sexta-feira, 10 de abril de 2015

CAPA: Henrique Wruck, o melhor jogador do mundo é nosso!

Ser jogador de futebol tem um valor muito maior que apenas os salários milionários de alguns atletas, o real prazer de realizar o sonho, jogar e fazer um gol deixando a plateia delirando tem um valor que o dinheiro não compra. Agora imagine no caso do craque Henrique Wruck, atualmente no Fluminense, que foi eleito pela Football 7 Worldwide como o melhor jogador do mundo. A trajetória desse craque, do sonho de moleque até essa consagração em algo que dá realização pessoal e profissional nós contamos aqui nesse papo descontraído com um atleta que ainda vai dar muito o que falar.

O que significou o título de melhor jogador do mundo pela Football 7 Worldwide para você? Para mim é uma realização pessoal. Ser considerado melhor do mundo em uma coisa que você gosta de fazer não tem preço que pague.

Foi pego de surpresa ou já esperava? E isso resultou em alguma mudança? Não posso falar que eu esperava, mas sempre busquei fazer o meu melhor para ajudar o Fluminense, acabou acontecendo naturalmente. Com esse título, as responsabilidades dentro e fora de campo aumentaram bastante.


Você também foi eleito o craque da Liga Fut 7 e da Liga das Américas (conquistadas pelo Fluminense) e vice artilheiro da equipe na temporada com 26 gols. À que você atribui esse desempenho todo? Muito treino, fé e talento? Com certeza não foi mérito somente meu, meus companheiros e todos da comissão técnica tem uma grande parcela nisso. Mas acredito que também com os treinamentos e bastante dedicação, pude conseguir esses feitos. Fora tudo isso, ainda tem minha família que me dá total apoio.

Isso é um reconhecimento do seu esforço e dedicação. Qual o próximo passo? O que você mais deseja? Chegar no topo em qualquer coisa que você faça é muito difícil, porém se manter lá é mais difícil ainda, e isso é o que eu penso, em conseguir me manter lá entre os melhores para poder ajudar sempre o Fluminense a ganhar o títulos.

No início do ano você estava sendo disputado por alguns times mas terminou renovando contrato com o Fluminense. O que pesou nessa escolha além do lado financeiro? No Fluminense eu me sinto em casa, além de ter muitas amizades e o apoio de todos. Eles me dão total conforto para eu me preocupar apenas em jogar futebol.



Muitos jogadores sonham em ir jogar em seleções de outros países, alguns conseguem destaque e outros não se adaptam. Como você ver isso? É um desejo seu? Eu acho bem legal essa globalização do futebol. Eu por exemplo tenho cidadania portuguesa e jogaria com maior prazer pela seleção de Portugal, mas com certeza minha prioridade é representar o Brasil.

Hoje você está com 26 anos e já possui uma carreira bem significativa. Como foi até chegar aqui? Quando e como o futebol te tocou? Não é fácil, muitas vezes já pensei em desistir e me dedicar aos estudos, mas o prazer em jogar falou mais alto sempre. Desde pequeno sempre gostei de jogar futebol, minha diversão era estar com a bola nos pés. Minha família sempre me deu apoio, principalmente meu pai, que me acompanha até hoje nos jogos quando ele consegue, meus amigos também sempre me deram muita força para continuar.

Qual o melhor e o pior momento da sua carreira? O pior momento pra qualquer atleta acredito que sejam nas lesões mais sérias e os momentos bons são com certeza nas vitórias, é muito bom ser campeão.


Normalmente qual sua rotina de treinos? Costuma seguir alguma dieta? Eu procuro todo dia fazer exercícios, até nos dias de folga do Fluminense. Faço academia ou até mesmo uma corrida na praia para tentar estar sempre em forma. Em relação a dieta, temos uma nutricionista que acompanha nosso dia a dia no Fluminense, e normalmente quando volto de férias preciso controlar minha alimentação.


Ser jogador de futebol de um grande clube é garantia de sucesso com as mulheres? Como é o assédio? Garantia acho que não é, mas eu sinceramente nem penso nisso, tenho namorada. Mas a grande parte do assédio são com as crianças que admiram o que eu faço. 

Você se considera um cara vaidoso? Do que você não abre mão na hora de cuidar da aparência? Não sou vaidoso não, gosto de me sentir bem independente de qualquer coisa, mas um perfume eu não abro mão.

Quais seus ídolos no futebol e algum que você se espelhe? Como eu joguei futsal minha vida inteira, tenho o Falcão como um dos meus ídolos, gostei muito também de ver o Ronaldinho Gaúcho jogar na melhor fase dele.

Quando não está jogando o que te dá prazer? Onde é mais fácil te encontrar? Gosto muito de ir à praia, sempre que posso vou à praia. Outra coisa que gosto de fazer é viajar, sempre que tenho um tempo livre tento conhecer novos lugares.

O que uma mulher precisa ter para chamar sua atenção e mudar seus hábitos? Acho que tem que ser bem simples, uma pessoa tranquila e bastante companheira para entender minha rotina de treino, jogos no final de semana e viagens para disputar campeonatos.



Foto/ Assessoria / Produção: Drica Donato
Make up: Andre Accioly
Henrique veste: Colcci, Sommer e Forum (Showroom da Barra da Tijuca). Agradecimento especial: Glorinha. Acessórios Kanto Store.

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