos do seu sucesso. Pilotos, equipes e parte da imprensa já insinuam que o seu absoluto domínio nas últimas quatro temporadas tendem a tornar a Fórmula 1 entediante, com um único vencedor e com poucas emoções. Isso veremos em 2014, quando as regras mudam e teremos a volta do motor turbo V6 1.6L, menos potentes que os atuais. Todos os carros precisarão renascer e veremos como Vettel e sua Red Bull vão se comportar. Até lá, o tetracampeão das pistas terá uma agenda cheia, com certeza.

HOMEM DE VIDA SIMPLES

Diferentemente de seus contemporâneos no automobilismo, não é comum encontrar Vettel nos tabloides. Nada de fotos em praias paradisíacas a bordo de iates. Esse não é o estilo dele. Sua vida é bastante simples, privada e reclusa, o que não é nem um pouco atrativo para os paparazzi e para a curiosidade mórbida dos leitores de jornais sensacionalistas.

Morar em Mônaco? Também não. Apesar dos milhões de dólares que fatura anualmente da Red Bull e de seus patrocinadores, Vettel vive tranquilamente numa cidade rural da Suíça (talvez também tenha ido para lá para fugir do fisco alemão, como muitos). Segundo ele, há mais vacas do que gente por lá. Carrões, nem pensar! O piloto número 1 do mundo dirige uma van 2007 de segunda mão, que ele gosta muito por levar sua bicicleta e suas “tralhas”. Mulheres? Só a dele, Hanna Prater, amiga de infância que virou namorada. Já a viu fotografada ao lado dele? Pois é, privacidade.

A simplicidade do piloto também está na cozinha, elegendo a comida da mãe a sua preferida. E como todo jovem, ele costuma ir a partidas de futebol do seu time quando pode, o Eintracht Frankfurt. Fã dos três Michaels — Schumacher, Jordan e Jackson —, Sebastian Vettel talvez ainda não perceba o tamanho dos seus feitos, que podem fazê-lo chegar bem perto dos seus ídolos. E o que faz em um domingo pela manhã, quando não há corrida: “Dormir, tomar um grande café da manhã e, se o dia estiver ensolarado, praticar algum esporte ao ar livre, como Badminton. Tudo para relaxar”, diz ele. Esse é o tetracampeão de Fórmula 1, esse é Sebastian Vettel.



Acompanhe a MENSCH no Twitter: @RevMensch, curta nossa página no Face: RevMensch e baixe no iPad, é grátis: http://goo.gl/Ta1Qb

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

PERFIL: Jenson Button, o piloto das corridas difícies

Campeão Mundial em 2009, Jenson Button se destaca pela sua forma diferenciada de guiar carros de Fórmula 1. Com um toque mais sutil, o britânico costuma levar vantagem quando o assunto é desgaste dos pneus, o que tem feito a diferença em algumas etapas da categoria. Neste ano, por exemplo, Button abriu e fechou a temporada com vitórias. Por sinal, os triunfos em Melbourne, na Bélgica e no Brasil foram os únicos de Jenson nesta temporada. Mesmo assim, o inglês não perdeu o prestígio na principal categoria do automobilismo mundial e, na próxima temporada, será o grande líder da McLaren, que não terá Lewis Hamilton em um dos seus cockpits.

Nascido em 1980, na cidade de Frome, na Inglaterra, Jenson começou cedo no automobilismo. Com apenas oito anos de idade, o garoto britânico já participava das primeiras competições de Kart. O primeiro título veio três anos depois, em 1991. Naquela época com onze anos, Button saiu com o troféu de campeão no British Cadet Kart Championship, uma espécie de torneio juvenil de Kart.
Empolgado com o seu primeiro título, ele conseguiu repetir o feito na temporada seguinte. Desta vez em uma categoria superior, a Junior TKM Champion. O bom desempenho do piloto nas pistas de Kart fizeram com que ele ganhasse uma chance de guiar carros maiores. Entretanto, nos anos seguintes, Button não conseguiu conquistar muitos títulos importantes.
 
Jenson voltaria a ser destaque de uma competição na temporada de 1998, quando sagrou-se campeão da Fórmula Ford Britânica. O título lhe rendeu uma vaga na Fórmula 3 Britânica, uma das principais categorias da base do automobilismo mundial. Nela, Button voltou a se destacar com duas vitórias e a terceira colocação no Campeonato. O bom trabalho realizado na Fórmula 3 Britânica rendeu ao jovem piloto, que na época tinha 19 anos, um prêmio simbólico como o piloto revelação da competição. O prêmio foi concedido pela McLaren e pela revista britânica ‘Autosport’.

E foi com base nos bons resultados nas categorias inferiores que Frank Williams resolveu abrir as portas do time britânico para Button. Na época, o inglês substituiu o recém aposentado Alessandro Zanardi. Com 12 pontos conquistados, Button terminou a temporada na oitava colocação - um grande resultado para um estreante na categoria. Mesmo se dando bem na Williams, Jenson acabou acertando a sua transferência para a Benetton na temporada seguinte. A expectativa era de se manter entre os dez primeiros do campeonato de 2001, mas a equipe italiana não obteve muito êxito naquele ano. O resultado foi que o britânico só terminou na zona de pontuação em uma oportunidade, no GP da Alemanha, e concluiu o ano com a modesta décima sétima colocação no campeonato.

