terça-feira, 22 de novembro de 2016

HOMEM ELEGANTE: 12 dicas que um cavalheiro moderno precisa saber


Que me perdoem as feministas de plantão, mas mulher nasceu pra ser mimada, protegida e bem cuidada. Afinal de contas, existem muitas coisas que são inerentes à biologia; regras ditadas pela natureza e com as quais não adianta ir contra. Pois é, da mesma forma que certas atividades são próprias do gênero feminino e homem nenhum jamais vai conseguir fazer igual, o oposto também acontece.

Mas conceituações e polêmicas à parte, vamos à algumas dicas importantes de comportamento para homens elegantes. Cavalheiros no “lato sensu” da palavra, daqueles que nunca saem de moda e desde os tempos de Casanova e Don Juan conquistam corações, arrancam suspiros e, acredite, conseguem ser um grande diferencial no concorrido mundo dos negócios.

Porque pra impressionar a quem realmente sabe das coisas não adianta terno Armani, óculos Cartier, Patek Philippe no pulso, cartão Infinite no bolso... se você não tiver uma outra etiqueta, a Etiqueta Social, um misto fascinante de educação e “savoir-faire”, uma combinação que encanta e impressiona em qualquer parte do planeta. Agora aproveite e faça bom uso dessas dicas. Um dia você ainda vai agradecer a hora que leu esta matéria!

1 – Vamos começar lembrando: segure a taça pela haste, não fale de boca cheia, não use perfume forte durante o dia, converse olhando nos olhos e aperte a mão com firmeza, mas sem esmagar os dedos de ninguém. “Por favor”, “com licença”, “obrigado” e “me desculpe” devem lhe acompanhar o dia inteiro para uso irrestrito, como se você ganhasse um bônus milionário cada vez que pronunciasse uma dessa palavras.

2 - Jamais faça visitas de surpresa. Nem mesmo para sua mãe. Ligue sempre antes combinando o horário. Por falar em ligações, jamais nos horários das refeições. Nem antes das 9 da manhã ou depois das 9 horas da noite.

3 - Saindo com uma mulher - seja ela sua mãe, irmã, amiga, esposa ou amante, sempre dê o lugar de honra para ela. Na calçada é o lado mais próximo da parede, no carro sempre do lado direito e no restaurante, a cadeira que permita a visão mais geral do ambiente. E atenção para um detalhe: num jantar romântico o casal deve sentar lado a lado; num jantar de negócios, frente a frente.

4 – Um gentleman sempre abre a porta do carro para a mulher, espera que ela se acomode, fecha a porta e só então entra. Quando chegam no destino, avisa: “faço questão de abrir a porta pra você”. Desce, abre a porta e oferece a mão para ela se apoiar. Simples e chique.

5 – Chegando num restaurante, num evento ou qualquer lugar público, o homem também abre a porta, mas é a mulher que efetivamente entra primeiro. Em seguida ele se dirige ao responsável pelo atendimento para pedir a mesa ou entregar os tickets de acesso. No local onde vão sentar, ele sempre ajuda ela a se acomodar e só então se senta.  

6 – No restaurante o homem elegante sempre se levanta pra falar com qualquer pessoa que venha até a mesa cumprimentá-lo. Já as mulheres não precisam levantar. Salvo para alguma autoridade relevante ou outra mulher com muito mais idade. Mas evite ir até a mesa de alguém que esteja comendo. Espere por um momento mais apropriado ou acene de longe. É a forma mais educada. 

7 – Na escada, o homem sempre vai ligeiramente à frente, oferecendo a mão a ela, seja para subir ou descer. A regra vale também para as escadas e esteiras rolantes, onde aliás, é civilizado ficarem os dois à direita, o homem um degrau a frente, e sempre deixando o lado esquerdo livre para quem está com pressa.  

8 – Ao entrar no elevador, dê sempre “bom dia, boa tarde ou boa noite”, segure a porta para as mulheres saírem ou entrarem, jamais fale ao celular ou converse longamente com outra pessoa. Aguarde para conversar quando sair. Ascensoristas estão a cada dia mais escassos, mas se tiver, seja gentil, peça sempre o seu andar “por favor” e agradeça quando estiver saindo. 

9 – Durante um evento social, almoço ou jantar, não fique atendendo o celular ou respondendo mensagens de texto. Isso vale para homens e mulheres e está salvo o caso de almoços ou jantares de negócios, onde todos estão de certa forma trabalhando. Ainda assim evite. Só responda se for realmente pra não perder um negócio de milhões ou por uma questão que não possa esperar. 

