Não tardou para que ele caísse na graça do público e que uma legião de seguidores se formasse, garantindo um público fiel e participativo nas suas aparições. “Eu já tinha snap, mas não tinha a quantidade de visualizações que tenho hoje. Como não é meu negócio principal (que é concessionária), então pra mim é uma diversão. Eu faço no trânsito, em casa, no tempo livre. Minha ideia nunca foi a de mostrar minha rotina assinando contrato, assinando cheque ou coisas da minha rotina. Pra mim, fazer os vídeos tem que ter um mote divertido, longe de polêmicas. Noto que quem me assiste está em busca de descontração. A ideia é, se quiser relaxar, vá assistir meu snap.”, brinca.
Paralelo a isso, Diego já aceitou alguns desafios e está disposto a enfrentar os que estão por vir. “Fiz a cobertura do Loolapaloza pela Ray-ban e o lançamento da revista Invoga, por exemplo. Aos poucos, esse tipo de convite está aparecendo e eu estou adorando fazer.”, conta ele que afirma não ter filtro nas postagens e que tudo é muito natural. “Vou falando e postando tudo. O que mostro é o que de fato sou. Como esse não é o meu trabalho oficial (como é pra Camila), não tenho muito limite não. Vem na cabeça, posto.”, explica.
Quando o assunto é estilo, Diego é categórico: “Estilo eu tenho e muito, o que eu não tenho é o limite no cartão para bancar o estilo que quero. Na verdade, comigo não tem mistério. Para a diária, uma camisa de botão, calça jeans e tênis (um sapato) e acabou. Não saio pra trabalhar todo engomadinho. Comprar roupa pra usar no fim de semana só? Ah! veste o que tem mesmo, que tá tudo certo. Sem contar que tenho 1,97m e calço 45. Logo, não tenho muita opção de chegar a uma loja e querer determinado produto, porque não é simples. Pergunto o que tem e que cabe em mim. A partir daí, havendo opções, eu escolho. Se não vai com o que tem mesmo. Em relação a cuidados pessoais, fui começar a atinar pra isso depois que começaram a chegar produtos lá em casa. Se não fosse isso, continuaria usando minha espuma de barbear simples (daquelas grandes que parece vir numa garrafa pet), sem frescura nenhuma, mas como chega lá em casa e é de graça, eu testo tudo”, descontrai.
Junto à tanto carisma, a sua vida particular também sofreu algumas mudanças. “A minha privacidade já era invadida, de certa forma, por conta de Camila. A novidade é que antes o pessoal vinha pra tirar foto só com ela e agora me chama. Mas, confesso que ainda acho bem estranho quando estou sozinho e as pessoas pedem pra tirar foto. A abordagem do meu público é bem diferente, é uma coisa de camaradagem, aparecem falando alto, gritando, tirando onda. Já chegam me chamando de estourado. Essa exposição pra mim ainda é bizarra, mas muito legal e retribuo com o mesmo carinho. Por exemplo, um dia eu falei que estava doente, fiquei offline e as pessoas depois ficaram perguntando na rua se eu estava melhor. Cheguei até a pensar que as conhecia, se tinham sido colegas de faculdade ou de colégio, mas não, elas me conheciam e eu não (risos)”, finaliza.
Agradecimento: Trois Barbearia (locação)



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