Beneficiado pela venda da Benetton para a Renault, Button conseguiu ter um ano mais positivo em 2002. Naquele mundial, o time de Flávio Briatore conseguiu encontrar o melhor acerto para o carro e Jenson terminou o ano na sétima colocação entre os pilotos. Os seus melhores resultados foram os quarto lugares nos GPs da Malásia e do Brasil, despertando o interesse da BAR. A equipe britânica, por sinal, foi a casa de Button entre os anos de 2003 e 2005. Nestas três temporadas, o jovem piloto inglês se destacou principalmente em 2004. Com dez pódios em 18 corridas disputadas, Button terminou o ano na terceira colocação do Mundial de Pilotos, atrás apenas de Michael Schumacher -campeão- e Rubens Barrichello -vice-campeão.
 
Com dificuldades financeiras, a BAR acabou sendo vendida para a Honda, que na época era a fornecedora de motores da equipe, em 2006. A venda acabou não interferindo muito no desempenho da equipe, que se manteve com um carro competitivo durante as temporadas de 2006 e 2008. Button, que já era piloto da BAR, acabou permanecendo na Honda e continuou a sua trajetória na Fórmula 1. Por sinal, foi com a equipe japonesa que o jovem britânico conquistou a sua primeira vitória na principal categoria do automobilismo mundial. O triunfo veio no GP da Hungria, disputado no circuito de Hungaroring, em 2006. Depois de largar na décima quarta colocação, Jenson teve uma prova espetacular e cruzou a linha de chegada em primeiro.

Mesmo com a vitória, Button terminou a temporada apenas na sexta colocação. Apesar de não estar entre os primeiros colocados, o piloto comemorou bastante, já que voltava a ter um ano competitivo na Fórmula 1. Mas a felicidade não durou muito. Nas duas temporadas seguintes, a Honda não desenvolveu um bom carro e Button ficou longe dos pontos na grande maioria das corridas.
Sem condições de manter a equipe funcionando, a Honda declarou que iria desfazer o time. Quando parecia que Button iria ficar sem vaga na Fórmula 1, eis que Ross Brawn, ex-chefe da Ferrari, resolveu adquirir a equipe. Famoso por comandar o time vermelho nos anos de glórias da escuderia, Brawn deu o seu toque competitivo e construiu um carro excelente para disputar o campeonato de 2009.

 
O projeto da Brawn GP foi um sucesso. Aproveitando-se de uma brecha no regulamento, Ross desenvolveu o chamado “difusor duplo”, que fez a diferença no BGP 001. O artifício dava muito mais estabilidade ao bólido, que dominou a primeira metade da temporada. Button foi quem obteve os melhores resultados, assumindo a liderança do mundial e abrindo uma grande vantagem.
Na segunda metade do campeonato, o BGP 001 não teve mais a mesma superioridade e o RB6, da Red Bull, começou a se destacar, mas já era tarde. No fim do ano, Jenson conquistou o seu primeiro título na principal categoria do automobilismo mundial, consagrando a carreira vitoriosa do britânico.
Com o troféu, Button recebeu a proposta para guiar um dos carros da McLaren. Sem pensar duas vezes, o inglês resolveu se transferir para o lendário time de Woking. Apesar de não ter conseguido o mesmo sucesso de 2009, Button terminou a temporada de 2010 com uma colocação razoável (5º), atrás do seu companheiro de equipe, Lewis Hamilton.

O destaque maior de Button na McLaren aconteceu durante a temporada de 2011. O seu toque diferenciado ao guiar os carros do time britânico fez com que ele conservasse bastante os pneus, o que fez a diferença no fim do ano. Ao término do campeonato, o inglês estava na vice-liderança, atrás apenas de Sebastian Vettel, que dominou o campeonato e se tornou bicampeão mundial.
Neste ano, Button não obteve o mesmo sucesso, mais uma vez. Mesmo assim, o britânico conseguiu vencer a primeira e a última corrida do ano, em Melbourne e no Brasil, além do GP de Spa-Francorchamps. No Mundial de Pilotos, ele terminou na modesta quinta colocação. Com a confirmação da saída de Lewis Hamilton, Jenson será o principal nome da McLaren em 2013. Por sinal, ele entra como um dos favoritos ao título da próxima temporada.

* Matéria desenvolvida e gentilmente cedida pela equipe da revista RaceF1 em parceria com a MENSCH. Acesse www.racef1.com.br e conheça mais do trabalho da RaceF1.


Acompanhe a MENSCH também pelo Twitter e nossa FanPage: @RevMensch e baixe gratuitamente pelo iPad na App Store.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

ENTREVISTA: Lucas di Grassi, o piloto de testes da Pirelli apontado como uma das promessas para a Fórmula1

Tudo acontece muito rápido na vida de Lucas di Grassi, e não é pra menos, afinal é uma amante da velocidade. Aos 9 anos já vencia o pai nas corridas de Kart e aos 27 anos já é um empresário bem sucedido e piloto de testes da Pirelli. Pensando sempre em frente, Lucas não se apega ao passado, foca no futuro, e sem dúvida um futuro brilhante, pois talento e direção ele tem. Conheça um pouco mais desse piloto que não se deixa derrapar nas curvas da vida.
 