10 - Nunca é demais lembrar: evite beber demais, contar piadas pesadas, tirar a gravata e jamais palite os dentes à mesa - nem mesmo com a mãozinha na frente da boca (isto é absolutamente ultrapassado). Também jamais corte o pãozinho do couvert com a faca. O correto é rasgar com as mãos em pequenos pedaços e usar a faca somente para passar a manteiga ou o patê. 

11 - Guardanapo de tecido deve ficar no colo o tempo inteiro, desde o momento que a primeira comida ou pãozinho chegar à mesa. No final da refeição deixe o guardanapo naturalmente ao lado das taças, sem dobrá-lo. Guardanapos preso no pescoço, como um babadouro, só para crianças até 10 anos.

12 – Num restaurante, nem homem nem mulher se baixam pra pegar algum utensilio que caiu no chão. Isso causaria um constrangimento às mulheres que estão sentadas. Faça um sinal para o garçom, peça outro e continue conversando como se nada tivesse acontecido. A exceção vai para um jantar a dois, quando a mulher deixa cair propositadamente alguma coisa e pede que você apanhe. Mas isso já é tema para outra coluna... 


segunda-feira, 21 de novembro de 2016

FITNESS: Dois exercícios top para rasgar o abdômen

Você colocou como meta que para o próximo verão estará com o shape em dia? Então meu amigo, vamos suar a camisa por que o ano já está na reta para a estação mais quente do ano. Para dar uma ajudinha nisso, o personal Luíz Roque selecionou dois exercícios: um básico de abdômen para se fazer na praia ou no parque, ou até mesmo em casa, e outro somente para alunos muito avançados.

KETTLEBELL 

Abdominal com um Kettlebell de acessório, com a perna estendida. Esse exercício abdominal consiste em trabalhar alguns músculos do abdômen diretamente com o movimento, e outros indiretamente como estabilizadores. Quando você ativa um certo músculo e trabalha outro, como na foto, você está trabalhando simultaneamente os dois locais, dando ênfase em um e sendo ajudado para uma excelente execução no outro. Na foto, estou trabalhando o oblíquo do abdômen, já os flexores do abdômen e os flexores do quadril, estão me estabilizando para que eu consiga executar o movimento perfeito do exercício.

Esse exercício abdominal está voltado para a parte superior do abdômen- o reto abdominal. Com as pernas esticadas para cima, eu ativo como músculo estabilizador, os flexores do abdômen e do quadril, executando movimentos com os braços esticados em direção a ponta dos meus pés para trabalhar a parte superior do reto abdominal.




EXECUÇÃO: 3 ou 4 séries. Entre 10 e 60 repetições.

ROLO ABDOMINAL

Rolo abdominal mais complexo para os que nunca fizeram. A série e o número de repetições, pode ser o mesmo volume, porém a amplitude, que seria bem menor, até que ela recrute as fibras necessárias para o movimento.

É um exercício para abdômen muito eficaz, porém requer muito cuidado. É preciso estar apto fisicamente para realizar essa série. Recomendo somente para alunos em estágio muito avançado no preparo físico e com a orientação de um profissional, para que de forma pedagógica, possam começar da maneira mais básica, para o mais difícil, dentro da sua limitação física. Engana-se quem pensa que esse exercício só trabalha abdômen! Durante todo processo de execução são recrutados vários outro músculos.  Como o do antebraço, braço, costas, da perna e principalmente o abdômen! 



EXECUÇÃO:  

Iniciantes: joelhos no chão.
3 séries de 10 repetições.
Apenas vale ressaltar a amplitude do movimento. E todos de joelho no chão. Fazer em pé, só para os avançados, e mesmo assim sempre com o auxílio de um profissional.

Avançados: Em pé.
3 séries de 10 repetições.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

CAPA: Guilherme Winter, o Moisés de "Os Dez mandamentos" e seus novos desafios


Há 10 anos Guilherme Winter estreava na novela Cobras & Lagartos na Rede Globo para depois seguir em outras tramas da emissora até estrear na Rede Record na minissérie José do Egito. Intérprete do personagem Moisés na atual novela da emissora, Winter já tem bastante história pra contar como ator, mas deixa claro que cada personagem é único e a experiência nunca tira a ansiedade e expectativa da estreia. Com vocês o homem que abriu o Mar Vermelho em cena. 

Quem foi Moisés? E no que você se aproxima dele ou gostaria de parecer? Moisés foi um grande líder, mas que também sofreu muito com seus dramas pessoais, familiares, que teve que se perder e perder tudo, pra depois se encontrar mais forte. E, fortalecido, tornar-se esse homem com um caráter lindo, nascido para a liderança. Sempre digo que tento me colocar muito mais no lugar dos outros depois que tive a oportunidade de vivenciar esse personagem tão intenso, único e especial. 

O que representa pra você “abrir o Mar Vermelho”? A liberdade, o recomeço, o aprendizado. A ruptura de paradigmas de uma nação, o renascimento de um povo. 



Nos conta um pouco da experiência de viver Moisés. Foi uma experiência intensa. Intensa de amor, de cumplicidade com meus colegas de trabalho, de parceria, de aprendizado, de desafios, de me reinventar como ator, de descobertas...E de poder passar a mensagem do amor. Me trouxe coisas lindas esse personagem.  

Esse é o terceiro personagem bíblico que você representa, confere? Há algo de diferente entre representar um personagem fictício e um bíblico, ainda mais em um país tão religioso como o Brasil? Acho tão desafiador tanto um quanto outro. Eu sempre vou me sentir inseguro no começo de um novo trabalho. O público em geral gosta de boas histórias.  

Falando em religião, quais suas crenças e como você lida com elas? O que verdadeiramente importa pra você? Eu procuro praticar o bem, ser uma boa pessoa na sociedade em que vivo, no meu trabalho. Tento deixar o ego e a vaidade em segundo plano, tratar bem meus amigos, minha família. Tentar ser menos materialista, me voltar mais pra natureza e cuidar dela. A natureza e o ser humano são uma coisa só. É dar e receber. 

Sendo ator, a possibilidade de viver outras vidas é infinita e em cada uma delas se deixa um pouco de si, mas também se leva um bocado do que se aprende. Já tendo vivido um professor na novela juvenil da Rede Globo – Malhação - em 2008, que visão tem da nossa educação e a da profissão de professor? Tanto nossa educação como nossos professores são vítimas da nossa política egoísta. Mas tenho fé que aos poucos chegaremos lá. É só através da educação que nos tornaremos um país com igualdade para todos. Está em nossas mãos quem vamos colocar na política, nós temos o poder do voto e devemos ter muita consciência e informação ao usá-lo. Acho a nova geração que está chegando mais politizada e consciente do que foi a minha nos anos 90. 


Você participou do quadro Dança dos Famosos, no programa do Faustão. Qual sua relação com outras artes além da atuação e qual a importância delas na formação de um ator? Venho de uma família muito musical, meu pai sempre tocou seu piano em casa, isso me influenciou muito e acabei herdando a paixão pela música. Toco violão e guitarra. Estudei artes em SP e tenho uma conexão muito forte com o desenho, que foi a minha primeira manifestação artística ainda bem garoto. 

Como cuida da alma? Procuro fazer coisas que me deem prazer pra que ela possa se alimentar e se fortalecer.

E como cuida do corpo? Quais suas vaidades estéticas e até onde vai por elas? Acho importante fazer atividades físicas que te deem prazer... Comecei a fazer pilates e estou gostando muito. Tento manter minha alimentação regulada, saudável e praticar esportes.  

Moda é algo importante do seu dia a dia? No meu dia a dia não, mas é algo que curto, que está presente na minha vida. 

Homens têm fama de não cuidarem da saúde, você atesta essa fama ou contraria? Tem momentos em que atesto (risos), tem momentos que não. Quando estou gravando muito, principalmente pela falta de tempo.

O amor está no ar, hein? O que te conquistou em Gisele Itié? A Gi é uma grande mulher, muito amorosa com a família dela, muito parceira... Tem um coração gigante.  

Sendo os dois da mesma profissão e famosos é mais fácil lidar com a exposição do relacionamento ou não? É tranquilo, não ligamos muito pra isso. Acho que lidamos de uma forma muito saudável.


Em uma relação você é do tipo que faz muitos planos ou deixa a vida acontecer? Um pouco dos dois. Deixo acontecer no começo e depois os planos vão acontecendo.

Estando hoje na Record e já tendo trabalho na Globo, acha saudável e importante para o ator “mudar” de casa de tempos em tempos? Acho saudável e importante um ator ter trabalho, ter condições e segurança pra tocar seus projetos pessoais, se produzir, estar empregado. Isso que acho realmente importante. 

Como se vê hoje e como quer o seu futuro artístico? Me vejo feliz, realizado, "mas com um montão de coisas pra conquistar e não posso ficar aí parado". Já dizia Raul Seixas.

O filósofo Mário Sergio Cortella escreveu o livro “Qual é a tua obra?”, onde, entre outras coisas, fala da importância de cada atividade e o que você busca realizar. Guilherme Winter, qual é a tua obra? Acho muito cedo pra dizer qual a minha obra (risos). Estou realizando coisas ao longo da minha vida. E espero mesmo é que eu possa através do meu ofício, influenciar as pessoas de uma maneira positiva. É essa troca que quero ter.