Aos 13 anos você entrou no kart por influência do seu pai. Ele é também um amante da velocidade? Como foi esse início? Meu pai gosta de automobilismo, mas não é um aficionado. Eu comecei cedo por influência dele e ele sempre me apoiou. Eu, na verdade, descobri que tinha aptidão ao esporte quando, durante um treino, com 9 anos de idade, fiz uma volta mais rápida que meu pai, que treinava há anos.
 

Hoje você tem vários títulos e prêmios, isso te envaidece? De jeito nenhum. Títulos e prêmios são passado. Eu vivo do presente, almejo melhorar sempre e vencer cada vez mais. 


Alguma frustração com a Fórmula 1? Sim. Nunca tive uma oportunidade de correr em um carro bom e também vários rivais que eu venci no passado estão lá, inclusive companheiros de equipe como Petrov, Buemi, Di Resta.
 

Como foi o convite para ser piloto de testes da Pirelli? Aceitou de primeira ou achou que isso poderia não ser bacana pra você? Ser piloto de desenvolvimento da F1 é um título importante. Eu aceitei o convite e fiquei lisonjeado pela Pirelli ter me escolhido perante outros pilotos mais experientes.
 

Em 2008 durante o GP2 Series você chegou a ficar na terceira colocação, a 2 pontos de Bruno Senna e 10 à frente do campeão Giorgio Pantano. Muitos fãs de F1 acham que você teria melhor desempenho que pilotos como Bruno Senna, porém o sobrenome (e mais grana) pesou mais. O que você acha disso? Eu acho que eu faria um bom trabalho na F1 como fiz em todas as outras fórmulas. Foi uma pena que minha equipe foi tão fraca em 2010. O importante é continuar focado e trazer mais títulos e vitórias para o Brasil, seja na F1 ou em outra categoria.
 

O que você está achando da atual temporada de Fórmula 1? Chega a torcer por alguém? Não torço por ninguém. Acho que a temporada está excelente graças aos pneus Pirelli, principalmente, que está igualando muito as equipes. O campeonato de 2012 está muito disputado.
 

Dá para criar verdadeiras amizades com os pilotos de F1 ou a disputa termina criando barreiras que vão além das pistas? Tenho amigos na F1 e em outras categorias, vivemos do esporte e aprendemos desde pequeno a disputar nas pistas e ter amizade fora delas.
 

Você só tem 27 anos e já é um empresário de sucesso, dividindo o seu tempo entre São Paulo e Mônaco. Como explica tanto sucesso para tão pouca idade? Não sou empresário de sucesso, posso até ser um dia, mas isso vai depender muito das pessoas que estão ao meu lado e que escolhi como meus parceiros nesse negócio. Temos uma equipe brilhante na ONE, a empresa de marketing esportivo, como o Henry Guedes e o Mauricio Fragata, que tocam a empresa.
 

Como surgiu a ONE, empresa de marketing esportivo? Foi uma extensão da Lucas Sport Business, que surgiu para tomar conta da minha carreira esportiva no Brasil. E junto com outros sócios resolvemos aumentar a empresa e investir em outras áreas.
 


O que um esportista precisa saber para gerenciar bem a sua carreira? Precisa de um bom manager. O esportista precisa focar 100% do seu tempo e esforço na competição e treinos.
 

O futebol é um dos esportes onde se começa mais cedo e antes dos 20 anos um jogador pode ser tornar um milionário. Como orientar um menino dentro de um contexto desses? Precisa de um bom mentor, pode ser o pai, pode ser um manager.
 

O que é mais emocionante, a vida nas pistas ou nas reuniões de negócios? Meu negócio principal é ganhar corridas e pilotar carros. Isso é o que eu realmente gosto de fazer. Os negócios fazem parte, aliás, uma parte muito importante, mas não é tão emocionante.
O que tem de mais difícil na vida de um piloto? E na vida de um empresário? O automobilismo é um esporte complexo, muito mais do que as pessoas pensam. O piloto tem que ser empresário também, senão dificilmente ele terá sucesso.
 

Sempre em viagens internacionais por conta das corridas, você visita vários países. Algum lugar te faria trocar o Brasil para morar lá? Eu moro em Mônaco há 3 anos e, antes disso, morei na Inglaterra por 6 anos. Eu amo o Brasil, com certeza vou morar lá no futuro.
 

Qual desses países tem a balada mais impressionante? É o tipo de programa que você curte? Balada, cada país tem um público diferente, mas nada supera as festas de ano novo do Brasil, em nenhum lugar do mundo.
 

Você já derrapou nas curvas de alguma gata em Mônaco? O existe algo que elas têm que as brasileiras não tem? Fiquei muito tempo solteiro, então sai com algumas gatas por aqui, incluindo algumas famosas, mas as brasileiras são as melhores sem dúvida. 


Você acha que o macacão de piloto é um fetiche feminino? Quando você está usando as mulheres olham mais? Acho que não, algumas marias-gasolina gostam do glamour do motorsport, mas essas não valem à pena perder tempo.
 

Fora das pistas você sempre aparece muito bem vestido. Qual seu estilo? É um cara vaidoso? Eu visto JohnJohn e Denim sempre que posso, adoro a ideia da marca. Eu sou um cara que gosta de estar à vontade, mais para um lado esportivo.
 

O que faz o seu coração acelerar? De acordo com R=m.a, é a resultante dividida pela massa.
 

Para quem você daria o "Capacete de Ouro"? Quem é seu ídolo nas pistas? Ayrton Senna foi ídolo de todos os brasileiros, inclusive meu.
 

Seu próximo projeto será... Meu próximo projeto é o melhor até agora – só posso adiantar que será elétrico!
---------------------------------------------------------------------------------------------------

Acompanhe a MENSCH no Twitter: @RevMensch, curta nossa página no Face: RevMensch e baixe no iPad, é grátis: http://goo.gl/Ta1Qb

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

ESPORTE: Grandes eventos esportivos: o que vem por aí em 2012‏



O mundo dos esportes não reservaria grandes atrações para 2012 não fosse a mais aguardada competição do planeta: as Olimpíadas. Com os campeonatos mundiais de diversas modalidades tendo acontecido nos dois últimos anos, os Jogos Olímpicos são mais aguardados que nunca, uma vez que reúnem a nata dos atletas mundiais. Mas o ano traz outras grandes competições, que prometem badalar o calendário esportivo e atrair muita audiência.

Fórmula 1 - O tradicional campeonato da maior categoria do automobilismo mundial tem início em 18 de março, na Austrália. Vettel vem forte para lutar pelo tricampeonato, mas tem na sua cola Alonso, Webber, Button e Hamilton, que certamente farão boas brigas com Red Bulls, Ferraris e McLarens. Pelo Brasil, correrão Felipe Massa, pela Ferrari, tentando se recuperar de dois anos pífios na categoria, e Bruno Senna, que tomou o lugar de Rubinho na Williams. Barrichello deixa a categoria depois de 19 temporadas ininterruptas sem uma despedida à altura. A grande novidade é a volta do GP dos Estados Unidos, que acontecerá em Austin, no Texas. O fechamento, mas uma vez, será em Interlagos, no dia 25 de novembro. 




Brasileirão – De abril a novembro, teremos mais uma edição do Campeonato Brasileiro de Futebol. 2012 marca a décima edição do formato de pontos corridos, que premia as equipes mais regulares da competição, e não somente os que se destacam na reta final. Os times que ascenderam para a Série A este ano foram Portuguesa, Náutico, Ponte Preta e Sport, que se juntam aos demais 16 clubes pela luta por vagas na Taça Libertadores da América e da Copa Sul-Americana, além do tão cobiçado título. Agora, enquanto os times disputam os estaduais, aguardamos a tabela do Brasileirão ser divulgada pela CBF.
UEFA Euro 2012 - Passados quatro anos do seu título, a Espanha vai buscar mais um caneco, dessa vez como atual campeã do mundo, no tradicional campeonato europeu de seleções de futebol. A edição deste ano será disputada entre 8 de junho e 1 de julho, em duas sedes: Polônia e Ucrânia. Mais forte do que nunca, a competição conta com todas as potências futebolísticas do continente, como Itália, Inglaterra e França. O destaque é o grupo da morte, que tem Holanda, Dinamarca, Alemanha e Portugal. Infelizmente, uma seleção de peso será eliminada na primeira fase, talvez até duas. Depois da Copa do Mundo, a UEFA Euro é o campeonato de seleções mais importante, e com certeza todos os continentes pararão para acompanhar os jogos. 

Olimpíadas - Evento esportivo mais aguardado do ano, os Jogos Olímpicos voltam pela terceira vez na história para Londres. A capital do Reino Unido tem a difícil missão de superar a quase perfeição que foram os jogos de Pequim em 2008. Com uma cerimônia de abertura impecável, os chineses darão trabalho para ser superados, mas os britânicos também prometem fazer bonito e mostrar por que lutaram tanto para sediar os jogos.

Organização à parte, as competições prometem muita briga e surpresa. Michael Phelps, a grande atração dos dois últimos jogos, não está mais no auge, mas ainda tem fôlego para aumentar nas piscinas inglesas seu recorde de medalhas. O duelo esperado é entre Estados Unidos e China pela ponta do quadro de medalhas. Os chineses lideraram pela primeira vez em casa, mas os americanos querem dar o troco. Espera-se do Brasil um grande salto no quadro, uma vez que abriremos terreno para disputar muitos ouros em 2016 no Rio. Nossa delegação, aliás, segue com atletas classificados em 17 modalidades até agora, tendo como destaques Cesar Cielo, Diego Hipólito, Fabiana Murrer e os velejadores Robert Scheidt e Bruno Prada, que têm toda a possibilidade de conseguirem o lugar mais alto no pódio. No coletivo, vamos, como sempre, muito fortes no vôlei masculino e feminino, tanto nas quadras como na areia, além do futebol, que tentará mais uma vez o ouro que ainda não veio. No meio de tantos atletas e modalidades, o bom mesmo é acompanhar os jogos entre 27 de julho e 12 de agosto.
 