Fotos Rodrigo Lopes @rodrigolopes
Direção Criativa e Stylist Márcia Dornelles @marcia_dornelles
Beleza Caty Pires @catypiresmakeup
Agradecimento especial Jackie Brito (Moda Com)

GUI WINTER VESTE
Terno cinza da Raffer, camisa Poggio
Terno, sobretudo e gravata marinho da Hugo Boss, camisa Drazzo
Terno cinza claro da Raffer, camisa Drazzo

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

ESTRELA: Marcela Valente faz a temperatura subir. Haja Coração!


A veia artística de Marcela Valente despertou muito cedo e de lá pra cá ela não pensou em outra coisa. Aos 9 anos já aparecia na TV, aos 21 fazia faculdade de teatro e hoje em dia tem emendado um trabalho após outro. Recentemente ela encerrou mais um, a Larissa de “Haja Coração” conquistou o público e foi mais uma realização profissional e pessoa de Marcela. Que segue ceia de planos mas no meio disso uma paradinha para relaxar e viajar um pouco. Afinal viajar é um laboratório para novas personagens. Enquanto ela não volta a TV se encante com esse ensaio que é a cara do verão.

Marcela vendo seu histórico percebe-se que música e dança sempre estiveram presente na sua vida. De onde vem isso? Eu sempre gostei muito de dançar e de me expressar. Aos 5 anos, já gostava de improvisar e me apresentar para a família nos almoços de domingo. Depois na adolescência, fiz ballet, jazz e participei de dois grupos de street dance. A arte e a música sempre estiveram presentes na minha família. Minha mãe, Maritza Fabiani, foi cantora da Jovem Guarda e teve uma dupla com a minha tia chamada Cris e Cristina. Elas cantavam na abertura do “Chico City” e de algumas novelas como "Uma rosa com amor". Meu tio, Prentice, também era cantor e compositor. Meu pai, apesar de publicitário, fazia músicas como hobby. Sempre tive referência e incentivo da família para arte. 


Ser filha de cantora facilitou essa vocação para a arte? Quando despertou para isso? Como falei, sempre gostei muito de arte. Desde muito pequena, já imitava a Carmen Miranda para a família... (risos). Acho que já nasci assim! Posso ter sofrido alguma influência por ser filha de artista, mas apesar disso, sempre quis ser atriz. Como, além da minha mãe, a maior parte da minha família também é de cantores e músicos, tive muito apoio e suporte de todos.

Tirando a participação da “Escolinha do Professor Raimundo mirim”, aos 9 anos, como foi seu início na TV? Depois da Escolinha, tive uma conversa com a minha mãe que achava que eu deveria aproveitar a infância sem tantas responsabilidades. Ao invés de trabalhar, ela queria que eu simplesmente estudasse, me aprimorasse e curtisse. Se, depois disso, ainda quisesse ser atriz, ela me apoiaria sempre. Então, concordei com ela e foi o que fiz. Estudei teatro, dança e me preparei para a minha carreira. Aos 21 anos, já na faculdade de teatro, fiz um teste para banco de elenco da novela "Belíssima". Depois disso, me chamaram para mais um teste e passei. Esse foi meu primeiro trabalho numa novela e não parei mais com os testes e convites que foram aparecendo.

Se aos 9 anos você já ensaiava a vida de atriz, como vê foi esse incentivo desde cedo? Você acha que tinha noção do que queria? Sempre tive certeza do que queria. Dizia que queria ser atriz desde criança e, ainda hoje, não me vejo fazendo outra coisa.

Dança, atuação, música... Se vê fazendo outra coisa que não tenha essa veia artística forte? Se vê fazendo outra coisa? O que? Não, meu verdadeiro amor é a atuação mesmo. Me vejo fazendo algo paralelo. E faço! Como também gosto muito de moda, tenho minha marca de beachwear, a NITAAH, em sociedade com uma amiga. 

Recentemente você encerrou mais um trabalho, em “Haja Coração”. Como foi a trajetória da personagem Larissa? Como foi participar desse trabalho? Foi incrível. É sempre muito bom atuar e poder fazer o que amo. Em um projeto de sucesso como “Haja Coração”, foi um prazer enorme! A equipe, a direção e os companheiros de elenco foram maravilhosos. Sou mais feliz por ter feito parte dessa história.

Quando não está envolvida em um trabalho, que paixão te move? O amor pela minha família (sempre) e viajar! Simplesmente adoro viajar e conhecer novas culturas. Também gosto muito de fazer cursos fora e aprimorar, ainda mais, o meu trabalho como atriz. 

Com a exposição da TV o assédio aumente ou os homens são mais inibidos? Como tem lidado com isso? Talvez o assédio até aumente, mas não lido com isso porque sou casada. Não chega a ser uma questão porque nem reparo. 



O que te atrai em um homem e o que te afugenta? Acho que respeito nunca sai de moda. Acho fundamental para uma relação. Já a mentira, é algo que não tolero. 

Você é muito vaidosa? Qual seu ponto fraco? Sim, muito vaidosa. Sem exageros, mas adoro me cuidar e me vestir bem. Meu ponto fraco são os cuidados com a beleza, especialmente com a pele. Loja de cosméticos para mim é "um parque de diversões"! (risos)  

O que fica difícil resistir numa paquera? Algum segredinho que possa revelar? Tudo que vem do meu marido é irresistível pra mim. 

Quais os próximos passo? O que vem por aí? Como a novela acabou agora, por enquanto, só estou pensando em curtir minhas férias e planejando uma das minhas paixões que é viajar. Nessas férias, vou para a Europa.


Fotos Sergio Baia
Styling Amanda Lacerda
Beleza Vivi Gonzo

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

EDITORIAL: Frio com elegância - Cinco looks para você tirar de letra e fazer bonito no frio

Para quem vai fugir do calor esse final de ano em busca de frio. Casacos, trench coat, luvas, gorros e outras peças mais pesadas não podem faltar na mala de viagem. Fique atento as cores e texturas para montar looks cheios de charme e estilo. Montamos cinco sugestões para você tirar de letra e fazer bonito no frio.








terça-feira, 15 de novembro de 2016

MUSA: Thaíz Schmitt, nossa "easy rider girl" vai fazer você derrapar nas curvas (dela!)

Nossa gata loira Thaíz Schmitt volta à MENSCH como uma motociclista pra lá de sexy e provocante. Atenção, perigo de derrapar nas próximas curvas! "Esse clima de sem destino, livre pra ir e vir de qualquer lugar sem cobranças, sem rotina, é algo que todo ser humano deveria experimentar uma vez na vida. Durante as fotos fiquei imaginando como seria subir numa moto dessas e sair por aí conhecendo o maior número de lugares possíveis e vivendo experiências incríveis. Sem me preocupar com nada e sem dar satisfações a ninguém! Esse clima me inspirou e foi uma experiência maravilhosa. O resultado foi esse, uma sexy 'easy rider', irresponsavelmente sexy", comentou a gata loira. Agora deixa de conversa e vamos ao ensaio!










Fotos Carlos Cajueiro @cajueirophotographer
Styling Natália Castro @naascastro
Make Up & Hair Guiggo @guiggo

Agradecimentos: Animale, John John (RioMar Recife), Harley Davidson (Recife)

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

FITNESS: 10 Dicas para ter braço forte já

Falar de braços fortes é praticamente falar o que a turma da academia mais quer ouvir, pois esse é o objeto de desejo da maioria dos homens quando querem ficar com o corpo tonificado. Fatores culturais e evolucionistas contribuem para isso, sem falar do cinema e da TV que sempre cultuam caras com braços fortes e bem torneados. Porém como os músculos do braço já são normalmente muito trabalhados durante o dia a dia, aumentar seu tamanho não é tarefa tão fácil assim e requer um cuidado especial. Antes de tudo é importante entender um pouco como é a estrutura muscular e biomecânica para só então cair em campo atrás do braço perfeito.

Como a maioria já sabe, os músculos dos braços são divididos basicamente em duas partes, o bíceps e tríceps (o que na verdade representa parte de um grupamento de diversos músculos menores). E para ter braços fortes requer uma atenção geral de treinamento muscular que também atuam de forma significativa como os músculos do ombro, peitoral, costas e antebraços. Até por que o treinamento de apenas um grupo muscular resultará em um resultado aquém do esperado. É importante desenvolver o corpo de forma integral e harmônica. 

Antes de mais nada é importante preparar o terreno para encarar esse desafio e atingir o objetivo. Para isso, é importante ter em mente alguns pontos básicos para a construção de braços grandes e fortes. 

1- ALIMENTAÇÃO
*O básico para o treino de forma geral, a alimentação de quem treina forte é diferente e requer uma atenção antes e depois do treino. Alimentar-se a cada três horas e manter uma boa distribuição de calorias ao longo do dia é algo que deve ser adequado para seu biótipo. O pós-treino requer uma atenção especial. Suplementos como Whey Protein, Maltodextrina, Dextrose, Glutamina e vitamina C podem ser recomendados. Além claro, de uma alimentação rica em proteínas, prescrita por um nutricionista desportivo. Entretanto, evidências científicas mais atuais ressaltam que, a distribuição proteica ao longo do dia é quem realmente tem grande influência na hipertrofia muscular. 

2 - TEMPO DE TREINO
Como citamos acima, o bíceps, tríceps e antebraço já são bastante utilizados em praticamente todos os exercícios (exceto perna). Então o treino específico para braço pode levar ao overuse “excesso de uso” e acarretar mais prejuízos do que benefícios, caso seja mal elaborado. 