Mundial de Natação em Piscina Curta - Istambul recebe nadadores do mundo inteiro entre 12 e 16 de dezembro para o fechamento dos grandes eventos esportivo do ano. Passadas a Olimpíadas, nadadores de todo o mundo competem na piscina pequena por medalhas e premiações. Nosso especialista é Thiago Pereira, que detém o recorde de medalhas de ouro nas etapas da copa do mundo da categoria. Espera-se que grandes nomes da natação mundial também participem, como César Cielo e o americano Ryan Lotche.



Como se pode ver, o ano será bem agitado dentro das quadras, pistas, piscinas e na sala de TV. Prepare o coração que muitas emoções estarão em jogo nos próximos meses.


Acompanhe a MENSCH também pelo Twitter: @RevMensch e baixe gratuitamente pelo iPad na App Store.

domingo, 27 de novembro de 2011

AUTOMOBILISMO: Marck Webber vence na reta final do Grande Prêmio 2011

Os fãs do automobilismo lotaram a cidade de São Paulo, neste final de semana, cenas como, hotéis e restaurantes lotados e correria nos aeroportos, eram comuns. Quanto ao autódromo de Interlagos, estava praticamente pintado de vermelho numa torcida declarada pela Ferrari, também não faltaram homenagens ao mito Airton Senna. É incrível como os brasileiros conseguiram transformar um esporte tão restrito em uma grande festa da velocidade. Já na área VIP, os poderosos das equipes se misturavam a aristocracia local, acompanhados de muita Veuve Clicquot e belas mulheres.


Sem dúvida antes de começar a disputa, o veterano Nelson Piquet, protagonizou uma cena inesquecível. A bordo de um Brabham, da Ford, modelo com o qual conquistou seu primeiro título mundial, como há trinta anos, Piquet parecia um estreante dando uma volta na pista e confessou ter saído com as pernas bambas de emoção. “Este foi um dos carros mais perfeitos que eu guiei. Muito fácil de guiar, tinha só 500 cavalos e uma pressão aerodinâmica enorme. É só festa, não tem preocupação. Andei devagarinho, mas só de dar essas voltas, já deu uma canseira enorme – contou Piquet.” Além disso, ainda aconteceu uma private no backstage da Ferrari em comemoração aos dez anos de Felipe Massa na categoria.

O Brasil recebeu a Formula 1 nesta temporada não só com festa, mas também com algumas surpresas, afinal, apesar de ter feito uma corrida perfeita no treino classificatório, Vettel, já campeão pelo números de pontos acumulados no campeonato, não conseguiu chegar em primeiro nesta tarde em Interlagos. Com uma suspeita de chuva e todos de olho na meteorologia começou o GP do Brasil.
Vamos começar pelos donos da casa; Barrichello, da Williams, não desenvolveu durante a corrida perdeu oito posições da largada e terminou em 14°. Já Bruno Senna, da Renaut, que havia feito seu melhor tempo nos treinos, começou bem a disputa, comprou varias brigas com Shumacher pela nona posição, porém foi punido em uma das voltas e acabou em 17°. Felipe Massa, largou em sétimo, chegou a superar Rosberg, da Mercedez, mas faltou um empurrãzinho para entrar na disputa do pódio, mas garantiu a excelente 5° posição.

A dupla da RBR, Vettel e Webber manteve as duas primeiras colocações durante todo o percurso. Apenas nas paradas nos boxes do pelotão da frente, Massa se manteve na pista e chegou a experimentar o sabor da liderança por alguns instantes. Mas antes de mesmo de ir ao pitstop foi ultrapassado por Vettel.

Como de costume, tudo ia muito bem para Vettel, até que antes de chegar no meio da corrida, ele começou a acusar problemas de câmbio, assim, pelo rádio a RBR pediu para que ele reduzisse as rotações do motor nas trocas de marcha,fazendo com que seu companheiro de equipe, Webber assumisse o primeiro lugar, quando estava dois segundos mais rápido. Bem, aí começaram a suspeita dos jogos de equipe, de forma que esta poderia ser uma manobra interna para Webber manter as chances de ser vice-campeão. Tanto que, logo na sequência, Vettel recuperou seu desempenho e passou a andar apenas um centésimo atrás do companheiro.

Depois de tanta confusão e preocupações com o tempo, o australiano Weber venceu a corrida e Vettel chegou em segundo. Apesar de ter feito uma corrida agressiva, Alonso, da Ferrari, terminou em quarto e viu seu lugar ao pódio ser tomado por Button, que garantiu o seu bronze. Festa no Brasil e festa na Alemanha, Vettel se consagrou mais uma vez em terras tupiniquins como campeão mundial.
Equipes vencedoras, pilotos de sucesso.
Acompanhe a MENSCH também pelo Twitter: @RevMensch e baixe gratuitamente pelo iPad na App Store.

domingo, 9 de outubro de 2011

FÓRMULA 1: GP do Japão, Vettel fica em terceiro e se torna o mais jovem bicampeão da história

E a temporada 2011 de Formula 1 parece ter chegado ao fim, isto porque o campeão já foi definido antes mesmo do fim do campeonato. Aos 24 anos, neste domingo, Sebastian Vettel se tornou o mais jovem bicampeão da história, no Grande Prêmio do Japão, um ano após ter conquistado o titulo mundial de forma espetacular.