3 - ATENÇÃO ESPECIAL AO TRÍCEPS
O tríceps é o músculo que dá volume ao braço e requer atenção. Ele é dividido em três partes, chamadas de 3 cabeças: média, longa e curta. Uma variação de pegadas (pronada, supinada e neutra) pode ser interessante, porém, evitando executar essas variações em uma única parcela de treino, afinal, um volume muito grande de exercícios monoarticulares “extensão do cotovelo”, pode aumentar o risco de lesões prejudicando os resultados.

4 - CUIDE BEM DO SEU ANTEBRAÇO
Quem pensa em treinar exaustivamente esta porção está cometendo um erro. O antebraço participa ativamente de todos os exercícios de flexão do cotovelo. Invista na escolha do exercício (exemplo: rosca barra reta) e a ação será um pouco maior nos músculos do antebraço. Uma variação entre as pegadas neutra e as demais deve ocorrer, pensando em prevenir lesões articulares tais como tendinites.

1 – Atenção especial para o número de repetições e manipulação do intervalo de descanso. Tanto para séries pesadas, que estimulam as fibras de contração rápida (usando de 3 a 6 repetições), quanto para séries mais altas para estimular as fibras de contração lenta e componentes fluidos, com 8 a 12 repetições, é necessário usar a pausa adequada e variar diariamente os estímulos.

2 – O ideal é treinar braço após 48h de ter treinado algum grupo da parte superior (peito ou costas).  Assim seus braços estarão descansados e seu rendimento será ainda maior em intensidade e força no treino. Bíceps e tríceps podem ser treinados separados e de forma alternada dando descanso para o músculo. Portanto, é fundamental planejar adequadamente o parcelamento de treino para não haver mais fadiga que recuperação muscular.

3 – Se realmente a prioridade é o braço, treine bíceps e tríceps primeiro no treino (antes de costas e peito) e usando o mesmo volume tanto para um como para o outro. Apenas tenha em mente que o equilíbrio e simetria entre os demais músculos do corpo é o que deixa seu “shape” mais bonito;

4 - Não deixe de incluir a barra fixa no seu treino de costas! Ela deve ser feita com pegada curta e com as palmas das mãos viradas para você. Mesmo sendo para costas esse exercício exige consideravelmente um esforço grande do bíceps.

5 – Considerados indiretos, supino e paralela, também geram uma ativação muito grande do tríceps. Mais uma vez é importante escolher bem os exercícios e tomar cuidado com o volume total semanal para respeitar a relação treino X recuperação. 

6 -  É importante progredir nas cargas usadas a cada treino. O progresso no tamanho dos braços também depende do princípio da sobrecarga. Treinar duas vezes por semana cada grupo muscular pode potencializar seus resultados.

Bem, lembre-se de ao iniciar numa atividade física recorrer à ajuda de um profissional da área. Em geral as academias estão cheias de profissionais que poderão te dar essa ajuda, mas não tenha receio em perguntar ou questionar os porquês. Bons profissionais irão planejar e recomendar seu programa de acordo com seu perfil e fase de treinamento.

E claro, mantenha o ritmo frequente na academia, uma boa alimentação e disciplina. Isso já irá garantir grande parte do resultado a ser alcançado.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

ESTRELA: Ana Hickmann, la grande belezza

“Uma mulher bonita não é aquela de quem se elogiam as pernas ou os braços, mas aquela cuja inteira aparência é de tal beleza que não deixa possibilidades para admirar as partes isoladas.” 

Sêneca, filósofo romano e mestre da arte da retórica, antes de Cristo, eternizou, em suas palavras, o conceito de belo com todas suas nuances e particularidades. Para se contemplar, é preciso observar o todo, e quando esse gera uma completude, não há o que discutir, o ciclo se formou e para isso, não há discordância. É o caso da nossa estrela dessa edição Ana Hickmann. Dona de um sorriso encantador, de um corpo escultural, de um olhar cor de mar e de uma simpatia em flor, é pura poesia em conformidade com as leis mais sublimes e conceituais do que vem a ser belo, ou melhor, bela, belíssima. 

Com 1,86 de altura, e 1,20 cm só de pernas, a modelo, apresentadora e empresária, coloca paixão em tudo que faz. E prova, ao longo dos anos, que seu talento ultrapassa a beleza que a projetou nas passarelas. Em reportagem exclusiva para a MENSCH, a bela esbanjou alegria e falou sobre carreira, sucesso e empreendedorismo, além de posar para as lentes e olhar apurado de Angelo Pastorello. Confira!