Apesar de não ter chegado em primeiro lugar, faltando ainda quatro provas para o final da temporada (Coréia do Sul, Índia, Emirados Árabes e Brasil), Vettel garantiu com o terceiro lugar 324 pontos, ficando a frente de Jenson Button, com 210 pontos, que agora terá a missão de disputar pelo vice-campeonato com Alonso, Mark Webber e Lewis Hamilton. 
A corrida começou com muita disputa, quando Vettel impediu a ultrapassagem de Button e quase jogou o inglês para fora da pista, deixando Hamilton segurar a segunda posição. Button reclamou pelo rádio com a equipe McLaren e os comissários abriram uma investigação para a manobra de Vettel. Mas depois de oito voltas a FIA anunciou que optou por não punir o líder da temporada, pouco antes de Button recuperar a segunda posição ao passar Hamilton.

Vettel manteve-se na liderança até a 20° volta, quando em sua parada nos boxes para troca de pneu, foi ultrapassado por Button. No desenrolar da corrida Button disparava na frente, enquanto Vettel ficou atrás de Fernando Alonso, na disputa pelo segundo lugar, sem conseguir sucesso.

Já Felipe Massa se envolveu em mais um acidente com Hamilton; coincidência ou não, o inglês acabou encostando novamente no carro do brasileiro, que acabou não indo bem na corrida, conseguindo a sétima posição. O domingo também não foi bom para Bruno Senna e Rubens Barrichello, ambos perderam posição em relação à largada, chegando em 16º e 17° respectivamente.

A corrida foi um pouco morna, afinal o que todos estavam esperando era a consagração de Vettel no final. O alemão tem números impressionantes, pois apesar de tão jovem, teve 19 vitórias, 26 poles, 7 voltas mais rápidas e dois títulos mundiais. Pelo visto, a comemoração de Vettel começou hoje e quem sabe a base de muito saquê em terras nipônicas.


Acompanhe a MENSCH também pelo Twitter: @RevMensch e baixe gratuitamente pelo iPad na App Store

domingo, 25 de setembro de 2011

FÓRMULA 1: GP de Cingapura - Vettel à um passo de ser o grande campeão

Hoje, foi disputada mais uma etapa da temporada 2011 de Formula1, no Grande Prêmio de Cingapura, na Marina Bay. Esta pista vem sendo usada desde 2008, e por sinal, tem uma particularidade interessante; pois foi a primeira prova noturna da história, com uma iluminação feita por uma empresa Italiana em uma operação que envolveu milhões de dólares.

Agora vamos à corrida! Que foi bastante tensa, pois o “invencível” Sebastian Vetel poderia ter confirmado seu campeonato mesmo faltando cinco corridas para esta temporada. O alemão cumpriu o seu papel e conquistou mais uma vitória, entretanto, dependia da posição/pontuação de alguns pilotos para se tornar bicampeão.

O fato de Jenson Button, da McLaren, terminar na segunda colocação, seguido por Mark Webber, da Red Bull, no pódio, impediu a precoce consagração de Vettel, ficando a comemoração para o GP do Japão, daqui a duas semanas, pois ele precisa de apenas um ponto para segurar a taça.
Com a prata obtida em Cingapura, Button assumiu o segundo lugar no Mundial com 185 pontos, um ponto a mais na frente de Fernando Alonso, da Ferrari. Já Vettel, durante todo o circuito chegou a fazer 309 pontos, podendo chegar até em décimo lugar na próxima corrida, que seu campeonato estará garantido, mesmo se Jenson Button atingir a primeira colocação.
 

E falando em Alonso, o espanhol concluiu a corrida em quarto lugar, seguido por Lewis Hamilton, da McLaren, em quinto. O inglês estava brigando pela quarta posição com Felipe Massa e entraram nos boxes ao mesmo tempo. O brasileiro conseguiu retornar à frente utilizando pneus mais duros que os do piloto da McLaren. Porém, logo à frente, Hamilton tocou o bico no pneu traseiro direito do carro de Massa e acabou perfurando, prejudicando o desempenho do brasileiro que chegou em nono lugar (os comissários analisaram o incidente e puniram Hamilton com um drive through “passagem pelos boxes”). Já Rubinho Barrichello, que compete pela Williams, chegou a passear pela zona de pontuação, mas terminou em 13º posição.

A corrida foi liderada por Vettel que segurou sua posição desde as primeiras curvas. Já Weber, que estava em segundo, largou mal, patinou, perdeu posições para Button e Alonso, caindo para quarto. Fechando a primeira volta, Felipe Massa subiu para quinto e Rosberg em sexto lugar, Schumacher em sétimo, Hamilton em oitavo, que mais na frente, tentou recuperar o prejuízo, usando a asa, conseguindo subir para o sexto lugar. Os pits foram agitados; haja visto o choque que ocorreu entre Massa e Alonso, além disso, garantiu a disputa entre Webber e Alonso.

Na segunda fase da corrida, pela 25ª volta lá na frente, Vettel seguia voando, com muita facilidade. Algumas voltas depois, foi hora do safety car, devido a um choque entre Schumacher e Pérez que levou a Mercedez a uma colisão com o muro. Assim, quem não tinha parado ainda aproveitou a chance. A corrida continuou, sem grandes novidades, nas voltas finais, a única atração foi o racha entre Button e Vettel.

Em suma, parecia que esta temporada prometia grandes surpresa, pois veio cheia de novidades nos carros e no regulamento do campeonato. Contudo, o perfeito desempenho de Vettel já tratou de superar as expectativas por surpresas durante todo o circuito. Com uma vantagem de 124 pontos a cinco corridas do fim da temporada, é praticamente impossível matematicamente para ele perde o título. Agora, é só esperar para ver a merecida taça nas mãos de um dos pilotos mais novos e brilhantes da Formula1.


Confira o resultado final do GP de Cingapura:
 
1. Sebastian Vettel (Red Bull) 1h59min6s537
2. Jenson Button (McLaren) + 1s737
3. Mark Webber (Red Bull) + 29s279
4. Fernando Alonso (Ferrari) + 55s449
5. Lewis Hamilton (McLaren) + 1min7s766
6. Paul di Resta (Force India) + 1min51s067
7. Nico Rosberg (Mercedes) + 1 volta
8. Adrian Sutil (Force India) + 1 volta
9. Felipe Massa (Ferrari) + 1 volta
10. Sergio Pérez (Sauber) + 1 volta
11. Pastor Maldonado (Williams) + 1 volta
12. Sébastien Buemi (Toro Rosso) + 1 volta
13. Rubens Barrichello (Williams) + 1 volta
14. Kamui Kobayashi (Sauber) + 2 voltas
15. Bruno Senna (Renault) + 2 voltas
16. Heikki Kövalainen (Lotus) + 2 voltas
17. Vitaly Petrov (Renault) + 2 voltas
18. Jérôme DAmbrosio (Virgin) + 2 voltas
19. Daniel Ricciardo (HRT) + 4 voltas
20. Vitantonio Liuzzi (HRT) + 4 voltas
21. Jaime Alguersuari (Toro Rosso) + 5 voltas

Não completaram:

- Jarno Trulli (Lotus)
- Michael Schumacher (Mercedes)
- Timo Glock (Virgin)

Volta mais rápida: Button, com 1min48s454
 
 
 
 
 
FONTE: www.folha.com / Globo.com
FOTOS: Getty Image
 
 
Acompanhe a MENSCH também pelo Twitter: @RevMensch e baixe gratuitamente pelo iPad na App Store.

domingo, 29 de maio de 2011

FÓRMULA 1: GP de Mônaco - O circuito mais badalado do mundial se curva diante de Vettel



Uma curiosidade sobre o Grande Prêmio de Mônaco é que ele também pode ser conhecido como o Circuito Monte Carlo, tendo como o maior vencedor da história o brasileiro Ayrton Senna, que chegou ao topo do pódio seis vezes quase que consecutivas, passando a ser conhecido como o “Rei de Mônaco”.


E sem dúvida, a corrida que acontece no principado é a mais badalada do mundial, o píer de Monte Carlo fica congestionado de barcos, iates e personalidades do jetset internacional; sem contar que a cidade já começa a se movimentar uma semana antes, com desfiles, exposições, festival de cinema e festas exclusivas aonde é possível tomar um drink com alguém da calçada da fama ou da família real. O percurso acontece dentro da cidade e possui 3340 metros de extensão, além disso, exige dos pilotos muita precisão devido a uma grande quantidade de curvas e a estreita largura das ruas que formam o percurso.

E não é que hoje o alemão Sebastian Vettel subiu ao topo do pódio mais uma vez, em uma corrida que foi neutralizada devido a um acidente com o russo Vitaly Petrov, da Renaut, que por sorte não sofreu nada grave. Porém, a organização decidiu parar a corrida, três voltas após o acidente, permitindo na linha da meta, a troca de pneus, que acabou beneficiando Vettel, que tinha feito apenas uma paragem.

Após a neutralização da corrida, foi dada a largada novamente, e com pneus novos, Vettel conseguiu manter a liderança, deixando para trás Alonso e Button, o que rendeu bons pegas. "Vi que a única forma de ganhar esta corrida era tentar manter-me na pista. Estive cerca de 20 voltas com a pressão do Fernando e do Jenson, que estão cada vez mais próximos" disse Vettel.


Alonso ficou em segundo lugar e mostrou-se satisfeito com o resultado, embora tenha afirmado que poderia ter ganhado caso a corrida não tivesse sido neutralizada. A meu ver, Alonso, vem reagindo bem desde a corrida passada na Espanha, quem sabe a partir de agora a Ferrari consiga preocupar a Red Bull. A terceira posição foi garantida por Button, da Mc Laren, que vinha traçando a disputa com Alonso.

Hamilton, segundo classificado do Mundial, terminou a corrida na sexta posição, mas poderá ainda ser penalizado, depois de ter provocado o despiste do venezuelano Pastor Maldonado, companheiro de Rubinho da Williams, depois do recomeço da corrida. Com mais esta vitória, Vettel soma 143 pontos, aumentando a vantagem sobre Hamilton, que está com 85 pontos.