Era uma vez... – “Minha real vontade, no começo, não era ser modelo, queria sim, ter uma profissão. Desde muito cedo, já queria ser independente. Tinha 12 anos quando minha mãe se divorciou e isso me despertou a vontade de querer ajudar em casa (apesar dela recusar a ideia, alegando que eu era muito nova). Foi então que uma amiga organizou uma excursão para São Paulo e eu fui, curtindo no oba oba daquela história. Nunca tinha viajado e, de cara, encarei 18 horas em um ônibus. Meu estilo era tipo atleta, com uma nuca raspada, tênis de cano alto. Não tinha nenhum costume com salto ou sequer tinha feito a sobrancelha, totalmente o oposto do que sou hoje (risos). Já em Sampa, fomos conhecer uma agência. Lá, as meninas apresentaram um book bonitinho e organizado, quando pediram o meu e eu respondi que eu não era modelo. Fui orientada então a colocar um biquíni e fazer umas “polaroids”. Essas fotos foram para a revista Capricho e para Paulo Borges. De cara, pediram pra eu ficar, uma vez que era véspera da semana do Morumbi Fashion. Quando falaram que o meu cachê era de mil reais, aceitei na hora. Liguei pra minha mãe e avisei que não regressaria, ia trabalhar e ajudá-la. No começo ela se assustou e me questionou se era isso que eu queria, e, se eu mudasse de ideia, ficasse sabendo que eu tinha uma casa pra voltar. Nunca mais voltei.”

De atleta para modelo – “Na adolescência, minha vontade era ou estudar arquitetura ou ser atleta (jogadora de basquete). Sempre tive muito gosto pelo desenho, pela criação, mas, a moda em si, só descobri depois que vim pra SP. Antes, eu nem sabia sequer que existia revista Capricho. Eu não tinha referência nenhuma. A primeira vez que me vi maquiada, foi no estúdio do Paulo Vainer, e me achei uma palhaça. Botaram “bob” no meu cabelo, quando me olhei pensei: gente, essa não sou eu. Eu não sei fazer isso, não vou conseguir. Essa insegurança durou apenas algumas semaninhas. Tempo necessário para a gente ir se olhando mais, observando o que fica melhor. Aos poucos, a autoconfiança chegou.” 


Mundo – “No primeiro ano de trabalho com moda eu já fui morar em Paris. Lá passei mais um ano, depois segui para Nova Iorque. Isso como residência, porque por temporadas, passei algumas na Itália, Alemanha, entre outros lugares do leste europeu. Trabalhei com nomes e marcas que fizeram a diferença na minha vida como Mugler, Kenzo, Armani, Saint Laurent, Victoria’s Secret, e outros.” 

Concorrência – “Na época que comecei, estava em voga o tipo de modelo andrógena. Beldade como Shirley Mallmann era a grande referência da moda no Brasil e no mundo. Então, eu, juntamente com Gisele e Fernanda Ambrósio, comecei apresentando um novo estilo que foi denominado como a turma do corpo. Foi uma geração muito unida e isso nos fortalecia. Estávamos sempre em sintonia e assim ganhávamos o mundo. Depois de um certo tempo, cada uma foi tomando um rumo, e a gente foi se distanciando um pouco. Hoje, percebo que isso não é tão forte entre as meninas, tenho a impressão que elas não unem nem se protegem tanto como na minha época.” 



Medo – “Eu sempre fui muito segura de minhas decisões, sou muito rápida. Senti medo sim, mas não no começo, mais pra frente da carreira. Quando você vai mudando de país, de cultura e sofre com as oscilações do mercado. Teve épocas em que estava tudo muito bem, cheia de trabalho e eu só pensava só em descansar. De repente, a temporada acabava e eu ficava dois meses parada. Nessa hora senti medo e insegurança sim. Chegava a questionar se tinha acontecido algo, se eu estava errada. Com o tempo, aprendi que fazia parte do ciclo.” 

TV – “Voltei para o Brasil em 2004 quando comecei a parceria com Paulo Henrique Amorim trabalhando como colunista de moda no seu programa na TV. Nesse período, eu ainda ficava entre São Paulo e Estados Unidos, foi quando em 2005, começou o programa Hoje em Dia e tive que voltar, em definitivo, pra cá. Fiquei durante quase seis anos. Em 2010, fui convidada a substituir a Eliana num programa dominical. Fiquei fazendo ao vivo na semana e gravando para domingo. Era muito puxado e eu não estava dando conta. Em 2010, fiquei somente com o dominical. Depois disso, veio o programa da tarde e ano passado, voltei para o Hoje em Dia.”  