O brasileiro Felipe Massa, que tinha largado em sexto e estava na disputa com Webber e Hamilton, abandonou a prova na 32ª volta. O brasileiro da Ferrari, que tinha sofrido um toque do inglês da McLaren na curva Loews, bateu em seguida no túnel. Ele culpou o rival pelo acidente, graças ao entrevero entre ambos na curva mais lenta do campeonato. Já Barrichelo, mostrou um bom desenvolvimento, e acabou pontuando pela primeira vez no mundial, chegando em nono lugar.


E pra quem dizia que o GP de Mônaco era um pouco monótono, mudou rápido de idéia nesta manhã, as novas regras e os pneus que se desgastam mais rápido deu um diferencial a mais a corrida, que ainda rendeu muitos acidentes. Foi bonito ver a tradição e a paixão pela formula 1 tão presente nos torcedores, e mais ainda como souberam fazer disto tudo uma bela farra.



Texto: André Lima
Fotos: Gatty Image, Divulgação
Acompanhe a MENSCH pelo Twitter: @RevMensch

segunda-feira, 23 de maio de 2011

FORMULA 1: GP da Espanha, mais uma vez Vettel sobe ao pódio.

O Grande prêmio da Espanha começou com uma grande polêmica, pois o novo gestor do circuito, Salvador Servià, deixou claro que esta poderia ser a última temporada do país no mundial, pois as dificuldades financeiras geradas pela crise estão disputando com o alto custo envolvido na manutenção do circuito.
Mas apesar desta noticia, Barcelona recebeu o mundial com um clima excelente, afinal este começo de temporada tem sido bem animada devido às mudanças no regulamento. Para alguns, a Espanha  foi decisiva para a manutenção ou não das novas regras da Fórmula 1 no futuro, pois a pista conta com curvas longas de alta velocidade e poucos trechos de frenagem, o que torna as ultrapassagens mais difíceis para os pilotos.

Agora vamos à largada: a corrida já começou empolgando como havíamos esperado Alonso, da Ferrari, foi bem sucedido na partida saindo de quarto para o primeiro lugar, deixando o favorito Vettel na segunda posição.  Não se sabe se foi por conta dos pneus menos resistentes usados nesta corrida, mas Alonso só conseguiu segurar a posição ate a segunda parada no pitstop, assim, sendo ultrapassado por Vettel que já vinha com um bom ritmo.


E apesar de que desta vez houve um pouco mais de dificuldade, o filme se repetiu novamente e Vettel, da equipe RBR, venceu em Barcelona e conseguiu ficar ainda mais distante na pontuação do mundial, chegando aos 118 pontos.  O segundo lugar ficou com o inglês Lewis Hamilton, da Mc Laren, que por sinal deu muito trabalho a Vettel, usando todos os recursos disponíveis; abriu a asa móvel, usou o KERS (sistema que acumula energia das frenagens para ser usada na aceleração) e até fez a volta mais rápida, tendo a diferença entre os dois pilotos chegados a apenas 0s1, mas não teve jeito. 
Sem duvida, Hamilton protagonizou um dos momentos mais instigantes da corrida, quando partiu para disputa ao ser avisado pelo rádio que Vettel não tinha KERS, porém, apesar de não ter conseguido ultrapassar, o inglês mostrou espírito esportivo: “Eu não acho que devemos ficar frustrados com o resultado de hoje. O time fez um trabalho fantástico durante os pit-stops e durante todo o final de semana. Eles nos colocaram em uma posição de lutar pela vitória”.
A última vaga no pódio ficou com Jenson Button, que apesar de oscilar de posições ao longo da corrida, conseguiu garantir o terceiro lugar, ficando completamente por fora da disputa entre Vettel e Hamilton. Quanto aos pilotos brasileiros, Felipe Massa, da Ferrari, encarou grandes dificuldades, tendo o pior tempo nos boxes, com uma demorada troca de pneus, além de ter logo em seguida que abandonar a prova no final com problemas no câmbio. Já Rubinho, que vem fazendo uma péssima campanha junto com sua equipe, terminou em 17º.
Talvez o clima caliente da Espanha sempre consiga trazer uma emoção a mais na disputa do mundial, esperamos que a pista continue no circuito e consiga vencer suas dificuldades, afinal já existe uma grande campanha para mantê-la. O que também preocupa as equipes nesta temporada, é que as vitorias de Vettel estão cada vez mais freqüentes, parece que a Red Bull fez jus ao seu slogan e deu “asas” ao piloto mais jovem do campeonato que vem acumulando um dos melhores desempenhos dos últimos tempos.
Em fim, principalmente depois da Espanha, já deu pra perceber que esta temporada promete, pois os pódios já vão se definindo e os pontos negativos e positivos dos pilotos vão aparecendo.  E seguindo com o calendário do mundial, mande o marinheiro preparar desde já o iate e capriche na lista de convidadas, que vamos aportar na corrida mais badalada e charmosa da temporada, o Grande Prêmio de Mônaco.  
Texto: André Lima
Fotos: Divulgação

Acompanhe a MENSCH também pelo Twitter: @RevMensch