Nova profissão – “Essa mudança, de modelo pra apresentadora, foi bem tranquila. Quando Paulo Henrique Amorim me fez o convite, me senti confortável, uma vez que eu ia falar de algo que sempre gostei que é a moda. Tive a oportunidade de trabalhar com diversos estilistas de renome e vivenciar o melhor do mundo fashion. Isso só acrescentava e endossava o que eu falava. O Paulo dizia que gostava da maneira como eu falava e como me expressava e isso me serviu de apoio pra seguir. No Brasil, estava começando um interesse por informação de moda, surgia uma necessidade por parte do público de entender o que estava na internet, na passarela, o que vinha pra rua. Fácil por um lado e difícil por outro. Havia preconceito porque eu estava vindo da moda, não tinha experiência na TV. Carinha bonitinha, cabeça vazia. Quebrei esse paradigma. Mas, foi no Hoje em Dia que comecei minha carreira como apresentadora. A melhor escola para esse ofício é quando se tem a oportunidade de ir pra rua. É ali, no lado a lado, que está o aprendizado. Cada programa que se faz é um público, logo, é preciso entender diversas necessidades e falar de vários assuntos. No começo, foi só moda, mas depois, o quesito variedade chegou e a ele me dediquei.” 

Marca – “A história da marca começou bem antes da TV, em 2002. Eu era garota propaganda de uma marca de sapato no Sul, a Beira Rio. Ela lançou uma coleção Vizano Design e quem fazia toda a produção e parte de imagem era Giovani Frasson, amigo meu da Vogue. Ele me questionou por que eu não fazia a minha coleção já que eu curtia tanto tudo aquilo. Ele vendeu a ideia pra empresa e, juntos, fizemos uma pequena coleção, que fez muito sucesso. Viajei o Brasil inteiro fazendo lançamentos, apresentando o produto que eu assinava.”

Sucesso – “Final de 2002 veio a parceria com a GO (General Optical), com quem eu faço os meus óculos até hoje. O produto teve uma aceitação incrível e hoje, já disponibilizo em mais de 18 países. Assim, a marca foi crescendo. Fomos procurando outras empresas para parcerias na área de licenciamento, sempre para o público feminino, moda, beleza e lifestyle.  Dentre os licenciados, tenho sapato, bolsa, cintos, relógios, semi-jóias, roupa de cama, produtos de beauty care - que vão desde chapinha, secador, aplicador de maquiagem, pinça, lixa. Imagine uma mulher vestida e o que ela precisa na bolsa Eu tenho. (risos). São 13 empresas parceiras. Já produtos licenciados, são mais de 3500 itens.”



Novos voos – “Sempre digo: novos projetos fazem parte da evolução da marca. Eu sentia falta de alguma coisa na parte de moda. Notava também que para algumas empresas não era interessante usar certos tecidos, fazer cortes e apostar em algumas ousadias. A gente, como parceiro, também tem que entender essas decisões. Então, com o foco no pensamento de inovar, eu decidi experimentar algo novo e lancei um projeto de confecção autoral. Sempre licenciei lingerie e moda praia, mas agora, incorporei na minha coleção. Busco sempre um diferencial. Na linha Resort, por exemplo, a peça íntima surge como complemento, pra aparecer. Atualmente, na moda existe muita transparência, renda e a dúvida da mulher de como usar. Elas combinam sendo incorporadas uma com a outra. Não são peças de vestuário pra ficar por baixo da roupa. São peças que podem e devem ser mostradas. É preciso inovar, mostrar o que é bonito e ressaltar a beleza natural e das diferenças.” 


Diferenças – “Eu sou uma pessoa completamente fora do padrão. A maioria das mulheres ‘normais’ têm em média 1,70m. Eu tenho 1,86m, logo, sou muito fora do padrão. Acho que é por isso que eu compreendo tanto as pessoas que se acham diferentes por ter um busto maior, ou por serem pequenas, ou por tantos outros conceitos que nos são impostos. Eu faço parte do grupo dos diferentes, gosto disso e amo trabalhar para esse público. A ideia é sair do padrão e atender desde a menina com o pé 34 até aquela com o pé 41, é muito engrandecedor, e é isso que faço. É importante trabalhar essas diferenças. Tudo que é diferente sempre tem algo que se pode ressaltar de bonito. É bom ser diferente, é bom ser você mesma. Cada individuo é uma joia que tem que se cuidar. É assim que enxergo o mundo e a vida.”

Fotos Angelo Pastorello / Realização Ju Hirschmann / Estilo Fernanda Hickmann / Beleza Marcelo Gomes / Agradecimento especial Index assessoria

Agradecimentos de Moda: Louboutin 11 3032-0233 / Letage  11 2476-7186 / Victor Dzenk 031 25159850 / Alphorria 31 3304-0500 / Rommanel 0800-11-4990 / Rodrigo Naves 11 99567- 2511 / Ana Hickmann Colection 11 3803-7020 / Riachuelo 11 2739-1960 / Recco 11 3083-4053 / C.Club! 21 2511-1141